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Arquitectura.pt


Ivo Sales Costa

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Everything posted by Ivo Sales Costa

  1. É por causa deste tipo de discussões, agressivas e sem qualquer tipo de decência, que cada vez vou intervindo menos por aqui... Não tarda nada chega o tipo que inventou o vidro a exigir indemnizações pela violação dos direitos de autor. Ou pior... o inventor do ACORDEÃO !! Marta, essa da invocação do artº 11º só pode ser inocência da tua parte. A violação do mesmo é ritual permanente para alguns individuos que se passeiam por aqui. Respeito pelos colegas? AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH...... arquitectos...
  2. Caro JCAMIRANDA, muito boa sorte, estimo que encontre emprego como desenhador e que a sua actividade seja unica e exclusivamente dedicada à respectiva área de formação. De resto, nada mais, não tenho ligação nenhuma à empresa que se apresenta no tópico. Cumprimentos e feliz natal.
  3. Mas eu não estou a dizer que as pessoas com experiência não sejam uma mais valia, disse inclusivamente que há por aí malta sem formação mais qualificada que recem-licenciados... O problema aqui é quando as competências se misturam. E todos os dias, em todo o lado, se misturam. Eu já vi muito desenhador fazer trabalho de arquitecto, bom e mau.
  4. O pior é sequer se permitir essa situação, porque já somos todos crescidos e sabemos onde é que isto nos leva.
  5. Caro JCAMIRANDA, Fico bastante agradado com a ideia de já ter resolvido problemas que os engenheiros não conseguissem, podemos não ser colegas, mas já encontramos pontos em comum. Também fico satisfeito com o facto de já ter desenhado plantas de moradias e outras, desde que a autoria do projecto pertença a arquitecto, uma vez que a concepção arquitectónica da coisa constitui um dos actos próprios da profissão... de Arquitecto. Mas o problema não passa por si. Se souber fazer boa arquitectura, ora seja bem-vindo, e lamento apenas que não existam mecanismos de equivalência de frequência universitária, pois há aí muito boa gente, dita leiga, que se movimenta melhor que muitos recém-licenciados... não tenho preconceitos com isso, mas quem queira fazer trabalho de arquitecto, pois que invista em si como a malta nova tem de fazer, e bem, hoje em dia.
  6. Falta apenas um detalhe no curriculo, que é a Licenciatura.
  7. Façam lá o favor: Isto resolve o problema de quem já agora? Eu peço desculpa pela insistência, mas de repente estamos a julgar meramente com base na imagem que um determinado gesto pode, eventualmente proporcionar. Pessoalmente prefiro que a coisa seja sincera e se assuma do que ande ali a brincar a não se sabe bem o quê...
  8. Em piodão, o que não falta são vãos banais e fachadas brancas. O que faz o lugar é o que o caracteriza, e isso está lá na tectónica dos edificios e no que aquilo representa. Seria de uma demagogia brutal considerar que um mero volume com um bocadinho mais de tique de arquitecto poderá desvirtuar a essência do lugar. E a questão é precisamente a do choradinho. Isto é país onde, por vontade de todos, cheira-me que mesmo de arquitectos e muitos deles bem jovens, o lobby do desenho da casa do imigrante perduraria para os séculos que aí viessem, porque no fundo isso é favorável a toda a gente, é que se torna muito dificil educar o cliente no que à noção estética diz respeito. Vejo em tantos lugares recortes de arquitectura moderna a serem extraordináriamente bem articulados com a construção local.. E paradoxalmente vejo nascer um Centro Cultural em Sines que não levanta questão nenhuma... E a questão que o JAG poderia levantar dava-nos pano para mangas, mas pelos vistos não vale a pena entrar por aí.
  9. É mais por aí JAG... isto é noticia de jornal de provincia, nada mais...
  10. Custa 5 anos de estudos, trabalho duro, formação complementar e rigor e competência no trabalho. Também custa ir à procura de um arquitecto e pagar-lhe o justo valor pelo seu trabalho e procurar não ser mais um mãmão num país de chico-espertismo. Custa abrir a mente e os olhos para o encurtar de custos aparente que mais tarde resulta em verdadeiros crimes de arquitectura... Vendo bem, custa muito pouco.
  11. Continuo a achar que somos um país cheio de gente abrutalhada, somos criticos de tudo e raramento conseguimos ser criticos de nós próprios. Um edificio banalissimo que não choca em nada com a envolvente (conheço a coisa em questão) se for observado à escala do lugar. E no contexto funciona muito bem. Não percebo como se questiona isto e não o verdadeiro esventrar da enconsta a Poente... Isto é o lugar do choradinho, e muito dificilmente se virá a inverter esta tendência. Desapareceu o Sebastião, chorámos. Fomos governados pelos espanhois, chorámos. vem o terramoto, chora-se. vai-se a monarquia, fazemos escandalo, e choramos também. Vem a ditadura e calamo-nos, mas há quem chore por ela... caramba, não tenho pachorra para isto. No país das greves gerais à sexta feira, há ainda muito a aprender ( a 1000 e picos kilómetros para cima há quem faça, numa economia próspera, greves de 11 dias...). E ainda há quem se preocupe com apendices destes ? Por amor de Deus
  12. Acho que está tudo de parabéns, isso é o mais importante. E estamos todos mesmo, todos sem excepção.
  13. É muito bem apontado Assimple. Em situação de crise considera-se a hipótese de evacuação de pessoas pelo pátio central, a partir de cima. Experimentámos desenhar caixilharia nos grandes envidraçados e ficava terrível, não se excluí totalmente a hipótese, até porque não é propriamente dramático, mas ficou a hipótese de acesso pelo único momento exterior que acontece no piso superior.
  14. Marta, relativamente ao piso superior, pretende-se coroar o ganho em altura a partir de um pressuposto muito simples de conseguir rematar o objecto com uma área de expansão relativamente àquela que é ocupada pela base. É, como o assimple apontou, uma espécie de reminiscência à casa na árvore, sendo que no entanto, todas as experiências feitas nesse sentido se revelaram demasiado forçadas por isso não foram apresentadas. A disposição dos módulos pretendia responder a pressupostos que eram apresentados pelo desafio do concurso, de um programa simples tipico de uma habitação unifamiliar, e optou-se por dispor as bolsas espaciais ao funcionamento do núcleo central da casa, criando um percurso de circulação em dois vectores de distribuição diferente, que funcionariam ao mesmo tempo como entrada e vivência na mesma. A disposição das bolsas acontece de forma intuitiva, cria-se um eixo que divide o espaço mais reservado, dos quartos, que acontecem em complemento, e o outro, de um escritório com a valência de se tornar quarto também, uma sala e a cozinha, sendo que todos eles são suportados pelos respectivos espaços de apoio que encerram o uso, e visam acima de tudo o aproveitamento máximo do espaço. Acerca da inserção urbana, confesso que o tratamento que fizemos das plantas era péssimo. Trabalhámos apenas por referências feitas a partir de uma foto aérea de satélite, que serviu essencialmente para ter noção de distancias, percursos de aproximação e outras preocupações normais em situações do género. Não foram apresentadas por não terem qualidade suficiente. Obrigado pela atenção :)
  15. Por acaso JVS, disponho-me a falar sobre o trabalho de todas as formas e feitios, desde que a base da discussão seja saudável, coisa que não aconteceu no inicio. Não vou voltar a referir o esforço nem apregoar as noites sem dormir agarrado a concursos, não faz sentido. Enerva-me é quando da outra parte surge uma posição que é uma espécie de súmula da inércia dos jovens arquitectos portugueses. O problema em questão é mais do que válido, ainda hoje num matutino piroso saiu um artigo brilhante sobre cheias e a iminente subida do nível das águas, propõe-se uma solução, critique-se a solução, para mim é bem vinda a critica. A mesquinhez não. E decidir sair em provocação absurda a quem tem boa opinião sobre a coisa, é ridículo. Convido-te a fazer qualquer questão e a criticar como entendas, mas decidir atirar o edifício ao chão pelas representações, indicações de norte e outras *****s afins que num concurso desta natureza seriam questões de somenos importância, é postura que vale o que vale. Relativamente à censura, penso que se deve perguntar a quem de direito, da minha parte não tenho qualquer função administrativa neste sitio e a única pessoa com tais funções que neste tópico resolveu fazer ameaças pelo uso das mesmas foi o ark, portanto a tua reclamação não só é despropositada como também está desprovida de verdade. E peço para a conversa paralela não se alargar muito mais, focando as atenções para as questões e a critica, desde que a mesma seja feita objectivamente, e não do ponto de vista de quem, sentado com o rabo no sofá à noite enquanto vê novelas ou curte um momento de playstation, decide apontar o dedo a quem decide trabalhar. É demasiado tuga para mim. E deve ser demasiado tuga para todos nós. Fica-te bem sair em defesa do ark jvs, mas acredito que te sintas muito só nesse limbo.
  16. Pois disseram mal Delly... é um artigo de 6 páginas muito bem desenvolvido.
  17. Saiu também na edição deste mês da revista Arquitectura e Vida, acompanhada com uma entrevista aos autores. E também já lá está o 'nosso' artigo dos Espaços Habitáveis!
  18. Pelo jeito só pode ser o Estoril-Sol, mas atenção Marco que estamos aqui a tratar de duas coisas muito distintas!
  19. O Aspirina renovou a sua imagem recentemente e gostava de contar com as vossas opiniões, sugestões e bitaites afins. Espero que seja do vosso agrado, a mudança impunha-se de modo a conseguir autonomizar o Aspirina daquele que é o panorama da nossa blogosfera de arquitectura em Portugal, até porque a partir de agora se pretende explorar a arquitectura focando acima de tudo os temas referente ao urbanismo e à mega-escala, no entanto mantém-se o esquema de publicação em todas as escalas, assim como uma renovação na apresentação de eventos, livros, musicas e temas afins. Conto convosco!
  20. Também no AspirinaLight.com Descobri recentemente o Ecolect, O sitio que, em formato blog, disponibiliza informação variada sobre materiais ecológicos, na grande maioria reciclados, que representam mais valias para a construção sustentável. A acompanhar a respectiva informação está também uma série de indicações sobre fornecedores e formatos, assim como as diferentes formas de aplicação e imagens, para consultar.
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