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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. Talvez uma das obras menos conhecidas de Álvaro Siza, este jardim escola revela como com um mínimo de recursos se consegue fazer arquitectura de grande valor formal e funcional. Aqui o desenho da espacialidade é levado ao máximo da sua expressividade, apenas através de sistemas construtivos bastante simples e económicos. Vale a pena analisar com atenção. E visitar também! mais fotografias em: '' target='_blank'>>
  2. Situa-se na zona da Boavista, perto do hotel Ipanema Park, junto à VCI. Já por várias vezes passei por este edifício e sempre que por lá passo não fico indiferente. É uma obra de grande rigor construtivo, toda construída em betão branco e com tipologias que em Portugal se aplicam raramente. Desenvolve-se segundo dois blocos onde na charneira se situam os acessos verticais. Em cada piso desenham-se corredores exteriores de acesso aos diferentes apartamentos. Com uma linguagem extremamente depurada e bastante clara, este edifício merece a pena ser observado e analisado. mais imagens em: http://flickr.com/photos/asimplemind/sets/72157603716261469/
  3. mesmo assim foi bastante interessante a conferência. A abordagem de Yehuda Safran sobre os espaços públicos foi bastante inspiradora
  4. Isso é que é o filme da paródia do "300"? Não sei se irei perder tempo a ver isso... O "300" é um filme excelente, com uma grande produção. Neste género aconselho o "Beowulf", vi-o por acaso e não estava nada à espera do que vi. Tem uma produção absolutamente fenomenal!
  5. Pois tens razão, no entanto essa é a tua visão de europeu. Para ti está desperdiçado. É esse o problema... nós não fazemos a mínima ideia da quantidade de gente que depende dessas regiões, que vive daquilo que a região é. Que direito temos nós de nos apoderar de algo que não é nosso? Queremos ser imperadores de tudo porque achamos que somos superiores.
  6. Avelelas: basta pensar que daqui a uns anos um chinês normal irá querer ter uma casa, um carro, descansar aos fins de semana, fazer compras, turismo, etc... Não penses que somos os maiores.... Tudo aquilo que temos e pelo qual vivemos é tão efémero que ao mínimo descuido esta enorme torre de cartas se desmorona. Tudo depende de tudo. Não há nada em nós que seja absolutamente original ou individual. Estamos todos conectados "à máquina" e por isso tanto dependemos dela quando carregamos num interruptor e milagrosamente se faz luz como quando vamos ao supermercado comprar arroz. Nós só vivemos como vivemos porque há 10 vezes mais pessoas a ser praticamente escravizadas. São elas que nos garantem o nosso nível de vida. São elas que nos sustentam. Este ciclo é tão claro que mesmo para atingir a "sustentabilidade" energética, lá vamos nós explorar tudo o que é metro quadrado da África. Aconselho a lerem a National Geographic deste mês. Fala precisamente sobre a região do Sael e sobre como se vive nesse lugar a que nós chamamos de "deserto".
  7. É para juntar mais uma nova barbaridade à colecção do dubai... A coisa boa é que os prémios têm uma dimensão "Dubaística" :)
  8. Dreamer: obrigado por colocares aqui estes dois artigos do Arq. Correia Fernandes! São impossíveis de não se concordar e evidenciam claramente aquilo que hoje se faz, de forma tão leviana... Pela proximidade que tenho do palácio do Freixo, também fui mantendo uma atenção especial desde quando a estrada N108 passava mesmo junto à fachada principal do então abandonado palácio. Durante anos o vi dessa forma. Passava por ele e não questionava a sua presença, estava sujo, degradado, vazio, mas estava lá a pedir ajuda, para que o reanimassem. Desviaram então a N108 para desafogar toda essa área. Nunca mais passei em frente ao palácio do Freixo. A enorme curva que desenharam para esta estrada, afastou o palácio de todos nós, gerou enormes espaços vazios, grandes portões e só de longe o conseguimos avistar. O projecto do Távora fez-se, muito parcialmente, mas algo foi feito. No entanto o maior problema aqui, foi o problema que acontece em tantos edifícios pela cidade fora: Que função vamos dar a isto? Fez-se uma única abertura ao público com a exposição enormemente visitada de Salvador Dalí. Foi um sucesso incrível, tínhamos tudo para fazer uma fundação, para desenvolver um espaço de cultura, ... Mas acabou a exposição do Dalí e o palácio fechou as portas. Fechou para obras, pois agora irá estar tão vazio de conteúdo quanto estava antes do restauro. Fecha-se à população e abre-se a quem pode e a quem não sabe o que apreciar. E disto vivemos todos os dias. Quanto tempo faltará para para já não existir mais nada para fazer?
  9. Mark: conseguiste obter alguma resposta?
  10. Claro que todos nós achamos esta ideia fantástica, porque somos europeus... Porque pensamos que o deserto não é nada mais que um deserto. Porque menosprezamos os povos não industrializados. Porque achamos que tudo se tem que reger perante os valores que nós próprios criamos. Porque achamos que somos únicos no mundo.
  11. sim a voz é bastante discutível... No entanto, na abordagem hardcore é perfeitamente normal. Mas eu ouço-os pelas músicas excelentes que têm, no entanto por vezes a voz quase que chateia Mas vale a pena conhecer mais! Para quem gosta disto, que ouça também Dillinger Escape Plan (neste caso a voz já é bastante mais interessante)
  12. Rui: eu costumo colocar todo o desenho um layer e gerar um bloco para que depois possa desenhar por cima sem o alterar, usando-o como referência. Penso que será algo do género... Paubar: Fiquei curioso em relação ao sistema que usas... já ouvi falar de xref mas nunca soube fazer isso, será que podias explicar mais em detalhe?
  13. é sempre bom termos os magnatas do petróleo a pensarem no ambiente enquanto lavam o seu dinheiro...
  14. fico contente que alguém tenha feito referência a eles!!! Já os conheço há vários anos e aprecio bastante os seus trabalhos, dia 21 contem comigo na fábrica do som! :s
  15. gongax: se o que pretendes é foto realismo, até estão bastante aceitáveis. Só tens é de controlar a sério as texturas e as suas escalas. Também a luz, principalmente no exterior.
  16. que estupidez... mais uma vez participo num concurso que no final de contas deixa de ser credível pelo simples facto dos organizadores não respeitarem os prazos que eles próprios estabeleceram! É o que se reflecte também nas nossas escolas onde cada entrega que fazemos somos sempre surpreendidos por um professor que subitamente alarga o prazo para favorecer alguns alunos que não conseguiram entregar tudo... é muito triste... Eu também trabalho e também estou ocupado e fui lá à faup entregar as fotografias quando deveria estar a trabalhar... Quem não pôde não pôde. Temos pena! Agora mudar datas só porque participaram 300 e tal (que já é muito bom) e porque querem dar a oportunidade de participarem mais... enfim... Apetece-me ir lá buscar o meu envelope com as fotos, já que nem sequer as devolvem...
  17. Não sabia dessa funcionalidade, no entanto fiquei sem saber exactamente como funciona... Podem detalhar melhor?
  18. Mark: muito bem! acertaste nos pontos essenciais. Eu vou estar fora esta semana, mas se entretanto tudo continuar igual vou tratar de escrever uma carta e enviá-la também a essas entidades.
  19. A título de exemplo veja-se o massacre que se está a cometer no quarteirão entre a praça da liberdade e a praça almeida garrett. Se isto não é assassinar o património não sei o que será!!
  20. pauloss: essa comparação não tem fundamento... Primeiro porque o primeiro exemplo não é uma casa particular, ao contrário do segundo. E principalmente porque o primeiro exemplo dependia de um organismo público que iria gerir o equipamento público e programá-lo. Coisa que nunca aconteceu. São coisas como esta que a Arquitectura não consegue controlar. A própria Casa da Música esteve tremida no início e quase foi deixada ao abandono. Felizmente conseguiu-se dar a volta e com algumas demissões e sucessões de cargos, está como está. E sobre o termo "casa tradicional" não sei onde é que se enquadra em qualquer um dos contextos..
  21. claro Também eu estou só a julgá-los pelo que ouvi. Se formos a ver os Sepultura também têm algumas incursões no hardcore apesar de serem assumidamente thrash metal
  22. :D As rotulagens são sempre subjectivas... No entanto não associo o hardcore a um som assim. O hardcore tem mais a ver com bandas como "Dillinger Escape Plan", "Ephel Duath", ... têm uma sonoridade bastante distinta.
  23. Segundo me parece as tipologias são organizadas segundo um corredor central com apartamentos em duplex. Gostava de poder ver algumas plantas dos edifícios, pois não é algo que se faça muito em Portugal, ao contrário doutros países.
  24. Caso encontrem informações sobre outros projectos para o concurso da AMi, coloquem-nos aqui para os podermos ver... Quanto aos projectos vencedores é complicado opinar apenas pelo que se vê. O projecto do Cláudio Vilarinho, dos 5 é o mais ousado em termos de forma, no entanto parece-me bem justificado no texto que aparece no site. Por alguma razão foi premiado...
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