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Argos

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  1. se assim fosse nao poderiamos ter obras assinadas por arquitectos Americanos ou Japoneses em Portugal, assim como todos os projectos executados por um estudante num atelier sao ja "roubados" em relacao a autoria pelo arquitecto que assina. por ultimo, devo dizer que nestas situacoes acho melhor falar em colaboracao...
  2. Oh Ark, de certo que todos sabemos que voce nao e o unico com esta opiniao, mas como profissional nao lhe fica muito bem responder assim, nao dignifica em nada a classe, e nao ajuda nada na educacao dos clientes. por outro lado, sim, parece que os Arquitectos teem de aprender a escrever contractos e exigir a cumprimento dos mesmos. ainda como opinia final, e altura de a ordem se assumir como mediadora nestes casos para para que se poupo os tempos dos tribunais.
  3. ho Pedro, autoria e tecnico responsavel sao duas coisas bem difrentes...
  4. o Lochado, desculpe la mas por muito boa vontade que se tenha nao se consegue ler nada....
  5. Ha uma coisa que me spreende imenso, a a falta de cadeiras de desenho neste cursos, nao compreendo como e que se forma um arquitecto sem lhe ensinar desenho, embora saiba aqui eles continuam a apostar muito no desenho a mao durante o curso. e agora para ser mauzinho, vai la planificar um projecto da Zaha... :rolleyes:
  6. Iago, acho que me entendeste ao contrario, eu sou a favor de um curso mais humano que tecnico...
  7. nao, um apartamento pode ser um fogo, mas um fogo pode nao ser um apartamento...
  8. um colega meu que nao tem formacao alguma em arquitectura (embora tenha trabalhado toda a vida em atelier) vai comecar o cursos dele numa universidade local (nao e bem local, mas sim fica no reino unido) atendendo ao seu portfolio e a sua experiencia na area, ele tera opurtunidade de fazer a licenciatura de 3 anos indo apenas um dia por semana as aulas O_o. o que mais me espantou, foi a estrutura do curso, depois de dar uma olhadela na estrutura desta formacao, fui ver a estrutura de um curso espanhol, e para espanto meu, parece que as universidades portuguesas sao as unicas a dar uma importancia real a Historia de arte, antropologia do espaco, geografia e urbanismo. olho para os "subjects" deles, e fico parvo, mas que e que eles andam para la a fazer?
  9. peco desculpa, o material e polipropileno alveolar, mas existe tambem o policarbonato que me parece mais apropriado a construcao, nos ultimos anos teem aparecido varios materias plasticos com muito bom comportamento termico devido ao facto de serem alveolares. acho que os plasticos do Sado teem ambos, procure no www.construlink.com que vai encontrar muitas coisas,
  10. JVS, do centro de Toledo ao centro de Madrid sao 90 KM, isso e o mesmo que ir de Setubal a Sintra todos os dias, e ha muita gente a faze-lo. Se e bom e salutar? bem, isso e outra questao...
  11. miosogeno, essa foi baixa e despropositada, e como quem diz, como nao sei o que dizer, mando uns bitates ao desenho que nao foi feito para arquitecto ver, sim porque arquitecto que e arquitecto nao tem que explicar o projecto a nimguem.
  12. isso e muito pouca informacao pa...
  13. qualquer capital Europeia ja ocupa demasiado territorio (talvez a parte de alguma cidade no leste da Europa). eu nao estou a dizer que todos os posto de trabalho se concentram no centro, mas isso e uma realidade que nos assiste. acho que nao compreendeste que pior que a ter arranha ceus no centro, e nao ter pessoas a viver no centro, eu defendo os arranha ceus para Lisboa porque acho que ha demasiada construcao que devia de ser habitacao e e escritorios. se procurares nostros threads deste forum vais encontrar no que e que baseio a minha opiniao, e sim defendo uma malha urbana com um limite bem definido, e acho que se alguem quer construir fora da malha urbana deve de arcar com todos os custos de infraestruturas para tal, esgotos, comunicacoes electricidade e afins, e mais, acho um desperdicio de dinheiro levar agua e electricidade a qualquer local com menos de 500 habitantes que nao ofereca uma desidade populacional aceitavel
  14. Joel, nao achas que o homem ja ocupa demasiado territorio no planeta? as acessos viarios estao feitos, o problema esta na falta de acessos ferroviarios (nomeadamente Metro), e nas pessoas viverem a 30 e a 50 kilometros do local de trabalho, quando poderiam viver a 5 ou a 10, parte da solucao nao esta em fazer mais tranportes, ms sim em tornar sustentavel o viver na cidade. eu vivo numa cidade despersa, que tem provavelmente os transportes mais caros do mundo, simplesmente porque se entende que a sustentabilidade da cidade passa por cobrar o valor justo pelas viagens. Aqui as pessoas pensam duas vezes antes de comprar uma casa longe do local de trabalho, um passe para que vivam a 20 Km do centro pode significar 300 Euros, o que X 2 pode ser muito significativo num orcamento familiar (mesmo aqui). existe vida urbana? existe sim senhore, mas tal como em Portugal esta so atinge alguns (os que podem pagar).
  15. nao se esquecam que um licenciado em Arquitectura nao tem de obrigatoriamente fazer arquitectura, ha muitas saidas profissionais para este curso, ainda que nos insistamos em ser arquitectos. mas Gupyna, metade dos tipos sobre quem les nas revistas, sao tal e qual isso, os verdadeiros Arquitectos estao sempre no Background, e isso tamebma contece com uns poucos dos portugueses Por ultimo, muito honestamente, a porcaria da media de fim de curso nao vale de nada, basta dizer que niguem tira a mesma nota com professores difrentes (ainda que com os mesmos trabalhos), chegamos ao comulo de professores difrentes dizerem que quem passa-se com um nao passaria como outro... o que significa que a unica forma de um aluno passar e precisamente colar-se, imitar e prostituir-se aos caprichos de um professor. Ha professores que ate so veem a arquitectura atraves da referencia de alguem. depois, e a julgar pelo meu curso, a obcecao por projecto e tal, que a maioria doa alunos piora a sua prestacao as outras cadeiras por causa de projecto (nao e que eu me possa queixar muito). e depois, nao ha nada mais importante que os primeiros anos de trabalho, sim eu preferi ficar 2 anos a ganhar o ordenado minimo mas a trabalhar num atelier, do que ir para uma camara e perder um ano da minha vida.
  16. Miguel, existe uma opcao editar em cada no canto inferior direto da caixa do seu comentario (o do meio).
  17. para falar a verdade, o facto de estarmos aqui a falar ja nos tira de alguma forma desse contexto...
  18. o material dependera muito do contexto, se bem que acho que umas placas de propileno alveolar poderiam resolver o assunto, mas relembro que uma escolha tera de passar por uma analise da estetica do edificado.
  19. nao digo que seja uma questao do momento, mas quando entrei falava-se bastante do factor C para entrar nas Universidades Publicas, mas nesse ponto nao havia uma prova de aptidao (que eu acho que deveria de ser obrigatoria) e tinhas de ter uma media minima de 17.5 patra entrar numa publica. Eu fui um daqueles que nao tendo trabalho decente em Portugal, resolvi sair do pais, e para meu espanto cheguei aqui, e percebi que no geral a nossa formacao nao e nada ma, e que a unica lacuna do meu curso, foi (para meu grande espanto) foi falta de ensino sobre gestao de projectos. nao me parece que se deva de privar alguem da formacao, mas parece que sim devemos de procurar solucoes e expansao para o exterior, A holanda e o unic pais da Europa que exporta arquitectura em massa, e pergunto-me porque e que nos que somos actualmente uma das maiores referencias de arquitectura da europa, nao conseguimos exporta-la mais.
  20. E se fossemos a contar os que entraram nas publicas a custa de favores, bahahahahaha :rolleyes:
  21. Joel, acho que nao compreendes o que eu quero dizer, o preco da dispersao (ainda que organizada e demasidado grande, tanto financeiramente como socialmente. Este tipo de problema nao se resolve de um momento para o outro, num estado democratico leva geracoes a resolver a nao ser que tenhas um terramoto, a que defenir muito bem em Lisboa quais os edificios/apartamentos que poderao albergar servicos. e se for preciso promover nova construcao para o efeito. a unica forma que vejo de resolver tal questao e precisamente inverter a tendencia de crescimento em mancha, e voltar a ter pessoas a viver no centro da cidade. ha que analizar os Secondarie Business Distrects, e promovelos como locais que albergam negocios e servicos, interligando-os, defenir bem os locais para nova construcao e impor minimos de servicos para cada expansao da cidade, a comecar pelos trasnportes. desta forma os loteamentos deveriam de ser feitos nao apenas por m2 mas tambem por quantas pessoas sao esperadas para habitar, impondo um minimo de habitantes por loteamento/urbanizacao, que inclua a construcao dos servicos necessarios (inclusive transportes). A unica forma de despromover o continuo crescimento em mancha, sera a imposicao de uma taxa de circulacao para a cidade, levando a desvalorizacao comercial do edificado fora da malha urbana e do alcance de tranportes.
  22. Joel, o resultado da dispesao sao os nossos "lindos" suburbios, exprimenta ir ao Castelo de Palmela e olhar para a paisagem e acho que vais perceber o que eu quero dizer, a dispersao, e desordenmento territorial sao muito piores que a concentracao de pessoas, nao promovem vida urbana, e promovem ums desocilaizacao das pessoas. acredito que quantos mais edificios de escritorias tivermos no centro, mais aopartamentos para habitcao estarao vagos, e que assim se volte a reabitar Lisboa. muito honestamente nao olho com muitos bos olhos o facto de certas empresas se moverem para a perifria, porque basicamente marginalizam quem nao tem automovel, levam os empregados a viver por vezes a 100 Km de distancia e a gastar 300 euros em combustivel por mes. (e depois ainda dizem que a cidade e que polui) quanto a Lisboa, estas errado JVS, Lisboa concelho tem cerca de 700 00 habitantes, a AML tem cerca de 3 000 000, Sintra e o segundo concelho mais populoso do pais com serca de 400 000,e Amdora e Odivelas teem a maior concentracao de pessoa por KM2.
  23. meus senhores, ainda que sejamos arquitectos em demasia, devo dizer que espero que isto traga mais valias do que desgostos para o pais, primeiro porque se vai ganhar alguma consciencia arquitectonica, depois porque espero que venhamos a ter mais umas estrelas na cena interncional, so falta que as nossas contrutoras que se comecam a estender para o exterior comecem a dar trabalho aos Arquitectos, nao como designers mas como fiscais, gestores de projecto e afins (sim porque isto do design vai ser so para alguns)
  24. continuo a nao achar que o numero de arquitectos seja excessivo em Portugal, mas sim que a sua solicitacao e a sua posicao no mercado de trabalho (em grande parte devido a idade) e que sao factores que formam desemprego. por outro lado, nao esquecer, que enquanto a numero de arquitectos esta a eliminar a profissao de desenhador, noutros paises existem centenas ou mesmo milhares de pessoa nao qualificadas a exercer... e acreditem que existem....
  25. Nuno, ao que parece o sistema esta em uso para aquecimento de aguas a cerca de 4 anos, aqui na inglaterra.... mas nao sei pormenores...
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