ruivenda
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Melhor software de desenho de arquitectura
ruivenda replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
Simplesmente o mesmo que qualquer outro software BIM. Com windows vista x64+4GB de ram+gráfica NVidia de 256mb+processador dual core 2.0 não tenho qualquer dificuldade em fazer qualquer projecto desde uma simples barraca a um projecto completamente empenado e torcido de 50 pisos, sem qualquer tipo de problemas ou falta de performance por parte do software ou do computador ou até mesmo do sistema operativo - desde estudo prévio a projecto de execução e coordenação sempre com o mesmo ficheiro e com todo o processo junto. Claro que mais recursos seriam desejáveis para projectos de grande envergadura, mas já tive moradias de 2 pisos mais complexas que projectos de muitos pisos, usos e sistemas construtivos - basta ter uma cobertura tradicional completamente modelada a 3d (telha a telha) para que o ficheiro fique demasiado pesado para ser versátil trabalhar com ele, mas não deixa de se conseguir. -
De facto os dados do google não reflectem nada. Principalmente porque todas as empresas de software têm páginas dedicadas aos produtos e os utilizadores sabem onde procurar, e somente uma minoria vai prós motores de busca, e essa minoria são os desinformados e que não sabem mesmo o que procurar. Muitos também pensam que a Autodesk tem monopólio e na verdade a empresa que maiores fluxos financeiros tem é a Nemetchek - isto neste ramo é claro. Portanto aqui concordo com o Folcky. Se querem saber a real importância das empresas e dos seus produtos verifiquem os dados financeiros da mesma. Muitos também achavam que a Apple estava a ser assolada pela crise e depois de lançarem os dados económicos do último trimestre verifica-se que teve um crescimento record e inigualável em todos os anos de existência da Apple. Se calhar se formos ao google encontramos mais procuras por windows e por vista e windows 7 do que por leopard ou apple, portanto as coisas não estão de forma alguma relacionadas...
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Que existem protocolos entre a microsoft e autodesk não há duvidas. Mas depois da aquisição da Alias e dos produtos que eram multi-plataforma a autodesk teve de ajustar esses acordos com a microsoft. E com o crescimento que o mundo da maçã está a ter a autodesk não quer perder mercado, principalmente depois do fiasco do vista e das incertezas do windows 7. Por isso não deve demorar até que a autodesk comece a ter produtos multi-plataforma...
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Não não há e como tal não pode ter, a menos que seja emulado através do VMWare Fusion ou pelo Parallels, ou seja por emulação do windows no MAC. A Autodesk tem poucos produtos para MAC. Tanto quanto sei só o MAYA e outros produtos adquiridos à ALIAS continuam a ter versões multi-plataforma.
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A concorrência nunca é demais e enquanto agora o Archicad e o Vectorworks não tinham concorrência no mundo MAC, pode ser que em breve as soluções comecem a ser mais e as empresas comecem a desenvolver mais os seus produtos... No final todos saem a ganhar principalmente os consumidores que têm mais por onde escolher e mesmo que já tenham escolhido passam a dispor de um maior ritmo na evolução dos produtos que utiliza...
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já está mais próximo do que se imagina. A autodesk está a fazer estes estudos para avaliar a receptividade e a necessidade de versões para mac. E não se irá ficar pelo autocad... Certamente o revit se lhe seguirá. Mas por agora já é um principio...
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E desde quando é que a nossa Ordem defende os interesses dos arquitectos? Não se pronuncia em praticamente nenhuma das novas regulamentações agora já vigentes (como o RCCTE e o RSCI), portanto seria de admirar que se pronunciassem sobre esta considerada de ainda de menor importância. O problema é que as Ordens não percebem ou também não querem perceber as implicações destas questões...
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Ao que parece, parece que sim...
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Basta ir ao site da Autodesk ou ao youtube para verem o que melhorou nesta nova versão....
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Hehehe... Gostei das analogias Miguel. Continuas com a razão do teu lado... E eu não podia estar mais de acordo.
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Aqui concordo integralmente com o Miguel e é esta a razão da minha apreensão. Não que me preocupe, pois o meu software de trabalho suporta o dwf com as exigências camarárias, mas não deixa de ser injusto para todos os outros que por uma razão ou por outra, trabalham noutros softwares e noutros sistemas operativos. A lei não só deveria ser imparcial como deveria não mencionar marcas e/ou empresas e/ou produtos especificos que são contrários à liberdade de escolha. Não sou entendido na matéria, mas não sera isso inconstitucional. Como já aqui foi referido o mesmo se tem aplicado às marcas "exigidas" para os painéis solares obrigatórios nas novas construções... Chama-se a isso regulamentação inutil que visa claramente o proveito de algumas empresas, serviços ou produtos.
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Isto mais parece conversa de surdos. No decreto diz: "Os pedidos de emissão dos alvarás de licença das opera- ções urbanísticas e todos os elementos que devem instruir aqueles pedidos nos termos da presente portaria devem ser apresentados, caso se utilize a tramitação informática, em formato PDF, ou, em alternativa, em formato.dwf, caso contenha peças desenhadas." Ora. Quem ler isto assim, e em bom português, percebe que a alternativa é "caso contenha peças desenhadas". Logo poder-se-á entender que o formato PDF só é válido para peças não desenhadas, ou peças escritas. Certo? Errado. Ambas as aproximações são válidas. É por isso que eu afirmo que a nossa lei deixa sempre buracos livres de interpretação. Ou seja, eu tanto posso entender que é possivel entregar nos dois formatos, como posso entender que o formato pdf é utilizado em peças escritas e o dwf em peças desenhadas. Estou certo ou estou errado?...
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O que propunha é que as peças desenhadas pudessem ser entregues também em PDF. É nesse aspecto que a lei não é clara...
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O problema, ou não, é como a alternativa aparece: "em alternativa, em formato.dwf, caso contenha peças desenhadas." . Ou seja, no caso de existirem peças desenhadas a alternativa deixa de ser alternativa e passa a ser uma obrigação, ou não. São as belas leis do nosso pequeno país que quer ser um grande legislador. Existem leis para tudo e mais alguma coisa, mas depois estão cheias de buracos e são susceptiveis de 1001 interpretações. Enfim. Vá-se lá perceber isto...
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Sim, mas é esta a portaria - Portaria n.º 216-E/2008 - está mais à frente do mesmo documento...
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Diz qual o formato sim... Diz: "8.º Tramitação informática Os pedidos de emissão dos alvarás de licença das opera- ções urbanísticas e todos os elementos que devem instruir aqueles pedidos nos termos da presente portaria devem ser apresentados, caso se utilize a tramitação informática, em formato PDF, ou, em alternativa, em formato.dwf, caso contenha peças desenhadas. Fevereiro de 2008." Portanto o DWF está explicito no caso de se tratarem de peças desenhadas. O pdf será para as peças escritas...
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Aqui está o decreto lei...
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Certo... Mas isso é válido para todos os softwares do planeta. Modelar tudo até ao parafuso não só dá muito trabalho, como é estupidamente desnecessário. Tudo o que é em demasia enjoa. Embora seja esse o erro de muitos dos que se iniciam no mundo BIM, seja ele qual for...
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Atenção que tanto o pdf como o dwf são formatos que podem ser vectoriais, sendo possivel reconhecer as geometrias dentro destes, mesmo tratando-se de uma "imagem". QUer o formato dwf quer o formato pdf permitem o reconhecimento de end points, intersections etc, mas são formatos não editáveis por natureza. Mas também é esse o objectivo. Agora o que interessa para esta discussão é o porquê da escolha do dwf sobre o pdf, uma vez que são similares e o segundo é "mais universal" que o primeiro...
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Esta informação aqui é verdadeira e está a ser implementada aos poucos, sendo que este é o principio do fim das 1001 cópias em papel para se entregarem nas camaras municipais. Não sei precisar quais são as camaras que já estão com esta legislação em vigor, mas a de Lisboa é uma delas. Para já esta é uma legislação municipal, mas com o tempo passará a ser legislação nacional. É natural que esta regulamentação venha a ser mudada, já que tem inumeras exigências que não são compatíveis com todos os softwares, como por exemplo a exigência de qualidade/definição do ficheiro e a informação/organização das layers que tem de estar presente nestes ficheiros. Para que a informação dos layers esteja presente num ficheiro dwf, é necessário ser produzido pelo autocad - já que o próprio revit, mesmo sendo autodesk, não consegue exportar com essa informação. Portanto, numa altura em que o BIM está na ordem do dia, e os ateliers estão a migrar massivamente para soluções BIM (Revit, Archicad, Allplan, etc) esta legislação terá de ter em consideração estas variantes de software, coisa que neste momento não tem. Lá está a imparcialidade ou não dos organismos do estado português....
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Embora use produtos autodesk, também nunca percebi tal obsessão, mas poderá ser porque a tradição Autocad arrasta tudo o que é autodesk e depois dá nisto. É claro que o pdf também é vectorial. É claro que o pdf é "mais" universal. Mas são coisas como o fbx, que foi criado pela autodesk para simplificar o processo de transferência de ficheiros 3d entre várias plataformas, mas os formatos fbx dos seus produtos só são lidos pelos seus produtos... Estranho...
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Melhor software de desenho de arquitectura
ruivenda replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
OK. Reconheço a incoerencia. Mas deixe-me dizer que TEM é diferente de DEVE. O português é tramado. Mas também não tenho problemas com isso. Se acha que sou incoerente fique com a sua coerência perfeita. Lá que um prof deva ser imparcial, isso não significa que o mesmo tenha que ser imparcial. O que deveria ser isso sim é informado o mais possivel - mas também não tem de o ser, já que deram um exemplo do IST em que parece que era autocad+lisp e o próprio Miguel também é prof e só vê Archicad e ArtLantis à frente. Fica aqui mais uma opinião incoerente... Eu embora goste mais das funcionalidades do revit, reconheço virtudes no archicad, e no vectorworks - os outros não conheço suficientemente bem para comentar. Isso não quer dizer que sou imparcial - tento é estar informado o melhor possivel. Não sou expert em todos os softwares que mencionei, mas sei os básicos de todos para perceber o seu funcionamento e filosofia - workflow. Na minha experiência acho que todos têm pontos fortes e fracos e não devo ser eu a decidir pelos outros sobre quais os pontos que valem mais em cada software. Se para um utilizador a mais valia de um software for o "free form" eu nunca poderei referênciar o Archciad, pois é o mais fraco dos 3 neste aspecto. Se para outro utilizador a mais valia for a extensa biblioteca - para ter menos trabalho - eu nunca poderia referênciar o Revit pois defendo que no Revit devemos ser nós a produzir os elementos à nossa maneira. Sim são detalhes para nós, mas não para os utilizadores que dão importância a estes ou outros aspectos do workflow implicito de um software. Ser imparcial é dificil, mas tentar sê-lo não o é... -
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ruivenda replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
Eu não disse que um professor tem de ser imparcial. Ele pode ser parcial e pode ser apaixonado pela matéria que lecciona. O que eu critico é um professor apaixonado que não mostra as outras opções. Imagine-se um professor de matemática apaixonado por equações que passa o ano a leccionar equações quando tem um programa muito mais vasto para leccionar. Nestas matérias o resultado é o mesmo. O Miguel pode ser um expert e um apaixonado pelo Archicad, mas isso não significa que só irá dar aulas de Archicad. Ainda que seja parcial para o Archicad isso na~so significa que não esteja bem informado quanto à concorrência e que não saiba os mínimos indispensáveis para referir os outros. Como muito tem sido falado a este respeito não há softwares perfeitos. Existem sim softwares que são mais fortes numas áreas e outros noutras. Porque não deixar ao critério dos alunos a escolha de quais os pontos fortes que têm mais significado para eles? Porque se chama de CAD ou DAC ou outro nome qualquer genérico uma cadeira onde só se aprende Archicad ou só AutoCAD ou só outro qualquer? Em suma, para mim um bom professor é, claro, o que sabe o que está a leccionar, mas também o que não tem umas palas nos olhos e só vê o que lhe está à frente, mas sim o que está bem informado, que tem um leque mais ou menos diversificado de informação e de opção.... -
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ruivenda replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
E o que tem essa proposta demais. um prof de CAD/BIM deve ser uma pessoa bem informada e sem uma tendência assumida. Não tem de ser expert de todos os programas, mas deve saber um mínimo esencial de todos eles. Aliás não é preciso ser muito inteligente para passar os básicos aos alunos de todos os softwares mencionados. Nas cadeiras de CAD também não nos ensinavam o AutoCAD e o 3ds MAX à exaustão. Acho que o papel da faculdade é formar e não fazer a papinha toda aos alunos. Na minha opinião a faculdade serve para informar os alunos com a informação minima necessária para que os mesmos autonomamente desenvolvam as suas próprias capacidades/habilidades. O papel das universidades não é criar um "rebanho de siza's ou outro similar" (no caso da arquitectura claro) - o papel das universidades é criar arquitectos que depois sigam os seus métodos, as suas ideologias, as suas vontades, o seu estilo... Porque é que o mesmo não é válido para as cadeiras técnicas mais precisamente para as cadeiras de CAD/BIM/SIG/etc....???? Sou tão contra os prof's que são obcecados pelo AutoCAD como os prof's que o são pelo ArchiCAD... Um prof, na minha opinião, deverá ser o mais imparcial e o mais informado possivel, para dar soluções aos seus alunos e não só uma solução. Se assim fosse era "fácil" ser prof... Aliás esta é a grande diferença entre um bom e um mau professor - na minha opinião claro... -
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ruivenda replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
Bons argumentos os apresentados. Contudo tenho de corrigir uma coisa: O Revit não vem atrelado ao Autocad, ou seja, se comprares o Autocad o Revit não te é oferecido. O que acontece é: se comprares o revit o Autocad é-te oferecido para o periodo de transição - argumentos Autodesk. Agora os teus argumentos... É claro que o software que irá vingar, principalmente em portugal, no futuro, será aquele que os alunos BIM que saem da faculdade usam com mais frequência. Pelo menos fará sentido ser assim, já que foi o que aconteceu no passado. No entanto isso não significa que o software A é melhor que o software R nem vice versa. O que todos temos de perceber é que (e é o que interessa para esta discussão - tread) o futuro é o BIM e não o CAD. E para isso o importante não é qual o BIM que vamos escolher, mas sim escolher o BIM como ferramenta de trabalho. A escolha da ferramenta vem depois, porque na prática o fim de todas as ferramentas é o mesmo - produzir elementos técnicos de arquitectura -, os meios para obter esses mesmos elementos é que difere de ferramenta para ferramenta. Por isso antes da escolha nada melhor que um test drive pelas várias soluções do mercado, para que se possa fazer uma escolha consciente e fundamentada - para não sermos apelidados por uma carneirada de pessoas mal informadas que vão atrás das decisões dos outros, como alguém já o fez....
