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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. Juu: a net não tem tudo. Vai directamente às faculdades e visita as salas, faz perguntas! Então onde está a tua curiosidade?!
  2. Olá insight Ainda bem que partilhas o teu trabalho pois assim sempre podes receber opiniões e críticas sobre aquilo que fazes. Eu tenho uma crítica/questão que te gostava de fazer e que tem a ver com o desenho da planta e consequente expressão formal do projecto. Quando olho para a planta tenho sempre dificuldade em saber se acho interessante a organização interior ou se não me agrada nada. Creio que o que acontece aqui é que tens dois tipos de abordagem à organização interior. Por um lado tens todo um espaço amplo que vai desde a porta de entrada à cozinha e à sala e por outro tens um corredor com quartos, como aparecem em casas do joao alvaro rocha ou de souto de moura. Referências à parte, aquilo que me parece estranho e que penso que poderias valorizar muito mais é a forma como trabalhas essa torção. Porque tu tens afirmadamente dois elementos distintos, um módulo de quartos e um módulo de sala cozinha etc, com expressões espaciais completamente distintas. Aquilo que pergunto é porque é que não foste igualmente ambicioso em propor uma espacialidade interior tão ou mais interessante que a exterior? Isto porque a meu ver acaba por haver uma mistura de linguagens no teu projecto que penso que poderiam estar melhor trabalhadas em conjunto. Se por um lado procuras elevar a casa com aquela consola no exterior, por outro, o espaço interior acaba por surgir de uma forma tão directa da abordagem exterior que fico com pena que não seja de outra forma. Penso que com o que tens aí, tens pano pra mangas para tornar essa ideia em algo bastante mais interessante espacialmente. Em jeito de graça até me apetece dizer que espero que o cliente não goste da proposta para que tu tenhas a oportunidade de voltar a trabalhar nela Outra crítica que tenho mas relativamente aos aspectos gráficos, penso que essas imagens interiores que apresentas são bastante "barrocas" no sentido em que inseres tantos objectos no espaço (até garrafa de champanhe e os copos!) que a percepção espacial é totalmente secundarizada para as peças de mobiliário que aí aparecem. Penso que no final acaba por não valorizar a tua ideia projectual porque acabas por não representar realmente o espaço nem as suas relações com o exterior. E depois aquele bloco das camas parece que sempre que olho para a planta me saltam os olhos para as almofadas e para o lençol!! Não leves a mal as minhas críticas, são puramente no sentido de te pôr a pensar um pouco mais sobre o teu trabalho! Espero que continues a actualizar este tópico com as informações actualizadas do projecto e posteriormente com as fotos de obra ;)
  3. against: também tenho apreciado isso, apesar de estar a acabar o curso este ano. Lembro-me que quando entrei, o aluno-tipo do primeiro ano era bastante diferente daquilo que vejo hoje em dia. Mas ao mesmo tempo, o jovem-tipo de 18 anos também ele é bastante diferente de há 6 anos atrás. Mas também se formos a ver, há 15 anos atrás então é que era! E na época dos nossos pais nem se fala... O certo é que a sociedade está a evoluir para pior constantemente. As novas gerações são cada vez mais influenciadas pela televisão, pelos 15 minutos de fama de um puto qualquer que pensa que sabe tocar música. Tudo isto é o reflexo de uma mentalidade e de uma aculturação que se vive hoje em dia e que só tem tendência a piorar. Somos cada vez mais a imagem da América há 20 anos atrás. E por isso mesmo cabe-nos a cada um de nós ter a percepção daquilo que somos e do que fazemos. E na nossa auto-crítica evoluirmos e adaptarmo-nos à realidade. Auto-crítica é algo que dificilmente vejo num jovem de 18 anos. Lembro-me que sempre tive um grande sentido de auto-crítica e antes dos outros me criticarem já eu o tinha feito a mim próprio e tinha mudado. E por isso não acho que te devas desiludir ou preocupares-te pela situação em que vives. Simplesmente cada um tem de ser responsável por aquilo que faz. E o percurso académico é isso mesmo. A todos são dadas as mesmas oportunidades, no entanto uns ficam para trás e outros avançam. É a natureza. Cada um tem os objectivos que tem e tem os valores que tem.
  4. obrigado mark. Na cerimónia dos prémios tomei conhecimento do projecto vencedor e realmente entendo o porquê de nós não termos conseguido chegar. Se por um lado partimos de ideias similares, no caso deste projecto, tentamos desenvolver ao máximo as funções sociais destes equipamentos, garantindo espaços com usos diferenciados e de funções "recicláveis". O projecto vencedor supera-nos claramente na forma como aborda todo o terreno de intervenção e não se limita, como nós, ao desenho de equipamentos em cima dos reservatórios. Para mim foi esse o aspecto que mais falhou na nossa proposta porque simplesmente não tivemos tempo de a desenvolver. Esta proposta foi feita com um espaço de tempo extremamente reduzido e por isso mesmo recorremos maioritariamente a esquemas e a formas de comunicação visual simples e directas. As imagens poderiam estar bastante melhores, mas tivemos de aproveitar ao máximo o tempo para desenvolver os pontos fortes do projecto. E penso que deu resultado.
  5. normalmente o calendario de uma exposiçao começa no dia a seguir à sua inauguração. Se uma exposição inaugura hoje dia 01, no calendario vai dizer que a exposiçao está patente do dia 02 de julho até outro dia qualquer... Mas nunca se sabe! o melhor é enviar um mail à experimenta design a perguntar
  6. que sandwich!
  7. também ja tinha pensado nisso, mas também pensei que se calhar a exposição inaugura dia 6 e que portanto seria tudo no mesmo dia, que é o mais certo.
  8. que lindo! realmente é muito simples. Num país onde a noção de direito de autor não existe e onde a maior parte das marcas de automóveis fabricam os seus veículos, este acaba por ser um processo normal. São eles que fabricam os carros por isso têm acesso a todo o material necessário para a sua realização. Não acho que tenha algum mal. Afinal de contas esses carros só poderão existir legalmente na China.
  9. oficina refere-se a edifício de escritórios. No entanto quanto a essa questão não estou muito familiarizado com a realidade em Portugal. Penso que no geral, todos os edifícios de escritórios estão equipados com ar condicionado e que deverão ser muito raras as excepções. Mas penso que isso dependerá do tipo de edifício. Num edifício novo, o mais certo é usar-se ar condicionado em vez de janelas de abrir. Quando se trata de escritórios em edifícios reabilitados, as janelas surgirão de acordo com o existente. Um exemplo de um edifício de escritórios com janelas que abrem é o Edifício Burgo do Eduardo Souto de Moura. Para além do ar condicionado, cada piso tem janelas pivotantes que abrem para o exterior. Em livros do Souto de Moura é possível encontrar informações sobre isso
  10. Essa maquete fazia parte da exposição da Holanda. Portanto de Lisboa nada tem...
  11. do desenho intemporal (...) "Desde logo Loos estabelece o seu posicionamento de que a arquitectura não deverá ser pitoresca. De que não nos devemos deixar levar pelo romantismo do ambiente, fazendo um exercício de colagem, de pastiche do antigo com o novo. Propõe então que devemos construir da melhor forma possível, sem excessos nem extravagâncias, de forma a que a paisagem seja o protagonista e não a mera obra de arquitectura. Loos refere ainda que antes de qualquer tipo de forma, devemos procurar uma linguagem arquitectónica que se adeque ao local onde se implanta, sem que para isso a obra perca o seu carácter contemporâneo. Defende, portanto,que devemos ser verdadeiros. Verdadeiros com aquilo que fazemos e para quem o fazemos, pois foi sempre assim que a gente local construiu. As formas advém das necessidades e a imagem da função. Tudo aquilo que nos parece tão característico e que nos tentamos a copiar é tão só a verdade da construção, a forma como se solucionam problemas comunicando através de uma linguagem directa e humilde." (...) artigo completo em: palavras-arquitectura.com
  12. A revista CUBO 008 tem essa obra com algum detalhe.
  13. há mais de um ano que estou para ir passar uns dias a terras do bouro para apreciar a magnífica paisagem, os nucleos rurais e algumas obras excepcionais de arquitectura contemporânea. Tenho de arranjar tempo
  14. há algum interesse neste tópico? ou é para apagar?
  15. joao já deves ter reparado que criaste 3 tópicos quando te bastava criar um...
  16. A ponte de S Joao nada tem a ver com essa e será talvez a mais interessante ponte que temos no Porto! É uma obra prima da engenharia e demonstra bem a leveza que se consegue obter através do desenho cuidado da estrutura. Quanto à ponte do infante discordo quando dizes que tem uma leveza resultante da abertura do arco e do assentamento nas margens, para mim é precisamente o contrário. O facto do arco ser quebrado retira-lhe qualquer tipo de imagem fluída como tem a ponte da arrábida por exemplo (essa sim com uma aparência muitissimo mais leve) e depois aquele assentamento nas margens é do pior que se podia alguma vez fazer! É de uma brutalidade e falta de consciência altamente condenáveis. E passando para a questão das ligações à estrutura viária, no lado do Porto esta ponte estropiou completamente esta zona das fontaínhas, não procurou sequer harmonizar a sua presença, pelo contrário, remeteu tudo para segundo plano. O magnífico passeio das fontaínhas foi dilacerado e retiraram-lhe parte das magníficas vistas. Se reparares a ponte do Adalberto faz parte de um plano de pormenor para toda esta zona das fontaínhas que a meu ver teria muito mais interesse enquanto integração na estrutura histórica do porto.
  17. A ponte de S Joao nada tem a ver com essa e será talvez a mais interessante ponte que temos no Porto! É uma obra prima da engenharia e demonstra bem a leveza que se consegue obter através do desenho cuidado da estrutura. Quanto à ponte do infante discordo quando dizes que tem uma leveza resultante da abertura do arco e do assentamento nas margens, para mim é precisamente o contrário. O facto do arco ser quebrado retira-lhe qualquer tipo de imagem fluída como tem a ponte da arrábida por exemplo (essa sim com uma aparência muitissimo mais leve) e depois aquele assentamento nas margens é do pior que se podia alguma vez fazer! É de uma brutalidade e falta de consciência altamente condenáveis. E passando para a questão das ligações à estrutura viária, no lado do Porto esta ponte estropiou completamente esta zona das fontaínhas, não procurou sequer harmonizar a sua presença, pelo contrário, remeteu tudo para segundo plano. O magnífico passeio das fontaínhas foi dilacerado e retiraram-lhe parte das magníficas vistas. Se reparares a ponte do Adalberto faz parte de um plano de pormenor para toda esta zona das fontaínhas que a meu ver teria muito mais interesse enquanto integração na estrutura histórica do porto.
  18. manuel aproveita para colocar mais informação para que possamos entender melhor o projecto... Apenas com essas imagens não vale a pena comentar
  19. já conhecia o projecto. De facto o Arq Carvalho Araújo tem obras bastante interessantes e que pela falta de divulgação nos grandes meios, ninguém conhece. Vale pena espreitar o site.
  20. a ponte do infante é uma grande pena... todos os dias olho para a ponte que foi construída e fico revoltado com a atrocidade que fizeram a essa zona do porto, à respectiva escarpa em Gaia e ao imagem do rio....
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