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Legrias

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  1. :) ... á várias formas de converter os ficheiros dwg para jpeg... eu faço da seguinte forma.. a partir do cad exporto para pdf (Plot,PrimoPDF), depois abro o ficheiro pdf com o photoshop e gravo o mesmo para JPEG... ;)
  2. tá a falar bem o GinSoakedBoy...........:clap:
  3. Boas, existem 3 acessos á escola, um acesso admnistrativo um outro colectivo de acesso principal para os alunos e um terceiro para cargas e descargas que servem o bufete e a cantina. De referir que a distância entre os pontos de acesso nunca é superior a 30 metros, (penso que é que o regulamento contra incêncios determina).... Coloquei de novo uma outra planta de Cobertura (espaço público) onde assina-lo os 3 acessos. Acredito que apenas através dos desenhos não é facil absorver o projecto no seu todo, nada melhor do que uma maqueta.. mas...x( Quanto ao detalhes construtivos, foi-nos pedido que estudássemos um dos espaços da escola á escala 1/20, eu selecionei uma sala de aula. Não vou colocar todos os desenhos .. se não nunca mais daqui saio.. ficam a faltar alguns como o "mapa de vão dos vidros".. de referir apenas.. que utilizei 3 tipos de curvaturas diferentes, existentes no mercado com raios de 1,50m. 3.00m e de 6.00m,(Vidros duplos laminados pelo exterior 6mm e no interior 8mm), estes eram compostos por modulos de 1,50m de largura, por 3,20m de altura, exeptuandouma ou outra situação em que inclusive recorri ao vidro plano. Abraço Planta de Cobertura (espaço publico) acessos 10 - Detalhes Construtivos - Planta seclecionada - Sada de aula 11 - Detalhes Construtivos - Planta seclecionada - Projecção de tecto 12 - Detalhes Construtivos - Corte A 13 - Detalhes Construtivos - Corte B 14 - Detalhes Construtivos - Corte C 15 - Detalhes Construtivos 16 - Detalhes Construtivos
  4. Formato das imagens alterado. Concondo com o que o Tico disse, mas de qualquer modo não nos podemos esquecer que o projecto apresentado, não passa de um projecto meramente académico, em que na maior parte das vezes o aluno é avaliado pela ideia e pelo seu conceito. Tenho dúvidas que a grande maioria do projectos elaborados nas faculdades possam algum dia ser construidos, não existe essa preocupação com a legislação aplicada ao programa.
  5. Texto Justificativo da Proposta " É importante explicar um conceito de arquitectura, não restrito à sua defesa popular como arte de construir, mas como acto de projectar que pretende comunicar uma ideia de cultura e sociedade. Da praxis arquitectura remete directamente para a antecipação de um ideia que ambiciona articular-se nas palavras de Jaques Herzog, o projecto constitui-se como um mundo imaginário e nas de Zampi, o papel do arquitecto é criar novos modos de viver. " A proposta apresentada ambiciona articular-se com este pensamento ao criar espaços diferentes e novas vivências, criar espaços com uma identidade muito própria, fundamentalmente por ser tratar de uma escola de ensino integrado. Contrariar a monotonia da ortogonalidade, pretendendo que o aluno crie uma imagem do seu espaço de ensino, e se identifique com o mesmo. O tipo de espaço proposto provoca o confronto directo entre alunos dos vários ciclos. O espaço de ensino está distribuído por núcleos a partir de um pátio central comum a todos os níveis de ensino. Cada núcleo de ensino está organizado em função de um pátio exterior, estes tem um carácter mais reservado a cada ciclo de ensino correspondente com a possibilidade de poderem usufruir dos restantes para actividades colectivas, estes pátios exteriores são também organizadores de funções inerentes ao programa. No seguimento destes princípios geradores do desenvolvimento da proposta apresentada foram estabelecidos novos valores que definem espacialmente os diferentes caracteres de espaço que o programa estabelece, os espaços de circulação são percorridos em declives, estes declives ou inclinações de percurso foram definidos a partir de dois princípios fundamentais que dizem respeito à sua percentagem de inclinação nunca excedendo os 6% e para salvaguardar as alturas de pé-direito definidas pelo programa (no caso do polidesportivo), a partir desta regra primeira, estas inclinações procuram adaptar-se à morfologia do terreno para permitir a sua integração com o seu exterior. Assim é assegurada a diferenciação espacial dos espaços do programa. A uma cota inferior desenvolve-se o espaço de ensino, as salas de aula e restantes espaços desenvolvem-se a cotas diferentes estas são geradas pela cota que corresponderá à sua porta de entrada, à medida que se vai percorrendo o espaço no sentido ascendente vai-se ao encontro de espaços como o centro de recursos, mediateca, bufete, e por ultimo o refeitório, a esta cota mais elevada encontram-se os espaços sociais e de convívio que permitem o contacto visual para o polidesportivo que se desenvolve a uma cota inferior e que é acedido a partir de um semi-circulo criado pelo desfasamento de planos, este semi-circulo segue o mesmo raciocínio dos pátio exteriores, o seu desenho irá ser circunscrito no pavimento por diferenciação de pavimentos. Assim como os acessos à escola seguem esta leitura visual, acontecem em desfasamentos de planos e o pavimento do seu interior forma um semi-circulo que completa o desenho do desfasamento do plano no pavimento, como que anunciando um outro espaço para alem deste momento. Ao nível de cobertura da escola desenvolve-se o espaço público que é servido por três volumes de equipamentos e serviços de apoio. O espaço público está organizado por vários percursos pedonais orgânicos com dimensões reduzidas, conduzindo o utente a espaços de maior desafogo onde se localizam os equipamentos e serviços, sugerindo assim uma maior permaneciam no local. Estes percursos são uma vez mais orientados pela localização dos pátios que são delimitados por áreas ajardinadas, estes espaços verdes assumem uma barreira sensitiva de aproximação aos pátios. A estrutura viária proposta irá servir a escola e também a estação de metro de francos, os espaços de circulação pedonais paralelos a esta surgem com a intenção de virem a ter caracteres diferentes, existe assim um espaço directamente relacionado com a linha de metro e um outro com a escola, este que acompanha a estação de metro a partir de dois momentos de estrangulação da malha urbana do outro lado da via de metro, abre e proporciona assim um espaço de desafogo sendo servido pontualmente dos dois percursos pedonais nos pontos mais curtos entre a linha de metro e a via proposta. Nuno Correia | Nº 3830 | Arquitectura V | Docente Sérgio Antão | 5º E | Julho de 2006 Implantação Planta cota 76.10 Planta cota 78.30 Planta cota 79.50 Planta de cobertura (espaço público) Cortes 1.2.3. Cortes 4.5.6. Cortes 7.8.9.10 Cortes 11.12.13.14. http://img216.imageshack.us/img216/5341/2ve4.jpg
  6. o antes e o depois.... ----------------------------------------------------------------------------------------- ------------------------------------------------------------------------------------------ ------------------------------------------------------------------------------------------- ------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------------------------------------------------------------------------------
  7. se poderes especifica um pouco melhor o tipo de pormenorização que pretendes... isto de pormenorização cada caso é um caso, se bem podemos sempre adaptar uma solução existente p o nosso desenho ... isto está praticamente tudo "inventado", mas de qualquer forma deixo aqui um site que eu considero bastante completo e que nos dá uma noção de como as coisas funcionam... http://www.arcoweb.com.br/tecnologia.asp
  8. eu comprei recentemente um LG S1 express dual e até agora estou bastante satisfeito com a compra, o valor ronda o 1700euros, para muitos o melhor 15,4 do mercado actualmente.
  9. "não sei se é...". não tenho a certeza que é para a mesma, inclusive tem em anexo uma lista de contactos de empresas que tem projectos em apreciação nessa mesma Câmara, e não são poucas, em que o referido artista fez chegar uma correspondência nos mesmo moldes (retirando apenas, em resposta ao anuncio.. tal...) a oferecer os seus "humildes" serviços. Apenas não juntei toda a informação a que tive acesso, para salvaguardar os nomes em causa, e demais empresas. mas prontos posso estar eu enganado....
  10. Aqui fica uma correspondência a que tive acesso, onde está bem explicito o tipo de esquemas e trafico de influências que são praticadas nas camaras municipais. Prezado colega., Venho por este meio, em resposta ao anúncio dos classificados da edição de Segunda-feira 30 de Maio do Jornal de Notícias, apresentar minha candidatura ao posto de trabalho para desempenhar as funções de arquitecto no seio da vossa empresa. Não possuindo a experiência de gabinete pretendida, disponho, no entanto, de conhecimentos, experiência e posição profissional privilegiada em matéria de licenciamentos e autorizações administrativas. As minhas actuais funções [8h-12h] no Gabinete de Apreciação Liminar que faz parte integrante da Direcção Municipal de Urbanismo, permitem a aplicação de um vasto leque de normas técnicas e legais em vigor em processos de todo o tipo. Convicto das mais valias e benefícios que a minha colaboração possa ter no seio da vossa empresa e ansioso por consolidar minha actual experiência profissional através da vossa idoneidade, proponho minha prestação de serviços ao dispor da vossa empresa. Atentamente, [xxxx xxxx, arq.º]
  11. aqui fica uma modelação 3d da Villa Savoye, pode vir a servir a alguem principalmente estudantes...http://rapidsharing.com/download.php?id=DD3CE401
  12. eu á sensivelmente um ano atrás andei lá a ver umas habitações/apartamentos tipo T1 na rua das flores, tambem porque me ficava a dois passos da faculdade, mas um T1 ai com 60m2 se tanto, isto com cozinha e sala de estar tudo junto tipo kicthet ai uns 25 30m2 um quarto ai com 15m2 e um wc, e uma zona de arrumos, pediam-me 350 euros para alugar, e sem recibo, (isto para quem pretende usufruir do arrandamento jovem tá fora de questão/recibo).. .. e como de custume ... (o dono)... ahhh. e tal, mas se o problema é esse não se preocupe porque eu não passo recibo, mas isso depois arranja-se... :)
  13. pois a minha questão passa tambem um pouco por ai, por ser Siza (aliados) e Souto Moura (Trindade), é como que, quem ousar levantar a voz ou por em causa estratégia de intervenção do já referido "deus" da arquitectura, passa quase por ignorante, uma vez que não havendo lugar a discussão pública (ao contrário do que por exemplo aconteceu em Viana do Castelo p| programa polis), segundo penso terá existido apenas consulta pública o que não será bem a mema coisa, parte-se do principio que tudo é admitido ou tudo é válido por se tratar de nomes como Siza e Souto Moura. Do meu ponto de vista acho que a Avenida perdeu um pouco a sua identidade, isto fica mais evidente quando se tem a oportunidade de lá ter estado depois da inauguração e ficamos no minimo com uma impressão de desconforto pelos novos elementos lá introduzidos, um dos elementos quem mais me despertaram a atenção foram umas cadeiras que lá estão que mais parecem cadeiras de esplanada presas por um pequeno cabo de aço ao chão, eu pergunto quanto tempo irão durar estas cadeiras? dúvido que em dias como o de hoje (Sº joão), quantas lá irão ficar? Mas isto remetenos para outras questões como aqui já foram referidas, para a falta de civismo dos cidadãos. E outras questões que nos chamam á atenção e colocamos em causa, como por exemplo a pequena fonte, a iluminação (candeeiros), uma série de factores que no minimo são discutiveis, mas quem sou eu para os por em causa. Só o tempo provalvelmente nos dará a resposta.
  14. Depois de tanta polémica a obra da Avenida dos Aliados lá se concluiu, e como é de esperar uns tem uma opinião mais favoravel e outros nem tanto, criei este tópico um pouco para expressarmos o que nos vai na alma, uma pequena reflexão sobre o projecto. Pergunto eu, será que, por ter sido o "deus" da arquitectua a projectar, logo á partida temos que aceitar a intervenção realizada? O que os arquitectos defendem, - O projecto para a Avª dos Aliados surge da necessidade de reconstruir o lugar de três estações do metropolitano contíguas: Sº Bento, Aliados e Trindade. - No que se refere à Avª dos Aliados, a reconstrução do que existia é inviável, já que a largura da placa central e a espessura dos canteiros devem ser diminuidas; o que não permite recuperar a escala do jardim. - O projecto propõe a defenição de um espaço contínuo ( Praça da Liberdade - Avª dos Aliados ) no qual a reformulação dos elementos vegetais priveligia o adensamento arbóreo, libertando o solo pavimentado. Esta opção dá "lugar" a um grande espaço público, a exemplo do que acontece em inúmeras cidades, respondendo a um uso que na prática, mas em condições precárias, já se verifica; tornando-o próprio do quotidiano da cidade, mais do que referido a alguns momentos de expressão colectiva. - O projecto propõe o redesenho do mobiliário urbano, incluindo cobertos de paragens, bancos, recipientes de lixo. Na iluminação pública serão reutilizados os antigos e em parte existentes candeeiros, recuperados e optimizados em termos de qualidade e intensidade de luz. No remate da placa central da Avª dos Aliados, confrontando com a plataforma em calcário e basalto em que assenta a estátua de Garrett (desenho do Arquitecto Fernando Távora) será construída uma fonte rodeada de bancos, cadeiras e seis alinhamentos de árvores. - Os princípios adoptados para o eixo norte-sul estender-se-ão à Praça da Trindade (a norte) e à Praça Almeida Garrett e Avenida da Ponte (a sul), caracterizando um extenso percurso unitário, envolvido pela mais variada arquitectura. Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura http://img87.imageshack.us/img87/3524/11wm12nm.jpg Segundo um artigo públicado as alterações efectuadas na Avenida dos Aliados, no Porto, delineadas no projecto de requalificação traçado pelos arquitectos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura, não são bem vindas. De todas as modificações, a substituição do pavimento da avenida (substituição da calçada à portuguesa por cubos de granito em forma de cauda de pavão) é, de longe, a mais controversa. A modificação é já bem visível junto às bocas de entrada e saída da estação de metro dos Aliados, onde os cubos de granito contrastam com o calcário e basalto da calçada portuguesa. Os portuenses apontam o "cinzentismo" como principal desvantagem do projecto de requalificação e referem que o local vai ficar "descaracterizado". A opinião de que a população deveria ter sido consultada é praticamente unânime. Pavimento "vai ficar feio depressa" Célia Vasconcelos, empregada no Café Aliança, na Avenida dos Aliados, defende que o antigo passeio em calçada à portuguesa, "mais bonito", "não devia ser substituído". "Este [passeio em granito] vai ficar feio depressa", argumenta, sustentando que o novo pavimento "vai sujar-se muito mais depressa" - o tom de voz é calmo e pausado, sugerindo a indiferença típica de quem já se resignou há muito. "Nunca mais é o que era", interrompe um cliente. Célia continua a desfiar críticas: "teria sido bom fazer uma discussão". Conta que ouve comentários dos clientes, principalmente dos mais velhos, porque "as pessoas mais novas nem falam" das obras. "A maior parte é contra", nota. Mais incisiva, Antónia Osório diz estar "completamente contra" as obras de requalificação dos Aliados, e critica aquilo que considera ser "uma triste miséria de calhaus": "Só calhaus, só pedras. Não há nada de poético. Eu não gosto disto". A crítica atinge o tom de indignação: "A população deveria ter sido consultada. Não tolero que tenham estragado uma avenida destas". Antónia Osório inclui o Metro no pacote das críticas, e não hesita em afirmar que as estações “não deviam ter sido feitas ali [na Avenidas dos Aliados]”. "Por que é que o Siza Vieira há-de fazer tudo?" Já Nuno Ferreira diz não lamentar a ausência de discussão pública. Pelo contrário: "O nosso povo é tão sem jeito que isso não adiantava nada", sustenta. O proprietário da tradicional Casa Januário, situada a poucos metros da Praça General Humberto Delgado, tem "pena que a Avenida não fique com o cunho que tinha" e arrisca um prognóstico: "vai ficar mais feia", "cinzenta" e "descaracterizada". "Por que é que, agora, neste país, o Siza Vieira há-de fazer tudo?". Por isso, avança uma alternativa: a requalificação dos Aliados "devia ter sido entregue a jovens arquitectos paisagistas". Fernando Xisto, empregado num quiosque de rua em plena Avenida dos Aliados, diz que a "única vantagem" do novo pavimento é a de ser "mais difícil haver falhas", como buracos. De resto, aponta a fraca capacidade de reflexão da luz solar como o grande inconveniente do granito: "Isto já é escuro e, com aquele piso cinzento, mais escuro fica. Para já, pelo menos, quando há sol ele ainda bate no chão e recebemos um pouco de luz". "A cidade não tem nenhum atractivo" Já na Praça da Liberdade, também Augusto Correia, empregado na Confeitaria Ateneia, discorda das alterações que vão ser introduzidas pelas obras naquela área e mostra-se indignado com a eliminação do jardim: "não deviam retirar os jardins do meio [da Avenida]. Davam muito mais vida à cidade". Augusto Correia aponta a crescente desertificação do Porto como consequência provável das constantes obras de requalificação de alguns dos espaços mais emblemáticos da cidade, enquanto recorda que "muita gente ia para o jardim [da Avenida dos Aliados] passear, e levavam as crianças". "Agora, o que é que há ali? Nada! A cidade não tem nenhum atractivo", lamenta. A substituição do pavimento também merece reparo: "este fica mais bonito do que aquele que está agora junto ao Metro", aponta. Augusto Correia conta ainda que ouve reclamações de clientes lisboetas que costumam parar na Ateneia: "perguntam o que aconteceu na Avenida dos Aliados, e dizem que estragaram a cidade". Fonte JornalismoFonteNet http://img74.imageshack.us/img74/7848/aliados3nj0sv.jpg
  15. Estou disponivel para uma possivel colaboração em ateliers de arquitectura, assim como para todo o tipo de prestação de serviços. Levantamentos, Desenho bidimensional, Modelação 3D, Digitalização e tratamento de imagem, Fotomontagem, Reproduções para suporte digital. Execução de maquetas, volumétricas ou de apresentação. contactos: Tlm: 962893224 nuno_taborda@hotmail.com
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