ruivenda
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Desde quando é que os mac's só têm um botão? Sim isso era verdade há muito tempo atrás, mas desde que saiu a versão tiger do sistema operativo que isso não é verdade. E o leopard idem aspas aspas... Não percebo porquê tanta resistência aos mac's. Mudei para mac e confesso que foi a melhor coisa que podia ter feito. E mesmo que use os softwares de trabalho em ambiente windows (talvez por pouco tempo), continua a ser vantajoso usar todas as outras funcionalidades que a Apple me "oferece" - nomeadamente bons softwares a baixo custo. Oooops... Peço desculpa por ter voltado a responder a este tópico, mas o objectivo era apenas desfazer um equivoco quanto ao uso dos computadores Apple....
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Nestes exemplos do zorbatan os dois primeiros estão muito melhores que os 3 últimos. O problema do artlantis ainda é a falta de qualidade extrema com a radiosidade, mas é de facto o motor de render que consegue obter melhores resultados com menos esforço e menos conhecimento. Como o Miguel diz e muito bem, o Artlantis é o motor de render para os arquitectos. Simples e rápido. Quem quer melhor? Parabéns pelos teus resultados...
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Sim... De facto ninguém fica bem nesta fotografia.... Se for do interesse dos intervenientes e da administração do fórum e principalmente dos que têm lido os meus posts, se o que aqui tenho escrito não tem interesse, então peço que a minha conta seja eliminada.... Um bem haja a todos os que souberam interpretar as minhas palavras e as minhas criticas, sem as entender como ataques pessoais. E um até sempre a todos....
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Primeiro: O Autocad Revit não existe. para alguém que já foi revendedor Autodesk anda mal informado. Segundo: E felizmente os fóruns existem e as mensagens nem sempre são eliminadas, podem consultar o fórum do revitpt e constactar quais foram as minhas criticas ao Revit. Lá está como não tens argumentos para defenderes o que apregoas atacas os outros.... Aceito isso... Passem por lá e vejam as criticas que fiz ao Revit e as defesas que teci ao Archicad. Simplesmente fiz com que pessoas que desconheciam o Archicad e estavam a falar do que não sabiam, ficassem mais informadas. Nunca o defendi com unhas e dentes como apregoas... Terceiro: E já aqui foi referido, eu aconselhei o Archicad como ferramenta de trabalho ao meu ex-patrão (arquitecto) porque ele tinha condicionantes de custo e não conseguia suportar a compra de duas licenças de revit (software que ele próprio preferia inicialmente). Mas esse é um assunto privado que considero de péssimo sentido de oportunidade ser aqui referido. Mas como comercial tu é que sabes que terras pisas. Lavo as minhas mãos... Quarto: O facto de ser meu ex-patrão (o tal arquitecto) não significa nada. Não fales do que não sabes ou sem saberes pelo menos as razões que levaram a que tal acontecesse de ambas as partes. Tecer juizos dessa natureza pode custar-te caro noutras circunstâncias. Se queres saber porque razão dois colaboradores se despediram do atelier fala com ambas as partes e depois é que és livre de fazer comentários. Ainda que considere que isso é do foro privado da vida de uma empresa e dos teus clientes. Mais uma vez tu é que sabes em que terras te moves. Por último: Dizes que eu tento envenenar as pessoas. Eu pergunto-te porquê? Que é que eu ganho com isso? Que perdes tu com isso? Ah pois... estamos a chegar lá.... Já houve aqui utilizadores neste e noutros fóruns que concordam comigo e com as criticas que faço a este ou aquele software. Se não houver critica não há evolução. Tu não aceitas a critica, então mais vale darem o Archicad como um produto acabado. É tão bom, não se pode dizer que nada esteja mal, por isso deixem-no ficar como está. Victor, é fácil disparar em todas as direcções quando se começa a perder o fio à meada. Não és utilizador de archicad, não tens voto na matéria. Desculpa, mas se eu não percebo nada, o que se pode dizer de ti? Se não percebes como se usa o produto, como podes tu saber avaliar as criticas. Discurso gasto........... e mais um convite teu para que me cale. De facto nada tenho a acrescentar a este tópico. Como ficou provado atrás existem questões por resolver no archicad, e não sou só eu a afirmá-lo. A partir daqui cada qual faça como quiser... Ao contrário de si sr. Victor... Ainda não consegui difamar ninguém aqui. Já do senhor não se pode dizer o mesmo... E há que saber distinguir o que é dizer mal e fazer uma crítica. Eu tenho aqui estado a levantar questões e a criticar o produto e nunca disse mal do Archicad.
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Penso que não ofendi ninguém e estava apenas a mostrar a minha posição. Tudo o que foi escrito é verdade. Ambos o sabemos. Se quiseres podes responder em privado que também não me importo. Assumo o meus erros e as minhas culpas. O facto de te ter mencionado vem do facto de todos os utilizadores Archicad "sofrerem" do mesmo sindrome (brincadeira). Tudo é bonito e tudo se faz, mas quando se trata de debater coisas concretas e reconhecer faltas/falhas ou coisas que são melhores noutras soluções, não o fazem. O meu intuito não foi provocar ninguém, mas explicitar o que tu como vendedor/representante Archicad fizeste comigo quando te levantei problemas. Claro que poderás ter tido essa atitude de forma isolada, e com os restantes clientes não usas os mesmos argumentos e a mesma agressividade, mas isso já não é problema meu.... Acho que cliente mal servido não volta à mesma casa... E já lá vão duas vezes e sempre pela mesma razão de fundo - Archicad. Afinal... Sou eu que sou exigente demais ou é o software que responde de menos? Ou são ambas? Também se pode dar o caso.... Lamento se ofendi alguém, mas tentei que as minhas palavras não ferissem susceptibilidades......
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Eu quando me referi a paredes inclinadas estava a referir-me a paredes inclinadas no comprimento, e expliquei que há um outro post aqui sobre esse assunto. Não me estava a referir na alteração da inclinação do pano de parede em si. Acho que fui suficientemente explicito. Acho que ir à tabela e escolher qual é a inclinação da parede é simples e até o utilizador menos experiente do archicad tropeça por essa opção. Agora inclinar a parte de cima da parede é como eu disse com recurso a elementos extra (cobertura ou operações de elementos sólidos). Aconselho a ler as coisas com cuidado para não deturpar informações. É facilmente medida mas não lhe dá as quantidades que quer e como quer. Experimente através da listagem a quantificar os metros quadrados de alvenaria de tijolo de uma parede composta? Experimente e veja os resultados. Se é um problema da versão então fica aqui em comunicado que a versão 10 tem esse problema, a 11 tem esse problema e a 12 ainda não testei... Ainda não há em português. Se é um erro resolvam e não o perdurem. É assim que a Graphisoft houve os clientes e os acompanha? Não é isso que aqui vendem. Chamei a atenção deste problema e a resposta é que estava a ser demasiado exigente. Que tinha a fasquia muito elevada na exigência de um software. Enfim... Bela resposta... Então significa que tenho de ter trabalho adicional sempre que quero exportar um trabalho para outros softwares, isto nas suas palavras... Não me parece que tenha sido com esse intuito que foi criada, mas se o senhor o diz, quem sou eu para contradizer. Mas ainda assim, e pegando no que diz, não acho que seja de louvar o facto de ter trabalho adicional sempre que tenho de enviar um desenho noutro formato ou para outro software. Lamento mas não é má vontade. Se quiser demonstro-lhe a veracidade do que estou a afirmar (e não é com um pc de há 5 anos atrás). Se quiser demonstro-lhe como um simples pavilhão industrial (com todas as estruturas metálicas que a ele estão inerentes), que leva em média entre 8-12 minutos para calcular cada corte... Sim é mais rápido que desenhar o corte todo à mão. Mas esperar 8-12 minutos de cada vez que se tem de actualizar não me parece uma boa ideia. Se o archicad melhorou nesse aspecto óptimo. Ainda bem, porque sempre considerei estas esperas absurdas. Para audar a esclarecer estou a falar de um computador MAC intel quad-core 2,8ghz, com 8gb de ram e disco pra dar e vender. Acho que o problema não está na capacidade de processamento. Ainda bem que há quem reconheça virtude nas críticas. Muita gente pensa que eu quero destruir o Archicad. É pá, no dia em que o Archicad resolver os seus issues, tanto melhor, tornasse um produto melhor e mais apetecível e o mercado aplaude. E quem sabe se o não voltarei a usar. Há quem veja as críticas como algo negativo e não como uma oportunidade de pegar nas criticas e criar soluções para os problemas - não é senhor Victor Silva. É preferível continuar a cantar a canção do bandido, fugir com o rabinho aos problemas, e dizer "tás a pôr a fasquia alta demais".... "O que tu queres ainda não existe... Isso que pretendes não é BIM... etc" E com isto ficamos na mesma... Com uma excepção... Tudo é subjectivo, mas a qualidade não é...
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Continuo a dar-lhe razão... Mas está a tentar deturpar as coisas. Fazer um projecto como quero e como eu penso é de facto puder chegar ao mesmo resultado de várias formas. Mas será que os outros softwares não são assim também??? Ou é as limitações do archicad que se têm de transformar num potencial, porque assim cada qual faz como quer, e não dá jeito reconhecer que seria melhor se fosse como outro software já o faz??? O Miguel faz-me lembrar o típico fanboy, no seu caso de Archicad. Por muito que lhe demonstrem que há coisas que se fazem de forma mais simples de outra forma ou com outro software, o Miguel prefere ficar com o seu ego bem lá em cima, contornar a questão e desviar para canto, dizendo que assim dá-lhe mais liberdade... Mas como cada qual é livre de escolher o que quer e como quer, não leve isto como sendo uma crítica destrutiva. É uma característica sua (não é qualidade nem defeito). Assim como há mais coisas na vida para além da arquitectura e dos softwares, também há muitas outras coisas na nossa profissão que são melhores que o Archicad. Reconheço aqui que também os outros têm coisas más, e até que não têm solução (sem recorrer ao 2d ou à modelação há unha), e que os outros também têm limitações. Todos têm potencial. Todos têm coisas boas que os outros também querem, e todos têm coisas más que os outros tentam evitar. Não é isso que aqui está em questão. Simplesmente, e volto a insistir, o nosso objectivo é dar informação às pessoas, não tentar vender o quer que seja (eu não ganho nada com isto), não tentar provar o que quer que seja (aliás eu queria é que me demonstrassem a mim as coisas para também eu aprender algo que pudesse não saber - não é o caso). Cada utilizador é que deve escolher aquele que mais lhe convém, mas deve fazer uma escolha informada. Dizer que o Revit é mau só porque pertence à Autodesk é um erro. Usar o Archicad só porque é em Português e pertence a uma empresa Europeia é igualmente um erro, na minha opinião. Devemos escolher um software pela sua qualidade e não pelo que o representa ou quem o representa. A BMW e a Mercedes têm bons e maus carros. É como não gostar dos Lexus só porque são Toyota. É apenas e só uma decisão tomada por uma razão mesquinha e inconsciente. A qualidade quando bem analisada é superior a qualquer outra coisa... É como um projecto de arquitectura... A qualidade do projecto não está na qualidade do desenho técnico, mas na qualidade do projecto, do espaço, do objecto. A qualidade não está nos renders bonitinhos, nem nos desenhos coloridos, está no valor que o objecto tem enquanto objecto de arquitectura. A qualidade é algo que pode ser quantificado, qualificado, é rigorosa e absoluta; um juízo de gosto é apenas uma opinião, um juízo de valor depende do sujeito que o tece... A qualidade é transparente e absoluta....
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Paredes inclinadas ao longo do seu comprimento. Esclarecido. Eu sei que paredes simplesmente inclinadas é uma brincadeira de bebés. Aliás neste mesmo fórum existe uma dúvida referente a este mesmo problema. E atenção que referi este apenas como exemplo. Amarelos e encarnados basta tentares fazer tudo a 3d com objectos e evitares o uso de 2d como complemento para ser um pesadelo - exemplo, preencher um vão de uma parede existente ou abrir um vão novo numa parede existente - recordo para este caso o exemplo do sr. arq. Miguel Kripalh no seu blog e na revista CAD Project (daí eu dizer firmemente que esse método não funciona). Ou então uso mais um ad-on de faseamento é assim? Esse desconheço, de facto nunca me preocupei em conhecer muito os ad-ons, sempre me venderam o archicad como sendo suficiente para fazer as coisas necessárias. Nas listagens é verdade que consigo obter os metros cúbicos de um determinado componente, sem recorrer à construção da tal base de dados que falei, mas e se eu quiser outra unidade? Por exemplo no caso das alvenarias, estas costumam medir-se em metros quadrados. Afinal sempre preciso da tal base de dados ou de mais um ad-on. Quanto à visibilidade das linhas de separação, lamento ter de o contradizer. Experimente e depois falamos. Pode mudar as tramas é um facto, mas continua a não aparecer a linha separadora, logo é um erro grosseiro de representação. Pode usar tramas de solid fill, e nesse caso o problema fica resolvido, mas têm de ter cores diferentes, e a linha nunca aparece. Experimente... (só uma ressalva não vá tar a cometer injustiças, eu usei sempre a versão em português do archicad, e como tal pode ser um erro encontrado nesta versão do software, já que o programa até há poucas versões era traduzido no próprio país segundo me foi dado a conhecer, o que pode ter alienado alguns objectos por lapso ou erro de programação). Portanto e resumindo, está de acordo comigo em relação às "limitações" do gdl e vem dar-me razão nos pontos que referi anteriormente, e mesmo estes com as devidas ressalvas. Afinal para um utilizador iniciado em archicad até pareço conhecedor quanto baste dos problemas que encontrei. Como tal existem melhorias a considerar, e eu apesar de salientar estas "limitações" nunca disse não ser possivel resolvê-las. Aliás tenho ajudado algumas pessoas a resolver estes mesmos problemas, neste e noutros fóruns. O problema não está aí... Tempo é dinheiro e se as coisas não são feitas de forma automática então são feitas à unha e se são feitas à unha ou com erros, perde-se tempo na sua correcção/execução. Logo perde-se dinheiro, perde-se produtividade. E se não queremos perder produtividade e consequentemente dinheiro, temos de adquirir ferramentas extra e consequentemente perder dinheiro na sua aquisição (mas isto é outro cabalo de batalha - porque só alguns utilizadores precisam de facto dessas tais ferramentas e o facto de as não ter faz com que o produto seja mais barato - para mim tratasse apenas de uma forma de fugir do problema com propagandas comerciais). Quanto à sua nota à versão 12, ainda bem que assim é. Assim não tem de esperar 5 ou 10 minutos pela geração de um corte ou alçado (o que para mim é também uma grande falha do archicad ao longo destes anos todos) e assim tem disponíveis peças desenhadas de forma mais rápida. Ora aí está uma melhoria importante. Já agora uma pequena informação extra... Se archicad fosse um software BIM não se preocupava com ferramentas como "trabalho de linhas e tramas" para resolver os problemas dos desenhos obtidos de forma automática a partir do modelo. Ou seja, o próprio software tem ferramentas que indicam ou melhor sugerem edição posterior a 2d. Não quero com isto dizer que é um mal necessário e obrigatório, mas que elas lá estão estão. Miguel é curioso não teres comentado o que realmente interessava que comentasses. Eu já assumi que o erro foi meu, daí há uns posts atrás eu ter dito demonstrem-me e comprovem-me como se faz. Que dá para fazer eu sei.... O trabalho que dá a fazer é que já é outra conversa.... Mas isso não interessa admitir....
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Pessoal... O archicad usa layers, o allplan usa layers, o revit usa categorias, que são layers com outro nome. O facto do revit seleccionar automaticamente a layer do objecto que está a ser criado, e no archicad ter de ser eu a escolher, isso são peanuts. Fosse esse o problema.... Se fosse essa a diferença eu não me importava de usar o archicad ou outro qualquer. Os problemas do archicad são o tempo dispendido a fazer as coisas, porque se o archicad não faz de forma automática, tenho de ser eu a construir manualmente. Isso sim é um problema. Esse sim é o fundamental da questão. Miguel, eu sei que estás disposto a colocar aqui um trabalho teu. Coloca, és livre de o fazer. Mas isso mesmo assim (e aqui reconheço que errei) não vai demonstrar nem provar nada. Não prova quanto tempo demoraste a fazer as coisas nem como as fizeste. Por isso a minha preocupação nesta fase é outra. O que se pretende com tanta discussão é esclarecer as pessoas que procuram informação a este respeito, e penso não ter cometido nenhuma falha na minha última intervenção. Aliás se querem saber até onde pode ir o potencial e as falhas do archicad basta irem ao site da graphisoft e fazerem o download do manual de treino referente à modelação. É o último e é referente ainda à versão 11, mas serve para se ver como o archicad usa ferramentas "vulgares" para fazer o que as ferramentas não fazem de forma automática ou paramétrica (é preferivel falar em paramétrico que automático, pode conduzir a más interpretações). Agora o Miguel pode dizer-me que aquilo pode ser feito de outra forma. Então porque ensinam da forma errada???? E o porque é que o Miguel ensina na revista CAD Project e no seu blog a fazer as coisas de uma forma se dá para fazer doutra??? Ensinam a fazer as coisas com workarounds porquê? Das duas uma, ou é porque não há outra forma, ou porque as formas que há são ainda mais complexas que é melhor não abordar. Isto sim começa a ser do interesse dos utilizadores que procuram soluções nas ferramentas e não problemas....
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Acho que muita confusão aqui se tem feito sobre estas discussões de funcionalidades do Archicad. O que eu acho, e esta é apenas uma opinião, é que é mais simples editar uma parede do que ter de criar uma cobertura e depois fazer uma operação de elemento solido para conseguir uma parede inclinada. O que eu acho é que sempre que um objecto gdl não se adapta às minhas necessidades eu tenho duas opções: ou faço o objecto não gdl, não paramétrico e por isso não reutilizável, ou tenho de programar gdl para o conseguir. Claro que o gdl não é nenhum bicho de 7 cabeças, mas é algo que a maioria dos utilizadores não está para usar. Se quero construir um edificio por fases, como para fazer desenhos de encarnados e amarelos, ou tenho de ter um controlo mágnifico de layers e inventar uma série de artifícios para garantir essa informação consistente, ou vou pelo método que o Miguel apresenta no seu blog e na revista CAD Project - workaround. Se eu quero fazer uma mesa tenho de fazer uma série de objectos como plares, vigas, coberturas ou lajes para conseguir fazer esse objecto (mais uma vês sem que seja paramétrico). Se quero fazer medições rigorosas de elementos que quero (por exemplo a quantidade de metros quadrados de alvenaria de tijolo de uma parede composta) tenho de construir uma base de dados e inserir essa informação de forma mais ou menos à unha. Ou então tenho de construir as minhas paredes compostas através de várias paredes. Se eu quiser as linhas de separação de elementos em corte (num detalhe) de uma porta - estou a referir-me à linha de separação que existe entre o aro e a guarnição, entre o aro e a folha da porta, entre a folha e o vidro, etc - se quiser controlar o aspecto gráfico desses elementos não consigo. Porquê??? Porque os objectos gdl incluidos com o programa não trazem essas valências. Má codificação??? É uma questão de adaptação??? Talvez... E ainda não falei de outro software aqui. O que quero com isto dizer é que: Eu sei que o Archicad tem valor. Tem as ferramentas e tem formas de resolver os nossos problemas. O que eu pergunto é quem está disposto a ter um acréscimo de trabalho para ter acesso a essas funcionalidades? O archicad permite fazer as coisas, mas quem é que as usa? De que é que valem as funcionalidades se depois ninguém as usa - e atenção que aqui estou a generalizar - é um facto - mas a verdade é que poucos são aqueles que se embrenham no gdl, poucos são aqueles que estudam a parte de criação de base de dados para medições no archicad. E não sou eu que o digo - basta estarem atentos aos próprios fóruns da graphisoft. Eu não estou aqui a dizer que o archicad é um mau software. Estou aqui a dizer que tem limitações como todos os outros e é bom que as pessoas saibam do que ele pode fazer, do que não consegue fazer e do que não se usa porque dá tanto trabalho, que mais vale adaptar-mo-nos que estar a tentar mudar as coisas. Claro que temos os plug-ins ou ad-ons, e temos milhares de objectos online à disposição. Tudo isso é verdade. É também verdade que posso fazer uma escada com recurso a lajes, coberturas e pilares e vigas em vez da ferramenta de escadas (eu já passei por isso quando era uilizador de archicad). Também é verdade que posso fazer um corrimão usando outras ferramentas que não a ferramenta de vedações e corrimões... Mas o que eu pergunto é se é esse o caminho?... O archicad não faz nós inventamos forma de fazer? (não se entenda o não faz como o não faz, porque há sempre workarounds para fazer tudo ou um ou outro plug-in/ad-on para corrigir a falta ou a falha). O que a minha experiência me diz, seja ela considerada muita ou pouca, e é também a minha opinião pessoal e como tal vale o que vale, é que os argumentos: - o archicad é mais barato, não servem porque ou depois gasto mais tempo na produção das coisas ou tenho de comprar um plug-in/ad-on - conclusão o barato sai caro - o archicad faz as coisas como o arquitecto pensa, não serve porque muitas são as vezes em que tenho de recorrer a outros elementos para construir as coisas como eu quero - o archicad é o primeiro BIM da história, é verdade mas não é 100% verdade. É o primeiro software de simulação de edifício virtual, e não o primeiro BIM. É uma aproximação ao conceito BIM, já que o BIM é mais do que um modelo virtual, é consistência de informação desenhada, modelada, e dimensionada ou medida, e o archicad, enquanto não reconhecer que uma parede é uma parede e uma laje é uma laje e assim por aí adiante, não será um bom BIM. Em termos práticos para o archicad a diferença entre uma parede e uma laje é quase zero, ambos os objectos são paralelepípedos com a possibilidade de terem uma ou mais camadas. Faço uma ressalva à última frase: A Graphisoft reconhece isso mesmo quando nesta última versão (12) adiciona os campos de acabamento e estrutura às composições da parede. Não que isso vá ser muito importante em termos de inteligência do modelo, mas pode facilitar as medições, para além de permitir separar a visualização desses elementos (é o único "BIM" que eu conheço que faça isso). Mas o Archicad é isto mesmo. Impressiona com ferramentas fantásticas como o truss maker e o roof maker, mas depois limita essas funcionalidades quando só permite o uso de quatro ou cinco perfis que eles acham adequados - e se eu quiser outros??? Faço à mão, elemento a elemento... A ferramenta nova da curtain wall aparentemente é fantástica e vem dar um valor extra ao Archicad (os objectos antigos nem sequer merecem referência de tão fracos que eram), mas e se eu quiser outros elementos que não os que o desenvolvimento do Archicad previu??? Faço à mão, elemento a elemento, com as ferramentas que todos nós conhecemos, parede, laje, cobertura, pilar e viga.... Estas são as maiores diferenças entre o Archicad e os outros BIM...
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Pelas mesmas palavras digo o mesmo: Não trocaria o meu Audi por um Peugeot, e como tal não troco o Revit pelo Archicad. Mas troco de Revit no dia em que aparecer algo melhor e que dê melhor resposta às minhas necessidades, não porque sou dos que muda de faixa com a ilusão de ser melhor, mas porque dou valor aos que trabalham para nos presenciar com bons softwares, sejam eles open source ou não. Não considero o Blender um mau exemplo, mas sim um bom exemplo. A critica da especialidade diz que é um software com futuro e tem um workflow revolucionário e que os grandes softwares irão copiar mais tarde. Eu já instalei e confesso que não só não gosto como me custa a engolir estas criticas tão positivas, mas não sou expert nessa matéria e guardo as criticas para quem domina essas questões. Lá porque eu não gosto, não quer dizer que reme contra a maré. Eu tenho comentado vários softwares porque já os usei. Só isso... Mas a minha experiência é escassa e como tal deve ser considerada apenas como uma opinião sem sentido... Pensem como quiserem... O meu conselho é que experimentem, testem e escolham criteriosamente e não se levem em cantigas do cordeirinho.... Mas ainda bem que é assim... Cada pessoa tem as suas opiniões os seus pontos de vista, as suas ilusões e é isso que nos torna individuos únicos e diferentes - singulares...
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Claro que serve. Demonstra claramente que dás mais importância ao background que uma empresa oferece a um produto, do que ao produto em si, e que só mudarias no dia em que o Archicad não te resolvesse os problemas e não porque foi ultrapassado por outro produto. O que isso para mim significa é que perdes a capacidade critica do que anda à tua volta, já que não conheces ou claramente não queres conhecer. Posto isto não poderás dizer que o Archicad é melhor, porque não conheces o outro lado, o outro potencial, e consequentemente a outra qualidade. A complexidade do software nada tem que ver com uma empresa. O Blender é um software complexo e é open source. Tem indivíduos por detrás e não uma empresa no verdadeiro sentido da palavra. Por isso para ti o Archicad ou outro vertical será sempre o melhor software do mundo... para ti claro. Para mim hoje é o revit, amanhã é o que melhor responder às minhas necessidades. Se não for Autodesk tanto melhor, se for open source tanto melhor, e se for multi-plataforma é a cereja em cima do bolo. Não é por eu ser contra a Autodesk que deixo de usar os seus produtos, porque reconheço qualidade nos mesmos. Só espero é que apareçam outros produtos e melhores que os da Autodesk e de preferência que não demore muito tempo, já que para mim isso será inevitável...
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Obrigado... Já estava a pensar que estava a ficar maluco... Por acaso até nem foi neste site que vi esta informação nem neste contexto, mas do que me lembro era qualquer coisa deste tipo. Até porque este apenas diz respeito à EMEA (Europe, Meadle East and Africa), e se bem me lembro o outro dizia respeito a worldwide....
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Não estou a falar do caso português... E até posso de facto estar a cometer uma gralha, mas o que é certo é que ainda à cerca de 3 meses vi um gráfico onde se demonstrava o poder de cada uma das empresas e o seu crescimento (no mercado aec exclusivamente), onde a Autodesk aparecia num dos gráficos em último da lista e no outro em segundo lugar. A principio até fiquei admirado com os resultados, mas depois de pensar que eram os resultados obtidos globalmente e eu não conheço assim tão bem o resto do mundo, dei o benefício da duvida e dei crédito à informação. Se é gralha minha, lamento o sucedido e retiro o que disse, mas continuo a aguardar a resposta do nosso amigo Miguel.... São perguntas tão pertinentes como outras quaisquer, e mais, não é uma pergunta como se a minha avó tivesse rodas, porque como estão as coisas actualmente não me surpreenderia nada que aparecesse um software bim open source de qualidade. E aí gostaria de saber qual seria a tua atitude... Sabes, acaba por demonstrar muita coisa...
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Nop... não é gralha. Por acaso não me lembro do site onde vi os mais recentes lucros no mercado AEC e que eram os gigantes por detrás destes lucros e a Autodesk estava em terceiro lugar. Ainda vou pesquisar para comprovar o que disse. Mas acredita, se quiseres. Atençãoq ue estou a falar do mercado AEC e não da empresa como um todo. Assim que redescobrir o site onde vi isso coloco aqui. Aliás eu próprio também fiquei boquiaberto quando vi isso, pois sempre achei que a Autodesk era a maior deste sector.... Então se a Apple não é monopolista por ter apenas 6% do mercado dos computadores, e sendo verdade que a Autodesk até é a mais pequena das grandes, está aí alguma coisa que não está bater certo. Então há monopólio ou não? Com a tua resposta não respondeste ás minhas últimas questões...... Pode parecer conversa da treta, mas estou curioso para perceber com que tipo de pessoa tenho debatido algumas ideias...
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E eu sei disso... Mas a questão não passa por aí. Basta olharmos em volta e verificar o mercado para perceber que a Autodesk é a gigante mais pequena do mercado AEC. Quem é a vencedora??? Nemetschek e até a própria Bentley está à frente da Autodesk. Mas aqui o problema não está na Autodesk. As politicas podem vir da Autodesk, mas a verdade é que o revit tem tido sucesso que tem tido porque não foi inicialmente criado pela Autodesk. A única coisa que estava a cortar o sucesso do Revit foi a falta de visibilidade, que a Revit Coorporation não lhe estava a conseguir dar. E garanto-te que se a Autodesk não tivesse comprado o Revit, outra empresa das grandes o teria feito. Acho bem que a Graphisoft procure um Archicad mais compatível com todas as outras aplicações do mercado, mas se estas estão a ser compradas pela concorrência, não será difícil de adivinhar tempos difíceis nessa comunicação entre softwares, compatibilidade essa que será garantida dentro dos produtos dessa mesma concorrência. Não quero com isto dizer que defendo práticas monopolistas, ou que estou a defender a Autodesk e a criticar a Graphisoft. Imagina que a Graphisoft passava a ter politicas monopolistas. O que é que fazias? Mudavas de software? Sim porque ninguém te pode garantir que a Graphisoft o não vai fazer, já que a Nemetschek é detentora da Graphisoft e mesmo que uma se mantenha "independente" da outra o facto é que ambas estão a trabalhar pelos lucros. Sendo tu utilizador experiente de um produto em que acreditas como sendo o melhor, não vais mudar de produto só porque a Graphisoft mudou de politicas, ou porque acabou por ser totalmente adquirida pela Nemetschek. O que eu quero dizer é que se tens razão que grandes marcas têm produzido grandes produtos, e a Apple é sem dúvida um bom exemplo disso, também existem bons produtos produzidos por marcas menos sonantes e que são igualmente bons. A marca dá-lhe é notoriedade, reconhecimento, políticas de marketing mais ou menos agressivas para dar a conhecer o seu produto. Aliás a própria Apple é uma empresa monopolista porque veda o acesso aos seus softwares a outras plataformas. O que há de errado nisso? Aliás é por essa razão que os produtos Apple têm tido o sucesso crescente que têm tido. Se reparares temos os dois razão. São dois pontos de vista igualmente válidos embora aparentemente contrários... A pergunta que te coloco é: imagina que amanhã aparece um software que analisas, testas e supera as tuas expectativas pela positiva. O que farias? Mudavas? Ficavas pela experiência adquirida com o Archicad/VICO? Ias analizar as politicas da empresa? E se a empresa fosse do tipo Revit Coorporation (criada na criação deste software)? E se à partida tudo o que tinham para oferecer era um produto bom, robusto, rápido, eficiente, completo e nada mais do que isso? E se nem sequer houvesse uma pessoa, uma empresa a onde ir, se fosse tudo feito online (compra, pagamento, suporte, treinamento, etc)? O que é que farias? Afinal de contas gostaste do que viste e experimentaste.... Ou nem sequer experimentavas???
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Miguel antes de mais não te estava a citar a ti. Aquela citação é apenas e só de um texto colocado por mim noutro local, como tal é uma citação. Nunca afirmei em local algum que a afirmação é tua. Andas com a mania da perseguição pá. Relaxa... Segundo, eu não disse que migraste para Archicad. Foi o que deste a entender a dada altura quando falei do VICO (aparentemente disparates - nas tuas palavras - mas enfim). Não percebo o porquê de usares o archicad e o VICO, uma vez que o VICO faz o que o archicad faz e mais algumas outras coisas (não e o VICO, mas sim uma parte do VICO - o constructor se não estou em erro) - mas se calhar sou tão aselha que não percebi para que serve o VICO - se bem que sim possa ser usado em complemento do Archicad, também é verdade que o substitui totalmente - usar os 2???? não me parece - o VICO é caríssimo e se juntarmos mais uma licença de archicad, acho que prefiro outras opções. Mas se usas os 2 óptimo para ti. É sinal que a crise não anda por essas bandas e ainda bem - felicitações. Quanto à questão das empresas, tu discordas de mm, eu discordo de ti. Eu sei, oneço respeito e partilho as tuas opiniões a respeito da Autodesk. Não é segredo para ninguém que eles querem é encher os cofres de dinheiro. Mas será que a Graphisoft é tão diferente assim??? É que ainda não vi provas de contrário, a diferença é que a Autodesk compra e a Graphisoft é comprada (não é provocação - são factos). O que eu quero dizer com isto é que estou pouco importando qual é a empresa por detrás do software. O Blender é um excelente produto e é gratuito e não tem nenhuma empresa por detrás. O open office é uma boa alternativa ao office da microsoft e é gratuito e não tem uma empresa por detrás. É disto que me estou a referir. Se amanhã aparecer uma empresa nova que se chama eusouoverdadeiroBIM com o software obimsoueu, desde que o software seja melhor e mais simples, mais completo e com mais funcionalidades EU MUDO. Claro que por vezes é penoso mudar - temos que reaprender - mas depois vêm os benefícios da mudança para melhor. Eu não defendo as empresas, eu defendo os produtos... Seja ele feito por um chinês, tailandês ou português, o importante é a sua qualidade e não a EMPRESA que está por detrás de... Claro que depois do produto em si está o preço/custo e não a EMPRESA. Pode ser muitooooooo bom, mas se não for acessível financeiramente deixa de ser viável. Quanto às questões revit vs archicad a minha opinião já foi dada e nada mais tenho a acrescentar a esta discussão. O archicad vai continuar a copiar o revit, o revit vai continuar a copiar o archicad - não sei quem disse que o archicad não copia o revit porque o archicad apareceu muito primeiro, e que o contrário é que é verdade. Mas a verdade é que todos se copiam uns aos outros e tentam inovar como podem, mas a tendência é que um dia todos façam o mesmo mas com pequenas diferenças. Uns acham o revit mais simples, outros mais complexo que o archicad. Está mais que visto que se trata apenas de opiniões e não de verdades absolutas. Eu prefiro continuar à espera do Nirvana da Arquitectura inforática, pois acho que hoje em dia ainda não há nenhum software perfeito. E se um peca por excesso de limitações ou muito trabalho em workarounds, o outros peca por ser feito para engenheiros com tabelas e mais tabelas, e o outro peca por não ser organizado à bim e ser muito complexo, e outro peca por ser caro de mais. Todos têm prós e contras, e o melhor é aquele que melhor se sabe dominar.
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Miguel... Em todas as tuas intervenções anteriores referentes à Autodesk eu vejo-me "forçado" a aceitar, compreender e até partilhar. Tudo o que dizes é obvio e como tal nada há a dizer sobre isso, excepto, e passo a transcrever algo que já disse anteriormente noutro fórum: "É pá tudo faz parte de uma evolução natural. Não acredito que o futuro passe pela compra do Archicad que já foi comprado por um gigante. Mas uma coisa é certa... Se hoje o Revit e o 3ds MAX é o futuro, amanhã será outro software que a Autodesk vai comprar e mais tarde integrar e desenvolver, isto porque chegará o dia em que o revit já é velho e não terá como evoluir. Basta ver-se o caso do archicad que está no mesmo caminho. Se por um lado tem a experiência de 25 anos, pelo outro tem o peso da idade e de 25 anos de alterações e adições ao código. É como um texto de português. Se escrevermos um livro num ano o resultado é bom, mas se demorarmos 20 anos o resultado pode não ser tão bom e acaba por ser uma manta de retalhos. O software do futuro ainda não existe e será uma coisa que será criada daqui a uns anos de raíz... Faz parte do processo normal e natural de evolução. Nós só temos é de estar preparados para a mudança e para que essa mudança seja feita de forma simples e sem dor..." (podem ver mais informações e o contexto original aqui: http://www.revitpt.com/forum/index.php?topic=974.25) Agora em relação aos softwares. É lógico que os tempos de autocad já lá vão. É também lógico que a cada versão Archicad que vai saindo o mesmo ganha mais qualidade e robustez. Mas a questão não é essa. Segundo li nestas páginas anteriores, o próprio Miguel Kripalh já "migrou" de Archicad para VICO (não posso afirmar a total veracidade desta afirmação e o Miguel poderá esclarecer qual o papel do VICO na sua mecânica de trabalho - ou não seja o maior conhecedor de VICO e qui'ça Archicad em Portugal - não é provocação é a constatação de factos). Ora sendo verdade, ele próprio enquanto arquitecto e coordenador de projectos de arquitectura sentiu necessidade de mudança, ou mesmo não sentindo necessidade, aproveitou a oportunidade. E é assim que o mundo da informática se move. Há uns anos atrás poucos eram aqueles que sabiam o que era um computador Apple ou Macintosh. Hoje em dia são peças de design incriveis, reconhecidas mundialmente e até cobiçadas por muita gente. É a evolução dos tempos, e a Microsoft que se cuide ou cai por terra. Para finalizar, quero salientar que o que me move não é a empresa que está por detrás dos produtos, mas a qualidade dos produtos em si. E como eu tanto tenho afirmado, o archicad é uma boa alternativa ao autocad e ao cad em geral, mas ainda não é um software BIM capaz de rivalizar com outros como o revit e o allplan, que estão muito à sua frente quer em funcionalidades, quer em termos de limitações. O VICO estará à frente destes últimos enquanto software all-in-one, composto por vários softwares de valor acrescentado que permitem mais funcionalidades. Perde nas limitações que ainda tem, mas ganha nas funcionalidades. Amanhã aparecerá outro, se calhar desenvolvido por arquitectos e engenheiros com objectivos concretos e necessidades ainda maiores (como aconteceu com o revit e no inicio da história do archicad, segundo reza a história), que vai suplantar os outros quer em termos de funcionalidades quer em termos de facilidade de utilização quer em termos de limitações à criatividade do criador. Tudo o que atrás é dito é apenas e só uma opinião pessoal e nada mais que isso. Não sou dono da razão, sou apenas e só alguém que não tem medo de mudanças (aliás aceito-as com facilidade, e adapto-me às minhas necessidades) e procura estar atento e não perder o barco da evolução - a evolução não é só estar e usar o mais recente, é ser capaz de optimizar os nossos processos, melhorar as nossas performances e estar à altura de fazer melhor em menos tempo, sem ter que fazer as coisas várias vezes. Por último repito o que tenho dito - em última análise, o melhor software é aquele que melhor dominamos ou estamos dispostos a dominar, e aquele que melhor responde às minhas necessidades.
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É precisamente por se pensar no médio tempo que o recurso ou investimento numa ploter de formato A0 para fins académicos é, quanto a mim, desnecessário. Isto porque várias razões: - é raro imprimir em formatos superiores ao A1 (quer a nivel académico quer a nivel pessoal (aliás eu no meu caso evito sempre formatos superiores ao A1, e quando não posso fugir a peças excessivamente grandes, divido os desenhos em várias folhas e com isso evito os formatos maiores, nem que tenha de cortar os desenhos em dois). - a diferença de peço de uma ploter A0 para uma A1 é enorme e como tal deve ser considerado este valor para que se possa avaliar o custo benefício. - hoje em dia já se começam a entregar os projectos nas câmaras em formatos digitais, coisa que com o tempo (médio prazo) irá substituir integralmente o papel, pelo que o volume de impressões será muito reduzido com a passagem às entregas em formatos digitais. Os mais conservadores acham que esse dia não irá chegar, mas convençam-se que mais cedo ou mais tarde isso irá acontecer, e até mesmo as revisões do projecto serão feitas em formato digital, facilitando a avaliação dos projectos e a implementação das várias revisões ao longo do processo de projecto. Aliás já começa a ser mais frequente mesmo dentro dos ateliers as revisões do arquitecto sénior serem feitas sobre ficheiros digitais e não sobre papel impresso - os custos são reduzidos e o ambiente agradece. Portanto tenham algum critério na hora da escolha da ploter e na perspectiva que fazem para o futuro. Esta é pelo menos a minha opinião. Mas cada qual sabe de si e dos investimentos que fazem para o futuro...
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E se pensares sempre em metros também nunca dá confusão. Basta que desenhes em metros em model e desenhes as folhas em metros ( em vez de 420x297 basta que seja 0,420x0,297). E as escalas nunca vão dar problemas também. E quem tiver a medir os dwf's vai ter acesso às cotas em metros também. Mas sim... Tudo é uma questão de hábito.
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Se fores engenheiro talvez... Confesso que não é comum ver arquitectos a desenhar em milimetros. Para além de não ser comum também não é nada prático. Mas cada qual é como cada um, trabalha como quer e como lhe dá mais jeito.
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Sim... Todos os softwares têm pontos fortes e fracos quando comparados com outros similares. E com bastante apoio todos os softwares são simples de usar e de migrar. Tudo é uma questão de hábito. O problema é que só se ensina autocad em portugal. Se começassem a ensinar o revit, ou o allplan, ou o archicad ou até mesmo o vectorworks ou o microstation, não andava o pessoal todo às aranhas quando lhe põem outra coisa à frente que não autocad. È dificil mudar hábios e vicios, e todos os softwares que de uma maneira ou de outra não se assemelhem ao autocad parecem ter resistência na altura do seu uso e acabam por ficar instalados num posto de trabalho e nunca são usados. Por outro lado o não ensinamento de outros softwares ou a não procura de aprender outras coisas que não autocad, leva a que as pessoas não tenham opinião ou não saibam sequer que outras soluções existem no mercado. Não é por isso dificil encontrar pessoas que consideram o autocad o melhor software do mercado. É verdade já foi o melhor software cad, mas hoje as preocupações são outras, as opções são outras, as necessidades são outras. Mas no fundo da questão o melhor é aquele que se domina mais e melhor e por isso o autocad é de facto o melhor.
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Apesar do formato dwf ser raster e precisar de definirmos os dpi's de resolução, quando importado para o autocad é possivel desenhar por cima de forma rigorosa, já que os osnaps estarão disponiveis. No inicio os engenheiros poderão não gostar da conversa, quando receberem os desenhos num formato não dwg, mas com o tempo o hábito faz o monge. Quando à definição dos dpi's, recomendo o uso de nunca menos de 1200dpi's, para que a qualidade e a definição nunca fiquem comprometidas durante medições feitas no design review. O design review é um software que faz as medições de forma aproximada e como tal, quanto mais dpi's tiver o ficheiro, mais precisão vai existir. As medições dão resultados sempre aproximados, mas geralmente a margem de erro é inferior a 1cm o que para medições camarárias ou medições pelo cliente é uma margem de erro suportável e sem significado. Quando se faz a impressão em dwf é preciso ter cuidado com as unidades do fichiero de origem. Muita gente usa o autocad como se não tivesse unidades, mas tem. Há que usar a opção metric e arbitrar que se desenha sempre em metros. Quando se faz a pagnação dos desenhos esta terá de ser feita em layout, com o layout desenhado em metros também, para que as escalas estejam sempre correctas. É errado desenhar em model numa unidade e no layout noutra unidade. è errado paginar em model. É errado andar a escalar desenhos para os ter à escala certa. Se não sabem usar o autocad devidamente façam um curso ou estudem um pouco o manual. Há muitos manuais disponiveis, incluindo em português. Um mau uso do autocad pode dar origem a unidades maradas nos desenhos gravados em dwf. Há que ter cuidado com estas coisas.
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Já agora deixem-me acrescentar outra razão que levou à escolha do dwf sobre o pdf. O Adobe Acrobat que permite funções/operações similares ao Design review da Autodesk é pago, enquanto este último é totalmente gratuito. Para as Camaras Municipais acaba por significar uma redução efectiva nos custos do software. Além disso, partilhar os ficheiros em formato dwf é sempre uma mais valia até mesmo para projectos de especialidades que exigem sempre a base da arquitectura. Até agora a partilha de desenhos pelas diversas especialidades era feita através de ficheiros dwg que os engenheiros ou técnicos, escalavam, mudavam de sitio (coordenadas), e por vezes modificavam. Ora não é isso que se pretende durante este processo. Experimentem a passar a mandar os ficheiros das especialidades em dwf e obriguem os vossos técnicos a desenhar sobre esses desenhos (que são facilmente importados para cad) e depois voltem a importar a informação dos engenheiros/técnicos para os vossos ficheiros. Todos saem a ganhar. Os mails são mais leves, porque os ficheiros são mais leves. Garantem que o vosso trabalho não é alterado pelos técnicos. Garantem que a informação tecnica das especialidades é desenhado em layers próprias desses técnicos, garantindo melhor qualidade nos processos e melhor qualidade e organização dos projectos de coordenação (arquitectura, estabilidade e especialidades). Quem usa o revit tem também mais valias no uso da exportação via dwf, já que pode usar o mesmo sistema para coordenar e importar os dwg's das especialidades para os desenhos de projecto (modelo revit) e construir os desenhos de coordenação.
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Já agora deixem-me acrescentar outra razão que levou à escolha do dwf sobre o pdf. O Adobe Acrobat que permite funções/operações similares ao Design review da Autodesk é pago, enquanto este último é totalmente gratuito. Para as Camaras Municipais acaba por significar uma redução efectiva nos custos do software. Além disso, partilhar os ficheiros em formato dwf é sempre uma mais valia até mesmo para projectos de especialidades que exigem sempre a base da arquitectura. Até agora a partilha de desenhos pelas diversas especialidades era feita através de ficheiros dwg que os engenheiros ou técnicos, escalavam, mudavam de sitio (coordenadas), e por vezes modificavam. Ora não é isso que se pretende durante este processo. Experimentem a passar a mandar os ficheiros das especialidades em dwf e obriguem os vossos técnicos a desenhar sobre esses desenhos (que são facilmente importados para cad) e depois voltem a importar a informação dos engenheiros/técnicos para os vossos ficheiros. Todos saem a ganhar. Os mails são mais leves, porque os ficheiros são mais leves. Garantem que o vosso trabalho não é alterado pelos técnicos. Garantem que a informação tecnica das especialidades é desenhado em layers próprias desses técnicos, garantindo melhor qualidade nos processos e melhor qualidade e organização dos projectos de coordenação (arquitectura, estabilidade e especialidades). Quem usa o revit tem também mais valias no uso da exportação via dwf, já que pode usar o mesmo sistema para coordenar e importar os dwg's das especialidades para os desenhos de projecto (modelo revit) e construir os desenhos de coordenação.
