asimplemind
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wow! está mesmo realista. A luz e os reflexos estão muito bem controlados
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já coloquei os meus dois projectos na secção de exposição livre
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BIC . Filipe Araújo + João Sousa 'Plataformas Urbanas' - Bonfim (Menção Honrosa) Seguindo as politicas de requalificação do espaço público da cidade do Porto, a nossa proposta assenta na criação de 3600 m2 de área pública destinada a enriquecer esta vasta operação, em conjunto com 1720m2 de espaço destinado a uso educacional e de produção cultural. Estas áreas têm como objectivo colmatar uma carência da zona do Bonfim em espaços tratados que permitam que a camada mais nova da população se possa entreter ao ar livre apoiadas por diversas actividades. A dificuldade encontrada por falta de terreno livre disponível foi ultrapassada observando-se a quantidade de área útil desimpedida nas coberturas dos reservatórios de água. Assim, partindo de uma análise do ambiente urbano, a proposta visa devolver à cidade uma maior diversidade de espaços públicos apoiados numa proposta programática que se enquadra nos limites dos edifícios existentes. Formalmente a ideia consiste em adequar uma enorme plataforma que se modela de modo a possibilitar o pleno uso funcional nos acessos técnicos (através de alçapões a partir da estrutura projectada) e permitir uma constante ventilação natural do reservatório, albergando um grande e rentável programa urbano: campo de jogos, um bar de apoio, anfiteatros, campo de basquetebol de rua, circuitos de bicicleta e de corrida, cinema e concertos ao ar livre... Por outro lado, os reservatórios cilíndricos servem de base para a criação de 3 plataformas com dois programas: espaços multifuncionais de produção e uma biblioteca e salas de estudo. Se esta última é um equipamento que julgamos que deveria existir em maior numero pela cidade, patrocinados pelo município, a segunda revela-se um espaço amplo de carácter contemporâneo, flexível a diversas actividades, capaz de gerar receitas pela concessão. As plataformas construídas a partir de estruturas modulares e desmontáveis permitem ainda uma reutilização dos materiais usados como também não impõem uma condição duradoura à proposta. Partindo dos limites dos edifícios existentes, a proposta tende a intervir ao mínimo possível no contínuo funcionamento das instalações técnicas, construindo-se de forma autónoma, apoiando-se num sistema de pré-fabricação de forma a tornar a sua construção o menos dispendiosa e incómoda possível. A ideia pretende estabelecer uma relação simbiótica entre três tipos de actividades - educação, produção e reprodução social – com três tipos de programa – biblioteca, espaço multifuncional e o playground, de maneira que seja um ponto de partida para uma revitalização social e económica desta zona oriental da cidade. São três programas que satisfazem as necessidades da zona onde se implanta, que enchem o vazio urbano provocado pelos enormes depósitos de água e que pelo aluguer dos espaços de produção e de lazer pode trazer benefícios financeiros para as entidades municipais.
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BIC . João Sousa + Filipe Araújo 'Entre o Sagrado e o Social' - Fonte da Moura A reutilização de um equipamento destinado a depósito de águas presumiu logo à partida um estudo sobre sua forma espacial em conjunto com as numerosas possibilidades de ocupação, tendo por base uma revitalização interna e externa ao nível sócio-cultural. Sendo um objecto urbano estranho, único no seu conjunto e actualmente sem uma função específica, o estudo baseou-se sobretudo em como construir um novo paradigma de forma a tornar útil essa construção, gerando uma nova dinâmica urbana de base social. A sua implantação, estranha aos traçados do bairro da Fonte da Moura, presume que esta construção tenha sido erguida antes de qualquer plano urbanístico, sendo ela própria desde logo uma espécie de marca que se avista à distância, relembrando num imaginário colectivo as pequenas implantações de elementos sagrados que marcavam pontos, lugares e culturas. É neste sentido que importa aqui requalificar o antigo depósito da Fonte da Moura, propondo um programa de equipamento local de forma a torná-lo útil e importante para a população. Pretende-se então incutir um valor simbólico à estrutura, partindo da ideia de um objecto urbano estranho para a construção de um ícone, assumindo e fortalecendo a sua excepcionalidade no traçado urbano de forma a gerar uma nova identidade local. Fruto de planos municipais para edificação de habitações de baixo custo, este bairro e toda a zona em redor carece de equipamentos que fortaleçam uma unidade de vizinhança. Deste modo os laços sociais que se estabelecem são débeis e revelam-se no próprio contexto urbano. Os espaços públicos encontram-se assim alienados, vazios de referências, não revelando um sentido de pertença dos habitantes locais. Torna-se então necessária a revalorização do espaço público enquanto gerador de interacções sociais e ele próprio um agente reprodutor social. A proposta apresentada torna-se geradora de uma nova centralidade, assumindo-se como a excepção num traçado de bairro. Entendendo a necessidade da definição de pólos de atracção, o equipamento proposto sugere uma diferente apropriação dos espaços públicos locais, enriquecendo-os através das funções sociais que lhes são associadas. Mais do que um objecto urbano, o interesse é o de dotar esta estrutura de funções específicas associadas às necessidades sociais locais. Estabelecem-se então duas matérias sobre as quais se pretende intervir sob forma de programa complementar: entre o sagrado e o social. Aproveitando a riqueza espacial da torre, define-se um espaço de culto religioso, trabalhando apenas com as matérias existentes: a massa, o vazio e a luz que os evoca. Propõe-se a sacralização desse espaço, tornando-o útil. O mezanine existente transforma-se num espaço de meditação encerrado, constituindo uma enorme caixa de luz que transporta a luminosidade exterior para o interior do espaço de culto. O antigo depósito de águas torna-se agora num espaço de reprodução social, um equipamento de bairro de utilização infantil, juvenil, associativa, etc. Procura-se a multiplicidade de funções, sendo que este espaço tanto pode ser utilizado por ateliers de tempos livres para as crianças, como associação social ou como espaço a alugar para actividades de bairro, de teatro, de música ou de jogo.
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quando tiver tempo publico aqui os meus dois trabalhos
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malaise eu penso que foi mesmo por isso!! e o que me irrita é a atitude deles do estilo: "Results." ponto final e já está, sem esclarecimentos nem nada
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Deixo aqui uma imagem do interior riquíssimo da capela de Santa Clara no Porto, inserida dentro de um Convento e que praticamente ninguém lá vai porque não é visível de lado nenhum (tal como a capela Sistina) Esta é única! e em lado nenhum do mundo se encontra este trabalho de talha que temos em Portugal.
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esses rostos têm uma expressão mto interessante! tens um bom domínio da técnica e um estilo que já transparece Faz-me lembrar Almada Negreiros
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sim, participei na fonte da moura (BIC) e nós tínhamos grandes expectativas em relação a esse projecto, mas depois de ter visto outros para esse local vi que havia projectos bastante bons. Acho estranho que nenhum tenha sido distinguido...
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bem tive uma menção honrosa no Bonfim. Não foi mau, mas estava à espera de algo mais acima e finalmente saíram os resultados. Estejamos contentes ou não com a decisão do júri, já não era sem tempo... Agora até aparecerem os detalhes sobre a publicação, a apresentação, prémios, etc acho que mais vale continuarmos a esperar sentados :s
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Inglaterra | Museu de Arte Nelson-Atkins | Steven Holl
asimplemind replied to thinkoutsidethebox's topic in Arquitectura
eu penso que será policarbonato ou entao U glass -
pois eu ja n apanhei isso... Apenas pus a gravar o documentário... Será que irá repetir o programa? Tinha curiosidade em ver..
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pois... nao tenho informações sobre isso, mas o melhor é tentares ir a outra biblioteca de outra faculdade porque mais informação que as monografias do Siza duvido que arranjes..
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Essas obras são das mais publicadas em monografias do Siza. Que livros pesquisaste?
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ikall: bela resposta.... grande justificação para o facto de desde março não actualizarem o site com nenhuma mensagem que diga que os resultados saírão dia 30 de junho.... Enfim... E afinal de contas temos mais um mês de espera
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já te disse uma vez: escreves [ media] link da imagem [ /media] sem espaços!
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agradeço que mudes a forma como colocas aqui as fotos! Vai ler as regras do fórum!!!
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Porto | Estação de Campanhã | Autor Desconhecido
asimplemind replied to portugese's topic in Arquitectura
o projecto da estaçao nao foi construído nem há indícios de vir a ser construído num futuro próximo. Apenas o edifício da residencia de estudantes e de escritórios está construído em conjunto com a estação de metro -
É pena que penses assim... nota-se bem como o teu pensamento é bastante fechado. Igreja do Marco de Canavezes, um ícone da arquitectura religiosa em Portugal e vencedor de prémios de arquitectura: uma obra sublime no tratamento do espaço de culto, sem recurso a elementos figurativos, mas sim simbólicos! Porque o culto é acima de tudo sentido, e não visto. A riqueza espiritual deveria estar sempre à frente de qualquer riqueza material. É este o problema da religião católica. Deixaram que a segunda ultrapassasse a primeira.
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Maior plano urbano do país nasce em Laborim (Vila Nova de Gaia)
asimplemind replied to Dreamer's topic in Arquitectura
pois a ideia do metro do porto é mesmo essa. é conectar a área metropolitana do Porto. Afinal de contas é o que se passa em lisboa. Se pensares o centro do porto como a baixa de lisboa, também tens as linhas que conectam a baixa de lisboa à sua respectiva área metropolitana, assim como se passa no Porto apesar de ainda não estar o plano inicial completo. Parece estranho haver 4 linhas a passar pela baixa do porto no mesmo trajecto, mas se pensarmos bem isso tem como resultado uma frequência maior de metros a passar no porto e depois cada linha segue o seu destino. Quando extenderem a linha para além do estádio do dragão, esta ideia de que tudo passa no mesmo sítio começa a dissipar-se porque afinal de contas as linhas vêm de pontos satélite até ao centro, como em qualquer sistema de metro. O que falta ao porto e falta a lisboa é uma linha circular que ligue as linhas que atravessam a cidade. -
Maior plano urbano do país nasce em Laborim (Vila Nova de Gaia)
asimplemind replied to Dreamer's topic in Arquitectura
para um metro funcionar as estações têm de estar distanciadas 400m, por isso é normal que isso aconteça... -
se alguém se acreditava que seria entre ontem e hoje, podem tirar o cavalinho da chuva O suspense é para continuar hehe
