Rui Resende
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Gondomar | Multiusos | Alvaro Siza Vieira
Rui Resende replied to tiagobarbosa's topic in Arquitectura
ainda não fui lá, devo ir um dia destes, mas para km kiser saber mais o edifício já está publicado, num livro recente do Carlos Castanheira chamado qq coisa tipo "projectos recentes de álvaro siza". n é exactamente isto mas parecido... tem este entre outros projectos dos últimos tempos dele, incluindo as piscinas de Cornellà de Llobregat, das quais tentarei por algumas fotos que lá tirei há mais ou menos um mês. -
obrigado, vou tentar manter algum ritmo... espero as tuas visitas :)
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em: http://7olhares.wordpress.com/2007/06/28/morangos-e-chocolate-1994/
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de seguida, comentário ao filme de Marco Martins de 2005: continua em: Alice - 7Olhares
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pequeno comentário ao filme Lisboetas, documentário premiado de 2004, dedicado ao tema da imigração. Coloquei este de seguida com "Alice" (2005) pelos motivos que explico nos comentários: continuação: Lisboetas - 7Olhares
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novo comentário, um filme que chegou agora há pouco tempo (mais ou menos incógnito) aos cinemas portugueses: em: Teresa, o corpo de Cristo . 7Olhares
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novo comentário, um dos filmes que eu considero mais influentes na história do cinema: continuação: Rope . 7Olhares
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Continuação em 7olhares
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Novo post, um filme (teoricamente) mais ou menos anónimo do grande público. http://7olhares.wordpress.com/2007/06/10/onde-demasiadas-ideias-convergem-gwai-wik/
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yep, eu acho que o iñarritu está na linha da frente do melhor que se faz hoje. Acho que com o babel ele fechou um ciclo e estou curioso para saber o que ele vai fazer a seguir... tenho a sensação que esta triologia "amores perros" "21 grams" e "babel" foi uma mesa de experiências, e q agora ele vai sacar obras ainda superiores... mas espero para ver...
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Novo post, filme, Babel, comentário publicado em Imdb e revisto. 7Olhares - Incomunicação, Babel
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[Workshop] Arquitectura sustentável _ FAUP
Rui Resende replied to Rui Resende's topic in Arquitectura
por acaso acabei de estar co helder, não tinha era lido o teu post modrian mas eu agradeço. asimplemind podes simplesmente passar pela reprografia da faup, o dvd ta lá, a mondrian é que conseguiu um favor especial . -
pois realmente ta a dar erro não percebo porquê... de qualquer maneira está aqui o link pro youtube: [ame=" "]Joshua Bell - metro de Washington[/ame]
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aparentemente, a cena do metro foi registada em vídeo: [ame=" "]YouTube - Stop and Hear the Music[/ame] sempre é verdade :)
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novo tema iniciado continua: 7olhares - o cinema de Iñarritu, introdução a Babel
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estou em desvantagem, porque uso o meu nome . Se estás a estagiar suponho que andas um ano a minha frente... Identifica-te please . Eu por acaso acho que a evolução é mesmo o papel dos sensatos, mas também não vale a pena ir muito por aí, acabávamos a discutir semântica, e a perceber quem é que eu considero sensato ou não. não me chateia os "m***", só lhe ponho os asteriscos porque provavelmente o fórum ia censurar. As palavras existem todas, o Jorge Sena, um tipo bastante free-mind já que estamos nessa onda é que defendia que todas as palavras eram passíveis de ser usadas, no sítio certo. Chama-lhe abreviação chamar sso a um edifício ou qualquer coisa que não seja do meu agrado. é um "apenas" importante, digamos assim. Voltando aos meus exemplos, reconhece-se a importância que os Sex Pistols tiveram no tipo de mensagens que introduziram na sua música e mesmo em desenvolvimentos futuros do som de tipos que controlaram melhor o que pretendiam, os tais sensatos (estilo Nirvana ou mesmo na minha opinião o primeiro Metal). No entanto será que há assim tanta gente que ainda ouve Sex Pistols hoje pelo prazer daquela música específica? eu sinceramente não a acho assim tão boa. Ou seja, interessam provavelmente a quem estuda a evolução da música, mas não a quem apenas quer apreciar boa música. espero que tenha explicado. Estou a falar por exemplo (mediático) do Koolhaas. O tipo desde há bastantes anos anda a partir bastante pedra, lançou muitas pedras ao charco, agitou muitas ideias e propôs outras, que eu penso serem bastante consideráveis (e importantes) nomeadamente as relacionadas com a evolução e crescimento da cidade contemporânea, que eu penso ser a leitura mais acertada do que se passa hoje. No entanto não me interessa minimamente a maioria das obras que ele vai produzindo. Precisamente porque não detecto nele o tipo de sensibilidade que vejo por exemplo nos H&M, no Zumthor, no Foster, etc. Naturalmente o que eu considero sensibilidade está balizado por aquilo que eu aprendi, mas também com aquilo que eu penso, eu não sou uma daquelas melancias cúbicas que os japonesas produzem em incubadoras. Leio os meus livros, vejo os meus filmes, sou autónomo. Por isso sinto-me livre em aprender qualquer teoria que seja, porque sei que não vou seguir uma cartilha vou incorporar o conhecimento naquilo que já tenho. mmm nesse caso já n te acompanho, e acho que também não devias citar essa professora defendendo a posição que estás a defender. Isso proque quando a fonseca fala de entulho está com uma enorme probabilidade a falar de tudo aquilo que saia da escola, tiveste aula com ela e sabes como é. o tema que escolhias dava-te meia nota, mais ou menos alta segundo a hierarquia. Siza é de 15 pa cima Távora é de 14 pa cima, Souto... no meu ano foi assim... eu não tenho a tua opinião acerca da faup, não me sinto lá como tu descreves que te sentiste, mas se há pessoa a quem as tuas críticas encaixam mais que perfeitamente é na teresa fonseca. não disseste, claro, mas eu estava só a falar, não directamente (nem indirectamente) a falar de ti. Não é indirecta. É clara, eu acho. O discurso com o qual menos me identifico é, e já ouvi isto várias, vezes, na faup entre colegas, fora da faup, em todo o lado od falo de arquitectura é começar por defender qualquer ideia de arquitectura, qualquer que seja, pior melhor, boa, má, partindo do pressuposto que o que temos é velho datado e ultrapassado, e aí porque não se conhece mais nada, usa-se o Siza. E falei do Siza porque foi o tipo mais falado neste tópico por aqui acima, e eu não tive participação nele até há 2 ou 3 posts atrás. A questão na discussão arquitectónica em Portugal, é que o Siza está mesmo no centro. Quem acha que estamos bem pega no Siza, quem acha que estamos mal pega no Siza na mesma, que acha que estamos na vanguarda usa o Siza e quem acha que estamos a fica ultrapassados fala do Siza. Isto é como no cinema. O Oliveira é o que mais é criticado e o que mais é louvado. Porquê? porque é o único que consegue ser (regularmente) falado. Na arquitectura o panorama não é tão árido, mas o que eu quero alertar é precisamente para o que tu me queres alertar a mim. Abrir horizontes. Isso implica conseguir saber que o siza existe sem falar constantemente dele. Sabes com quem ando a aprender essa lição? Com o já referido por ti Camilo Rebelo. Talvez até tenhas sido aluno dele, não sei, mas ele consegue-te falar numa aula do que aprendeu com o herzog no tempo em que trabalhou com ele e mostrar fotos dum edifício do Siza que visitou recentemente. Isto porque não põe a linha de corte entre o que um faz e o outro faz. Ele é o que eu chamo de sensato; e se queres um exemplo da postura que eu defendo como produtiva, podes tomá-lo a ele. acho que compreender o mosteiro dos jerónimos e apreciá-lo é gostar de arquitectura. isso significa que eu faço manuelino, ou que só vejo manuelino? a arquitectura do siza não é o método do siza. Com certeza não seria capaz de aplicar o método de projecto do Castillo, contudo sou capaz de admirar muito do que ele fez. é a posição de "ou estou no rebanho ou me ponho fora dele" que eu critico nesta história toda. a mim não me interessa esse tal rebanho para nada, há tanta coisa boa para conhecer porque vou estar preocupado a perceber porque o ppl se filia em gostos... agora que realmente aprecio a arquitectura do Siza, sim aprecio... já sou do rebanho? Ser livre é poder dizer que gosto do Siza sem ter problemas com isso. Também gosto do Zumthor, também gosto do Barragán, também gosto do Souto e do Távora (sim os dois, a juntar ao Siza), também gosto do César Portela e de algumas coisas do Moneo, também gosto do Herzog (já gostei mais), também do Foster e de alguns princípios do Pancho Guedes e do Tadao e da Sejima etc etc. Algum deles está na vanguarda? É arquitectura ultrapassada? n me interessa muito, é do que eu gosto de qualquer maneira eu nem imaginava que o meu comentário ia dar tanta resposta, eu estava a falar mais em geral; mas acho bem que estas coisas se falem. E já agora identifica-te lá, tira-me a curiosidade e já agora não acho que haja motivo para encerrar este tópico. O criticável aqui é que fugimos um pouco (completamente pronto:P) ao tema... de resto foi só uma troca de opiniões aberta. eu pelo menos assim o entendi.
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Cerva, Ribeira de Pena | Casa Tóló | Alvaro Leite Siza
Rui Resende replied to kaz's topic in Arquitectura
Também me deixaram o panfleto, no vidro do carro, juntamente com outro a vender um T1 manhoso pos lados de Ramalde. Já se vende arquitectura "erudita" de porta em porta. Pode acontecer que quem a construiu tivesse a intenção original de ganhar dinheiro com ela, embora pareça difícil, pode acontecer que a vida tenha dado voltas e seja preciso vender. Também pode acontecer o cliente não estar contente com o projecto, mas aí algo se passa já que o projecto terá, em princípio (se o cliente for esperto) sido discutido. De qualquer maneira gostei (lol) do texto do promotor. Aquele "obra de arte destinada à habitação" parece alguns textos que se publicam em revistas de referência, se calhar este ainda consegue ser menos pseudo poético e menos lamechas. -
Eu creio que já vi esta discussão por aqui várias vezes, parecida ou praticamente igual. Eu tenho opinião de que tudo é válido, maquetes ou 3d ou desenho. Por formação, essa mesma da faup, uso o desenho, tenho passado os meus anos académicos a tentar aprender o que tinham para me ensinar, em relação a esse temido, amaldiçoado, aterrorizador método que agora tanto mete medo a jovens gerações que temem chegar a velhos sem terem revolucionado definitivamente o destino da arquitectura mundial ou pelo menos transformarem Portugal num país com pelo menos um décimo da evolução mental do resto do planeta (ironia). Acho que, naturalmente, em todas as épocas, parte da juventude procura derrubar, rejeitar, queimar toda a herança dos mestres que ainda conhece, chama-se rebeldia, acho que outra parte da juventude aceita como dado certo sem qualquer tipo de questionamento o que vem de trás, chama-se conformismo, e depois há uma infelizmente minúscula faixa de juventude que procura questionar o que vem de traz, perceber o que faz sentido mudar, o que faz sentido incorporar, chama-se sensatez. Creio que dos conformistas não reza (muito) a história, normalmente transformam-se num tumor que só chateia na altura de tomar decisões de avanço. Os rebeldes têm o seu lugar, e vêm a produzir o que se chamam manifestos. Na prática, equivalem aos Sex Pistols, ou ao manifesto futurista do italiano que n me lembro agora do nome, ou seja. Muito barulho só para destruir, mas depois é preciso alguém fazer o trabalho delicado que exige sensibilidade e inteligência. É aí, creio, que entram os sensatos que acabam por produzir o melhor que uma época pode ter. Neste momento creio que as ideologias "de ponta" mais mediáticas transmitidas, etc. da arquitectura mundial são definidas por rebeldes, tipos que estão a produzir uma enorme quantidade de m**** (entre outros que produzem trabalho de qualidade) que no futuro terá apenas o reconhecimento de ter abalado qualquer coisa. Isto para dizer que é perigoso deixar cair conhecimento válido do passado, pelo que nunca é bom cortar completamente com ele, e aprender com quem está a acabar de percorrer o caminho que nos prompomos iniciar (falo com estudante avançado no curso) só pode ser uma mais valia. E mais do que reconhecer, é preciso compreender e aprender com as qualidades de quem é bom. Perceber uma obra do Siza (por exemplo), das boas, das muitas boas que ele sabe fazer e já fez (só falei do Siza porque parece que é o centro de todas as atenções, mesmo de quem em Portugal gostava de se chamar "van" qualquer coisa) não é entrar em nenhum rebanho. É gostar de arquitectura. Maquetes, desenho, 3d, evidentemente que tudo tem o seu lugar, a prática arquitectónica assim o diz, se todos são usados por algum motivo é. Pois, eu também diria Niemeyer, nas Curvas do Tempo provavelmente
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novo post publicado: continuar em: 7olhares - Sunset Blvd (1950)
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[Projecto] Marginal Sul: Zona da Marinha _ Espinho - CNLL
Rui Resende replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Sim eu percebo o que estás a dizer em relação a andar às "turras" com o ppl na marginal de espinho por alturas do verão. Mas quanto a isso tenho a dizer o seguinte: - essa hiper afluência de ppl da região ali acontece só porque o resto da costa (de Gaia) não consegue ter a mesma capacidade de atracção de Espinho, conhecia ppl q morava praticamente em frente a Lavadores e fazia o percurso diário até Espinho. Esse mesmo pessoal desistiu dessa maratona a partir do momento que Gaia investiu em reabilitar a sua costa, e tornou as praias frequentáveis, e aliás, desde que isso aconteceu o movimento em Espinho diminuiu consideravelmente (e ainda bem). - Mesmo assim há um ambiente mais urbano em Espinho que não se repete em nenhum ponto da costa próxima que ainda atrai bastantes pessoas, mas eu não ponho isso como um defeito da cidade, ponho isso como um defeito do território. Um edifício projectado para ser utilizado por 300 pessoas e que por motivos vários se vê obrigado a ser utilizado por 700 pode ser um edifício fantástico, sobre todos os aspectos, mas vai sempre ter problemas de funcionamento, não é culpa do projecto. - por último, apesar de este post até ter começado com uma proposta para a frente marítima de Espinho, eu não estava tanto a falar desta quando referia a qualidade que Espinho tem. A mim interessa-me muito mais o resto da cidade (sobretudo "acima" da linha de comboio, para nascente), e é essa zona da cidade que eu gosto de viver, eu nem sequer sou tanto fã de praia frequento com moderação. ah e também concordo que a costa de gaia com os passadiços, faixas de bicicleta e peões discriminadas está com uma qualidade estupenda, mas para mim é um bom sítio para se ir, se estar e correr, andar de bicicleta passear, tomar um café, etc., mas no final ir embora para onde se vive, uma zona suburbana cheia de loteamentozinhos, edifícios de 3 4 pisos e moradias unifamiliares geminadas às 2 ou 4. Em Espinho, que para todos os efeitos é uma unidade suburbana, tens uma autosuficiencia enorme, dispensas deslocações desnecessárias, podes viver a pé (eu até acho que podia ser muito melhor explorado em termos ecológicos e de "vida sem carro", mas isso é outra discussão) -
[Workshop] Arquitectura sustentável _ FAUP
Rui Resende replied to Rui Resende's topic in Arquitectura
Oki, vou tentar quanto antes tratar disso :) -
[Workshop] Arquitectura sustentável _ FAUP
Rui Resende replied to Rui Resende's topic in Arquitectura
Lol, o Helder, ele noutro dia comentou isso. Aliás, foi preciso a Ana dizer-me quem tu eras ao apontar numa foto, o que me levou a tirar a conclusão de que eu falei contigo, e com a tua amiga espanhola, sabendo tu quem eu era e sem te identificares. lol Não merecias mas eu falo com ele, a ver se ele se esqueceu de te mandar. -
[Projecto] Marginal Sul: Zona da Marinha _ Espinho - CNLL
Rui Resende replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Onde moras Dreamer? Eu também conheço bastante bem a cidade de Espinho, praticamente vivo lá. Gosto muito dela, acho que é um caso de estudo do urbanismo português completamente negligenciado ou, pior, esquecido. É um exemplo extraordinário de que como sem grandes pretensões, sem grandes meios, sem grandes gestos, se podem produzir unidades urbanas (sublinho, unidades) com uma enorme qualidade de vida, com grandes potencialidades de ser vividas utilizadas e acutalizadas, alteradas etc etc . Porque Espinho tem de facto esta flexibilidade, é uma cidade que não depende de determinados edifícios para sobreviver, e até admite (e já admitiu muito) erros claros de gestão urbanística continuando a sobreviver como unidade urbana de qualidade apesar disso. Em relação à marginal, agradava-me bastante essa proposta do arq. Lacerda, embora a que esteja de facto construída (do arquitecto Carlos Prata) não esteja mal também. no fundo tratava-se de aplicar alguma qualidade de "passeio" à frente marítima da cidade, ponto tradicional de "promenades" de locais e arredores. Por isso parece-me bem, a distinção entre faixa de peão, faixa de carros e faixa de bicicletas assim como os pontos onde as pessoas poderão descansar sentar-se apreciar as vistas, colher sombra, etc. A estrutura do que existe é em tudo idêntica à proposta do arq Lacerda. Esta tem talvez mais refinamento ao nível do desenho, mais interesse plástico e talvez, apenas talvez, mais interesse em termos de percurso pelas curvas que vai aplicando. Mas de facto é necessário algo mais que arranjo de espaço público para resolver os problemas de vida urbana que se encontram sobretudo na zona mais a sul da cidade... mas esses são também sociais antes de serem urbanos ou arquitectónicos. -
Só reparei neste tópico agora. Tenho pena de não ter respondido em "tempo útil" da vida do tópico . De qualquer maneira mais vale tarde do que nunca. Já tive contacto uma vez com a AA, e penso que isso pode interessar sobretudo ao Koolhas, já que pelos vistos vais fazer a summer school este ano. É assim, eu tenho duas amigas, que há dois anos atrás (2005) participaram na summer school. Como estiveram lá em Londres cerca de um mês eu aproveitei estadias e fui lá dar um salto, não participar mas perceber o que se fazia, o que é então essa tal Architectural Association, de que tanto se fala. O que eu achei foi: - os tipos têm de facto umas condições fabulosas, o edifício principal da escola é um edifício vitoriano muito bem tratado, muito bem adaptado às funções, com salas que valem para várias coisas. - têm de facto umas oficinas que são um espanto, em todos os níveis, para vários materiais, podes trabalhar ali a madeira, o metal, têm máquinas para isso, têm laboratórios de fotografia impecáveis, tudo do melhor. os elogios ficam-se por aqui. Não sei como funciona o curso regular de arquitectura, fama tem, já produziu arquitectos reconhecidos (e de que maneira), alguns dos quais são mesmo bons (e a qualidade nem sempre acompanha o reconhecimento. No entanto em relação ao curso de Verão e aos professores que tive oportunidade de ouvir por diversas vezes, alguns dos quais até conversar, devo dizer que a minha desilusão passou abaixo do chão. Não achei que houvesse o mínimo de utilidade, em termos de aprendizagem arquitectónica, no que se passou ali naquele ano. Pode ter sido das pessoas com quem contactei especificamente, pode ter sido daquele ano específico, ou pode simplesmente ter sido impressão minha . Certo é que de facto não consegui achar grande interesse no que foi feito, muito embora achasse piada a reconhecer métodos novos de aprendizagem, abordagens completamente estranhas para mim. Mas Londres é uma cidade fantástica, e mal nunca fará uma experiência dessas. Para mim não vale o dinheiro (até porque agregados à propina do curso de verão tens de pagar a vida numa das cidades mais caras do mundo...).
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yep, eu também gosto mesmo muito, acho que o Medem é um mestre, é dos melhores neste momento, e aqui escolheu muito bem o pessoal todo. Acho notável o filme também.
