Sputnik
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Ocorreu-me um exemplo que pode ser interessante: Duas Igrejas de Brunelleschi: São Lourenço e Espírito Santo. Na primeira ele passa a linha da matriz no eixo das paredes - o módulo é estrutural. Na segunda o módulo é espacial - a matriz descontam a espessura da parede (portanto a linha de apoio passa à face da parede). O módulo faz ainda com que os espaços sejam todos multiplos e submúltiplos uns dos outros, o que unifica a obra.
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Aproveito para fazer um pequenao reparo (fora do tema do tópico) sobre o teu trabalho. A Igreja de São Vicente de Fora (fora das muralhas), tinha a convicção que pertencia à Ordem dos Agostinhos, portanto Românica, e não Manuelina, com a típica torre dianteira que pode ter dado origem ao Nartex das Igrejas paroquiais. E, de todos os exemplos, utilizas uma Igreja da qual existe apenas um desenho e uma suposição da Planta... Tb não há Gótico. E também dizer que, a certa altura, Portugal abdicou da sua própria cultura para se dedicar às ciências de navegação e ao esforço herculeano dos descobrimentos, que nos levam, desde ai, a importar culturas estrangeiras, para logo nacionalizá-las, adaptá-las à nossa realidade.
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Ok, tens toda a razão. Alteramos a nossa percepção da obra ao longo do tempo, é verdade. Existem algumas obras que conseguem, de facto, parecer sempre novas, e parece que a sua mensagem não se esgota (ou somos nós que mudamos, o que vai dar ao mesmo). É tb um ponto de vista interessante. E agora surgiu ainda mais uma forma de interpretar "o tempo na arquitectura", desta vez como tempo histórico, ou como a qualidade atemporal da arquitectura, que diz que ao longo de toda a história da humanidade a arquitectura procura sempre resolver os mesmos problemas, daí que há um laço que unifica todas as épocas (pelo menos foi assim que interpretei). Talvez o Zgandulo deveria cingir um pouco o tema...
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Rivalidade e cada um a pensar no seu umbigo. Não faço nada para que as coisas sejam diferentes, admito. Mas reconheço que existem lacunas... Ao menos cego não me podem acusar de ser!
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Bem, nós vivemos no tempo. Estamos permanentemente presos no presente, por isso toda e qualquer realidade que nos chegue através dos sentidos, existe ao mesmo tempo que o observador. Mas não vamos cair em jogos de palavras. Para o caso, o que importa é que, face aos diferentes métodos de criação de Arte, o Músico parte de uma idéia inicial de Ritmo que regula o tempo. Igualmente o arquitecto encontra o módulo que lhe convém. O pintor não tem de pensar em termos de tempo, a menos que a sua pintura procure intencionalmente isso, como tentaram os Futuristas e os Cubistas. Pode simplesmente pensar em manchas, imóveis e eternas.
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Em resposta ao Dreamer, queria só dizer que apenas me referia ao facto da pintura ser Bidimensional. Como tal, tem apenas duas dimensões, e duas dimensões chegam-lhe perfeitamente para ser arte (Mondrian), se desprezarmos a espessura da tela mais a espessura da tinta (que no caso de Tapiés pode ser bem grossa). Ao contrário, a arquitectura nunca se nos apresenta de uma vez só. Tal como a escultura, é preciso dar a volta. E, como nem a escultura, é presico entrar. A Arquitectura apresenta-se-nos em sequencias de percursos. E ainda varia no sentido do percurso (entre a porta e o quarto, ou entre o quarto e a porta). Bom, Sem um feed back do Zgandulo, nada feito
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Não te vou aconselhar nehuma obra ou autor, porque penso que todas as obras de arquitectura se submetem a um módulo. Posso sim dizer que um módulo é uma matriz. Uma folha de papel quadriculada. É um auxiliar de desenho. Assim, em vez de desenhares o muro um pouco mais pra lá ou um pouco mais pra cá, desenha em cima da linha da matriz. E que não tem obrigatoriamente de ser quadrados (mas isso é uma exigência do exercício...) É só.
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Os grandes herois desta história são Lina Bo Bardi e John Utzon, ambos filiados no Movimento Moderno. Desengane-se quem pensa que os "Movimentos Modernos" se resumem ao Funcionalismo Desengane-se quem pensa que o Movimento Moderno não teve continuidade até aos dias de hoje (Asimplemind, esta é pra ti) Desengane-se quem achar que as regras universais de Corbusier alguma vez foram uma limitação à liberdade e originalidade individual. Uma matriz é universal. A forma como a preenchemos, é única! Outra coisa que este livro ensina é que as histórias de arquitectura somo nós que as fazemos
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Precisas mais algum pretexto do que o peso da responsabilidade de ter ouvido a ameaça e não ter feito nada? (permitindo a prova). E pretexto para quê?, com a prova todos ganham! Ganham os participantes, ganham os locais, os comerciantes, a televisão, os espectadores. É daquelas coisas em que todos ganham! Menos os terroristas, que perderam a oportunidade de trocar pessoas por dinheiro. E se houve uma ameaça concreta, é de considerar a possibilidade de que os supostos terroristas iriam perseguir a prova e os participantes qualquer que fosse o trajecto alternativo em Africa. Daí compreendo que não é não, e que as seguradoras assim o tenham entendido tb.
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Porque será que não se forma um sindicato de arquitectos? Não há ai funcionários suficientes? Serão muito desorganizados e altamente competitivos? Será que se iludem pensando que são representados pela Ordem? Será que somos todos completamente apolíticos hoje em dia? Ou pior, ignorantes politicamente? Ou será que bem no fundo ambicionam e contam com tornarem-se arquitectos empresários, e pensam: "tanto trabalho para criar um sindicato quando o que me convém é que não haja..."? São tantas as barreiras que imagino que nunca haverá sindicato coisa nenhuma, e continuaremos não representados pela Ordem, como sempre foi. Atenção, não tiro crédito àquela elite bem intensionada - foram, que eu saiba, a única organização não partidária, não filiada num partido político, que alguma vez pediu uma alteração a uma lei em Portugal Democrático. Sem sucesso.
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Concordo plenamente com IIIARQIII. Os arquitecto tendem a planear a cidade com base em critérios de estética. Limitam em plano a cércea dos edifícios a níveis irrealistas, conforme lhes apetece ou acham bonito, e não em função da procura económica que aqueles locais podem ter a médio prazo, até porque os planos só se realizam muitos nos depois do seu planeamento. Vejam o Plano de ampliação sobre o mar da cidade de Macau, do Siza... Um desastre! A Casa da Música não é exemplo: é uma operação simples em que se contracta um "archistar" para reforçar e renovar a imagem e atractividade do segundo grande centro do Porto, bastante descaracterizado. Ironia do distino para o Autor da célebre frase "f*ck the context", aparecer um projecto para um banco nas traseiras da Casa da Música que ameaçava cortar o grande eixo visual desta peça monumental...
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Há muitas formas de ganhar dinheiro (já tendo algum dinheiro inicialmente, claro). Conheço uma arquitecta que vive do seguinte: compra um terreno. Edifica uma casa para ela própria, sem clientes, sem blá blás, trabalha à vontade para si própria, arranja assinaturas, empreiteiros baratos. Depois vende, e geralmente vende bem, porque as casas tem qualidade e porque encontra clientes que estão fartos desse pseudominimalismo todo igual, ou blocos horrorosos, ou casotas de emigrantes, e ali já tem uma coisa existente, diferente, com qualidade, único e garantido, sem chatisses de obras. Ao longo da vida toda (tá com 40s e tais) já fez umas 4 ou 5 cinco casotas apenas, e um prédio, mas fê-las com prazer e sem ter de aturar exploração e a falta de educação dos otários dos patrões! Não é rica, mas casou bem, e parece feliz. Bom pra ela.
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As autoridades Francesas fizeram o que tinham de fazer: Alertar! Mais nada. A partir daí são as seguradoras que retiram os seguros de vida aos pilotos, e sem seguro de vida, ninguém participa!
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Podes colocar em Portfólio. Não podes comercializar: para todos os efeitos é propriedade da empresa.
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Não sei se isto é algum consolo, mas podes ter a certeza que o arquitecto é uma raça que históricamente sempre explorou o colega de profissão. Conheci um arquitecto que trabalhou com o Teotónio Pereira a fazer perspectivas à mão (era praticamente só o que fazia), e a ganhar menos do salário mínimo pra época, durante vários anos... O homem não tinha escrupulos! O Taveira, nem é preciso dizer o que faz às alunas, já todos sabemos. E logo ele, que teve a sorte imensa do patrão dele fugir aquando do 25 de Abril, e de ter ficado com os clientes todos desse arquitecto... Nada mau para começar a vida. O Siza, nos primeiros 20 anos de trabalho, nem para comprar um carro de jeito. Agora é só facturar. Em algumas profissões, como carpinteiro, pedreiro, alfaiate, era natural o aprendiz além de trabalhar de graça por um período inicial, ainda pagava para ter aquela formação, que depois ia lhe valer o ganho da vida toda! Os patrões permanecem com essa desculpa de quye estão a dar formação... O TANAS! Estão masé a aprender conosco! Raios os partam!
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"Qual a influencia da dimensão tempo na arquitectura" é, pra mim, como perguntar: qual a influencia da 3ª dimensão "altura" na escultura. A menos que te estejas a referir apenas ao processo de envelhecimento do edifício, à sua necessidade de adaptar a diversas necessidade ao longo do tempo... Será? Não sei se é isto ou não, mas vou continuar, pode ser que acerte em alguma coisa... Existem realmente uma grande dificuldade em representar e transmitir a arquitectura. Pessoalmente acho que nunca conseguiria decifrar a espacialidade da Casa da Cascata apenas através das plantas, cortes e alçados, ou mesmo fotos. Possuo alguns filmes e é o que me vale. E ainda fica a faltar a noção de escala, que só se pode ter visitanto pessoalmente aquele objecto. Corbusier concebeu a Vila La Roche como um percurso dinâmico, parece-me que corresponde à letra a essa necessidade que a arquitectura tem de se desenvolver no tempo. Também Fernando Távora, na tese da Organização do Espaço, começa por definir o seu objecto de estudo e as condições em que ele ocorre: um ponto no espaço, elevado a 1,6m do chão, móvel. Móvel implica, naturalmente, o tempo. Esta noção, aparentemente óbvia e evidente, traduziu-se em espaço e em construção - na casa de Ofir, o espaço de circulação é uma entidade própria que não termina na casa, mas continua...
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Título: A Modernidade Superada Autor: J. M. Montaner Custo: comprei por 15 euros já há dois anos. Não sei como está agora. Espessura: 1cm Montaner, crítico e historiador catalão, se não me engano, autor de uma explendida recolha de textos de autores ao longo do século XX intitulado "Textos da arquitectura da modernidade", e outras excelentes críticas, aparece-nos agora com este livrinho muito original. A tese é a de que o chamado Modernismo superou-se ao "regionalizar-se", ao ganhar valores locais, mais além do cumprimento de algumas regras e princípios supostamente universais... Mas afinal o que é universal ou o que é local? Uma coisa implica a outra? São algumas questões que surgem ao longo da leitura. Como tem muito poucas ilustrações, convém conhecer, ou ter ao lado, uma base de dados com as obras que vão sendo citadas... Espero que se divirtam-se com a leitura
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Ok. O que o teu professor te está a perguntar, subrepticiamente, é: o que é a arquitectura? e mais esplicitamente: o que é que a distingue das outras artes? É uma pergunta clássica e vai surgir-te ao longo de toda a tua vida. Pintura, Escultura e Arquitectura. (arquitectura ensinava-se nas academias de Belas Artes, e os velhotes ainda tem esse trauma...) É claro que precisas de tempo para ver uma pintura. Mas ela não implica tempo. Pode querer significar o tempo, como fez Picasso, mas não o implica directamente. Escultura, espera ai. Escultura precisa do tempo: tens de dar a volta à estátua para a ver na totalidade! As estátuas egípcias basta ver de todos os ângulos rectos, mas as estátuas do Rodin... Arquitectura? Deixo pra ti responder... E urbanismo? Ainda mais. E tanto que deixa de se chamar "arte" e passa a ficar guardado noutra gaveta... Então se arquitecura precisa de tempo, se não jogarmos com ele, então não é arquitectura! É uma mausoléu egípcio para os deuses mortos. Que outras artes existem que precisam tempo?? Cinema! Teatro! A magnifica arte de contar histórias. A vida. É nelas que nos inspiramos então. Os Filmes, os documentários são os que podem dar uma ideia, mesmo assim tosca, da arquitectura que não podemos visitar. (Por falar em filmes: Blade Runner, Metapolis, La Ain, os filmes que mostram as casas do Lautner: The Big Lebauski, Golden Eye, etc) Ao percorrer uma obra de arquitectura é como se nos estivessem a contar uma história: tem de ter princípio, meio e fim; uma introdução, tem de ter um auge da história, e saber morrer, pra continuar na natureza o percurso. Uma maneira de dizer tudo isto é a de que a arquitectura joga com o tempo e que por isso se dostingie das outras artes.
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Piodao | Edificio Multifuncional | Eduardo Mascarenhas de Lemos
Sputnik replied to JVS's topic in Arquitectura
Sales Costa, gostaria, se possível, saber o que te leva a achar que o edifício em questão pode ter de história do lugar? Não é uma pergunta depreciativa. Penso que ser "moderno" não é razão para não se ser "conservador" de alguma maneira (como foi LOOS). (E preferia de longe estar a debater outro caso, mas é o que temos...). -
Obrigado eu pela oportunidade de discutir e por em dia assuntos que tb me interessam. Em resumo, e pelo contrário, penso que hoje precisamos da "questão do lugar" mais do que nunca - os programas são instáveis, tudo é tão instável, que das únicas coisas a que nos podemos agarrar para fundamentar as nossas opções em projecto é mesmo no lugar e na cultura a quem o projecto servir. Tenho um lugar. Se pretendo fazer uma casa, procuro ver onde está a íntimidade natural desse lugar. Se pretender fazer um edifício público, talvez procure ocupar um local de exposição natural do lugar. Colaborar com o lugar é meio caminho feito! São só vantagens! Mas não há um projecto ideal para cada local, visto que depende tb do programa. Percorremos o país e assistimos a inúmeros casos de casa de emigrante que cortaram "à faca" a encosta só para poderem instalar-se numa plataforma horizontal à cota da rua... Lotemanetos inteiros feitos em cima do joelho, quando poderiam inclusivo ganhar dinheiro se parassem para pensar um pouco... "Arquitectura é geometrizar" (li isto algures). Geometria materializada, faltou dizer... E por ai fora, nunca mais me calava. Bom, foi um prazer
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Pode-se definir como um lugar onde o "Genius Loci" (o espírito guardião do lugar) foi destruído, afectado, suspenso ou alterado. Sem carácter definido. Sem um sentido. Logo é muito difícil intervir nesses espaços, porque qualquer intervenção convencional parece forçada, caída de para-quedas. Ridícula. Mas na maioria dos casos essa visão é um claro exagero, porque há sempre alguma coisa a que nos agarrarmos: veja-se o Bairro da Malagueira do Siza: podiamos pensar que aquilo era um desses espaços ambíguos, nem dentro nem completamente fora da cidade, com diversas escalas de intervenção em torno, mas olhando com mais atenção, o Siza reconheceu uns trilhos, umas pré-existencias, uns pequenos desníveis... Afinal não era tão vago assim
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"o estudo de tipologias de lugar e correspondentes tipologias de projecto que com a metedologia necessária á sua implantação respondem de um modo geral aos lugares em geral" Tenho de confessar que apenas folheei esse livro do Pedro Gadanho, arquitecto que, aliás, admiro pela obra que fez com a aldeia da luz. Ai está uma obra que não se limitou a repor a circunstancia anterior como tb procurou adaptá-la... (uma das exigencias da população foi de transladar o cemitério tal e qual!). E confesso tb que o tema do livro é absolutamente actual! O que mais fazemos são projectos abstractos para clientes que não podemos conhecer, e se por acaso o construirem noutro local, é natural que aconteça. Mas essa realidade é algo que me constrange e aborrece sobremaneira, e contra a qual tento lutar ou fugir. "casas modelares e de propostas pré fabricadas em que a unica preocupação é mesmo a implantação que muitas vezes não fazem a adaptação necessária para o lugar em termos de arquitectura" Outra coisa não seria de esperar. Pra não falar da adaptação que o usuário tb terá de fazer, porque tb ele tem de moldar os seus hábitos a um objecto que não só não foi pensado para ele, como não foi pensado para receber diversas actividades, e possuir uma certa ambiguidade/flexibilidade naturalmente necessária... Falando de tipologias de lugar, não existem, ou existem no sentido em que estão associadas a determinadas culturas de habitar. Existem arquétipos, como a casa gótica, por exemplo, que existe em toda a europa: a casa desenvolvida entre dois longos muros de propriedade, edificada à face da rua com quintal atrás. As unidades de habitação de marselha inspiram-se neste Tipo de habitação, e tb a casa citroen vai buscar este arquetipo. Há muitas ferramenteas de que o arquitecto pode servir-se, mas frente de uma situação concreta, um cliente concreto, um local específico, só a sensibilidade o poderá auxiliar
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10 principais razões para se namorar/casar com um(a) arquitecto(a)...
Sputnik replied to Dreamer's topic in Arquitectura
11. Estão sempre com a caneta a postos 12. Passam horas a pensar no quarto de cama -
Terraign Vague como espaços de EVASÃO da cidade, espaços que fogem à sua lógica organizadora, resistem teimosamente inserir-se nos espaços produtivos da cidade. Talvez seja isto que imaginas como espaços de evasão... Senão, suspeito que o título da tua prova possa ser a sua desgraça.
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O urbanismo procura, sobretudo, consensos entre todas as entidades envolvidas: o proprietário, os promotores, os investidores, projectistas, políticos, utentes, etc. Só assim poderão levar um plano avante. Os consenos são de tal forma difíceis que nem faz grande diferença tratar-se de uma Camara Municipal Comunista ou de Centro Esquerda - todos farão a mesma coisa, só o que difere é a forma como o fazem. Monumentos?, sei o que é. Terraign Vague?, sei o que é. Arq. evasiva? não sei o que é.
