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Arquitectura.pt


Ivo Sales Costa

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Everything posted by Ivo Sales Costa

  1. Perdoem-me a ignorancia, mas vão para lá em missão voluntária porquÊ? Que beneficios se vão retirar dessa experiência, mais uma vez, e de novo, e mais uma, e repita-se outra, NÃO REMUNERADA????? Mas isto agora instituiu-se o regime de exclusão ao vencimento de todos quantos estejam ligados à arquitectura? Ou só vão ganhar verdadeira consciência das coisas quando estiverem num estágio não remunerado inscrito na ordem e ainda assim os tubarões vos vão exigir 150 euros por módulos de formação onde, por exemplo, em deontologia, se mete gente de nível curto dizendo que nao cobram por projecto porque ganham à comissão das marcas de material utilizado? Perdoem-me o desabafo mas parece-me que este notável, porque é notável, espirito de sacrificio dos nossos jovens é absolutamente inconsequente e ninguém se presta a um protesto convincente. Lastimável na minha opinião, perdoem-me o desabafo.
  2. Artigo original Publicado em AspirinaLight.com Inaugurado a 5 de Abril de 2007, o Teatro Popular de Niteroi é, mais do que um tratado de jovialidade, o exemplo notável de que o toque do artista se perpetua no tempo. O exemplo Niemeyer atinge outro grau de notoriedade quando consegue deslumbrar em gestos limpos de exibicionismo, com uma generosidade que serve apenas para valorizar um arquitecto que continua a sua procura particular pela excelência. Um desfile de puro bom gosto. [Mais...] http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nm1.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nm4.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nm5.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nm7.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nm8.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nm10.jpg
  3. Ora bem, após uma hora em busca pela net ainda nao encontrei uma unica fonte de imagens que não seja a pagar onde se possam utilizar imagens de pessoas para inserir numa montagem gigantesca que estou a fazer em photoshop, o directório do atelier agora ajudava imenso, mas parece-me que terá de ficar para amanhã. Entretanto penso que seria util deixar algumas dicas sobre onde poderemos aceder a fotografias, sobretudo de pessoas no quotidiano, de modo a poder utilizá-las em trabalho. Divulguem as vossas fontes!
  4. Um quarto 3 Crianças 1 estranho entra (????) Ficam 2... Já alguem pensou nisto?
  5. Boa oportunidade! Tenho dois amigos em Londres a fazerem 35.000 £ / ano e por isso se recusam em voltar para cá. Lamento o exodo, mas percebo perfeitamente que a hipotese se comece a considerar mais a sério...
  6. Há coisas que me escapam... é normal deixar crianças sozinhas em empreendimentos turisticos que disponibilizam serviço de acompanhamento às mesmas? Eu até papo a corrupção, a politica mesquinha e a economia rafeira, mas de repente começar a disparar tiros nos pés só porque sim é que já me deixa um bocado confuso...
  7. só uma achega: já passaram os olhos pela "nova" (renovada) + arquitectura deste mÊs? Gostei imenso...
  8. nem mais mrc, era bom que houvesse a noção de que felizmente eventos deste tipo em Portugal não são propriamente prática corrente... Há um peso da negligência dos pais neste caso que quase lhes reserva a culpa por completo, é cruel, é um acontecimento que arruina uma familia, mas Portugal aqui aparece como mera localização geográfica, mais do que isso não.
  9. A situação deve ser tratada com pinças, mas de repente apontar o dedo a outros responsáveis que não os próprios pais parece-me estupido. A situação no Reino Unido só foi verdadeiramente divulgada no domingo, até então a história por lá era de que os pais tinham saído do quarto por uns minutos e alguém com um esquema bem plantado tinha entrado no quarto para levar a menina... aqui sabe-se como aconteceu. Deixar crianças sozinhas é logo à partida um risco e com miúdos nao se pode facilitar. Na página do myspace criada pelos pais ha comentários do género "Shame to Portugal"... é bastante deselegante......
  10. Artigo Original publicado em AspirinaLight.com Housing is about solution, not about a problem” L Khan O desenho em arquitectura tem normalmente uma atitude gananciosa relativamente à forma como aborda o problema. E essa é máxima corrente. Não é estranho que para o arquitecto, trabalhar com um maior numero de variáveis se torne cada vez mais aliciante, uma vez que a dificuldade no tratamento do processo vai, aos poucos, aumentando a forma como em contrapartida se responde ao mesmo. E assim se propôe a solução, assente num problema que procura resolver, ou, em ultimo caso, subverter. Exemplos de projectos de habitação cujo projecto actua de forma quase desafiante relativamente à situação são normalmente tão mais competente quanto mais dificil seja o problema base. A coisa costuma resolver-se no interior. No exterior, sim, ou não… Um lote irregular e uma pendente difícil eram pressupostos incontornáveis para a realização daquela que o gabinete Johnston Marklee & Associates viriam a transformar na Hill House. O nome é pouco feliz. O projecto é notável.
  11. Depois deste espectáculo de parvoice com que a maioria dos intervenientes resolveu aprimorar a discussão, nem sei o que se me oferece acrescentar...
  12. Faz parte de um artigo publicado no Aspirina mas que não resisto a colocar por aqui. Penso que o Arquivo Fotográfico da CML deverá dar jeito a todos os curiosos sobre a história do nosso país, e, eventualmente, servirá de apoio a algum tipo de trabalho na área da arquitectura que implique uma análise mais profunda ao nível histórico de um determinado lugar, aqui fica: Ao retomar a navegação pela internet chegou via mail o endereço do Arquivo fotográfio da CML, directório absolutamente extraordinário onde constam milhares de registos fotográficos recolhidos no passado e que nos mostram hoje pedaços da cidade que se encontram actualmente com volumes de construção desmesurados e desconexos. Introduz ponderação na forma de analisar a cidade, permite observar o atraso do país no periodo pré-25 de Abril e oferece um alegre banho de nostalgia a quem pode, por ali, identificar lugares que conheceu no Portugal moderno de forma bem diferente daquilo que foram em tempos. Ficam alguns exemplos: Campo Grande, inicio do século e anos 60: Obras de construção da segunda circular: Construção da Avenida Estados Unidos da América: Construção da futura Ponte 25 de Abril: Valem a pena as horas que as fotografias nos roubam, o valor nostálgico do arquivo é notável.
  13. Faz parte de um artigo publicado no Aspirina mas que não resisto a colocar por aqui. Penso que o Arquivo Fotográfico da CML deverá dar jeito a todos os curiosos sobre a história do nosso país, e, eventualmente, servirá de apoio a algum tipo de trabalho na área da arquitectura que implique uma análise mais profunda ao nível histórico de um determinado lugar, aqui fica: Ao retomar a navegação pela internet chegou via mail o endereço do Arquivo fotográfio da CML, directório absolutamente extraordinário onde constam milhares de registos fotográficos recolhidos no passado e que nos mostram hoje pedaços da cidade que se encontram actualmente com volumes de construção desmesurados e desconexos. Introduz ponderação na forma de analisar a cidade, permite observar o atraso do país no periodo pré-25 de Abril e oferece um alegre banho de nostalgia a quem pode, por ali, identificar lugares que conheceu no Portugal moderno de forma bem diferente daquilo que foram em tempos. Ficam alguns exemplos: Campo Grande, inicio do século e anos 60: http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/cg1.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/eja.jpg Anos depois, aquando das obras de construção da segunda circular: http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/2c.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/cg2.jpg Construção da Avenida Estados Unidos da América: http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/aveua1.jpg Construção da futura Ponte 25 de Abril: http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/p25a.jpg Valem a pena as horas que as fotografias nos roubam, o valor nostálgico do arquivo é notável.
  14. Artigo original publicado em www.AspirinaLight.com http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/iwamotoscott1.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/iwamotoscott2.jpg Notas de Autor: Jellyfish House is modeled on the idea that, like the sea creature, it coexists with its environment as a set of distributed, networked senses and responses. Jellyfish have no brain, no central nervous system, no eyes, and consist largely of the water around them. Yet, they sense light and odor, are self-propulsive, bioluminescent and highly adaptive to changing aquaculture. Like jellyfish, the house attempts to incorporate emerging material and digital technologies in a reflexive, environmentally contingent manner. The house is designed as a mutable layered skin, or ‘deep surface’, that mediates internal and external environments. The skin is designed as a parametric mesh that uses efficient geometric logics of Delauney triangulation and the Voronoi diagram. It deforms in thickness locally for geometric, structural, visual, and mechanical performance. The house is a transformative prototype for reclaimed land. Specifically, it is sited on Treasure Island, a flat, artificial island built off the naturally occurring island of Yerba Buena in the middle of the San Francisco Bay. Treasure Island is at once local and distant, isolated and connected. It has recently been decommissioned by the military, and is being redeveloped largely for new residences. Like many former military bases, Treasure Island suffers from a range of environmental hazards. The most geographically desirable parts of the island have toxic soil that requires remediation. In these areas, the particular hazardous materials necessitate that up to five feet of topsoil be removed for cleansing. In other areas, the contaminated soil can be treated on site using plant based phyto-remediation techniques. The proposed site strategy is to infiltrate the island with sinuous fields of wetlands that allow the removed soil to not have to be replace. [...]
  15. epa ó tico... o teu post cheira um bocadinho a ironia... descuidaste-te??? :p
  16. Falava ainda à pouco com um colega de faculdade que se prepara para viajar para Inglaterra de modo a começar a preparar o mestrado que iniciará no próximo ano lectivo. Vai para a Architectural Association tirar o MA em Housing + Urbanism. Ao todo ficará a pagar 20.000€ de um financiamento para estudos em 5 anos, para tirar o dito mestrado lá fora, eventualmente no mais prestigiado estabelecimento de ensino a nivel europeu para o efeito. Ora eu que me andava a preparar para prosseguir os estudos por cá interroguei-me acerca da mais valia que haverá em fazer este complemento no estrangeiro. Existirá uma razão tão fundamental para investir desta maneira numa formação lá fora? E que impacto terá isso quando se volta para este cantinho europeu abençoado pelas dificuldades? A terem de fazer um mestrado, qual seria o caminho ideal a seguir?
  17. Artigo publicado em www.AspirinaLight.com E se Zaha Hadid, ela mesma, propusesse um carro de dois lugares no seguimento do desenho conceptual que investe nos projectos de arquitectura em que se envolve? O Z Car está apenas na fase de protótipo mas a intenção é a de entrar em escala de produção num futuro não muito distante, o veiculo pretende fazer uma colagem a alguns estereótipos recorrentes do cinema futurista e o valor estético da proposta é inquestionável. Mostra também o outro lado da relação entre Arquitecto e Designer, conceitos que se tornam vastos quando a competência da acção se toma como considerável, noções talvez indivisíveis, cujos contributos para as áreas, da arquitectura e do design respectivamente, se entendem como passos de avanço continuo na nossa modernidade. http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/zcar.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/zcar2.jpg
  18. Saiu um artigo com algumas destas imagens no AspirinaLight no passado mês de Março. Para os interessados cliquem >> [ Aqui ]
  19. Artigo original publicado em www.AspirinaLight.com http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nouvel1.jpg A Micro-City pretende criar um microclima com o intuito de assim interagir com os sentidos do visitante, criando sensações dispares de entrada num mundo novo. O edifício será coberto por uma grande cúpula, elemento arquitectónico que é comum a todas as civilizações. O esquema proposto pelo Arquitecto Francês inclui para além da enorme estrutura de cobertura uma grande avenida de circulação pautada pela presença de pequenos edificios simulando uma aldeia. http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nouvel3.jpg http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/nouvel2.jpg A presença do elemento superior marcando os caminhos que a trama desenhará em sombra, ao nível do solo, surge assim como uma proposta diferente e muito apelativa.
  20. Essa do lugar é curiosa... O Paulo David por exemplo tem na casa das mudas um lugar de sonho, e aquilo que faz com ele é um exercicio de pura estética e bom gosto. Mas não quer isto dizer que o lugar não propicie o projecto, como acontece com o estádio de braga por exemplo.
  21. Sem duvida... e o paradoxo vale o que vale no fundo.. E ainda sobre o paradoxo, e sobre Pessoa, apesar de tudo o homem será eventualmente o maior POETA do século XX a nível mundial. Com ou sem álcool, com ou sem patologia mental associada, quem lê o livro do desassossego percebe que ali há uma genialidade para além de qualquer limite.
  22. Passámos do "Orgulhosamente Sós" para o "Orgulhosamente Sozinhos"... não gosto de comentários à velho do restelo (e por ter descoberto esta figura notável, Camões, a par de Dom João II, merecia para mim o Titulo de grande portugues) mas isto é o reflexo de um país paradoxal: Elegeu como grande, o mesmo que há um mês elegera como o pior. Uma nota, preocupa-me muito mais que tenha um conjunto de dois ditadores ficado à frente de Aristides Souza Mendes do que o primeiro lugar de Salazar. Ao outro, Cunhal, tirou felizmente, o país pós-25 Abril, a hipótese de exercer a função. Eu não era nascido mas agradeço.
  23. Ficam alguns desenhos que estão também num artigo publicado no AspirinaLight.com sobre a obra:
  24. talvez as plantas que podes consultar no arkinetia.com, ou mesmo no aspirina te ajudem a entender melhor o projecto Miguel Coutinho, se bem que a mim, nem ao nivel da expressão física do objecto se encontram grandes parecenças.
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