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  1. Aniversário da Fundação de Vila Real de Santo António VRSA: Tecnologia de ponta e traços pombalinos na "casa nova" 13-05-2009 19:12:00 A Casa da Câmara de Vila Real de Santo António recupera as características pombalinas e entra em funcionamento com um forte investimento nas novas tecnologias. Um sistema informático totalmente renovado e medidas de segurança que incluem controlo biométrico, vídeo-vigilância e cartões de acesso são alguns dos aspectos que sobressaem no novo edifício da Câmara Municipal vila-realense, inaugurado hoje com as presenças do Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, e do Bispo do Algarve, Manuel Quintas, entre outras personalidades. O projecto de arquitectura, assinado por Walter Rossa, recupera as características pombalinas presentes no edifício original, do tempo do Marquês de Pombal, fundador da Vila Real Real de Santo António. As opções a adoptar para o edifício surgem de muita pesquisa e do contacto com a população, explica o arquitecto, que comenta com um sorriso as críticas que lhe chegaram ao longo de todo o processo. “Quando um edifício é indiferente a toda a gente, é porque não traz nada de novo, é porque não mexe com as pessoas”, afirma. Walter Rossa defende que as pessoas têm sempre reacções à mudança e, comenta o exemplo dos funcionários da autarquia. “Tem sido difícil, por exemplo, distribuir os funcionários da Câmara, porque é a questão da hierarquia, e porque fica ao sol, e porque fica à sombra, e porque fica sem janela. É uma reacção à mudança. Essas mesmas pessoas funcionavam neste edifício que metia água, era frio, tinha humidade, não tinha condições nenhumas de trabalho. Depois mudaram para o outro, têm estado a trabalhar às escuras, sem ventilação”. “Só espero é que as pessoas consigam ser felizes aqui dentro”, acrescenta. Águas-furtadas foram exigência da população A inclusão de um relógio no exterior do edifício e a construção de águas-furtadas foram dois aspectos solicitados pela população local. “As águas furtadas eram uma opção que nós não tínhamos no projecto, por uma razão muito simples: porque é um edifício público, somos obrigados a ter três metros de pé-direito livre, como nós tínhamos a altura limite dos edifícios pombalinos, três mais três, seis, com a espessura da laje, estávamos completamente ‘pele’. Não queríamos pôr águas-furtadas porque não servem para nada”, explica Walter Rossa. A decisão de incluir este aspecto arquitectónico surgiu numa reunião da Assembleia Municipal. “A população, numa Assembleia Municipal, deixou bem claro que queria as águas-furtadas, com um argumento definitivo: se o edifício é emblemático daquilo que pode ser uma recuperação da cidade, se você não puser lá as águas-furtadas mais ninguém as faz”. Walter Rossa achou que o argumento era suficientemente forte e avançou. Outro aspecto para o qual a participação popular também foi uma mais-valia prende-se com a reposição da fachada. Já o átrio “é uma espécie conjugação entre o antigo, o novo, do que cá estava do edifício anterior e também a própria simbologia que têm as Casas de Câmara, que sempre tiveram uma tendência para ter uma escada central. Esta, a anterior tinha, a pombalina não tinha. E, portanto, há ali uma conjugação destas tradições todas”, refere. Edifício com interior “móvel” Uma das características do edifício é a possibilidade de poder ver o interior alterado sem ser necessário partir paredes, uma vez que as divisórias são amovíveis. “O edifício, provavelmente, daqui a cinco, seis ou dez anos, alguém acha que já está na altura de mudar e é uma questão de mudar o mobiliário com pequenas adaptações. O edifício tem essa mabealidade, são grandes espaços”, diz o arquitecto. Quanto a um à capacidade da construção resistir à passagem do tempo, Walter Rossa está convicto que a estrutura é “resistente a todos os níveis e é um edifício para durar largas décadas”. “Eu acho que não será a condição física a ditar a sua caducidade mas, eventualmente a sua própria utilização. O que eu espero, sinceramente, é que quem venha a intervir nele mantenha aquilo que nós tentámos recuperar, que foi a volumetria pombalina, a imagem pombalina no que diz respeito à praça, porque isso é essencial. Agora as transformações são normais”, acrescenta. Segundo Walter Rossa, com a obra da Casa da Câmara e com o plano de salvaguarda do património de Vila Real de Santo António, a cidade “tem condições para poder, aqui a alguns anos, candidatar com sucesso a Património da Humanidade”. Os serviços camarários entram em funcionamento no novo espaço amanhã. A Assembleia Municipal vai continuar a funcionar nas condições actuais mas, está prevista a sua transição para o antigo edifício da Alfandega, para o qual estão projectadas obras de recuperação e requalificação. Inês Correia in http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=29341
  2. Chaves - Aprovado projecto base de arquitectura do Museu das Termas Romanas O projecto base de arquitectura do Museu das Termas Romanas de Chaves, situado no Largo do Arrabalde, foi aprovado na última reunião camarária, na sequência do parecer favorável da Direcção Regional da Cultura do Norte, em virtude de as referidas estruturas estarem em vias de classificação. O referido projecto concretiza assim a decisão de musealizar os vestígios do complexo termal edificado durante o período romano, descoberto durante as escavações feitas no Largo do Arrabalde, que assim poderá retomar o seu lugar no espaço urbano da cidade. in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=5574
  3. Há bairros sociais bem construídos e com bons exemplos 14 | 05 | 2009 10.38H Azulejos do mestre Lima de Freitas e jardins bem cuidados dão as boas-vindas a quem visita um bairro social nos Olivais (Lisboa), um exemplo de integração que contrasta com a degradação de alguns bairros de realojamento que são notícia pelas piores razões. Construídos no final dos anos 50 e início dos anos 60 do século passado, os bairros de Olivais Norte e da Encarnação distinguem-se pelos edifícios "em correnteza" em tijolos e por prédios com habitações em duplex, adornados com jardins que saltam à vista pela forma como estão bem cuidados. Os espaços verdes são o orgulho dos moradores. "O meu marido é quem cuida do jardim", conta à agência Lusa Ascensão Raposo, que mora no bairro de Olivais Norte há 41 anos e não tem razões de queixa: "A vizinhança é boa". Para António Baptista Coelho, do Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), este bairro, com 2500 fogos e dez mil habitantes, conseguiu fazer "a aliança entre a qualidade arquitectónica e a satisfação residencial", tornando-se "um exemplo de urbanismo". A habitação social não pode ser julgada só pelos maus motivos e há mesmo razões de orgulho, como a atribuição do Prémio Valmor em 1967 a um conjunto de torres naquele bairro, da autoria de Nuno Teotónio Pereira, Nuno Portas e António Pinto de Freitas. "Há mais de 250 exemplos de boa habitação social feita em Portugal nas últimas duas décadas", salienta o arquitecto Baptista Coelho, autor do livro "20 anos a promover a construção de habitação social". Para o arquitecto, o maior inimigo da habitação social é a concentração de pessoas e a ausência de misturas de diferentes estratos sociais. Uma situação que pode levar a actos de violência como aqueles que estão a acontecer no bairro da Bela Vista, em Setúbal, e como os que ocorreram na Quinta da Fonte, em Loures, há alguns meses. Durante um périplo pela cidade de Lisboa, Baptista Coelho mostra outros bons exemplos de habitação social que marcaram várias décadas, como o do bairro de Alvalade, onde nas traseiras da Avenida de Roma se encontram "células" de habitação social que foram "replicadas positivamente noutras cidades". Maria Clara foi viver para Alvalade na década de 1940. A "boa vizinhança" e o "sossego" têm marcado a vivência no bairro. "Gosto muito de viver aqui", conta, apontando com orgulho para o jardim cuidado da praceta e para os girassóis que tem na sua janela. A integração de “células” sociais num bairro residencial com pessoas de vários estratos sociais foi “perfeita”, diz o arquitecto, contando que Alvalade, que tem 45 mil habitantes em 230 hectares, foi construído para 33 mil moradores em fogos com renda económica. "Mais do que um bairro fez-se cidade viva”, sublinha, defendendo que estes locais têm de ter comércio, escolas e equipamentos colectivos que levem à convivência entre vizinhos. Já na década de 1990, mais precisamente em 1999, foram construídos 227 fogos nas avenidas de Berlim e Cidade de Luanda, paredes-meias com “habitação de luxo” no bairro de Olivais Sul. Em “termos de pormenores nota-se que as coisas mudaram, mas era muito bom se toda a habitação social fosse a este nível”, comenta Baptista Coelho. As fachadas dos prédios são bem cuidadas e dinamizadas e as escadas comuns têm ventilação e alguma luz natural. Além disso, os moradores têm comércio e transportes públicos no bairro, o que contribuiu para uma “boa integração na cidade”. Paulo Luís foi morar para o bairro há sete anos e está satisfeito: “Se não misturarem aqui mais pessoas, está óptimo”. “Relativamente ao que ouvimos nas notícias [actos de violência na Bela Vista], nós estamos no paraíso”, comenta na praceta do bairro, onde está à conversa com os vizinhos. Há meros três anos foi construída a “cidade cooperativa do Vale Formoso”, em Chelas, com 294 fogos. Cada quarteirão foi projectado por um arquitecto diferente. A construção distingue-se pelas linhas simples, pelos espaços verdes e a vista sobre o rio Tejo. “Este bairro amarrou ao antigo e fez-se cidade”, diz orgulhoso Baptista Coelho. Helena Neves da agência Lusa in http://www.destak.pt/artigos.php?art=29498 in http://www.destak.pt/artigos.php?art=29498
  4. Obras para nova esquadra da Ribeira Grande devem arrancar depois do Verão O protocolo que vai permitir a construção da nova esquadra foi assinado ontem, entre o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Ricardo Silva, e o Ministério da Administração Interna. A Polícia de Segurança Pública da Ribeira Grande vai ter uma nova esquadra. Para isso, foi assinado ontem de manhã, um protocolo entre o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Ricardo Silva, e o Ministério da Administração Interna. Na ocasião, Ricardo Silva disse que “há muito [que] a Ribeira Grande e a sua polícia aguardava a construção de uma nova esquadra”. A PSP da cidade da Ribeira Grande funciona há vários anos num edifício que é propriedade da autarquia. Ao abrigo daquele protocolo, a câmara municipal cede o direito de superfície sobre o terreno onde funciona a actual esquadra, por um período de 50 anos, sendo a responsável pela execução do projecto e empreitada de construção do edifício. A DGIE suporta, por seu turno, todos os custos com a execução da empreitada. Com o projecto de arquitectura já concluído, da autoria do arquitecto Fernando Monteiro, a obra deverá arrancar depois do Verão deste ano. A câmara prevê que o projecto de execução esteja concluído em Junho para depois lançar a obra a concurso público. A assinatura do protocolo é assim, o “cumprir com uma vontade da população e sobretudo, daqueles que trabalham na esquadra”, sendo “este dia memorável e histórico para a Ribeira Grande e para a PSP”, afirmou Ricardo Silva. O presidente espera que o desfecho positivo conseguido com a Esquadra da PSP seja “exemplo para outro objectivo que temos no âmbito da Administração Central e que é o da resolução do edifício das Finanças”. JornalDiario 2009-05-14 10:30:00 in http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=20573&sec=1
  5. "Bela Vista vai na terceira geração de excluídos" Arquitecto Charters Monteiro, que projectou bairro de Setúbal, critica Governo de adiar a sua recuperação Ontem SUSANA OTÃO José Charters Monteiro foi o responsável pelo projecto de arquitectura do Bairro da Bela Vista, em Setúbal. A tipologia tem sido criticada, mas o arquitecto diz que o problema está na conjuntura social e não nos edifícios. "A Bela Vista é apenas o sinal. Com a actual crise de modelo social e económico e perante a ineficiência das medidas de governação, estaremos a caminho do alastramento de processos como os da Bela Vista que se estenderão a muitas outras áreas urbanas empobrecidas e sem futuro viável". A voz crítica, mas ao mesmo tempo preocupada, de José Charters Monteiro reflecte a sua posição quanto a uma intervenção urgente no bairro sadino, acusando, no entanto, o Governo de não lhe prestar "a merecida atenção". "O seu plano e os seus edifícios são o cenário de um processo onde a miséria da população leva às mais graves consequências", justificou. O arquitecto realça que a população da Bela Vista representa um "caleidoscópio de culturas e nações", mas também "todo o tipo de carências", que se vieram a acentuar, desde que o bairro foi construído, na década de 70, e enunciou a raiz dos principais problemas: "A generalizada falta de instrução e de formação profissional que abrange as diferentes gerações, o desemprego crónico e o recurso ao rendimento mínimo de subsistência. Estes factores são, por si só, capazes de provocar os maiores problemas sociais e de relacionamento, qualquer que seja a proveniência e composição da população residente e qualquer que seja a área urbana em causa", destacou, para defender uma intervenção "imaterial" que deverá abranger a "educação, a formação profissional e a oferta de emprego". Além disto, Charters Monteiro realça a necessidade de uma aposta "material", no que respeita à requalificação das componentes construídas, como os espaços públicos e colectivos e os edifícios. "Ao longo de 35 anos e apesar da persistente acção física de destruição e demolição, tem resistido, porque não é uma arquitectura de 'pladur'", salientou. Em consequência, considera que a conjuntura social tem vindo a criar uma população "excluída". "Vamos na terceira geração de excluídos ", afirmou. Defende a intervenção urgente no bairro, mas destaca que ela "não tem merecido da parte do Governo Central a necessária atenção nem importância". "Enquanto isto não acontecer, não aparecerá uma primeira e diferente geração de cidadãos na Bela Vista", defendeu, para concluir que a "pobreza material e imaterial é a questão central para as populações, qualquer que seja o seu bairro". Cardeal apela ao diálogo em visita ao bairro O presidente da Cáritas Internacional visitou, ontem, o Bairro da Bela Vista e mostrou-se agradado com o trabalho desenvolvido pela instituição. O cardeal hondurenho Óscar Rodriguez Maradiaga não comentou os acontecimentos violentos que assolaram o bairro sadino, mas lançou o apelo: "É importante o diálogo para combater as lacunas sociais", realçou, enaltecendo o "trabalho de amor" feito pela Cáritas, enquanto cumprimentava alguns moradores. "O bairro não é problemático, algumas pessoas é que são", avançou uma moradora, presa a uma cadeira de rodas, que via passear a comitiva. "Vêm cá, mas fica tudo na mesma", repetia outra, zangada. Entretanto, o indivíduo tido como principal instigador dos incidentes da Bela Vista foi ouvido no Tribunal de Setúbal, ontem, e ficou obrigado a apresentações semanais na esquadra. O jovem, de 19 anos, foi detido, anteontem à noite, pela PSP, depois de uma entrevista televisiva onde se intitulava o instigador da revolta. A PSP garantiu, entretanto, que ele já estava referenciado, suspeito de estar ligado a dois "carjacking" ocorridos em Setúbal. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1232480
  6. Phaidon reúne em livro os últimos dez anos da obra de Álvaro Siza 15.05.2009 - 14h41 PÚBLICO A editora Phaidon – líder mundial em publicações dedicadas às artes visual, fotografia, arquitectura e design – lançou um livro que traça uma retrospectiva da obra do arquitecto português Álvaro Siza durante a última década. A obra, que se intitula “Álvaro Siza: The Function of Beauty” passa em revista algumas das suas mais recentes obras, descrevendo o português como “um dos mais importantes e influentes arquitectos no activo”. “Siza é respeitado internacionalmente por edifícios que são modernistas, muito enraizados em termos de geografia e história, e intensamente belos”, indica a publicação. Cada projecto do arquitecto que foi desenhado e construído na última década está documentado nesta obra com mais de 300 páginas, que inclui informações técnicas sobre os edifícios, incluindo esboços, desenhos e múltiplas fotografias. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1380862&idCanal=14
  7. Obras em Portugal têm novo regulamento A partir de agora será mais fácil regular as obras públicas e privadas em Portugal. Com a aprovação, hoje, de um novo decreto-lei, arquitectos e engenheiros passam a ter papéis definidos. Alexandra Carita 18:42 Quarta-feira, 13 de Mai de 2009 O novo decreto-lei torna mais fácil regular a actividade de projecto no mundo da construção civil e das obras públicas, pretendendo evitar as comuns derrapagens orçamentais José Sena Goulão/Lusa Foram precisos 35 anos para se criar um decreto-lei que estabeleça a qualificação profissional de técnicos que subscrevem e elaboram projectos de obra. A Comissão Parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações deu hoje luz verde ao decreto-lei 116/X que define as responsabilidades, direitos e deveres de cada profissional envolvido num projecto de obra. Ganham os arquitectos e engenheiros. O documento, que segue ainda para aprovação em plenário na Assembleia da República esta sexta-feira, consagra apenas aos arquitectos o direito a praticarem actos próprios de arquitectura e define claramente o papel, direitos e deveres dos engenheiros dentro do quadro das suas habilitações para execução de projectos e obra. Mais do que isso, o novo decreto-lei torna mais fácil regular a actividade de projecto no mundo da construção civil e das obras públicas. A revisão de projecto será obrigatória e antecederá a empreitada e construção por forma a apurar o custo real da obra e evitar as comuns derrapagens orçamentais, salvaguardando o interesse público. E terá a prazo fortes implicações no ambiente construído, repercussões urbanísticas e melhoramentos no ordenamento do território. "Trata-se de um momento histórico e inédito. Estamos pela primeira vez perante um acordo global entre arquitectos e engenheiros", diz João Belo Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitectos , cujos técnicos trabalharam em conjunto com os especialistas da Ordem dos Engenheiros para a elaboração do texto final do decreto. "A arquitectura entra agora num novo ciclo em Portugal", continua, congratulando-se com a definição da profissão não só em termos de elaboração de edifícios, como também de espaços públicos, fiscalização e acompanhamento de obras. João Belo Rodeia recorda que até aqui mais de 50% dos projectos não eram subscritos por arquitectos e define o decreto como uma "vitória" para a classe, já com 18 mil profissionais. Mas também como uma "vitória" para os cidadãos, cujo "direito a um melhor ambiente construído será uma realidade". in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/514349 AUTORES DE PROJECTOS Helena Roseta satisfeita com nova lei 15 | 05 | 2009 17.01H A arquitecta Helena Roseta congratulou-se hoje pela aprovação no parlamento da proposta legislativa que estabelece que apenas podem assinar projectos de arquitectura ou engenharia os profissionais da respectiva área. Destak/Lusa | destak@destak.pt O parlamento aprovou o texto final da proposta legislativa que revoga o decreto 73/73, que definia a qualificação profissional dos autores de projectos arquitectónicos. A proposta, que teve origem numa iniciativa legislativa de cidadãos, na qual participou a vereadora da Câmara de Lisboa, Helena Roseta, estabelece que apenas podem assinar projectos os profissionais da respectiva área: os arquitectos assinam os de arquitectura e os engenheiros os de engenharia. "Para mim hoje é um dia de uma grande vitória, é uma vitória da cidadania, não foi o nosso projecto que foi aprovado mas o famoso 73/73 foi revogado", afirmou à agência Lusa Helena Roseta. "Se isto já tivesse acontecido mais cedo o nosso primeiro-ministro não podia ter feito os projectos de arquitectura que fez e como ele muitos outros", precisou. Helena Roseta entende que havia uma necessidade de "separar as águas" e sublinha haver lugar para todos nas respectivas especialidades. O texto aprovado resulta de uma recolha de 35.000 assinaturas no âmbito de uma iniciativa legislativa de cidadãos iniciada pela Ordem dos Arquitectos, da qual Helena Roseta era a presidente na altura, em 2005. Na altura, segundo a arquitecta, a iniciativa defendia "uma coisa muito simples, a arquitectura ser feita por arquitectos". Passados alguns meses, a iniciativa foi aprovada por todas as bancadas, motivando depois uma iniciativa do Governo que, com alguns ajustes sobre o mesmo assunto, ao fim de quatro anos, foi aprovada, enquanto a iniciativa dos cidadãos acabou chumbada. "Foi chumbada com este argumento extraordinário [vimo-nos obrigados a votar contra apesar de estar-mos a favor por razões de formalismo jurídico], e qual é o formalismo jurídico? È que o projecto que o Governo apresentou é mais amplo e o nosso mais pequeno, o nosso desaparece no meio amplo", explicou a vereadora. Apesar disto, Helena Roseta manifestou-se satisfeita por finalmente se corrigir um decreto, supostamente provisório e muito contestado na altura, em 1973, e a arquitecta apenas lamenta o tempo que foi necessário para que fosse revogado. in http://www.destak.pt/artigos.php?art=29697
  8. Metro no Parque da Cidade sem túnel nem viaduto Sidónio Pardal está a ultimar solução. Linha do Campo Alegre será quase toda enterrada 00h30m CARLA SOFIA LUZ E HUGO SILVA Nem viaduto nem túnel. O metro deverá cruzar o Parque da Cidade do Porto à superfície, ocupando parte do terreno usado como pista de aviação pela Red Bull. Afinal, a linha do Campo Alegre será quase toda enterrada. Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço. O troço entre as Condominhas e S. Bento mantém-se inalterado (em túnel). Mas está projectado um viaduto entre as faculdades de Arquitectura e de Letras. O entendimento foi alcançado a 27 de Abril, como noticiou o jornal Público, e o relatório da comissão já foi enviado para a Metro. Em aberto continua o atravessamento do Parque da Cidade. Por sugestão do Município, foi solicitado ao arquitecto Sidónio Pardal, autor do Parque, que estudasse a melhor solução, uma vez que a construção de um segundo viaduto, prevista inicialmente, desagrada às duas entidades. Há duas hipóteses: o enterramento ou a passagem do metro à cota do terreno do Parque da Cidade, a poucos metros do actual viaduto. Sidónio Pardal prefere a segunda. "Estamos a fazer os estudos para ver a melhor forma de integrar o metro, do ponto de vista funcional, paisagístico e de custos. A possibilidade de enterramento é caríssima e, do ponto de vista paisagístico, é a menos interessante. Não se justifica. Para o Parque seria neutro e indiferente. Se for à superfície, as milhares de pessoas que usarão o metro terão uma paisagem bem mais interessante, em vez de passarem por um túnel escuro", defende, em declarações ao JN, o arquitecto, considerando que o metro do Porto é um "eléctrico rápido" que "convive bem com os peões". Sidónio Pardal crê que o espaço verde não será prejudicado pela opção do atravessamento à superfície. "Não toca na alma do Parque. É um corredor periférico e exterior ao projecto original. Não há razão técnica, paisagística e urbanística para o enterramento. O metro é uma grande mais valia, pois permitirá que muita gente aceda rapidamente ao Parque", assinala. O arquitecto salvaguarda, no entanto, que a opção será política. E poderá estar para breve. O vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, sustenta que as soluções para o Parque deverão ser entregues na próxima semana à Empresa do Metro. A decisão final cabe à Administração da empresa, embora, como reconheceu o presidente Ricardo Fonseca em entrevista ao JN, necessite do acordo da Autarquia. Em simultâneo, está a ser negociada a passagem do metro na Circunvalação com a Câmara de Matosinhos. A solução mais provável é o enterramento da linha na Rua de Brito Capelo, vencendo a Estrada da Circunvalação em túnel. O projecto da linha, que será concretizado agora, vai ser enviado ao Governo no pacote global da segunda fase de desenvolvimento da rede do metro. A empresa ainda alimenta a expectativa de lançar o concurso até Setembro. Contactado pelo JN, o Ministério das Obras Públicas não deu resposta. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1234368
  9. Alcino Soutinho expõe a "obra clandestina" 00h30m AGOSTINHO SANTOS É a primeira vez que Alcino Soutinho, arquitecto, realiza uma exposição individual de desenho. Inaugurou-a esta sexta-feira, na Cooperativa Árvore, no Porto, e é constituída por 25 obras, concebidas em 2007 e 2008. Com uma vida intensa de mais de quarenta anos na Arquitectura e consequentemente a conceber desenhos e esquissos, é agora pela primeira vez que Alcino Soutinho assume o desenho como suporte independente. Assim, acedeu realizar a sua primeira mostra individual de desenho, a pastel, a que deu o nome de "A vossa casa". De acordo com o que revelou, com alguma ironia, ao JN, esta exposição, estes desenhos são por si encarados como uma espécie de "obra clandestina do arquitecto". Um obra que não é nova e que Alcino Soutinho vai criando, viagem a viagem, no entanto, sublinha, nunca levou muito a sério o desenho artístico como linguagem independente. Desenhava, sim, como utensílio de trabalho. Mas, agora, o gesto, a atitude sofreu alterações e o arquitecto tirou os desenhos das pastas e decidiu mostrá-los publicamente. São 25 desenhos que, como o próprio título refere, se relacionam, de uma maneira geral com a casa, com o espaço diário, de refúgio e de descanso. São trabalhos que remetem para o universo intimista da nossa casa. Admitindo a existência de uma ligação estreita entre o trabalho que faz profissionalmente e o que apresenta agora nesta exposição, Alcino Soutinho sublinha que estes desenhos "são assumidamente de carácter acabado, definitivo". Trata-se de uma viagem ao interior da casa (a começar pela habitação do próprio arquitecto), colocando em evidência objectos e utensílios comuns no dia-a-dia. Por outro lado, são apresentadas obras que também se reportam a espaços de outros onde a forma e o gosto são necessariamente respeitados. "São casas, algumas no abstracto, outras reais, mas concebidas sem receios, sem medos, até porque o gosto é uma coisa controversa", acrescentou. No texto que acompanha a mostra, o arquitecto Alexandre Alves Costa escreve que Alcino Soutinho é "dos que, com maior convicção, tentou acolher o sentido não puramente negativo que a experiência estética ia assumindo numa época de cultura manipulada, resistindo à potência omnidevoradora do "kitsh", sem recusar a comunicação". Sublinhe-se que Alcino Soutinho nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia, tendo-se diplomado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP), com a classificação de 20 valores, no ano de 1959. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1234344
  10. Sugeria que vissem este site para escolherem no candidato que defende o que voces pensam sobre a Europa: www.euprofiler.eu
  11. Imaginem um arquitecto famoso chamado Eduardo Costa Boavida. (nao existe). O filho precisa de ganhar dinheiro e de preservar o nome do seu pai e cria uma Marca de Arqutectura chamada Boavida Arquitectura e promete habitacoes semelhantes aquelas que o Boavida fez para qualquer parte do mundo. Mais tarde ou mais cedo isto vai ser o futuro. Em vida ha muitos arquitectos que se comportam como Alfaiates de luxo e um dia alguem vai querer uma Casa a la Siza ou a la Moneo tal como ha seculos atras os principes da Europa pediam aos arquitectos Palacios a la Vitruvio ou a la Palladio. E com a existencia de ideias modulares alguem vai ter a ideia de construir uma estrutura para os moradores colocarem modulos ah escolha do morador. O morador compra um espaco na Estrutura e depois vai comprar um modulo no Supermercado. Tanto pode comprar 3 espacos como 2, 1, 4, 5... enfim de acordo com a disponibilidade financeira dele. E depois compra varios modulos, a empresa instaladora coloca os modulos num espaco de 3 horas e jah estah. O arquitecto em vez de conceber edificios, concebe estruturas tal como o urbanista concebe cidades. O modulo tanto pode ser feito por arquitectos ou empresas de arquitectura com marca registada ou designers de habitacao ou designeres de interiores.
  12. http://www.genua.de/dateien/kanzleramt.jpg A Chancelaria http://www.photoforum.ru/f/photo/000/392/392239_93.jpg e o Edifício Paul Loebe Entre estes dois.
  13. Overcoming Berlin's monumental wall Published: 20 Apr 09 16:08 CET Online: http://www.thelocal.de/opinion/20090420-18757.html As the 20th anniversary of the fall of the Berlin Wall approaches, so too does the choice of a national monument to German reunification. The jury should be bold, argues Daniel Miller. Berlin is a city of monuments. Alongside a Stalinist monster in Treptower Park and a sensitive memorial to the gay and lesbian victims of the Nazis unveiled last year, more than fifty compete for the public's attention in the German capital. But then again, you can never have enough memories, right? Berlin is currently processing the addition of a new public sculpture to its existing portfolio. On March 10, the first wave of a competition to design a strong-sounding “Freedom and Unity” memorial closed. Salomon Schindler, who is administering the project for the government, estimated that his office received some 500 different projects to commemorate the peaceful revolution in East Germany and the country’s reunification two decades ago. Next a pre-selected jury composed of architects, academics, critics and politicians will narrow this number down to twenty. These will then go on display in both Berlin and online. After some sort of vague public discussion, the initial jury will make their final selection, choosing the winning project on November 9 – the 20th anniversary of the fall of the Iron Curtain. The winning artist will then proceed to celebrate having a budget up to €10 million to blow on his or her project. But how to best memorialise abstract ideas like freedom and unity? This is a tough question. Fortunately enough for this topic, there is plenty of historical context at hand. In the aftermath of the collapse of the communist east and the reunification of Germany, a number of similarly delicate issues lay at the heart of Berlin's nineties rebuilding boom. The aim there was to somehow rebrand the new unified capital, to make it an architecturally cutting-edge, friendly, global metropolis neon-scrubbed of its darker stains. The program was careful – and some would say, too careful – to avoid any hint of strong, powerful forms. The result was a castrated modern train station, a ridiculous Potsdamer Platz, and a hamster-wheeled Reichstag. And then the anodyne Chancellery, nicknamed the “washing machine” because of its blocky form, which actually isn’t as bad as everyone thinks. Judging from recent events, this negative tendency has only gotten worse since the nineties, with the thundering dumbness of rebuilding the Prussian city palace to memorialise the pathetic for the benefit of posterity. But there may yet be sunshine in these half-hearted clouds! The outstanding work of the past few years was also the boldest: Peter Eisenman's Holocaust memorial is a solemn and sombre, and yet strangely magical zone. It welcomes lovers and street punks more readily than tourists in groups. The Holocaust Memorial re-imagined what a memorial could be, and showed how history could be experienced on an everyday basis constantly re-interpreted by each visitor. Considering what it’s trying to commemorate, the judges in this new unity memorial competition should be equally bold, and think strongly about at least considering one of the strangest entries for the next round. I am referring to Ilya and Emilia Kabakov's “The Eternal Emigrant.” Designed by a husband-and-wife and team of émigré Russians, the sculpture shows a man splayed in two over a section of the Berlin Wall, like somebody struggling to open an umbrella in the wind. What better design for freedom and unity could there be, than a design celebrating the heroism of the anguished and futile? The Local (news@thelocal.de) in http://www.thelocal.de/opinion/20090420-18757.html History | 17.06.2008 German Reunification Memorial Initiators Awarded National Prize Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: The planned memorial, rendered here, is to be a symbol for freedom and unityIt took 10 years for a German citizen's initiative to convince the government to erect a memorial to German reunification. Its founders have been honored for their efforts with the German National Prize. Politicians Florian Mausbach and Guenther Nooke, journalist Juergen Engert, and the last premier of East Germany, Lothar de Maizière were recognized with the prize in Berlin on Tuesday, June 17. Their citizens' group Deutsche Gesellschaft was presented with 50,000 euros ($77,445). Former Saxony Premier Kurt Biedenkopf, head of the National Foundation that designated this year's prize to the group, said that the German peace movement had not been given proper recognition to date. "The prize winners strengthen our national historical consciousness," he said. Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Tearing down the Wall with dance instead of bullets The four awardees and the German citizens' group, the Deutsche Gesellschaft, began a petition in May 1998 to have a memorial for this peaceful revolution built in Berlin. Last year, the German government decided to erect the memorial on the Schlossplatz in central Berlin. The ground-breaking ceremony is planned for November 9, 2009, on the 20th anniversary of the Fall of the Berlin Wall. The fall of the Berlin Wall in November 1989 was the first successful revolution for freedom and unification in German history, in which not a single shot was fired. in http://www.dw-world.de/dw/article/0,,3417566,00.html
  14. Isto eh que se chama Exigencia. Em 532 projectos nao houve um ... que tal participar no proximo. Quem estiver no Top 10 do proximo concurso tem o lugar garantido no Star System.
  15. E se forem projectos modernos o vosso choque mantem-se? O Ikea e uma empresa em Portugal, a Modular Systems, faz o mesmo mas com casas prefabricadas mas com estilo modernista. Onde estah a novidade? No estilo? Nao acho nada inacreditavel... o futuro vai ser este mesmo. O Arquitecto ainda vive no tempo do artesanato. Temos muita sorte de ainda ter havido uma especie de Henry Ford ou de Ingvar Kamprad (fundador do IKEA) da Arquitectura. http://www.modular-system.com/site/main.php?a=w&l=pt Em relacao ah Modular Systems. O conceito eh quase o mesmo porem as casas sao pre-fabricadas e teem muito mais interesse a nivel estetico e funcional.
  16. Museu - http://www.theartnewspaper.com/article.asp?id=8549 Deve ter vindo numa revista de arquitectura.
  17. Nuno Travasso: Obrigado pela disponibilidade de partilhar este projecto. Muito obrigado. jvs
  18. JVS

    Concursos

    Site sobre Concursos Publicos. http://www.base.gov.pt/Paginas/Default.aspx
  19. Mais informacao aqui : http://www.moptc.pt/cs2.asp?idcat=1848#8108
  20. 250 Anos de Aveiro: solenidade em dia de aniversário Os 250 anos de elevação de Aveiro a cidade estão a ser comemorados ao longo de todo o ano, mas ontem realizou-se, nos Paços do Concelho, o momento solene da celebração O dia comemorativo dos 250 anos de elevação de Aveiro a cidade começou pela manhã, com todo o executivo reunido em frente aos Paços do Concelho a assistirem ao Hastear da Bandeira e Guarda de Honra, com a presença da Banda Amizade. Seguiu-se a sessão solene, com Inês Amorim a recordar os valores inerentes à memória de Aveiro enquanto cidade e Siza Vieira a apresentar o projecto “Memorial da Fundação da Cidade. Porta do Sol”, encomendado ao arquitecto portuense pelo município aveirense. Um monumento que, nas palavras de Élio Maia, vai perpetuar a memória da cidade e materializar o respeito das gerações vindouras pela nossa história. Na sua intervenção, o presidente da Câmara de Aveiro não poupou palavras elogiosas ao povo de Aveiro que, através dos tempos, soube crescer, afirmar-se e levar longe o nome de Aveiro. E foi graças à generosidade e determinação do povo que, segundo afirmou, surge um alvará real a elevar Aveiro a cidade. Élio Maia recordou ainda as “grandes riquezas que, mesmo antes de 1759, já projectavam o nome de Aveiro”: o sal, a marinha mercante e a Feira de Março, esta a manter nos nossos dias grande importância social e económica. Por fim, o autarca enalteceu o municipalismo, enquanto força motriz do desenvolvimento regional e, fazendo um salto para o futuro, garantiu estar determinado um planear estrategicamente Aveiro a médio e longo prazo, investir no tempo presente e construir um município inovador. Postal dos CTT inspirado em Aveiro Ontem foi inaugurada a exposição Documental “Aveiro: Terra Milenária” e a exposição “Aveiro na Filatelia”, com o lançamento do Carimbo Comemorativo e do Inteiro Postal. “Organizada pela Divisão de Bibliotecas e Arquivo através do Arquivo Histórico Municipal, “Aveiro: Terra Milenária” é uma exposição que retrata um momento importante da história de Aveiro: as Festas do Milenário e Bi-centenário de Aveiro, que se realizaram em 1959. Patente na Galeria Municipal, os documentos expostos, nomeadamente, fotografias, cartazes, jornais, documentos oficiais…, pretendem mostrar ao visitante o espírito vivido no decorrer das festas com especial destaque para a visita do Presidente da República Américo Tomás. Pode ser visitada até 10 de Maio. A Secção Filatélica e Numismática do Clube dos Galitos é a entidade responsável pela exposição filatélica patente ao público no Teatro Aveirense, até dia 24 deste mês. “Aveiro na Filatelia” reúne peças filatélicas e colecções relacionadas com a cidade, sendo de entrada livre. A tarde ficou marcada pela realização da primeira edição da Gala Sénior, e durante a qual serão homenageados ex-funcionários do Município de Aveiro através da entrega de uma lembrança. Um acto que pretende “assinalar a passagem destes funcionários pela autarquia, destacando o trabalho, entusiasmo e dedicação com que se empenharam na construção de uma comunidade melhor”. Sandra Simões in http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=6156 Aveiro | 11-ABR-2009 15:10 “Torre” de Siza Vieira assinala fundação de Aveiro O arquitecto Álvaro Siza Vieira desvendou este sábado a maqueta do “memorial” encomendado pela autarquia local para assinalar os 250 anos da elevação a cidade, que ocorreu por alvará de D. José I assinado precisamente a 11 de Abril de 1759. Élio Maia, presidente da CMA, e a necessidade de reforçar a herança do passado. Élio Maia, presidente da CMA, sobre "a aposta na modernidade de Aveiro". A obra proposta reinterpreta, segundo o autor, de forma abstracta, “fragmentos” da torre que era conhecida como a “Porta do Sol”, uma das entradas da antiga muralha que circundava, na altura, toda a pequena urbe. Quis o destino que a expansão citadina deixasse vago o local onde em 1955 ruíram as últimas pedras daquela construção secular. No espaço em causa existe hoje a rotunda da praça do Milenário, entre o antigo Convento de Jesus (actual Museu de Aveiro), e a Igreja da Sé. A torre, explicou Siza Vieira, ocupará o que terá sido o seu lugar original sem “nenhuma intenção de querer simular ou fingir as ruínas”, mas tão só “permitir uma leitura pedagógica” do que teriam sido os limites da cidade. Embora sem querer entrar “em polémica”, Siza Vieira recomendou a demolição parcial ou total de uma colunata contemporânea existente na Igreja da Sé, “que não favorece o espaço” em redor. “Parece-me evidente”, disse o arquitecto portuense que regressa a Aveiro onde desenhou a emblemática biblioteca da universidade local (1994) . De acordo com o presidente da edilidade, Élio Maia, o “memorial” resulta da pretensão de legar aos vindouros “uma recordação” de Aveiro enquanto cidade que foi construída “ao longo de séculos com o trabalho de todos”. in http://www.noticiasdeaveiro.pt/?c=noticiario&i=4257 Câmara tenta projectar Aveiro 250 anos depois 2009/04/11 No dia em que se comemoram os 250 anos de elevação de Aveiro a Cidade, este sábado, o presidente da Câmara, Élio Maia disse que a autarquia pretende «planear estrategicamente a médio e longo prazo», «investir no tempo presente» e «construir um município inovador». O líder da coligação PSD/CDS-PP diz que Aveiro «ambiciona a modernidade». De resto o discurso de Élio Maia foi de elogio à administração local, à liberdade, qualidade de vida, o municipalismo. Durante a sessão solene, o arquitecto Siza Vieira apresentou o projecto Memorial da Fundação da Cidade. Porta do Sol, apresentado como «algo que evoque a muralha então existente e de modo particular in http://www.oln.pt/noticias.asp?id=18714&secc=1
  21. Arquitecto considera extraordinária iniciativa do Governo O arquitecto Troufa Real quando falava à reportagem da Angop Luanda - O arquitecto angolano Troufa Real considerou hoje (segunda-feira), em Luanda, extraordinária e louvável a iniciativa do Governo de abordar, em conferência abrangente, a problemática da habitação em Angola, com vista a recolha de subsídios para a implementação do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação. O referido programa, apresentado pelo MPLA durante a campanha que culminou com as eleições legislativas de Setembro último, tem como meta a construção de um milhão de habitações nos próximos quatros anos da legislatura. Em declarações à Angop, advogou a necessidade do envolvimento da sociedade no processo de construção de residências, tendo em conta que esta visa beneficiar os cidadãos angolanos, sobretudo os jovens. "Naturalmente é de louvar o que o Governo fez. Hoje, todo o país está mobilizado nesta iniciativa por ser importante para as pessoas", asseverou. Segundo salientou, Angola tem vindo a transformar-se nos últimos anos, podendo constatar-se já o seu crescimento social e económico, no, entanto, alertou para o muito que existe ainda por fazer-se, tendo em conta as inovações que vão surgindo com o passar do tempo. A conferência, com término previsto para as 18h30 de hoje, congrega no Palácio dos Congressos cerca de 700 pessoas, entre deputados, políticos, governantes, entidades religiosas e representantes da sociedade civil. Sob o lema "Habitação: um desafio para todos", o certame compreende três painéis, designadamente, "Programa de Urbanização para a Promoção Habitacional e Estratégia de Implementação", "Tecnologias Construtivas, Infra-estruturas Básicas e Materiais de Construção" e "Os Mecanismos de Financiamento do Programa de Desenvolvimento Urbano e Promoção Habitacional". Promovida pelo Governo de Angola, a "Conferência Nacional Sobre Habitação" insere-se na sua estratégia de implementação do programa Nacional de Urbanismo e Habitação e visa a recolha de opiniões para o êxito dos projectos do executivo sobre o sector imobiliário. in http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/Arquitecto-considera-extraordinaria-iniciativa-Governo,bb987024-dd20-4187-98df-b6112c06761c.html
  22. Bienal ExperimentaDesign regressa a Lisboa com novos projectos ligados a questões sociaispublicado 18:11 13 Abril '09 Lisboa, 13 Abr (Lusa) - A Bienal ExperimentDesign vai regressar a Lisboa para "retomar o seu espaço na capital como referência" na área da arquitectura e design, e apresentar, em ano de crise, novos projectos que abordarão a inclusão e coesão social. A programação geral da próxima edição da Bienal ExperimentaDesign Lisboa 2009 - que decorrerá em vários espaços da cidade entre 09 de Setembro e 08 de Novembro - vai ser apresentada pela directora, Guta Moura Guedes, e os parceiros do evento no dia 20 de Abril, na Estufa Fria, às 17:30. Em declarações à Agência Lusa sobre o regresso do projecto numa altura em que comemora uma década de existência, a directora da ExperimentaDesign sublinhou que significa "retomar o ritmo, depois de uma interrupção, em 2007, mas também a necessidade de introduzir novos elementos". A ExperimentaDesign nasceu em lisboa em 1999 e foi suspensa em 2007 por falta de apoio da Câmara Municipal de Lisboa. Voltou a receber em 2008 apoio institucional da autarquia, e conta com o apoio dos ministérios da Cultura e da Economia para realizar seis edições até 2013. Também estabeleceu um acordo com o município de Amesterdão e outras entidades culturais holandesas para realizar naquela cidade uma edição da ExperimentaDesign, no ano passado. "O nosso desejo é retomar um espaço que tínhamos conquistado em Lisboa e em Portugal e mantê-lo como um dos grandes eventos culturais de referência no panorama internacional", sustentou. Paralelamente, em 2008, a Bienal trouxe a Lisboa, à LXFactory, uma exposição retrospectiva sobre o trabalho do arquitecto suíço Peter Zumthor - que conquistou domingo o Prémio Pritzker 2009, o mais importante galardão internacional da área da arquitectura - e que foi visitada por 16.100 pessoas. Guta Moura Guedes congratulou-se pelo prémio atribuído a Peter Zumthor e por a ExperimentaDesign ter antecipado a "presença de uma figura tão importante do panorama mundial da arquitectura" em Lisboa, em 2008. Para este ano, a programação geral, que só será divulgada em pormenor segunda-feira, trará algumas novidades, nomeadamente "projectos especiais em áreas de intervenção ainda não abordadas pela Bienal, mas que são importantes num ano de crise". Os projectos especiais "vão reafirmar o papel da ExperimentaDesign na cultura, mas também na área das questões sociais, abordando os temas da inclusão e coesão social. E nós vamos assumir esse lado com muita força este ano", avançou. Sobre o público a que se dirige a Bienal, Guta Moura Guedes avaliou que a programação pode ser consumida por pessoas com qualquer perfil e acrescentou que o projecto possui um serviço educativo a funcionar todo o ano, dirigido a estudantes, crianças e séniores, "para acompanhar a leitura de conteúdos". AG. Lusa/Fim in http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Bienal-ExperimentaDesign-regressa-a-Lisboa-com-novos-projectos-ligados-a-questoes-sociais.rtp&article=213448&visual=3&layout=10&tm=4
  23. Centro cultural nasce na Relvinha 2009-04-14 Uma antiga oficina em pedra no Bairro da Relvinha, em Coimbra, vai ser recuperada para acolher a sede da cooperativa de habitação local e naquele espaço será também erguido um centro cultural há muito ambicionado. Segundo o vereador da Habitação da Câmara de Coimbra, Jorge Gouveia Monteiro, o projecto de arquitectura e os projectos de especialidade da primeira fase da nova sede e do centro cultural da Cooperativa Semearelvinhas estão concluídos, permitindo o lançamento do respectivo concurso. Com a conclusão dos projectos e a cedência de quatro lotes situados no Bairro da Relvinha àquela cooperativa, será possível avançar com a primeira fase da obra. Concebido pelo arquitecto João Mendes Ribeiro, o projecto do equipamento cultural, há muito reclamado pela cooperativa do bairro, foi impulsionado durante a iniciativa Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003. "É um sonho de há muitos anos", disse ontem o presidente da Cooperativa, Jorge Vilas, ao realçar que o centro cultural, que será erguido em módulos, vai beneficiar também os moradores de zonas limítrofes, como o Loreto e o Bairro do Brinca, entre outras, como espaço de convívio, lazer e entretenimento. "Em termos culturais, não há nada nesta zona", sublinhou Jorge Vilas. O projecto elaborado por João Mendes Ribeiro consiste num estudo global para o novo equipamento, com a primeira fase a incluir a recuperação do edifício em pedra da antiga oficina e prevendo ainda mais dois módulos de arquitectura moderna. Nesta primeira fase, com custos da ordem dos 180 mil euros, estão incluídos espaços destinados à sede da cooperativa e a serviços de apoio, uma sala de convívio para os moradores e uma cafetaria. "A Universidade de Coimbra pagou o projecto de arquitectura, elaborado pelo Departamento de Arquitectura sob a coordenação de João Mendes Ribeiro. A Câmara fez os projectos de especialidade e aprovou a cedência dos lotes à cooperativa. Agora é preciso avançar com candidaturas a financiamento", sustentou. As casas do Bairro da Relvinha, a Norte da cidade, foram erguidas em regime de auto-construção após o 25 de Abril de 1974 e substituíram as barracas degradadas ali instaladas nos anos 50 do século passado pela Câmara para realojar os moradores da Rua do Padrão, que foram distribuídos por diversos bairros para dar continuidade à Avenida Fernão de Magalhães. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Coimbra&Option=Interior&content_id=1200522
  24. Autor do centro cultural africano África.cont de Lisboa David Adjaye vai projectar museu afro-americano em Washington 15.04.2009 - 17h23 Alexandra Prado Coelho A ideia tem um século, mas parece finalmente em vias de se concretizar: uma equipa liderada pelo arquitecto britânico de origem tanzaniana David Adjaye foi a escolhida para projectar o novo Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, que deverá abrir em Washington em 2015, anunciou hoje a Smithsonian Institution. Adjaye – convidado também para projectar em Lisboa o edifício do centro cultural africano África.cont – descreveu o museu de Washington como o sonho da sua carreira. O edifício deverá custar 500 milhões de dólares, será construído no National Mall (o parque que vai do Capitólio ao Monumento de Washington, e onde já existem vários museus importantes), e o início das obras está previsto para 2012. Desde 1900 que os americanos discutiam a construção de um museu para contar história dos negros, mas, lembra o "The New York Times", a ideia sofreu uma forte oposição até à década de 90 do século passado. Um dos principais opositores foi o senador republicano Jesse Helms, da Carolina do Norte, que em 1994 travou a aprovação do museu numa votação no Senado. Aprovado finalmente em 2003, o museu já começou a funcionar, mesmo sem edifício, reunindo peças para a sua colecção – entre os objectos que serão expostos inclui-se uma cabana de escravo, vestígios de um velho barco de transporte de escravos, um eléctrico do Tennessee dos tempos da segregação, e um aparelho dos Tuskegee Airman, os pilotos negros que escoltavam os bombardeiros americanos sobre a Europa na II Guerra Mundial, explicou à AFP o director, Lonnie Bunch. O projecto da equipa de David Adjaye (Freelon Adjaye Bond/Smith Group) foi escolhido entre seis apresentados a concurso, alguns de arquitectos muito conhecidos como Norman Foster e Diller Scofidio+Renfro. Trata-se, na descrição da AFP, de um grande edifício cúbico com os vidros tingidos por uma película de bronze. O "New York Times" acrescenta outros pormenores: é uma espécie de colina dominada por uma estrutura em dois andares à qual o arquitecto chama “coroa de celebração”. Segundo Adjaye, o espírito do edifício será “de louvor”. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374544
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