Dreamer
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Para alguns...
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Eu aprecio mais o tipo de humor do "Revolta dos pasteis de nata"... que acaba por não ser humor pelo humor, mas o tratar temas mais ou menos actuais com um toque humorístico...
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Complicado será juntar esforços entre o pessoal do fórum, porque se todos podemos dar ideias e/ou participar de alguma forma na concepção do programa, devia sempre existir uma equipa fixa que agarrasse em tudo aquilo que vai sendo dito/feito para construir uma base sólida e ir cosendo as pontas...
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Hehehe... Connecty on the move...
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Porto | Habitacao Unifamiliar |Atelier Ainda arquitectura
Dreamer replied to kaz's topic in Arquitectura
Mas não foram os aumentos em virtude das necessidades a fazer crescer "piso a piso" os edifícios no centro histórico do Porto que fizeram daquele espaço o que é?... não foi esse crescimento sem arquitecto que criou a riqueza espacial que ali vemos?... Como é lógico não defendo que hoje em dia se mantenha essa forma de actuar, mas nos centros históricos e zonas "frágeis" não defendo o extremo que diz que se faça simplesmente espírito de tábua rasa, alterando as fachadas só porque sim, até porque o edifício tem a sua história, a rua já estará consolidada... Cada caso é um caso e aqui tenho pouca informação da envolvente para poder ter uma opinião formada sobre este caso em concreto... -
Cerva, Ribeira de Pena | Casa Tóló | Alvaro Leite Siza
Dreamer replied to kaz's topic in Arquitectura
Falando apenas do que sei, não é um dos simbolos da arquitectura mundial que tem graves problemas de humidade?... não será a casa da cascata um grande exemplo para quase todos os amantes da arquitectura?... não tem ela graves problemas que capazes de afectar a vivência quotidiana?... ...no entanto é e será um dos mais importantes exemplos daquilo a que se pode chamar de boa arquitectura... basta olhar para as imagens para se ficar apaixonado e só consigo imaginar como será estar realmente lá... ...sem querer comparar a capacidade de cada um dos autores, ou a valia das obras em causa, não será a obra do siza leite um exemplo de uma excelente forma de resolver o programa/terreno, ainda que com deficiências a outros níveis?... A resposta parece-me óbvia... Esta é uma obra a que ninguém ficará indiferente, uns gostam, outros não, e a adesão que este tópico tem tido é a prova disso... PS: Não é por a dupla arquitecto/cliente estar satisfeita que a solução se apresenta naturalmente como uma boa habitação... -
É essa a dificuldade de fazer bom humor, ser verdadeiramente criativo, constante, mas sem cair em repetições de fórmulas de sucesso... Os gato fedorento têm vivido um pouco à custa das repetições, se bem que numa primeira fase o rejeitassem, intercalando-as com um ou outro sketch diferente... No tempo do homem que mordeu o cão, o Makl conseguia manter essa dinâmica, mas noutros registos muitas vezes perde-a... O Alvim também vai sendo mais do mesmo... Gajos como o Fernando Rocha, a dupla Zeca Estacionancio/Quim Roscas e outros que tais, vivem e revivem de repetições de fórmulas que de humor têm muito pouco... E assim vai o panorama do humor em Portugal...
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Casa de Malaparte - as maquetes! - Projecto 1º Ano UAL, Lisboa
Dreamer replied to patriarca's topic in Arquitectura
...a imagem de marca de Ghery... enfim... -
Arquitectura na TV portuguesa?... hoje em dia só se for o sr. Siza... mas só se ele se lembrar de desenhar uma televisão para juntar à colecção de objectos "seus" em Serralves... :p
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Asimplemid, se o pai natal por acaso se enganar e deixar 2 aí, lembra-te de mim... :p
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Bem vindo nuno... grandes voltas por Portugal que a tua vida deu... :p
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Não fosse o povo português aquele que tenta de todas as formas (e mais alguma) sacar dinheiro ao estado/empresas e as coisas poderiam ser diferentes...
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Isso é que é, os programas do people and arts que versem sobre remodelações (não lhes chamava recuperações) são sucesso, até por cá... e no entanto o nosso poder televisivo passa ao lado desse tipo de programas... dá que pensar... Na dois:, essencialmente ao sábado/domingo de manhã vão dando uns programas que apesar de serem sobre outros temas, vão tocando aqui e ali ao de leve na questão da arquitectura, mas normalemnte são reposições de à mais de 15/20 anos... e dizer que são desatualzados é pouco...
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:nervos: venham eles...
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Porto | Habitacao Unifamiliar |Atelier Ainda arquitectura
Dreamer replied to kaz's topic in Arquitectura
Tanto quanto é dado a perceber, como é que seria possível verdadeiramente recuperar se se alterasse a fachada de tal modo que conseguissemos ter uma relação cinética com as habitações vizinhas?... Não é o centro histórico do Porto um emaranhado de edificios com cérceas e número de pisos variáveis, concretizações do elemento fachada distintas, soluções diferenciadas?... Não será isso parte da riqueza deste centro histórico?... Aquela primeira imagem não me é estranha, porque penso já ter visto esses edifícios, mas não consigo situar onde, por isso é um pouco complicado ter uma visão global sobre a questão apresentada... -
[Ajuda] Fazer um conceito apartir de um texto!
Dreamer replied to Cosa_Nostra's topic in Arquitectura
Só o facto de falar do Piranesi já te dá panos para mangas... Grande exercício esse... quem me dera ter umas horas para pensar no conceito com esses pressupostos... Aconcelho-te a estudar a obra do Piranesi e depois conjugar o que apreenderes com a pequena descrição que é feita... -
A primeira imagem é de uma abertura por onde se pode ver o interior do aquário/piscina, qual oceanário, e aí o que interessa é a capacidade resistente do vidro, a segunda não se percebe se é por cima, por baixo, ou dos lados da piscina... No entanto é lógico que a pressão da água na estrutura influencia os cálculos, só digo que se calhar não é assim tanto... mas quem sou eu para falar de estruturas complexas como estas...
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Kan, a construção debaixo de água não deve ser assim diferente, porque no meio marinho, se não existir ar no meio das estruturas, a pressão é igual à superfície, acrescida da pressão da água que está por cima... Pior é se tudo aquilo fosse suspenso no ar... essa estrutura sim teria de ser forte...
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Não acho que esse gosto da igreja pela "arquitectura comtemporânea", como lhe chamas, seja assim tão inocente... Basta veres a escala dos exemplos que citaste, diferentes em dimensão geral, mas os dois completamente arrebatadores do ponto de vista do "pequeno" crente... Podem não ir atrás do gosto do senso comum, mas as formas mais arrojadas ajudam, tal como no passado, a marcar a presença do elemento igreja na povoação, mantêm assim uma posição física de força e de domínio sobre os povoados... Se agora uma boa parte das novas igrejas tenderá a não ser o edifício mais alto das "redondezas", como foram durante muitos anos, não é por isso que deixam de ser elementos marcantes... A intensão global parece ser a mesma ao longo dos anos, os meios e mecanismos de a atingir é que parecem ser diferentes...
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Mas é mesmo isso que eu disse, se o ambiente de competição (não saudável) e "deita abaixo" começa ainda na universidade, concerteza que esses tipos não vão nos gabinetes mudar a sua forma de agir...
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Não falo por experiência própria, porque nas turmas por onde passei nunca aconteceu algo assim, mas quando em muitos casos o mundo da competição começa ainda nem formados estamos... algo vai muito mal... Conheço casos em que era ver quem é que conseguia deitar (destrutivamente) mais baixo o trabalho de um qualquer colega, tentando tudo para se fazerem sobressair no panorama da turma... Se numa fase de aprendizagem e de formação comum o ambiente já é esse, como é que nos podemos admirar das divisões internas da nossa classe...
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Uma visão interessante... mas daí a chamar arquitectura subaquática... Parece é uma enormidade de janelas para o senhores mirones poderem lá ir dar uma espreitadela... qual oceanário...
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O melhor, no caso da Exponor (nas outras feiras deve ser semelhante), é inscreveres-te no programa Exponor First, que é um cartão que te dá entrada, a ti e a mais um acompanhante, nas mais variadas feiras...
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Vamos a ter calma pessoal... Ninguém está aqui a agredir ninguém, por isso esta discussão parece-me um pouco exagerada e despropositada... Concerteza que o sr. eduardo rego é um profissional competente na sua área e nos serviços que se propõe realizar... Não vale a pena é estarmos aqui a medir a experiência de cada um como se isso fosse um ponto de comparação... Concerteza de que o sr. Eduardo Rego admitirá que em algumas áreas poderá não ser tão habilitado quanto um arquitecto, ainda que recém formado, assim como um arquitecto poderá não ser tão habilitado nas capacidades que diz ter, o que não quer dizer que em determinados casos o contrário não possa também ser verdadeiro... Esta discussão que se instalou aqui em nada contribui para o anúncio que o sr. Eduardo Rego colocou, pelo que por mim finalizava essa parte da conversa... Obrigado e desculpem a intrusão...
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Pois... mas também acho que pelo menos algumas das nacionais não podem ser encaradas como alternativas viáveis à auto-estrada... mesmo tendo esse enorme peso da envolvente do seu lado... Uma viagem pelas nacionais vale a pena se se for conhecer local a local, ou seja, ir sem pressas, poder parar aqui e ali, sair uns quilómetros da estrada para ver algumas povoações, sair das variantes para entrar nas cidades, poder percorrer com calma o país... Não quero nem posso generalizar o pensamento que a seguir vou explorar, por saber que numa boa fatia dessas estradas não é isso que acontece... Vivo a 100m da nacional n.º 1, a 11km do centro de VN Gaia, e sei bem como são as nacionais perto dos centros urbanos... caóticas... desordenadas... intransitáveis... demoradas, para falar do trânsito... e essa envolvente interessante perde-se no meio do caos e da desordem urbanistica que afecta estas zonas... Não quer dizer que não exista, ou sequer que não valha a pena a visita, mas muitas vezes torna-se complicado saber o que há de bom... Depois há a quase interminável hora de ponta, com semáforos constantes, que deixa pouca margem de manobra e sem paciência a quem vai em passeio... Outra coisa é falar do interior do país, ou mesmo o litoral em zonas não tão densamente povoadas, aí as nacionais escondem relíquias únicas, paisagens deslumbrantes, estou-me a lembrar do gerês e de trás-os-montes, povoações encantadoras, que muitas vezes ainda vivem ao rítmo de "antigamente", e é realmente aí que vale a pena viajar, mas não a viagem de ir do ponto A ao B, antes a viagem com muitos pontos intermédios, que podem aumentar consuante a disponibilidade dos viajantes...
