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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. Também vou para Paredes de Coura. Vão ser os meus 4 dias de férias este ano ;)
  2. férias é para juntar trocos e sair daqui! ir conhecer coisas novas, abrir horizontes. é pena é este ano eu não ter férias...
  3. Por acaso visitei este edifício há uns 4 ou 5 anos e achei bastante interessante. A forma como o programa é organizado, o próprio módulo das salas onde se juntam as famílias, intercaladas com os pátios com espelhos de água é bastante interessante e até mesmo relaxador. Fiquei um bocado relutante quanto às tonalidades e alguns materiais usados no geral que dão um aspecto um pouco obscuro aos espaços. A meu ver seria interessante tentar o contrário. Quanto à capela achei bastante interessante a forma como encana a luz natural em vários pontos. Em vez de criar a parede espessa de Ronchamp, cria as chaminés de luz que vão dar profundidade ao espaço. Mesmo na sua relação com a envolvente este edifício destaca-se bastante pela sensação de reclusão que acontece ao rebaixar o terreno e colocar o tecto do edifício quase à cota da rua com um enorme espelho de água. Merece a visita
  4. o mighty mouse não é lá muito ergonómico... E para o preço... nem sei para que serve. Eu tenho há 3 anos um Trust (sim a marca barata) enorme, todo ergonómico com botoes dos lados que dão jeito para navegar na net. Posso dizer e a rodinha já fez bastantes quilómetros (a trabalhar em cad) e que se mantém bastante boa. Mas como o outro diz: Ratos há muitos seu palerma! Nem um muito barato nem um muito caro. Nem um muito pequeno nem um enormissimo.
  5. mais 3 ateliers belgas com algum interesse: http://www.escaut.org/ - L'Escaut http://www.architectesassocies.be/home.php - Architectes Associés http://perso.infonie.be/pierre.vanassche/index.htm - Atelier GIGOGNE s.c.s.
  6. é uma grande ideia!! Isto é que valia a pena andar para a frente! grande aproveitamento de águas. Desta ainda não tinha pensado... Andamos todos a pensar em criar sistemas de transferência da água daqui para ali e afinal de contas temos aqui uma solução tão simples e que à partida funcionaria perfeitamente.
  7. scustodio: realmente dá que pensar... Eu duvido que aceitasse algo assim. Ou continuava a viver à custa dos meus pais ou partia para algo mais real. É preciso pensar se realmente o nome de um gabinete no nosso currículo vale realmente o valor pelo qual somos explorados...
  8. Eu penso que este concurso é quase um caso inédito em Portugal. Não só pelo programa, mas pelo tipo de participações e finalmente pelo vencedor. Algo que não estamos nada habituados. Aqui os concursos têm uma abrangência tão pequena que quase nem chega além fronteiras.
  9. Não concordas com os bairros sociais então concordas com o quê? Cada uma dessa famílias ir viver para um barraco nos arredores da cidade? É importante não esquecer que o Porto é uma cidade com uma história grande de habitação operária. Vejamos o exemplo das imensas "ilhas" que ocupam os interiores dos quarteirões e que quase nunca as vemos. Há que arranjar soluções para essas pessoas que lá vivem há gerações em condições quase subhumanas
  10. Ricardo: o SAAL não se resume à Bouça. E a Bouça tal como tu a conheces é como é porque foi acabada agora (sem SAAL) mas como cooperativa de habitação. O que quer dizer que qualquer pessoa pode comprar uma casa aí a preços mais baratos e com benefícios fiscais que outra casa qualquer. A Bouça dos anos 70 foi feita para habitação social e só vivia lá quem realmente tinha necessidade. A realidade hoje em dia é outra. Se calhar faz-nos pensar até... Se tanta gente quer morar na Bouça então esse conjunto como habitação social é uma obra de sucesso pois sobreviveu ao tempo e às modas. Mas se queres falar do SAAL vamos falar das intervenções em S. Vitor, das habitações no Algarve feitas por e para pescadores, que nada tem que ver com os moldes do bairro social que se continua a fazer hoje em dia, onde se juntam centenas de pessoas em espaços mínimos e com um mínimo de condições. O Porto é uma cidade rica em exemplos de obras de referência ao nível da habitação social (praticamente todas elas anteriores à década de 80). Veja-se o bairro de Ramalde, o Foco, a Fontinha, o bairro de marechal gomes da costa ou mesmo o bairro do Monte Pedral, feito em 1900 pelo Arquitecto Marques da Silva. São exemplos paradigmáticos no que diz respeito à resolução da problemática da habitação social na cidade. E em nenhum deles encontras um muro que os encerre da cidade. Pelo contrário, são conjuntos abertos para a cidade e eles próprios fazem cidade. São por vezes o ponto fulcral do pedaço de cidade onde habitam. E ainda me vêm falar de Haussman...
  11. Seria bom se não estivéssemos para aqui a falar do senso comum (disso toda a gente fala)... De que interessa onde eu moro? Interessa aquilo que entendo e que estudo sobre os modelos de urbanismo e as formas de intervenção na cidade. Interessam as reflexões e relações que faço perante realidades que analiso. Interessa-me ter uma visão fundamentada da realidade de forma a poder criticá-la, dando-me oportunidade para intervir na mesma.
  12. Pois... um engenheiro também pode ter vocação para determinada área.
  13. Obrigado pela lição de copy-paste de textos da internet...Já ninguém se dá ao trabalho de pensar, a internet tem tudo! Basta-me ir à wikipedia e fico a saber tudo sobre tudo. Não entendo sob que teorias do urbanismo se baseiam para justificar a proliferação de condomínios fechados e de um aumento da segregação social. São noções que contradizem a própria ideia de cidade! (se calhar isto o wikipedia não explica...)
  14. Mas uma aula de história do urbanismo gostava ;)
  15. O(s) problema(s) já o disse acima. Ao demolirem o bairro não acabam com os problemas das pessoas que lá vivem. Pelo contrário iniciam novos problemas. O outro problema é que por mais boas que sejam as intenções e mesmo que o realojamento das populações seja um sucesso, o que irá aparecer no local será certamente o que existe agora mas com maior densidade, jardins privados e um portão fechado para a rua.
  16. Pois... estranho. Em sta Catarina eu disse para eles procurarem e descobriram que havia desconto
  17. Se pusessem arquitectos a participar então perdiam toda a razão com o 73/73. Pelo menos vejo coerência!
  18. ainda bem que não caíram no erro de abrir a arquitectos!
  19. por isso mesmo sigo sem entender que modelos se procuram neste tópico. Fala-se em rústico mas procuram-se linguagens contemporâneas com referências locais.
  20. dreamer eu comprei na fnac e tive de informá-los que havia descontos ;)
  21. Mas desde quando é que se resolvem problemas dessa forma?! Um bairro é problemático, acaba-se com ele e pronto! Todos os problemas estão instalados nas paredes, lajes e coberturas do bairro? Que visão redutora... O mesmo se passa com o desenho de um espaço público. Pode ser muitíssimo bem desenhado, mas se o local onde está não se adapta a esse espaço nem há pontos de interesse no mesmo, gera-se a decadência. Demole-se o bairro, os problemas deixam de existir ali mas vão levá-los para outro lado qualquer! Enquanto passarmos a vida a separar as pessoas, nunca saberemos viver em comunidade. E esse é o maior problema de todos. O SAAL era uma boa referência para todos estudarmos e pensarmos um pouco sobre como intervir nestas situações. Imagino o que o Siza pensará quando olha da janela do atelier dele, sabendo que 30 anos depois de todo o esforço por mudar as condições sociais dos habitantes do Porto, em nada evoluímos.
  22. A Arq Sejima participou no concurso com uma parceria com o atelier Cannatá & Fernandes. A autoria não é do SANAA.
  23. Ricardo também me espanta que uma pessoa como tu que até anda nas reuniões do bloco defenda ideias contrárias aos bens sociais. Nota-se bem que só olhaste para as imagens e nem leste nada da notícia. Eu não vou defender esse projecto. Pelas imagens acho-o feio. Mas também essas torres já são feias. Mas defendo o seu ponto de vista sociológico que muito mais que um formalismo, é a base da sustentabilidade social de uma comunidade urbana! Há 30 anos atrás segregamos uma classe para um lado porque nos interessava o outro. Agora fazemos o contrário porque temos interesse acrescido nesse sítio. A Câmara pode ter as melhores justificações e os melhores fundamentos para demolir o bairro e construir novas torres de luxo. É uma obra paga pelos privados, leva-se população para o centro. Todos ficam a ganhar! Em teoria sim. Na prática não. Proliferam cada vez mais na parte ocidental da cidade os condomínios fechados e os bairros de luxo que são segregadores de das classes sociais. Veja-se o exemplo de Bruxelas, uma cidade divida a meio onde a norte do centro só habitam emigrantes e classes sociais desfavorecidas e a sul só habitam classes sociais ricas, membros da comissão europeia etc. A sul tens espaços públicos de luxo, grandes avenidas, grandes parques. A norte nem a recolha diária de lixo fazem! É isto que queremos para as nossas cidades no futuro? Vamos colocar uns macacos numa jaula porque são feios e os bonitos colocamo-los noutra. Tão simples quanto isto. E de séculos de história nada aprendemos, afinal ainda estamos na idade média... Quem fala do Aleixo fala de numerosos casos que se passam por este país fora à vista de toda a gente! E tu falas do Haussman e não consigo perceber que sentido queres dar a essa referência com aquilo que defendes...
  24. Já estou a entender o significado de rústico. Rústico = paredes de alvenaria de pedra
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