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Gonçalo Cardoso Dias

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  1. Como ja tive oportunidade de dizer antes não tenho aqui no bolso uma solução para ti, para tal precisava de estudar o caso. Porém não vou dizer que é impossivel antes de primeiro tentar. Bom digamos que eu naquela altura não pensava muito no futuro, pelo menos acho eu que quando nascemos não nos preocupamos muito no futuro, nem com modas, e muito menos com o avaliar da vivência do espaço. Mas eu admito que nem sempre tive estas preocupações, e que para grande pena minha na universidade ninguem ligava nenhuma a estas questões, entretanto diversos motivos levaram-me a estudar esta questão, e como é obvio tento fazer com que outros pensem nela.
  2. Vamos la ver uma coisa. Ninguem se está a iludir a dizer que é possivel atender as necessidades de todos num projecto, porém ha medidas a tomar para que esse projecto fique acessivel ao máximo número possivel de pessoas. Vê o conceito de Universal Design. Um arquitecto que tente incutir esses principios nos seus projectos é egoista? Primeira coisa a perceber é que esta é uma questão transversal as questões socio-culturais. Seja uma pessoa católica ou hindu, de raça cigana, africana, ou caucasiana, mais cedo ou mais tarde vai ter a sua mobilidade condicionada. Portanto a nivel urbanistico é um erro projectar de modo a excluir as pessoas com mobilidade condicionada, porque, apesar de se notar mais ao nivel da população com mobilidade reduzida, em ultima análise estás a excluir todos. Eu não me oponho ao conceito de teres uma habitação que se vá adaptando às necessidades do utilizador, alias acho esse excercicio muito util. Agora, haja coerência e não vamos criar ou potenciar necessidades futuras que já sabemos que vão existir. Epa sim, garantir à partida que qualquer adaptação possa ser realizada a qualquer altura é bestial, porém continuo-o sem perceber o que ganhas em criar situações que vais ter de adaptar mais cedo ou mais tarde quando não existe necessidade disso.
  3. Repara que esta questão do projectar para todos é tão pretenciosa como as novas formas de habitar. Talvez isto seja uma questão de opinião, mas até por definição se queres projectar para todos essa será a solução menos egoista, porque não estás a excluir ninguem. Enquanto que de outra forma estarás sempre a excluir alguem. As realidades socio-culturais e vivências dos diferentes povos são um ponto importante, mas explica-me lá onde é que isso vai chocar com a intenção de remover barreiras arquitectónicas? Por isso é que existem arquitectos, urbanistas, planeadores urbanos, etc., que tem por missão encontrar maneiras de diminuir as barreiras arquitectónicas. Porém o que eu tentei até agora transmitir foi que resolver as questões do passado ja é complicado portanto convem não aumentar o numero de situações para resolver no futuro. Concordo, porém ha determinadas adaptações (por exemplo o caso dos degraus neste projecto) que não percebo o que se ganha que justifique o custo da adaptação no futuro, quando a questão poderia nem existir.
  4. Eu não estava propriamente aqui a discutir a questão da legalidade ou não dos 3 degraus, queria era dar-te exemplos de diversas restrições existentes, não sendo por causa delas que todos os projectos são iguais, tal como dirias que eventualmente iria acontecer se todos tivessem em conta estas questões da mobilidade condicionada. Tenho duas questões para ti: Porque é que projectar para todos pode roçar o pretenciosismo? Para ti o que é levar ao extremo as preocupações com a mobilidade? Concordo contigo, porém eu acho que ainda se pode ir mais longe, acho que se tem de projectar algo que responda satisfatóriamente às necessidades dos utilizadores o máximo tempo possivel.
  5. Dai eu ter dito que a comunicação entre arquitecto e cliente era extremamente importante, a partir dai depende da sensibilidade do arquitecto atender ou não aos pedidos do cliente, e esse atender ao pedido não pode ser apenas sim ou não, tem que ter uma justificação fundamentada, sólida e forte, de modo a que o cliente compreenda porque razão é que tu estás a levar as coisas para um lado e não para o outro. Obviamente que 90% das vezes vais tentar agradar aos pedidos do teu cliente, mas agora pergunto-te eu... Se tiveres um cliente que quer que tu projectes algo que tu sabes que não deve ser como ele quer, tu vais faze-lo?
  6. Nota-se que o rapazinho picou-se bastante, porém eu acho que não foi ofensivo. 8ainda não pelo menos)
  7. Epa que comentários tão uteis que vocês fizeram a esta questão... Bom não sei se ha alguem no forum que te possa ajudar nesta questão, eu não sou utilizador de ArchiCAD portanto também não te posso ajudar, posso é direcionar-te para este forum da graphisoft onde em principio podes por as tuas duvidas.
  8. Bom lá vem outra vez as pessoas portadoras de deficiência... Apesar do meu esforço para não as por na conversa. Que as pessoas portadoras de deficiência tem problemas com mobilidade já todos nós sabemos, mas como são uma minoria, ha a tal tendencia de exclusão, isto é triste mas é verdade. Por favor concentrem-se no facto de que o grupo de pessoas com mobilidade condicionada é bem maior do que as pessoas portadoras de deficiência. Ricardo para isso existem Ajudas Técnicas tens ai um catalogo (mais ou menos actualizado...) que pode providenciar-te algumas soluções, entre as quais placas elevatórias, que não necessitam de tanta manutenção como um elevador nem são tão caras. E depois eu não sei se era possivel ou não fazer uma habitação totalmente acessivel a um deficiente motor num lote com 100 m2, para saber era necessário que fizesse um estudo nesse sentido. Eu ja admiti que não podes resolver todos os problemas de mobilidade, agora convem é não criar mais problemas de mobilidade e ir resolvendo o que se pode. Mais uma vez digo, vejam o caso de S. Francisco, tal como Lisboa, está implantada num terreno acidentado, nem tudo está acessivel, porém tem-se desenvolvido um esforço grande para alterar essa situação e estão a ser conseguidos bons resultados. Essa da escolha do utilizador é uma desculpa engraçada, afinal quem é o especialista aqui, tu ou o utilizador? Não és tu que enquanto especialista tens de "fazer" o mercado? obviamente que é necessario existir uma grande comunicação entre o arquitecto e os utilizadores, até para o arquitecto poder saber o que pretendem e se o que pretendem vai contra os seus interesses ou não. Esta linha de pensamento faz-me pensar noutra discussão, o controversial 73/73. Se é para os utilizadores fazerem o que bem querem e entendem para que precisamos nós ter exclusividade para assinar projectos? Ou então... pela tua lógica de pensamento, uma das coisas que é mais feia nas cidades, aqueles remendos mal amanhados a que chamamos marquizes fechadas são perfeitamente legitimos (e atreveria-me a dizer que se recomendariam), porque? porque o utilizador fez uma escolha.
  9. GRANDE GRANDE video. até fiquei com tosse de tanto rir :)
  10. Parece-me que estás com alguns problemas de decisão, ou projectas só para alguns ou então projectas para todos. Essa tal diversidade de que falas não se perde. Só se perderia se todos os projectos viessem da mesma origem, que eventualmente iria ficar sem ideias (vê o caso Frank Ghery que ja anda a repetir a formula guggenheim por todo o lado). Olha é um pouco como a FAUP, lá sofrem uma influência incrivelmente grande do Siza, é por causa disso que os projectos de lá saiem todos iguais? É por causa disso que fazem coisas piores? A monotonia urbana é um tema muito interessante, sugiro que leias um livro de uma senhor norte-americana chamada Jane Jacobs, morte e vida das grandes cidades (o Andre Moraes ja tinha falado nele noutro topico), mas para mim é mais perigoso uma cidade que exclua parte da sua população do que uma cidade que a acolha e a encorage a sair para a rua e usufrui-la. Eu até concordo contigo que uma cidade precisa de diversidade, de surpresa, mas para mim isto é um pouco como o regulamento de segurança contra incêndios, é necessário dar condições de segurança tal como de mobilidade e de acessibilidade e tem que ser para todos. Tal como este, há inumeros outros regulamentos, tens um inclusivé chamado RGEU, passa-te pela cabeça não respeitar o RGEU? É por causa do RGEU que todos os projectos são iguais? Para mim esta conversa ja evolui e deixou para tras o projecto em causa, mas voltando a ele... O projecto pretendia ter essa riqueza, pessoalemente acho que poderia ter sido melhor representada mas são escolhas de apresentação do projecto, portanto nem me meto nisso. Isso da abulição mais tarde é muito complicado, tens ai um gasto descomunal de dinheiro, o que para um casal que esteja a espera de criança ou que ja tenha crianças é um factor extremamente importante, e em ultimo caso da maneira como o projecto está feito precisarias sempre dos degraus para entrares em casa. Eu adoro esses carros, curiosamente a capacidade de trocar os paineis nunca me seduziu muito, até porque tens sempre o problema de combinar o exterior com os interiores, para alem do problema preço. Mudar aquelas peças não é propriamente a coisa mais economica desta terra, viva a companhia da estrelinha... Até hoje acho que não conheço ninguem que muda-se os paineis do seu Sm@rt, até porque como é um carro de paixão, acabamos por gostar dele exactamente como vem de fabrica.
  11. Ao nivel urbano há de facto a problemática dos grandes desniveis e da caracterização das cidades, a solução principal para isso chama-se planeamento urbano. Vê por exemplo o caso de S. Francisco. Há pessoas que não ligam a isso, mas tu enquanto arquitecto (ainda por cima quando não tens um cliente) tens de pensar nisso. Como tu próprio dizes não podemos projectar so para alguns, portanto é melhor ter uma atitude aberta e projectar para todos. Bom no centro da cidade teres lotes de terreno para fazeres moradias é coisa rara. Mas mesmo que optes por fazer uma habitação com vários pisos neste momento tens opções, que não são assim tão caras, que te permitem ultrapassar os problemas de mobilidade, porém não achas que enquanto arquitecto não é o teu trabalho encontrar soluções? E que a situação ideal nem sempre é possivel eu sei perfeitamente, porém quando está a projectar algo completamente novo, achas que não é possivel?
  12. Sim, eu sei disso. Eu estava a falar do sentido mais geral e não propriamente deste decreto-lei. Repara que bastava o decreto-lei dizer que entrava em vigor na semana seguinte a sua publicação para tu não o conheceres e ele ja estar em vigor. Porém isto não passa de um caso imaginário portanto não é relevante.
  13. Epa e com Toshiba cuidado... pelo que fui assistindo até hoje a assistencia técnica deles não é grande coisa.
  14. Para mim a lesgislação pecava por omitir as habitações. A partir de Fevereiro de 2007 vão ter um periodo de 10 anos para passarem a cumprir a legislação. Mas agora pergunto-te eu... Quando estas a projectar queres atingir determinados niveis de conforto e estética, porque? Por causa da lesgislação? Bom eu não quero abolir as escadas. Acho que são uma ferramenta, porém, devido à sua natureza, por vezes acabam por funcionar como barreiras arquitectónicas, portanto deve-se ponderar bem antes da sua utilização. Obrigado por teres respondido Pedro não sei se sou ja um expert sobre o assunto, mas estou a esforçar-me ao máximo para isso. Bom... Esta nova legislação vem tapar algumas lacunas do 123/97. Da leitura que fiz até agora dela, acho-a por vezes um pouco confusa, porque tens de estar sempre a saltar de um lado para o outro para teres toda a informação que necessitas sobre um determinado assunto, porém no final acaba por ser uma coisa boa porque tentam responder a todas as situações posiveis. Até agora acho que o maior desafio desta nova lei vai ser a sua aplicação. A meu ver foi o maior problema do 123/97, que na maioria das vezes era a ferramenta utilizada pelas entidades quando queria chatear alguem.. Pois mas se o teu projecto voltasse para trás, alegares desconhecimento da lei, não te ia safar a situação... Começa com "É recomendável que não existam degraus" mas para mim as palavras que fazem toda a diferença é "não for possivel". Achas mesmo que não era possivel? Dreamer, mas para quem é que tu projectas? só para os conservadores? ou só para os progressistas? Não te esqueças que testes em Arquitectura saiem demasiado caros para serem feitos de animo leve e sem pensar e fundamentar muito bem as escolhas. Repara eu não contesto que tens de projectar para um publico alvo, agora... há determinadas permissas que se mantem iguais. Que eu saiba todos nós corremos o risco de nos lesionarmos ou termos alguma doença incapacitante, todos nós vamos envelhecer, e enquanto és jovens ainda põens a hipotese de te mudares, mas quando atinges determinadas idades ja não estas para isso por várias razões, a não ser que nos nos tornemosno superhomem todos nós numa altura ou noutra da nossa vida vamos ter a nossa mobilidade condicionada. Para mim isto é uma questão de progresso ou conformismo, é uma questão se senso comum.
  15. Pois então pela tua lógica o melhor a fazer é retirar toda a legislação de protecção e apoio às mulheres grávidas, afinal só estão grávidas 9 meses, portanto não interessa. Mais uma vez repito. Eu nem falei das pessoas portadoras de deficiência, vocês é que começaram a falar. Até agora a unica pessoa que está a falar sem argumentos és tu. Quem faltou aqui ao respeito a alguem foste tu. E bocas foleiras quem as começou a mandar? foste tu outra vez. O Ricardo resolveu partilhar o trabalho dele com o forum, ja sabia à partida que ia haver reacções, boas ou más. Eu resolvi criticar o que achei que poderia ser alterado ou concebido de forma diferente, tentei faze-lo de uma forma cortês e construtiva. Que eu saiba ele não ficou chateado comigo, nem armou o escandalo que tu resolveste armar. Eu não digo que tenho razão absoluta. Agora apresentem-me argumentos que contra-digam os meus, tu até agora falhaste redondamente nessa tarefa. O problema é que eu não estou a falar de ricos e de pobres, das pessoas normais ou das pessoas portadoras de deficiência, estou a falar de mobilidade condicionada, algo que afecta TODOS. Ricardo acredita que ao fincar pé nisto não é por ser do contra ou por ter algo contra o teu projecto em particular, é mesmo o gostar particularmente de toda a questão aqui levantada. Vamos la ver uma coisa ou queres fazer um modulo de habitação que permita o crescimento familiar, e ai vais contar com as mulheres gravidas e crianças, ou não queres. Como é que ficamos? Mas ja que queres falar de números, sabes qual vai ser a percentagem de população idosa portuguesa em 2050? Um pouco menos de 32%. Em 2004 era um pouco menos de 17%. São números da EuroStat. Notas aqui um crescimento que justifique as preocupações que te enumerei? Eu noto. Sabes que tipo de projectos gosto? De projectos simples, sem pretensões pomposas, e em que as coisas estão pensadas e justificadas com argumentos sólidos. Por alguma razão conheço muitos casos de pessoas que moram em Duplex que estão a vender as casas e mudarem-se para habitações sem degraus, chama-se conforto. Vai la ver a percentagem de Duplex e Triplex que estão a ser feitos hoje em dia e depois vai ver a percentagem de casas de 1 só piso. Será moda? Será exigencia das pessoas que compram as casas? Seguindo o teu argumento, se não apresentas a hipotese sem as escadas também ninguem sabe que é uma opção "escolhivel"...
  16. 1º - Para quê a rampa? bastava ficar tudo ao mesmo nivel. Para quê complicar o que é simples? 2º - Para ti até podia ser de 6 a 8 % dependendo do comprimento e do desnivel a vencer pela rampa. 3º - Vai dar uma curva.
  17. Mas o que é assim de tão inovador na forma de habitar, que ele tenha apresentado com esta proposta? e será que os prós dessa inovação vão superar os contras? Eu de inovador não acho que haja nada na questão dos degraus. Mas vamos assumir que sim e não ha nada tão inovador desde o pão com manteigua. Os pros, a arrumação de camas, não compensam os contras, cortar a mobilidade dentro da casa. Mas ja agora sugiro que investigues um pouco esta questão de arrumação de camas, vais ver que ja existem várias soluções, inclusivé arrumando-as por baixo de outras camas, ou seja o mesmo principio dos degraus, e vai ver porque é que não são mais adoptadas. Quanto à qualidade espacial, mais uma vez não percebo o que é que os degraus vem acrescentar, a meu ver so pioram, visto que um dos factores mais importantes da tal qualidade espacial é a mobilidade e segurança nesse espaço. Não basta pensar em coisas bonitas e justificar tudo com a bela poética do espaço, esse é apenas um factor da arquitectura. Então e a parte prática? E a vivência do espaço? É a função que se submete à forma ou o contrário? E quanto à minha preocupação... não é vender apartamentos ou modulos habitacionais, ou a rentabilidade deles, se fosse por ai os meus argumentos seriam diferentes, como por exemplo a escolha dos materiais de construção e a sua aceitação pelo publico geral. Como viste até agora nunca fui por ai, e não é por ai que eu quero ir. Repara que a minha grande preocupação até agora foi provar que quando se projecta um modulo habitacional não tens um cliente tipo, portanto tens de conseguir dar condições de conforto e qualidade de vida ao maior grupo de pessoas possivel. Pois... mas, como em todo o lado, há os que falam sem pensar e depois há os outros.
  18. 1º- Não acho que o desnivel acrescente assim tanto quanto isso. Mas isto é mais uma questão de gosto pessoal que outra coisa. 2º- A grande razão pela qual eu estou a dizer estas coisas é que estamos a falar de um modulo habitacional, ou seja, algo que vai ser repetido e não tem um cliente definido. 3º- Repara que eu até me dei ao trabalho de dizer que já nem ia trazer para a discussão as pessoas portadoras de deficiência e até dei o exemplo de crianças (uma casa que esteja pensada para a expansão familiar e depois não me encoraja a segurança infantil para mim é um obvio falhanço), dei o exemplo de mulheres gravidas, que quanto menos esforço tiverem que fazer melhor (não estou a dizer que não podem ou não conseguem, mas se puder ser evitado acho que é melhor), mas posso dar mais exemplos, uma pessoa com um pé partido, uma pessoa que tenha de carregar pesos (como sacos de compras), idosos, etc. Assim de repente parece-me um grupo demasiado grande de gente a ser afectada por uma mera opção estética, que, pela sua natureza estética, pode ser discutida e rebatida. 4º- Indo agora para o grupo de pessoas portadoras de deficiência. Claro que não me passa pela cabeça ter todas as habitações neste pais adaptadas para as pessoas portadoras de deficiência, como tu dizes cada caso é um caso e precisa de ajudas técnicas diferentes. Agora não achas que se devia fazer um esforço de inclusão? Não achas que seria melhor em vez de ter a atitude de "ah a pessoa com a cadeira de rodas não consegue mover-se pela casa, bom paciência também não se pode ter tudo adaptado", ter antes a atitude inversa? "Bom não da para ter tudo adaptado, mas ao menos a cadeira de rodas ja consegue andar pela casa". Por este tipo de atitude de negação de um problema existente é que tens muita gente, mas mesmo muita, enclausurada em casa, porque não tem condições fisicas para o poder fazer.
  19. O que eu acho graça é como tu consegues ler no que escrevi que tava a criticar o ele ter utilizado escadas para fazer um duplex, das duas uma, ou não leste de todo o que escrevi, ou só leste o que te interessou. O que eu disse é que não percebo pk raio é que ele utilizou aqueles 2 degraus entre a zona da sala e a zona de cozinha. Entretanto ele ja me explicou e mesmo assim eu não achei que fosse uma explicação que justifica-se mas ei no final das contas o que interessa é o que o professor que o vai avaliar acha, portanto fica apenas como uma critica que ele se quizer pensa nele se não quizer não pensa. Mas se quizeres critico o facto de ele ter concebido apartamentos duplex para algo que seria uma habitação tipo, e para não te dar muito trabalho continuo-o a usar exactamente o mesmo argumento. (diga-se de passagem que eu na minah primeira resposta nem queria entrar por aqui, mas pronto ja que queres...) Quando estás a fazer um modulo tipo convem abranger o máximo de utilizadores possivel de modo a conseguires abranger o maximo de clientes que conseguires. Ora, parece-me, posso estar enganado, que ao colocares barreiras arquitectonicas como escadas estás a excluir um grupo grande de potênciais clientes. E já agora, não sei se moras, ou alguma vez moraste, num duplex, eu moro, e acredita que é uma grande seca porque acabas por ter a tua casa sempre dividida ao meio. Agora indo à questão das gravidas. Mais uma vez eu posso estar enganado, mas quando eu estou a conceber um modulo habitacional, ainda por cima que necessita a possibilidade de expansão, portanto vai de certeza ter uma ocupante grávida, uma das coisas que tenho a mania de pensar é no conforto que a pessoa vai ter quando ocupar a casa. Eu não estou a chamar às gravidas de doente, e muito menos de incapacitada, mas acho que será mais confortável se a mulher gravida que habite aquela casa, não tenha degrauzinhos a meio da sala porque sim e fica bem.
  20. hehe... estou a falar do aspecto... não deve durar muito o acabamento original, concerteza ficarão cheios de riscos e sujos muito mais facilmente... Epa depende do tratamento que levam. Mas os Apple que eu tenho visto assim mais velhinhos continuam impecáveis, apesar de em certos casos ter-lhes acontecido coisas como levar com os transformadores em cima pk o dono resolveu atira-lo para cima da cama (onde por coincidência estava o portátil). Claro que nestas coisas o problema esta no cuidado que as pessoas tem com os seus computadores...
  21. aldrabar? bom se chamasescolher bem os angulos, e outros truques destes, em que só se vê o que interessa, aldrabar, então não conheço nenhuma imagem que não aldrabe.
  22. Eu também sou defensor do lapis, mas ha umas canetas da Faber-Castell (em que tens várias cores, desde preto a sépia) que acabampor funcionar tipo pincel, e ai ja consegues várias espessuras...
  23. Só se não souberes trabalha-las ;P E ja agora esta conversa está muito proxima à conversa deste topico
  24. sim, mas ha maneiras de tratar disso...
  25. Compreendo a tua intenção, mas... Se estás a fazer um modulo de habitação então interessa faze-lo de modo a que abranger o máximo número possivel de utilizadores, de modo a teres mais compradores. Ao inserires assim degraus estas a excluir o grupo de mobilidade reduzida, repara que não estou a limitar esta questão ao grupo de pessoas portadoras de deficiência. Uma das tuas intenções é a possibilidade de expansão da habitação conforme as necessidades dos utilizadores vão evoluindo, até utilizaste o exemplo do casal que tem filhos e constroi a expansão. A utilização dos degraus para diferênciar zonas da casa vai colocar outras questões como por exemplo a segurança infantil (miudos e degraus raramente é boa ideia), a questão do tempo enquanto a mulher está gravida ter que andar a subir e a descer degraus desnecessários, etc. Por isto acho que este é daqueles casos em que os degraus são perfeitamente desnecessários e até a evitar.
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