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Dreamer

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  1. A Upside Down House... não é preciso dizer mais nada... Via BBC: http://www.youtube.com/watch?v=-gu33-iLZb8&eurl=http://freshome.com/2007/09/08/amazing-upside-down-house/ [ame="http://www.youtube.com/watch?v=-gu33-iLZb8"]YouTube - UPSIDEDOWN HOUSE![/ame]
  2. Algumas imagens deste projecto: [ATTACH]3315[/ATTACH][ATTACH]3319[/ATTACH][ATTACH]3316[/ATTACH] [ATTACH]3318[/ATTACH][ATTACH]3317[/ATTACH]
  3. Como curiosidade, descobri este projecto, diferente em conceito, até porque acho muito mais interessante a forma de apropriação do espaço proposta pela Marta Moreira, mas que formalmente tem algumas parecenças. Single Hauz por Front Architects. http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus.jpg http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus4.jpg http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus3.jpg http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus2.jpg
  4. Como curiosidade, descobri este projecto, diferente em conceito, até porque acho muito mais interessante a forma de apropriação do espaço proposta pela Marta Moreira, mas que formalmente tem algumas parecenças. Single Hauz por Front Architects. http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus.jpg http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus4.jpg http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus3.jpg http-~~-//freshome.com/wp-content/uploads/2007/08/single-haus2.jpg
  5. Denis, não se quis atacar ninguém... basta ler com calma os textos, apenas se levantou questões...
  6. Denis, não se quis atacar ninguém... basta ler com calma os textos, apenas se levantou questões...
  7. Então e a arquitectura popular... sem desenho técnico...
  8. Então e a arquitectura popular... sem desenho técnico...
  9. Está prevista uma linha de teleférico, mas que em nada vai afesctar a ponte D. Luiz, creio eu :)
  10. Está prevista uma linha de teleférico, mas que em nada vai afesctar a ponte D. Luiz, creio eu :)
  11. Penso que o conceito foi mesmo esse, preservar-se os elementos identificativos da capela. Li algures que muitas vezes, este tipo de rehabilitações tende a fazer desaparecer o base, pela dificuldade que o seria manter. Sinceramente acho esta proposta, ainda que com pouca informação, conceptualmente muito interessante. Destaco particularmente a forma como é feita a iluminação do espaço, talvez para se evitar essa luminosidade de vitral, através dos rasgos na cobertura.
  12. Penso que o conceito foi mesmo esse, preservar-se os elementos identificativos da capela. Li algures que muitas vezes, este tipo de rehabilitações tende a fazer desaparecer o base, pela dificuldade que o seria manter. Sinceramente acho esta proposta, ainda que com pouca informação, conceptualmente muito interessante. Destaco particularmente a forma como é feita a iluminação do espaço, talvez para se evitar essa luminosidade de vitral, através dos rasgos na cobertura.
  13. Pelo que percebi o conceito será algo diferente, funcionando mais como um espaço de apoio à praia, até pela sua dimensão, mas a ver vamos...
  14. Pelo que percebi o conceito será algo diferente, funcionando mais como um espaço de apoio à praia, até pela sua dimensão, mas a ver vamos...
  15. Mais uma imagem do enquadramento da casa com o rio ali bem perto, razão principal de esta ser suspensa. [ATTACH]3314[/ATTACH]
  16. Mais uma imagem do enquadramento da casa com o rio ali bem perto, razão principal de esta ser suspensa.
  17. Capela convertida em habitação, por Zecc O declínio nas idas à igreja ao longo de décadas ditou que inumeros espaços religiosos fossem abandonados por toda a Holanda. Entre demolições e mudanças de uso, uma capela foi reconvertida em habitação pela firma Zecc. Antes: [ATTACH]3309[/ATTACH] Depois: [ATTACH]3310[/ATTACH] Mais algumas imagens: [ATTACH]3312[/ATTACH][ATTACH]3311[/ATTACH][ATTACH]3313[/ATTACH] Link do gabinete: http://www.zecc.nl/
  18. Capela convertida em habitação, por Zecc O declínio nas idas à igreja ao longo de décadas ditou que inumeros espaços religiosos fossem abandonados por toda a Holanda. Entre demolições e mudanças de uso, uma capela foi reconvertida em habitação pela firma Zecc. Antes: Depois: Mais algumas imagens: Link do gabinete: http://www.zecc.nl/
  19. No sábado, durante uma volta de bicicleta pela marginal pude ver a esta obra em construção. Assim à primeira vista, pareceu-me algo desproporcionado para o local, mas espero por uma próxima visita e pelo avançar das obras para ter uma opinião mais fundamentada.
  20. No sábado, durante uma volta de bicicleta pela marginal pude ver a esta obra em construção. Assim à primeira vista, pareceu-me algo desproporcionado para o local, mas espero por uma próxima visita e pelo avançar das obras para ter uma opinião mais fundamentada.
  21. Casa 63.02º, por Schemata Architecture Office [ATTACH]3291[/ATTACH] Apetece dizer que a arquitectura japonesa não deixa de nos surpreender, logo à partida pelo nome da casa, mas essencialmente pelo projecto e pelo conceito por trás deste.. O Schemata Architecture Office, projectou em Nakana, Tóquio, uma casa com 3 pisos que faz um ângulo de 63.02° com a via pública, num lote estreito, com uma área coberta útil de 71,40m². Os vãos exteriores apenas numa das fachadas, concentrando a vivência do espaço nesse sector. Pelas imagens é possível imaginar a provável dificuldade de organizar o interior desta habitação. [ATTACH]3308[/ATTACH][ATTACH]3293[/ATTACH][ATTACH]3292[/ATTACH] [ATTACH]3306[/ATTACH][ATTACH]3302[/ATTACH][ATTACH]3307[/ATTACH] [ATTACH]3303[/ATTACH][ATTACH]3304[/ATTACH][ATTACH]3305[/ATTACH] Fotografias por Takumi Oota Site do gabinete: http://www.sschemata.com
  22. Casa 63.02º, por Schemata Architecture Office Apetece dizer que a arquitectura japonesa não deixa de nos surpreender, logo à partida pelo nome da casa, mas essencialmente pelo projecto e pelo conceito por trás deste.. O Schemata Architecture Office, projectou em Nakana, Tóquio, uma casa com 3 pisos que faz um ângulo de 63.02° com a via pública, num lote estreito, com uma área coberta útil de 71,40m². Os vãos exteriores apenas numa das fachadas, concentrando a vivência do espaço nesse sector. Pelas imagens é possível imaginar a provável dificuldade de organizar o interior desta habitação. Fotografias por Takumi Oota Site do gabinete: http://www.sschemata.com
  23. Husilva, se ainda não o fez, devia consultou revistas e livros em que apareçam os mais diversos e variados projectos de arquitectura, nomeadamente recuperações e reconstruções e para isso basta ir a uma livraria, ou a uma biclioteca e dar uma volta pela secção de arquitectura. Aconselho-o fazer a sua pesquisa, no entanto não a leve demasiado a sério, ou seja, procure por elementos de que goste, por projectos que lhe pareçam interessantes, mas não seja demasiado rigoroso na imposição da sua vontade ao arquitecto, sob pena de partirem de um ponto logo à partida demasiado limitativo para um bom desenvolvimento do projecto. Na minha opinião, o cliente e o arquitecto não devem nunca extremar posições, sendo sempre preferível que em cada conversa se procure de ambos os lados chegar a um concenso capaz de fazer o projecto evoluir da melhor forma. Como compreende, o arquitecto com quem entrar em contacto, munido da informação sobre o local e dos seus requesitos, está numa melhor posição do que qualquer um de nós para fazer uma proposta que vá de encontro aos seus desejos e necessidades, garantindo uma correcta integração no local e coerência projectual. Falar assim no abstracto é sempre complicado, até porque a informação de que dispomos é praticamente nula, daí ser difícil perceber aquilo que realmente pretende. Ainda que quisesse, não tenho aqui presente nenhuma informação sobre esse tipo de intervenções, mas logo que possa vou dar uma vista de olhos pela minha biblioteca para ver se encontro algo. PS: Queria só acrescentar que aqui no fórum existem tópicos sobre projectos que se podem incluir neste campo da recuperação, mas por impossibilidade de tempo para fazer uma triagem, aconselho a utilizar a ferramenta de "procurar". Boa sorte :)
  24. Husilva, se ainda não o fez, devia consultou revistas e livros em que apareçam os mais diversos e variados projectos de arquitectura, nomeadamente recuperações e reconstruções e para isso basta ir a uma livraria, ou a uma biclioteca e dar uma volta pela secção de arquitectura. Aconselho-o fazer a sua pesquisa, no entanto não a leve demasiado a sério, ou seja, procure por elementos de que goste, por projectos que lhe pareçam interessantes, mas não seja demasiado rigoroso na imposição da sua vontade ao arquitecto, sob pena de partirem de um ponto logo à partida demasiado limitativo para um bom desenvolvimento do projecto. Na minha opinião, o cliente e o arquitecto não devem nunca extremar posições, sendo sempre preferível que em cada conversa se procure de ambos os lados chegar a um concenso capaz de fazer o projecto evoluir da melhor forma. Como compreende, o arquitecto com quem entrar em contacto, munido da informação sobre o local e dos seus requesitos, está numa melhor posição do que qualquer um de nós para fazer uma proposta que vá de encontro aos seus desejos e necessidades, garantindo uma correcta integração no local e coerência projectual. Falar assim no abstracto é sempre complicado, até porque a informação de que dispomos é praticamente nula, daí ser difícil perceber aquilo que realmente pretende. Ainda que quisesse, não tenho aqui presente nenhuma informação sobre esse tipo de intervenções, mas logo que possa vou dar uma vista de olhos pela minha biblioteca para ver se encontro algo. PS: Queria só acrescentar que aqui no fórum existem tópicos sobre projectos que se podem incluir neste campo da recuperação, mas por impossibilidade de tempo para fazer uma triagem, aconselho a utilizar a ferramenta de "procurar". Boa sorte :)
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