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Região Inauguradas as obras de requalificação na Praia da Areia Branca com a presença do Presidente da CCDR-LVT: Primeira fase está concluída Última alteração dia 2009-07-24 às 00:00:00 “Se não fossem os fundos comunitários, nós não estávamos hoje aqui”, sublinhou o presidente José Manuel Custódio após a inauguração simbólica das obras de Requalificação Urbana da Frente de Mar da Praia da Areia Branca e da Foz do Rio Grande, que decorreu no passado dia 20 de Junho. Contando com a presença do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Fonseca Ferreira, uma vez que este projecto, orçado em três milhões de euros, foi financiado em 70 por cento pela União Europeia, o autarca elogiou o responsável do organismo regional do Ministério do Ambiente por todo o apoio prestado neste processo. Os elogios estenderam-se também à empresa responsável pela concepção e construção, as Construções Pragosa, com sede em Porto de Mós, que venceu o concurso público lançado pela edilidade. Adjudicado por 3,097 milhões de euros, as obras atingiram um custo de 3,450 milhões. “Foi fácil e bom porque trata-se de uma empresa credível, assim como os nossos técnicos que acompanharam a obra”, frisou o autarca. Destacou, também o projecto de iluminação pública, através do sistema sextante, que permite que seja iluminada não só a zona pedonal, como a própria praia. Concebido pelo arquitecto Sousa Lopes, do projecto que agora compreendeu o espaço a desde a Pousada da Juventude da Areia Branca até à Foz do Rio Grande (passando pelo Alto Maria das Neves, parque de estacionamento semi-coberto, estabelecimentos comerciais e área envolvente ao parque de estacionamento junto ao parque de campismo) terá agora continuação, através da segunda fase, cujos trabalhos de arquitectura estão a decorrer. Depois de concluída a primeira fase está já a trabalhar na segunda, desta vez abrangendo o espaço envolvente ao Edifício “A Torre”, a demolição do mercado e dos espaços adjacentes, que serão reconvertidos, bem como a zona envolvente. Tal resultará na construção de um novo mercado e de algumas lojas novas. Para José Manuel Custódio, não restam dúvidas que o dinheiro investido neste projecto foi frutuoso, pois foi feito “num sítio que traz muita gente de fora do nosso concelho, num espaço requalificado que vai ter continuidade”. Para o efeito, está projectada construção de uma ciclovia, que fará a ligação da Praia da Areia Branca à Lourinhã, através do atravessamento do Rio Grande, através da zona do Poço Novo. Simultaneamente, será construído um percurso pedonal, através de um projecto que está em curso com os dois municípios vizinhos, Torres Vedras e Peniche, que fará a ligação da Praia de Santa Cruz à península penichense. A ligação desde a Praia do Areal Sul à Praia da Areia Branca será feita através de um caminho em madeira, sobre a crista da duna, subindo ao Labrusque. Autarquia alerta que vandalismo ameaça qualidade das obras municipais Os actos de vandalismo foram condenados pelo presidente da Câmara Municipal da Lourinhã nesta cerimónia de inauguração, tendo denunciado que foi apanhada uma pessoa que, recorrendo a uma carrinha numa noite, por volta das 22h30, furtou muitos dos seixos que embelezavam o local. Houve quem se apercebesse da situação e tomou nota da matrícula da viatura do infractor, tendo a informação sido comunicada ao município. José Manuel Custódio afirmou que vai accionar os mecanismos legais, de forma a acautelar os interesses da autarquia. “É importante fazer obras mas, mais do isso, é importante que sejam estimadas por todos, até porque ela é feita com dinheiro que é de todos nós. Esta obra deve ser tratada como se fosse a nossa própria casa, pois, não tendo dono, é de todos”, exortou o autarca, acrescentando que, entre as obrigações, há o dever de “recriminar de quem o utilize incorrectamente, porque há ainda alguma tolerância com pessoas que utilizam estes espaços menos bem”. Esta cerimónia, que contou com a actuação da Orquestra Selecção, da Atalaia, ficou assinalada com a ausência dos três vereadores sociais democratas da oposição, tendo o órgão executivo socialista estado completo. Da parte da Assembleia Municipal, com a ausência da presidente Ana Jorge por motivos de agenda, a representação pertenceu ao primeiro secretário António Alberto Santos, tendo ainda marcado presença alguns deputados socialistas e sociais democratas, entre os quais Carlos Segadães, candidato do PSD à Câmara Municipal e líder da estrutura concelhia do partido. Um bom exemplo para o estado “Parabéns!”. Foi esta a primeira palavra proferida por Fonseca Ferreira nesta cerimónia, tendo elogiado a determinação e o esforço desenvolvido, em particular, pelo presidente José Manuel Custódio. “É daqueles autarcas que nunca desiste e quando recebe dinheiro para uma obra já está a pedir para a seguinte”, sublinhou o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Tendo acompanhado todo o processo que permitiu a reabilitação da Praia da Areia Branca, considera “magnífico” o resultado obtido. “Foi difícil a sua concretização porque neste país não é fácil concertar muita gente de várias entidades oficiais e conseguir um acordo”, destacou Fonseca Ferreira. E lançou o apelo para que os utilizadores tratem bem estes novos equipamentos públicos. in http://www.alvorada.pt/noticia.php?id=3515
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Design: Bienal ExperimentaDesign´09 anuncia 71 eventos em Lisboa, desde debates a exposições Lisboa, 23 Jul (Lusa) - Um total de 71 eventos, desde debates, conferências, exposições e projectos especiais com intervenção urbana e social, integram a programação da Bienal ExperimentaDesign´09, que decorre entre 09 de Setembro e 08 de Novembro em Lisboa. Lusa 14:49 Quinta-feira, 23 de Jul de 2009 Lisboa, 23 Jul (Lusa) - Um total de 71 eventos, desde debates, conferências, exposições e projectos especiais com intervenção urbana e social, integram a programação da Bienal ExperimentaDesign´09, que decorre entre 09 de Setembro e 08 de Novembro em Lisboa. A programação completa - excepto dois projectos que a organização pretende divulgar mais tarde - foi hoje apresentada, em Belém, numa conferência de imprensa que contou com a presença de Guta Moura Guedes, directora da bienal dedicada ao design e à arquitectura, e alguns dos patrocinadores. Um total de 258 criadores e especialistas de 23 países, incluindo Portugal, vão participar nesta edição da bienal em 11 espaços da capital, num ano em que o evento cumpre uam década de vida. Para além dos números "record" anunciados pela organização, foram hoje divulgados os nomes da maioria dos participantes envolvidos nos vários eventos, nomeadamente alguns dos mais destacados críticos, curadores e criadores a nível internacional. Paola Antonelli, directora do MoMa de Nova Iorque, Alice Rawsthorn, directora do Museu do Design de Londres, o arquitecto Alejandro Aravena, o designer gráfico Peter Saville, o designer Konstantin Grcic, e também os portugueses Delfim Sardo, crítico de arte, e o designer Fernando Brízio, estarão em Lisboa para participar em projectos criativos e debates. Na primeira semana da Bienal, entre 09 e 13 de Setembro - sob o tema geral, em inglês, "It´s About Time" - as manhãs serão preenchidas com as "Open Talks" no Mercado de Santa Clara, com debates dirigidos ao público especializado, enquanto que durante a tarde, no Teatro Camões, vão acontecer as "Conferências de Lisboa", dirigidas a um público mais vasto. As quatro exposições são outra componente importante da programação da ExperimentaDesign´09: "Quick, Quick, Slow", comissariada por Emily King, irá mostrar no Museu Colecção Berardo um percurso da história do design gráfico e a crescente importância dos meios digitais, enquanto "Pace of Design", comissariada por Tulga Beyerle, mostrará os efeitos dos contextos culturais na definição de diferentes utilizações do tempo, de Tóquio a São Francisco, passando por São Paulo. "Lapse in Time", comissariada por Hans Maier-Aichen, irá mostrar jovens designers que se situam no oposto da repetição, e que em vez de produzir objectos querem gerar conteúdos, enquanto "Timeless" será uma exposição que irá provar como se faz melhor com menos recursos. A ExperimentaDesign deste ano tem ainda como novidades a realização de oito projectos especiais, um deles envolvendo soluções de design para idosos, um de apoio a deficientes e um outro de intervenção urbana no Jardim de Santos, também em Lisboa. Trata-se de um reabilitação do jardim por uma equipa de designers de luz, som, comunicação e sinalética e também de arquitectos paisagistas para torná-lo num espaço multifuncional. Está ainda previsto na programação um ciclo de cinema em co-produção com a Cinemateca Portuguesa, intitulado "Designmatography", com filmes sobre a relação entre a sétima arte e o tempo. Alguns dos eventos têm ainda como palco a Fundação Calouste Gulbenkian, a Sociedade Nacional de Belas Artes, o Palácio Braancamp, o Museu do Oriente e o Museu da Electricidade. A Bienal ExperimentaDesign´09 conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, do Ministério da Cultura, o Ministério da Economia e da Inovação, Turismo de Portugal, a Fundação EDP, e ainda da Caixa Geral de Depósitos, a Galp Energia, a seguradora Tranquilidade e IKEA. AG. Lusa/Fim in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/527434 Design: Bienal ExperimentaDesign´09 anuncia 71 eventos em Lisboa, desde debates a exposições 2009-07-23 Lisboa, 23 Jul (Lusa) - Um total de 71 eventos, desde debates, conferências, exposições e projectos especiais com intervenção urbana e social, integram a programação da Bienal ExperimentaDesign´09, que decorre entre 09 de Setembro e 08 de Novembro em Lisboa. A programação completa - excepto dois projectos que a organização pretende divulgar mais tarde - foi hoje apresentada, em Belém, numa conferência de imprensa que contou com a presença de Guta Moura Guedes, directora da bienal dedicada ao design e à arquitectura, e alguns dos patrocinadores. Um total de 258 criadores e especialistas de 23 países, incluindo Portugal, vão participar nesta edição da bienal em 11 espaços da capital, num ano em que o evento cumpre uam década de vida. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1315543 Experimenta Design 2009 com 71 eventos por P.B.24 Julho 2009 A bienal que celebra o seu 10.º aniversário propõe uma análise do tempo - para agir, colaborar e reflectir - através de debates, conferências, exposições e intervenções pela cidade de Lisboa Um total de 71 eventos, 17 dos quais integrados na programação principal, fazem parte da Bienal Experimenta Design'09, que decorre de 9 de Setembro a 8 de Novembro em Lisboa (programa completo em http://www.experimentadesign.pt/). Segundo Guta Moura Guedes, directora da Bienal, são 258 os criadores e especialistas nas áreas do design e da arquitectura, oriundos de 23 países, incluindo Portugal, que participam numa edição que celebra este ano uma década de existência. Esta é ainda uma edição que como tema central o tempo - "It's About Time"- "uma análise do tempo enquanto matéria, recurso e desafio: tempo para agir, tempo para colaborar, tempo para reflectir", reforça Guta Moura Guedes. A Bienal, que tem nomes ilustres, irá estender-se por 11 espaços da capital que irão acolher debates, conferências, exposições e projectos especiais com intervenção urbana e social. Assim, além da Fundação Gulbenkian, Sociedade Nacional de Belas Artes, Museu do Oriente, Museu da Electricidade ou Teatro Camões a actividade da bienal irá passar pelo Palácio Braamcamp, que funcionará como principal interface com o público. Um público mais especializado poderá então assistir ao "Open Talks", de 9 a 13 de Setembro, das 11.00-13.00, no Mercado de Sta. Clara. E à tarde, no Teatro Camões , destinado a um público mais vasto, decorrem as Conferências de Lisboa". Há ainda as quatro exposições no Museu Berardo, "Quik, Quick, Slow", "Pace of Design", "Laps of Time" e Timeless". A Experimenta Design vai ainda realizar oito projectos sociais, um dos quais envolvendo idosos e outro de intervenção no jardim de Santos, com novos designers, mais ainda é surpresa. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1316305
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Porto | Projecto de transformação do Pavilhão Rosa Mota | ?
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Movimento contesta novo "Rosa Mota" 2009-07-26 FERNANDO BASTO O Movimento em Defesa do Jardim do Palácio de Cristal está a ponderar a apresentação de um referendo local, que leve os portuenses a manifestar a sua opinião sobre a construção de um centro de congressos no jardim. O projecto de reabilitação do Pavilhão Rosa Mota, no jardim do Palácio de Cristal, no Porto, promete converter-se em mais um dos polémicos planos municipais. Com efeito, ontem de manhã, o novo Movimento em Defesa do Jardim do Palácio de Cristal - criado durante a passada semana com o apoio de 40 cidadãos, entre os quais estão Pedro Abrunhosa, Regina Guimarães, Pulido Valente e Valter Hugo Mãe - organizou uma conferência de imprensa para divulgar o seu objectivo: impedir o avanço do projecto municipal. "O jardim é uma referência da cidade. Será que os cidadãos querem ver destruído um ex-libris do Porto? É preciso fazer uma discussão pública sobre este assunto. A transformação da cidade não pode ser feita nas costas dos cidadãos", defendeu Soares da Luz, um dos porta-vozes do movimento. "Choca-me que espaços eminentemente públicos e redutos de uma memória colectiva possam ser mexidos sem qualquer consulta pública", realçou o escritor Valter Hugo Mãe, que ali recordou as suas memórias de infância ligadas aos jardins do Palácio. Outro dos signatário, o arquitecto Célio Costa, chamou a atenção para o facto de que a construção, no local, de um pavilhão para 1200 pessoas, implica um congestionamento do trânsito naquela zona da cidade. Por isso, defendeu a elaboração de um estudo do impacto do trânsito. O movimento critica o modelo económico envolvido - uma parceria público-privada - e o facto de a maior fatia do capital, 8 por cento, ser entregue a privados. "Há tantos espaços mortos, tantos barracões velhos que podem ser reconstruídos, por que motivo mexer em algo que tem uma função perfeitamente definida?", indagou Valter Mãe. O movimento pretende realizar uma concentração no local e enviar uma petição à Assembleia da República. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1317481 Palácio de Cristal: AEP diz que a requalificação não põe em causa o edifício nem a flora envolvente Porto, 29 Jul (Lusa) - O presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) defendeu hoje que a requalificação do Palácio de Cristal, no Porto, "jamais porá em causa o edifício existente ou o património paisagístico e a flora locais". Lusa 17:40 Quarta-feira, 29 de Jul de 2009 Porto, 29 Jul (Lusa) - O presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) defendeu hoje que a requalificação do Palácio de Cristal, no Porto, "jamais porá em causa o edifício existente ou o património paisagístico e a flora locais". "Não se justificam os receios de adulteração arquitectónica nem muito menos de desvirtuação do conjunto que o emblemático edifício forma com os jardins adjacentes", sublinhou José António Barros, numa carta enviada aos 2300 associados a que a Lusa teve hoje acesso Na documento, o presidente da AEP reforça que o projecto de requalificação do Palácio de Cristal, aprovado pela Câmara do Porto, teve em conta "a preservação de todas as árvores dos jardins, designadamente as tílias, ao contrário de afirmações que têm sido publicamente veiculadas". José António Barros recorda que a intervenção é da autoria do arquitecto José Carlos Loureiro, o autor do projecto do actual edifício com meio século, classificado pelo IPPAR, preservando a utilização pública e mantendo-se aberto a todos. "A AEP seria a primeira instituição a recusar um projecto que beliscasse a relação de convivência que os portuense mantêm com o seu Palácio de Cristal", acrescenta o presidente da associação patronal. O projecto do consórcio, que junta a AEP, a Associação Amigos do Coliseu do Porto, a Parque Expo e o Pavilhão Atlântico, aprovado pela Câmara do Porto, prevê a transformação do Pavilhão Rosa Mota numa "moderna arena de nível internacional" para acolher congressos e competições desportivas, nomeadamente o hóquei em patins. A carta da AEP aos associados surge poucos dias depois do Movimento em Defesa do Jardim do Palácio de Cristal ter anunciado que pretende avançar para um referendo local para questionar os cidadãos sobre a construção de um centro de congressos naquele espaço. Soares da Luz, um dos porta-vozes do movimento, disse que pretende entregar uma petição na Assembleia da República para "manifestar o descontentamento" com o projecto aprovado pelo executivo da Câmara do Porto e que irão "pedir aos candidatos às autárquicas, no Porto, que se pronunciem" sobre o projecto, a fim de informar os cidadãos sobre a posição de cada um. Em Junho, a Câmara do Porto aprovou o projecto de remodelação do Palácio de Cristal, que custará 19 milhões de euros, suportados pela autarquia através de um empréstimo bancário (10 milhões de euros), pelo QREN (seis milhões de euros) e pelo consórcio adjudicatário (três milhões de euros). O Bloco de Esquerda lançou uma petição online contra a concessão da gestão do Pavilhão Rosa Mota/Palácio de Cristal, considerando-a mais um acto do "assalto ao património da cidade". JNM/LYL/FZ Lusa/Fim in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/528395 Porto: Câmara aprova remodelação do Palácio de Cristal, com críticas da CDU De Fernando Zamith (LUSA) – 23 de Jun de 2009 Porto, 23 Jun (Lusa) - A Câmara do Porto aprovou hoje o projecto de remodelação do Palácio de Cristal, com votos favoráveis do PSD, CDS e PS, e críticas da CDU ao modelo de negócio e à destruição do lago. "Porque é que a contracção do empréstimo tem de ser do município? Porque é que o risco tem de ser associado ao município e não ao consórcio?", questionou o vereador da CDU, Rui Sá, na reunião pública de hoje do executivo camarário do Porto. Rui Sá criticou também o projecto de arquitectura, salientando que a ampliação do edifício "destrói por completo o lago do Palácio de Cristal". © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. in http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5iHLm4eeA2LDrAKUdovInx8eOxqgg -
Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Lisboa: Câmara sem qualquer parecer ao Museu dos Coches De Ana Clotilde Correia (LUSA) – 8 de Jul de 2009 Lisboa, 08 Jun (Lusa) - A Câmara de Lisboa não vai emitir qualquer parecer ao projecto de arquitectura do Museu dos Coches, já que foram hoje chumbadas tanto a proposta para um parecer favorável condicionado, como a de recusar o parecer favorável. O parecer favorável condicionado era proposto pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), e a recusa ao parecer favorável subscrita pelo PCP. Na reunião do executivo municipal foi ainda chumbada a proposta dos Cidadãos por Lisboa, liderados por Helena Roseta, para que fosse promovida uma audição pública sobre o novo Museu dos Coches. © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. in http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5hmqW5EpLYaKLQnI-Tn6mJfAoElKg -
Funchal | Novo Estádio do Club Sport Marítimo | Pedro Araujo
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Câmara aprova projecto de arquitectura A Câmara Municipal do Funchal (CMF) aprovou, ontem, o projecto de arquitectura para o novo estádio de futebol do Clube Sport Marítimo, apesar da abstenção dos vereadores do PS e da CDU. O novo espaço desportivo obrigará à Câmara a fazer uma intervenção na estrada, no lado poente do estádio, aumentando a sua largura para sete metros de faixa de rodagem e dois metros de passeio. Esta foi uma imposição da Câmara, no respeito pelo Plano Director Municipal do Funchal. E esta é também a única alteração, em relação à restante rede rodoviária da zona. Outras matérias consideradas neste projecto, aprovado na reunião semanal da CMF, foi a criação de um silo-auto na zona do antigo polidesportivo dos Barreiros, vulgarmente conhecido por zona do galinheiro, e o novo estacionamento da bancada sul, onde está actualmente a zona do peão. O porta-voz da reunião, Bruno Pereira, explicou, por outro lado, que a zona do estádio não obedece a parâmetros urbanísticos, porque desde o PDM de 1997 que aquela é considera uma zona de equipamentos. Ao ser assim, a construção terá de ser adequada aos «regulamentos em vigor», sejam os gerais ou os específicos de infra-estruturas desta natureza, e não aos parâmetros urbanísticos. E é isso que tem acontecido, atestam os serviços da CMF. O Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira corrobora, em parecer já emitido. «Com total normalidade, este processo está a cumprir a burocracia normal para a sua aprovação», conclui Bruno Pereira. Depois de aprovado o projecto de arquitectura, agora o promotor terá de apresentar os projectos de especialidade e só após a sua aprovação é que a Câmara emitirá o alvará de construção. Apesar de ainda não ter licença para construir, há já obras no estádio, nomeadamente no sistema de drenagem nas zonas do relvado e da pista de atletismo. Mas, por serem «obras de escassa relevância urbanística» e por ter havido a necessária «comunicação prévia» do clube à Câmara, está tudo certo, garante Bruno Pereira. A Câmara poderá, até, vir a emitir uma licença de escavação e demolição, antes de ser emitida a licença de construção. «Caberá ao promotor saber quais são os próximos passos que quer dar», disse. Alberto Pita in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=129319⊃=0&sdata= -
Museu da Electricidade - Lisboa De: 29-07-2009 a 13-09-2009 Horários: 3ª,4ª,5ª,6ª,Sab,Dom Remade In Portugal reúne trabalhos de artistas e criadores portugueses. "A um Passo do Sonho" é o mote desta exposição que pretende mais uma vez chamar a atenção para a importância que pequenos gestos do nosso quotidiano podem ter na construção de um futuro melhor. A crise global que se instalou no último ano obriga a uma reflexão sobre os nossos comportamentos de cidadãos activos e responsáveis. É fundamental tomar consciência dos nossos hábitos de consumo, alterá-los, minimizar o desperdício e antever o impacto das acções individuais e colectivas na sociedade. Desta forma, o projecto Remade in Portugal ganha ainda mais pertinência e razão de existir. A exposição, que se realiza pelo terceiro ano consecutivo em Lisboa, será também o lugar ideal para lançar este alerta e pensar o futuro, criar estratégias que permitam relançar a economia, encontrar soluções sustentáveis. A exposição Remade in Portugal desenvolve-se em 6 momentos distintos. Ao entrar na exposição o visitante encontra uma chamada de atenção para problemas ambientais que assolam o nosso planeta: a seca, as inundações e os incêndios. O Alerta é-nos apresentado através de um vídeo do artista Nuno Cera. Este primeiro momento de paragem e reflexão conduz ao Labirinto Remade onde, pelas mãos de profissionais das áreas do design, arquitectura e moda surgem objectos realizados com materiais reciclados. O terceiro momento expositivo é dedicado aos Novos Talentos. Os objectos expostos reflectem as preocupações ambientais no acto de projectar de jovens estudantes universitários que, no futuro, serão profissionais activos da nossa sociedade. A crítica social surge nos quarto e quinto momentos, com o Arco do Triunfo do artista plástico Xana e com a instalação The order of today is the disorder of tomorrow de Pedro Valdez Cardoso, respectivamente. Os momentos de alerta e a consciência da crise económica global conduzem a uma (auto) crítica e a uma procura de soluções para os problemas eminentes. Esta procura, esta intensa actividade interior, permite sonhar, alcançar a imagem do paraíso, o Jardim do Éden que Joana Vasconcelos nos oferece no final da visita. Artista(s): Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Xana e Pedro Valdez Cardoso Endereço: Avenida Brasília Central Tejo, 1300-598 LISBOA Concelho: Lisboa Distrito: Lisboa Telefone: 210028190 URL: www.fundacao.edp.pt in http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvAg.asp?cat=16&catbn=ag&ag=269612 Exposição «Remade in Portugal» mostra peças ecológicas A exposição "Remade in Portugal" é inaugurada hoje à noite com peças de design ecológico de cerca de três dezenas de criadores portugueses no Museu da Electricidade, sob o título "A um Passo do Sonho". Pela terceira vez consecutiva em Lisboa, a exposição surge este ano em contexto de crise global, e pretende chamar a atenção para a importância de hábitos de consumo responsáveis, o impacto do desperdício na sociedade e na natureza, além da criação de soluções sustentáveis para o futuro. O director artístico do projecto "Remade in Portugal", Roberto Cremascoli, disse à Agência Lusa que, desde o início, em 2007, a iniciativa conseguiu que fossem desenvolvidos 105 peças de design ecológico e colocar metade em produção e comercialização. A iniciativa conta este ano com a participação exclusiva de artistas portugueses de várias áreas, desde as artes plásticas, design, arquitectura e moda como Rita Garizo, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Ana Salazar, Maria Gambina, Alda Tomás, Carlos Aguiar, Ricardo Dourado, João Mendes Ribeiro, entre outros. "Remade in Portugal" divide-se em seis núcleos, começando por uma chamada de atenção para os problemas ambientais que assolam o país - a seca, as inundações e os incêndios - através de um "Alerta" em vídeo concebido pelo artista Nuno Cera. Segue-se o "Labirinto Remade", com obras feitas em materiais reciclados por profissionais das áreas do design, arquitectura e moda, depois surge o núcelo "Novos Talentos", com obras também recicladas criadas por finalistas universitários. O quarto núcleo chama-se "Arco do Triunfo", criado pelo artista plástico Xana, e o seguinte é a instalação "The order of today is the disorder of tomorrow" de Pedro Valdez Cardoso. O "Jardim do Éden", criado pela artista Joana Vasconcelos, fecha a exposição, com uma imagem do paraíso que remete para o tema do sonho do "Remade in Portugal", projecto que conta com o apoio institucional da Agência Portuguesa do Ambiente e Direcção Geral das Artes do Ministério da Cultura. Criado originalmente em 2004 pela Regione Lombardia, em Itália, o projecto obteve a adesão do Ministério do Ambiente italiano e de vários consórcios ligados à reciclagem, passando a "Remade in Italy", com a finalidade de difundir a cultura do eco-design e do desenvolvimento sustentável. A partir do projecto "Remade in Italy" foi criada uma rede da qual já fazem parte, Portugal, Chile, Brasil e Argentina. Espanha e França vão ser os próximos países a aderir a esta iniciativa. A exposição "Remade in Portugal" estará patente ao público até 13 de Setembro. Diário Digital / Lusa http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=401571
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Hilton Bom Sucesso já está em construção e deverá abrir no primeiro semestre de 2012 Presstur 26-01-2011 (15h26) O Hilton Bom Sucesso, segundo hotel com da marca em Portugal, já está em construção no Vau, em Óbidos num investimento de 27 milhões de euros, estando a sua abertura prevista para o primeiro semestre de 2012. O futuro hotel de cinco estrelas é um projecto com a assinatura do arquitecto Eduardo Souto de Moura, será construído numa escarpa, com um piso acima da cota soleira e quatro abaixo, o que lhe confere uma vista privilegiada para o green do Bom Sucesso e tinha uma previsão inicial de abertura em Março de 2012. O Hotel Hilton Bom Sucesso foi reconhecido pelo governo como um projecto PIN, irá dispor de 120 quartos com 40 metros quadrados, com varandas que se misturam com o verde da paisagem e em que todas as casas de banho são iluminadas por luz natural. O empreendimento vai ainda contar com seis salas de congressos, um business center, duas piscinas (uma de água salgada e com areia e outra de água doce), SPA, dois restaurantes e dois bares. O projecto já tinha sido apresentado em Outubro de 2009, ocasião em que a data de abertura prevista era de Março de 2012 (clique para ler: Hilton Bom Sucesso abre em Março de 2012/Investimento ascende a 27 milhões de euros http://www.presstur.com/site/news.asp?news=22517). A marca chega ao Bom Sucesso através da assinatura de um contrato de licença de concessão entre a Hilton Worldwide e a Acordo Óbidos, promotora do projecto, cabendo a gestão à T3. A construção da obra está a cargo da Lucios – Engenharia e Construção, que também sob sua responsabilidade a construção do Hotel Intercontinental, unidade hoteleira de cinco estrelas situada no quarteirão das Cardosas, bem como a conversão do antigo cinema Águia D’Ouro em hotel low-cost, ambos no Porto. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=28790 Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf Julho 29th, 2009 · Sem Comentários Novo hotel de 5 estrelas avança em Óbidos Deu entrada na Câmara Municipal de Óbidos um pedido de aprovação do projecto de arquitectura do futuro hotel do Bom Sucesso – Design Resort, Leisure & Golf. O hotel de cinco estrelas, com projecto da autoria do conceituado arquitecto Eduardo Souto Moura, terá 120 quartos, centro de congressos com capacidade para 500 lugares, três restaurantes e SPA e representa um investimento de cerca de 25 milhões de euros, com a criação de 120 empregos, segundo dados da empresa. Eduardo Souto Moura afirmou que o hotel ficará localizado numa encosta, “num sítio lindíssimo”. “O conceito foi fazê-lo ao comprido para caber no sítio e diminuir o impacto de construção”, explicou, destacando a “escolha dos materiais e os jardins da cobertura e das varandas”. Segundo Paulo Graça Moura, presidente da Acordo SGPS, este hotel “é um passo importante na concretização do empreendimento”. O responsável garante que este “será um edifício muito inovador e com muita qualidade, mas discreto”, acrescentando que “o hotel será operado por uma cadeia internacional de renome, o que acrescentará profissionalismo e prestígio ao empreendimento”. O hotel, com 10 mil metros quadrados de construção, terá, na sua envolvente, 700 mil metros de reserva ecológica “para benefício dos seus utentes”, sublinhou Paulo Graça Moura. Os trabalhos deverão começar ainda este ano, prevendo-se que a construção não ultrapasse os dois anos. Recorde-se que o hotel faz parte de um conjunto turístico que inclui três aldeamentos: o Aldeamento Turístico Bom Sucesso Lagoa Golf, com 601 unidades de alojamento, a que se juntam mais 468, divididas entre o Aldeamento da Floresta e o Aldeamento do Sul. O Bom Sucesso – Design Resort, Leisure & Golf é um resort turístico com uma enorme componente de lazer, diferenciando-se pelo conceito de “Fusão Criativa” materializado pela conjugação de arquitectura contemporânea com natureza e presente nas propostas de cada arquitecto, constituindo a arquitectura o denominador estruturante do projecto. A classificação de Aldeamento Turístico de 5 Estrelas, aliada ao reconhecimento como Projecto de Interesse Nacional (PIN) e Utilidade Turística, confirmam a aposta neste conceito inovador, tornando-o numa referência internacional entre os conjuntos turísticos de luxo. in http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/07/29/bom-sucesso-design-resort-leisure-golf/
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Requalificação da entrada norte de Setúbal vai avançar A requalificação da entrada norte de Setúbal vai avançar “quinze anos depois”, graças à assinatura de um protocolo e de um contrato de prestação de serviços sobre o estudo urbanístico dessa zona entre a Câmara Municipal de Setúbal e a empresa Casvil. Maria das Dores Meira, presidente da câmara, realça que “sempre considerou fundamental uma solução” para essa zona, porque é um “cartão de visita da cidade”. Na opinião do vereador do Turismo e Actividades Económicas, André Martins, a zona “não tem tido a solução urbanística que Setúbal merece”. Maria das Dores Meira lembra que o compromisso, assumido em 1994, “tornou-se difícil por causa do PDM (Plano Director Municipal)” nessa área. O arquitecto César Barbosa, responsável por esse estudo urbanístico para a zona, explica que havia uma “impossibilidade jurídica”, uma vez que o PDM, que “não existia quando o protocolo foi assinado”, não permitia os 90 mil metros quadrados de construção previstos. Assim, a Casvil “entendeu essas dificuldades e aceitou pagar o estudo urbanístico para a zona”, que será previsto na actual revisão do PDM. Com este protocolo e contrato agora assinados, Maria das Dores Meira considera que “todos saem a ganhar”, garantindo a “qualidade e notoriedade” da intervenção, ao mesmo tempo que “assumiu o compromisso de outro executivo”. Além disso, entende que “as expectativas do promotor não saem defraudadas”. Yehuda Leon, da Casvil, realça que, “com esta presidente a solução foi mais rápida e correu tudo bem”, garantindo que a sua empresa continua “disponível” para começar as obras “já amanhã”, que poderão estar concluídas em “dois ou três anos”. Quanto ao investimento envolvido, Yehuda Leon revela apenas que são “muitos milhões”. Quanto à área de intervenção, numa área total de cerca de 466 mil metros quadrados, César Barbosa revela que o principal objectivo é a “requalificação” da zona que, actualmente, é uma “solução anti-urbana e inimiga da cidade”. O estudo para a zona, que “decorre desde o último ano e meio” em articulação com vários outros estudos e as áreas técnicas da autarquia, pretende que “a avenida Antero de Quental não seja um prolongamento da via rápida” e “coser a área, aproximar os cidadãos e devolver-lhes os passeios”. Assim, é previsto o “reperfilamento” da avenida Antero de Quental, que passará a ser “um arruamento urbano”. Segundo André Martins, esta decisão tem a ver com outra, “assumida na revisão do PDM”, e que tem a ver com “a construção de uma circular externa que vai ocupar o lugar desta via”. Com esta opção, César Barbosa explica que a cidade vai poder “espraiar-se e prolongar-se para o interior”, deixando de ser uma “zona periférica”. Com isto, vai haver uma aposta para dotar a zona com uma solução habitacional, a sul da avenida Antero de Quental, enquanto que, a norte da via, pretende-se construir um “elemento de arquitectura de referência” e uma “unidade complementar ao Jumbo”. Esta unidade, que Yehuda Leon tenciona que seja um “centro de cultura e animação da zona”, tem uma área de edificação de vinte mil metros quadrados e, segundo Sérgio Barbosa, quer ser “uma parceria com o Jumbo para que este seja reformulado no todo e tenha coerência com o resto do edificado, prevendo uma galeria pedonal elevada” entre ambos. Caso não seja possível avançar com este projecto em parceria com o Jumbo, Sérgio Barbosa garante que este “também pode ser um modelo autónomo”. Quanto ao edifício prisional, o arquitecto lembra que esse é um “património do Estado” e a decisão sobre o que fazer dele depende da tutela. Por isso, o estudo executado prevê “a parte viária com a ligação a sul” nas várias possibilidades possíveis. Pedro Soares - 29-07-2009 17:33
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http://www.educaedu.com.pt/ Fica aqui a sugestao.
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Lisboa | Centro de Investigação da Fundação Champalimaud | Charles Correa
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Fotografias de Luís Raposo Alves via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=40200956#post40200956 -
Novo pólo de Serralves concluído em 2012 Posted on Maio 28, 2009 by apat A próxima fase de crescimento do Museu de Arte Contemporânea de Serralves (MACS) é o pólo multifuncional Serralves 21, a construir em Matosinhos nos próximos três anos, com um custo estimado de 25 milhões de euros. O concurso de arquitectura internacional foi ganho por um consórcio dirigido pelo atelier SANAA, dos arquitectos japoneses Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, que propôs uma estrutura em pavilhões, densa e compacta, traduzindo a multifuncionalidade do conjunto. Os vários edifícios estarão ligados entre si por um só piso subterrãneo com 7.500 metros quadrados, onde se situarão os espaços destinados às reservas do museu e guardaria de colecções privadas. Arquivado em: museus in http://apat.wordpress.com/2009/05/28/novo-polo-de-serralves-concluido-em-2012/ O júri do concurso internacional deu o primeiro lugar à firma japonesa que projectou o New Museum de Nova Iorque e a loja Christian Dior de Tóquio É raro um edifício inspirar tanta confiança no futuro, escreveu o New York Times em Janeiro de 2006, quando se soube como ia ser, por dentro e por fora, o projecto de Kazuyo Sejima para o New Museum of Contemporary Art de Nova Iorque. Ainda não sabemos como vai ser, por dentro e por fora, o projecto de Kazuyo Sejima para o Edifício Multifuncional que a Fundação de Serralves vai construir num lote dos antigos terrenos da Efanor, em Matosinhos. Mas foi nele que o júri do concurso internacional aberto em Maio de 2007 mais confiou: a proposta da Sanaa (Sejima and Nishizawa and Associates) ficou em primeiro lugar, à frente de concorrentes como os franceses Lacaton e Vassal, o britânico David Chipperfield, a dupla Matthias Sauerbruch/Louisa Hutton, o português Eduardo Souto Moura e o atelier suíço Degelo Architekten. A decisão foi comunicada anteontem ao conselho de administração. O pólo que a Fundação de Serralves pretende abrir até 2010 vai acumular as funções de depósito de obras de arte - respondendo à necessidade que o Museu de Arte Contemporânea de Serralves tem actualmente de ampliar o espaço de guardaria -, oficina de conservação de referência e centro de exposições. Faz parte do programa, que prevê ainda um núcleo de indústrias criativas e um espaço destinado à preservação da memória da Efanor e da indústria têxtil. Também faz parte do programa que o novo edifício "constitua um marco da arquitectura contemporânea". Os projectos de Kazuyo Sejima têm essa facilidade: transformam-se rapidamente em objectos de culto. Aconteceu em Nova Iorque (com o New Museum of Contemporary Art da Bowery) e em Tóquio (com a loja Christian Dior da Omotesando), mas também já aconteceu aqui perto, com a ampliação do Instituto Valenciano de Arte Moderna (a nova pele do edifício estará pronta em 2011). Agora vai acontecer a dois quilómetros do Porto, com um projecto que quer fazer muitas coisas pela zona envolvente (pretende-se que promova a requalificação urbana e arquitectónica daquele quarteirão da Senhora da Hora, contribuindo para a estruturação de uma antiga zona industrial que começa a transformar-se agora num bairro residencial e de serviços), pelo ambiente (o novo edifício deve preocupar-se com a redução do consumo de energia e o tratamento e escoamento sustentáveis dos resíduos sólidos) e pela criação de emprego qualificado através da aposta em serviços "de alto valor acrescentado" na área do inventário, da fotografia, do vídeo, da conservação e do restauro, da embalagem e da montagem de exposições. Quaisquer que sejam as valências do edifício, pode acontecer o mesmo que com a Casa da Música de Rem Koolhaas: um efeito Guggenheim, ainda que a outra escala. "A Sanaa é a firma que todas as outras firmas [de arquitectura] que entrevistámos admiram. Em todos os ateliers onde estivemos havia livros da Sanaa nas prateleiras", disse Lisa Phillips, directora do New Museum, ao New York Times. ( Inês Nadais, 16.07.2008,, Publico) in http://cercarte.blogspot.com/2008/07/uma-arquitecta-de-culto-vai-projectar-o.html 10 º aniversário da Fundação de Serralves Pólo da S. Hora em 2012 Extensão do museu acolherá parte da colecção de obras de arte, com mais de 1500 peças armazenadas. O Pólo multifuncional Serralves 21, que será construído nos próximos três anos na Senhora da Hora, representa mais uma etapa do crescimento do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Pelo menos, é essa a opinião de João Fernandes, director do Museu de Serralves, no âmbito das comemorações do 10º aniversário da Fundação de Serralves. “O projecto Serralves 21 nasceu da necessidade premente e imperiosa de criar espaço para o crescimento da colecção, porque já não temos espaço para a nossa colecção, temos já espaços alugados”, afirmou João Fernandes, em declarações à agência Lusa. A obra tem um custo estimado de 25 milhões. Quando estiver concluído, o Pólo de Serralves, na Senhora da Hora, acolherá parte da colecção de obras de arte. As actuais zonas de armazenamento do Museu de Serralves são insuficientes para acolher as mais de 1500 obras da colecção. Além disso, não dispõem de condições específicas de armazenamento para os trabalhos em papel, fotografias e filme. “Isto obriga a criar diversas climatizações, em termos de temperatura e humidade, e exige um edifício sofisticado com condições de guardaria muito diversificadas, o que representa um grande investimento”, revelou João Fernandes. Para rentabilizar o espaço, será ainda possível guardar colecções particulares, de acordo com a directora-geral da Fundação de Serralves, Odete Patrício. Para concretizar este projecto, a Câmara Municipal de Matosinhos ofereceu o terreno a custo zero, com direito de superfície por 99 anos. Em troca, o Pólo de Serralves prestará um serviço cultural a Matosinhos, materializado numa galeria de exposições. O equipamento acolherá também um núcleo museológico de arqueologia industrial, uma vez que naquele terreno funcionava a antiga Efanor, uma importante industria têxtil da região, cujos vestígios serão mantidos. A empreitada será executada pelo vencedor do concurso de arquitectura internacional- um consórcio dirigido pelo atelier SANAA, dos arquitectos japoneses Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa. A proposta prevê uma estrutura em pavilhões, ligados entre si por um só piso subterrãneo com 7.500 metros quadrados, onde se situarão os espaços destinados às reservas do museu e guardaria de colecções privadas. À superfície, os pavilhões- ligados por um conjunto de ruas pedonais e jardins interiores - terão uma recepção comum, galerias de exposição, um edifício multifuncional para actividades didácticas, áreas de comércio ligado à arte e fixação de indústrias criativas e para serviços administrativos. Por: Dulce Salvador in http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=417&id=21507&idSeccao=3217&Action=noticia NOTA: Quem tiver desenhos, imagens de maquetas e renders partilhe se faz favor. Obrigado.
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Ficamos ah espera. Obrigado. Se tiveres mais informacoes sobre o projecto escreve aqui. Como podes ver este projecto estimulou uma grande discussao. Existem misterios ainda por resolver que tu enquanto participante da obra, alem do arquitecto-autor do projecto, deveras saber melhor do que ninguem. Portanto alem das fotos que agradecemos conta-nos mais estorias sobre o projecto. Obrigado.
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Patagonia, Argentina | Hotel Bariloche | Mario Roberto Alvarez
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Escrevam sobre o projecto. Fundamentem as vossas opinioes. Continuação de bons posts! Obrigado. Nota: Os post relacionados com o livro do siza foram movidos para um topico no forum Bibliografia. -
01 Textos Por Álvaro Siza Morais, Carlos Campos Editor: Civilização Ano de edição: 2009 Sinopse Álvaro Siza, nome de grande prestígio pertencente ao primeiro plano da arquitectura mundial contemporânea, é um criador de excepção que se dedica também a outras actividades de natureza artística e literária: desenho, escultura, tapeçaria, design de móveis e outros objectos, poesia, ensaio, etc. A sua expressão escrita, tão singular como a arquitectónica, encontra-se no registo de infindáveis entrevistas, de conferências, palestras, discursos de aceitação de doutoramentos honoris causa ou outros, suportes multimédia, catálogos, livros diversos, etc. Apresentam-se, neste livro de nome Textos 01, 153 textos, escritos entre 1963 e 2008, uns originais, outros revistos, outros já integralmente publicados, distribuídos segundo uma temática de 21 itens, com o respectivo índice remissivo. in http://www.livrarialeitura.pt/home.ud121?oid=11048005&from_zone=Top+Leitura Nota: Fiquei surpreendido com a quantidade de textos que elogiavam o Niemeyer.
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Lisboa | Terminal de Cruzeiros de Sta. Apolónia | Rui Alexandre
JVS replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Concurso para terminal de cruzeiros em Setembro 00h00m GINA PEREIRA Câmara vai desafiar arquitectos a projectar zonas nobres da cidade. A Câmara de Lisboa abandonou o projecto da Administração do Porto de Lisboa para o terminal de cruzeiros de Santa Apolónia. Em Setembro, lança um concurso de arquitectura para a gare, mas sem hotel nem galeria comercial. A novidade foi avançada ontem pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, durante uma sessão de apresentação de seis planos de pormenor, urbanização e ordenamento levados a cabo nos últimos dois anos e que encheu, sob um calor tórrido, a sala principal da Sociedade de Geografia de Lisboa. Salgado explicou que é intenção da autarquia "apostar muito" no lançamento de concursos de arquitectura de modo a "tirar partido do potencial dos arquitectos portugueses para a qualidade da cidade" e adiantou que, ainda antes do fim do mandato, pretende lançar vários concursos para projectar zonas nobres da cidade. A Praça de Espanha - para onde está previsto um centro de congressos e a desactivação do Instituto Português de Oncologia -, a praça em frente à Gare Marítimia de Alcântara, o Campo das Cebolas/Doca da Marinha e a zona monumental de Belém (estas duas em parceria com a sociedade Frente Tejo) são algumas das intervenções que vão ser objecto de concurso público. Também o arranjo do espaço público do Largo do Rato - "o local em Lisboa onde o peão tem mais dificuldade em atravessar" - e a criação de uma creche, biblioteca e zonas de habitação em dois terrenos municipais em Pedrouços serão objecto de concurso, este último destinado a jovens arquitectos. Antecipando eventuais acusações de propaganda eleitoral, Manuel Salgado explicou que a apresentação e discussão pública dos planos de urbanização é uma obrigação que decorre da lei e disse que o objectivo da Câmara é que haja "um debate profundo e sereno sobre o futuro da cidade e os instrumentos de gestão urbanística que a vão orientar na próxima década". "Não são ideias abstractas. São projectos concretos para uma cidade real", vincou. Coube a cada um dos arquitectos responsáveis fazer a apresentação: Jorge Catarino Tavares apresentou o plano de pormenor da Baixa Pombalina, que vai a votos dia 29; Manuel Aires Mateus apresentou o plano para o quarteirão do Parque Mayer; Manuel Fernandes de Sá deu a conhecer o plano de urbanização de Alcântara; Carrilho da Graça apresentou o plano para o Aterro da Boavista; Joan Busquets enunciou ideias para ordenar a envolvente à estação do Oriente e José Mateus apresentou um estudo urbano para a Avenida de Berna. -
O teu blog deu-me uma ideia para um blog que eu estou a fazer.
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HOLANDA Erick van Egeraat's Architects - http://www.eea-architects.com
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The Portuguese group IMOCOM presented its latest project in Argentina, a Hilton branded hotel in Bariloche (Patagonia) that was introduced as "eco friendly". According to the company's CEO, Hugo Canessa, the broad term refers to the hotel layout, which will blend with the mountain it's located in to reduce visual impact, and the fact that during the building process and later in its operational phase, the hotel will have efficient use of energy and water and "proper management of soil and drainage." Besides the green talk, neighbors are concerned about the impact the building will have in this beautiful area. The fact that the hotel is placed in a mountain, is going to get water from the pristine Nahuel Huapi lake, and is surely disposing water nearby, are causes for worry. Green or greenwashing? Keep reading for more info and pictures. Background: why a Hilton in Bariloche Bariloche is a city in the province of Rio Negro and one of the most important destinations of the Argentinean Patagonia. If this project gets the final approval from municipal authorities, the Hilton will be the first international hotel chain to have a base in this city. The project is thought to be vital for the development of tourism in the area, which is why municipal and national authorities have given it thumbs up. The hotel will demand a 120 million USD investment and is expected to be open in 2011, adding 350 rooms and 240 houses with hotel service, three restaurants, two pools, a spa and a convention center for 2,000 people to the city. Towns and cities in the south of Argentina have higher environmental awareness than Buenos Aires, and that is why the project for the hotel had to consider green actions and was presented as "eco friendly." How green the third Argentinean Hilton will be? The eye-shaped building was designed by well known Argentinean architect Mario Roberto Alvarez, also father of the Buenos Aires Hilton, and will cover 60,000 square meters of the 50 hectares the IMOCOM group owns in the Dos Hermanos hills (25 kilometers from the center of Bariloche). The investors behind the hotel project say it will have the following green features: -A green roof that will integrate it to the mountain colors thorough seasons, -Efficient use of water and energy, -The largest private plant of liquid waste water treatment in the area (according to Infobae), -The hotel will occupy 60,000 square meters of the 51 hectares area, leaving the rest of the space with the natural wildlife, -The building will be located in an area of semi-volcanic rock and no native species will be cut down, the trees that will have to be cleared are mostly pines (as said by Imocom CEO to ANBariloche). But of course, the sole fact of a building getting into the landscape of a mountain has been subject to discussion and rejection from the city's neighbors. Locals oppose to project According to Muy Patagonia, opposers are worried about the future impact of the building and some of the actions behind the project. The neighbors claim the building will spoil their landscape and surroundings, and say the hotel will have an electricity line that will be financed by investors but that afterwards they won't pay their consume until that investment is paid out, which makes the line paid by neighbors. As said earlier, we would be more worried about the hotel getting water from the Nahuel Huapi lake and would watch for the waste water treatment and disposal. We know Argentina has seen too many water courses spoiled by negligence. So far, the hotel was presented with an environmental impact study to the municipal Planning Secretariat and awaits final approval. If it does, we certainly hope the "eco friendly" presentation is not just green blah. in http://www.treehugger.com/files/2008/10/eco-friendly-hilton-hotel-argentina-patagonia.php Prometen un Hilton con alto nivel y respeto ambiental Presentaron en Bariloche el proyecto de la cadena hotelera. La construcción dará trabajo a 500 personas. Abriría en 2011. El hotel estará entre dos morros, conocidos como cerro Dos Hermanos. El grupo Imocom ofreció detalles en la ciudad, para despejar dudas. SAN CARLOS DE BARILOCHE (AB).- Directivos del grupo Imocom, el secretario de Turismo de la Nación, Enrique Meyer, el embajador de Portugal en Argentina, junto a autoridades provinciales y municipales presentaron en sociedad el nuevo hotel "Hilton Bariloche-Patagonia" a construirse en esta ciudad. El CEO del grupo, Hugo Canessa, brindó detalles sobre el proyecto y aseguró que van a cumplir con todas las reglamentaciones y optimizarán las tareas para minimizar el impacto ambiental. Hilton es la primera cadena hotelera internacional que desembarca en la ciudad y además de construir un hotel con un diseño que evita un fuerte impacto visual, incorporará el primer centro de congresos y convenciones con capacidad para un millar de personas. Este recinto es considerado "vital para el desarrollo turístico" y hace tres décadas que se viene planificando desde las esferas estatales. Los inversores adquirieron 50 hectáreas en la zona aledaña al kilómetro 19 de la ruta al Llao Llao, con costa sobre el lago Moreno, y destinarán dos de ellas para el hotel. La estructura principal se ubicará entre dos morros, que son conocidos como cerro Dos Hermanos, y tendrá un total de 10 desniveles, cinco de ellos subterráneos. Fue proyectado por el estudio de arquitectura Mario Álvarez y asociados, con sede en Buenos Aires. Su diseño despertó curiosidad y como es habitual con toda inversión y obra de envergadura en Bariloche, algunas críticas. Tiene una forma ovalada y parte de su techo será recubierto con vegetación, con lo cual la obra intentará unirse con el paisaje. Canessa se encargó de reiterar que el proyecto "apunta a contribuir para que Bariloche sea un destino turístico de primer nivel mundial y que se respetarán todos los parámetros que estipula el municipio para estos emprendimientos". Meyer no dudó en afirmar que "el emprendimiento es muy beneficioso para el desarrollo del turismo". Asimismo reiteró que avanzan los estudios para remodelar la avenida Costanera de esta ciudad y la construcción de una planta de tratamiento de residuos. "Bariloche debe ser sin dudar el portal de ingreso a la Patagonia", dijo. A su turno, el intendente Marcelo Cascón, dio la bienvenida a los inversores y ponderó que el proyecto se presente en forma abierta, ya que dijo "la transparencia de los actos será prioridad en la actual gestión". El jefe comunal dijo que el proyecto será analizado por los técnicos del municipio y se mostró esperanzado en que la obra se concrete a mediano plazo. Canessa estimó que se tardará alrededor de tres años para construirlo y que en este período trabajarán alrededor de 500 personas. Dijo ser consciente de las falencias locales en materia de provisión de energía eléctrica y también en las vías de acceso al hotel (una avenida Bustillo rota y colapsada) pero se mostró optimista en que esto se revierta en el futuro. El presidente de la Cámara de Turismo, Alberto del Giudice, y el secretario del gremio Gastronómico, Ovidio Zúñiga, coincidieron en que la inversión es beneficiosa para el turismo y abogaron para que se priorice la mano de obra local para operarlo. in http://www.rionegro.com.ar/diario/2008/09/26/20089e26s01.php
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Fotografias de alldayeveryday via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=40083304#post40083304
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Mais um excelente artigo de Miguel Sousa Tavares publicado no Expresso (Segunda-feira, 29 de Jun de 2009 ) Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê: - É sempre assim, esta auto-estrada? - Assim, como? - Deserta, magnífica, sem trânsito? - É, é sempre assim. - Todos os dias? - Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente. - Mas, se não há trânsito, porque a fizeram? - Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto. - E têm mais auto-estradas destas? - Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me. - E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões? - Porque assim não pagam portagem. - E porque são quase todos espanhóis? - Vêm trazer-nos comida. - Mas vocês não têm agricultura? - Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável. - Mas para os espanhóis é? - Pelos vistos... Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga: - Mas porque não investem antes no comboio? - Investimos, mas não resultou. - Não resultou, como? - Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou. - Mas porquê? - Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos. - E gastaram nisso uma fortuna? - Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos... - Estás a brincar comigo! - Não, estou a falar a sério! - E o que fizeram a esses incompetentes? - Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro. - Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo? - Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não. - Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto? - Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações. - Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa? - Isso mesmo. - E como entra em Lisboa? - Por uma nova ponte que vão fazer. - Uma ponte ferroviária? - E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa. - Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros! - Pois é. - E, então? - Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la. - E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta... - Não, não vai ter. - Não vai? Então, vai ser uma ruína! - Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar. - E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras? - Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa! - E vocês não despedem o Governo? - Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo... - Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro? - Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade. - O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia? - A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV. - Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter? - É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás: - E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê? - O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa. - Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo? - É isso mesmo. Dizem que este está saturado. - Não me pareceu nada... - Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP. - Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível? - Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido. - E tu acreditas nisso? - Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo? - Um lago enorme! Extraordinário! - Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa. - Ena! Deve produzir energia para meio país! - Praticamente zero. - A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber! - A água não é potável: já vem contaminada de Espanha. - Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso? - Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais. - Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada? - Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor. Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente: - Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos? - Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez. Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou: - Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
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in http://cidadanialx.blogspot.com/
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Fotografias retiradas de aqui. http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=39908286#post39908286
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TEXTOS DO AUTOR Hall House 1 This house involves many urban aspects although it stands in the middle of suburban area.Focused on a couple’s spare time, parking lot, billiard-theater, dining-kitchen and bedroom with bathroom are contained in one hall changing their heights according to the slope of the front road.The inclined hall is bended at an angle of 70 degrees to fit into the irregular shape of the site, and the gap of the first and the second-floor become the terrace letting the light plentifully into the whole house. These differences of heights, not a right-angled overlapping of spaces, overlapping use of places, and indirect lighting make various gradations and deepness inside the one-room, it means that this house is on one hand simple enough to perceive whole space, and on the other hand complex enough to find something unpredictable from each corner, as if you come across fragments of contemporary city. To realize thus formed pentagonal plan, a monocoque structural system was adopted. The folded shape of fare-faced concrete structure with the new type of water repellent, allowed to form the hall of 6m span with the only thickness of 15-18cm, to make directly the exterior roof and wall the drainage to let the rainfalls run down to the ground, not using parapet nor gutters, and to envelop the interior space according to each need just like a fabric. And the face of the material makes this house look like a part of the ground, something natural as if it were an open space in the city. And in this case, as the scale of the building was not huge, the exterior form can directly express the structure, which envelops the interior space, and this monocoque structural system of reinforced concrete allowed us to express the individual need to external circumstances. ビリヤードをするために幅6m、100インチの映像を楽しむために長さ5m、というホールを内包する住宅である。敷地は閑静な住宅街と学校にはさまれ、いびつでかつ高低差の大きい道路に面している。駐車場とそれにつながるホール、ダイニングスペースは道路に平行かつ階段状に、そしてホールにうかぶベッドスペースは背面の住宅に平行に配し、そのずれた残余が、道路のむこうがわの校庭にむかってデッキになっている。プライバシーの確保と防音の目的から閉鎖的なこの住宅の中で、大きく開かれたこのデッキは、住宅全体に採光するための開口部でもあり、そのためデッキに隣接した風呂はガラスボックスとした。またスキップしたホールを覆う傾斜屋根は眺望のよい広場でもあり寝室からスロープを経てのぼることができる。 このような平面・断面がともに不定形な多角形、かつ60㎡の無柱空間を実現するため、ここでは150mmの壁と180mmのスラブからなるRCのモノコックな壁構造を採用した。屋根が折れているのは、空調効率をよくすると同時に、折曲げによってはじめて強度が満たされ、かつひび割れ防止になるというように、全体の3D形状をさまざまな条件を構造家とシミュレートしながら決定した。また外部のRCには浸透性の防水材が塗布し、雨水が屋根から壁を伝って地面に吸収されるような排水システムによって、パラペットや樋、水きりといったディテールが排した。 このようにプログラムとその効率的なレイアウト、コンテクスト、無駄のない構造、工法といったものを同列において方程式を解き、シンプルでありながら多様なシーンの得られる内部空間について考えた。そして壁・屋根・床を同一素材でつくりディテールをなくしたRCモノコック工法は、形体、素材あるいは構造を突出させることなく、内部空間を外部に表現することを可能にしている。このユニークな個人のための舞台装置が、やがて風化しながら土地と一体化し、新たな都市の風景となることを願っている。
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terça-feira, 14 de Julho de 2009 | 09:57 Estarreja: Casa-Museu Egas Moniz reabre hoje as portas A Casa-Museu Egas Moniz reabre hoje as suas portas, em Estarreja, no dia em que se celebra o seu 41º aniversário, após a realização das obras de conservação e requalificação do edifício, efectuadas pela autarquia local. A cerimónia de reabertura, que conta com a presença da ministra da Saúde, Ana Jorge, insere-se nas comemorações do 60º aniversário da atribuição do Prémio Nobel da Medicina a Egas Moniz. A Câmara de Estarreja investiu 250 mil euros na está a recuperação a Casa-Museu de Egas Moniz, Nobel da Medicina e primeiro português a receber o galardão faz agora 60 anos. A Casa-Museu, situada em Avanca, é um edifício ao estilo Arte Nova, construído há cerca de 80 anos sob desenho do arquitecto Ernesto Korrodi, a solicitação do próprio Egas Moniz. A autarquia já patrocinou a digitalização do acervo documental do cientista, num projecto que compreendeu mais de 25 mil páginas e ascendeu a 190 mil euros, comparticipado em 149 mil euros pelo programa Aveiro Digital, tendo sido recuperado um anexo da casa para alojar o centro de documentação. No espaço circundante da Quinta do Marinheiro, onde passa um rio e que tem um açude, moinhos, um lago e estufas, existem outras construções que serviam de apoio à quinta, que a autarquia pretende aproveitar e reabilitar, para a transformar num centro de ciência. Egas Moniz, considerado um pioneiro nos campos da neurologia e da psiquiatria, executou o primeiro exame designado angiografia cerebral (1927) e concebeu a incisão na zona frontal no cérebro. Realizada em 1935, esta descoberta abriu novos horizontes ao estudo do sistema nervoso central e valeu a Egas Moniz a atribuição do Prémio Nobel em 27 de Outubro de 1949. Apesar da projecção internacional de Egas Moniz, a autarquia tem-se queixado da falta de apoios no esforço de recuperação da sua Casa-Museu, cuja quinta dispõe de condições para se tornar num centro de actividades científicas e de divulgação do seu espólio científico e pessoal. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=399010&page=2
