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vitor nina

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Everything posted by vitor nina

  1. Michael, Tenta na Express tools o comando Flatten_converter. Não tenho a certeza se é este o comando (não estou em condições de o confirmar, neste momento), mas creio que é isto. Se não funcionar, mais logo poder-te-ei dizer mais qualquer coisa.
  2. Limpei os cookies e continua tudo na mesma. :angry3: PS: O meu browser é o IExplorer e não encontrei nada parecido com passwords.
  3. Sempre achei que isto dos alvarás e do quadro técnico é uma falácia apenas para dar de comer à cultura burocrática do malfadado Estado Português, e suportarem instituições de pouca valia, como o IMOPPI, com o nome que se lhe queira dar. É a inutilidade das inutilidades, só serve para algumas pequenas empresas suportarem encargos sem que daí lhe advenham quaisquer contrapartidas reais, em termos de produtividade, e sem que o produto final chegue ao consumidor (o comprador de casas) com melhor qualidade. No entanto a lei assim obriga e alguns técnicos disponibilizam-se (como, em tempo, já o fiz, e voltaria a fazer, se assim se proporcionasse) a assumir o papel de técnico responsável (por coisa nenhuma) que "integra" o quadro técnico da empresa. marco1, só te posso dizer que estas a ser "comido"; um alvará nessas condições oscila entre os € 400.00 e os € 500,00... líquidos. Já agora, o que é isso dum" Técnico de Obra III " ?
  4. Com as estruturas Tilt-up consegue-se viver (apesar de haver limites). O ideal é não haver mudanças na distribuição da massa e da rigidez, quer em planta quer em altura.
  5. Portugal sofreu no sec XVIII um sismo, considerado como um dos quatro maiores desde que há memória histórica, que destruiu totalmente a Lisboa de então e provocou graves danos no Sul do país. O risco sísmico é (deveria ser), em Portugal, uma realidade sempre presente e isso condiciona (deveria condicionar) em muito a arquitectura e as estruturas que aqui se fazem. Edifícios como o Banco do Brasil em Porto Alegre, ou muita da arquitectura de Oscar Nemeyer, como exemplos, não seriam passíveis de serem executados por não se coadunarem com esse risco sísmico(*). A viga-parede não é uma boa solução estrutural, dado apresentar um péssimo comportamento - fraca ductilidade- face aos sismos. Apesar da regulamentação as não proibir explicitamente (se bem que indirectamente questione o seu emprego em regiões sísmicas), elas são, felizmente, pouco utilizadas na edificação portuguesa. O mesmo não acontece com outras más soluções (do ponto de vista sísmico, claro) como é o caso das lajes fungiformes – conhecidas aí no Brasil por lajes cogumelos – que estão largamente difundidas de Norte a Sul de Portugal devido ao facto de serem simples de executar e porque em projecto evitam as guerras antigas entre engenheiros e arquitectos, com os primeiros, em nome da segurança, a exigirem a colocação de vigas impossíveis de esconder e os segundos, brandindo a bandeira da estética e do bom gosto, a negarem essa hipótese. (*) Contrariamente à ideia partilhada pela maioria dos arquitectos e dos engenheiros, ainda penso que a segurança sísmica, em projecto, é condicionada em 70% pela arquitectura e o restante pela engenharia.
  6. Em meu entendimento classe de risco D, pois durante uma certa parte do seu período de funcionamento normal (independentemente desse período ser muito ou pouco prolongado) elas serão ocupadas apenas por bébes - pessoas sem capacidade de reação face a um alarme ou sem capacidade de se aperceberem de perigos iminentes ou que estão a dormir.
  7. Os berçários estão claramente inseridos nos locais de risco D.
  8. Pela leitura que faço do nº 3, alíneas a) e do citado artº 6, parece-me que a classificação como local D está fora de questão; como consequência, julgo que as salas onde os miúdos têm as suas actividades quotidianas (creio que são essas as salas as quais te referes) deverão ser classificadas como tipo A pois nelas estará (quase sempre) um adulto com possibilidade de reagir a um alarme.
  9. Arquitectura Ibérica nº 10
  10. De facto, esta casa não pára de me surpreender pela positiva. Pois bem, ela está nomeada para o prémio da revista Wallpaper na categoria de Best New Private House. O resultado do concurso sai amanhã e vamos ver se começa aqui o reconhecimento internacional desta pequena maravilha. Informações adicionais em http://www.wallpaper.com/news/Design_Awards_preview:_day_5/1247 .
  11. Neste link está um pequeno programa que cria e edita padrões de preenchimento para os programas Autocad e Revit, entre outros. http://www.filesweb.com/hatchkit/ Oferece a possibilidade de descarregar um ficheiro de demonstração. embora com limitações.
  12. Um Bom Natal a todos...com muitos projectos, perdão, ...muitas prendinhas no sapatinho ......
  13. Neste site é possível descarregar um livro da responsabilidade da CM Lisboa relativo à Baixa - " Reabilitação Urbana - Baixa Pombalina: Bases para uma intervenção de salvaguarda". Parece-me (digo "parece-me"porque apenas estive a ver pela rama) ser um trabalho bastante multifacetado e abrangente, abordando diversas problemáticas referentes ao espaço, ao edificado, às actividades de produção e aos aspectos vivênciais da Baixa Pombalina e que, por isso, julgo poder interessar a muitos de nós. http://ulisses.cm-lisboa.pt/data/002/002/pdf/baixapomb.pdf
  14. Em Paris existe alguma coisa chamada GEFAC?...se não, não é possivel comparar Paris a Coimbra... seria injusto para os franceses. Falando a sério: A selecção do texto do Nicolau Santos é bastante apropriada. Sem querer estar com nacionalismos bacocos (ou de qualquer outro género), temos que enterrar o Sebastianismo e sermos nós a fazer acontecer as coisas ombro a ombro com os outros. .
  15. Pedro, A enciclopédia do Pereira da Costa é de facto um trabalho notavel para compreender a construção daquela época. Eu herdei alguns fascículos do meu pai (talvez uns 10) e já procurei em alguns alfarrabistas para ver se arranjava mais, mas sem sucesso. O livro do Mateus!... já tinha estado com ele nas mãos mas não sei porquê não o comprei. Hoje passei pela Bertrand cá do burgo ...e nada... tenho que procurar melhor. Em tempos passou-me pelas mãos um livro da Gustavo Gili cujo nome, infelizmente, não recordo e que tinha bastantes coisas sobre recuperação de património. Era um livro relativamente pequeno, dirigido essencialmente a arquitectos, mas que tinha abordagens de intervenção não muito usuais em literatura da área (incluíndo reabilitações estruturais em zonas sísmicas, respeitando as alvenarias existentes e o princípo da reversibilidade - sem meter a treta do betão e do aço) e reportando, ao mesmo tempo, técnicas construtivas que hoje já estão em desuso. As lombadas dos teus livros talvez dêem para perceber o esforço dispêndido... .
  16. Marius, Que eu conheça, em termos de publicações recentes, existe um livro de João Appleton , " Reabilitação de Edifícios Antigos, Patologias e Tecnologias de Intervenção", das Edições Orion, que eu recomendo vivamente. O LNEC tem também um outro, mais descritivo das antigas tecnologias construtivas, que me parece importante para quem está ligado à reconstrução ou reabilitação de património edificado, e que se chama "Paredes de Edifícios Antigos em Portugal", de Fernando Pinho. Eu, volta e meia, quando faço intervenções em edifícios antigos, socorro-me de um pequeno manual prático dos anos 50 do século passado, denominado "Acabamentos das Construções" editado pela Bertrand (Biblioteca de Instrução Profissional). É um livro que só poderás encontrar numa bibiloteca, mas que tem a vantagem de indicar de forma simples e bem fundamentadas as tecnologias construtivas e os materiais correntemente usados na época (tabiques, paredes de taipa, estafes, telhados de ardósisas, etc).
  17. Deisler, Eu se fosse a ti verificaria se as duas instituições têm associadas ECTS à acção de formação. Se houver uma delas que não confira os ECTS, então a opção é claramente pela instituição alternativa; de contrário, essa valorização, na hipótese de quereres tirar o doutoramento, não te será academicamente valorizada.
  18. O problema da colocação das caixas de ovos é o de não respeitarem os limites de resistência dos elementos parede (e pavimentos) face à acção dum incêndio.
  19. Comando Flatten Objects (ACAD 2005): Express---Modify --- Flatten Objects, depois segues as indicações (Não conheço o 2007 mas, pelo que sei, nesta matéria as alterações não são muitas, por isso deduzo que estes comandos se mantenham)
  20. Só há pouco tempo é que ouvi falar nesta tecnologia, num site espanhol cuja localização não consigo precisar, e que apresentava um artigo com um mínimo de detalhe técnico-científico no que respeita ao funcionamento da geotermia. Na pesquisa que então fiz encontrei apenas estas representadas no mercado português: http://www.gudenergy.com/ http://www.ciar-lda.com/geo/index.html http://www.acds.pt/ É provável que os alemães possam estar bastante avançados neste tipo de tecnologia (eles lideram tudo o que é energia solar); infelizmente não encontrei nenhum estudo relevante de qualquer universidade ou laboratório que pudesse facultar uma ideia mais credível que a esparsa informação comercial que estas empresas apresentam.
  21. Ana, Uma das soluções poderá ser: No Autocad - Exportas o ficheiro com a extensão *.wmf No Paint- Abres o ficheiro e exportas o fichiero com a opção *.jpg No Photoshop - Abres o ficheiro normalmente Outra maneira seria exportar o ficheiro directamente do Autocad em formato *.bmp; todavia, esta opção, penso que levará a uma maior perca de qualidade. Espero que resulte.
  22. KWHYL, como entendo que este fórum não deverá ser um campo de batalha verbal, vou-te responder com toda a serenidade que me é possível, sendo certo que com esta intervenção ponho definitivamente um ponto final neste assunto, independentemente da continuidade que lhe pretendam dar. Porque me parece que não apreendeste o fio condutor que levou à minha anterior intervenção, a indignação reporta-se única e exclusivamente ao facto de estarem a atingir o bom nome duma pessoa, o Siza, neste caso, atirando para o ar que este, deliberadamente, desrespeitava a lei e, para a contornar, até se dignava a incluir verbas para pagar multas (que depois até se estendeu, ainda que sem consciência, a “multas ou luvas”). Quer queiras quer não, e por muita informalidade que possa haver, o arquitectura.pt não é um mero repositório de conversas de café. Existem 900 pessoas registadas que tu não conheces de lado nenhum e que podem dar muitas interpretações àquilo que se escreve; da mesma forma, é bom que tomes consciência que uma pessoa qualquer pode “pendurar” qualquer um se se sentir difamada, neste fórum. Independentemente disso, imagina-te seres tu, ou alguém que te é próximo, o alvo das “conversas de café” desta natureza?... Eras capaz de não gostar. Portanto, quando se fazem afirmações ofensivas para as pessoas, das duas uma: ou foram feitas de forma inconsciente, sem que os seus autores tenham medido as consequências, ou então as pessoas que as formulam são mesmo mal formadas. Como entendo que ninguém deste fórum está ao nível da dupla Pinto da Costa – Luís Filipe Vieira, só me resta atribuir que o facto que originou o meu post se deveu a actos irreflectidos, próprios da juventude. E se falei em juventude, não foi por me armar em Kota (que infelizmente sou) a dar bons conselhos aos meninos (isso não o faço, pois não sei ser paternalista), mas sim no sentido do anteriormente referido. Não é complicado de perceber… .
  23. Eu não conheço o lugar e arrisco-me a falar de cor, mas enfim. De facto neste tipo de soluções há que ter uma prespectiva política da reabilitação de todo um bairro, , e um substracto técnico (arquitectura, assistentes sociais, sociólogos) que a suportem de forma a materializar com êxito o programa sobrejacente à recuperação do local. Mas o sucesso só estará garantido se houver, também, a participação das pessoas de tal forma que assumam o espaço como seu. Creio que a intervenção do Asimplemind ("essa praça no papel tinha tudo...") é bastante lúcida e lança as bases que nos permitem compreender o fracasso duma, abstraíndo-a do lugar (se é que isso é possível), boa solução arquitectónica. Importa saber se a solução do pátio interior aberto à rua, não seria, pela sua natureza de espaço escondido, e para mais naquele bairo, um convite ao vandalismo e à marginalidade e à insegurança que se verifica? .
  24. Isto é tipo de proposta que não me convence. Independentemente da sua qualidade arquitectónica, trata-se de algo que vai arruinar/esmagar um passado arquitectónico de Lisboa. Não tenho posições predefinidas relativamente à construção em altura (acho que as vantagens e desvantagens, nas suas várias vertentes e para o caso português, não foram ainda abordadas com profundidade), mas seguramente este edifício está fora de qualquer escala admissível para o lugar. .
  25. Desculpem lá o meu espanto, mas isto está tudo janado ou quê? ... A facilidade com que alguns, aqui, neste forum, dizem as mais estapafúrdias bujardas, raiando o limite do surrealismo ( isto para ser simpático, claro) , não se apercebendo da qualidade da asneira, é qualquer coisa absolutamente surpreendente. ...e depois, quando se pensa que o absurdo atingiu o seu limite e julgamos que a coisa acabou, vem outro e escreve algo ainda mais idiota, conseguindo roubar a taça ao primeiro. Pensem, porra! Utilizar os neurónios não causa dor nem paga imposto. Afirmações insinuando (claro que há o cuidado do "dizem") que o Siza manda pintar de branco todos os equipamentos de prevenção/combate a incêndios, e que para isso até mete uma verba para pagar as multas (alguns até acrescentam "suborno"), é de doidos! ... Se dizer isso é de doidos, acreditar nisso é de doidos a duplicar...E achar essa situação como normal, porque o Siza é o Siza e nunca nínguem morreu à conta disso, é de doidos ao quadrado... E ainda que isso fosse verdade, fazer esse tipo de afirmações num forum público é da mais completa inconsciência e falta de respeito pelas pessoas, para além duma violação dum direito constitucional. A juventude não desculpa parvoices destas, se não onde é que vamos parar? Mudando de assunto: -As alturas dos muros a serem regulamentadas são-no em sede de planos de pormenor ou alvará de loteamento. Eventualmente os regulamentos municipais de edificação urbana poderão conter algumas directivas. O RGEU é omisso relativamente a isso, e os PDM não abrangem essa esfera de detalhe. -Uma varanda, em caso de incendio dum edifício alto, será sempre um meio que permitirá a salvaguarda da vida até à chegada dos bombeiros. Parece-me lógico isso. A generalizada violação aos regulamentos de incêndio que se verifica em Portugal deriva do não cumprimento das condições de enclausuramento das escadas das moradias unifamiliares, condição esta que é exigível em determinadas situaçãoes de configuração arquitectónica. Quanto às casas do Souto Moura, apesar da informação ser parca, pelo que deu para ver, parece-me que a solução resultou de forma bastante interessante. .
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