Legrias
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Tambem nunca utilizei esse programa, mas na generalidade dos casos tens que dividir essa parede em duas partes, ou seja desenhar duas paredes, para que possas dar cor ou editar cada um dos elementos separadamente.
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Sinceramente, não estou a ver quem terá tido uma intervenção no sentido de direccionar a questão para uma atitude elitista e alternativa. Apenas se colocaram questões e lançaram outros campos de acção, no sentido de tentar definir o que o utilizador caracteriza como "rustico". O arquitecto deve ter a sensibilidade de saber transmitir os seus conhecimentos para materializar as suas aspirações indo ao encontro das pretensões do cliente. E nunca uma atitude “elitista ou selectiva”, quando muito tentar perceber se o cliente estará receptivo a outra alternativa, e aí sim, pouco a pouco transmitir novos valores.
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No seguimento da proposta de trabalho prático da disciplina de História da Arquitectura Moderna II, foi fornecida uma lista de arquitectos portugueses na qual deveríamos escolher um arquitecto para elaborar um trabalho sobre a vida e obra desse mesmo arquitecto, e uma vez que afecta à área de intervenção do trabalho de disciplina de arquitectura V, existe uma obra de habitação social no âmbito do programa S.A.A.L.*, projectado este pelo arquitecto Rolando Tordo, achamos pertinente vir a conciliar estes dois factores e elaborar um trabalho sobre o Arquitecto Rolando Tordo. No seguimento de uma pesquisa realizada sobre a obra do autor, verificamos que não existem elementos publicados, assim a solução passava por ir ao encontro do arquitecto para poder vir a conhecer a sua visão pessoal sobre a sua própria obra. O primeiro tema que confrontamos o arquitecto foi precisamente sobre o bairro do programa S.A.A.L, na tentativa de poder vir a obter elementos sobre a obra, o que não passou apenas uma tentativa, uma vez que o arquitecto já não possui em sua posse elementos sobre a obra e em que a própria memória do arquitecto não cooperou, de uma forma simpática e até um pouco irónica, referiu-se à obra como um falhanço em termos programáticos, isto porque no plano inicial, previa uma expansão do programa e que até aos dias de hoje por ali ficou. A sua visão pessoal sobre a obra relata, que a principal preocupação dos arquitectos era que construir as habitações pelo menor valor possível, o arquitecto que conseguisse construir com menores custos era aquele que “ganhava”, “tinha que ser esteticamente aceitável, e se funcionar, melhor” citando Óscar Niemeyer. Do seu ponto de vista, diz que o bairro foi construído para responder a um problema local na década de 70, e que actualmente considera que o mesmo se encontra descontextualizado, pelo facto de a cidade se ter desenvolvido de tal forma que pressente que mais ano, menos ano, o bairro irá desaparecer. Um factor relevante deste desenvolvimento é a própria estrutura viária, ter atingido uma escala à imagem do desenvolvimento da cidade, confrontando com a via existente na época em que o bairro foi projectado, que correspondia a uma via local com dimensões de longe inferiores à própria via actual Avª Sidónio Pais. Depois de abordado o bairro S.A.A.L, prosseguimos num diálogo formal passando por uma síntese genérica das suas obras mais recentes as quais era ainda possível ter elementos, e em relação à sua visão pessoal sobre o panorama da arquitectura actual. * O programa S.A.A.L. (Serviços Ambulatório de Apoio Local), pretendia fomentar a reabilitação dos bairros degradados existentes, exigindo que a construção dos novos bairros fosse feita nos locais ocupados por esses bairros, evitando-se assim, a deslocação forçada das populações para áreas afastadas dos seus locais de vivência, como tinha acontecido com os anteriores programas de habitação social, e por outro lado pretendia também criar condições para uma participação activa dos moradores no processo de reconstrução/construção dos bairros, organizados em associações ou cooperativas. “……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………” O que é que o levou a ir para a arquitectura? Foi o meu pai que me influenciou, o meu pai tinha uma relação profissional com o instituto dos monumentos nacionais, sabendo que era o ultimo ano que podia entrar na faculdade das belas artes do porto teve que mover influências no sentido de poder vir a ser aceite na faculdade, contudo interessava-me tudo menos arquitectura, o que levou a que nesse primeiro ano chumbasse, “apanhei-me no porto” e passava os dias no cinema e a jogar bilhar, chegando ao ponto de coleccionar bilhetes de cinema. Após esse ano recebe um “ultimato” do pai, voltas para o Porto mas se continuas a levar esta vida voltas para cá (Amarante) e vais trabalhar, mas eu não resolvi a minha vida por esta ameaça, mudei de quarto, e comecei a ter um rumo natural pelas vivências que comecei a ter nesse ano, comecei a frequentar outros ambientes e liguei-me a outro grupo, comecei a ter contacto mais directo com a linguagem da arquitectura, com revistas que na altura eram escassas, e comecei-me a aperceber que existia mais alguma coisa para alem do bilhar e do cinema. Comecei a trabalhar a desenhar vermelhos e amarelos em telas, com o arquitecto e professor na ESBAP, João Anderssen, era um patrão extraordinário, morreu por excesso de trabalho, e pelo álcool e cigarro, aprendi imenso com ele. Depois fui trabalhar em sociedade com o Gigante, orgulhando-se de ter tido sempre óptimas relações com que colaborou. Passei também pela câmara de Felgueiras em contrato de avença durante 2 anos, onde trabalhei com o João Godinho que era urbanista da câmara, e estava a acompanhar a obra do mercado municipal, palácio da justiça e a câmara, ao trabalhar nesta época na câmara implicava estar a acompanhar estas obras que faziam parte do programa do estado novo. Depois sai da câmara não aguentando a sobrecarga horária e continuei com o Gigante na participação em alguns concursos. Com que tipo de arquitectura ou autores se identifica? Identifico-me muito com a obra dos arquitectos Gonçalo Byrne, Siza Vieira e Souto Mouta, Fernando Távora um pouco apesar de se notar na obra de Fernando Távora um percurso muito sinuoso, acusando um pouco as influências do que está em moda, o que se usa agora, conforme as tendências da época, e na obra de Soutinho nota-se muito mais, ao contrário de Souto Moura e Siza Vieira, não sai nenhum trabalho destes arquitectos que não tenha a marca dominante deles. Casa de Vila Viçosa é um bom exemplo, com o que me identifico. Quais os fundamentos ou conceitos que aplica na sua arquitectura? Depende do tipo de liberdade que o cliente ou o promotor me der, se for por exemplo para um concurso público, se não tenho um programa específico para um determinado cliente, se tiver a projectar um projecto com um programa hospitalar ou centro de saúde o método projectual tem exprimir ou traduzir o modelo de ocupação que o programa exige o que não posso aplicar por exemplo se tiver a projectar uma repartição de finanças, são métodos de trabalho diferentes, acho que o método construtivos deve transmitir aquilo para que se destina o espaço. Se tiver a projectar para um cliente privado e me pedir uma casa com telhado não tenho redundância nenhuma para com os telhados, agora se me pede uma casa com cornijas, já sei que me vai pedir uma casa com colunas, com capiteis, com arcos, por ai fora, ai já se começa a por em causa o gosto pessoal em detrimento de outros valores que eu defendo, muitas das minhas obras são muito despidas o que normalmente desagrada à maioria das pessoas. Vou-vos falar dum exemplo especifico, à tempos veio uma cliente falar comigo com várias revistas debaixo do braço em que me mostrava casa de banho com colunas em mármore, espelhos todos “rócócós”, que mais pareciam já uma casa, telheiros esquisitos, eu sei lá, e eu olhei para aquilo, e disse cá para mim, eu não sei fazer disto…. E ao perceber que a cliente tinha uma certa cultura e interesse por outros valores, e poucos a pouco foi cedendo e desprezou todo ou quase todo o gosto que trazia acumulado. Dá mais valor à forma de um edifico ou à função? Do meu ponto de vista tem que funcionar, ao contrário do que diz Niemeyer. Uma casa Habitacional funciona sempre, até porque o tipo de apropriação do espaço de cada pessoa é diferente, o que pode ser um pouco relativa esta minha afirmação. Por exemplo a casa do Corbusier a Vila Savoyer, não tem salvação, só como monumento nacional, porque as pessoas não conseguiam viver dentro dela e eu adoro esse projecto. Mas um edifício público tem obrigatoriamente que ser funcional. Quais os principais problemas que considera na arquitectura Portuguesa? O primeiro é que grande parte dela é feita por desenhadores e engenheiros, os arquitectos não tem o exclusivo da arquitectura, sem trabalho não podemos dar o nosso contributo para essa qualidade que nos compete. Depois a cultura do povo português, o país tem atraso cultural. Eu gosto imenso do escritor José Saramago, ele tem um livro de 2 volumes publicado com exemplos sobre arquitectura em Portugal, o qual não me recordo o nome, e tem de facto referências em que ele considera qualidade arquitectónica, inclusive com fotografias, eu vejo aquilo e fico surpreendido, ele tem o gosto estragado ou contaminado, e não devia manifesta-lo, eu de coisas que não sei não falo, e mesmo de assuntos relacionados com arquitectura que suponho que sei, ás vezes me calo, gosto não gosto, mas não omito opinião. O que acha do projecto da casa da música? Eu acho um edifício de grande qualidade, apesar de nunca lá ter entrado, apesar de achar que o meio onde estar inserido um bocado desintegrado. É um edifício demasiado evidente, demasiado brilhante, numa evolvente muito parda sem … não existe um meio urbano, sem referências e a casa da música caiu ali como um pedregulho. A rotunda da Boavista é um desastre. A pergunta que se deve por é para quê uma casa da música para uma cidade que não é melómana? O porto não tem actividade cultural para o edifício. Isoladamente é um bom projecto, em termos de integração com a cidade e de oportunidade foi mal aplicado. Agora é esperar que a cidade acompanhe uma evolução no sentido de vir a dar resposta ao programa do edifício. “……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………”
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a intenção nao era propriamente esclarecer-te a ti, mas sim o deinhac. Separar os campos de acção, deduzo que o deinhac se refira a um tipo de construção tradicional com coberturas inclinadas, colunas e cantarias em granito e uns "rócócós" a servir de decoração... A pergunta é simples, como caracteriza uma moradia mais para o rustico?
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gostei da observação do asimplemind... mas aqui parece-me existir dois tipos de interpretação sobre a designação "rustico"... o deinhac refere-se seguramente a um tipo de arquitectura mais tradicinal, tipicamente rural...
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Os moveis são em Folheado RW58 / velatura carvalho natural "salvo o erro", com puxador embutido perfil "JU", os tampos em Silstone branco norte. O fabricante é a MOB, representada no norte pela Decozim. Por curiosidade as cozinhas do projecto da "quinta da avenida" do arqº Souto Moura, tambem é fornecido pela mob em colaboração com a Decozim. http://www.mob.pt/ProjectosSM.html
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Eu pessoalmente sou mais um dos que partilha da ideia que os render's é mais um mero "pormenor" de apresentação do produto final ao cliente, é certo que uma boa imagem vende, mas considero ser uma das menores prioridades que um arquitecto deve ter, exitem outras preocupações bem mais importantes em que nos devemos empenhar. Eu utilizo o 3d apenas como mais um elemento de trabalho, no fundo quase como um maquete virtual para ajudar o cliente a perceber determinados aspectos que em 2d não terá uma leitura directa. Utilizo o Sketchup, Artlantis, Planit Fusion (para interiores) entre outros.. Alguem me esclarece qual a diferença entre o 3d studo max para o viz? e qual a função do V-Ray?
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Parece o Simcity... está muito bom mesmo, exelente....
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eu utilizei cola UHU, para o tipo de pedaços colei serviu perfeitamente, no meu caso, fiz o volume em k-line e colei apenas umas laminas fininhas cortadas a x-acto em glicerina. Para este caso a cola UHU serve perfeitamente, agora depende do tipo de colagem e dimensões de sabonete que se pretende colar.... eu costumo dizer que cada caso é uma caso, ou cada material e tecnica exige uma determinada cola. Cumprimentos,
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...de veredar aos céus!
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Precisamente, daí a minha pergunta um tanto ironica, de fazer que não teria percebido, e ter pedido ao arklab para ser mais esclarecedor! Mas a resposta foi ainda mais vazia e oca, do que a ideia lancada. A ideia ou sugestão de transladar uma obra destas é no minimo ridiculo. Só pelos valores que estariam em causa, daria possivelmente para construir dois ou tres edificios do genero em outro local. Essa questão só se põe em causa quando o valor patrimonial de um determinado edificio o justificar!
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Transladasse? Podes ser mais esclarecedor?
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Na próxima Quarta-Feira (30 de Janeiro) no Café Ceuta no Porto às 18:30H O Movimento Cívico e Estudantil promove a 1ª reflexão/ tertúlia, sobre o tema: 'O que melhor serve os interesses Humanos, Patrimoniais, Artísticos e Culturais da cidade do Porto.' Para quem não tem acompanhado a questão do Bolhão: Em Outubro de 1998, o projecto do arquitecto Joaquim Massena ganhou um concurso público promovido pela Câmara Municipal do Porto para a reabilitação do Bolhão. O seu Projecto de Execução para a Reabilitação do Mercado do Bolhão, um imóvel de interesse público e património arquitectónico da cidade, foi distinguido pela sua qualidade, mas depois votado ao esquecimento. Dez anos depois, Rui Rio ignorou os estudos feitos e pagos com dinheiros públicos e abriu outro concurso, desta vez, ganho pela empresa holandesa TramCorNe-Promoções e Projectos Imobiliários. No dia 18 de Dezembro o Executivo Camarário aprovou, com os votos favoráveis da maioria PSD/CDS-PP e contra os votos do PS e da CDU, o contrato de concepção, construção e exploração, por 50 anos, da renovação do Mercado do Bolhão. Não foram permitidos representantes de outros outros partidos na Comissão de Acompanhamento, não foi divulgada a totalidade do contrato e, mais importante, a equipa vencedora é a que tem os piores projectos - mas a que melhor os negoceia. O novo projecto implica - a demolição da maior parte do interior do Bolhão, ficando apenas 3% destinado ao mercado; - construção de um supermercado ocupando mais de quatro vezes a área destinada ao mercado; - a descaracterização de um património nacional com vista à instalação de um Shopping Center. - a exploração deste por capitais estrangeiros - holandeses - por 50 anos. O arquitecto português Joaquim Massena, autor do projecto, já enviou uma carta ao Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico, ao Presidente da Ordem dos Arquitectos Portugueses e à UNESCO com vista a impedir a realização deste autêntico crime e a execução do projecto aprovado legitimamente em 1998. O texto está muito bom e convém lê-lo. Mais detalhes sobre o projecto de demolição e construção, podem ver aqui. Para verem a carta do Arquitecto Português a quem estava destinada o projecto de recuperação, podem ver aqui. Blogue que mais acompanha a questão: http://manifestobolhao.blogspot.com
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Gostei desta sugestão...Tricky christianSands, muito bom... até a menina do baixo está ao nivel....
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David Guilmour [ame="http://br.youtube.com/watch?v=q2p2QY-635E"]YouTube - David Gilmour - Shine on you Crazy Diamond Live ( acoustic )[/ame] [ame="http://www.youtube.com/watch?v=qKoAYxmDLFs&eurl"]YouTube - David Gilmour - Marooned[/ame] Comfortably Numb [ame="http://br.youtube.com/watch?v=0wtiNzci1Wc&feature=related"]YouTube - Pink Floyd - Comfortably Numb - Live 8[/ame] na minha modesta opinião, esta musica tem um dos maiores solos de guitarra do todos os tempos. já o outro dizia "gosto de ouvir a guitarra a gemer" ....
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[Ajuda] Urgente! "casa, uma máquina para habitar"
Legrias replied to Daniela Magicc's topic in Arquitectura
Se me permitem, eu nao acho que o país esteja saturado de arquitectos. Os arquitectos é que estão a começar a ficar saturdos do país!! se não existissem tantos desenhadores, tecnicos, engenheiros, operarios da construção civil.. enfim... um universo de Artistas a fazer arquitectura, provavelmente o cenário que o Sputnik retrata não seria este, que infelizmente corresponde á dura realidade. Mas isto leva-nos para um outro tema de discução, como já foi aqui falado no forum, como por exemplo a revogação do D.L. 73/73 É tão simples quanto isto, havendo mais trabalho, o pretexto saturação deixa de existir. -
Segundo me parece esse projecto faz parte de um grupo de de cinco projectos que fizeram parte de uma Exposição em Copenhagen. A Storefront for Art and Architecture inaugurou no passado dia 2 de Outubro a exposição The Copenhagen Experiments. O evento centra-se na apresentação de cinco projectos da firma BIG (Bjarke Ingels Group). São cinco visões contemporâneas sobre uma nova espécie de arquitectura urbana que explora diferentes tipologias de habitar. O trabalho de Bjarke Ingels é uma das mais refrescantes lufadas de ar fresco a varrer a prática da arquitectura nesta década. Os projectos que tem desenvolvido manifestam particularidades simultaneamente locais – específicas do enquadramento regional, das realidades de mercado, da expectativa urbana e imobiliária – e de interesse global, pela abrangência dos seus métodos de projecto, as suas elaborações complexas e universais. Os projectos em destaque: as muito publicadas VM Houses; o bloco habitacional MTN – Mountain Dwellings; o SCALA, biblioteca, centro de conferências e hotel; as LEGO Towers e o KLM – The Clover Block, apresentado recentemente aqui no blog. A exposição estará aberta até ao dia 24 de Novembro. Os felizardos que estiverem em Nova Iorque não devem perder a oportunidade de visitar a Storefront – fica o repto para que a comunidade blogger portuguesa em Nova Iorque envie algumas fotografias, se for possível! Os restantes podem antes deliciar-se com o vídeo da montagem da maquete das torres LEGO; foi construída com 250.000 peças de Lego verdadeiras, está “habitada” por 1.000 figurinhas Lego, demorou cinco semanas a construir e vai fazer parte da exposição. outro projecto apresentado, que do meu ponte de vista está fabuloso. [ame="http://br.youtube.com/watch?v=hxMYKtD20SI&feature=related"]YouTube - BIG SCALA Tower[/ame] http://www.big.dk/projects/sca/sca.html [ame="http://br.youtube.com/watch?v=CkNfC95wASo&eurl"]YouTube - BIG LEGO Towers[/ame]= Bjarke Ingels Group's proposal for a new Scala tower in Copenhagen, Denmark combines the private and public space in one smooth movement.
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Eu no meu 4ºano fiz uma experiencia do genero, o trabalho era um parque de estacionamento automatizado, e eu apresentei uma proposta em que revestia o edificio com vegetação natural tipo "trepadeira", com uma tela ou malha em aço inox. Utilizei sabonete verde de glicerina para representar a vegetação
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"mais nada, tenho dito!!!" :p
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dar uma positiva... é compactuar... com o plagio..... e se calhar incentivar ou alimentar a lei do menor esforço.... o simples "copy-paste"...
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Viana do Castelo. Provavelmente, uma das cidades mais belas de Portugal. :p
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já'gora...... fica aqui mais uma bela foto da cidade... uma panoramica nocturna... http://img144.imageshack.us/img144/4541/vianadocastelonocturnepnv0.jpg
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na actualidade gosto particularmente desta musica..... Telepopmusik - Breathe [ame=" "]YouTube - Telepopmusik - Breathe[/ame] um outro tema que adoro é staralfur dos sigur ros [ame="http://br.youtube.com/watch?v=x6rcPRt7sjA&feature=related"]YouTube - sigur ros - staralfur[/ame]
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uOas.... Jo. Bem Vinda ao Forum... ora aqui estrá mais uma "solitária" da noite.... por alguma coisa dizem que os arquitectos, só trabalham de noite... concordam com isto? Eu ainda assim acredito que grande parte, destes cucos da noites são maioritariamente estudantes.. como eu o sou... mas no caso trabalhador estudante, e assim me obriga... a entar pela noite dentro... :tired:
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"A arquitectura é a expressão da vontade de uma época" Mies Van der Rohe
