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Dreamer

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  1. Mais algumas Ninja Arithmetic XXIV http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/01/ninja_arithmetic-xxiv1.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2566 Ninja Arithmetic XXV http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/ninja_arithmetic-xxv.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2673 Ninja Arithmetic XXVI http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/ninja_arithmetic-xxvi.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2704 Ninja Arithmetic XXVII http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/ninja_arithmetic-xxvii.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2739
  2. Mais algumas Ninja Arithmetic XXIV http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/01/ninja_arithmetic-xxiv1.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2566 Ninja Arithmetic XXV http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/ninja_arithmetic-xxv.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2673 Ninja Arithmetic XXVI http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/ninja_arithmetic-xxvi.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2704 Ninja Arithmetic XXVII http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/02/ninja_arithmetic-xxvii.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=2739
  3. Acima de tudo, a arquitectura nunca pode ser uma futilidade, porque trabalhamos com a forma e com a função... não apenas com a forma (ainda que às vezes assim pareça)...
  4. Acima de tudo, a arquitectura nunca pode ser uma futilidade, porque trabalhamos com a forma e com a função... não apenas com a forma (ainda que às vezes assim pareça)...
  5. Evento adicionado: Duas Realidades: 26-02-08 14:00 - 27-02-08 20:00
  6. Evento adicionado: Duas Realidades: 26-02-08 14:00 - 27-02-08 20:00
  7. DUAS REALIDADES O ciclo de conferências tem como mote o confronto entre duas realidades: a escola de arquitectura e o mundo do trabalho; leccionar e/ou projectar em oposição a aprender/aplicar. Neste sentido, é irrevogável a presença de docentes de arquitectura e ex-alunos, a fim de explicar a transição do método de ensino na faculdade, para a exigência e competividade do mercado de trabalho. Os membros do corpo docente poderão abordar a conciliação entre o acto de projectar/ leccionar ou apenas a possibilidade de opção da vertente educacional. É questionado se os métodos de ensino na faculdade propostos pelos docentes, são transportados, e por isso compatíveis, com o seu trabalho projectual diário. “Olha para o que eu digo” (ensino - professor arquitecto) “Olha para o que eu faço” (ensino - professor arquitecto no activo) “Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço” (ensino - professor arquitecto no activo) Por outro lado, os ex-alunos irão confrontar o desenvolvimento de conhecimentos e competências adquiridos na faculdade, com o que realizam agora; porventura poderão ter de cumprir o que nunca aprenderam. Serão de igual forma abordadas as dificuldades subjacentes ao mundo do trabalho, bem como perspectivas futuras e construção de carreira. “Olha para o que eu faço depois do que me foi dito.” Por último, surgirá uma síntese crítica das abordagens anteriores por parte de um professor convidado. “ Olha para o que os outros dizem e fazem”. Com a concretização destas conferências pretende-se criar uma iniciativa que se prolongue pelos anos seguintes, estabelencendo um ponto de partida para futuras acções por parte dos alunos. Por outro lado, pretende abrir outras perspectivas no que diz respeito às actividades directa ou indirectamente ligadas ao campo da arquitectura, como diferentes chaves para o futuro. mais informações em www.arquitectura.uminho.pt DUAS realidades cartaz(2).pdf‎
  8. DUAS REALIDADES O ciclo de conferências tem como mote o confronto entre duas realidades: a escola de arquitectura e o mundo do trabalho; leccionar e/ou projectar em oposição a aprender/aplicar. Neste sentido, é irrevogável a presença de docentes de arquitectura e ex-alunos, a fim de explicar a transição do método de ensino na faculdade, para a exigência e competividade do mercado de trabalho. Os membros do corpo docente poderão abordar a conciliação entre o acto de projectar/ leccionar ou apenas a possibilidade de opção da vertente educacional. É questionado se os métodos de ensino na faculdade propostos pelos docentes, são transportados, e por isso compatíveis, com o seu trabalho projectual diário. “Olha para o que eu digo” (ensino - professor arquitecto) “Olha para o que eu faço” (ensino - professor arquitecto no activo) “Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço” (ensino - professor arquitecto no activo) Por outro lado, os ex-alunos irão confrontar o desenvolvimento de conhecimentos e competências adquiridos na faculdade, com o que realizam agora; porventura poderão ter de cumprir o que nunca aprenderam. Serão de igual forma abordadas as dificuldades subjacentes ao mundo do trabalho, bem como perspectivas futuras e construção de carreira. “Olha para o que eu faço depois do que me foi dito.” Por último, surgirá uma síntese crítica das abordagens anteriores por parte de um professor convidado. “ Olha para o que os outros dizem e fazem”. Com a concretização destas conferências pretende-se criar uma iniciativa que se prolongue pelos anos seguintes, estabelencendo um ponto de partida para futuras acções por parte dos alunos. Por outro lado, pretende abrir outras perspectivas no que diz respeito às actividades directa ou indirectamente ligadas ao campo da arquitectura, como diferentes chaves para o futuro. mais informações em www.arquitectura.uminho.pt DUAS realidades cartaz(2).pdf‎
  9. Há aí uma coisa que eu não concordo, é dizeres que a arquitectura é uma futilidade, porque não o é, como já te disse, experimenta vivênciar e aprender com todo o tipo de contruções, feitas por arquitectos e por não arquitectos, e concerteza vais aperceber-te das diferenças... não sei se já o fizeste, mas se não o fizeste, espera pela experiência para depois formulares uma opinião mais fundamentada... Infelizmente, muitos os imensos erros urbanisticos do passado foram praticados por não arquitectos, muito do planeamento acabou por falhar, a evolução das cidades é o que se vê... não quero com isto dizer que os arquitectos não errem, porque todos somos humanos, mas essa formação que temos, de que tu falas, é um garante mínimo para se fazer melhor... e acho que todos queremos que se faça melhor...
  10. Há aí uma coisa que eu não concordo, é dizeres que a arquitectura é uma futilidade, porque não o é, como já te disse, experimenta vivênciar e aprender com todo o tipo de contruções, feitas por arquitectos e por não arquitectos, e concerteza vais aperceber-te das diferenças... não sei se já o fizeste, mas se não o fizeste, espera pela experiência para depois formulares uma opinião mais fundamentada... Infelizmente, muitos os imensos erros urbanisticos do passado foram praticados por não arquitectos, muito do planeamento acabou por falhar, a evolução das cidades é o que se vê... não quero com isto dizer que os arquitectos não errem, porque todos somos humanos, mas essa formação que temos, de que tu falas, é um garante mínimo para se fazer melhor... e acho que todos queremos que se faça melhor...
  11. Essas ligações são sempre manhosas... mas vou-te dar um exemplo para perceberes melhor. Na Universidade de Aveiro há um curso de NTC (Novas Tecnologias da Comunicação), de alguma forma ligado à informática. Nesse curso ensinam-lhes a técnica dos programas (concerteza entre outras coisas), mas não aquilo que é o design. No mesmo departamento têm também o um curso de Design genérico, ou seja, engloba todas as áreas, desde o equipamento, webdesign, multimédia, gráfico, producto, etc. Neste curso não é tão focada a informática no sentido do uso dos programas, mas a técnica para se fazer bem as coisas... Pode-se dizer que os dois complementam-se, mas certamente é mais fácil um designer aprofundas a utilização das ferramentas informáticas no pós curso, do que um aluno de NTC aprender os fundamentos do design. Passando para a arquitectura, em qualquer escola de informática podes aprender a trabalhar com os mais diversos programas informáticos para esta área, podes inclusivamente dominá-los melhor do que muitos arquitectos, mas a arquitectura não é isso, ou se calhar isso é uma parcela muito pequena na arquitectura, concerteza que convém saber, mas não é essencial, senão antes de existirem computadores, nunca tinham existido arquitectos... Isso de que falas é a definição dos "CADmonkeys", pessoas que só trabalham com os programas para outra pessoa, mas não fazem arquitectura nem design... Podes pensar que já viste muitos informáticos a fazerem webdesign, concerteza que há muitos, mas deixa-me arriscar que conhecendo eles as técnicas e os designers a teoria e parte da técnica, juntos fariam trabalhos muito melhores do que muitas coisas que vês pela net...
  12. Essas ligações são sempre manhosas... mas vou-te dar um exemplo para perceberes melhor. Na Universidade de Aveiro há um curso de NTC (Novas Tecnologias da Comunicação), de alguma forma ligado à informática. Nesse curso ensinam-lhes a técnica dos programas (concerteza entre outras coisas), mas não aquilo que é o design. No mesmo departamento têm também o um curso de Design genérico, ou seja, engloba todas as áreas, desde o equipamento, webdesign, multimédia, gráfico, producto, etc. Neste curso não é tão focada a informática no sentido do uso dos programas, mas a técnica para se fazer bem as coisas... Pode-se dizer que os dois complementam-se, mas certamente é mais fácil um designer aprofundas a utilização das ferramentas informáticas no pós curso, do que um aluno de NTC aprender os fundamentos do design. Passando para a arquitectura, em qualquer escola de informática podes aprender a trabalhar com os mais diversos programas informáticos para esta área, podes inclusivamente dominá-los melhor do que muitos arquitectos, mas a arquitectura não é isso, ou se calhar isso é uma parcela muito pequena na arquitectura, concerteza que convém saber, mas não é essencial, senão antes de existirem computadores, nunca tinham existido arquitectos... Isso de que falas é a definição dos "CADmonkeys", pessoas que só trabalham com os programas para outra pessoa, mas não fazem arquitectura nem design... Podes pensar que já viste muitos informáticos a fazerem webdesign, concerteza que há muitos, mas deixa-me arriscar que conhecendo eles as técnicas e os designers a teoria e parte da técnica, juntos fariam trabalhos muito melhores do que muitas coisas que vês pela net...
  13. Curtain Wall House - Shigeru Ban Tóquio, Japão (1995) Já todos tinhamos ouvido falar em "paredes cortina", mas no Japão a expressão foi levada à letra pelo arquitecto Shigeru Ban. [ATTACH]3338[/ATTACH] [ATTACH]3339[/ATTACH][ATTACH]3340[/ATTACH][ATTACH]3341[/ATTACH] Link do gabinete: http://www.shigerubanarchitects.com/
  14. Curtain Wall House - Shigeru Ban Tóquio, Japão (1995) Já todos tinhamos ouvido falar em "paredes cortina", mas no Japão a expressão foi levada à letra pelo arquitecto Shigeru Ban. Link do gabinete: http://www.shigerubanarchitects.com/
  15. Bem vindo FreDd, porque não juntas um curso de Design aí ao esquema? talvez tivesse mais relação com aquilo que falar, mas isto sou eu a falar sem te conhecer :)
  16. Bem vindo FreDd, porque não juntas um curso de Design aí ao esquema? talvez tivesse mais relação com aquilo que falar, mas isto sou eu a falar sem te conhecer :)
  17. Jotapirata, quando li o início do teu tópico, apeteceu-me ir buscar estas imagens e mostrar. É uma casa no Brasil, com frente de 1,00m e também comprido... [ATTACH]3330[/ATTACH][ATTACH]3331[/ATTACH][ATTACH]3332[/ATTACH] [ATTACH]3333[/ATTACH][ATTACH]3334[/ATTACH][ATTACH]3335[/ATTACH]
  18. Jotapirata, quando li o início do teu tópico, apeteceu-me ir buscar estas imagens e mostrar. É uma casa no Brasil, com frente de 1,00m e também comprido...
  19. João, a questão são também as imensas urbanizações das cidades dormitório, com as suas imensas caves, a impermeabilizar o solo e a mudar o curso dos rios subterrâneos... no portugal fora capital essa questão (ainda) não é tão grave...
  20. João, a questão são também as imensas urbanizações das cidades dormitório, com as suas imensas caves, a impermeabilizar o solo e a mudar o curso dos rios subterrâneos... no portugal fora capital essa questão (ainda) não é tão grave...
  21. Muito interessante Sputnik, desconhecia essas imagens.
  22. Muito interessante Sputnik, desconhecia essas imagens.
  23. Rake, acabei de ler os últimos desenvolvimentos do teu tópico e até compreendo a tua posição, sentiste-te atacado e esta é a tua forma de defesa, aliás, percebo a tua indignação e a tua forma de pensar, porque também eu conheço pessoas que pensam assim, uma delas é um engenheiro e é meu irmão... por isso podes perceber que tenho um exemplo bem perto... Se quiseres uma analogia, pensa numa cadeira, concerteza quando escolhes uma cadeira, não a escolhes apenas porque ela aguenta contigo, ou seja, porque se mantém em pé e cumpre a sua função, uma cadeira escolhe-se por isso, mas também por gostarmos ou não dela, mas principalmente por nos sentirmos confortáveis quando nos sentamos, por perceber que o tampo está à altura correcta e não 20cm a baixo, por os braços da cadeira se adaptarem correctamente aos teus braços, por as costas não serem uma tábua lisa e conseguirem adaptar-se à forma do corpo... Se na construção a engenharia é matemática e trata da sustentação, podendo-se confundir em algumas situações mt específicas com uma arte, a arquitectura trata de tudo o resto, e da sustentação também, porque deve ser o arquitecto a prever a estrutura e o engenheiro depois calculá-la, para não acontecer, como acontece por vezes, aparecerem pilares e vigas à vista onde não se quer... mas a arquitectura trata também do resto, trata do conforto, trata da organização dos espaços, trata da coerência dos usos, etc... podes pensar que isso é fácil, que qualquer pessoa sabe intuitivamente fazer isso, mas cabe ao arquitecto (e para isso foi formado) fazer algo mais, ir um pouco mais além, preocupar-se com coisas que outra pessoa não perde um segundo a pensar, mas quando é alertado para isso, percebe o quão importante pode ser... Tens razão numa outra coisa, podes viver numa casa mal desenhada (ser feia é diferente), talvez sobreviver, mas concerteza que viverás muito melhor numa casa bem desenhada (diferente de bonita). Para concluir, há supostos arquitectos que fazem trabalhos maus, como há alguns engenheiros que são mais arquitectos do que esses falsos arquitectos. Se conseguires fazer os dois cursos, o que é uma vontade de louvar, aconselho-te a seguires inicialmente pela arquitectura, para abrires os horizontes que é coisa que agora pareces relutante em fazer, e só depois engenharia... fazeres o contrário pode ser estar a adiar isso, que quanto a mimdeve ser inevitável e que até se pode perder...
  24. Rake, acabei de ler os últimos desenvolvimentos do teu tópico e até compreendo a tua posição, sentiste-te atacado e esta é a tua forma de defesa, aliás, percebo a tua indignação e a tua forma de pensar, porque também eu conheço pessoas que pensam assim, uma delas é um engenheiro e é meu irmão... por isso podes perceber que tenho um exemplo bem perto... Se quiseres uma analogia, pensa numa cadeira, concerteza quando escolhes uma cadeira, não a escolhes apenas porque ela aguenta contigo, ou seja, porque se mantém em pé e cumpre a sua função, uma cadeira escolhe-se por isso, mas também por gostarmos ou não dela, mas principalmente por nos sentirmos confortáveis quando nos sentamos, por perceber que o tampo está à altura correcta e não 20cm a baixo, por os braços da cadeira se adaptarem correctamente aos teus braços, por as costas não serem uma tábua lisa e conseguirem adaptar-se à forma do corpo... Se na construção a engenharia é matemática e trata da sustentação, podendo-se confundir em algumas situações mt específicas com uma arte, a arquitectura trata de tudo o resto, e da sustentação também, porque deve ser o arquitecto a prever a estrutura e o engenheiro depois calculá-la, para não acontecer, como acontece por vezes, aparecerem pilares e vigas à vista onde não se quer... mas a arquitectura trata também do resto, trata do conforto, trata da organização dos espaços, trata da coerência dos usos, etc... podes pensar que isso é fácil, que qualquer pessoa sabe intuitivamente fazer isso, mas cabe ao arquitecto (e para isso foi formado) fazer algo mais, ir um pouco mais além, preocupar-se com coisas que outra pessoa não perde um segundo a pensar, mas quando é alertado para isso, percebe o quão importante pode ser... Tens razão numa outra coisa, podes viver numa casa mal desenhada (ser feia é diferente), talvez sobreviver, mas concerteza que viverás muito melhor numa casa bem desenhada (diferente de bonita). Para concluir, há supostos arquitectos que fazem trabalhos maus, como há alguns engenheiros que são mais arquitectos do que esses falsos arquitectos. Se conseguires fazer os dois cursos, o que é uma vontade de louvar, aconselho-te a seguires inicialmente pela arquitectura, para abrires os horizontes que é coisa que agora pareces relutante em fazer, e só depois engenharia... fazeres o contrário pode ser estar a adiar isso, que quanto a mimdeve ser inevitável e que até se pode perder...
  25. A Upside Down House... não é preciso dizer mais nada... [ATTACH]3320[/ATTACH][ATTACH]3321[/ATTACH][ATTACH]3322[/ATTACH] [ATTACH]3323[/ATTACH][ATTACH]3324[/ATTACH][ATTACH]3325[/ATTACH] Via BBC: http://www.youtube.com/watch?v=-gu33-iLZb8&eurl=http://freshome.com/2007/09/08/amazing-upside-down-house/ [ame="http://www.youtube.com/watch?v=-gu33-iLZb8"]YouTube - UPSIDEDOWN HOUSE![/ame]
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