Dreamer
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Creio que já vi umas imagens deste projecto urbano, pelo menos sei que vi imagens de um projecto urbano do Foster para esta região, mas deverá ser o mesmo. É de louvar o espírito crítico e o descer às origens, onde sem carros e sem meios tecnológicos, também se vivia...
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Darch, para apresentar os seus trabalhos, vá a Exposição de projectos e selecione o fórum que pretende, desde os relativos aos diversos anos escolares, até ao profissional, depois crie um novo tópico e para inserir imagens tem ajuda nestes dois tópicos ([Ajuda] Como anexar imagens aos tópicos? e [Ajuda] Alojamento de imagens - Imageshack)
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JAG, vê isto no contexto de 1933, não no de 2007, salvaguarda as diferenças de mentalidades, dos usos e costumes e interpreta-o à luz dos nossos dias... foi apenas isso que quis mostrar... não uma adaptação literal aos nossos dias...
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JCAMiranda, o Henrique Cayatte é só um dos mais importantes designers da actualidade em Portugal, uma pequena pesquisa pela internet pode-te mostrar alguns dos trabalhos dele.
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Será esta a solução para o insucesso escolar em Portugal?... uma BD com o sugestivo título "Heroes are made - not born". "Heroes are made - not born" Publicado em 22 de Setembro de 1933, pelo jornal The Bee, de Danville, Virginia.
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Realmente ao nível de revistas, em Portugal o cenário anda um pouco a preto e branco... com uns matizes aqui e ali... Tal como o João, englobo uma boa parte dessas revistas no mesmo saco, são apenas mais do mesmo... A Cubo também se pode incluir nesse pacote, mas com uma vertente ligeiramente diferente, que quanto a mim lhe dá algum destaque, que é ser uma revista mais generalista, criada para atingir um público ligeiramente diferente, talvez mais diversificado, mas variado, alargando o público alvo a uma fatia maior do que essa massa de alunos dos cursos de arquitectura de que falas. Digo isto, desde logo por ser gratuíta, ou quase. No meu caso em concreto, acabo por comprar o jornal pela revista, já que não sou um assíduo leitos do "Sol", e assim acaba por me custar esses 2€. Já agora, não compreendo como é que a assinatura anual custa 32€ se para mim ela acaba por custar 12x2=24€... Ao nível dos contéudos, consegue ser mais diversificada, talvez por dedicar mais páginas e destaque a temas que não a arquitectura pura e dura, particularmente no que diz respeito ao design. O resultado é que acaba por se destacar e a ter mais algum valor do que a maioria de revistas portuguesas que por aí andam... Quanto a mim há espaço para esta revista, não sei é se haverá para as outras...
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The December 27, 1950 Robesonian (Lumberton, NC) ran an Associated Press article titled, "How Experts Think We'll Live in 2000 A.D." The article covered the future of movies, commercial flight, space travel, medicine and women, among many other topics. Can you believe that by the year 2000 a woman may be president of the United States? Apparently not. Em 27 de Dezembro de 1950, surgiu na imprensa um artigo intitulado "How Experts Think We'll Live in 2000 A.D." Neste, dissertava-se sobre o futuro dos filmes, da aviação, das viagens espaciais, contrução, entre outros temas. Vale a pena dar uma vista de olhos a esta página de jornal, ainda que a qualidade dá imagem não seja a melhor: [attach]3130[/attach] Todos nós temos uma imagem daquilo que era no passado a imagem do futuro, muitas vezes concebido nos estúdios de Hollywood, mas também em BD´s, videoclips, livros e muitos outros suportes. Dou por mim a pensar no quão "atrasados" estamos em relação a algumas destas previsões, naquelas que realmente se concretizaram, ou nas que hoje deixaram de fazer sentido... Queria aqui realçar a área da construção, onde se pode ler: Não sei muito bem o que é isso das "casas modernas", será o modernismo?... é que esse já estava bem implemantado entre as décadas de 1910 e 1950... No entanto as cidades são cada vez mais verticais, mas a banalização do voo pessoal, como tantas vezes foi retratado, ainda não aconteceu, se bem que quanto a mim ainda exista uma faixa de céu que poderá num futuro próximo ser rentabilizada, talvez num misto legal entre os voos comerciais e a legalidade do automóvel. A tecnologia do "botão" já existe à algum tempo e a tendência será para crescer ao nível da implementação no mercado imobiliário, arrisco a dizer que o problema são os custos e o interesse financeiro no tempo que estes demoram a tornar-se comercializáveis para as massas. Ao nível do zonamento/planeamento, Portugal ainda está muito aquém desta ambição. A tecnologia do aquecimento/arrefecimento via energia geotérmica também já existe, mas depara-se com os mesmos problemas de implementação à grande escala. Ao nível dos arranha-céus, a previsão acertou, já que estes são cada vez mais e mais altos, apenas falhando no que diz respeito a estes serem utilizados para escritórios. A pré-fabricação está também aquém da previsão, já que apesar de ser uma forma de construir, no mínimo potencialmente tão eficaz como todas as outras, carrega um forte estigma de falta de qualidade/durabilidade...
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Deixei de ver a Cubo... em Dezembro, no dia suposto, não saíu... este mês nem sei...
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Muito bom Tico Este fim de semana ouvi dizer que o dakar poderá vir a chamar-se Dakar Series e será disputado em várias provas, SEM NO ENTANTO IR A DAKAR... tipo provas na Europa, e aí vão fazer um geitinho ao contracto com Portugal e fazê-la passar por cá, outras na América do Sul and so on... viva o "terrorismo" que venceu a mais mítica prova automobilistica sem sequer erguer uma arma... Agora falta saber quem são os terroristas, porque interesses obscuros andam por aí...
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É sempre preferível e louvável que a escolha seja feita por concurso público. Como já se disse, se quisessem, os "starchitects" também tiveram acesso ao concurso...
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O mercado do Bom Sucesso está também a precisar de medidas urgentes... dizem que não se qurem tornar um nvo caso "Bolhão"... a vervamos como as coisas acabam...
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Acho que esse mínimo de 2,70m é em situações expeciais, como recuperações, caso contrário, em construções novas, o mínimo são os 3,00m para zonas públicas...
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Troia Design Hotel Entre o Atlântico e o rio Sado, a uma hora do aeroporto de Lisboa, numa península onde a natureza foi generosa, este resort de cinco estrelas, com linhas contemporâneas onde a pureza do design está presente em todos os detalhes, é um posto de observação privilegiado dos golfinhos e cegonhas brancas que habitam a península. Junto à marina, a cinco minutos do extenso areal de praias de águas mansas e claras que desafiam o visitante a experimentar, o resort oferece 61 quartos e 144 apartamentos de luxo. O Blue & Green SPA com cerca de 1200 m2 proporciona uma oferta com mais de 70 tratamentos. À sua volta o Casino, um centro de Conferências que pode acolher, nos seus 6800 m2, grupos ou convenções até 1000 delegados e, ainda, um Centro de Espectáculos com uma área de 4380 m2, o local ideal para complementar uma convenção com entretenimento e animação. Link com duas imagens: http://66.102.9.104/search?q=cache:cBK6W5ZO3aAJ:www.blueandgreen.com/hot_troia.php+%22Tr%C3%B3ia+Design+Hotel%22&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=10&gl=pt PDF com uma imagem: http://images.excentric.pt/oje/assets_live/2/819/Ed311c.pdf
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Darch, à uma loja projectada pelo gabinete menos é mais (creio), toda em madeira, muito interessante. Pode não ser aquilo que pretendes, mas vale a pena a consulta. Há outra, uma farmácia, que tem um grande trabalhado de placas de acrílico, mas não me lembro onde a vi...
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Não percebo muito bem o que queres dizer com "futurista", se calhar o mqlhor era pores aqui alguma coisa para que o pessoal possa ficar com uma ideia... :p
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Já agora fica aqui um tópico que lancei no fórum com informação retirada do site http://www.noticiasarquitectura.info/, sobre o projecto já referido pelo tico: at.103 + BGP, Estação de Bombeiros Ave Fénix da Delegación Cuauhtémoc
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A cidade, o campo e o mercado Manuel Correia Fernandes, Arquitecto De entre as várias achegas, vindas a público, a propósito da projectada destruição do emblemático Mercado do Bolhão, há duas que, para além das questões mais evidentes dos valores patrimoniais que estão em jogo, chamam a atenção para questões que não podem ser esquecidas uma, tem carácter geral e aplica-se a qualquer obra e a outra é específica e tem a ver com o programa do edifício em concreto que, neste caso, é um mercado de frescos. A primeira, ou seja, a questão mais geral, refere-se às características do terreno em que a obra vai ser implantada e a segunda prende-se com o uso do território mais vasto da cidade e da sua região e com a importância que tem, para o efeito, a existência de mercados de produtos agrícolas chamados "frescos". Neste caso, para além das questões meramente urbanísticas e/ou arquitectónicas que qualquer construção levanta, está em causa a sobrevivência e a qualidade de vida dos habitantes duma região, porque estão em causa valores mais amplos como são os recursos naturais existentes, na cidade e em seu redor, e os equilíbrios que, por isso, é necessário estabelecer em todo o território. Sobre a questão da importância que tem a existência de mercados de frescos na cidade, não podemos deixar de pensar nas consequências nefastas que teria o desaparecimento de locais de venda desses produtos que são os tradicionais "mercados de diversos" (como se dizia, em tempos idos, quando se discutia a construção deste e de outros mercados na cidade) que sempre foram pensados como serviços essenciais à sobrevivência dos "cidadãos da cidade" e simultaneamente, dos "camponeses dos campos". Ora, uma dessas nefastas consequências - que, aliás, já conhecemos - prende-se com a "ditadura" das grandes superfícies não só sobre os habitantes das cidades como, também, sobre os habitantes dos campos enquanto produtores agrícolas que, sendo pequenos (como são quase todos em Portugal) não podem ombrear com os grandes compradores e distribuidores face aos quais, quase sempre, cedem ou soçobram; outra das consequências, é decorrente desta, e tem a ver com a modelação do gosto por padrões que, progressivamente, vão desvalorizando os produtos locais em favor de outros, vindos de qualquer outro lugar, nem sempre tão bons nem tão baratos mas, quase sempre, mais apelativos porque mais bem "embalados". Sabemos que, muitas vezes, é isso que pagamos primeiro - a embalagem - e, com ela, a ilusão da qualidade mas também e seguramente, depois, a dependência e a submissão aos ditames do "marketing"; outra, e não menor consequência do desaparecimento dos mercados do dia, é a mais do que certa asfixia dos pequenos e pequeníssimos produtores que vivem em volta das cidades e que lhe são essenciais, porque só nos mercados de frescos podem escoar os seus produtos. Ora, este duplo desaparecimento - dos mercados nas cidades e dos produtores em seu redor - é um incentivo criminoso ao abandono dos campos. E se, por maldade ou incúria dos homens - como acontecerá se o Bolhão for destruído - se quebrarem os elos duma cadeia vital, os resistentes de hoje serão os desistentes de amanhã e o que é, ainda hoje, espaço natural, produtivo e saudável, será amanhã… mais cidade! Esta política surda mas consentida chama-se "desertificação" porque expulsa os camponeses para a cidade e os cidadãos da cidade para as catacumbas das "grandes superfícies", quase sempre insaciáveis gastadores de energia e, não raro, indecorosos poluidores e predadores de recursos mas com perigosas cores a vesti-los. Também por tudo isto, se o nosso Bolhão desaparecer é um pouco de nós todos que também desaparece! Mas isso só acontecerá se quisermos. Link: http://jn.sapo.pt/2008/01/25/porto/a_cidade_o_campo_mercado.html
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Essa do Marquês já a tinha colocado cá As do aeroporto estão muito boas... como as coisas mudam...
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Nos boletins da ordem vêm algumas formações, mas siceramente não me lembro de nenhuma em concreto, à excepção de uma sobre iluminação em que participei.
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Rui Dinis, vê este tópico Remodelación Hotel Meliá Patagonia / José Domingo Peñafiel Arquitectos, tem muita informação sobre este hotel e até tem alguns desenhos técnicos :p
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Remodelación Hotel Meliá Patagonia / José Domingo Peñafiel Arquitectos por David Basulto [tricky] http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/522155877_melia_patagonia-4.JPG Obra: Hotel Meliá Patagonia Arquitecto: José Domingo Peñafiel - www.penafielarq.cl Arquitectos Colaboradores: Enrique Joglar, Marlene Fischer, Fernanda Krauss, Pedro Peñafiel, Sandro Figueroa, Gonzalo Claro. Ubicación: Calle Klenner 349, Puerto Varas, X Región, Chile Año: 2007 Gestión Inmobiliaria: Conarq Superficie Terreno: 19.380m2 Superficia Construída: 11.000m2 remodelados, 4.500m2 nuevos Constructora: Covalco Ingenieros Calculistas: Luis Soler y Asociados Construido en los años 30, el edificio del ex gran Hotel de Puerto Varas, no se prestaba para las exigencias de un hotel contemporáneo. Con sus largos y anchos pasillos, enormes salones y comedores, habitaciones chicas con baños pequeños, zonas de servicios sobredimensionadas para las necesidades actuales, remodelarlo fue un desafío importante. Cuando se decidió preservar el edificio -por razones de la imagen del antiguo hotel en la memoria de Puerto Varas- desde el punto de vista arquitectónico estábamos frente a un problema complicado. http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/2115756435_acceso.thumbnail.jpg Una decisión inicial fue aceptar el edificio como era. No pretendimos hacer un cambio de estilo radical ni en su estructura ni en su distribución general ni su personalidad. http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/2030052638_bar.jpg Se sacó partido al edificio original en cuanto a tener zonas claramente sobredimensionadas, lo que hoy no se podría hacer. Los grandes pasillos, enormes salones y comedores se consolidaron como sus hitos. Las habitaciones crecieron sumando espacios entre ellas. Los baños se despejaron y se blanquearon. Todas sus instalaciones se reemplazaron. http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/1568745213_terraza.thumbnail.jpg El jardín se despejó, se dejó las especies y árboles valiosos y se potenció su trazado original conservando el carácter de un jardín añoso pero fresco y luminoso. http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/1890471265_pasillo.thumbnail.jpg La decoración se trabajó con la idea de ambientarlo en la Patagonia. Esto significó minimizar al máximo los materiales a usar, eligiendo solamente materiales y colores naturales; madera, piel, pergamino, lana, lino, algodón, fierro. El hotel tiene dos caracteres simultáneos; vacacional y de trabajo. Sin embargo, su amoblado y equipamiento muestran una imagen relajada, suelta, informal y acogedora. Los muebles de asiento son para apropiárselos e invadirlos. Sofás y sillones son anchos, profundos, bajos. El cuerpo, más que sentarse erguido en ellos, se recuesta, quedando en actitud de reposo. Este es el ambiente del nuevo hotel. Esta sensación se logra en los salones, en el bar, en la terraza e incluso en los dormitorios. http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/1626272447_escalera.thumbnail.jpg El edificio original era rígido y duro. La estructura original fue respetada. Se usó la madera para “ablandar” muros, cielos y pisos. La imagen del hotel a la calle, desde el patio de entrada era frontal y simétrica. Se agregó un cuerpo de madera frente a la puerta de entrada, un porch girado que rompió con la simetría del acceso y la calle, dejando al hotel en un “detrás” de un pequeño bosque. El edifico ya no aparece plantado sobre la calle sino detrás de un grupo de árboles. MATERIALES http-~~-//www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/01/331684007_melia_patagonia_ficha.jpg En esta obra se destaca el uso del revestimiento de madera Decofaz de Arauco. La ficha con la descripción de este revestimiento, que incluye su descripción técnica, características, forma de instalación, colores, e información adicional, se puede encontrar en la sección de materiales de Plataforma Arquitectura. Fotografías Planos y detalles Link: http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/01/24/remodelacion-hotel-melia-patagonia-jose-domingo-penafiel-arquitectos/
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Skive CHP Station http-~~-//www.iconeye.com/custom/news_january_images/skiveleft.gif http-~~-//www.iconeye.com/custom/news_january_images/skive.gif words by Ana Vukadin Sixty-eight tons of copper wrap around the Combined Heat and Power (CHP) station in the coastal town of Skive, Denmark, designed by architects CF Møller. The Danish practice won a competition to redevelop and expand the 30-year-old CHP station, and its Aalborg office was in charge of the project. “We won because we were probably the most sensitive to the surroundings,” says Søren Tortzen, head architect of CF Møller Aalborg. “Skive is a large residential town set in an entirely flat landscape and it was important to us that the station be something that was aesthetically appealing to the residents.” The huge structure, which covers 7,500sq m and whose two corten-steel chimneys measure over 31m, has a simplicity and beauty, tastefully announcing the presence of a power station. “We wanted it to be evident that there was a CHP station, but at the same time make it a beautiful site,” says Tortzen. “We selected copper as the prime material because it changes colour over time, and becomes warmer and richer.” The station follows a simple rectangular plan with varying heights based on the prefabricated copper panels. The station is the first in the world to use a new biomass technology in the production of heat and electricity, and houses the largest biomass “gasifier” of its kind. The gasification tower has been adapted for visitors, who will be able to walk around the machine and on the galleries jutting at different levels. It is the central focus of the structure because it also has a view onto the fjords of Jutland. “We have emphasised the gasification tower by inserting the large ‘eye’ overlooking the fjord,” says Tortzen. Here, the facade is entirely of glass so that visitors can enjoy the views from inside the station. images by Ole Hein Pedersen http-~~-//www.iconeye.com/custom/news_january_images/skive2.gif Link: http://www.iconeye.com/articles/20080124
