Dreamer
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Vou-me citar em relação a uma outra conversa que se manteve aqui em Abril/Maio de 2007, sobre o cargo de Director Técnico de Empresa e Director Técnico de Obra, uma conversa na qual participaste SVA O discurso cai mais ao encontro da definição do cargo de Director Técnico de Empresa, mas pode-se perceber algumas das competências e reponsabilidades do Director Técnico de Obra. Nesse tópico (http://www.arquitectura.pt/forum/f98/ajuda-t-cnico-de-empreiteiro-5180.html), podes retirar mais algumas coisas. Tanto quanto sei, o Director Técnico da Obra é responsável pela correcta execução da obra, segundo os projecto de arquitectura e restantes especialidades. Consequentemente, as falhas imputadas a diferenças entre o projectado nos diversos projectos e o executado, nomeadamente acidentes que resultem dessas falhas, são da responsabilidade do Director Técnico de Obra.
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Vou-me citar em relação a uma outra conversa que se manteve aqui em Abril/Maio de 2007, sobre o cargo de Director Técnico de Empresa e Director Técnico de Obra, uma conversa na qual participaste SVA O discurso cai mais ao encontro da definição do cargo de Director Técnico de Empresa, mas pode-se perceber algumas das competências e reponsabilidades do Director Técnico de Obra. Nesse tópico (http://www.arquitectura.pt/forum/f98/ajuda-t-cnico-de-empreiteiro-5180.html), podes retirar mais algumas coisas. Tanto quanto sei, o Director Técnico da Obra é responsável pela correcta execução da obra, segundo os projecto de arquitectura e restantes especialidades. Consequentemente, as falhas imputadas a diferenças entre o projectado nos diversos projectos e o executado, nomeadamente acidentes que resultem dessas falhas, são da responsabilidade do Director Técnico de Obra.
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Hehehe... bem visto JAG :)
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Hehehe... bem visto JAG :)
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Marco, apenas quis completar a tua informação, não criticá-la. A definição refere-se a compartimentos habitáveis, onde se incluem as salas, cozinhas e quartos, considerando-se não habitáveis espaços como as instalações sanitárias, circulações, arrumos e demais espaços com funções similares. Pelo REGEU, esse afastamento mínimo é de 3,00m, desde que essa dimensão não seja inferior a metade da altura da fachada acima do nível do pavimento, como garante de salubridade, no entanto, esses outros regulamentos de que falas, nomeadamente os "RMEU´s", que variam de autarquia para autarquia e se sobrepõe ao REGEU, instituem ou esta regra geral dos 3,00m, ou a regra do mínimo de 5,00m para compartimentos habitáveis e 3,00m para compartimentos não habitáveis. O melhor mesmo é o Jorge Alves consultar os regulamentos respeitantes ao concelho a que pertence...
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Marco, apenas quis completar a tua informação, não criticá-la. A definição refere-se a compartimentos habitáveis, onde se incluem as salas, cozinhas e quartos, considerando-se não habitáveis espaços como as instalações sanitárias, circulações, arrumos e demais espaços com funções similares. Pelo REGEU, esse afastamento mínimo é de 3,00m, desde que essa dimensão não seja inferior a metade da altura da fachada acima do nível do pavimento, como garante de salubridade, no entanto, esses outros regulamentos de que falas, nomeadamente os "RMEU´s", que variam de autarquia para autarquia e se sobrepõe ao REGEU, instituem ou esta regra geral dos 3,00m, ou a regra do mínimo de 5,00m para compartimentos habitáveis e 3,00m para compartimentos não habitáveis. O melhor mesmo é o Jorge Alves consultar os regulamentos respeitantes ao concelho a que pertence...
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São precisamente essas diferenças de que falo, mas convem perceber que este modelo não é nada assim tão revolucionário, que não possa ser pensado por duas pessoas em fases diferentes, apenas lancei a questão, sem querer afirmar que existiu :)
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São precisamente essas diferenças de que falo, mas convem perceber que este modelo não é nada assim tão revolucionário, que não possa ser pensado por duas pessoas em fases diferentes, apenas lancei a questão, sem querer afirmar que existiu :)
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Concordo que essa procura por uma relação com a decadência do sector das pescar seja real e até a acho bem interessante, apenas contesto quando essa intenção esbarra com a existência de outros materiais, que acabam por se degradar em virtude dela. A questão aqui, tanto quanto me parece, não são as bases conceptuais da proposta, mas a forma como elas influenciam a vivência da casa, a menos que a intenção do arquitecto e dos proprietários fosse levar essa relação de decadência tão longe, que as próprias madeiras, como acontecerá nos barracões dos pescadores, revelem essa degradação e inclusivamente funcionem mecanicamente mal. Seria interessante perceber como é que os proprietários vêm esta evolução do projecto, como encaram a degradação precoce das madeiras, tendo em conta que certamente que já estariam à espera do "babar" do aço corten...
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Concordo que essa procura por uma relação com a decadência do sector das pescar seja real e até a acho bem interessante, apenas contesto quando essa intenção esbarra com a existência de outros materiais, que acabam por se degradar em virtude dela. A questão aqui, tanto quanto me parece, não são as bases conceptuais da proposta, mas a forma como elas influenciam a vivência da casa, a menos que a intenção do arquitecto e dos proprietários fosse levar essa relação de decadência tão longe, que as próprias madeiras, como acontecerá nos barracões dos pescadores, revelem essa degradação e inclusivamente funcionem mecanicamente mal. Seria interessante perceber como é que os proprietários vêm esta evolução do projecto, como encaram a degradação precoce das madeiras, tendo em conta que certamente que já estariam à espera do "babar" do aço corten...
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Pelas imagens não é possivel perceber a envolvente, nem as relações que a casa possa estabelecer com ela. Como peça, parece interessante. O aço corten, motivo desta +/- acessa conversa, é um material interessante, porém, a atender à degradação de que o colega Sá.Hélio nos fala, pode não ter sido a opção mais feliz esta relação aço corten/madeia. Se no betão aparente, como nos mostram as imagens, se pode tirar partido desse "escorrer" como opção estética, na madeira as coisas são um pouco diferentes...
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As parecenças formais são por demais evidentes. Ao nível da organização interior, à diferenças... será que se pode falar de plágio?...
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Gostava apenas de acrescentar que não são quartos, salas e cozinhas, a designação técnica refere-se a todos os compartimentos habitáveis.
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JVS de volta aos seus projectos utópicos... hehehe
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A Alvar Aalto Foundation, apresenta agora uma base de dados com os seus trabalhos. http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/alvar_aalto.jpg A ver em: http://file.alvaraalto.fi/
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Link: http://archidose.blogspot.com/2008/02/un-studios-villa-nm-destroyed-in-fire.html
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Wachendorf, Germany | Bruder Klaus field chapel | Peter Zumthor
Dreamer replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Mais umas imagens, desta vez dois cortes: -
Peneda-Gerês | Casa no Gerês | Graça Correia + Roberto Ragazzi
Dreamer replied to asimplemind's topic in Arquitectura
Vejo dois conceitos base semelhantes, mas as parecenças acabam aí... -
O dia 9 de Fevereiro já passou, mas uma visita ao blog vale a pena http://manifestobolhao.blogspot.com/
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Ze, concerteza que há aqui gente do Porto e dos arredores, eu sou um deles Gostei da espressividade que dás aos desenhos. Quanto ao projecto, estou como o João Pedro Silva e como o Ark, sobre o projecto em si não se pode dizer muito, porque a informação é escassa e o aspecto gráfico do painel está muito interessante, mas acaba por não cumprir a função, já que é mais bonito como peça do que como forma de expôr o contéudo...
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Sem dúvida que a temática da relação da arquitectura com a paisagem é interessante. João, esses pontos que levantas, da arquitectura que com o tempo se torna paisagem e é reconhecida como tal, é talvez o mais interessante. Quanto a mim isso acontece no momento em que o lugar passa a sê-lo graças a essas peças, quando o imaginário do lugar passa por cada uma dessas construções. Concordo que o local é destruido, mas talvez mais do que destruído, seja a reconstrução de um novo lugar...
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Link do artigo: http://urbanity.blogsome.com/2008/02/13/caixaforum-madrid-proxima-apertura/
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Senhor?... não me trates por senhor... :p
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Viseu recebe segundo maior centro comercial da Península
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Assim com essa aspecto dá-lhe uns ares de prisão :p -
Sei que na Irlanda funciona um sistema semelhante... para quando um sistema desses em Portugal?...
