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Arquitectura.pt


Cristino

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  1. Eu só queria deixar uma nota....na (grave) lacuna, na omissão de um dos estabelecimentos públicos de ensino de arquitectura.. o grandioso e fabuloso Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho. Esta escola, é recente (acabou de celebrar o XII aniversário), mas na minha (modesta) opinião tem muito mais lógica ser referida, em relação a muitos desses estabelecimentos. Além de ter um excelente (e jovem) corpo docente, que vai com certeza dar muito que falar, "possui condições físicas ao melhor nível nacional (e internacional)" segundo o recente discurso de João Luís Carrilho da
  2. Muito sinceramente, acho que é um problema que deriva, em parte, do próprio ensino da arquitectura! Quer queiram, quer não... existe sempre uma quota-parte gráfica, estrictamente visual, numa avaliação! Existem sempre fundamentos (e, do ponto de vista energético, nem comento) que escapam às preocupações dos docentes.... Quantos de vós tiveram verdadeiras lições de economia energética? quantos tiveram formação em parâmetros bioclimáticos, para o desenho da arquitectura? (Isto... pegando na questão da energia!) Quanto à inserção no lugar, já não é uma questão tão global, porque, apesar de tudo,
  3. :) ..., mas apre(e)nde-se! O convite está feito! (nem é o ensino, "per se", que vai ser falado, mas sim as suas "consequências", tendo em conta as suas condicionantes!)
  4. :) ..., mas apre(e)nde-se! O convite está feito! (nem é o ensino, "per se", que vai ser falado, mas sim as suas "consequências", tendo em conta as suas condicionantes!)
  5. DUAS REALIDADES O ciclo de conferências tem como mote o confronto entre duas realidades: a escola de arquitectura e o mundo do trabalho; leccionar e/ou projectar em oposição a aprender/aplicar. Neste sentido, é irrevogável a presença de docentes de arquitectura e ex-alunos, a fim de explicar a transição do método de ensino na faculdade, para a exigência e competividade do mercado de trabalho. Os membros do corpo docente poderão abordar a conciliação entre o acto de projectar/ leccionar ou apenas a possibilidade de opção da vertente educacional. É questionado se os métodos de ensino na faculda
  6. DUAS REALIDADES O ciclo de conferências tem como mote o confronto entre duas realidades: a escola de arquitectura e o mundo do trabalho; leccionar e/ou projectar em oposição a aprender/aplicar. Neste sentido, é irrevogável a presença de docentes de arquitectura e ex-alunos, a fim de explicar a transição do método de ensino na faculdade, para a exigência e competividade do mercado de trabalho. Os membros do corpo docente poderão abordar a conciliação entre o acto de projectar/ leccionar ou apenas a possibilidade de opção da vertente educacional. É questionado se os métodos de ensino na faculda
  7. Se o Bruno_Rosa me parece demasiado "pé atrás", todos os outros me parecem demasiado "pé à frente". Daquolo que sei e conheço, o cenário ainda não está assim tão positivista e a maior parte das empresas e técnicos, que se dizem especializados nesta área, apenas reproduzem técnicas e elementos construtivos que nã devem ser canónicos. O estudo da exposição solar e eólica são processos demorados e caros, para obter os resultados mais exactos e fidedignos. As tecnologias que suportam a obtenção de energia eléctrica através destes processos também o são.Enfim... A arquitectura bioclimática possui
  8. O processo da transladação só é feito quando se trata efectivamente da relocalização de património ou equipamentos públicos que o justifiquem. (Penso eu...) Transladar um "mono" de um lado para o outro, ainda por cima com o intuito de "fazer cidade"...acho duvidoso. (já para nem falar dos valores que isso acarretaria!) Mesmo o hotel, não estou a ver como poderá vir a lançar o mote para fazer cidade numa área que é hoje das mais urbanizadas. Aliás, este equipamento é que veio ocupar um "vazio" deixado pela recolocação da central de camionagem.
  9. Este é um caso típico de discussão provinciana, sobre uma cidade que se situa entre a estagnação e o progresso, entre a tradição e a mudança. Estou certo de que o mesmo projecto, numa outr alocalização (ele que me parece tão autista, no que toca à comunicação com a envolvente próxima) originaria um outro tipo de discussão. Bastante mais atenta às opções declaradamente formalistas do(s) arquitecto(s) e que, é nos nossos dias, um tema recorrente e aparentemente inesgotável. Este edifício surge como o novo primeiro plano de quases todas as janelas da minha casa e, lamento desiludir muita gente,
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