vitor nina
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Falhas em edifício do MIT valem processo judicial a Gehry
vitor nina replied to 3CPO's topic in Arquitectura
...a propósito do combate ARK vs THECONTACT só gostaria de dizer que ainda ninguém afirmou que os problemas de que o edifício padece se devem ao facto do projecto ser mais ou menos avant-garde. Conheço muitas borradas executadas em edifícios arquitectonicamente vulgares. Agora é inegável que o ARK tem razão: Se ele (FG) é o responsável pelo projecto e pela coordenação da sua construção, tem que assumir essa responsabilidade até às últimas consequências ...isto não é só ganhar o vil metal e depois dizer "adeus". Mas isto tanto se deve aplicar ao Ghery como a qualquer outro... essa de andar a fazer arte com o dinheiro dos outros é muito boa. -
Falhas em edifício do MIT valem processo judicial a Gehry
vitor nina replied to 3CPO's topic in Arquitectura
galfarro, amigo, já me fizeste ganhar o dia com o pequenino naco de prosa que me antecedeu. Quando um dia quiseres construir uma casa só para ti, terei muito gosto em oferecer-te o projecto de estruturas, desde que, é claro, me prometas que habites nela por um período não inferior a cinco anos, e não me peças responsabilidades para os eventuais defeitos (ruina, deformação excessíva, fendilhação de paredes, lajes, danos nas impermeabilizações) que possam advir por,eventualmente, ter ousado fazer uma ou outra experimentação em termos estruturais. Um abraço. -
Falhas em edifício do MIT valem processo judicial a Gehry
vitor nina replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Pois... mortinho para que essa moda pegue, estou eu... para ver se começa a haver responsabilização de todos e não serem só alguns a levarem na cabeça (quando levam). Só assim é que se pode efectivamente falar de defesa do consumidor. Nessa altura acabariam os arquitectos-artistas armados em artistas, os engenheiros artistas armados em espertos e os construtores civis vendendo banha da cobra ao desbarato, pois aí já o mexilhão se sentiria acompanhado. Mas enquanto continuarmos a tentar mudar o 73/73 pelas piores das razões, continuarmos a ter as tradicionais lutas entre classes profissionais para ver quem é que fica com a fatia mais gordinha, continuarmos a louvar as tretas dos alvarás, como paradigma de Estado moderno (modernice essa que mais não é senão a inutil burocracia de quem tudo controla - ou assim o julga - e nada fiscaliza) e continuarmos a persistir nas declarações de honra a dizerem que está tudo em conformidade com a legislação em vigor (como modelo de dignificação e responsabilização dos autores dos projectos e directores de obra), então estou consciente que a moda ainda há-de demorar mais um tempinho. -
...mas não te esqueças de perguntar aos tais vendedores de quanto em quanto tempo é que tens obrigatoriamente que actualizar a versão licenciada do Autocad para que possas usufruir de uma redução do preço realtivamente ao preço de mercado. Foi por não ter posto atempadamente essa questão que só tardiamente me apercebi da triste realidade de que existem piratas que copiam e usam ilegalmente o software e que existem outros piratas ( talvez o termo mais correcto seja "corsários") que legalmente o produzem e o vendem .
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Entendo que este tipo de situações, que se prendem com o mau atendimento com muitas vezes nos vemos confrontados por parte de alguns estabelecimentos comerciais, e particularmente daqueles que têm uma implantação geográfica que ultrapassa o burgo da nossa casinha, deverá ser amplamente divulgado. Enquanto consumidores não podemos nem deveremos aceitar a violação dos nossos direitos, muito menos quando ela é feita de forma institucionalizada. Digo "institucionalizada" porque se deve distingir o mau atendimento derivado de um comportamento pessoal, da exclusiva responsabilidade do empregado que nos atende, daquele outro atendimento incorrecto que é consequência duma política de empresa superiormente assumida. No primeiro caso resolvo o problema, pessoalmente e na hora; no segundo caso entendo que a divulgação do mesmo deverá ultrapassar o meu limitado círculo de conhecidos, razão pela qual a WEB pode ser um excelente veículo para esse fim. Essa divulgação não é com o intuito de exercer uma qualquer mesquinha vingança sobre a loja, mas para pôr as pessoas de sobreaviso relativamente à mesma e fazerem o teste de S. Tomé sintetizada no "ver para crêr". Foi por essa razão que em Junho de 2006 pus neste forum um texto que me chegou por email a propósito dos preços dos DVDs da FNAC e onde, marginalmente, se reportava uma caso de atendimento incorrecto por parte dum responsável local duma das suas muitas lojas (http://www.arquitectura.pt/forum/f16/fnac-6656.html#post35263) . Surpreendentemente, poucas horas depois a Connecty encerrava tópico com o seguinte argumento: "Sem querer de alguma maneira prejudicar a discussão do Vitor. O texto faz um ataque directo a uma cadeia de lojas, com sentido de prejudicar a cadeia ou mesmo as pessoas que lá trabalham. Para não alimentar mais discussão o tópico será encerrado." Confesso que fiquei na altura bastante aborrecido porque entendo que aquilo que então fora assumido pela Connecty não foi moderação mas um puro acto de censura. Espero, por isso, que o mesmo procedimento não volte a acontecer com este tópico. Confesso que nunca tive qualquer problema com a Papelaria Fernandes. Acho abusivo dizer-se que todos os empregados desta cadeia são todos antipáticos. Não obstante isso, o tratamento a que o JVS foi sujeito é revelador de um autentico desprezo da loja para com o cliente tendo ele, na minha modesta opinião, lidado com a situação da única forma possível.
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Qunado falas de "vala hidráulica" pressuponho que te estejas a referir a uma linha de água natural. É admitindo esse entendimento que basearei a minha resposta. Desconheço qualquer medida de protecção (definição de zonas não aedificandi) legalmente estipulada na lei geral para um caso desses, ainda que um afastamento de 3.00 m , em abstracto, não me pareça muito penalizador. Eventualmente poderá haver ao nível de PDM algumas referências a essas situações; sendo o terreno edificável, é provável que as linhas de água nele existentes não tenham a importância suficiente para impedir, ou condicionar significativamente, uma qualquer intervenção. Frizo, no entanto, que muitas vezes as linhas de água intermitentes são aquelas que apresentam, em situações de cheia, a capacidade mais destruidora em termos de torrente, pelo que a importância das mesmas não se pode medir pelo facto destas só terem um curso de água durante 2 ou 3 meses por ano. Sendo certo que existe sempre o imperativo de respeitar e construir sempre fora das linhas de água, também é certo que as mesma não são imutáveis e podem, como tal, serem objecto de deslocalização desde que as condições hidráulicas das substitutas se mantenham em tudo iguais. Chamo a atenção que em certas situações as alterações das linhas de água poderão exigir a concordância dos vizinhos, caso a nova linha de água drene nos terrenos deste últimos em locais diferentes dos anteriores. Esta matéria está regulada pelo Código Civil. Canalizar linhas de água é uma prática que não recomendo atendendo a um conjunto de condicionalismos perniciosos que daí podem derivar e cuja explicação é demasiado técnica para o fazer aqui. Faço notar que esta posição é a de alguém que desconhece em absoluto a situação concreta do local e portanto a possibilidade aventada poderá estar eivada de erros.
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O ESM tem duas casas de referência no Algarve: a da Quinta do Lago e a próxima da Fuzeta. Qual delas é que tu procuras?
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VTR, Como todos os materiais, terá que haver cuidado na manutenção; os Decks de madeira não fogem à regra. Duma maneira geral, para madeira de IPÊ - que é a única que conheço, ainda que haja outras variedades- bastará ter o cuidado de a regar regularmente no Verão, aconselhando-te, no entanto, a que consultes o fornecedor sobre os cuidados a ter.
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Assino por baixo.
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Reabilitação Estrutural de Edifícios Antigos
vitor nina replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
OK e obrigado. -
Reabilitação Estrutural de Edifícios Antigos
vitor nina replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
margarida, Importas-te de confirmar o link, pois naquele que tu indicas não vislumbro qualquer referência ao livro que indicas? -
Faro, com Coimbra e Leiria no coração.
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Pedro, O Excel (assim como todas as linguagens de programação que conheço) trabalham os ângulos em radianos (PI rad = 180 º). No caso de queres aplicar uma função trignométrica a um dado ângulo expresso em graus, terás que o converter em radianos, afectuando-o do valor PI()/180. Como exemplo, se quiseres calcular o cos de 45º, escreverás a seguinte função: = COS(45*PI()/180) Se fizeres copy e paste para uma célula do Excel obterás o valor de 0.707. Da mesma forma, para passar de radianos para grados (180 º = PI rad = 200 grados), afectas o ângulo que pretendes determinar em grados do factor PI()/200. Para calculares o cos 50 g (= cos 45º), escreves a seguinte função: = COS( 50*PI()/200) O resultado deverá dar na mesma 0.707. Espero que tenha ajudado.
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tatlin, Vai ao site da Imperalum ( www.imperalum.com) e verifica a solução que eles têm ( para tratar muros de caves ou muros de suporte.
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|||ARK|||, Responder-te-ei, ainda que o não posssa fazer no imediato por limitações de tempo.
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ricardo, penso que isto funciona com todas as tintas, mesmo aquelas À base de cal; de qualquer das maneiras irei confirmar e depois digo qualquer coisa.
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Betão armado pré-esforçado – prestressed concrete (ou pretensioning (Hoyer method), mas não “reinforced concrete” que apenas quer dizer “betão armado”); Betonagem – Concreting Banzo – Flange (pinqpoq, está correcto o emprego de “upper” e “lower” para identificar as correspondentes posições na vigas); Desmonte – Escavated; Encamisamento – de facto no Pex utiliza-se o termo “encamizamento”, conforme o Peter explicou; todavia é possível que estejas a lidar com a área do pré-esforço, em estruturas de betão de edifícios ou de contenção periférica, onde é vulgar fazer passar cabos metálicos pelo interior duma manga apropriada ou um furo escavado, aplicar-lhe o pré-esforço e posteriormente injectar uma calda de cimento. O “encamizamento” é a parte de colocar os varões de pré-esforço dentro dessa manga que em inglês toma o nome de …Oops! …deu-me uma branca…se me lembrar depois indico (mas não me parece “jackting”) Contraventamento –( Bracing System) Sistema estrutural secundário para travamento duma estrutura, ligando os vários elementos resistentes dum edifício, de modo a que estes trabalhem como um todo face às acções horizontais, nomeadamente sismo ou vento forte. Exemplos disso são as vulgares vigas em cruz ou vigas em diagonal de alguns edifícios altos, como por exemplo o Banco da China em Hong Kong de I. M. Pei, não obstante o sistema de contraventamento ser imprescindível a todas as estruturas, mesmos as mais modestas.
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lllARKlll, cuidado... de tanto repetires esta ideia ainda te arriscas a que o pessoal pense que acreditas piamente naquilo que escreveste.
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Se queres remover a tinta devê-lo-ás fazer a maçarico ou com o emprego da pistola de calor. O jacto de água vai-te provocar a remoção do reboco (e falo por experiência própria), muito embora haja em algumas máquinas a possibilidade de regulares a pressão do jacto e a sua dispersão. Memso assim, com as máquinas deste último tipo, os efeitos mecânicos que as mesmas provocam , ainda para mais se é um reboco antigo, são sempre de evitar pois a acção dinâmica do jacto leva sempre, em maior ou menor grau, ao enfraquecimento da coesão do reboco que se poderá manifestar a médio prazo. Se eventualmente a parede tem problemas de humidade a massa de reparação que anteriormente devem ter usado não deverá ser gesso, pois esse material é bastante susceptível à presença da água (não falando das actuais misturas industriais com aditivos à base de resinas, obviamente, pois essas são de meprego recente). mas sim massas de regularização do tipo Robidur e similares. São massas industriais que são utilizadas pelos pintores para colmatar fissuras, disfarçar depressões e corrigir a falta de planeza das paredes, massa essas que depois de secas parecem gesso. A repintares a pintura utiliza uma tinta de cal ou, mais fácil, tintas de silicatos alcalinos que também apresentam uma excelente compatibilidade com a cal ao invés das tintas correntes (mesmo que aplicadas sobre camadas e camadas de isolante).
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Que bem prega frei Tomaz; faz oque ele diz, não faças o que ele faz. Cara mD (ou LA ... ?) o estudo geotécnico é uma peça fundamental para a qualidade da construção e um elemento que deveria ser imprescindível na elaboração de qualquer projecto, em particular do projecto de estruturas. Com ele é possível avaliar a capacidade resistente do terreno, projectar com segurança as fundações e, simultâneamente, dimensionar aquelas que são mais económicas; de igual modo permitirá ao projectista controlar os assentamentos que a estrutura inevitavelmente irá apresentar ao longo da sua vida. Conforme poderás perceber, se um edifício assentar todo por igual não virá daí qualquer problema de maior; se uma parte do edifício assenta mais do que outra (é o caso do edifício principal do MIT), aí sim, teremos problemas com rachadelas por tudo quanto é sítio, podendo mesmo os elementos estruturais chegarem a atingir a ruína porque esse assentamento gerou neles esforços não previstos. Dentro dum mesmo terreno as propriedade mecânicas podem variar abruptamente, quer horizontalmente, quer em profundidade. Uma escavação em rocha pode dar a enganosa ilusão de ser considerado um bom terreno de fundação; no entanto um estudo geotécnico poderá revelar que a capacidade de carga desse terreno é bastante diminuta porque a sua espessura (possança) é muito pequena e assenta num terreno de fraca consistência. Alguns exemplos: Nos anos 80, creio que foi em Oliveira de Azeméis, um bloco de apartamentos de 3 / 4 (?) pisos já concluído e que iria ser habitado numa questão de semanas, rodou significativamente (tipo torre de Piza) porque, por baixo do terreno de fundação, existia uma mina, tendo levando a que o terreno de fundação não tivesse aguentado a carga que lhe era transmitida pelo prédio. Um reconhecimento geotécnico, ao identificar a natureza dos estratos em profundidade, teria, provavelmente, detectado essa situação e permitido que o projectista tomasse as medidas adequadas. A sua falta deu lugar à demolição do edifício. Uma das maiores empresas de construção civil que viria a falir nos finais dos anos 80, afundou-se porque, entre outras coisas, comprou em Portimão um terreno bastante caro, com uma bela vista de mar. A rentabilidade do investimento, apesar do custo do tereno, era suposta ser conferida por um grande volume de área edificável, isto é, com o recurso à construção em altura. O terreno em questão era de natureza rochosa. Na fase de projecto e por sondagens geotécnicas então realizadas verificaram que o terreno era um sortido de cavernas que tornava proibitivo, em termos económicos, fazer o edifício projectado. Aquilo que era um bom negócio e que supostamente teria valido uma pipa de massa veio a tornar-se num elefante branco que facilmente poderia ser evitado caso se tivesse elaborado anteriormente à compra esse estudo geotécnico. Estes exemplos revelam situações extremas e que se verificam, felizmente, com pouca frequência. No entanto, é seguramente possível afirmar que uma grande parte das patologias que se verificam nos nossos edifícios prende-se com falhas ao nível das fundações, em particular, causadas pela desadaptação destas com os terrenos onde assentam. Faço notar que algumas moradias, em particular aquelas que apresentam grandes descontinuidades de vãos, ou vãos com comprimentos apreciáveis e pouca uniformidade na distribuição dos elementos estruturais, pelo facto de terem apenas um ou dois andares, não estão imunes aos problemas das situações anteriormente descritas. Também nelas se justifica o estudo geotécnico. Respondendo em concreto às tuas questões: É sempre aconselhável o estudo geotécnico ainda que o mesmo não seja obrigatório. Quem quer minimizar o risco de patologias, em particular de fissuras ou fendilhação de paredes ou elementos estruturais deverá optar por fazê-lo. É caro? Não é barato, mas no computo global do custo da obra o seu valor não tem expressão. A qualidade tem um preço, é certo, mas seguramente que a sua ausência tem um preço ainda mais elevado. Em pequenas obras o estudo geotécnico quase nunca é feito. A Faculdade de Engenharia do Porto desenvolveu uma metodologia para avaliação da qualidade dos projectos de estruturas, tendo efectuado um estudo de caracterização da prática corrente nesta matéria. Durante alguns meses monitorizou todos os projectos com mais de 3 pisos entrados em cerca de 5(?) câmaras municipais do Norte do país. As conclusões a que chegaram os autores do estudo foi que a qualidade dos projectos, apesar de quase todos eles serem feitos em computador, pasme-se, foi considerada na sua globalidade de sofrível (e não se situavam em zonas de forte sismicidade, senão...); todos ele tiveram a classificação de medíocre, no que às fundações respeitava, por ausência de estudo geotécnico. É bom não esquecer que não temos uma cultura de exigência de qualidade na construção - vivemos bem com as rachas nas paredes das nossas casas (julgamos que elas só chateiam pelo aspecto estético, né?, quando no fundo elas têm consequências mais gravosas a logo prazo ou são o reflexo de grave doença); Para finalizar gostaria apenas de referir que os estudos geotécnicos são elaborados por empresas especializadas nesta área, dotadas de equipamentos próprios e com maior ou menor grau de sofisticação. Entre elas destaco a Teixeira Duarte, a Rodio, a Geocivil, etc. Os técnicos que intervem nestas áreas são profissionais de engenharia civil, de engenharia geológica e também geólogos. Espero ter respondido às tuas dúvidas.
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Recebi este mail a propósito dos preços praticados pela FNAC. Afirmo desde já que não tenho nada contra esta empresa comercial nem me move nenhuma cruzada contra as grandes empresas de distribuição; no entanto parece-me que a serem verdade os factos reportados na mensagem, haverá que pôr de sobreaviso todos os potênciais consumidores. Vitor Nina PS: Relativamente à mensagem original suprimi deliberadamente o nome e a função do funcionário da FNAC a quem o autor se refere, quer por que me ter pareceu que tais dados são irrelevantes para o assunto em referência, quer porque não entendo que a Web seja um espaço para lavar roupa suja, sem dar hipótese a que os visados se defendam e ainda para mais quando o autor do texto não assume a sua identidade. *Sobre a cadeia FNAC** Todos conhecemos as lojas Fnac, a gigantesca cadeia francesa de "cultura".* *Pois bem , quando apareceu em Portugal há 8 anos, arrasou literalmente com toda a concorrência nacional. Lembram-se das grandes livrarias e da Valentim de Carvalho, Loja da música, discoteca Roma e outras? ** Foi tudo "ao ar", pois os preços e a oferta da Fnac eram de facto imbatíveis. Passados 8 anos e aniquilada a concorrência, a FNAC começou a mostrar as suas garras. A boa oferta mantém-se é um facto, mas os preços são absolutamente um roubo. Especialmente nos DVDs e nos CDs. Os livros ainda vão tendo um preço, na maioria dos casos aceitável. Mas se quiser comprar um dvd, vá à Fnac, onde eles estão mais arranjados e ordenados, escolha o que deseja, e depois desça as escadas e vá comprá-lo ao Jumbo (se estiver no Fórum Almada, ou à Worten se estiver no Colombo ou no Algarve, etc) e vai ficar espantado com a diferença. Vai poupar cerca de 2 eur - 400$00 por DVD!! E não se deixe enganar pela história dos pontos fidelidade e do "preço mínimo garantido" que ostentam nos vistosos autocolantes verdes. É uma mentira. Fui gozado pelo XXXXXXXXX de loja da Fnac Almada, Sr. XXXXXXX, que me disse que se quisesse o preço mínimo que fosse comprar ao Jumbo. E assim fiz: * O pack primeira série Friends em Português:* *19,95 no Jumbo e 21,49 na Fnac. * O Smallville 3ª série, 54,98 eur na Fnac e 50,49 Eur nas grandes superfícies.* A série ER-Serviço de Urgência em que todas as séries apartir da 2 custam cerca de 40,00 em TODO o lado e na Fnac estão a 53 Eur!! * *Se mais gente começar a ter esta atitude, a Fnac vai aprender e vai baixar os preços. Temos de mostrar a estes franceses que a galinha dos ovos de ouro não se chama Portugal. ** Espalhem isto, amantes da "cultura". Obrigado!*
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Um texto lindíssimo.
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Haverá possibiidade do programa exportar os ficheiros *.DRW para *.DXF? Se sim, tens o problema resolvido. No site do Line Cad eles apenas falam na leitura de *.DXFs, sendo omissos na sua exportação. Contudo a maioria dos programas de CAD que conheço têm a possibilidade de guardar os ficheiros em formato DXF, sob pena da compatibilidade com outros softwares (e com isso a interacção entre profissionais de diversas áreas) ficar comprometida. Ora caso tal acontecesse, comprometida poderia, também, ficar a sobrevivência do próprio programa.
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Artigo 26º Entrada em vigor O presente decreto-lei entra em vigor seis meses após a sua publicação. ........ Esta lei foi publicada em 8 de Agosto de 2006.
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Michael, Eu ainda utilizo o ACAD14+S8 e portanto faço as coisas de forma ligeiramente diferente daquelas que são permitidas pelas versões mais recentes do AUTOCAD, daí o não estar muito vulgarizado com alguns dos comandos destas últimas. No entanto tive a oportunidade de testar com êxito a opção que te irei indicar, utilizando o ACAD2005 e tendo por base um levantamento topográfico à esc 1:500, abrangendo uma área de cerca de 20Ha com um relevo pronúnciado (e por isso com alguma informação complexa) e nas quais as curvas de nível eram entidades do tipo 3D Polylines. Penso, por isso, que a opção mais apropriada para o teu caso será: EXPRESS --- MODIFY ----FLATTEN OBJECTS Creio que este comando só foi incorporado na versão ACAD2005; devo dizer-te, também, que o PC levou algum tempo a processar a informação dada a grande quantidade de objectos em presença (muito embora, em abono da verdade, te posso dizer que o meu PC já sofre de artritismo e começa a "tartarugar" com muita frequência). Quanto às opções indicadas pelo Ninobino e pelo Tico, eu não as consegui implementar por não me terem aparecido os quadros de manipulação das cotas em Z, nem das Elev; pressuponho que tal foi devido ao facto de os meus objectos serem 3Dpolylines e não linhas ou polilinhas normais. O seleccionar linha a linha, primeira hipótese avançada pelo Ninobino, esteve, para mim, fora de questão no ensaio que fiz por se me afigurar como bastante trabalhosa num levantamento normal. Não obstante, de certeza que essa funcionará.
