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JVS

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Everything posted by JVS

  1. Acha que alguem namora uma pessoa com o feitio dele?:)
  2. in http://architecture.myninjaplease.com/?p=4011 Located in one of Istanbul’s most populated and diverse neighborhoods, Beşiktaş is an eclectic area with a village-like atmosphere that is in the process of urban renewal. The Beşiktaş Fish Market is located on a triangular site. It is an iconic venue where many locals and visitors buy fresh fish daily. The construction of the old fish market was in very poor shape and needed to be replaced. The design solution was to maintain its iconic neighborhood presence, while also reaffirming its welcoming feeling. GAD designed a triangular shaped concrete shell covering the entire site with large openings at street level. The concrete shell provides a column-free interior space, optimizing the project’s programmatic needs. The new design injects a contemporary and pragmatic solution, at once preserving the fish market’s history.
  3. Lately I get the feeling that we are approaching the limits of the iconographical project. It becomes increasingly hard to find new iconographies, either because these projects are not so much out there in the media, or just because they do not exist. With now 99 iconographic objects documented here at Eikongraphia one cannot deny iconography does exist. But I keep finding myself talking about projects of a couple years ago. The scary question: Has the iconographic project already passed us by? One of the architects that keeps returning on this blog is the American architect Steven Holl. A big chunk of his current portfolio has an iconographic motivation, different results. The embassy that Holl designed in Washington for Switzerland is one of the most beautiful ones, with references to the mountains, and the national flag. The T-shaped residential towers in Denmark I find less convincing. Critics keep saying Steven Holl is an avant-garde architect, but when discussing the iconographies he applies, one has to admit he is not innovative at all – which doesn’t say his designs are not really good. Take for instance the ‘sail’ that Holl is currently designing for the Belgium city Knokke-Heist. In the Eikongraphia Top 10 chart of iconographies three buildings with the same iconography appear; the Sydney Opera House (Jorn Utzon), the Burj Al Arab (W.S. Atkins), and the Antwerp Law Courts (Richard Rogers). But when looking at the collages and renderings of the design it is clear that it is not the iconography that is innovative, but the way it is developed. The end result is a stunning and beautiful building with its fragmented form and light surfaces. The motivation for the sail-iconography comes indirectly from the location of the site at the shore of the North Sea. Holl takes a detour via a painting inside of the building he designs the extension for: “The Sail Hybrid design was inspired by the René Magritte mural, The Ship Which Tells the Story to the Mermaid, commissioned for the casino in 1953.The mural inspired a hybrid transformation of the casino into three architectures: an early-modern restored volumetric architecture (white restored, reprogrammed casino), a porous-bridge Hybrid Architecture (perforated congress hall), and a sail-like Planar Architecture (glass planes – hotel and apartment tower) to create a synergy of new functions.” The ‘sail’ is part of a larger collage of elements, in which the 1930 early Modernist casino designed by Leon Stynen is being overbuilt by this new extension. In the competition-entry of Neutelings Riedijk this old building was destroyed. in http://www.eikongraphia.com/?p=1616 http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Steven%20Holl%20Knokke.jpg http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Steven%20Holl%20Knokke%20Night_Distant_Seaview%20small.jpg http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Steven%20Holl%20Knokke%20(7).jpg http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Steven%20Holl%20Knokke%20(1).jpg http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Steven%20Holl%20Knokke%20(9).jpg http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Steven%20Holl%20Knokke%20(6).jpg
  4. [ame=" "]YouTube - Heróis do Mar - Saudade[/ame] Na minha opiniao a melhor musica portuguesa.
  5. Senhores e senhoras: Moderem a linguagem e e escrevam sobre o projecto em causa. Nao respondam as provocacoes do user Ark. Exmo senhor Arq. Ark: Venho por este meio comunicar o seguinte: Nao podes saber qual foi o autor deste projecto e jah agora podias fazer uma pesquisa mais aprofundada dos autores desconhecidos dos projectos que apresentas aqui no forum. Se queres um diversidade aqui no forum tenta aprofundar um pouco mais sobre o lado obscuro da arquitectura que ninguem fala. Nao esperes que os outros investiguem sobre exemplos de arquitectura que tu consideras de qualidade. Com os melhores cumprimentos, JVS Ponto 3: Neste momento houve uma pequena limpeza de respostas que nao tinham nenhuma relacao com o projecto exposto pelo utilizador. Se a conversa continuar fora do tema proposto pelo utilizador que eh discutir sobre o edificio o topico serah encerrado. Obrigado pela vossa atencao.
  6. Nao respondo.:)
  7. Desde quando o Justiceiro eh ficcao cientifica?
  8. Parece ser fraquinho...
  9. Tens de ter mais cuidado... para a proxima ela pode aparecer gravida de 3 gemeos...:)
  10. Tenha calma. Julgava que estava a ser ironico.
  11. Neste momento estamos a ver o duelo entre asimplemind vs ark... quem vai ganhar este duelo de picardias? Aposte e veje este duelo de gigantes da arquitectura.pt. Entretanto delicie-se a ver esta bela ... belo, desculpem o engano ... belo exemplo de arquitectura em Portugal.
  12. JVS

    Curiosidades

    Muito boa e muito interessante.
  13. Música, acrobacia e fogo dão as boas vindas ao TEMPO Portimão inaugurou oficialmente ontem, 11 de Dezembro, o novo Teatro Municipal – TEMPO – num edifício emblemático situado no coração da cidade, um investimento de 12 milhões de euros inserido numa estratégia de revitalização da zona histórica daquela metrópole. A par de outros equipamentos socioculturais que o município tem vindo a edificar, o TEMPO “aponta para um conceito de cosmopolitismo e de modernidade, reunindo condições para se tornar num lugar de referência nacional para a criação e a divulgação da cultura” frisou ontem, o autarca de Portimão, Manuel da Luz, aquando da inauguração do espaço. Paralelamente à ampliação de uma oferta qualificada de eventos culturais, o espaço pretende afirmar-se como um factor de atractividade e de diminuição da sazonalidade, especialmente nos sectores do turismo, restauração e comércio tradicional. “A competitividade das cidades é um factor essencial na qualificação e requalificação de toda esta zona para que esta cidade seja mais atractiva e culturalmente mais rica” defendeu o ministro da cultura, José Pinto Ribeiro, que veio inaugurar o equipamento. Elogiando a cidade e os novos equipamentos culturais criados em apenas seis meses (o Teatro e o Museu Municipal), o ministro frisou a importância da qualificação informal que é realizada por estes espaços de cultura. “Este trabalho de museu, biblioteca Municipal, Teatro e Arquivo tudo isto contribui para uma qualificação das pessoas. Há um grande esforço do Governo nesse sentido de novas oportunidades de qualificação formal, mas há uma qualificação informal que é feita por este espaço de cultura. Isto abre a cabeça das pessoas, abre os horizontes e as pessoas tornam-se diferentes a partir daqui”. Relativamente à sustentabilidade económica do teatro municipal, Manuel da Luz garantiu que, embora aberta a parcerias com privados através do mecenato, está será “largamente assegurada pelo município no quadro da opção política de serviço público de cultura que esteve na sua génese”. Quantos aos apoios que este espaço vai merecer o ministro foi peremptório: “O ministério vai apoiar esta obra”, lembrando os apoios anuais, bienais, trienais e quadrienais que são decididos no âmbito da direcção geral das Artes para grande parte dessas actividades culturais. O espaço e o projecto O novo espaço cultural permitirá nos seus 4.700m2 de área uma programação diversificada nos espaços existentes: o grande auditório com capacidade para 494 lugares, o pequeno auditório com 164 lugares, um café concerto, o atelier, a sala de ensaios e a de exposições. O projecto foi assinado pelo arquitecto Troufa Real, criado no palácio oitocentista Sárrea Prado. A nível da arquitectura de interiores e design de mobiliário, Daciano da Costa recuperou e adaptou para este espaço ambientes e peças marcantes do seu percurso artístico. Flávio Tirone concebeu o projecto cénico e Renz van Luxemburg (DHA) foi o autor do projecto acústico. João Ventura é o director. O projecto vai caracterizar-se por uma aposta na representação de repertórios artísticos, sobretudo contemporâneos, através de modalidades tão diversificadas como espectáculos, laboratórios e oficinas criativas, residências artísticas e outras modalidades performativas que decorram das especificidades dos projectos em desenvolvimento, visando a criação, a produção e a difusão de manifestações de teatro, música, dança, novo-circo, literatura, audiovisual e outras expressões artísticas. O TEMPO vai dedicar-se, particularmente, à vertente formativas por meio do desenvolvimento de actividades que visem sensibilizar e formar públicos de idades, vivências e interesses diversificados e promover a aprendizagem ao longo da vida. Para o público mais jovem, o espaço, através dos seus serviços educativos, vai desenvolver estratégias transversais, nomeadamente com as escolas, para estimular o gosto pelas artes e a sua recepção crítica. Cristina Elói 12:35 sexta-feira, 12 dezembro 2008 in http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=90529 Site do TEMPO
  14. Sociedade 12 Dez 2008, 14:00h “Planos de ordenamento não podem ser feitos por técnicos de gabinete” A maioria dos técnicos que fazem planeamento do ordenamento do território não conhece a realidade do terreno e trabalha no conforto dos seus gabinetes. “O país está a saque, e antes de nos preocuparmos com o protocolo de Quioto, temos de acabar com este saque. Somos um país de dez milhões com casas para 40 milhões”, exemplificou o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles num debate que reuniu meia centena de empresários, autarcas e cidadãos da região na quinta-feira no Arripiado, Chamusca. José Manuel Palma, professor universitário e antigo presidente da Quercus, disse que prefere as decisões de “um político incompetente às de um tecnocrata armado em carapau de corrida”. O especialista em ambiente considerou que Portugal “tem as melhores leis” mas não as sabe aplicar. Os dois oradores foram convidados pela Associação Empresarial da Região de Santarém- Nersant para falar do ambiente como condicionante ao desenvolvimento económico e optaram por uma abordagem à volta do mundo esquecendo o ponto de partida- a região de Santarém. No final de mais de duas horas de conversa à volta das questões colocadas pela jornalista Rita Neto, houve lugar para apenas duas intervenções do público. Soube a pouco… “Deixem-me falar, eu vim de longe para falar convosco”, referiu o arquitecto Ribeiro Telles já no final do debate. Com a autoridade de quem foi ministro, responsável pela elaboração de várias leis de bases na área do planeamento e fundador da licenciatura de arquitectura paisagista, o arquitecto de Coruche defendeu que a charneca e a lezíria ribatejanas devem ser humanizadas e desta forma será mais fácil combater a desertificação de que a Chamusca é um exemplo. “Não faz sentido irem comprar uma alface que fez 500 quilómetros para aqui chegar a um supermercado da Chamusca, quando têm terras boas e gente que as sabe produzir”, acrescentou. Ribeiro Teles defendeu o regresso das pessoas às aldeias e às quintas e a recuperação das relações de vizinhança. Mas para tal é preciso criar condições e José Manuel Palma diz que é uma questão de opções e entende a actuação de quem governa. “O mesmo montante financeiro investido numa aldeia serve muito menos gente que numa cidade”, justifica. Os dois oradores cruzaram argumentos em várias matérias, alimentando o debate, mas revelaram perfeita sintonia nas críticas às políticas de protecção ambiental. “Temos de aprender rapidamente com as porcarias”, referiu José Manuel Palma. À margem do debate, o ambientalista disse a O MIRANTE que a instalação dos dois Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos (CIRVER) na Chamusca é uma mais valia para o concelho, mas é preciso estar atento porque as mudanças sucedem-se a uma ritmo acelerado. “Estamos no caminho certo, mas não podemos descansar”, concluiu, elogiando a estratégia seguida pela câmara municipal que “encontrou na selecção e tratamento de resíduos uma oportunidade de desenvolvimento, criando emprego e riqueza para o concelho”. O presidente da câmara Sérgio Carrinho assistiu ao debate que decorreu numa antiga cavalariça na Quinta do Arripiado transformada numa acolhedora sala de reuniões, mantendo a traça e os materiais de outros tempos. Um bom exemplo de que é possível dar vida às quintas, mantendo as suas memórias. in http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=26844&idSeccao=479&Action=noticia
  15. Associação Portuguesa de Museologia O Fluviário de Mora é o melhor museu português 12.12.2008 - 20h21 Sérgio C. Andrade Numa decisão inesperada, e que foi também vista como “ousada”, a Associação Portuguesa de Museologia (Apom) considerou o Fluviário de Mora o Melhor Museu Português 2008; receberam menções honrosas os museus de Arte Contemporânea de Elvas e Arqueológico do Fundão. Na lista de prémios da Apom, hoje anunciada em Lisboa, o Museu Nacional de Arqueologia venceu na categoria Exposição, pelo conjunto de mostras exibidas. Na categoria de melhor catálogo venceram o Centro de Arte Moderna da Gulbenkian, pela publicação que acompanhou a exposição “Amadeo”, e também os museus do Neo-Realismo, em Vila França de Xira, Marítimo de Ílhavo e a Divisão de Publicações da Assembleia da República, pelo catálogo sobre os tratados internacionais. Os museus das Comunicações e da Colecção Berardo, em Lisboa, receberam o Prémio Melhor Serviço de Extensão Cultural. O Prémio Carreira foi para a historiadora Adília Alarcão, que se mostrou “muito desassossegada” no momento de o receber, por achar que nunca tinha feita “nada bem”. Marta Rocha Moreira, da Faculdade de Arquitectura do Porto, recebeu o de Melhor Trabalho de Museologia, pela tese “Da casa ao museu”. Este ano, e pela primeira vez, a Apom distinguiu também jornais: o PÚBLICO, pelo seu acompanhamento da Cultura, e o “Diário de Notícias do Funchal”. O melhor site foi o do Museu da Polícia Judiciária, pelo projecto “SOS Azulejo”. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352908
  16. Um museu "translúcido" no Entroncamento Um parque verde urbano e uma estrutura feita em aço, plástico, vidro e policarbonatos, num ambiente "translúcido, diáfano", são as imagens fortes do complexo museológico que vai acolher o rico património ferroviário do país, no Entroncamento. João Luís Carrilho da Graça, o arquitecto que desenvolveu o plano director do que será o futuro Museu Nacional Ferroviário, mostrou hoje, na inauguração do primeiro edifício do complexo, a Rotunda das Locomotivas, a maqueta que idealizou e que espera ver desenvolvida no terreno na próxima década. Com um custo estimado de 40 milhões de euros, o espaço do museu - a desenvolver nos 46.500 metros quadrados propriedade da Fundação Museu Nacional Ferroviário, inseridos no cruzamento de linhas e estação do Entroncamento - vai ter que crescer com investimento público, nacional e comunitário, mas também privado, como frisou a secretária de Estado dos Transportes. Prometendo que o Estado não se demitirá das suas responsabilidades, Ana Paula Vitorino - que com a secretária de Estado da Cultura, Paula Santos, hoje inaugurou a Rotunda das Locomotivas -, apelou à participação "dinâmica e empenhada" dos privados, alguns dos quais integram já a Fundação. "Estou certa que este projecto tem capacidade para atrair investimento", afirmou, considerando que o Museu será "um pólo de atracção e desenvolvimento para o turismo cultural, contribuindo para a qualificação territorial, desenvolvimento económico, social e cultural" da região centro, mas também de Lisboa e Vale do Tejo e até do país. O projecto de Carrilho da Graça aproveita os armazéns existentes nos terrenos da Fundação, em tijolo, agora degradados, incorporando-os numa estrutura "translúcida", em "contra fundo" ao aço das locomotivas e carruagens. O parque verde, com árvores e relva, vai ser também ele espaço expositivo e de percursos guiados, que podem passar pelo recurso a um mini-comboio. Na nave será exposta, por secções, grande parte do vasto espólio da Fundação, de várias épocas. Na Central Eléctrica vai surgir um restaurante, propondo Carrilho da Graça a existência de um túnel, pedonal e automóvel (que atravessa todas as linhas a partir da estação), que seja galeria comercial e ponto de circulação para o museu e para a própria estação, ligando a um parque de estacionamento subterrâneo com 1.200 lugares. O plano propõe um outro acesso ao museu, a partir do outro lado do complexo, onde se situa o armazém dos víveres, permitindo a ligação entre as duas partes da cidade divididas pelo caminho-de-ferro e criando novas dinâmicas. Ana Paula Vitorino pediu que o Museu privilegie a interactividade com os visitantes, que seja transversal a todas as gerações e espaço de aprendizagem e diversão, e que, daqui a muitos anos, "acolha mais um símbolo do progresso português, o material usado na primeira viagem de alta velocidade". Além da vertente expositiva (permanente e temporárias), o projecto prevê a existência de um Centro de Inovação e Experimentação Tecnológica, em parceria com universidades e privados, para mostrar "os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos". Prevê ainda um museu virtual, oficinas de conservação e restauro, uma livraria, um serviço educativo com programas e actividades em áreas como o modelismo, as engenharias, energias, ambiente, matemática, física, entre outras estruturas. Lusa/fim in http://sic.aeiou.pt/online/arquivo/2008/6/cartaz/1/20080620Um+museu+translucido+no+Entroncamento.htm
  17. Vencedor anunciado Prémio Pessoa 2008 atribuído a Carrilho da Graça O Prémio Pessoa foi este ano atribuído ao arquitecto Carrilho da Graça, por ter criado "uma obra coerente, que se adequa ao ambiente onde é instalada", segundo explicou o presidente do júri, Francisco Pinto Balsemão. O galardão é anualmente atribuído a uma figura portuguesa que se tenha destacado na vida artística, literária ou científica do país. Pinto Balsemão apontou "a clareza e a limpidez das formas" que o arquitecto escolhe, "além da capacidade de criar obra nova e recuperar obra antiga, uma função altamente criativa". Da obra sua destacam-se a Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento dos Mares para a Expo 98, sendo também autor da recuperação de vários edifícios, como a Igreja de São Paulo em Macau e o Mosteiro Flor da Rosa, no Crato. Este ano acabou a recuperação do edifício onde ficou instalado o Museu do Oriente e estão em conclusão obras suas como a Escola Superior de Música de Lisboa, a Igreja de Santo António em Portalegre e o complexo do Auditório de Música em Poitiers, França Ordem de Mérito da República Portuguesa João Luís Carrilho da Graça nasceu em 1952. Licenciado pela Esbal em 1977, foi assistente na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa entre 1977 e 1992. Desde 2001, é professor convidado no Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa e, na Universidade de Évora, a partir de 2005. Tem desenvolvido actividade pedagógica em seminários, conferências e semestres de docência em várias escolas. Carrilho da Graça tem recebido, ao longo dos anos, vários prémios. Está publicado extensamente em inúmeros livros e revistas da especialidade. Foi distinguido com a Ordem de Mérito da República Portuguesa em 1999. Prémio Pessoa Instituído em 1987 pelo jornal Expresso e pela empresa Unisys e patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos por cinco anos, o prémio é constituído por um diploma e por um montante em dinheiro que subiu este ano de 50 mil para 60 mil euros. Entre os distinguidos, encontram-se os historiadores José Mattoso (1987) e Irene Flunser Pimentel (2007), os poetas António Ramos Rosa (1988), Manuel Alegre (1999) e Herberto Helder (1994), que recusou o prémio, a pianista Maria João Pires (1989) e a pintora Menez (1990). Os escritores Vasco Graça Moura (1995), José Cardoso Pires (1997) e Mário Cláudio (2004) são outras das figuras nacionais que mereceram o galardão, bem como os investigadores neurocientistas António Damásio e Hanna Damásio (1992), o investigador António Sobrinho Simões (2002), o neurocirurgião João Lobo Antunes (1996), o arqueólogo Cláudio Torres (1991) e o constitucionalista José Gomes Canotilho (2003). O arquitecto Eduardo Souto de Moura (1998), o fotógrafo José Manuel Rodrigues (1999), o compositor Emmanuel Nunes (2000), o filósofo Fernando Gil, o presidente da Cinemateca Portuguesa, João Bénard da Costa (2001), o actor e encenador Luís Miguel Cintra (2005) e o professor António Câmara (2006), fundador da empresa de novas tecnologias YDreams, completam a lista de premiados. Nos termos do regulamento, o Prémio Pessoa é "concedido, anualmente, à pessoa de nacionalidade portuguesa que, durante esse período e/ou na sequência de uma actividade anterior, tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país". "Qualquer instituição ou pessoa portuguesa pode enviar propostas de candidatura ao Prémio", que não poderá ser concedido a título póstumo e será atribuído por um júri, cujos presidente e vice-presidente serão, respectivamente, designados pelo Jornal Expresso e pela Unisys, sendo os restantes membros convidados anualmente pelo Jornal Expresso", lê-se no regulamento. Com Lusa in http://sic.aeiou.pt/online/noticias/cartaz/20081212+Premio+Pessoa+atribuido+a+Carrilho+da+GraÇa.htm Prémio Pessoa 2008: "Que contribua para a melhoria da prática" da arquitectura - Carrilho da Graça Lisboa, 12 Dez (Lusa) - O arquitecto Carrilho da Graça, hoje galardodado com o Prémio Pessoa 2008, manifestou a esperança de que este destaque dado à arquitectura "contribua para a melhoria dessa prática, que muitas vezes tem dificuldades". Em declarações à Agência Lusa no `atelier` onde trabalha, em Lisboa, o arquitecto disse estar muito contente com a escolha do seu nome, "sobretudo porque o júri do Prémio Pessoa é composto por pessoas de áreas diversificadas da cultura e da sociedade". "É muito importante [receber este galardão] porque os arquitectos estão sempre em interacção com a sociedade. Os trabalhos que fazemos têm um sentido colectivo dentro do `atelier`, depois, com as equipas de engenheiros, as obras são acompanhadas por milhares de pessoas, e os edifícios vistos por muitos mais ao longo do tempo", apontou. João Luís Carrilho da Graça, 56 anos, é, depois de Eduardo Souto de Moura, em 1998, o segundo arquitecto a receber o Prémio Pessoa, este ano no valor de 60 mil euros, iniciativa do semanário Expresso, com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos (CGD). "É muito gratificante quando percebemos que o nosso trabalho é reconhecido. Os arquitectos respondem a desafios da maneira mais intensa, profunda e sensata possível. Se ao fim de trinta anos nos dizem que a nossa obra é coerente e rigorosa, é um elogio fantástico", comentou. Quanto aos projectos que tem em mãos neste momento, Carrilho da Graça deu o exemplo, em Lisboa, da musealização da Praça Nova do Castelo - que inclui uma série de casas islâmicas e escavações arqueológicas - que deverá ser inaugurada no início do próximo ano. Também na capital, fez ainda referência a um projecto para a zona Boavista Nascente, onde se vai inserir o novo edífício-sede da EDP. A historiadora Irene Flunser Pimentel foi a vencedora em 2007, e, anteriormente, também foram galardoados, entre outros, o compositor Emanuel Nunes, a pianista Maria João Pires, o arqueólogo Cláudio Torres e o escritor Herberto Hélder. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-12-12 16:05:07 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=377533&visual=26&tema=5 Carrilho da Graça vence Prémio Pessoa João Luís Carrilho da Graça, docente do Departamento de Arquitectura da UE é o vencedor do Prémio Pessoa 2008. O Pavilhão do Conhecimento em Lisboa e o edifício da Escola Superior de Comunicação Social são algumas das obras assinadas pelo segundo arquitecto distinguido com este prémio. O comunicado que anuncia a atribuição do prémio refere o trabalho de Carrilho da Graça como "rigoroso e coerente, com uma linguagem própria" e destaca ainda o seu papel como docente universitário, "contribuindo para o desenvolvimento de novas gerações de arquitectos". Carrilho da Graça é professor catedrático convidado e Presidente do Conselho de Departamento de Arquitectura da UE. Autor da recuperação de vários edifícios, como a Igreja de S. Paulo em Macau, o Mosteiro Flor de Rosa no Crato, o Convento de Jesus, em Setúbal e o convento de S. Francisco em Coimbra. O Prémio Pessoa propõe reconhecer a actividade de portugueses com papel significativo na vida cultural e científica do país. Trata-se de uma iniciativa do jornal "Expresso" com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, cuja designação se inspira no nome do português com maior irradiação cultural neste século, Fernando Pessoa. O júri do Prémio Pessoa 2008 foi constituído por Francisco Pinto Balsemão, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Eduardo Souto de Moura, João José Fraústo da Silva, João Lobo Antunes, José Luís Porfírio, Maria de Sousa, Mário Soares e Rui Baião. O Prémio Pessoa 2008 será constituído por um diploma e uma dotação em dinheiro no valor de 60.000 euros. in http://www.ueline.uevora.pt/newsDetail.asp?channelId=C6A8744C-AA7B-4958-B6C4-FEF21E66DB6F&contentId=705BD809-2A16-445E-869D-A212A1BACAFE Arquitecto vai receber 60 mil euros Carrilho da Graça vence Prémio Pessoa O arquitecto João Luís Carrilho da Graça é o vencedor do Prémio Pessoa 2008, no valor de 60 mil euros, devendo a vitória ao Museu do Oriente, em Lisboa, e também ao "conjunto da sua obra". Depois de anunciar o vencedor, Francisco Pinto Balsemão, presidente do júri, disse ao CM que a escolha de Carrilho da Graça representa um 'prémio de incentivo' para o arquitecto nascido em 1952. “É uma espécie: de continua assim”, sublinhou Balsemão. Já o arquitecto premiado admitiu ao CM ter ficado “muito contente” com o galardão. “O nosso trabalho é de permanente interacção com as pessoas e os uitilizadores das nossas obras são muitas pessoas também”, referiu Carrilho da Graça, para quem este prémio representa “um interessante reconhecimento da sociedade” ao seu trabalho. O arquitecto tem já “vários novos projectos em curso” para 2009. Entre os projectos do vencedor do Prémio Pessoa 2008 incluem-se o Pavilhão do Conhecimento dos Mares e a Escola Superior de Comunicação Social (Prémio Secil em 1994), ambos em Lisboa, bem como a recuperação as ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau. Carrilho da Graça sucede à historiadora Irene Flunser Pimentel, vencedora em 2007. Da lista de premiados constam ainda figuras da cultura e ciência como António Câmara (2006), Luís Miguel Cintra (2005) ou o também arquitecto Eduardo Souto de Moura (1998). O Prémio Pessoa, instituído em 1987 pelo semanário 'Expresso' e pela Unisys - e actualmente patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos - é concedido anualmente a um português que ao longo do ano tenha 'sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país'. L.R./S.C.C. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=2055EC4B-39D6-4D91-86FC-B9A854DFBA19&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021 Depois do prémio Secil em 1994 Arquitecto Carrilho da Graça distinguido com o Prémio Pessoa 2008 2008-12-12 15:11:08 Lisboa - O arquitecto João Luís Carrilho da Graça responsável pelos edifícios da Escola Superior de Comunicação Social e do Pavilhão Conhecimento dos Mares, em Lisboa, é o vencedor do Prémio Pessoa 2008. «Carrilho da Graça tem desenvolvido, ao longo de 30 anos, uma actividade profissional com grande rigor e coerência, criando uma linguagem própria que adequa a cada situação específica», diz o comunicado do Prémio. O arquitecto, nasceu em 1952 e licenciou-se em 1977 pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. É professor em várias universidades portuguesas, entre elas a Universidade Autónoma, Universidade Técnica de Lisboa e Universidade de Évora e colabora com instituições internacionais. Carrilho da Graça já tinha sido galardoado com o Prémio Secil em 1994 pelo edifício da Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa e em 1999 foi distinguido com a ordem de mérito da República Portuguesa. O prémio é constituído por um diploma e por um montante em dinheiro que subiu este ano de 50 mil para 60 mil euros. © PNN Portuguese News Network in http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=17030 Carrilho da Graça recebe Prémio Pessoa 2008 O Prémio Pessoa 2008 vai para o arquitecto Carrilho da Graça. Carrilho da Graça, de 56 anos, formado na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, é responsável pelos edifícios da Escola Superior de Comunicação Social e do Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Ao Rádio Clube, o arquitecto mostrou-se especialmente satisfeito por receber um prémio com grande reconhecimento social. O júri sublinha que Carrilho da Graça tem desenvolvido, ao longo de 30 anos, uma actividade profissional com grande rigor e coerência. Carrilho da Graça, ainda em declarações ao Rádio Clube, diz que os arquitectos são rigorosos por natureza. Já a coerência tem uma importância menor. Este ano, o arquitecto terminou a recuperação do edifício do Museu do Oriente, em Lisboa, e tem já em fase de conclusão a Escola Superior de Música de Lisboa, a Igreja de Santo António, em Portalegre, e o Complexo de Auditórios de Música, em França. O prémio Pessoa, no valor de 60 mil euros, distingue a personalidade que em Portugal mais se destacou na vida cultural e científica durante este ano. in http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=15196 Pessoa: Carrilho da Graça distinguido por obra «coerente» O arquitecto Carrilho da Graça foi hoje distinguido com o Prémio Pessoa por ter criado «uma obra coerente, que se adequa ao ambiente onde é instalada», disse à Lusa o presidente do júri, Francisco Pinto Balsemão. Pinto Balsemão apontou «a clareza e a limpidez das formas» que o arquitecto escolhe, «além da capacidade de criar obra nova e recuperar obra antiga, uma função altamente criativa». Da obra sua destacam-se a Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento dos Mares para a Expo 98, sendo também autor da recuperação de vários edifícios, como a Igreja de São Paulo em Macau e o Mosteiro Flor da Rosa, no Crato. Este ano acabou a recuperação do edifício onde ficou instalado o Museu do Oriente e estão em conclusão obras suas como a Escola Superior de Música de Lisboa, a Igreja de Santo António em Portalegre e o complexo do Auditório de Música em Poitiers, França. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=363250
  18. JVS

    Humor

    [ame=" "]YouTube - banned commercial- men in toilet[/ame]
  19. O tempo do lapis jah lah foi a nao ser que o sr. pertenca a um movimento chamado de : DEIXEM VIVER O LAPIS AZUL. Deviamos dar a conhecer outros arquitectos... quais? Nenhum? Estou a brincar. :)
  20. http-~~-//i80.photobucket.com/albums/j190/Marcosou/5606_AiresMateus.jpg http-~~-//i80.photobucket.com/albums/j190/Marcosou/5605_AiresMateus.jpg http-~~-//i80.photobucket.com/albums/j190/Marcosou/5604_AiresMateus.jpg
  21. Reabilitação do Parque Mayer começa dentro de cinco meses no Teatro Capitólio 04 DEZ 08 às 17:23 O Teatro Capitólio, em Lisboa, será o primeiro a beneficiar das obras de reabilitação do Parque Mayer. O contrato, assinado, esta quinta-feira, entre o presidente da autarquia, António Costa, e o arquitecto Sousa Oliveira, prevê que as obras tenham início dentro de cinco meses e marcará o início da reabilitação do Parque Mayer. O projecto de reabilitação da totalidade do Parque Mayer foi entregue ao arquitecto Manuel Aires Mateus e abrange toda a área, desde o Jardim Botânico ao Museu da Escola Politécnica. O projecto consiste em «repor, na sua traça original, que era de 1929, as grandes características essenciais do edifício, numa perspectiva de reabilitação, criando todas as tais características de caixa mágica, de espectáculos e de glamour que o edifício dispunha», explicou Sousa Oliveira. Este projecto prevê a existência de uma sala que pode transformar-se, com plateia ou sem ela, num palco na rua com espectadores dentro da sala ou o contrário. «Tem um teatro salão que pode ser, interiormente, um sítio com palco à italiana, com uma passerelle central ou um teatro tradicional em que nós lhe acrescentámos um pouco de fundo de palco, que era o grande defeito que o Capitólio tinha», acrescentou o arquitecto. O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, garantiu que, seja qual for a decisão do tribunal em relação ao diferendo que ainda subsiste com a Bragaparques, no caso da permuta de terrenos, este projecto é para avançar. «Este é um edifício classificado, que necessita de reabilitação de acordo com os termos da sua classificação. Haja o que houver a ser decidido em tribunal, é isto que tem de acontecer», considerou António Costa, que acrescentou ainda esperar ser o próximo presidente da Câmara de Lisboa a inaugurar esta obra. http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1054312
  22. Neste site - http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=761746
  23. Desde quando eh que isso eh ficcao cientifica?
  24. O ARQUITECTO http-~~-//annansi.com/blog/wp-content/uploads/2007/07/adjaye070723_1_560.jpg David Adjaye OBE (born 1966) is a British architect. David Adjaye was born in Dar-Es-Salaam, Tanzania, where his father was a Ghanaian diplomat. He trained with David Chipperfield Architects and Eduardo Souto De Moura Architects, and graduated in 1993 from the Royal College of Art. In the same year he won the RIBA First Prize Bronze Medal. He started his own practice in 1994 called Adjaye Architects. He lives and works in London, and has an international reputation. His offices are in North London. In 2006 he was nominated for the Stirling Prize for his Whitechapel Idea Store in London. He also collaborated with artist Olafur Eliasson to create a light installation: Your black horizon at the Venice Biennale. He worked with Chris Ofili to create an environment for the Upper Room, now owned by Tate Britain. in http://en.wikipedia.org/wiki/David_Adjaye OBRAS East London House http-~~-//www.inhabitat.com/wp-content/uploads/adjaye1769_ready2.jpg http-~~-//www.inhabitat.com/wp-content/uploads/adjaye1759_ready.jpg Visual Art Centre http-~~-//www.iniva.org/images/rp_exteriorcontent_0.jpg http-~~-//www.building.co.uk/Pictures/436xAny/h/h/n/Rivington_exterior_mn.jpg http-~~-//www.building.co.uk/Pictures/web/l/q/n/Rivington_interior_mn.jpg http-~~-//www.building.co.uk/Pictures/web/o/g/b/Rivington_place_Space.jpg VIDEO [ame=""]YouTube - David Adjaye in Conversation with June Sarpong[/ame] Conversa com David Adjaye [ame=""]YouTube - New Museum New York[/ame] Museu em Nova Iorque [ame=""]YouTube - American tulipwood in London[/ame] Sclera Pavillon ATELIER http://www.adjaye.com/
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