Legrias
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http://www.oasrn.org/pdf_upload/portaria_216A_2008.pdf Fica aqui mais informação adicional; 1. Formato dos ficheiros a apresentar Os projectos a remeter para consulta deverão ser apresentados em ficheiros Informáticos os seguintes formatos: 2. Formato DWF- para peças desenhadas do (s) projecto(s); Os projectos terão sempre que conter no mínimo um ficheiro DWF com as peças desenhadas um ficheiro PDF com as peças escritas e um ficheiro no formato vectorial para a planta de implantação. Só e aceite um ficheiro de cada formato dos indicados no ponto 1 por projecto. Num mesmo projecto, os ficheiros de diferentes formatos devem ter todos a mesma designação, alterando apenas a respectivas extensão em função do formato do ficheiro. 3. Características dos ficheiros contendo os projectos: A primeira página de qualquer ficheiro DWF ou PDF deve ser uma folha de índice identificando o das as páginas que compõem o ficheiro. Quando um ficheiro DWF ou PDF se referem um Projecto ou a um Processo devem conter todas as folhas relativas a esse Projecto ou Processo. Só pode ser aceite um único ficheiro de cada formato, que terá sempre que conter a totalidade do Projecto ou Processo, sendo identificado mais recente pela versão no nome do mesmo. A substituição de elementos por parte do Autor deverá consistir na entrega de um Conjunto de novos ficheiros com a totalidade do Projecto ou Processo, identificando no(s) índice(s) o das as peças alteradas. O nome do(s) ficheiro(s) deverá(ão) referir-se à designação do Projecto ou uma referência o Processo. Além disso deverá incluir sempre um número de Versão. A responsabilidade e a preparação do ficheiro é inteiramente de quem o cria e Possui os originais digitais, sejam textos ou desenhos. A Câmara nunca poderá fazer alteração a este ficheiro para que em qualquer momento se possa certificar a autenticidade do ficheiro. A informação contida nos ficheiros DWF ou PDF será validada por assinatura digital qualificada quando a tecnologia o permitir. Todas as folhas contidas no ficheiro DWF deverão ser criadas com o formato/dimensão igual ao de impressão. Por exemplo, um desenho que seria impresso em A1 deverá passar a DWF com o mesmo formato. A Unidade deverá ser sempre o Metro. Os desenhos deverão ser apresentados com a relação" uma unidade/ um metro". O mínimo exigível em termos de unidades medíveis num desenho em DWF é o milímetro. Deverá o autor configurara impressão para que a componente vectorial do ficheiro tenha DPIs suficiente para garantir esta precisão. Todas as folhas criadas a partir de aplicações CAD deverão permitir a identificação e controle da visibilidade dos layers. A última folha terá que conter a listagem de todos os nomes de layers e respectivas descrições. Os layers, independentemente dos nomes, terão que permitir separar os seguintes elementos do desenho: paredes, portas e janelas, tramas ou grisés, elementos decorativos ou mobiliário, arranjos exteriores, legenda e esquadria, cotas, texto relativo a áreas, texto relativo à identificação dos espaços, quadros e mapas, imagens. Qualquer uma destas categorias tem que estar contida num layer isolado. O ficheiro no formato vectorial com a planta de implantação, georeferencia do Sistema Hayford-Gauss, Datum 73, em seque delimita a(s) parcela(s)d a(s) pretensão(ões), deve ser sempre apresentado, conjuntamente com o projecto em formato DWF. Nota importante os ficheiros apenas poderão ser aceites se cumprirem com todas as especificações aqui apresentadas. Ficheiros que não cumpram deverão ser recusados e substituídos. Fonte: Camara Municipal de Viana do Castelo http://www.cm-viana-castelo.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=704&Itemid=615
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O tipo de isolamento acustico que me referia é precisamente igual a este exemplo; http://www.isocor.pt/pt/regranulado.pdf Em relação ás questões que me colocou, confesso que não estou á vontade nem tenho conhecimento suficiente para lhe responder a todas as questões, apenas tenho umas noções sobre isolamentos acusticos e termicos, quando uma situação especifica requer outra abordagem e respostas objectivas eu naturalmente contacto pessoas especializadas. Eu pessoalmente considero que o aglomerado de cortiça tem melhores caracteristicas do que muitos outros materiais novos que são comercializados actualmente, é um produto natural logo "amigo" do ambiente, 100% natural, é inalterável e eficiente, é reciclável, não inflamavel, e não absorve agua. Acredito que existem outros materiais artificiais com caracteristicas parecidas ás da cortiça, mas tem que assumir que é um material muito bom, como naturalmente haverá outros.
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Eu não disse que o aglomerado de cortiça é o melhor material de isolamento acustico ou disse? "A cortiça é um dos melhores materiais para resolver problemas acusticos" e não estou a defender esta ou aquela solução ou material, subentenda como quiser... acredito que existam materiais actualmente com melhores qualidades e comportamentos, não falo porque não conheço. Cumprimentos
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Sem os tacões até podemos, sem o resto é que é dificil. hehee:D
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show off são muitos dos comentários que se leem por aqui, de pessoas que poucos argumentos válidos escrevem para fundamentar as suas criticas. Comentários gratuitos que exprimidos nada dizem ou acrescentam ao tema principal do tópico, levantar questões e tentar perceber as condicionantes que levaram o arquitecto a apresentar esta proposta, que para o bem ou para o mal está construida. Subscrevo na integra o que o Dreamer acaba de dizer.
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A segunda questão já foi respondida pelo Rui Fernandes mas de qualquer forma, uma das forma mais simples de "melhorar" mas nunca resolver, será aplicar o pavimento sobre uma tela ou uma folha de aglomerado de cortiça, que faz com que o efeito sonoro seja absorvido praticamente da sua totalidade (excepto os tacões das senhoras ) A cortiça é um dos melhores materiais para resolver problemas acusticos.
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Estou perfeitamente de acordo com o Miguel K. Cada caso é um caso. Tem que definir muito bem as suas prioridades e só depois optar por aquele que melhor pode vir a servir as suas necessidades. Pelo que dá a entender, penso que para uma empresa de construção civil o tipo de programa mais aconselhado e que me parece bastante bom na sua relação qualidade/tempo é o Planit Fusion, um programa vocacionado para interiores. Consegue-se obter resultado bastante satisfatórios para apresentação a um cliente de uma proposta em hora e meia / duas horas, para alem de outras vantagens como orçamentação, por exemplo o representante em portugal trabalha directamente com os fornecedores, a cada produto novo que seja lançado para o mercado é feita uma actualização da base de dados. (Silstone/Granitos/Ceramicos/Madiras e derivados, todo o tipo de mateiriais de construção; que uma empresa venda ou represente) Obviamente que tudo isto se paga. Licenças por computador, manutenção e actualizações. Tambem trabalha com blocos, imagine que trabalha com "esta ou aquela" marca de ceramicos, seleciona o catalogo procura a referência e insere o objecto. É relativamente facil de aprender, uma semana de formação serve perfeiramente para começar a trabalhar no programa. Se quiser obter mais informações contacte o representante em Portugal PPS - Produtos Periféricos e Sistemas, Lda Te. 225074300 Mais informação http://www.planitsoftware.com/ http://www.planitmanufacturing.com/
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Pequenos Lofts Português/Espanhol/Italiano de Vários Editor: TASCHEN ISBN: 9783822827697 Ano de Edição/ Reimpressão: 2006 N.º de Páginas: 190 Idiomas: Espanhol, Português Sinopse Os diversos acontecimentos sociais e económicos ocorridos durante o século XX, originaram a aparição de novos modelos de vida que por sua vez, materializaram-se numa grande variedade de tipologia. Como herança da ocupação dos antigos espaços industriais, passou a existir uma tendência crescente para utilizar esses espaços e adaptá-los à habitação.
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O site tura.pt não está disponivel ... Porque não dás um saltinho a Viana, aproveitas para ver a intervenção do programa polis, frente ribeirinha, praça da liberdade uma das ultimas obras de Fernando Távora, a biblioteca do siza Vieira, outro saltinho ao Hotel Axis tão falado aqui no forum, e se quiseres deslocar uns 7km mais para norte tens as casas em Carreço de Nuno Grande | Pedro Gadanho, e uma outra de habitação unifamiliar de João Alvaro Rocha. Outra em casa em Afife de Nuno Brandão Costa, entre outros projectos. Embora estes 3 ultimos citados seja um pouco dificil de visitar e encontra-los estão localizados numa malha rural de dificil acesso. Se passar por Aveiro fazes um pequeno desvio até ilhavo para ver a ampliação e remodelação do Museu Marítimo de Ílhavo, da autoria do gabinete de arquitectura ARX, Lda., dos irmãos Nuno e José Mateus.
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Podiam era traduzir em tempo real :D
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Não sei se alguem já viu este video, mas achei-o de facto curioso e um pouco caricato chegar ao ponto exporem assim a familia e a vida privada de um mestre, de seu nome Siza Vieira. [ame="http://br.youtube.com/watch?v=tGmSV4xJOYY"]YouTube - Páscoa na casa de Alvaro Siza em Matosinhos - Portugal[/ame] Será Violação de Privacidade ?
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Beijing | Estadio Olimpico | Jacques Herzog e Pierre de Meuron
Legrias replied to ARA's topic in Arquitectura
A cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos fica na memória como um espectáculo grandioso, a prova daquilo que a China é capaz de fazer e de surpreender o Mundo. Mas aquilo que foi visto por mais de quatro milhões de pessoas não corresponde àquilo que possam ter pensado existir. http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/pequim2008/paginas/videos_info.php?article=358658 -
Em relação á questão da privacidade, os buraquinhos serão equivalentes aos de uma persiana, quem se aproximar naturalmente deve conseguir ver alguma coisa, mas sinceramente não vejo que a privacidade seja oferecida ou violada gratuitamente.. Não sei ao certo qual o verdadeiro programa que um edificio destes pode vir a albergar, mas de facto o efeito está muito bem conseguido... http://www.arch.stoyanie.ru/eng/project/5/pr.html
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Em relação a destacamentos tenho um duvida que de certa forma está relacionado, neste momento tenho um caso em que o terreno está em prédio rustico e a intenção é passa-lo para prédio urbano depois de ser feito o estudo prédio com o pedido de destacamento de uma parcela. As minhas duvivas são as seguintes; Neste caso só a parcela em que terá o projecto aprovado é passará para prédio urbano, deve-se fazer já o registo da segunda parcela como prédio urbano tambem ou é preferivel mante-lo rustico para não ter encargos acrescidos? Deve-se manter o terreno com o mesmo artigo e posteriormente pedir o destacamento da segunda parcela ou deve-se registar já em dois artigos independentes ?
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A ignorância é audaz, a sabedoria, reservada. (Tucídedes, 460--396 A.C)
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Não sei se já fez alguma pesquisa no google, por exemplo, mas de qualquer forma aqui tem alguma informação; Trata-se do sistema composto por um vão devidamente orientado, no qual se coloca interiormente uma parede maciça de espessura variável entre os 10 e os 30 cm. A superfície exterior da parede é geralmente pintada de cor escura, aumentando assim a captação da radiação solar incidente. Cria-se assim um sistema, no qual predomina o efeito de estufa, atingindo-se temperaturas muito elevadas (30-60ºC) no espaço entre o vidro e a parede de armazenamento. Esta “energia” incidente pode ser transferida de imediato para o interior do espaço a aquecer por intermédio da ventilação natural através dos orifícios existentes na parede. Se tal for a utilização pretendida, o espaço será aquecido por uma corrente de convecção natural entre o espaço interior e o espaço “estufa”. No entanto, desta forma, a maior parte da energia incidente é transferida e utilizada directamente, sendo que a energia acumulada na parede é reduzida. Outra estratégia possível com este tipo de sistema é o de poder ser utilizado na meia estação (primavera ou outono) para pré-aquecimento do ar exterior, necessitando para isso de um orifício entre o exterior e o espaço ”estufa”. No caso de não se pretender utilizar a estratégia de ventilação natural, a “energia” incidente irá sendo acumulada na parede durante o dia, e por condução será transferida para o interior do espaço a aquecer, demorando um tempo que depende da espessura da parede. Esta estratégia permite “armazenar” energia que estará disponível no período nocturno, estabilizando assim as temperaturas nesse espaço, a que se dá o nome de “Parede de Armazenamento”. Os sistemas de ganho indirecto (Paredes de Trombe e Paredes de Armazenamento) deverão incluir dispositivos móveis de sombreamento, por forma a desactivá-los no período de Verão e assim permitirem controlar as temperaturas interiores, evitando-se assim condições de sobreaquecimento. --- Um dos sistemas solares de captação passiva mais utilizado é a chamada "Parede de Trombe", desenvolvida em França por Félix Trombe. Esta parede, que é basicamente uma diminuta "estufa", é constituída por um vidro exterior orientado a Sul, uma caixa-de-ar e um muro de grande inércia térmica, (normalmente em betão, pedra, ou tijolo maciço). A função do conjunto é a captação e acumulação da energia captada pela irradiação solar. O seu funcionamento é o seguinte: A radiação solar de onda curta atravessa o vidro e aquece o muro, produzindo-se o chamado "efeito de estufa". Quando a radiação de onda larga emitida pelo muro não pode voltar a atravessar o vidro, aquece o ar que há na caixa-de-ar e assim o muro vai acumulando calor que, sem outra alternativa, liberta-o para o interior da habitação. Melhor dizendo: O efeito directo da parede de Trombe coincide com os momentos de incidência da radiação solar, que acaba no momento em que a radiação deixa de aquecer o ar da dita caixa-de-ar. É nesta fase que importa frisar a necessidade da inércia térmica do muro. Quando recebe radiação solar o muro vai acumulando energia que, ao fim de um certo tempo, acaba por atravessar o muro e aflorar no interior do edifício, aquecendo-o por convecção e transmissão, pelo que gera, devida à inércia térmica, um retardo na transmissão e uma amortização na oscilação das temperaturas. Para optimizar este duplo funcionamento da parede de Trombe, convém dimensionar o muro para que este segundo fenómeno se inicie precisamente ao findar o primeiro, isto é ao cair da noite: assim, dado que a energia começa a atravessar o muro no momento em que começa a receber radiação solar, o desfazer da onda térmica é calculado segundo o número de horas que demora o calor a atravessar o muro, que deve coincidir com o número de horas de exposição ao sol da parede. A parede de trombe não dispensa uma protecção solar pelo exterior, para que este sistema só produza calor quando é necessário. Uma pala de protecção sobre o vidro e correctamente dimensionada resolve esta questão: no Inverno produz-se uma grande captação de energia porque o sol incide muito horizontalmente (aprox. 26º). No Verão, o sol incide muito verticalmente (aprox. 73º), pelo que a pala impede a radiação solar de atingir o vidro, ficando a parede inactiva. Pode tambem ser colocado um estore, que permanece aberto no Inverno e fechado no Verão, sempre colocado pelo lado exterior do vidro. Fonte: http://www.ecocasa.org/projecto2.php?id=12
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entre muitas outras, mais um belo exemplo. Viva o Casal Garcia!! [ame="http://br.youtube.com/watch?v=G6nmOohAlxs"]YouTube - despe e siga- casal garcia[/ame] Só falta mesmo a do "apita ao comboio" e o Iran Costa com "é o bicho" ;)
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Nacionalidade Portuguesa, do qual me orgulho muito (história, tradições, cultura, costumes entre outros) apesar cada vez mais me envergonhar de muitas outras coisas como a classe politica e economica que temos e o que o país está a atravessar (resultado de má gestão e politicas distintas) ...esta recessão economica é travessia no deserto sem fim á vista. Naturalidade Alemã.
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Temos que pedir ao Peter que accione os seus contactos para ver se existe a possiblidade de realizar uma nova visita á obra, desve estar praticamente pronta, neste momento estão a fazer os arranjos exteriores... passado alguns meses e depois de tanta discussão apetece-me dizer ou lancar a questão que eu tantas vezes coloquei a mim proprio.. "este hotel com menos um piso fica bem melhor, acentava que nem uma luva, talvez mais proporcional e equilibrado na sua volumetria e na relação com a sua envolvente" um dua destes faço um bricadeira.. coloco aqui uma fotomontagem do edificio com menos um piso ;)
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Eu acho que não é possivel fazer conversão de jpeg para .pat, segundo sei a extensão pat é vectorial logo não será possivel convertar uma imagem para vectorial. Mas posso estar estar engano... O que podes fazer é trabalhar em viewports separadas ou em layout e subrepor a imagem da textura por de traz do alçado, dá um bocadinho de trabalho mas fica com uma apresentação razoavel.
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Eu trabalho com um IntelliMouse Optical da Microsoft é bastante bom, tambem tem botões laterais para navegar na net e é um dos que enche a mão o que nos dá muito conforto a nivel ergonómico. Tambem gosto dos logitech
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No topico realmente ninguem fala em Burmester. O Redleh refere-se seguramente ao profile do FilipeLima, na designação profissinal tem Nome da instituição/empresa onde trabalha Burmester arquitectos.
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Tens um livro muito bom que te pode servir de referencia para ver alguns tipos intervenção, fundamentalmente de espaços publicos. O Chão da Cidade, Guia de Avaliação do espaço Público BRANDÃO, Pedro; CARRELO, Miguel; ÁGUAS, Sofia - O Chão da Cidade, Guia de Avaliação do espaço Público. Lisboa: CPD, 2002.BRANDÃO, Pedro; CARRELO, Miguel; ÁGUAS, Sofia - O Chão da Cidade, Guia de Avaliação do espaço Público. Lisboa: CPD, 2002.
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Gostei, como já tive oportunidade de o transmitir este grupo tem outra exelente musica.. Telepopmusik - Breathe [ame=" "]YouTube - Telepopmusik - Breathe[/ame]
