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Campus de Justiça do Porto concluído em 2012 31.08.2009 - 18h57 Lusa O Campus de Justiça do Porto, cuja primeira pedra foi lançada hoje pelo ministro Alberto Costa, estará pronto no primeiro trimestre de 2012, de acordo com a previsão oficial. A concentração de serviços permitirá ao Estado vender 14 imóveis ou fracções de imóveis actualmente adstritos aos serviços de Justiça do Porto e rescindir 16 contratos de arrendamento. Só nos arrendamentos a rescindir, a poupança anual será da ordem dos 2,3 milhões de euros. A Justiça na comarca do Porto reparte-se actualmente por prédios concebidos para habitação e escritórios, degradados ou pouco funcionais. A construção do campus cabe ao consórcio liderado pela empresa OPWAY, dirigida por Filipe Soares Franco, do qual fazem parte também a EFACEC e a FDO, que foi apurado nos termos do anúncio de concurso 481/2008, publicado na II série do Diário da República de 08 de Agosto do ano passado. A OPWAY investe 114 milhões de euros na obra e o Estado compromete-se a pagar-lhe a renda desses imóveis durante 30 anos, no âmbito de um modelo de financiamento assente numa "oferta pública de arrendamento". Os critérios para a atribuição do direito de superfície do terreno, avaliado em 26,5 milhões de euros assentaram na valia técnica da proposta (50 por cento) e no preço de arrendamento (50 por cento). O campus ficará situado na Quinta de Santo António, num terreno com cerca de cinco hectares, entre as ruas do Melo e Barão Forrester. Os oito edifícios do complexo concentrarão todos os tribunais de primeira instância da cidade e outros serviços do Ministério da Justiça, mas não os tribunais superiores, que ficam no Palácio da Justiça, na zona da Cordoaria. Para o novo campus do Porto transitarão os tribunais cíveis, criminais, de Família e Menores, Administrativo e Fiscal, de Trabalho, o Departamento de Investigação e Acção Penal, as Conservatórias do Registo Civil, Predial, Comercial e de Automóvel e o Instituto de Medicina Legal, além de um arquivo central e serviços comuns. O complexo, que terá acesso à estação de metro da Lapa, contará ainda com uma esquadra da PSP. Na apresentação da obra, o arquitecto Miguel Saraiva disse que o projecto completa a preservação da Casa da Quinta de Santo António, património municipal, e do contíguo jardim oitocentista. A ribeira que atravessa a quinta será requalificada, a zona será dotada com um complexo comercial e o espaço público será decorado com três esculturas. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398520&idCanal=62
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Barreiro | Projecto de Renovação do "Centro" | Joan Busquets
JVS replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Mercado 1º de Maio e Praça envolvente inaugurados Executivo concretiza estratégia do ‘Barreiro Novo’ Ana Lourenço Monteiro | 09-09-2009 Foi ontem, dia 8 de Setembro, que o novo Mercado 1º de Maio e a praça envolvente foram inaugurados, concretizando assim a estratégia do actual executivo municipal de requalificar o centro da cidade. Para o presidente da Câmara Municipal do Barreiro (CMB), Carlos Humberto, esta é uma obra “de grande qualidade arquitectónica e de grande qualidade”. Resta à população frequentar este novo espaço, atitude que permitirá revitalizar o centro da concelho e potenciar o papel do Barreiro no âmbito da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Depois de várias datas anunciadas para abrir portas ao público, o Mercado 1º de Maio e a praça envolvente foram finalmente inaugurados na passada terça-feira, pelas 10h30. Presente no momento esteve o executivo municipal, acompanhado de personalidades como Matias Lopes, Managing Director da Southern Europe Multi Mall Development (empresa gestora do Forum Barreiro), Hans Van Veggel, director geral da Multi Mall Management, o arquitecto Joan Busquets, responsável que desenho do Mercado 1º de Maio, e o mestre moçambicano Malangatana. Conforme o edil barreirense referiu, mais do que uma inauguração do Mercado 1º de Maio e da praça adjacente, que ligará o mercado ao Parque Catarina Eufémia, o executivo reuniu-se para comemorar a concretização de “uma estratégia que visa reforçar, requalificar, alargar e dinamizar o centro do concelho, dando-lhe nova vida e novas dinâmicas”. “Sabíamos que seria uma intervenção extremamente difícil, mas era necessária para ultrapassar a letargia que afectava o centro”, adiantou Carlos Humberto. Nesta estratégia, denominada ‘Barreiro Novo’, estiveram incluídas não só a requalificação do mercado e zona envolvente como também “a construção de um parque de estacionamento, a abertura do Forum Barreiro, a requalificação da Rua Stara Zagora e suas rotundas, a pedonalização e arborização da Avenida Alfredo da Silva e a recuperação da Rua José Magro”. Ainda por cumprir, neste âmbito, estão a inauguração, na próxima semana, do elemento escultórico dedicado à paz e à amizade do mestre Malangatana e a abertura da nova Escola Mendonça Furtado, no início do próximo ano. “Podemos afirmar com convicção que todos estamos de parabéns por estarmos a construir um Barreiro novo”, salientou o autarca, não se esquecendo de realçar a importância da penetração no Barreiro Velho. “Não há concelho desenvolvido sem um centro desenvolvido; esta grande praça e suas ruas envolventes são já algo embrionário das acções que vamos tomar com o objectivo para ligar esta zona do concelho ao Passeio Augusto Cabrita recentemente inaugurado”, frisou. Multi Mall investiu quase seis milhões “Um investimento que totalizou quase seis milhões de euros” foi o que a Multi Mall fez no centro do Barreiro, com base no acordo estabelecido com a CMB. Recorde-se que ambas as entidades acordaram que a empresa proprietária do Forum Barreiro ficaria responsável por aquele conjunto de obras e pela renovação do antigo Mercado 1º de Maio, poupando despesas à autarquia, em troca de uma área de 2100 metros quadrados de cedência em espécie a que o município tinha dinheiro nos terrenos adjacentes. O arquitecto catalão Joan Busquets assinalou precisamente a colaboração público-privada efectuada. Segundo opinou, a relação estabelecida entre a Câmara e a Multi Mall pode ser vista como “um claro exemplo de que o sector público e o sector privado podem fazer coisas de forma definida e transparente”. O responsável pela arquitectura de todo o mercado e praça adjacente realçou ainda “o esforço feito pelo futuro do Barreiro”, no âmbito da AML. Conforme explicou, tomando como exemplo Barcelona, “cidades como o Barreiro têm uma missão muito importante”. “A AML é forte se o Barreiro for forte e estes elementos no centro da cidade tornam o Barreiro forte”, afirmou o arquitecto catalão. Hans Van Veggel aproveitou o momento para admitir que o novo mercado “nasceu na sequencia do desenvolvimento do Forum Barreiro, que abriu há 10 meses e já demonstra ser um novo pólo de atracção e um novo rossio” da cidade. Conforme adiantou, o Forum permitiu “trazer mais pessoas para o Barreiro” e iniciar uma nova fase de requalificação urbana, que é agora continuada pelo Mercado 1º de Maio. O responsável pela Multi Mall salientou ainda “a capacidade da Câmara de analisar os projectos de qualidade e continuar a desenvolver esta cidade como deve ser”. “O mercado é mais uma jura de que se vai trazer mais pessoas para o Barreiro, ter mais emprego e fixar o consumo”, concluiu. Para ler mais, consulte toda a reportagem na edição impressa do JB de 11 de Setembro de 2009. http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?lop=n_artigo&op=6512bd43d9caa6e02c990b0a82652dca&id=6354461b879d3b121b0c33d5e7e5da4f -
Bragança | Centro de Arte Contemporânea de Bragança | Eduardo Souto de Moura
JVS replied to Koolhas's topic in Arquitectura
Arquitectura: Souto Moura distinguido com prémio internacional por Centro de Arte Contemporânea de Bragança Bragança, 09 Set (Lusa) - O arquitecto português Eduardo Souto Moura foi distinguido com um dos mais prestigiados prémios internacionais de arquitectura pelo projecto do Centro de Arte Contemporânea Graças Morais de Bragança, anunciou hoje a autarquia local. Lusa 15:22 Quarta-feira, 9 de Set de 2009 Bragança, 09 Set (Lusa) - O arquitecto português Eduardo Souto Moura foi distinguido com um dos mais prestigiados prémios internacionais de arquitectura pelo projecto do Centro de Arte Contemporânea Graças Morais de Bragança, anunciou hoje a autarquia local. Souto Moura recebeu o Prémio Internacional de Arquitectura 2009, na vertente de Construção Moderna, atribuído pelo "The Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design", dos Estados Unidos da América, em parceria com o "The European Centre for Architecture and Urban Studies". Os promotores do prémio receberam mais de mil projectos nas áreas de construções modernas, arquitectura paisagística e planeamento Urano, oriundos de empresas de todo o mundo. De acordo com a autarquia brigantina, este prémio anual nas disciplinas de arquitectura e planeamento urbano tem por objectivo promover o bom desenho urbano e o impacto positivo no ambiente das cidades. O júri reuniu-se em Helsínquia, Finlândia, em Agosto, com a supervisão da Sociedade de Arquitectos e apoio de profissionais, críticos e professores da área. Para a Câmara de Bragança, "este prémio muito honra a cidade e eleva o seu nome ao de outras cidades mundiais onde se faz boa arquitectura e bom desenho urbano". O Centro de Arte Contemporânea abriu há pouco mais de um ano em Bragança, com o nome da pintora transmontana Graça Morais que participa activamente nas actividades de dinamização do espaço. O novo espaço cultural resulta da adaptação e ampliação projectada pelo arquitecto Souto Moura no antigo Solar dos Sá Vargas, no centro histórico de Bragança. O projecto já tinha sido distinguido, em 2008, com um prémio atribuído pelo Instituto do Turismo de Portugal. No primeiro ano, mais de 20 mil pessoas visitaram aquele espaço, que se tem revelado uma "surpresa" para muitos pela sua dimensão e qualidade, mostrando obras de artistas nacionais de renome. Além da exposição permanente de Graça Morais, até ao final de Setembro, os visitantes podem apreciar meia centena de quadros de Paula Rego, "um nome incontornável" da pintura portuguesa escolhido para assinalar o primeiro aniversário. HFI. Lusa/fim IN http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/534720 -
A ExperimentaDesign 2009 está de regresso a Lisboa e por aqui vai ficar até 8 de Novembro com onze espaços que acolhem um total de 71 eventos. Sob alçada da designer Guta Moura Guedes, organizadora da ExperimentaDesign 2009, este ano o evento é subjacente ao tema It´s About Time. O evento conta com mais de 250 criadores das áreas de design, arquitectura e criatividade que provêem de 23 países, para participar em conferências, debates, exposições e projectos especiais da bienal internacional ExperimentaDesign 2009. A semana inaugural do ExperimentaDesign 2009, de 9 a 13 de Setembro, conta com cinco dias recheados de eventos, incluindo inaugurações de exposições e do Lounging Space, as Conferências de Lisboa no Teatro Camões, as sessões das Open Talks no Mercado de Santa Clara, e o lançamento de sessenta Tangenciais. No ano da sua décima edição, o ExperimentaDesign 2009, conta com grandes nomes de criadores internacionais, como Paola Antonelli, directora do MoMa de Nova Iorque, Alice Rawsthorn, directora do Museu do Design de Londres e o arquitecto Alejandro Aravena, Giulio Cappellini . Visite ainda o esquecido, Jardim dos Santos no qual a ExperimentaDesign assume a coordenação do projecto de reabilitação urbana do jardim. A ExperimentaDesign 2009 conta ainda com 4 exposições a Quick, Quick, Slow, coordenada por Emily King e encontra-se no Museu Colecção Berardo com entrada gratuita. A exposição, Pace of Design, coordenada Tulga Beyerle pode ser vista no Antigo Picadeiro do Colégio dos Nobres, nos Museus da Politécnica. Na Sociedade Nacional de Belas Artes encontra-se a terceira mostra, Lapse in Time, coordenada por Hans Maier-Aiche, a quarta exposição da ExperimentaDesign 2009,a Timeless encontra-se no Museu do Oriente. in http://aeiou.escape.expresso.pt/lisboa/muito-bom-e-mais/experimentadesign-inunda-lisboa:36-658498 PROGRAMA http://aeiou.escape.expresso.pt/lisboa/muito-bom-e-mais/experimentadesign-inunda-lisboa:36-658498
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Numa primeira opinião as marquises existem devido a uma necessidade de quem as construiu. São feias porque são realizadas por pessoas que não têm qualquer sentido estético. As peças de roupa que estão à vista nos edifícios de habitação também existem porque as pessoas têm necessidade de ter essa acção. A marquise existe graças a uma necessidade. Proibir por proibir não chega. Deve haver da parte do arquitecto soluções para substituir a marquise, ou adaptar as marquises ao edifício e arranjar uma solução para as necessidades das pessoas que as levaram a construir a marquise. No momento da concepção do edifício deve haver da parte do arquitecto sensibilidade em resolver estas necessidades.
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A Educação e a Arquitectura Um professor escreve sobre a relação da arquitectura com a educação. É uma visão exterior e leiga da arquitectura. Deixo aqui um artigo no qual ainda não tive oportunidade de ler e de analisar mas abro aqui uma discussão sobre o assunto para quem quiser deixar uma opinião e reflectir sobre este tema. in http://educar.wordpress.com/2007/04/25/da-ma-arquitectura-como-causa-do-insucesso-escolar/
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Imaginem que eu tenho um atelier de arquitectura e gostava de ter serviços de Construção Civil. Ou seja desenhava e construía moradias. O que é que eu tenho de fazer?
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A associação recreativa dos arquitectos quer processar membros
JVS replied to Fernando Gabriel's topic in Arquitectura
Onde estah o representante da Ordem dos Arquitectos? Estah a dar neste momento um debate com quatro bastonarios de quatro Ordens Profissionais e falta ali o dos Arquitectos. Na RTP1. -
Ilha de Faro: reabilitar a velha ponte ou construir nova? 20-08-2009 2:02:00 A Polis Ria Formosa Litoral está a fazer o Estudo de Viabilidade da Ponte de Acesso à Praia de Faro, com conclusão prevista para Dezembro de 2009. Mas já houve Concurso de Ideias ganho pelo arquitecto Nuno Costa. “Há uma ponte, cujas condições de segurança estão avaliadas, há agora que decidir, com este estudo de viabilidade, se vamos avançar para a reabilitação da ponte ou se vamos avançar para a construção de uma nova”, disse Valentina Calixto, presidente da Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, durante uma sessão de balanço do primeiro ano de actividades, em Olhão (ver notícia aqui). Em curso está também um Estudo de Viabilidade do Parque de Estacionamento Terrestre de Apoio à Ilha de Faro. Entretanto, a Direcção Regional de Economia do Algarve (DREAlg), lançou em Julho de 2008 um concurso de ideias para a Praia de Faro cujo vencedor foi o arquitecto Nuno Brandão Costa. A intenção foi seleccionar a melhor proposta de ideias para a requalificação e ordenamento da frente de mar que, aparentemente não estão a ser levadas em conta pela Sociedade Polis. “O POOC [Plano de Ordenamento da Orla Costeira] enquadra, precisamente, a retirada de toda a circulação de veículos na época balnear e aponta como solução a construção de um estacionamento na retaguarda próxima à praia". "Há que fazer o estudo de viabilidade, avaliar conflitos com o aeroporto e conflitos com zona inundável. Neste momento corre o estudo e estará terminado em Novembro de 2009”, sublinhou a responsável. Nuno Brandão Costa ganhou concurso público de ideias Nuno Brandão Costa avançava já na sua proposta,(ver galeria de imagens), com a construção de um parque de estacionamento nas proximidades do Aeroporto de Faro e de uma nova ponte sobre a Ria Formosa.Propunha na memória descritiva do projecto “o desenho de um Sistema, que se desenvolve na geometria linear do Sítio, alastrando-se sobre o território a intervir, acompanhando o sentido longitudinal dos elementos naturais existentes, a ampliar na sua visibilidade e presença” . O arquitecto sugere também que o sector mais urbanizado da Ilha se estenda através um pavimento uniforme, em calçada de pedra da região, para assim se converter uma estrada pedonal urbana, numa série linear de passeios e ciclovias. O objectivo é "potenciar a paisagem e o seu carácter único", nivelando-se um plano que desenvolve uma estrutura horizontal que integra a resolução do programa: os acessos, os novos equipamentos, o sistema de mobilidade (ciclovia, TRAM, pedonal, trânsito mecânico condicionado), as novas construções (para realojamento), as praças, os pavimentos, os acessos à praia, os apoios de praia e os equipamentos associados, os cais de ria, a nova ponte e o parque de estacionamento. O arquitecto refere ainda que "novas dunas serão criadas nos espaços demolidos,com o transporte das areias, iniciando-se desta forma o processo de renaturalização da ilha". A intenção do organismo regional do Ministério da Economia era “estabelecer um programa base de intervenções destinadas a constituir as linhas de orientação de futuros Planos Municipais de Ordenamento e de outros projectos da autarquia”. O júri do concurso integrava a Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos, atribuiu o segundo e terceiro lugar e a Nuno Carrôlo e Francisco Freitas (Atelier RUA). Na Praia de Faro está ainda a decorrer a elaboração de mais um estudo para o Plano de Pormenor para a área desafectada do domínio público hídrico, na zona central da ilha, que está concessionada ao Município de Faro. Inês Correia/ Conceição Branco http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=31220
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Estoi com pousada ao estilo de Versalhes 2009-08-05 SUSANA RIBEIRO Da ancestralidade do Palácio de Estoi, de arquitectura rococó de finais do século XVIII, se fez a mais recente pousada algarvia. A Pousada Palácio de Estoi teve uma recuperação total do edifício principal, assim como dos pavilhões do chá e jardins ao estilo "Versalhes". O edifício pertenceu ao Visconde de Estoi, José Francisco da Silva. Após a sua morte, o Palácio permaneceu na família até 1987 altura em que foi adquirido pela Câmara Municipal de Faro. Cem anos depois foi reaberto (inaugurado em Maio de 2009). A recuperação também envolveu os frescos, frisos e mobiliário original do Palácio. No edifício principal estão os 63 quartos (incluindo três suites), num projecto assinado pelo arquitecto Gonçalo Byrne. A unidade hoteleira está instalada numa propriedade com cerca de quatro hectares, perto das ruínas romanas de Milreu. A pousada histórica dispõe de duas piscinas (exterior e interior), spa e restaurante. in http://jn.sapo.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1326019&dossier=Viva%20%2B%20Ver%E3o
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Ordem quer travar abusos no recurso a ajustes directos por Lusa05 Agosto 2009 A Ordem dos Arquitectos (OA) considera que a igualdade de acesso aos projectos de arquitectura não tem sido garantida e vai começar a medir o peso dos ajustes directos no trabalho destes profissionais. "Apesar da aprovação do novo Código dos Contratos Públicos, o Governo tem dado sinais contraditórios com as excepções abertas no caso das obras de modernização no parque escolar e os ajustes directos em projectos como o centro cultural África.cont", disse à Lusa João Costa Ribeiro, da OA. Para tentar medir o peso da encomenda pública no trabalho dos arquitectos portugueses, o Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) vai lançar até final do ano o Observatório da Encomenda. "Os arquitectos portugueses têm uma estrutura laboral apoiada em pequenos ateliers. São raros os casos de ateliers com mais de 10 arquitectos e isso significa que a encomenda pública acaba por ter um grande peso no trabalho destes profissionais", explicou João Costa Ribeiro. "Só para dar um exemplo, as câmaras municipais viram restrita a capacidade de fazer ajustes directos, porque as empresas municipais passaram a ter que fazer concursos púbicos a partir de determinados valores, mas o Governo não dá o exemplo", acrescentou, apontando o caso da Sociedade Frente Tejo. De acordo com a OASRS, o Observatório servirá também para "identificar e denunciar as situações de abuso do recurso aos ajustes directos por parte das entidades públicas". Para mostrar o peso já sentido na profissão da crise económica, aliada ao recurso aos ajustes directos, a OASRS realça que em Março deste ano estavam inscritos nos Centros de Emprego mais 60 por cento dos arquitectos do que em Março de 2008. Citando dados do Conselho de Arquitectos da Europa revelados me Abril, a OASRS refere que um em cada seis arquitectos europeus ficou sem trabalho desde Setembro de 2008 e que um em cada três ateliers reduziu o número de trabalhadores. "Os casos de excepção não podem tornar-se regra, sobretudo quando estão em jogo dinheiros públicos", acrescenta a Ordem in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1326615&seccao=Arquitectura
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O arquitecto Souto Moura, autor do projecto do Estádio Municipal de Braga, já foi contactado pelo múnicípio bracaranese e aceitou a tarefa de desenhar um plano de ampliação provisória daquele recinto. O projecto de ampliação relaciona-se com a escolha de Braga para integrar a candidatura portuguesa e espanhola à organização do Mundial 2018. O estádio Municipal de Braga tem 30 mil lugares, mas a Federação Internacional de Futebol (FIFA) exige uma lotação mínima de 44 mil lugares, segundo comunicou recentemente a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A solução, segundo a autarquia presidida por Mesquita Machado, edil e ex-presidente da Assembleia Geral da FPF seria a colocação de uma bancada provisória durante o torneio. Em declarações à Lusa, Souto Moura confirmou que foi contactado pelo presidente da Câmara Municipal de Braga,para elaborar o projecto que permita à cidade minhota integrar a candidatura ibérica ao Mundial de 2018 ou 2022. "Fui contactado para fazer este projecto de adaptação e aceitei", revelou Souto Moura, que apresentou apenas uma condição antes de aceder ao pedido de Mesquita Machado: "terá sempre de ser uma obra provisória". O estádio de Braga é um dos dez construídos em Portugal para a realização do Euro 2004, tendo sido pago pela autarquia bracarense, que desembolsou para cima de 100 milhões de euros. A sua arquitectura e construção levaram o município a pedir a classificação daquele estádio como monumento nacional, processo que aguarda parecer do Igespar. Sem querer fazer estimativas de custos, Souto Moura desvalorizou o obrigatório dispêndio financeiro nas bancadas amovíveis, lembrando que o investimento nos estádios para o Euro2004 "teve retorno". O criador da "Pedreira" não sabe ainda se o projecto final abarcará bancadas nos dois topos, mas "o ideal será recorrer a apenas um, sempre com a condição de serem retiradas posteriormente". Sob essa promessa do município bracarense, Souto Moura confessou que terá em mãos "um desafio muito interessante". Mesquita Machado já tinha considerado, também à Lusa, que esta ampliação provisória era uma exigência da FIFA "perfeitamente exequível e ultrapassável, sem grandes custos". Braga e Algarve são as duas escolhas da FPF para a candidatura ibérica ao Mundial 2018, a juntar aos três estádios que cumprem os requisitos mínimos da FIFA (Dragão, Luz e Alvalade), como revelou o PÚBLICO, no último fim-de-semana. O Estádio Algarve, cuja exploração é repartida pelos municípios de Faro e Loulé, também terá de sofrer obras de ampliação para duplicar a sua capacidade actual, embora, neste caso, a ideia seja construir bancadas definitivas. Os dois municípios esperam financiar a obra por intermédio de uma parceria público/privada, mas antes, e tal como sucedeu com Souto Moura em Braga, terão de solicitar um projecto de ampliação ao arquitecto que desenhou o recinto, o australiano Damon Lavelle. O arquitecto da Populous, antiga Hok Sport, deverá passar pelo Algarve em meados deste mês para se reunir com os presidentes das câmaras de Loulé, Seruca Emídio, e Faro, José Apolinário. in http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395137
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Para assinalar os 90 anos da inauguração sobre a escola alemã Berlim acolhe uma das maiores exposições de sempre sobre a Bauhaus 07.08.2009 - 13h26 Simão Martins Berlim acolhe a exposição comemorativa dos 90 anos desde a inauguração da Bauhaus, a escola de arte mais influente do século XX. Estão expostos mais de 1000 peças que passaram pela escola fundada por Walter Gropious durante 1919 e 1933. A exposição intitulada “Modelo Bauhaus” foi inaugurada dia 22 de Julho e vai estar presente em Berlim até 4 de Novembro (segue depois para Nova Iorque). Esta é uma das maiores exposições de sempre sobre a escola alemã (desde a realizada em Estugarda, em 1968), resultando da reunião das suas três “herdeiras” – o Arquivo Bauhaus de Berlim, a Fundação Bauhaus de Dessau e a Fundação Weimar Clássica. A localização do edifício que acolhe a exposição não é de todo irrelevante. Situado mesmo ao lado da antiga sede da Gestapo, coincide também com o local onde esteve, durante décadas, o muro de Berlim, que dividiu a cidade, a Alemanha e também o mundo. A escola de Walter Gropious A Bauhaus foi uma escola de design, artes plásticas e arquitectura de vanguarda, que existiu na Alemanha entre 1919 e 1933. Foi fundada pelo arquitecto Walter Gropious, na altura da implantação da democracia na república de Weimar, no final da segunda década do século. Viria a ser encerrada já com Hitler no poder, 14 anos depois, em 1933. Gropious acreditava que, com o fim da Primeira Grande Guerra, o mundo mudaria de rumo e, no mesmo sentido, também a arte precisaria de enfrentar algumas mudanças. Sugeriu um novo conceito de arte, baseado na funcionalidade, baixo custo dos materiais e orientado para a produção em massa. De resto, no manifesto que deu mote a este novo paradigma artístico, o fundador da Bauhaus fixava a meta do processo criativo que iria colocar em marcha: “o objectivo último de toda a actividade criativa é um edifício!”. Além disso, Gropious exigiu também, no manifesto, o regresso do artesanato à arte. Aliás, chega mesmo a definir artistas como “artesãos exaltados”. A escola começou por estar sedeada em Weimar, financiada sobretudo pelo então governo mudando-se em 1925 para Dessau, onde viveria os seus anos dourados, até ser encerrada por Hitler, em Berlim, em 1933. Considerada uma escola “anti-germânica”, muitos dos professores e alunos que por lá passaram dispersaram-se um pouco por todo o mundo – uma das razões da sua divulgação, implementação e evolução. Uma escola paradoxal Há, no entanto, uma reflexão a fazer quando falamos no “estilo Bauhaus” como uno. Ulrike Bestgen, co-directora da exposição, realça alguns paradoxos da escola Bauhaus: “Queriam democratizar as artes, mas hoje os seus objectos são peças caríssimas de coleccionador. Pretendiam melhorar a vida de todos, mas a escola nunca abandonou um elitismo desprezado pela maioria dos seus contemporâneos. O seu modelo, assente no trabalho comunitário e anónimo dos grémios de construção medieval (os abrigos), não impediu o aplauso público aos membros mais proeminentes, como Gropious ou Ludwig Mies van der Rohe. Nem sequer a auréola de anti-nazi está intacta: alguns colaboraram com o regime hitleriano; Fritz Ertl, por exemplo, foi oficial das SS e arquitecto do campo de extermínio de Auschwitz”. Bestgen termina, dizendo que “há muitas Bauhäuser” (plural de Bauhaus). in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395159
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Três torres em Milão 09 Agosto 2009 A preparação da Expo 2015, que se realizará em Milão, está em marcha. Daniel Liebs- kind tem a seu car- go o plano urbanístico, com Zaha Hadid, Arata Isozaki e Pier Paolo Maggiora convidados a darem contributos à sua proposta, que ganhou um concurso internacional em 2004. Localizada no centro da cidade e ocupando cerca de 3000 metros quadrados, a área em questão é uma ampliação do complexo que actualmente acolhe a Fiera Milano, onde se realizam as grandes feiras internacionais de design e mobiliário. O complexo contempla zonas residenciais, comerciais, de serviços e de lazer, com destaque para um grande parque - será o "pulmão" de Milão - e para o Museu de Arte Contemporânea, ambos da autoria de Liebs- kind. O arquitecto polaco encontra- -se ainda a projectar torres de escritórios e a primeira zona residencial do complexo. Para Liebskind, a intervenção apresenta um desafio, que extravasa a mera composição de edifícios e espaços públicos: " Milão é o centro cultural de Itália, exibindo o melhor que a Itália tem para oferecer. É um lugar que acarreta os sonhos, aspirações e o orgulho de todos os milaneses. Nesse sentido, a intervenção tem de ser representativa da grandeza do design, mobiliário, moda e tecnologia italianas e não merece nada menos que uma intervenção urbana visionária, embora prática." A tradução arquitectónica e urbanística deste pressuposto é, segundo o arquitecto, eficaz: "Apesar da magnitude do projecto, a estratégia da proposta é simples e directa: a proposta consiste numa série de arquipélagos colocados no futuro parque, cada um propondo uma variedade de diferentes escalas", conta o autor do projecto escolhido, que descreve assim as diferentes tipologias e escalas: "As unidades habitacionais que irão variar entrevillas e blocos de apartamento, serão cuidadosamente colocadas no perímetro da intervenção." Já o interior será ocupado com grandes áreas públicas, como o parque, praças e equipamentos colectivos. A ligação à cidade será feita através de uma zona residencial, que por sua vez é contígua ao grande parque e a uma praça central. Para a equipa de arquitectos liderada por Liebskind, a opção de colocar a habitação num anel da periferia e espaços verdes no centro permite que exista uma permeabilidade entre a parte antiga da cidade e o futuro "pulmão" ao nível de vistas, qualidade do ar e iluminação natural. Por outro lado, evoca a história urbanística de Milão, que teve o seu apogeu no século XIX, evidenciada nos blocos habitacionais com pátios intersticiais perceptíveis dos espaços públicos, a fazerem a transição entre os domínios públicos e privados de forma permeável e orgânica. Libeskind dá ainda especial importância aos espaços e equipamentos públicos. O Museu de Arte Contemporânea, ainda numa fase inicial de projecto, irá dispor de espaços expositivos e auditório. Por outro lado, a grande praça central, já baptizada de "Piazza 3 Torri", será flanqueada por três incomuns edifícios, sinuosos e orgânicos , para utilizações comerciais e de serviços. Libeskind espera que sejam "icónicos" e resultem numa linha de horizonte escultórica, facilmente visível de longe. Para sintetizar a sua proposta, Libeskind refere que o "projecto da Fiera Milano é excitante não só pela sua arquitectura e urbanismo, mas porque deliberadamente oferece visões estonteantes, experiências pedestres entusiasmantes, vistas maravilhosas e um balanço entre espaços comerciais, áreas de trabalho e novos ambientes habitacionais e de recreio". in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1329762&seccao=Arquitectura
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Lisboa: arquitectos camarários vão a julgamento Os técnicos são acusados pelo Ministério Público de abuso de poder Por: Redacção / RGB Vota 12345.Resultado 12345. votos Dois arquitectos da Câmara de Lisboa vão a julgamento em Janeiro por abuso de poder. O caso envolve uma construção na Travessa da Ilha do Grilo, no Beato. De acordo com a Lusa, que teve acesso ao processo, além dos dois técnicos camarários eram também arguidos um chefe de divisão e um sócio da firma promotora da obra, no entanto, nestas duas situações os casos foram arquivados. Segundo o processo, o promotor da obra conseguiu, com o apoio de dois técnicos camarários, que a Câmara aprovasse um projecto que não respeitava o Plano Director Municipal (PDM). O promotor conseguiu ainda, ao adquirir parte de um terreno camarário, quase duplicar a área de construção que lhe era permitida, não tendo pago todas as taxas urbanísticas devidas. O Ministério Público (MP) acusa os arquitectos de terem violado conscientemente os deveres de legalidade, de prossecução do interesse púbico, de isenção, imparcialidade e lealdade a que se encontravam adstritos. De acordo com a acusação, os dois técnicos agiram sabendo que determinariam para a promotora da obra, um benefício que não lhe era devido, uma vez que o projecto de arquitectura violava as normas e regulamentos legais, não respeitava o «ritmo das fachadas» e ultrapassava a média de cércea (mais um piso) do local. Assim, o promotor conseguiu licença para construir um prédio com cinco pisos, com aproveitamento da cobertura e uma cave para estacionamento, numa zona classificada como «área histórica habitacional». Ainda de acordo com o processo, a promotora da obra conseguiu aumentar a área de construção habitável em 610 metros quadrados, numa zona onde o PDM só permitiria construir 1230 metros quadrados e não os 1840 de área bruta que acabaram por ser autorizados. A investigação do caso partiu de uma participação feita pelos Serviços do Urbanismo da Câmara de Lisboa em 2007. in http://diario.iol.pt/politica/casas-lisboa-cml-tvi24-julgamento-camara-de-lisboa/1081594-4072.html
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Em Lystrup Dinamarca: Uma casa sem factura de energia 13.08.2009 - 11h23 Lusa Durante um ano, a família Simonsen vai experimentar viver numa casa diferente, em Lystrup, Dinamarca. A energia é fornecida por colectores solares e células fotovoltaicas. À primeira vista, pouco distingue esta casa situada num subúrbio dinamarquês das moradias vizinhas. Mas logo à entrada, um painel digital revela aos visitantes o que existe de diferente. "Neste lado, vemos o consumo de electricidade; aqui está a produção fotovoltaica e isto significa a produção de aquecimento solar", explica o engenheiro químico Sverre Simonsen, que se mudou há um mês e meio para esta casa, em Lystrup, enquanto aponta os símbolos mostrados no painel. A família Simonsen (um casal e duas crianças com seis e nove anos) vai testar a casa durante um ano, tomando nota das vantagens, mas também dos aspectos que podem ser melhorados. O conceito é simples: demonstrar como é possível contribuir para o desenvolvimento sustentável, obtendo um equilíbrio entre o uso e a produção de energia. A "Casa para a Vida" é uma das oito "casas activas" de demonstração que as empresas Velux e Velfac estão a desenvolver em vários países europeus, incluindo Portugal. A arquitectura é moderna, os espaços são amplos e luminosos, graças às janelas rasgadas nas fachadas e às clarabóias abertas nos quartos do primeiro andar. A energia é fornecida por colectores solares, que aquecem as águas e células fotovoltaicas que fornecem electricidade. "Um dia esperamos ter um carro eléctrico na garagem que possa usar a electricidade a mais que produzimos", explica Rykke Lildholdt, da Velfac. A habitação recorre também a bombas de calor que fornecem o aquecimento quando não há sol e "gasta menos electricidade do que o normal" Oito meses por ano, a casa produz mais energia do que gasta, estimando-se que o excedente anual de electricidade se situe nos 9,4 quilowatts/hora por metro quadrado. Como não é possível vender a energia excedentária, os Simonsen cedem-na à rede eléctrica, sabendo que vão recuperá-la quando for necessário. "Não compramos, nem vendemos. Damos e vamos buscar quando precisamos". Esta é uma família que não recebe factura de aquecimento ou electricidade no final do mês. Nesta casa, a área envidraçada é bastante superior ao normal (40 por cento de janelas face à área de construção), garantindo uma entrada optimizada da luz solar. Mas o custo (quatro a cinco mil milhões de coroas dinamarquesas - 540 a 670 milhões de euros - por 190 metros quadrados) e o medo da tecnologia pode afastar potenciais interessados. "As pessoas têm medo que a casa seja demasiado complicada para viver", admite Rykke Lildholdt, enquanto Sverre Simonsen garante que a família se habituou rapidamente e que a "automação proporciona um ambiente sempre agradável". "É quase tudo controlado por controlo remoto e é muito fácil de operar. Claro que às vezes as luzes desligam-se automaticamente quando nós não queríamos, mas julgo que isso é um incómodo menor". Sverre assume também que as janelas da sala, às quais faltam cortinas, podem ser desconfortáveis à noite "quando toda a gente que passa espreita para dentro". Mas a luz é um dos aspectos mais notáveis, acrescenta o morador. "Temos uma bela vista e essa experiência é muito agradável. Trazemos o exterior para o interior", relata Sverre que já decidiu abrir mais uma janela em casa quando regressar ao seu antigo lar. "Esta experiência está a tornar-nos mais conscientes e acho que isso é uma coisa que vamos usar no futuro", resumiu. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395943&idCanal=2100
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Príncipe Carlos tentou bloquear projecto de Jean Nouvel por Lusa17 Agosto 2009 O príncipe Carlos de Inglaterra tentou bloquear um projecto do famoso arquitecto francês Jean Nouvel nas imediações da catedral londrina de São Paulo, noticia hoje The Guardian. Segundo o jornal, o herdeiro do trono britânico escreveu em 2005 uma carta à promotora inmobiliária "Land Securities" a pedir que rejeitasse o projecto de Nouvel em benefício de um dos seus arquitectos favoritos, mais tradicionalista. "Nem sequer tinha visto o projecto (de Nouvel), mas queixou-se de que o tivéssemos escolhido. Não queria nenhum modernista", explicou ao jornal Mike Hussey, ex-director da empresa encarregada do projecto. Jean Nouvel, autor de obras como a torre Agbar de Barcelona e a ampliação do Museu Rainha Sofia de Madrid, foi distinguido com o prestigioso prémio Pritzker, considerado o Nobel da Arquitectura, e bem assim com a Royal Gold Medal, a mais alta distinção com que pode ser agraciado um profissional no Reino Unido. A oposição do primogénito de Isabel II ao projecto do francês radicava na sua preocupação pela possibilidade de um edifício de estética muito moderna retirar "brilho" à catedral, a obra-prima do arquitecto barroco Christopher Wren. Segundo The Guardian, as reiteradas intervenções do príncipe Carlos em matéria de arquitectura e urbanismo preocupam os profissionais, que crêem que ele tem ido além do que constitucionalmente lhe é consentido. Na sua última intervenção conhecida, o herdeiro do trono persuadiu um promotor imobiliário do Qatar a anular um contrato com outro famoso arquitecto e também prémio Pritzker, o britânico Richard Rogers, a quem tinha sido atribuído um projecto em Londres. O presidente do Royal Institute of British Architects (RIBA), o colégio de arquitecto britânico, Sunand Prasad, acusou no domingo o príncipe de ultrapassar os limites e instou-o a renunciar a este tipo de procedimento. Na avaliação de Prasad, a intervenção contra Nouvel é "perigosa", porque o projecto do arquitecto francês foi seleccionado num concurso internacional aberto em que competiu com os de colegas de profissão. Desta vez, as diligências de Carlos não resultaram e o projecto de Nouvel vai mesmo concretizar-se. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1337499&seccao=Arquitectura
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Périplo de José Sócrates em estabelecimentos de ensino Remodelação das escolas secundárias também combate a crise, defende Sócrates 18.08.2009 - 16h40 Lusa O primeiro-ministro, José Sócrates, realçou hoje que o Governo tem em curso o “maior investimento de sempre” na remodelação das escolas secundárias nacionais, como forma de preparar o futuro do país e combater a crise. “Este investimento visa construir a escola do futuro, a escola de excelência, mas também dar emprego a muita gente e oportunidades de negócio a muitas pequenas e médias empresas que estão em todas estas escolas”, frisou. José Sócrates falava aos jornalistas em Évora, depois de visitar duas escolas desta cidade e outras duas de Beja, alvo do Programa de Modernização do Parque Escolar do Secundário. Acompanhado pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, o primeiro-ministro começou por se deslocar às escolas D. Manuel I e Diogo de Gouveia, em Beja, onde viu algumas das obras em curso e projectos de remodelação. Já em Évora, o chefe do Governo visitou as escolas secundárias Severim de Faria e Gabriel Gouveia, resumindo a importância da modernização do parque escolar do secundário. “Este investimento é absolutamente essencial para que Portugal possa recuperar em termos de qualificações e de educação, mas também para responder à crise”, insistiu. Uma “grande operação”, afiançou, que tem a “ambição de requalificar todas as escolas secundárias” do país e a “visão” de “transformar a escola pública portuguesa numa escola de excelência”. “Neste momento há cem escolas secundárias que estão em requalificação. É o maior investimento de sempre no nosso parque escolar e vamos requalificá-las todas até 2015”, prometeu. O primeiro-ministro considerou importante que as escolas estejam “à altura do tempo de exigência” do país e desvalorizou que, com empreitadas em curso e outras no início, possam surgir eventuais complicações no arranque das aulas do próximo ano lectivo. “Pode ser, mas as escolas querem [esta remodelação] porque há muito tempo ambicionavam estas obras”, disse. Questionado ainda sobre o facto da empresa pública Parque Escolar ter adjudicado projectos de arquitectura destas requalificações por ajuste directo, José Sócrates esclareceu que, previamente, foram consultados arquitectos. Esses projectos, disse, “foram feitos com consulta a alguns arquitectos e, depois, decididas essas adjudicações com base na legislação actual. Mas tem uma consulta prévia e é uma fórmula legal que visa também ganhar algum tempo na execução do projecto”. Quanto às obras, realçou, essas foram adjudicadas “por concurso público internacional, como é exigido”. O Programa de Modernização do Parque Escolar do Ensino Secundário prevê intervenções em 332 estabelecimentos de ensino até 2015. A requalificação das primeiras 205 escolas secundárias vai custar 2,45 mil milhões de euros. De acordo com dados da Parque Escolar, na fase piloto do programa foram realizadas intervenções em quatro escolas, no valor de 61 milhões de euros. Estão em curso intervenções nas 26 escolas da fase 1 do programa, bem como nos 75 estabelecimentos de ensino da fase 2, com um valor estimado de 1,19 mil milhões de euros. Relativamente à terceira fase, que inclui obras em 100 escolas, com um orçamento de 1,2 mil milhões de euros, o lançamento dos concursos para obra deverá acontecer até ao final deste ano. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?showComment=1&id=1396652&idCanal=58 Parque Escolar: Ordem dos Arquitectos defende concursos públicos em simultâneo com ajuste directo Ensino 2009-08-19 visitas (50) comentários (0) autor Lusa contactar num. de artigos 9806 A Ordem dos Arquitectos (OA) considerou hoje que os projectos no âmbito do Programa de Modernização das Escolas Secundárias deveriam ser encomendados também por concurso público e não apenas por ajuste directo, como acontece actualmente. 'Num programa que implica a encomenda de centenas de projectos com financiamento público, a Ordem dos Arquitectos continua a defender que os critérios de selecção das equipas para encomenda de projecto deveriam ser tão objectivos quanto possível, contemplando adjudicações directas, concursos públicos com prévia qualificação e concursos públicos sem prévia qualificação', afirma a Ordem, em comunicado divulgado hoje. Em declarações à Agência Lusa, Tiago Monte Pegado, membro da direcção, acrescentou à Lusa que a OA não tem de se pronunciar sobre o ajuste directo neste programa, 'porque existe uma lei que o permite', mas que tendo em conta as centenas de projectos deveriam também continuar a ser adoptados concursos públicos. O jornal Público noticiou sábado que o 'Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso'. Os projectos, segundo o primeiro-ministro, 'foram feitos com consulta a alguns arquitectos e, depois, decididas essas adjudicações com base na legislação actual'. 'Mas tem uma consulta prévia e é uma fórmula legal que visa também ganhar algum tempo na execução do projecto' afirmou terça-feira José Sócrates durante uma visita a escolas, acrescentando que quanto às obras, essas foram adjudicadas 'por concurso público internacional, como é exigido'. No comunicado, a ordem manifesta-se 'sensível' ao programa de modernização dos estabelecimentos de ensino secundários e afirma compreender as suas circunstâncias, 'designadamente no que diz respeito às suas características processuais e ao seu apertado calendário de execução'. No entanto, acrescenta que sempre defendeu como príncipio geral, tal como o Conselho de Arquitectos da Europa, 'que a encomenda de arquitectura com financiamento público deveria implicar concursos públicos de arquitectura, enquanto possibilidade de selecção do melhor projecto entre melhores'. 'Não haver qualquer concurso é que nos parece estranho', acrescentou Tiago Monte Pegado. Segundo um despacho publicado terça-feira em Diário da República, as escolas incluídas nas fases 1 e 3 do Programa de Modernização das Escolas Secundárias passam a ter estatuto de investimentos prioritários, beneficiando de um regime excepcional que permite o ajuste directo. O documento assinado pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, produz efeitos a partir de 01 de Janeiro, data de entrada em vigor de um decreto-lei que estabeleceu as medidas excepcionais de contratação pública a vigorar em 2009 e 2010 destinadas à 'rápida execução dos projectos de investimento públicos considerados prioritários'. O despacho estabelece ainda que os investimentos prioritários referidos num despacho de 06 de Fevereiro - onde constam as escolas da fase 2 do programa - 'beneficiam igualmente da possibilidade de adopção do procedimento de ajuste directo'. O Programa de Modernização do Parque Escolar do Ensino Secundário prevê intervenções em 332 estabelecimentos de ensino até 2015. in http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=12644
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Uma nova metrópole com duas margens Arco Ribeirinho vai redesenhar a Área Metropolitana 2009-08-01 TELMA ROQUE O primeiro-ministro José Sócrates considerou, ontem, sexta-feira, no Barreiro, o plano estratégico do Arco Ribeirinho Sul como um projecto "impor-tante para o país" por afirmar a Área Metropolitana num espaço a três dimensões. Para o governante, que discursou junto ao Tejo, o projecto do Arco Ribeirinho Sul não só cria uma visão política de uma metrópole de duas margens, mas também uma visão política de oportunidade para a qualificação ambiental e constituirá ainda um importante motor económico para a região e para o país. "Dentro de um, dois anos, já se notará diferença", garantiu, por sua vez, Nunes Correia, ministro do Ambiente, referindo-se à requalificação urbana do Arco Ribeirinho Sul, projecto que foi ontem formalmente apresentado, envolvendo sete ministérios e um investimento de 520 milhões de euros para redesenhar seis concelhos (Alcochete, Montijo, Barreiro, Moita, Seixal e Almada) e onde se incluem os terrenos da Margueira, Siderurgia Nacional e Quimiparque (ler caixa ao lado). "No curto prazo, será feita uma grande requalificação do espaço público. A médio-longo, surgirá uma cidade com habitação, escritórios e equipamentos públicos de grande qualidade", frisou o ministro, recordando a importância estratégica de projectos como a ponte Chelas-Barreiro, o novo aeroporto de Lisboa e a Plataforma Logística do Poceirão. Carlos Costa Pina, secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, sublinhou mesmo que os concelhos do Arco Ribeirinho Sul poderão transformar-se, por via do projecto, num "pólo urbano de referência da Península Ibérica". Nos seis concelhos do Arco Ribeirinho, onde residem cerca de 550 mil habitantes, poderão surgir mais 15 mil habitantes e 66 mil postos de trabalho. O alargamento do IC21, para responder aos novos fluxos da ponte Chelas-Barreiro, e a criação de um corredor ecológico nos 60 quilómetros da margem esquerda do estuário do Tejo, entre Almada e Alcochete, são alguns dos projectos incluídos no plano. A futura estação do Lavradio será a grande "Gare Sul" em contraponto com a Gare do Oriente, unindo os modos ferroviário (metro e comboios) e rodoviário. Segundo o documento ontem apresentado, a reconversão urbanística dos terrenos da Quimiparque poderá justificar uma deslocalização do terminal fluvial do Barreiro para esta antiga área industrial, encurtando distâncias entre o Barreiro e Lisboa e reforçando a centralidade. O mesmo estudo recomenda que a área deixada disponível pelo terminal seja englobada num projecto de requalificação ribeirinha junto ao esteiro de Coina (Alburrica e Ponta do Mexilhoeiro) dando continuidade à intervenção já concluída no âmbito do Polis. O plano sugere ainda uma articulação plena dos terminais de Almada, Barreiro e Seixal com o Metro Sul do Tejo, que deverá originar uma alteração do traçado previsto no anteprojecto de 1995. Recomenda também a reavaliação da pretensão de instalação de um terminal de contentores de segunda linha na Quimiparque e a deslocalização do terminal portuário da Tanquipor, por movimentar substâncias perigosas. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Set%FAbal&Concelho=Set%FAbal&Option=Interior&content_id=1322792
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Geralmente as revistas da especialidade preferem as plantas tratadas para publicacoes dentro da edicao habitual, fotografias de bons fotografos de arquitectura, um ou outro promenor... uma memoria descritiva...envia-se a varias revistas de arquitectura. Tambem eh preciso uma critica de arquitectura.
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Nao ha nada melhor do que fazer um levantamento dos super mercados. Ver marcas etc. E dai entrar em contacto com empresas que vendam material para supermercados.
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como elaborar o arranjo exterior de uma praça pública
JVS replied to sadi_kissoka's topic in Arquitectura
Adaptas a Metodologia de Projecto na tua duvida. Nada de complicado. -
Tenta na propria Camara.
