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  1. Não é a moderna, é a Fernando Pessoa, e já há um tópico sobre isso na secção de noticias penso eu.!
  2. Que pagode mesmo a medida "O plano de estudos resultará das habilitações académicas do candidato e da apreciação do seu curriculum, pelo que o número de horas total a frequentar poderá ser reduzido ou estendido de acordo com cada caso." Faço um apelo aqui, a quem de direito, eu também gostava de ter um curso de macrame, mas só na parte do ponto cruz, o corta e cose já eu faço há muito...
  3. e limitar a arquitectura só ao projecto em si...ou ao "simples" acto de cumprir programas, enquadramentos jurídicos e licenças camarárias, é no mínimo abusivo:ninja: É uma questão cultural, espero que daqui a uns 20 anos já se esteja num outro nível, e esta discussão não tenha sequer memória
  4. :margarida_beer: mais lenha... http://www.and-re.pt/arquivo/tresporquinhos/tresporquinhos.pdf (fonte: http://and-re.blogspot.com/ )
  5. essa afirmação contradiz o post inicial ;)
  6. Calminha ai, eu saquei mais de 100megas em 17 painéis que mandaste para o megaupload. A numeração que usei é a que esta escrita nos painéis, e não os nomes dos ficheiros pdf.
  7. Trabalho "coiso"...vamos la começar No texto que aparece no primeiro painel falta clarificar o programa, em nenhum lado se faz referência a isso. imagino que o programa essencial seja habitação complementado com comércio e serviço algures ao nível do passeio. Ainda no primeiro painel as ultimas 3 linhas dizem e passo a citar " tentando restaurar o espaço livre da encosta, minimizando ao máximo o contacto do construído com o solo" . Olhando para o trabalho parece que se passou exactamente o contrario, ou seja, vejo 3 torres com uma base comum, uma espécie de mesa de 3 pernas, de pernas para o ar, precisamente o contrario do que esta escrito. Pode também haver um problema de comunicação/expressão, porque olhando para os painéis não se entende com clareza a proposta urbana, os limites de intervenção urbana e como tudo isto se interliga, para além do simples e mero contacto com o passeio. O painel 3, mostra muito claramente um embasamento com uma escala poderosa, e todo o terreno a volta do edificio (bolo) esta na mesma. Penso que um edificio deste tamanho com tanto terreno livre e "a monte" por todos os lados merecia mais do que uns desniveis mais, ou menos tratados para a parte mais profunda do vale. Muita imagem e pouco desenho. Entrando no edificio propriamente dito, a garagem e o sistema de rampas e degraus parece-me algo muito demasiadamente livre (há inclusive muitas rampas quase que impossiveis de tao empenadas que são). Avançando nas cotas, as triangulações dos percursos que se confundem com espaços, pavimentos e paredes do edificio, também me parecem muito gratuitas, nem com zoom out consegui encontrar algumas linhas principais nem eixos de referência alguma. No painel 8 não sei muito bem que dizer, penso que finalmente chegamos as habitações propriamente ditas e vejo por ali umas especie de patio/saguão que quanto a mim nao funcionam. Numa casa patio, penso que o patio deve ser o tema da casa, não um mero espaço que pode dar jeito para "meter luz la no meio" porque o volume ficou muito denso e partido. Tambem acho que a resolução das tipologias das torres não foram muito felizes. Caixa de escada/elevador quadrada centrada numa torre quadrada, para acesso/distribuição a tipologias duplex, parece-me que houve pouca investigação. É uma pena que aquele espaço todo por cima do embasamento das torres, não me parece que esteja aproveitado. Os paineis 21/22/23/24/ mais uma vez so mostra imagem, não mostra desenho. Do painel 26 para a frente, questiono a opção construtiva de ser tudo em betão. O corte pela fachada mostra muitas fragilidades. A pele do edificio pareceu-me um dos temas do projecto e foi tratado como se de uma mera grelha de vigas fosse, ou seja, não passam de umas vigas maciças em betão que não me parecem muito convincentes, pelo menos com este sistema aqui desenhado. Não se consegue identifcar as camadas estruturais, de suporte, de isolamento, de acabamento...etc etc Pronto, peço desculpa por qualquer exagero ou erro de interpretaçao dos paineis.
  8. ai vai http://arquitecturanoporto.blogspot.com/2009/07/matosinhos-polo-de-serralves-sanaa.html
  9. http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/quiosque-jn/1068628-4555.html :margarida_beer:isto vai dar um pagode
  10. e agora este edifício foi noticia pelas piores razões... http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-regioes/porto-obras-desabamento-mortos-trabalhadores-tvi24/1056858-4556.html (a tvi é mórbida q.b. ...) http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=382909 http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1201424 http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/desabamento-em-obra-provoca-dois-mortos-actualizada.htm
  11. Sá da Bandeira à venda por 5,5 milhões Ontem INÊS SCHRECK* O Teatro Sá da Bandeira, a mais antiga sala de espectáculos da cidade do Porto, está à venda por 5,5 milhões de euros. Desde que foi colocada uma lona na fachada a anunciar a venda, já apareceram vários interessados. O edifício na Rua de Sá da bandeira integra, para além do teatro, três lojas, e tem um total de cinco mil metros quadrados de área coberta. Ao JN, fonte da imobiliária Kendall & Associados, que tem o exclusivo da venda do imóvel, explicou que o valor dos 5,5 milhões de euros já inclui a negociação para saída da empresa que está a explorar o teatro. Há vários anos que o proprietário do edifício estará interessado em aliená-lo, mas só consumou essa vontade no final do ano passado. Um dos familiares é arquitecto e contactou a Porto Vivo-Sociedade de Reabilitação Urbana, há alguns anos. Terá mesmo elaborado um projecto, que consistia na transformação do espaço em galeria comercial, mantendo a sala de teatro, mas não chegou a submetê-lo à aprovação da Câmara do Porto. Para além da sala principal, o teatro tem mais duas salas de cinema. O anúncio da venda foi colocado na fachada do Sá da Bandeira no final de 2008 e, desde aí, apareceram vários interessados. De acordo com a Kendall & Associados, há três "candidatos" mais adiantados, sendo que dois deles mostraram intenção de transformar o espaço num "hotel design". O edifício centenário está classificado no Plano Director Municipal (PDM) como imóvel de interesse patrimonial e, como tal, está sujeito a "medidas de protecção e valorização". Contudo, o investidor não fica obrigado a manter o espaço como teatro. "Admitem-se obras de alteração e ampliação, desde que devidamente justificadas e que não desvirtuem as características arquitectónicas e volumétricas do existente", pode ler-se no PDM. O JN tentou contactar a empresa que explora o teatro, mas não recebeu resposta em tempo útil. Para este mês está agendada a exibição de uma peça de Fernando Mendes. A história do Sá da Bandeira remonta a 1855, quando ali foi construída uma estrutura de madeira para acolher o Teatro Circo. O edifício, que hoje existe, foi inaugurado em 1877, com acesso apenas pela actual Rua 31 de Janeiro. Em Outubro de 1910, uma semana após a implantação da República, passou a chamar-se Teatro Sá da Bandeira. Ali foram apresentaram os primeiros filmes realizados em Português, por ali passaram diversos artistas, bandas e festas. * com C.S.L. http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1189821
  12. Procura nesta revista: Revista Arquitectura Ibérica - Fátima - Edição Especial ainda anda pelas estantes da livrarias e afins, tem uma ou duas paginas dedicadas a cada projecto, depois tem desenhos em várias escalas do projecto que foi construído, e no final a tal conversa do Siza com o Tomabazis
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