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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Mais um artigo sobre este projecto: Link: http://architecture.myninjaplease.com/?p=1423
  2. Se acho bem, claro... como está é que não pode ficar... o projecto actual tem muitas deficiências é certo, sendo a principal, na minha opinião, a forma como se volta para dentro e vira costas à cidade... O resultado é o estado de degradação a que chegou... serve de uma forma +/- eficaz como parque de estacionamento, o resto, o verdadeiro propósito do projecto, arrisco-me a dizer que nunca funcionaou, apesar de acreditar que é mais um daqueles projectos que no papel resulta muito bem...
  3. Marco, gostava de ver a zona para conseguir ter uma opinião sobre essa decisão do IGESPAR (antigo IPPAR). Já agora, porque é que o IGESPAR tem de dar um parecer? Esse terreno está próximo de algum edifício classificado? Se pudesses, podias por cá umas fotografias da envolvente.
  4. Link: http://www.nytimes.com/2008/02/06/realestate/commercial/06mall.html?_r=1&ref=business&oref=slogin
  5. Um multiusos no Palácio? http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/02/08/15483971.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Fotografia: J. Paulo Coutinho Gomes Fernandes, Arquitecto O Pavilhão Rosa Mota, noticiam os jornais, vai ser transformado num "pavilhão multiusos". Esta afirmação ou não acrescenta nada ao que o Pavilhão já é hoje ou, então, acrescenta alguma coisa (ou até muito), mas não é claro de que acrescento é que se trata! A expressão "multiusos" foi inventada para designar grandes espaços, em geral cobertos e encerrados, para "múltiplas" actividades e acontecimentos, tais como exposições, concertos, espectáculos, jogos, feiras, comícios e tudo o mais que signifique aglomeração significativa de coisas e/ou de pessoas. Há exemplares por todo o país. Nasceram, em geral, em época de eleições e medraram ao sabor da generosidade de governos em tempo de apertos eleitorais. Depois, foram ficando para ali, uns sem grande utilização, outros sem préstimo para mais do que gigantescas arrecadações e outros, ainda, incompletos, vazios, degradados e, muitas vezes, abandonados. Em geral são feios, mal implantados, mal inseridos na paisagem e no contexto urbano onde, em má hora, lhes calhou serem construídos. Tecnicamente,a solução "multiusos" significa a mesma resposta para diferentes problemas. O que, quase sempre, significa também que nenhum problema sai, de facto, bem resolvido. Com efeito, realizar hoje uma exposição, amanhã um concerto, depois uma feira e depois um comício e assim por diante, e tudo no mesmo espaço, apenas revela as fragilidades da solução "multiusos" porque hoje a luz não será a melhor, amanhã as condições acústicas revelar-se-ão péssimas, depois faltará a comodidade necessária para público e artistas, depois porque não haverá as mínimas condições para a prática desportiva, depois porque faltarão as instalações sanitárias, o aquecimento, a ventilação, as bilheteiras ou tudo ao mesmo tempo e sempre. Claro que não é bem isto que se passa com o "nosso" Pavilhão Rosa Mota". E é exactamente por isso que a notícia da sua "transformação" em "pavilhão multiusos" causa grande preocupação. Ou seja existe o risco - e o fundado receio - de transformar algo que foi pensado e desenhado - e bem - para a prática de vários desportos e de mais uma meia- -dúzia de actividades idênticas, venha a "transformar-se" - ainda que com a melhor das intenções - num espaço onde tudo se poderá passar mas nada se passará bem. Claro que a iniciativa da Porto Lazer e a presença de José Carlos Loureiro, arquitecto autor do original "Palácio", são dados positivos se as exigências da "privatização" não forem ao arrepio dos valores patrimoniais (de uso, culturais, funcionais e outros não menos relevantes) que ali estão presentes. Então, porquê este tradicional receio, porquê tanta desconfiança, porquê este estar sempre de pé atrás? Porque, simplesmente, a realidade demonstra que o cidadão tem razões de sobra para isso! É que são já mais do que muitas as situações em que a cidade só vem a saber o que, em concreto, se vai passar depois da coisa feita e quando já não há remédio nem recurso. A transparência não é o forte da nossa administração, assim como o horror ao diálogo e ao debate! Ora, acontece que também correu pela imprensa que as obras previstas para o "Rosa Mota" andam aí pelos 17 milhões de euros (mais de três milhões de contos) e que isso significa um conjunto de valências que obrigam a um grande volume de construção nova. E, aqui, claro que tem de nascer a preocupação e, com ela, a pergunta então o vizinho, moderno e magnífico edifício da chamada "Biblioteca Almeida Garrett", ali mesmo ao lado, não serve para absorver algumas dessas novas valências? É que tudo aquilo está claramente subutilizado e, francamente, nem a biblioteca, nem o pavilhão, nem os jardins (incluindo o lago), nem a cidade merecem ser incomodados por um trivial "multiusos" que se meta ali pelo meio! Link: http://www.arquitectura.pt/forum/newreply.php?do=postreply&t=6448
  6. Abram este link numa nova janela, esperem que carregue e apreciem http://users.telenet.be/kixx/
  7. Bem vindo Pedro Como disse o asimplemind, o fórum serve para isso mesmo. Vê qual é o espaço em que podes enquadrar as tuas dúvidas, questões e/ou outros temas e cria novos tópios para que todos te possamos ajudar. Esqueci-me de dizer, podes sempre utilizar a ferramente de "procura" para ver se as tuas dúvidas já estão respondidas num outro tópico.
  8. Pois, creio mesmo que passa por isso, pelo loteamento, com as consequentes cedências, ou com a possibilidade de se pagar uma "compensação" monetária... Digo isto desconhecendo o caso concreto, pelo que aconselho uma visita aos serviços camarários para tirar as dúvidas.
  9. Tens também o www.revitcity.com (creio que é assim), ou mesmo a página que se acede através da janela onde adicionas os componentes ao teu desenho.
  10. Peter, aqui (http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stor...p.stories/8585) tens mais algumas imagens Também me abesteno de comentar de uma opinião antes de ver mais informação sobre o projecto.
  11. Em relação ao projecto âncora, a livraria Byblos, ficam aqui duas entrevistas publicadas no JN mostrando os dois lados, uma dos respondáveis pela da futura livraria e outra a Antero Braga, um dos proprietários da livraria Lello & Irmão, que fica ali mesmo ao lado. Link: http://jn.sapo.pt/2008/02/07/porto/evoluimos_para_o_conceito_hipermerca.html http://jn.sapo.pt/2008/02/07/porto/e_solucao_denota_falta_imaginacao_gr.html
  12. Câmara do Porto apresenta hoje o projecto de requalificação da Praça de Lisboa Pólo cultural a caminho O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, apresenta hoje publicamente o projecto escolhido para a requalificação da degradada galeria da Praça de Lisboa. Se visualmente a alteração será de monta, no conteúdo destaca-se a instalação da maior livraria do país, a Byblos. Foto: Miguel Ângelo A Câmara do Porto apresenta hoje o projecto vencedor do concurso lançado para a requalificação da Praça de Lisboa. A proposta será depois votada na próxima reunião do executivo portuense, que se realiza na terça-feira, dia 12. Prevendo-se que esteja operacional no final do ano, o projecto, que custará qualquer coisa como cinco milhões de euros e estará a cargo da Bragaparques, prevê a criação de um pólo lúdico-cultural, integrando aquela que será, talvez, a maior livraria do país. Trata-se de um investimento do empresário Américo Areal, antigo proprietário das Edições Asa, e que se deverá consubstanciar na instalação da segunda loja «Byblos» em território nacional (a primeira foi recentemente inaugurada nas Amoreiras, em Lisboa). Como é óbvio, uma intervenção deste género, feita no âmbito da Sociedade de Reabilitação Urbana-Porto Vivo, promete mudar radicalmente a imagem da Praça de Lisboa. À rudeza do granito, deverá suceder a leveza de estruturas em vidro que permitirão a visualização da galeria a partir do exterior. Algo que não acontece agora, com as lojas existentes todas viradas para o miolo da estrutura, quase numa lógica de «bunker». Segundo o que o JANEIRO apurou, o projecto prevê também a instalação de um auditório e de um restaurante panorâmico, tudo abrigado por uma vasta cobertura ondulada. Ainda por clarificar fica a localização dos 500 metros quadrados que devem ser confiados à população estudantil da cidade, uma vez que o concurso inicial defini-a a criação do tal espaço lúdico-cultural com as valências do Pólo Zero da Federação Académica do Porto. Apostando num horário de funcionamento alargado, o projecto promete, desta forma, contribuir de forma decisiva para a animação de uma zona central da cidade muito procurada pelos turistas e com vasto tráfego de pessoas ao longo do dia. Para a prossecução do projecto, a Câmara do Porto cede o direito de superfície por um período de cinquenta anos, recebendo do promotor uma renda anual. Refira-se que o projecto da Praça de Lisboa, baptizado ClérigoShopping, nasceu torto e nunca se endireitou. Para além da falta óbvia de interesse por parte de investidores privados (só o Café na Praça e um restaurante da cadeia PizzaHut tiveram algum sucesso), a insegurança crescente que se foi vivendo na zona, em especial durante a noite, nunca permitiram potenciar o espaço. Link: http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=997aa6f7506b5154cb1aa9e9031d74e9
  13. Projecto por pisos Piso - 1 Além do parque de estacionamento, que se manterá em funcionamento, será criada uma área para cargas e descargas. Piso 0 Acolherá a zona comercial, incluindo a livraria Byblos, e o Pólo Zero da Federação Académica do Porto. Pisos 1 e 2 Contemplarão esplanadas, bares e um restaurante. Cobertura Às ondas, com zonas relvadas. Na cobertura ficará também o restaurante panorâmico. Link: http://jn.sapo.pt/2008/02/07/porto/projecto_pisos.html
  14. A nova Praça de Lisboa Vai nascer uma nova Praça de Lisboa: mais um passo para a reanimação da Baixa foi hoje publicamente apresentado o projecto proposto para a nova Praça de Lisboa, uma solução urbanística e arquitectónica que o Presidente da CMP qualificou como mais um importante passo no processo de requalificação e reanimação da Baixa do Porto, bem como no desenvolvimento do comércio tradicional. Representa, igualmente, por parte da autarquia, um sinal de confiança dado aos investidores, que queiram intervir naquela zona nobre da cidade. O investimento em causa, a cargo da empresa Bragaparques, ronda os seis milhões de euros, prevendo-se que possa ser inaugurado dentro de aproximadamente 18 meses. Com a aprovação da proposta, que terá lugar em sede de reunião do Executivo da próxima terça-feira, 12 de Fevereiro, fica assim «desatado» mais um «nó» urbanístico herdado por Rui Rio, desde que assumiu a gestão do Município, em 2002. «Resolvemos as obras decorrentes da Porto 2001 , desatámos o nó do Túnel de Ceuta, o da antiga Pedreira da Trindade e hoje estamos aqui a anunciar a solução para a Praça de Lisboa, degradada desde finais dos anos 90 e completamente abandonada desde 2002», declarou o autarca, que se encontrava acompanhado pelos vereadores do Urbanismo e das Actividades Económicas, Lino Ferreira e Manuel Sampaio Pimentel, respectivamente. O projecto foi o único apresentado a concurso público aberto em 11 de Dezembro de 2006 e publicado em Diário da República de 30 de Janeiro de 2007. Abrange uma área de cerca de 5.500 m2, dos quais cerca de 520 m2 serão cedidos à Federação Académica do Porto (FAP) para a construção do Pólo Zero. O espaço será cedido em direito de superfície, dentro da lógica que tem vindo a ser seguida pelo actual Executivo autárquico. Segundo o acordo firmado, a CMP terá direito a 4% da receita das vendas, desde que estas igualem ou ultrapassem 80% das vendas provisionais programadas. Caso não atinjam esse patamar, a autarquia arrecadará 0,5%. Um espaço lúdico-cultural De acordo com o representante da empresa promotora e do gabinete de arquitectura responsável pelo projecto, pretende-se criar um espaço lúdico-cultural, com um restaurante panorâmico, área comercial e uma cobertura ondulada revestida em grande parte com zonas verdes, além do Pólo Zero da FAP. Do ponto de vista arquitectónico, o objectivo é construir um espaço fechado no interior, com a intenção de, na parte de cima, abrir e devolver a Praça à cidade. Está igualmente a ser equacionada a instalação na Praça de Lisboa de uma loja, que será a segunda inaugurada em Portugal, da livraria Byblos. Notícia e imagens em: http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=cmp.stories/8585
  15. Link: http://jn.sapo.pt/2008/02/07/porto/confeitaria_porto_apela_bom_comporta.html
  16. Um pequeno vídeo sobre o "ninho chinês": Bird's Nest - Herzog & De Meuron in China. [ame=" "]YouTube - Bird's Nest - Herzog & De Meuron in China.[/ame]
  17. Não conheço o local e a importância deste edifício para este, possivelmente até haverá uma razão forte para o deixar lá no mesmo sítio (sem querer entrar em discussões sobre isso), mas o "apuro" técnico da forma como a obra está a ser realizada... upa, upa... muito bom :p
  18. Já agora deixo aqui um link onde se podem ver algumas dessas obras de arte: http://static.publico.clix.pt/docs/politica/projectossocrates/index.html
  19. Permitam-me um à parte. Felizmente nem sempre é assim, há uma organizção chamada Architecture for humanity (http://www.architectureforhumanity.org/), como haverá outras, assim como há concursos de arquitectura em que a temática é criar-se habitações para os mais desfavorevidos, vítimias de catástrofes, etc... Infelizmente parece ser um lado menos conhecido, atractivo financeiramente e até divulgado, mas não é por isso que deixa de existir... Quero com isto dizer que também é um problema dos arquitectos, enquanto classe, já que também nós temos a capacidade de fazer alguma coisa... Quero com isto dizer que nem toda a arquitectura histórica é aristocrática, talves seja esta que perdure mais no tempo, mas a avaliar pelo interesse (muitas vezes apenas teórico) na conservação dos centros históricos, núcelos rurais, etc, favorecidos e desfavorecidos, parece-me que não se pode, no mínimo, ser assim tão afirmativo.
  20. Bem vindo pjf mais uma gajo do norte hehehe... Bem, o panorama não é bom, mas quantas são as profissões que se podem gabar de estar "à vontade"?...
  21. Precisamente asimplemind, os pormenores construtivos têm direitos de autor, logo sem a devida autorização deste, é impensável estarmos a divulgá-los.
  22. Sputnik, o professor Edgar Cardoso também teve uma situação semelhante a essa última do FLW. A obra foi a ponte da Arrábida, nos idos anos da década de 60, quando os críticos não acreditavam que o arco aguentasse e quando este foi concluído, o próprio encarregou-se de o percorrer pessoalmente.
  23. Energising art Office for Metropolitan Architecture (OMA) www.oma.nl Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) The existing power plant houses the educational, media-related and production sections of the museum. It houses a variety of experiences from video to research to public programs and performances, organized around the art without necessarily implying a direct confrontation with the art objects. The exhibition space and the museum shop are located in an extended perimeter surrounding the existing power plan. A single continuous neutral space with a flat roof and a glass façade, embedding the old in the new making the powerplant work for the museum in a utilitarian rather than symbolic way. The use of the existing power plant (also for all the required technical and logistical services) allows this space to be evacuated of everything that would interfere with the relation between the viewer and the art object. Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) Image courtesy of the Office of Metropolitan Architecture (OMA) Via http://www.worldarchitecturenews.com
  24. Algumas imagens mais recentes: http-~~-//farm3.static.flickr.com/2193/2196031041_9f22a6b20e.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2329/2196560385_301c76ba85.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2065/2204992587_f249da9755.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2306/2205783450_e117179cdb.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2375/2205786442_8bdcdececb.jpgDetalles. http-~~-//farm3.static.flickr.com/2181/2204996891_179705f911.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2306/2179808495_e6ecfdb82c.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2266/2196265439_b3c8cf0d2e.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2408/2197057748_834dd89744.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2258/2179792347_70718048ed.jpghttp-~~-//farm3.static.flickr.com/2061/2179773705_9b9ec8b2ca.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2129/2179762131_9c4f992b67.jpg
  25. Bem, hoje ouvi esta anedota e chorei a rir... Lembrei-me de partilhá-la convosco e abrir um tópico para que todos possam contar as suas para a malta se rir um bocado
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