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JVS

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  1. O Lugar eh inspirador e ateh agora nenhum dos projectos explora o Lugar e a Envolvente. Nenhum "diz": Eu pertenco a este Lugar. Sao todos inadequados. O Governo do Rio de Janeiro ou do Brail podia ter uma atitude semelhante ao do Governo de Berlim. Nenhum serve.
  2. Bom Trabalho. Parabens.
  3. Michael Graves Interview Architechnophilia recently interviewed renowned architect and designer Michael Graves who has partnered with [yellow tail]wines. We spoke about architecture, Post Modernism, sustainability and wine. Firstly, when did you make that initial step into product design? For me, it started back in college. I designed every piece of furniture in my apartment. At that time, it probably wasn’t anything more than orange crates but I was proud of that work. That passion continued for me and never stopped. Do you think architects approach product design differently than those formally trained in industrial design? I’ve always considered myself a general practitioner. We are entering an era of specialization and I’ve always thought it was best to be well-versed in a number of areas. In the past architects designed not only the buildings but most everything in them. Where did you find the inspiration for product design, and importantly for the wine glasses? The inspiration usually starts when a client brings us the project. We find that most clients have a passion and excitement for their work and we feed off that. And the process goes from there. For this new set of limited-edition [yellow tail] glasses that celebrate their wine[tails] recipe collection, we looked for inspiration to what the brand represented: fun, unpretentious – they aim to make wine accessible to all. When the [yellow tail] people and our team sat down together, it was apparent that they had really turned the wine industry on its head. So, we had some fun with that. The design of the glasses is based on a traditional cocktail glass but flipped on its head to showcase the fun and ‘unpretentiousness’ of a wine[tails] cocktail. Each glass is designed to provide the illusion of an inverted bottle within an individual glass shape. Do you think as a culture we have moved into a new mode of ornamentation? Functionality should never be lost in design. Ornamentation is important, but it should never be the sole purpose. It should fit within the functionality of sound design. What are your thoughts on attempting to unite form & ornament in product design? They complement each other well. We are in a minimalist society, where it’s often said that “less is more.” Well, sometimes “more is more.” So, ornament does play an important role, as long it complements the function. Your products although ergonomic typically have a playful twist to it, can we expect the same with your proposals for Yellow Tail? The [yellow tail] brand demands it. The brand is so playful and fun, that you can’t deliver a good design if it doesn’t capture those qualities. The actual project assignment was to create glasses for a program they have called wine[tails] – which pretty much break the rules of wine by telling people it’s okay to mix wine with other ingredients to create flavorful cocktail drinks. It flips wine on its head, so to speak. What is the role of sustainability in design - be it architecture or housewares? While it has become a buzzword, sustainability for us is a "big picture" proposition. We are the stewards of our planet and we owe it to ourselves and future generations to preserve and enhance (not just sustain!) our natural resources. Our architectural practice belongs to the U.S. Green Building Council and we incorporate sustainable and energy-efficient features in our buildings as a matter of course. For example, in a planning or architecture project, we look at how to balance built and open space, what materials are used, how the air quality affects the wellness of the inhabitants, how water is recycled, and so on. Why did post-modernism sound so good but unable to survive critical perception? Post-modernism initially was a reaction to the abstract nature of commercial modernism that was prevalent in the middle of the 20th century, which many found alienating. I coined the phrase "figurative architecture" (and by extension "figurative design") to refer to a way of working that allowed the use of both the traditional and familiar language of forms (and color) and the lessons of modern composition to be part of our work. It was around that time that I was referred to as a post-modernist. I still think that is a valid way of thinking. However, because people associated post-modernism with particular forms and colors, it was regarded as a style rather than a way of working. Like Art Deco, I suppose. Once those forms and colors were imitated throughout commercial architecture, like the abstract commercial modernism that preceded it, it became hackneyed. Even though I've been associated with the origins of post-modernism, I don't refer to myself as a post-modernist in the stylistic sense. Last question, red or white? Cabernet or Chardonnay? What's your preference? How about both? I don’t know; I really do enjoy them all. Michael Graves is designing for a limited set wine glasses to accompany [yellow tail]’s new wine-based cocktail recipes that will be auctioned in November this year. in http://architechnophilia.blogspot.com/2009/08/michael-graves-interview.html
  4. Uma caixa com escultura ah volta. Nada de novo.
  5. in http://5dias.net/2009/07/05/internacionalizar-a-treta/
  6. O que eh que acharam dos membros extraordinarios?
  7. Em que empresa nacional se ganha 40 euros por hora como Arquitecto? Estes valores baseiam-se em que?
  8. Bem Vindo.
  9. Nao reparei. Para a proxima que passar pela zona das revistas vejo.
  10. Lisboa: PSD viabilizou por engano plano de urbanização da Avenida da Liberdade De Ana Clotilde Correia (LUSA) – 14 de Jul de 2009 Lisboa, 14 Jul (Lusa) - O PSD viabilizou por engano na Assembleia Municipal de Lisboa o Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zonas Envolventes (PUALZE), que pretendia chumbar, reconheceu hoje o líder da bancada social-democrata. "Houve uma má interpretação nossa, que o PSD e o líder da bancada assumem plenamente, que não tem nada a ver com a condução dos trabalhos por parte da mesa", disse Saldanha Serra aos jornalistas, no final da reunião da Assembleia Municipal. Segundo o líder da bancada do PSD, há duas semanas, quando o PUALZE foi discutido na Assembleia e foi colocado à votação, os deputados sociais-democratas julgavam estar a votar a alteração de um artigo e não a versão final do plano. © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. in http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5hxJq-w3Fdj2rGQ-eFqgyBefJEyKA Liberdade Poluída O problema está bem identificado: apesar de os automóveis serem cada vez menos poluentes (consequência da aplicação das Normas EURO e do esforço de redução das emissões de CO2), o aumento exponencial do número de veículos em circulação é mais do que suficiente para contrariar (e eliminar) essa vantagem. Para se ter uma ideia, entram diariamente em Lisboa cerca de 400 mil veículos, muitos deles apenas como tráfego de atravessamento, outros fazendo parte dos chamados movimentos pendulares casa-trabalho, outros simplesmente para que os seus proprietários se desloquem a Lisboa para consumir e passear. O que leva aos congestionamentos que se vêm hoje em dia nos principais acessos à cidade (A5, IC19, A1, A2, Calçada de Carriche...), que se tente minimizar o problema aumentando o número e a dimensão das rodovias. Mais vias de tráfego conduzem no curto prazo a uma melhoria efectiva das condições de circulação, mas no médio-longo prazo trazem apenas mais congestionamento devido ao fenómeno de indução, uma vez que um maior número de pessoas tenderá a utilizar o transporte individual devido ao aumento da sua atractividade . Veja-se o exemplo do IC19 (cada vez mais faixas e mais trânsito) da radial de Benfica (no início muito prática para quem regressava da margem sul, agora está impossível em hora de ponta). Isto tendo em conta que em média cada veículo transporta cerca de 1,2 passageiros... uma média que nos deve deixar orgulhosos, com toda a certeza. A liberdade de cada um usar carro próprio nas suas deslocações interfere negativamente com a liberdade dos outros terem uma boa saúde (sobretudo os Lisboetas que são quem sofre mais com a poluição atmosférica na cidade). Tendo em conta este facto, torna-se imperativa uma mudança de hábitos com vista a reduzir o número de carros que entram diariamente em Lisboa. Estes têm um impacto muito significativo em termos económicos e de saúde pública (não só em Portugal, mas um pouco por todas as principais cidades Europeias) pois a poluição atmosférica é responsável por 310.000 mortes prematuras na Europa todos os anos, mais do que as causadas por acidentes rodoviários. O custo estimado para a economia europeia varia entre € 427 e € 790 mil milhões por ano. Daí que hoje em dia se fale cada vez mais de medidas disciplinação do tráfego automóvel com vista à melhoria da qualidade do ar, aplicadas em várias cidades europeias. Entre estas medidas inclui-se a criação de Zonas de Emissões Reduzidas, onde não possam entrar veículos que não cumpram, pelo menos uma determinada norma de emissões (EURO I ou EURO II, por exemplo), reorganização da oferta de estacionamento tarifado e aumento da fiscalização do estacionamento ilegal, a melhoria do desempenho ambiental de frotas cativas (como os táxis e os veículos de recolha de RSU)e o aumento da atractividade dos transportes colectivos (com por exemplo maior número de km em corredor BUS, a melhoria da interligação entre modos de transporte público e a criação de parques periféricos que estimulem o park & ride). Isto para não ir tão longe como as portagens à entrada das cidades ou a congestion charge de Londres. Publicada por Pedro Gomes in http://cidadanialx.blogspot.com/2009/02/liberdade-poluida.html Plano da Avenida da Liberdade vai a debate público em Setembro in Público, 10.07.2008, Luís Filipe Sebastião Proposta do PCP louva trabalho de socorro em prédio que ardeu e defende avaliação do património devoluto da cidade «O auto de vistoria ao edifício que ardeu no domingo em Lisboa concluiu que as fachadas "não revelam risco de colapso" e o proprietário já assumiu perante a autarquia que vai avançar com a consolidação das paredes exteriores que sobraram do sinistro, confirmou ontem o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado. O autarca anunciou que o Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente (PUALZE) será colocado em consulta pública em Setembro. De acordo com Manuel Salgado, após a reunião privada de câmara, o proprietário do número 23 da Av. da Liberdade, cujo interior foi totalmente devorado pelas chamas, que afectou ainda alguns pisos e a cobertura do prédio vizinho, comunicou à autarquia que "assume o compromisso de dar início à consolidação das fachadas", tendo para o efeito já contratado uma empresa para a avaliação e outra para a empreitada de escoramento. O fundo imobiliário Libertas I informou a autarquia de que possui um seguro de responsabilidade civil, que será accionado para responder às responsabilidades que lhe venham a ser imputadas. O vereador adiantou que das cinco famílias desalojadas do número 21, no total de 15 pessoas, algumas foram acolhidas por familiares e outras realojados pela Protecção Civil Municipal. Manuel Salgado acrescentou que ainda "não é possível saber a data" em que poderão voltar às suas habitações. A vereadora Helena Roseta revelou que, na sessão camarária à porta fechada, Salgado anunciou que o PUALZE será colocado "em debate público em Setembro". A eleita dos Cidadãos por Lisboa decidiu adiar a sua proposta de uma "audição" dos moradores, comerciantes e autarcas sobre a requalificação da Rua de São José, uma lateral da Avenida da Liberdade, para a mesma altura de discussão do PUALZE. O vereador José Sá Fernandes mostrou-se satisfeito com a discussão do PUALZE, mas admitiu ter "dúvidas em relação a alguns aspectos", nomeadamente na revisão das cérceas, para que permitam "a respiração da Avenida da Liberdade". Uma proposta do PCP sobre o incêndio na avenida foi aprovada com um voto contra do movimento Lisboa com Carmona. O documento salienta que "sem prejuízo das responsabilidades que, em primeira instância, cabem aos proprietários dos edifícios pela sua gestão e conservação, há responsabilidades municipais na gestão urbanística da cidade". O executivo decidiu assim, por maioria, saudar a actuação dos bombeiros, serviços de segurança e Protecção Civil, mas também "continuar a prestar apoio aos moradores dos edifícios vizinhos, afectados pelo sinistro", e que os serviços de Urbanismo prossigam "a avaliação do parque edificado degradado e devoluto da cidade" e das condições para garantir a sua recuperação. A vereadora Margarida Saavedra justificou a abstenção do PSD porque "os pressupostos [da proposta] tendem a passar para o particular um ónus que tem de ser partilhado", designadamente pelo município. A vereadora Rita Magrinho (PCP) frisou que, na revisão orçamental aprovada ontem, está previsto um reforço das despesas com pessoal de 10,2 milhões de euros. As verbas a mais, a submeter à apreciação da assembleia municipal, para trabalho extraordinário e avenças de funcionários ascendem a 7,2 milhões de euros. O vereador das Finanças, Cardoso da Silva (PS), informou na reunião que a autarquia regularizou as dívidas com 2036 credores. Na agenda de trabalhos constava uma proposta de rectificação da dívida para com a EDP no total de 6,2 milhões de euros, que o presidente, António Costa, esclareceu referirem-se a facturas de 1999 a 2006 que a empresa confirmou que se encontram pagas. O executivo aprovou os princípios da elaboração do orçamento participativo do município.» FOTO: Avenida da Liberdade, 21 e 23, as coberturas vistas do Miradouro de São Pedro de Alcântara. in http://cidadanialx.blogspot.com/2008/07/plano-da-avenida-da-liberdade-vai.html
  11. Na segunda feira passei por lah e hoje tambem. Pensei sobre o assunto e lembrei-me que existia este topico. Eh uma Avenida com grande potencial mas como sempre nao eh aproveitada. 1 . Deviam regularizar as cotas da avenida. Acabar com aquela empena desagradavel. 2 . Manter a massa arborea. 3 . Renovar o Jardim oferecendo uma nova vivencia ludica e deixar de ter aquele desenho antiquado do sec. XIX. 4 . Mudar de pavimento dando maior luminosidade. A Avenida eh muito escura, pouco convidativa pouco acolhedora. Mudar de mobiliario urbano. Muito antiquado. 5 . Quanto ao Trafico Automovel teria de se mudar o transito da cidade para nao cometer os erros do Terreiro do Paco. 6 . Pensar a Avenida como eixo de ligacao entre a Baixa e o Parque Eduardo VIII. Repensar a Rotunda do Marques de Pombal. Repensar no Parque. A Existencia dos Teatros, dos Coliseus, dos Hoteis, do S. Jorge, as ruas laterais, as zonas habitacionais, escritorios, ... 7 . E o Parque Mayer? Alguma relacao entre o Parque Mayer e a Avenida.
  12. in [ame]http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Gwathmey[/ame] http-~~-//info.aia.org/aiarchitect/thisweek08/0118/0118n_yale1_b.jpg Gwathmey Helps Yale Architecture School Icon Re-emerge
  13. Arco Ribeirinho Sul requalifica Margueira, Siderurgia e Quimiparque 2009-07-31 O Arco Ribeirinho Sul «é um projecto importante para os três concelhos e para a Área Metropolitana de Lisboa, mas é um projecto importante para o País. O Arco Ribeirinho Sul estrutura, talvez pela primeira vez, uma visão política clara para o desenvolvimento e afirmação da Área Metropolitana de Lisboa», afirmou o Primeiro-Ministro na apresentação do plano estratégico, no Barreiro, em 31 de Julho. O Arco Ribeirinho Sul tem como objectivo a requalificação e reconversão urbanística de alguns espaços na Margem Sul do Tejo anteriormente ocupados por grandes instalações industriais agora desactivadas: a Quimiparque, no Barreiro, a Margueira, em Almada, e a Siderurgia, no Seixal, representando mais de 900 hectares de terrenos públicos das antigas zonas industriais e lembrou também os importantes projectos previstos para a região. José Sócrates referiu que a afirmação da Área Metropolitana de Lisboa (AML) será feita pela «visão política de uma metrópole com duas margens», que deve ser vista em conjunto para assim podes ganhar dimensão a nível europeu. Esta é uma oportunidade criada pelo «impacto de três grandes projectos estruturantes: o novo aeroporto, a Terceira Travessia sobre o Tejo e a Plataforma Logística do Poceirão». O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, anunciou que o investimento total nos três territórios se irá pagar por si próprio: «Há um investimento directo de cerca de 520 milhões de euros, incluindo os cerca de 70 milhões dos municípios, que do lado do Estado é compensado pela propriedade dos terrenos. Estima-se que as receitas que o Estado tirará destes terrenos será igual ou superior». Francisco Nunes Correia referiu que os trabalhos podem iniciar-se dentro de um ano - o tempo de execução total será de 15 anos para a Margueira, 12 para a Siderurgia e 18 para a Quimiparque -, acrescentando que a requalificação deverá criar cerca de 55 mil postos de trabalho. O projecto do Arco Ribeirinho Sul foi aprovado no Conselho de Ministros de 23 de Julho de 2009. IN http://www.governo.gov.pt/pt/GC17/PrimeiroMinistro/Noticias/Pages/20090731_PM_Not_Raco_Ribeirinho_Sul.aspx APRESENTAÇÃO DO PROJECTO DO ARCO RIBEIRINHO SUL Contributo para a criação da “Cidade das duas margens” “O Rio Tejo deve ser e é uma grande oportunidade e um factor de desenvolvimento económico e social”, referiu Carlos Humberto de Carvalho na sessão de apresentação, defendendo a criação da “cidade de duas margens”, ou seja, de uma Área Metropolitana polinucleada. José Sócrates salientou que o projecto tem uma importância a nível nacional, visto que 900 hectares de terrenos público contribuirão para o desenvolvimento da AML e do País. O Primeiro-Ministro referiu ainda que o projecto estrutura a visão politica de “uma metrópole de duas margens” e salientou a concertação estratégica entre poder central e câmaras municipais envolvidas na elaboração do projecto, sendo agora o próximo passo a sua concretização. O Projecto do Arco Ribeirinho Sul foi apresentado hoje, dia 31 de Julho, no território da Quimiparque, numa iniciativa que contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal do Barreiro (CMB), Carlos Humberto de Carvalho, do Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) e Coordenador do Grupo de Trabalho Interministerial do Projecto do Arco Ribeirinho Sul, António Fonseca Ferreira, do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, e do Primeiro-Ministro, José Sócrates. Recorde-se que este projecto prevê a requalificação dos antigos complexos industriais da Margueira, em Almada, da Siderurgia Nacional, no Seixal, e da CUF/Quimigal (actualmente Quimiparque), no Barreiro. “O Rio Tejo deve ser e é uma grande oportunidade e um factor de desenvolvimento económico e social”, referiu Carlos Humberto de Carvalho na sessão de apresentação, defendendo a criação da “cidade de duas margens”, ou seja, de uma Área Metropolitana polinucleada. Considerando que a Margem Sul do Tejo “tem potencialidades infindáveis”, salientou que os Municípios que constituem o Arco Ribeirinho Sul têm como objectivo e ambição ‘ajudar’ Lisboa a desenvolver-se de forma sustentável. Além de contribuir para a recuperação dos três territórios, o projecto contribui, na opinião do Autarca, para o desenvolvimento económico e social dos Municípios envolvidos, da Região de Setúbal, da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e consequentemente do País, criando outras actividades económicas, equipamentos culturais e desportivos de referência, novas acessibilidades, etc. O Presidente da CMB recordou que “uma parte do caminho está percorrido no Barreiro”, tendo sido realizado, em parceria com a Quimiparque, e colocado em discussão pública o Plano de Urbanização deste território e zona envolvente. “Precisamos passar à fase de execução”, defendeu Carlos Humberto de Carvalho. Em anexo segue o discurso completo do Presidente da CMB. O Presidente da CCDR-LVT explicou o projecto e a sua importância enquanto alavanca do desenvolvimento do Arco Ribeirinho Sul no contexto da AML. Por outro lado, Fonseca Ferreira lembrou os grandes investimentos públicos que terão impactos significativos neste território, nomeadamente a construção da ponte Barreiro-Chelas, a instalação do novo aeroporto de Lisboa na zona do campo de tiro em Alcochete e a implementação da plataforma logística do Poceirão. Nas três zonas industriais, que são território do Estado e têm um total de cerca de 900 hectares, o plano estratégico assenta em cinco eixos prioritários de intervenção, nomeadamente em termos de actividades económicas, equipamentos, mobilidade e acessibilidades, ambiente e paisagem e identidade e valores socioculturais, o que implicará investimentos na ordem dos 520 milhões de euros. Em termos de planeamento físico das acções, prevê-se um prazo total de 18 anos para a intervenção no território da Quimiparque. Carlos Costa Pina e Francisco Nunes Correia salientaram a importância do projecto para a requalificação de áreas degradadas e promoção do seu crescimento ordenado e, principalmente, para a construção de “uma cidade de duas margens”, com qualidade urbanística e arquitectónica. A requalificação dos territórios permitirá o fortalecimento da competitividade da AML e consequentemente do país no contexto europeu, segundo defenderam o Secretário de Estado e o Ministro do Ambiente. Ideia igualmente defendida pelo Primeiro-Ministro. José Sócrates salientou que o projecto tem uma importância a nível nacional, visto que 900 hectares de terrenos público contribuirão para o desenvolvimento da AML e do País. O Primeiro-Ministro referiu ainda que o projecto estrutura a visão politica de “uma metrópole de duas margens” e salientou a concertação estratégica entre poder central e câmaras municipais envolvidas na elaboração do projecto, sendo agora o próximo passo a sua concretização. IN http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=142855&mostra=2 Sócrates diz que Arco Ribeirinho Sul não é “limitativo e retrógrado” José Sócrates, primeiro-ministro, considera que o projecto do Arco Ribeirinho Sul estrutura, “pela primeira vez, uma visão política clara para o desenvolvimento integrado da Área Metropolitana de Lisboa (AML)”, tendo, por isso, uma grande importância a nível local e nacional. Durante a apresentação oficial deste projecto, o primeiro-ministro afirmou que “é limitativo, mesquinho e retrógrado” não se considerar o Arco Ribeirinho Sul como “uma necessária alavanca para promover o desenvolvimento conjunto das duas margens do rio Tejo”. Para José Sócrates, o projecto do Arco Ribeirinho Sul, que se estende desde a praia da Fonte da Telha, no concelho de Almada, até ao município do Barreiro, deve ser entendido segundo “três dimensões distintas”, uma vez que “estrutura uma visão política sobre uma metrópole de duas margens, criando sinergias que potenciam a AML no conjunto do continente europeu”, apresenta uma “visão política de oportunidade, dado que vai aproveitar terrenos públicos de excepcional qualidade e valia”, e, finalmente, “reafirma a consertação entre o Estado e as câmaras municipais”. “Os territórios não devem ser encarados como problemas e como o resultado da deterioração de actividades industriais declinantes”, sublinha. De acordo com Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, o projecto, que prevê a requalificação de cerca de 300 hectares no parque industrial da Quimiparque, “antecipa futuros”, concretizando, desse modo, “o desígnio da construção de uma cidade poli-nucleada”. O edil barreirense acrescenta que o território em causa “tem potencialidades infindáveis, pois gera empregos e riqueza”, sendo, consecutivamente, “mais um passo para revitalizar a sua própria área envolvente”. A mesma opinião é partilhada por Maria Emília Sousa, presidente da câmara de Almada, que realça o facto de ter “batalhado e lutado durante muitos anos”, após o encerramento da Lisnave, em 2000, pela requalificação de cerca de 50 hectares da zona da Margueira. “Este é um momento que marca uma nova fase na história local, nacional e das próprias actividades económicas”, salienta. Além do Barreiro e de Almada, também o município do Seixal vai contribuir em cerca de quarenta por cento para o capital social de três entidades executoras locais, que “vão ser constituídas oportunamente, e que contarão com sessenta por cento do capital do Estado”. Entretanto, o Governo aprovou a constituição de uma sociedade gestora, a Arco Ribeirinho Sul SA, “sob a forma de capitais exclusivamente públicos”, que coordenará todo “o investimento global a realizar”. Por sua vez, a Parque Expo SA vai ser responsável “pela coordenação do projecto na sua totalidade”, enquanto as autarquias da Moita, Montijo e Alcochete farão parte de um conselho consultivo, “a ser, igualmente, criado”. “O conceito de cidade das duas margens consagrou-se, de forma definitiva, no Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT-AML) de 2002”, explica Fonseca Ferreira, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), que enfatiza, por sua vez, os 520 milhões de investimento previstos para os cerca de 900 hectares, a serem requalificados no período estimado de duas décadas. Para o presidente da CCDR-LVT, os novos investimentos programados para a região, nomeadamente o novo aeroporto de Lisboa, a terceira travessia sobre o rio Tejo e a plataforma logística do Poceirão, constituem “algo de aliciante a mais neste projecto”, que prevê ainda criar mais de 55 mil postos de trabalho e atrair cerca de 17 mil novos residentes. O projecto do Arco Ribeirinho Sul, desenvolvido em parceria entre o Estado e os municípios, estrutura-se em torno de alguns eixos prioritários, que vão desde as actividades económicas até ao ambiente, passando pelas acessibilidades, mobilidade e equipamentos. Algumas das medidas que vão ser implementadas visam consolidar áreas empresariais, criar equipamentos colectivos nos domínios da educação, saúde, cultura e desporto, requalificar toda a frente ribeirinha e, finalmente, estabelecer uma nova rede de acessibilidades, por via da criação de uma circular do arco ribeirinho sul, da conclusão do IC32, do prolongamento do metro sul do Tejo e da construção de uma nova gare sul, situada no Lavradio. “As medidas vão reconfigurar toda a AML, gerando ganhos expressivos para todo o país”, afirma Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional. Para Carlos Costa Pina, Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, este é um projecto que deve ser ainda visto “como dinamizador das actividades das pequenas e médias empresas”, como “gerador de emprego e riqueza, por via da reforma do património público”, e, finalmente, “como uma oportunidade única para promover a reconversão de áreas degradadas, ajudando, simultaneamente, a construir a grande cidade de Lisboa, composta por vários concelhos”. “É uma obra política de sabedoria conciliar tanta gente sobre esta aventura que agora se inicia”, conclui José Sócrates. Bruno Cardoso - 31-07-2009 17:22 IN http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=11102 31 Julho 2009 - 16h41 Plano transformas zonas industriais junto ao Tejo Revolução na Margem Sul Uma profunda intervenção está planeada para os 900 hectares actualmente ocupados pela Margueira, Siderurgia Nacional e Quimiparque, junto à margem Sul do rio Tejo. A intervenção prevê um investimento de mais de 500 milhões de euros, a instalação de mais 17 mil residentes e a criação de 55 mil postos de trabalho, num horizonte temporal a 18 anos, já que os projectos deverão estar concluídos, no máximo, até 2027. O plano para o Arco Ribeirinho Sul, que compreende os concelhos de Almada, Barreiro e Seixal, foi apresentado ontem pelo primeiro-ministro, José Sócrates, numa cerimónia que contou com vários membros do governo e presidentes das câmaras locais. José Sócrates sublinhou a 'importância nacional do projecto' e explicou que ele traduz a visão política de 'uma metrópole com duas margens'. IN http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=98B9B744-1FE3-4B3A-8140-113B19AF28B6 Sócrates destaca "importância nacional" de "uma metrópole de duas margens" De Carolina Dias (LUSA) – Há 4 horas Barreiro, Setúbal, 31 Jul (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que o Arco Ribeirinho Sul, que visa a requalificação de três antigos espaços industriais na Margem Sul, é um projecto de "importância nacional" que concretiza "uma metrópole de duas margens". "Este é um projecto importante para os três concelhos e para a Área Metropolitana de Lisboa (AML) mas é um projecto importante para o país. O Arco Ribeirinho Sul estrutura, talvez pela primeira vez, uma visão política clara para o desenvolvimento e afirmação da AML", afirmou durante a sessão pública de apresentação do plano estratégico que decorreu no Parque Empresarial da Quimiparque, no Barreiro. O Conselho de Ministros aprovou a 23 de Julho o plano estratégico e as propostas de intervenção elaboradas pelo grupo de trabalho do projecto Arco Ribeirinho Sul. © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. IN http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5j_AXfD2xPlFZ0XvVonuC87BhxtyA Almada, Barreiro e Seixal Uma Expo em ponto grande projectada para a Margem Sul por ROBERTO DORES,Hoje Hotéis de luxo, habitação e centros náuticos na actual Margueira, Quimiparque e Siderurgia. É o plano para a Margem Sul que visa cativar 17 mil novos habitantes O conceito de uma nova Expo, mas cinco vezes maior, será o que melhor resume o projecto do chamado Arco Ribeirinho Sul com o qual o Governo tenciona "revolucionar" o urbanismo nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal nos próximos 18 anos. Numa área de 920 hectares, outrora ocupada pelo poder da industrialização, vão crescer hotéis de luxo, zonas residenciais, museus e centros náuticos. O investimento ultrapassa os 400 milhões de euros e se as habituais derrapagens não apoquentarem o calendário haverá mais 17 mil residentes e 55 mil novos empregos na região. Lá para 2027. As intervenções vão recair em 55 hectares da Margueira (Almada), 290 da Quimiparque (Barreiro) e 536 da Siderurgia Nacional (Seixal) - ver infografia acima -, sendo que o ministro do Ambiente, Nunes Correia, que apresenta hoje o projecto no Barreiro, já admitiu ao DN não estar previsto, para já, nenhum projecto emblemático. Adiantou que o plano prevê a construção de cinco mil novos fogos "de grande qualidade" na zona para procurar responder à pressão que se perspectiva para os três concelhos com a construção do aeroporto em Alcochete, da plataforma logística do Poceirão (Palmela) e da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e Barreiro. Nunes Correia não tem pejo em assegurar que "a verdadeira cidade portuária será no Arco Ribeirinho Sul", alertando que "é muito melhor construir escritórios e habitação em locais degradados do que destruir um montado no Alentejo para responder à pressão urbanística". O ministro do Ambiente frisou que Lisboa vai, finalmente, cumprir uma célebre frase que consta nos planos de ordenamento: "Uma cidade, duas margens." O titular da pasta do Ambiente diz que "se há algo de emblemático para citar, é o facto de se trazer a Margem Sul para o centro das operações, com um protagonismo que até agora não tinha. Era uma zona residencial e dormitório de Lisboa, mas este projecto vai dar- -lhe uma nova centralidade", afirma Nunes Correia, ressalvando que o projecto se mede a 15 ou 20 anos, pelo que deverá sofrer ajustamentos, em função da dos ritmos de construção do futuro aeroporto ou da nova ponte. Segundo o plano estratégico elaborado pelo grupo de trabalho constituído em Setembro de 2008, a reconversão urbanística daqueles três elementos da memória colectiva da Área Metropolitana de Lisboa torna-se mais urgente quando se conhece o abandono e a degradação a que têm sido votados, "com consequências sociais e económicas negativas também extensíveis às áreas urbanas que os envolvem", diz o documento. O plano defende projectos de diversas naturezas e dimensões, que vão da construção de infra-estruturas de transporte às actividades ligadas ao estuário e ao mar, não só nas componentes de construção e reparação naval mas também no domínio da biologia marinha. A proximidade ao futuro aeroporto de Lisboa propicia o desenvolvimento de actividades ligadas ao sector aeronáutico. O ambicioso plano tem prazos longos para a sua conclusão: estão previstos 18 anos para a renovação da Quimiparque, 12 e 15 para a Siderurgia Nacional e a Margueira, respectivamente. IN http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1322132&seccao=Sul Arco Ribeirinho Sul requalifica instalações industriais em seis concelhos so Sul do Tejo 2009-07-30 Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento regional Gabinete do Ministro Apresentação pública do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, preside, amanhã, 31 de Julho, às 11h30, à sessão pública de apresentação do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul. Esta sessão conta, também, com a presença dos Secretários de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, e do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e representantes dos seis Municípios abrangidos por este projecto: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo e Seixal. O Plano Estratégico do Projecto do Arco Ribeirinho Sul, tem em vista a requalificação e reconversão urbanística de alguns espaços na margem sul do Tejo, anteriormente ocupados por grandes instalações industriais agora desactivadas: Margueira, Siderurgia Nacional e Quimiparque. A requalificação destes espaços tornou-se, ainda, mais premente com a recente decisão de localização do Novo Aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete, a projectada construção da Terceira Travessia do Tejo e o conjunto de outras iniciativas interligadas com estes investimentos. O Arco Ribeirinho Sul, é o projecto de edificação de ‘uma grande metrópole de duas margens’ centrada no Tejo. Constitui-se como um grande desafio, que se pretende atingir num horizonte temporal de cerca de duas décadas, exigindo uma enorme concentração de esforços e concertação de interesses. Pretende-se (i) a valorização da relação com o rio Tejo, afirmando-o como elemento de referência principal do Arco Ribeirinho Sul, (ii) a reconversão dos usos dominantes, mantendo uma componente de actividade industrial e de logística de nova geração, reduzindo o carácter portuário pesado e reforçando os usos de habitação, comércio, serviços e equipamentos, (iii) a criação de estruturas e espaços urbanos com forte qualidade física e funcional e, nessa medida, com elevado potencial de polarização em relação aos territórios envolventes IN http://www.governo.gov.pt/pt/GC17/Governo/Ministerios/MAOTDR/Notas/Pages/20090730_MAOTDR_Com_Arco_Ribeirinho_Sul.aspx O Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul - os 1ºs. passos de uma nova e melhor realidade Por Carlos Pires Assente na manifesta utilidade pública e reconhecimento da oportunidade de alavancar o desenvolvimento das comunidades localizadas na envolvente daqueles territórios, esta iniciativa objectiva igualmente, de forma eficaz e em total coerência com o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e com o Plano Regional de Ordenamento do Território da área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), contribuir para a estruturação, valorização e competitividade da Área Metropolitana de Lisboa (AML). No ínicio de 2008, o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) lançou o “Projecto do Arco Ribeirinho” visando a requalificação do território das antigas áreas predominantemente industriais, há algum tempo desactivadas na margem Sul do Tejo, mais concretamente o da CUF/Quimigal (Quimiparque) no Concelho do Barreiro, o da Margueira no Concelho de Almada e o da Siderurgia Nacional no Concelho do Seixal. Sobre o mesmo e correspondendo a uma orientação nele expressa – “promoção de uma boa e efectiva articulação entre o estado e os municípios” -, correspondendo a consulta que lhes foi feita pelo MAOTDR, emitiram as edilidades municipais deste modo envolvidas, o seu parecer, designadamente a Câmara Municipal do Barreiro que se expressou em relação às competências legais dos municípios e ao parecer prévio relativamente ao Plano Estratégico ali previsto realizar. No Conselho de Ministros de 28/8/08 pela resolução nº 37/08, o Governo aprovou a realização, de forma articulada e integrada, do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul (PEARS) e a constituição do grupo de trabalho responsável pela produção dos respectivos estudos. Assente na manifesta utilidade pública e reconhecimento da oportunidade de alavancar o desenvolvimento das comunidades localizadas na envolvente daqueles territórios, esta iniciativa objectiva igualmente, de forma eficaz e em total coerência com o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e com o Plano Regional de Ordenamento do Território da área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), contribuir para a estruturação, valorização e competitividade da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Tal como para as restantes áreas, atentando às múltiplas potencialidades específicas do território da Quimiparque sito no Concelho do Barreiro, em relação aos seus cerca de 287 hectares, objectiva também aquela resolução: - visualizar a respectiva integração no contexto da nossa Cidade, contribuindo para potenciá-la como uma nova e ordenada centralidade supra-municipal complementar a Lisboa, com ligações estruturantes às restantes; - singularizar paisagística e funcionalmente as suas zonas ribeirinhas; - garantir o suportar novas actividades económicas bem como novos e qualificados espaços e equipamentos, públicos e/ou privados. Para a boa prossecução do PEARS, a referida resolução governamental que o lançou defende também, quer uma adequada solução de gestão institucional da sua implementação, quer a promoção de modelos de desenvolvimento urbanístico assente em novas e sustentáveis referências. E é assim que, dando corpo às intenções então expressas, entre as suas grandes opções, o PEARS veio a contemplar: - a consolidação das áreas empresariais; - a instalação de novas indústrias pesadas e relocalização ou reconversão das actualmente existentes; - a criação de áreas de habitação, comércio e serviços; - a instalação de equipamentos de referência; - a instalação de um pólo de desenvolvimento tecnológico e de indústrias criativas; - a instalação de estruturas de apoio à náutica de recreio; - a construção da Terceira Travessia do Tejo, incluindo o alargamento do IC 21; - a requalificação e/ou relocalização dos terminais fluviais de passageiros; - a instalação da Gare Sul (gare intermodal no Lavradio); - a reestruturação das infra-estruturas portuárias; - a construção do Metro Sul do Tejo – fases 2 e 3; - a construção das variantes às EN 10 e EN 112 (incluindo ponte rodoviária Seixal Barreiro e túnel do Brejo); - a conclusão do IC 32 (CRIPS); - a reconversão das infraestruturas ferroviárias desactivadas ou a desactivar; - a estruturação do corredor ecológico do Arco Ribeirinho; Por outro lado, prevendo o planeamento físico e financeiro da sua própria execução, o PEARS não só verifica a viabilidade económica-financeira de cada uma das operações de reconversão urbanística, como quantifica a necessidade de investimento que lhe está associada verificando a exposição máxima e identificando as responsabilidades no âmbito dos financiamentos a realizar. A intervenção no território da Quimiparque abrange investimentos estimados entre 281,4 e 307,1 milhões de euros, incluindo o valor do terreno, para a reconversão urbanística do seu território, entre 11,5 e 16,1 milhões de euros para custos de estrutura e de gestão desta intervenção e em 24,4 milhões de euros para encargos com a promoção da área e captação de actividades e clientes. Destes investimentos, cerca de 2,4 milhões de euros serão da autarquia (em equipamentos culturais e/ ou desportivos/ lúdicos e outros equipamentos públicos de utilização colectiva a definir) sendo o restante investimento da entidade gestora. Do ponto de vista das receitas a gerar por esta intervenção, prevêem-se as que resultam da alienação de lotes de terrenos infra-estruturados para as diversas funcionalidades (habitação, comércio e industria) estimadas em 348,6 milhões de euros. Para a autarquia prevê-se receitas no valor total de cerca de 46,7 milhões de euros (10,9 milhões de euros em taxas e licenças e 35,9 milhões de euros em IMI/IMT). Da avaliação dos impactos directos, indirectos e induzidos resultantes da implementação do PEARS na Quimiparque importa referir os seguintes do ponto de vista quantitativo: - o aumento da população residente com carácter permanente em cerca de 8.200 habitantes, designadamente no que se refere às camadas mais jovens; - a criação de emprego no local (com o aumento de 28.000 postos de trabalho directos), na área envolvente e a nível regional; - o aumento do rendimento fiscal, através da estimativa do aumento de impostos gerados pelas actividades a criar (principalmente no que se refere aos impostos municipais, IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis e IMT – Imposto Municipal e e do ponto de vista qualitativo e permanente, - a promoção na envolvente a curto e médio prazo de uma dinâmica demográfica directa, positiva, elevada e significativa; - a provável qualificação média positiva, significativa e a curto e médio prazo dos recursos humanos e formação profissional local e na envolvente de forma indirecta; - a evolução positiva, indirecta, média e com significado dos níveis de consumo e de qualidade de vida, a médio e longo prazo, em termos locais e na sua envolvente; - a elevada disponibilidade positiva, directa e com significado das infra-estruturas (exigidas pelo investimento) a curto prazo e a nível local e regional; O lançamento de projectos como, entre outros, o Novo Aeroporto de Lisboa (NAL), a Terceira Travessia do Tejo (TTT) com a ligação rodoviária Barreiro-Seixal, o lançamento da nova fase do Metro Sul do Tejo (MST) que o fará chegar ao Barreiro, promoveram dinâmicas que vieram a redobradamente consubstanciar a justificação do PARS e o empenhamento do Governo em concretizá-lo. É assim que a Resolução do Conselho de Ministros de hoje (R237/2009) veio a confirmá-lo como sua assumida opção ao: - aprovar o Plano Estratégico elaborado pelo grupo de trabalho do PEARS, ouvidos os municípios em cujo território se prevê intervir, nomeadamente a Câmara Municipal do Barreiro que comunicou o seu parecer votado por unanimidade na sessão camarária de 4 Fevereiro p.p.; - reconhecer o interesse público das operações de requalificação urbanística (reestruturação e reabilitação urbana) e valorização (consolidação e modernização) das zonas objecto de intervenção; - autonomizar, dentro de uma perspectiva integradora e articulada assegurada por uma sociedade gestora global (de capitais públicos e exclusivamente do Estado), o desenvolvimento do PEARS em 3 operações independentes – Margueira, Siderurgia Nacional, CUF/Quimigal – no reconhecimento das potencialidades, condicionantes e dinâmicas próprias; - prever a constituição de até 3 sociedades executoras locais (de capitais detidos 60% pelo sociedade gestora global e 40% pelo respectivo município) para orientar a sua execução; - conferir a um conselho consultivo (a constituir no âmbito da sociedade gestora global e que sucederá ao grupo de trabalho que elaborou o Plano Estratégico as funções de consulta, apoio e participação na definição das suas linhas gerais de actuação, em particular, ao nível dos investimentos e monitorização do Projecto; - atribuir a coordenação técnica global e a gestão integrada do PEARS à Sociedade Parque EXPO 98, S.A.; - determinar a promoção, financeiramente sustentada por parte das entidades públicas proprietárias dos terrenos afectos, de todas as medidas julgadas necessárias no âmbito do PEARS; Esta nova decisão governamental é pois mais uma muito boa notícia para a nossa terra, que vai começando, deste modo e se outras razões não obviarem à sua realização, a ver melhoradas as suas perspectivas de um futuro mais risonho e com mais e melhor qualidade de vida para os que aqui vivem. Carlos M. Pires Cidadão do Barreiro, Arquitecto e Deputado Municipal pelo PS 24.7.2009 - 0:21 IN http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=110920&mostra=2&seccao=opiniao&titulo=O-Plano-Estrategico-do-Arco-Ribeirinho-Sul-- Governo aprova propostas de intervenção na Margem Sul 23 JUL 09 às 19:49 O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feia, o plano estratégico e as propostas de intervenção elaboradas pelo grupo de trabalho do projecto Arco Ribeirinho Sul, que visa a requalificação de três antigas instalações industriais na Margem Sul. Peça de Gabriela Batista sobre a aprovação das propostas de intervenção na Margem Sul A resolução aprovada esta quinta-feira tem como objectivo a requalificação e reconversão urbanística de alguns espaços na Margem Sul do Tejo, anteriormente ocupados por grandes instalações industriais agora desactivadas, concretamente a Quimiparque, no Barreiro, a Margueira, em Almada, e a Siderurgia, no Seixal. O projecto Arco Ribeirinho Sul é considerado como premente tendo em conta a localização do novo aeroporto e a projectada nova ponte sobre o Tejo. O ministro da presidência, Pedro Silva Pereira, disse que o plano reuniu consensos e, como tal, «os mecanismos de execução consagram a parceria com o envolvimento dos municípios». O plano vai requalificar a zona não só do ponto de vista urbanístico como também ambiental, acrescentou o governante. Entre muitas prioridades, o plano prevê a deslocalização de algumas actividades económicas, a instalações de outras que apoiem o novo aeroporto, a instalação de equipamentos colectivos e novas redes de acessibilidades. O Conselho de Ministros aprovou também a constituição da Sociedade Arco Ribeirinho Sul, S. A., sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, que fica sujeita à tutela do ministro do Ambiente, que tem por objecto a coordenação global do Projecto do Arco Ribeirinho Sul e a execução do investimento público a realizar naquele âmbito, nas áreas e nos termos definidos no respectivo Plano Estratégico. IN http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1315801 Decisão tomada em Conselho de Ministros Arco Ribeirinho Sul passa a sociedade pública 2009/07/23 16:08Redacção / JFAAAACapital social de 5 milhões de euros O Governo decidiu, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, constituir a Arco Ribeirinho Sul, com natureza de empresa pública, sob a forma de sociedade comercial de capitais exclusivamente públicos, com um capital social de 5.000.000 de euros, subscrito e realizado integralmente pelo Estado no acto de constituição. Assim, este fica sujeita à tutela do ministro responsável pela área do ambiente, ordenamento do território e desenvolvimento regional, sem prejuízo das competências próprias do ministro responsável pela área das finanças. «Esta sociedade tem por objecto a gestão e a coordenação global do Projecto do Arco Ribeirinho Sul e do investimento público a realizar naquele âmbito, nas áreas e nos termos definidos no respectivo Plano Estratégico. A implementação do Projecto vai reger-se por critérios de sustentabilidade financeira através de programas calendarizados previamente definidos pela sociedade», refere o Conselho de Ministros. Para execução das operações de requalificação urbanística e valorização que integram o Projecto do Arco Ribeirinho Sul, a Arco Ribeirinho Sul, «fica autorizada a constituir sociedades executoras locais, em parceria entre a sociedade gestora do Projecto global, com uma participação no capital social correspondente a 60%, e cada município directamente envolvido na respectiva área de intervenção, com uma participação correspondente a 40%». IN http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1077626&div_id=1730
  14. Arco Ribeirinho Sul requalifica Margueira, Siderurgia e Quimiparque 2009-07-31 O Arco Ribeirinho Sul «é um projecto importante para os três concelhos e para a Área Metropolitana de Lisboa, mas é um projecto importante para o País. O Arco Ribeirinho Sul estrutura, talvez pela primeira vez, uma visão política clara para o desenvolvimento e afirmação da Área Metropolitana de Lisboa», afirmou o Primeiro-Ministro na apresentação do plano estratégico, no Barreiro, em 31 de Julho. O Arco Ribeirinho Sul tem como objectivo a requalificação e reconversão urbanística de alguns espaços na Margem Sul do Tejo anteriormente ocupados por grandes instalações industriais agora desactivadas: a Quimiparque, no Barreiro, a Margueira, em Almada, e a Siderurgia, no Seixal, representando mais de 900 hectares de terrenos públicos das antigas zonas industriais e lembrou também os importantes projectos previstos para a região. José Sócrates referiu que a afirmação da Área Metropolitana de Lisboa (AML) será feita pela «visão política de uma metrópole com duas margens», que deve ser vista em conjunto para assim podes ganhar dimensão a nível europeu. Esta é uma oportunidade criada pelo «impacto de três grandes projectos estruturantes: o novo aeroporto, a Terceira Travessia sobre o Tejo e a Plataforma Logística do Poceirão». O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, anunciou que o investimento total nos três territórios se irá pagar por si próprio: «Há um investimento directo de cerca de 520 milhões de euros, incluindo os cerca de 70 milhões dos municípios, que do lado do Estado é compensado pela propriedade dos terrenos. Estima-se que as receitas que o Estado tirará destes terrenos será igual ou superior». Francisco Nunes Correia referiu que os trabalhos podem iniciar-se dentro de um ano - o tempo de execução total será de 15 anos para a Margueira, 12 para a Siderurgia e 18 para a Quimiparque -, acrescentando que a requalificação deverá criar cerca de 55 mil postos de trabalho. O projecto do Arco Ribeirinho Sul foi aprovado no Conselho de Ministros de 23 de Julho de 2009. IN http://www.governo.gov.pt/pt/GC17/PrimeiroMinistro/Noticias/Pages/20090731_PM_Not_Raco_Ribeirinho_Sul.aspx APRESENTAÇÃO DO PROJECTO DO ARCO RIBEIRINHO SUL Contributo para a criação da “Cidade das duas margens” “O Rio Tejo deve ser e é uma grande oportunidade e um factor de desenvolvimento económico e social”, referiu Carlos Humberto de Carvalho na sessão de apresentação, defendendo a criação da “cidade de duas margens”, ou seja, de uma Área Metropolitana polinucleada. José Sócrates salientou que o projecto tem uma importância a nível nacional, visto que 900 hectares de terrenos público contribuirão para o desenvolvimento da AML e do País. O Primeiro-Ministro referiu ainda que o projecto estrutura a visão politica de “uma metrópole de duas margens” e salientou a concertação estratégica entre poder central e câmaras municipais envolvidas na elaboração do projecto, sendo agora o próximo passo a sua concretização. O Projecto do Arco Ribeirinho Sul foi apresentado hoje, dia 31 de Julho, no território da Quimiparque, numa iniciativa que contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal do Barreiro (CMB), Carlos Humberto de Carvalho, do Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) e Coordenador do Grupo de Trabalho Interministerial do Projecto do Arco Ribeirinho Sul, António Fonseca Ferreira, do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, e do Primeiro-Ministro, José Sócrates. Recorde-se que este projecto prevê a requalificação dos antigos complexos industriais da Margueira, em Almada, da Siderurgia Nacional, no Seixal, e da CUF/Quimigal (actualmente Quimiparque), no Barreiro. “O Rio Tejo deve ser e é uma grande oportunidade e um factor de desenvolvimento económico e social”, referiu Carlos Humberto de Carvalho na sessão de apresentação, defendendo a criação da “cidade de duas margens”, ou seja, de uma Área Metropolitana polinucleada. Considerando que a Margem Sul do Tejo “tem potencialidades infindáveis”, salientou que os Municípios que constituem o Arco Ribeirinho Sul têm como objectivo e ambição ‘ajudar’ Lisboa a desenvolver-se de forma sustentável. Além de contribuir para a recuperação dos três territórios, o projecto contribui, na opinião do Autarca, para o desenvolvimento económico e social dos Municípios envolvidos, da Região de Setúbal, da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e consequentemente do País, criando outras actividades económicas, equipamentos culturais e desportivos de referência, novas acessibilidades, etc. O Presidente da CMB recordou que “uma parte do caminho está percorrido no Barreiro”, tendo sido realizado, em parceria com a Quimiparque, e colocado em discussão pública o Plano de Urbanização deste território e zona envolvente. “Precisamos passar à fase de execução”, defendeu Carlos Humberto de Carvalho. Em anexo segue o discurso completo do Presidente da CMB. O Presidente da CCDR-LVT explicou o projecto e a sua importância enquanto alavanca do desenvolvimento do Arco Ribeirinho Sul no contexto da AML. Por outro lado, Fonseca Ferreira lembrou os grandes investimentos públicos que terão impactos significativos neste território, nomeadamente a construção da ponte Barreiro-Chelas, a instalação do novo aeroporto de Lisboa na zona do campo de tiro em Alcochete e a implementação da plataforma logística do Poceirão. Nas três zonas industriais, que são território do Estado e têm um total de cerca de 900 hectares, o plano estratégico assenta em cinco eixos prioritários de intervenção, nomeadamente em termos de actividades económicas, equipamentos, mobilidade e acessibilidades, ambiente e paisagem e identidade e valores socioculturais, o que implicará investimentos na ordem dos 520 milhões de euros. Em termos de planeamento físico das acções, prevê-se um prazo total de 18 anos para a intervenção no território da Quimiparque. Carlos Costa Pina e Francisco Nunes Correia salientaram a importância do projecto para a requalificação de áreas degradadas e promoção do seu crescimento ordenado e, principalmente, para a construção de “uma cidade de duas margens”, com qualidade urbanística e arquitectónica. A requalificação dos territórios permitirá o fortalecimento da competitividade da AML e consequentemente do país no contexto europeu, segundo defenderam o Secretário de Estado e o Ministro do Ambiente. Ideia igualmente defendida pelo Primeiro-Ministro. José Sócrates salientou que o projecto tem uma importância a nível nacional, visto que 900 hectares de terrenos público contribuirão para o desenvolvimento da AML e do País. O Primeiro-Ministro referiu ainda que o projecto estrutura a visão politica de “uma metrópole de duas margens” e salientou a concertação estratégica entre poder central e câmaras municipais envolvidas na elaboração do projecto, sendo agora o próximo passo a sua concretização. IN http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=142855&mostra=2 Sócrates diz que Arco Ribeirinho Sul não é “limitativo e retrógrado” José Sócrates, primeiro-ministro, considera que o projecto do Arco Ribeirinho Sul estrutura, “pela primeira vez, uma visão política clara para o desenvolvimento integrado da Área Metropolitana de Lisboa (AML)”, tendo, por isso, uma grande importância a nível local e nacional. Durante a apresentação oficial deste projecto, o primeiro-ministro afirmou que “é limitativo, mesquinho e retrógrado” não se considerar o Arco Ribeirinho Sul como “uma necessária alavanca para promover o desenvolvimento conjunto das duas margens do rio Tejo”. Para José Sócrates, o projecto do Arco Ribeirinho Sul, que se estende desde a praia da Fonte da Telha, no concelho de Almada, até ao município do Barreiro, deve ser entendido segundo “três dimensões distintas”, uma vez que “estrutura uma visão política sobre uma metrópole de duas margens, criando sinergias que potenciam a AML no conjunto do continente europeu”, apresenta uma “visão política de oportunidade, dado que vai aproveitar terrenos públicos de excepcional qualidade e valia”, e, finalmente, “reafirma a consertação entre o Estado e as câmaras municipais”. “Os territórios não devem ser encarados como problemas e como o resultado da deterioração de actividades industriais declinantes”, sublinha. De acordo com Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, o projecto, que prevê a requalificação de cerca de 300 hectares no parque industrial da Quimiparque, “antecipa futuros”, concretizando, desse modo, “o desígnio da construção de uma cidade poli-nucleada”. O edil barreirense acrescenta que o território em causa “tem potencialidades infindáveis, pois gera empregos e riqueza”, sendo, consecutivamente, “mais um passo para revitalizar a sua própria área envolvente”. A mesma opinião é partilhada por Maria Emília Sousa, presidente da câmara de Almada, que realça o facto de ter “batalhado e lutado durante muitos anos”, após o encerramento da Lisnave, em 2000, pela requalificação de cerca de 50 hectares da zona da Margueira. “Este é um momento que marca uma nova fase na história local, nacional e das próprias actividades económicas”, salienta. Além do Barreiro e de Almada, também o município do Seixal vai contribuir em cerca de quarenta por cento para o capital social de três entidades executoras locais, que “vão ser constituídas oportunamente, e que contarão com sessenta por cento do capital do Estado”. Entretanto, o Governo aprovou a constituição de uma sociedade gestora, a Arco Ribeirinho Sul SA, “sob a forma de capitais exclusivamente públicos”, que coordenará todo “o investimento global a realizar”. Por sua vez, a Parque Expo SA vai ser responsável “pela coordenação do projecto na sua totalidade”, enquanto as autarquias da Moita, Montijo e Alcochete farão parte de um conselho consultivo, “a ser, igualmente, criado”. “O conceito de cidade das duas margens consagrou-se, de forma definitiva, no Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT-AML) de 2002”, explica Fonseca Ferreira, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), que enfatiza, por sua vez, os 520 milhões de investimento previstos para os cerca de 900 hectares, a serem requalificados no período estimado de duas décadas. Para o presidente da CCDR-LVT, os novos investimentos programados para a região, nomeadamente o novo aeroporto de Lisboa, a terceira travessia sobre o rio Tejo e a plataforma logística do Poceirão, constituem “algo de aliciante a mais neste projecto”, que prevê ainda criar mais de 55 mil postos de trabalho e atrair cerca de 17 mil novos residentes. O projecto do Arco Ribeirinho Sul, desenvolvido em parceria entre o Estado e os municípios, estrutura-se em torno de alguns eixos prioritários, que vão desde as actividades económicas até ao ambiente, passando pelas acessibilidades, mobilidade e equipamentos. Algumas das medidas que vão ser implementadas visam consolidar áreas empresariais, criar equipamentos colectivos nos domínios da educação, saúde, cultura e desporto, requalificar toda a frente ribeirinha e, finalmente, estabelecer uma nova rede de acessibilidades, por via da criação de uma circular do arco ribeirinho sul, da conclusão do IC32, do prolongamento do metro sul do Tejo e da construção de uma nova gare sul, situada no Lavradio. “As medidas vão reconfigurar toda a AML, gerando ganhos expressivos para todo o país”, afirma Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional. Para Carlos Costa Pina, Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, este é um projecto que deve ser ainda visto “como dinamizador das actividades das pequenas e médias empresas”, como “gerador de emprego e riqueza, por via da reforma do património público”, e, finalmente, “como uma oportunidade única para promover a reconversão de áreas degradadas, ajudando, simultaneamente, a construir a grande cidade de Lisboa, composta por vários concelhos”. “É uma obra política de sabedoria conciliar tanta gente sobre esta aventura que agora se inicia”, conclui José Sócrates. Bruno Cardoso - 31-07-2009 17:22 IN http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=11102 31 Julho 2009 - 16h41 Plano transformas zonas industriais junto ao Tejo Revolução na Margem Sul Uma profunda intervenção está planeada para os 900 hectares actualmente ocupados pela Margueira, Siderurgia Nacional e Quimiparque, junto à margem Sul do rio Tejo. A intervenção prevê um investimento de mais de 500 milhões de euros, a instalação de mais 17 mil residentes e a criação de 55 mil postos de trabalho, num horizonte temporal a 18 anos, já que os projectos deverão estar concluídos, no máximo, até 2027. O plano para o Arco Ribeirinho Sul, que compreende os concelhos de Almada, Barreiro e Seixal, foi apresentado ontem pelo primeiro-ministro, José Sócrates, numa cerimónia que contou com vários membros do governo e presidentes das câmaras locais. José Sócrates sublinhou a 'importância nacional do projecto' e explicou que ele traduz a visão política de 'uma metrópole com duas margens'. IN http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=98B9B744-1FE3-4B3A-8140-113B19AF28B6 Sócrates destaca "importância nacional" de "uma metrópole de duas margens" De Carolina Dias (LUSA) – Há 4 horas Barreiro, Setúbal, 31 Jul (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que o Arco Ribeirinho Sul, que visa a requalificação de três antigos espaços industriais na Margem Sul, é um projecto de "importância nacional" que concretiza "uma metrópole de duas margens". "Este é um projecto importante para os três concelhos e para a Área Metropolitana de Lisboa (AML) mas é um projecto importante para o país. O Arco Ribeirinho Sul estrutura, talvez pela primeira vez, uma visão política clara para o desenvolvimento e afirmação da AML", afirmou durante a sessão pública de apresentação do plano estratégico que decorreu no Parque Empresarial da Quimiparque, no Barreiro. O Conselho de Ministros aprovou a 23 de Julho o plano estratégico e as propostas de intervenção elaboradas pelo grupo de trabalho do projecto Arco Ribeirinho Sul. © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. IN http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5j_AXfD2xPlFZ0XvVonuC87BhxtyA Almada, Barreiro e Seixal Uma Expo em ponto grande projectada para a Margem Sul por ROBERTO DORES,Hoje Hotéis de luxo, habitação e centros náuticos na actual Margueira, Quimiparque e Siderurgia. É o plano para a Margem Sul que visa cativar 17 mil novos habitantes O conceito de uma nova Expo, mas cinco vezes maior, será o que melhor resume o projecto do chamado Arco Ribeirinho Sul com o qual o Governo tenciona "revolucionar" o urbanismo nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal nos próximos 18 anos. Numa área de 920 hectares, outrora ocupada pelo poder da industrialização, vão crescer hotéis de luxo, zonas residenciais, museus e centros náuticos. O investimento ultrapassa os 400 milhões de euros e se as habituais derrapagens não apoquentarem o calendário haverá mais 17 mil residentes e 55 mil novos empregos na região. Lá para 2027. As intervenções vão recair em 55 hectares da Margueira (Almada), 290 da Quimiparque (Barreiro) e 536 da Siderurgia Nacional (Seixal) - ver infografia acima -, sendo que o ministro do Ambiente, Nunes Correia, que apresenta hoje o projecto no Barreiro, já admitiu ao DN não estar previsto, para já, nenhum projecto emblemático. Adiantou que o plano prevê a construção de cinco mil novos fogos "de grande qualidade" na zona para procurar responder à pressão que se perspectiva para os três concelhos com a construção do aeroporto em Alcochete, da plataforma logística do Poceirão (Palmela) e da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e Barreiro. Nunes Correia não tem pejo em assegurar que "a verdadeira cidade portuária será no Arco Ribeirinho Sul", alertando que "é muito melhor construir escritórios e habitação em locais degradados do que destruir um montado no Alentejo para responder à pressão urbanística". O ministro do Ambiente frisou que Lisboa vai, finalmente, cumprir uma célebre frase que consta nos planos de ordenamento: "Uma cidade, duas margens." O titular da pasta do Ambiente diz que "se há algo de emblemático para citar, é o facto de se trazer a Margem Sul para o centro das operações, com um protagonismo que até agora não tinha. Era uma zona residencial e dormitório de Lisboa, mas este projecto vai dar- -lhe uma nova centralidade", afirma Nunes Correia, ressalvando que o projecto se mede a 15 ou 20 anos, pelo que deverá sofrer ajustamentos, em função da dos ritmos de construção do futuro aeroporto ou da nova ponte. Segundo o plano estratégico elaborado pelo grupo de trabalho constituído em Setembro de 2008, a reconversão urbanística daqueles três elementos da memória colectiva da Área Metropolitana de Lisboa torna-se mais urgente quando se conhece o abandono e a degradação a que têm sido votados, "com consequências sociais e económicas negativas também extensíveis às áreas urbanas que os envolvem", diz o documento. O plano defende projectos de diversas naturezas e dimensões, que vão da construção de infra-estruturas de transporte às actividades ligadas ao estuário e ao mar, não só nas componentes de construção e reparação naval mas também no domínio da biologia marinha. A proximidade ao futuro aeroporto de Lisboa propicia o desenvolvimento de actividades ligadas ao sector aeronáutico. O ambicioso plano tem prazos longos para a sua conclusão: estão previstos 18 anos para a renovação da Quimiparque, 12 e 15 para a Siderurgia Nacional e a Margueira, respectivamente. IN http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1322132&seccao=Sul Arco Ribeirinho Sul requalifica instalações industriais em seis concelhos so Sul do Tejo 2009-07-30 Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento regional Gabinete do Ministro Apresentação pública do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, preside, amanhã, 31 de Julho, às 11h30, à sessão pública de apresentação do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul. Esta sessão conta, também, com a presença dos Secretários de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, e do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e representantes dos seis Municípios abrangidos por este projecto: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo e Seixal. O Plano Estratégico do Projecto do Arco Ribeirinho Sul, tem em vista a requalificação e reconversão urbanística de alguns espaços na margem sul do Tejo, anteriormente ocupados por grandes instalações industriais agora desactivadas: Margueira, Siderurgia Nacional e Quimiparque. A requalificação destes espaços tornou-se, ainda, mais premente com a recente decisão de localização do Novo Aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete, a projectada construção da Terceira Travessia do Tejo e o conjunto de outras iniciativas interligadas com estes investimentos. O Arco Ribeirinho Sul, é o projecto de edificação de ‘uma grande metrópole de duas margens’ centrada no Tejo. Constitui-se como um grande desafio, que se pretende atingir num horizonte temporal de cerca de duas décadas, exigindo uma enorme concentração de esforços e concertação de interesses. Pretende-se (i) a valorização da relação com o rio Tejo, afirmando-o como elemento de referência principal do Arco Ribeirinho Sul, (ii) a reconversão dos usos dominantes, mantendo uma componente de actividade industrial e de logística de nova geração, reduzindo o carácter portuário pesado e reforçando os usos de habitação, comércio, serviços e equipamentos, (iii) a criação de estruturas e espaços urbanos com forte qualidade física e funcional e, nessa medida, com elevado potencial de polarização em relação aos territórios envolventes IN http://www.governo.gov.pt/pt/GC17/Governo/Ministerios/MAOTDR/Notas/Pages/20090730_MAOTDR_Com_Arco_Ribeirinho_Sul.aspx O Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul - os 1ºs. passos de uma nova e melhor realidade Por Carlos Pires Assente na manifesta utilidade pública e reconhecimento da oportunidade de alavancar o desenvolvimento das comunidades localizadas na envolvente daqueles territórios, esta iniciativa objectiva igualmente, de forma eficaz e em total coerência com o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e com o Plano Regional de Ordenamento do Território da área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), contribuir para a estruturação, valorização e competitividade da Área Metropolitana de Lisboa (AML). No ínicio de 2008, o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) lançou o “Projecto do Arco Ribeirinho” visando a requalificação do território das antigas áreas predominantemente industriais, há algum tempo desactivadas na margem Sul do Tejo, mais concretamente o da CUF/Quimigal (Quimiparque) no Concelho do Barreiro, o da Margueira no Concelho de Almada e o da Siderurgia Nacional no Concelho do Seixal. Sobre o mesmo e correspondendo a uma orientação nele expressa – “promoção de uma boa e efectiva articulação entre o estado e os municípios” -, correspondendo a consulta que lhes foi feita pelo MAOTDR, emitiram as edilidades municipais deste modo envolvidas, o seu parecer, designadamente a Câmara Municipal do Barreiro que se expressou em relação às competências legais dos municípios e ao parecer prévio relativamente ao Plano Estratégico ali previsto realizar. No Conselho de Ministros de 28/8/08 pela resolução nº 37/08, o Governo aprovou a realização, de forma articulada e integrada, do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul (PEARS) e a constituição do grupo de trabalho responsável pela produção dos respectivos estudos. Assente na manifesta utilidade pública e reconhecimento da oportunidade de alavancar o desenvolvimento das comunidades localizadas na envolvente daqueles territórios, esta iniciativa objectiva igualmente, de forma eficaz e em total coerência com o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e com o Plano Regional de Ordenamento do Território da área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), contribuir para a estruturação, valorização e competitividade da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Tal como para as restantes áreas, atentando às múltiplas potencialidades específicas do território da Quimiparque sito no Concelho do Barreiro, em relação aos seus cerca de 287 hectares, objectiva também aquela resolução: - visualizar a respectiva integração no contexto da nossa Cidade, contribuindo para potenciá-la como uma nova e ordenada centralidade supra-municipal complementar a Lisboa, com ligações estruturantes às restantes; - singularizar paisagística e funcionalmente as suas zonas ribeirinhas; - garantir o suportar novas actividades económicas bem como novos e qualificados espaços e equipamentos, públicos e/ou privados. Para a boa prossecução do PEARS, a referida resolução governamental que o lançou defende também, quer uma adequada solução de gestão institucional da sua implementação, quer a promoção de modelos de desenvolvimento urbanístico assente em novas e sustentáveis referências. E é assim que, dando corpo às intenções então expressas, entre as suas grandes opções, o PEARS veio a contemplar: - a consolidação das áreas empresariais; - a instalação de novas indústrias pesadas e relocalização ou reconversão das actualmente existentes; - a criação de áreas de habitação, comércio e serviços; - a instalação de equipamentos de referência; - a instalação de um pólo de desenvolvimento tecnológico e de indústrias criativas; - a instalação de estruturas de apoio à náutica de recreio; - a construção da Terceira Travessia do Tejo, incluindo o alargamento do IC 21; - a requalificação e/ou relocalização dos terminais fluviais de passageiros; - a instalação da Gare Sul (gare intermodal no Lavradio); - a reestruturação das infra-estruturas portuárias; - a construção do Metro Sul do Tejo – fases 2 e 3; - a construção das variantes às EN 10 e EN 112 (incluindo ponte rodoviária Seixal Barreiro e túnel do Brejo); - a conclusão do IC 32 (CRIPS); - a reconversão das infraestruturas ferroviárias desactivadas ou a desactivar; - a estruturação do corredor ecológico do Arco Ribeirinho; Por outro lado, prevendo o planeamento físico e financeiro da sua própria execução, o PEARS não só verifica a viabilidade económica-financeira de cada uma das operações de reconversão urbanística, como quantifica a necessidade de investimento que lhe está associada verificando a exposição máxima e identificando as responsabilidades no âmbito dos financiamentos a realizar. A intervenção no território da Quimiparque abrange investimentos estimados entre 281,4 e 307,1 milhões de euros, incluindo o valor do terreno, para a reconversão urbanística do seu território, entre 11,5 e 16,1 milhões de euros para custos de estrutura e de gestão desta intervenção e em 24,4 milhões de euros para encargos com a promoção da área e captação de actividades e clientes. Destes investimentos, cerca de 2,4 milhões de euros serão da autarquia (em equipamentos culturais e/ ou desportivos/ lúdicos e outros equipamentos públicos de utilização colectiva a definir) sendo o restante investimento da entidade gestora. Do ponto de vista das receitas a gerar por esta intervenção, prevêem-se as que resultam da alienação de lotes de terrenos infra-estruturados para as diversas funcionalidades (habitação, comércio e industria) estimadas em 348,6 milhões de euros. Para a autarquia prevê-se receitas no valor total de cerca de 46,7 milhões de euros (10,9 milhões de euros em taxas e licenças e 35,9 milhões de euros em IMI/IMT). Da avaliação dos impactos directos, indirectos e induzidos resultantes da implementação do PEARS na Quimiparque importa referir os seguintes do ponto de vista quantitativo: - o aumento da população residente com carácter permanente em cerca de 8.200 habitantes, designadamente no que se refere às camadas mais jovens; - a criação de emprego no local (com o aumento de 28.000 postos de trabalho directos), na área envolvente e a nível regional; - o aumento do rendimento fiscal, através da estimativa do aumento de impostos gerados pelas actividades a criar (principalmente no que se refere aos impostos municipais, IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis e IMT – Imposto Municipal e e do ponto de vista qualitativo e permanente, - a promoção na envolvente a curto e médio prazo de uma dinâmica demográfica directa, positiva, elevada e significativa; - a provável qualificação média positiva, significativa e a curto e médio prazo dos recursos humanos e formação profissional local e na envolvente de forma indirecta; - a evolução positiva, indirecta, média e com significado dos níveis de consumo e de qualidade de vida, a médio e longo prazo, em termos locais e na sua envolvente; - a elevada disponibilidade positiva, directa e com significado das infra-estruturas (exigidas pelo investimento) a curto prazo e a nível local e regional; O lançamento de projectos como, entre outros, o Novo Aeroporto de Lisboa (NAL), a Terceira Travessia do Tejo (TTT) com a ligação rodoviária Barreiro-Seixal, o lançamento da nova fase do Metro Sul do Tejo (MST) que o fará chegar ao Barreiro, promoveram dinâmicas que vieram a redobradamente consubstanciar a justificação do PARS e o empenhamento do Governo em concretizá-lo. É assim que a Resolução do Conselho de Ministros de hoje (R237/2009) veio a confirmá-lo como sua assumida opção ao: - aprovar o Plano Estratégico elaborado pelo grupo de trabalho do PEARS, ouvidos os municípios em cujo território se prevê intervir, nomeadamente a Câmara Municipal do Barreiro que comunicou o seu parecer votado por unanimidade na sessão camarária de 4 Fevereiro p.p.; - reconhecer o interesse público das operações de requalificação urbanística (reestruturação e reabilitação urbana) e valorização (consolidação e modernização) das zonas objecto de intervenção; - autonomizar, dentro de uma perspectiva integradora e articulada assegurada por uma sociedade gestora global (de capitais públicos e exclusivamente do Estado), o desenvolvimento do PEARS em 3 operações independentes – Margueira, Siderurgia Nacional, CUF/Quimigal – no reconhecimento das potencialidades, condicionantes e dinâmicas próprias; - prever a constituição de até 3 sociedades executoras locais (de capitais detidos 60% pelo sociedade gestora global e 40% pelo respectivo município) para orientar a sua execução; - conferir a um conselho consultivo (a constituir no âmbito da sociedade gestora global e que sucederá ao grupo de trabalho que elaborou o Plano Estratégico as funções de consulta, apoio e participação na definição das suas linhas gerais de actuação, em particular, ao nível dos investimentos e monitorização do Projecto; - atribuir a coordenação técnica global e a gestão integrada do PEARS à Sociedade Parque EXPO 98, S.A.; - determinar a promoção, financeiramente sustentada por parte das entidades públicas proprietárias dos terrenos afectos, de todas as medidas julgadas necessárias no âmbito do PEARS; Esta nova decisão governamental é pois mais uma muito boa notícia para a nossa terra, que vai começando, deste modo e se outras razões não obviarem à sua realização, a ver melhoradas as suas perspectivas de um futuro mais risonho e com mais e melhor qualidade de vida para os que aqui vivem. Carlos M. Pires Cidadão do Barreiro, Arquitecto e Deputado Municipal pelo PS 24.7.2009 - 0:21 IN http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=110920&mostra=2&seccao=opiniao&titulo=O-Plano-Estrategico-do-Arco-Ribeirinho-Sul-- Governo aprova propostas de intervenção na Margem Sul 23 JUL 09 às 19:49 O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feia, o plano estratégico e as propostas de intervenção elaboradas pelo grupo de trabalho do projecto Arco Ribeirinho Sul, que visa a requalificação de três antigas instalações industriais na Margem Sul. Peça de Gabriela Batista sobre a aprovação das propostas de intervenção na Margem Sul A resolução aprovada esta quinta-feira tem como objectivo a requalificação e reconversão urbanística de alguns espaços na Margem Sul do Tejo, anteriormente ocupados por grandes instalações industriais agora desactivadas, concretamente a Quimiparque, no Barreiro, a Margueira, em Almada, e a Siderurgia, no Seixal. O projecto Arco Ribeirinho Sul é considerado como premente tendo em conta a localização do novo aeroporto e a projectada nova ponte sobre o Tejo. O ministro da presidência, Pedro Silva Pereira, disse que o plano reuniu consensos e, como tal, «os mecanismos de execução consagram a parceria com o envolvimento dos municípios». O plano vai requalificar a zona não só do ponto de vista urbanístico como também ambiental, acrescentou o governante. Entre muitas prioridades, o plano prevê a deslocalização de algumas actividades económicas, a instalações de outras que apoiem o novo aeroporto, a instalação de equipamentos colectivos e novas redes de acessibilidades. O Conselho de Ministros aprovou também a constituição da Sociedade Arco Ribeirinho Sul, S. A., sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, que fica sujeita à tutela do ministro do Ambiente, que tem por objecto a coordenação global do Projecto do Arco Ribeirinho Sul e a execução do investimento público a realizar naquele âmbito, nas áreas e nos termos definidos no respectivo Plano Estratégico. IN http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1315801 Decisão tomada em Conselho de Ministros Arco Ribeirinho Sul passa a sociedade pública 2009/07/23 16:08Redacção / JFAAAACapital social de 5 milhões de euros O Governo decidiu, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, constituir a Arco Ribeirinho Sul, com natureza de empresa pública, sob a forma de sociedade comercial de capitais exclusivamente públicos, com um capital social de 5.000.000 de euros, subscrito e realizado integralmente pelo Estado no acto de constituição. Assim, este fica sujeita à tutela do ministro responsável pela área do ambiente, ordenamento do território e desenvolvimento regional, sem prejuízo das competências próprias do ministro responsável pela área das finanças. «Esta sociedade tem por objecto a gestão e a coordenação global do Projecto do Arco Ribeirinho Sul e do investimento público a realizar naquele âmbito, nas áreas e nos termos definidos no respectivo Plano Estratégico. A implementação do Projecto vai reger-se por critérios de sustentabilidade financeira através de programas calendarizados previamente definidos pela sociedade», refere o Conselho de Ministros. Para execução das operações de requalificação urbanística e valorização que integram o Projecto do Arco Ribeirinho Sul, a Arco Ribeirinho Sul, «fica autorizada a constituir sociedades executoras locais, em parceria entre a sociedade gestora do Projecto global, com uma participação no capital social correspondente a 60%, e cada município directamente envolvido na respectiva área de intervenção, com uma participação correspondente a 40%». IN http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1077626&div_id=1730
  15. Camp Nou dentro do mar 20 Julho 2009 Imagine-se um estádio, com capacidade para 150 mil pessoas, construído sobre uma ilha artificial, unido ao Fòrum de Barcelona por uma "passarela". O projecto, que tem tanto de inovador como surpreendente, já existe e é da autoria de um associado do clube catalão, o arquitecto Emili Vidal. Além da enorme lotação, o estádio idealizado teria a vantagem das acessibilidades, significativamente melhores, argumenta Vidal. Este arquitecto espera agora que o presidente do Barcelona trave o projecto de remodelação do Camp Nou, ganho recentemente por Norman Foster. O britânico, que venceu o concurso para a restruturação da infra-estrutura, pretende aumentar a capacidade do Camp Nou de 99 000 espectadores para 106 000. Uma obra avaliado em cerca de 250 milhões de euros. O estádio dentro do mar ainda não tem orçamento calculado. in http://dn.sapo.pt/desporto/interior.aspx?content_id=1312586
  16. Cascais: Nova Cidadela nasce em 2011 e vai custar nove milhões de euros à autarquia De Jorge Figueira (LUSA) – 19 de Jul de 2009 Cascais, 19 Jul (Lusa) - A renovação do Palácio da Presidência, a requalificação da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e a construção de uma pousada são os projectos previstos para a Nova Cidadela de Cascais, que estarão concluídos em 2011. Para o Palácio da Presidência da República está previsto um projecto de recuperação e musealização, que vai recuperar a residência oficial do Presidente da República e permitir a instalação do Museu das Ordens Honoríficas. Segundo Pedro Vaz, arquitecto responsável pelo projecto, a obra de reabilitação do edifício consiste num "núcleo de museu da Presidência, aposentos de comitivas e um espaço que poderá ser visitado pelo público, além dos salões nobres que servirão para receber eventos e cerimónias". © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. in http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5jVXZFFW6TUkcb520zRCSkopRQteQ
  17. Pavilhão de Portugal já tem projecto de utilização 2009-07-25 GINA PEREIRA Ideia desenvolvida por João Pinharanda prevê ocupação multidisciplinar, mas só em 2011. Construído para a Expo'98, o Pavilhão de Portugal, em Lisboa, tem tido nos últimos dez anos uma utilização errática e ocasional. Mas já há um projecto para uma ocupação definitiva do edifício, que só deve ficar pronto em 2011. Coube a uma equipa liderada por João Pinharanda, historiador de arte e director do Museu de Arte Contemporânea de Elvas, elaborar o estudo de redefinição programática do Pavilhão de Portugal. Ao que o JN apurou, o trabalho está concluído e foi aprovado pela Parque Expo que, nos últimos tempos, o tem estado a apresentar à tutela. O primeiro-ministro já terá sido informado das intenções da empresa para o pavilhão, bem como o ministro da Cultura, o ex-ministro da Economia, o presidente do Turismo de Portugal e a vereadora da Cultura na Câmara Municipal de Lisboa, bem como o arquitecto Siza Vieira, autor do edifício. Sem querer adiantar ao JN qual vai ser exactamente o conteúdo do novo espaço - a apresentação pública do projecto compete à Parque Expo e só deve acontecer em Setembro -, João Pinharanda explicou que será uma utilização "cultural e multidisciplinar". "Será um cruzamento de cultura, ciência e música", disse. Rolando Borges Martins, presidente da empresa, adiantou à Lusa que será um local de "mostra do talento português", dedicado à "presença dos portugueses no mundo". O espaço - que não será um museu tradicional - vai ter um projecto permanente mas também zonas destinadas a utilizações temporárias e irá manter a valência de restaurante. O objectivo é que a nova ocupação do Pavilhão de Portugal "reflicta as várias vivências da zona", como a ciência (Pavilhão do Conhecimento e Ciência Viva), a cultura (Oceanário e Teatro Camões) e o lazer e espectáculo (Casino). Siza Vieira, arquitecto responsável pelo projecto do pavilhão, já conhece o novo projecto e aplaude que se trate de uma ocupação pública e com um programa variado. Por diversas vezes Siza Vieira lamentou que o edifício esteja há tantos anos fechado e com utilizações esporádicas que, em seu entender, contribuem mais para a degradação do que para a manutenção do imóvel, em vias de classificação pelo IPPAR. A decisão de avançar com uma ocupação definitiva "é a concretização de uma coisa que estava prevista desde o início", diz o arquitecto, satisfeito por ter sido finalmente encontrada uma utilização para o edifício. "Mais vale tarde do que nunca", desabafou, adiantando que vai ficar responsável pela adaptação dos interiores do pavilhão ao novo programa. A obra só deve estar concluída em 2011, ano em que o espaço deve abrir ao público, disse, ao JN, João Pinharanda. Nos últimos anos houve várias hipóteses de ocupação faladas para o local (sede da presidência do Conselho de Ministros, Museu de Arte Moderna ou Agência dos Oceanos), todas abandonadas, bem como a ideia de compra do edifício pela Câmara de Lisboa. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1316845
  18. Conferências TED em Oxford Arquitecto projecta parede de areia com seis mil quilómetros para travar deserto do Sara 24.07.2009 - 15h30 PÚBLICO Um estudo das Nações Unidas diz que dois mil milhões de pessoas poderão ser vítimas potenciais da desertificação. O arquitecto sueco Magnus Larsson têm uma ideia para travar este processo e apresentou-a hoje numa das conferências das TED Global, a decorrer em Oxford: construir uma parede de areia com seis mil quilómetros ao longo do deserto do Sara. A barreira imaginada por Larsson começa na Mauritânia, na costa Oeste de África e vai até ao Djibuti, no outro extremo. “A ameaça é a desertificação. A minha resposta é uma parede arenítica, feita a partir de areia solidificada”, disse Larsson, que diz ser um arquitecto de dunas. O método para endurecer a areia seria inundá-la com bactérias capazes de transformar o material em cimento em poucas horas. A desertificação “afecta cerca de 140 países”, disse o arquitecto à BBC News. Regiões que abarcam as repúblicas da ex-União Soviética na Ásia Central, a China e a África subsariana são zonas vermelhas que estão em risco de se tornarem desertificadas, aumentando a pressão na procura dos recursos naturais. Para a África do Norte, as nações já tinham uma proposta: plantar um corredor de árvores para prevenir a progressão das areias. Um projecto similar foi avançado para o deserto do Gobi, que abarca parte da China e da Mongólia. Segundo Larsson, a parede arenosa serviria como complemento e não como substituto a uma barreira de árvores. “Daria suporte físico para as árvores”, disse. Ainda mais importante, se as árvores fossem derrubadas continuaria de pé. “Nestas regiões as pessoas são tão pobres que cortariam [as árvores]para fazer fogueiras.” Utilizar o deserto para utar contra o deserto Para se fabricar a parede, os grãos de areia ligar-se-iam com a ajuda do Bacillus pasteurii. “É um microrganismo que produz quimicamente a calcite – uma espécie de cimento natural”, disse. O arquitecto foi buscar a ideia a uma equipa da Universidade California Davis, que tem utilizado esta bactéria para solidificar o chão em zonas que são vulneráveis a sismos. No caso das dunas, as bactérias seriam injectadas em grandes quantidades. “A ideia é parar o deserto utilizando o próprio deserto”, disse. A estrutura poderia ainda ser aproveitada de forma vantajosa para as populações, fornecendo sombras, abrigos e uma estrutura para recolher água. No entanto, o arquitecto admite que existem vários problemas práticos para serem ultrapassados. “Existem muitos detalhes que ainda faltam explorar: políticos, práticos, éticos, financeiros. O meu plano está carregado de desafios”, adiantou. “No entanto é um começo, uma visão, se mais nada, gostava pelo menos que esta ideia gerasse uma discussão.” Hoje é o último dia das conferências da TED que começaram dia 21. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1393182 Muro de 7.000 quilómetros para travar o Saara Criar uma barreira natural, feita à base de areia e cimento, para impedir que as areias do deserto do Saara continuem a ganhar terreno sobre as zonas verdes do centro de África pode vir a ser realidade, escreve o "ABC" . A ideia partiu do arquitecto sueco, Magnus Larsson, que tinha já proposto a construção da "Grande Muralha Verde", uma linha de árvores com sete mil quilómetros de extensão, para travar o avanço do Saara por Sul. in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/528133 JOSÉ MANUEL NIEVES | MADRID Actualizado Miércoles, 29-07-09 a las 18:06La idea puede parecer una locura, pero tiene fundamento y es perfectamente realizable. Se trata de frenar el avance del desierto... usando el propio desierto. Y consiste en construir, con su propia arena, un enorme muro de cemento que separe físicamente el borde meridional del Sahara de las zonas verdes del centro de África. El ingente trabajo, además, no sería realizado por seres humanos, sino por una clase muy particular de bacterias... El Sahara, igual que otros desiertos del mundo, aumenta continuamente. Sus dunas, animadas por el viento como las olas del mar, se mueven, avanzan y conquistan más y más territorio a cada año que pasa. La propia ONU, en un informe de 2007, ha advertido que cerca de un tercio de la población del planeta (unos dos mil millones de personas) son víctimas potenciales de la desertificación. El problema, que ya está causando éxodos masivos en numerosas áreas del planeta, desde el Asia Central, China o el África subsahariana, afecta de manera directa a casi ciento cincuenta naciones. Y la situación se ha vuelto especialmente dramática precisamente en el continente negro. Una bacteria como obrera Para detener el avance del gran desierto africano, el arquitecto sueco Magnus Larsson ha propuesto una revolucionaria idea durante la TED Global Conference de Oxford, un encuentro internacional en el que se ponen sobre sobre el tapete las mejores iniciativas globales. Una idea que pasa por construir un muro de sólido cemento que frene el avance de las dunas. Para Larsson, esa descomunal obra puede, además, ser efectivamente llevada a cabo «congelando» las dunas y convirtiéndolas el sólida roca. Los granos de arena pueden ser pegados unos a otros utilizando una bacteria llamada Bacillus pasteurii, que es muy corriente en entornos húmedos y pantanosos. «Este microorganismo -explica el arquitecto- es capaz de producir químicamente calcita, que es un tipo de cemento natural». Larsson imagina, pues, todo un ejército de miles de millones de estas bacterias, llevadas hasta los bordes meridionales del Sahara e «inyectadas» allí por una flota de grandes globos, trabajando sin descanso con la propia arena del desierto para crear una barrera natural capaz de frenar su implacable avance. «La Gran Muralla verde» El arquitecto, que ya es conocido por otro proyecto similar (la «Gran Muralla verde», una línea de árboles de 7.000 km para frenar el avance del Sahara por el sur), cree que su idea actual podría ser complementaria de la primera. Además, asegura, las bacterias podrían acometer la tarea en muy poco tiempo, y una vez terminada, aunque desaparecieran los árboles el muro cumpliría con éxito su misión. En declaraciones realizadas a la BBC, Larsson admite, sin embargo, que existen diversas cuestiones prácticas, políticas y financieras que están por resolver. «Mi diseño está lleno de desafíos -asegura-. Sin embargo, es un principio, es una visión. Algo que por lo menos servirá para tener un esquema a partir del cual iniciar a discutir». in http://www.abc.es/20090728/ciencia-tecnologia-ciencias-tierra/muro-kilometros-para-contener-200907281121.html
  19. Novo fórum Luísa Todi apresentado pela primeira vez O projecto do novo fórum Luísa Todi foi apresentado pela primeira vez ao público. Paulo Ramos e Cidália Worm, arquitectos do atelier especializado em salas de espectáculos, Espaço, Tempo e Utopia, revelam que o fórum foi “ampliado com as proporções do volume original” e que procuraram “valorizar os elementos arquitectónicos mais relevantes e preservar a memória colectiva”. “É uma intervenção contemporânea, mas discreta”, conclui Paulo Ramos. Com o novo projecto, a entrada do fórum vai passar a ser efectuada pelo alçado poente, como “já acontecia no anterior teatro Dona Amélia”, revela Paulo Ramos. Esta opção é justificada com a existência de “mais espaço”, que torna o local “mais confortável” e que vai permitir que “os espectáculos transpareçam para fora”, com a criação de um arranjo exterior e um espelho de água que permite “acontecer pequenos happenings”. O novo projecto vai permitir ao Luísa Todi ganhar “novas valências”, como a ópera, congressos, café-concerto ou exposições. Para isso, foi aumentado o palco, “fundamental para que a sala possa estar inserida numa rede de divulgação de espectáculos”, e criada uma sala polivalente sobre a caixa de palco, com “vista panorâmica, mas que também pode ser obscurecida”. Além disso, vai ser criado um playground, onde os espectadores podem deixar as crianças. Com estas mudanças, Maria das Dores Meira, presidente da câmara de Setúbal, acredita que o fórum pode vir ser “a melhor sala de espectáculos do país”. Paulo Ramos acrescenta ainda a criação de “novas acessibilidades para pessoas de mobilidade condicionada, da eliminação da separação entre o balcão e a plateia e a modernização do equipamento cénico”. Além disso, revela que vai ser “conservado o tecto, a linguagem de horizontalidade e as letras identificativas” do fórum. Quanto ao revestimento, apesar de ser substituído devido às condições acústicas e térmicas, vai ser “mantida a palete de cores existentes”. Com todas estas mudanças, a lotação do fórum Luísa Todi vai ser reduzida, passando para 635 espectadores. Quanto aos problemas que levaram ao atraso nas obras, Pedro Ribeiro, engenheiro da a2p, empresa responsável pela estrutura do novo projecto, revela que alguns eram “expectáveis, mas não tantos”. Em relação às questões sísmicas, o engenheiro explica que o fórum Luísa Todi foi “uma das primeiras utilizações integrais em betão armado” e, como tal, “a disposição das armaduras não tinha capacidade de deformação durante um sismo”. Assim, foi necessário “o reforço pontual de uma área de intervenção brutal”, que exigiu um “esforço e um custo muito grande”. Pedro Ribeiro revela ainda que os relatórios mostravam que a água estava um metro abaixo do solo, quando na realidade está a 40 centímetros, algo que era imprevisto porque “a cave não mostrava sinais” de humidade. Esta água, “com uma produtividade imensa”, levantou “problemas complexos à impermeabilização e de como confinar a água”. No entanto, o engenheiro recusa falar em “derrapagens”, o que considera uma “discussão falseada”, uma vez que estes eram “problemas que existiriam sempre e tinham de ser resolvidos, mais tarde ou mais cedo”. Por sua vez, a arquitecta Ana Monteiro da Costa realça a complexidade do processo de arquitectura, considerando “estranho” que este seja, “por vezes, esquecido”. Quanto a uma possível data para a conclusão dos trabalhos de requalificação do fórum Luísa Todi, Pedro Ribeiro garante que a resposta tem de ser dada pela fiscalização e pelo empreiteiro da obra. Pedro Soares - 15-07-2009 12:17
  20. Arquietctura: Ministério da Cultura apoia com 300.000 euros Trienal e concurso de ideias para a Cordoaria Nacional 2009-07-17 Lisboa, 17 Jul (Lusa) - A Trienal de Arquitectura vai receber 300.000 euros do Ministério da Cultura, que apoiará também um concurso de ideias para a Cordoaria Nacional, segundo um protocolo hoje assinado. O protocolo foi assinado ao final da manhã, no Palácio da Ajuda, pelo ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, pelos presidentes da Ordem dos Arquitectos, João Belo Rodeia, e do Conselho Directivo Regional do Sul, Leonor Cintra Gomes, e por José Mateus, director da Trienal. O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, anunciara em Abril, no Parlamemto, que ia ser lançado um concurso de ideias de adaptação da Cordoaria Nacional para acolher o Museu Nacional de Arqueologia (MNA), arquivos e investigadores desta área. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1310855 Segunda edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2009-07-17 Ministério da Cultura Ministério da Cultura e Trienal de Arquitectura de Lisboa celebram protocolo de cooperação O Ministério da Cultura e a Trienal de Arquitectura de Lisboa celebraram, a 17 de Julho, um protocolo de cooperação no âmbito da segunda edição deste evento, que decorrerá entre 14 de Outubro de 2010 e 16 de Janeiro de 2011. Este protocolo, que foi subscrito pelo Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, João Belo Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitectos, Leonor Cintra Gomes, presidente do Conselho Directivo Regional do Sul, e José Mateus, director da Trienal, envolve uma comparticipação financeira do Ministério da Cultura, entre os anos de 2009, 2010 e 2011, no total de trezentos mil euros, prevê ainda o lançamento de um concurso de ideias, em colaboração com os serviços do Ministério da Cultura, para o edifício da antiga Fábrica Nacional de Cordoaria, em Lisboa, bem como a realização, em parceria com a Direcção-Geral das Artes, da exposição «Portugal» na vertente da representação oficial de Portugal na 12ª edição da Mostra de Arquitectura na Bienal de Veneza em 2010. A Trienal 2010 incluirá um conjunto de actividades, desde exposições, conferência internacional, edição de publicações, concursos de arquitectura e acções conducentes à internacionalização do projecto. Através de protocolos estabelecidos com diversos parceiros de outros países, prevê-se a montagem de co-produções que incluirão a itinerância intercontinental de exposições. Espera-se ainda uma maior interacção com as camadas juvenis da sociedade, através da organização de serviços educativos e da deslocação do calendário do evento para o final do ano, quando as escolas estão em funcionamento. Após o assinalável êxito da primeira edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, enquanto formato de grande fórum de debate, reflexão, prospecção e divulgação da arquitectura, concebido para fora do âmbito restrito dos arquitectos, a segunda edição da Trienal deslocará o seu enfoque de Lisboa para diferentes contextos do globo. Está prevista para o final de Setembro a 1ª conferência de imprensa de apresentação formal da programação. in http://www.governo.gov.pt/pt/GC17/Governo/Ministerios/MC/Notas/Pages/20090717_MC_Com_Trienal_Arquitectura.aspx
  21. Regional Novo auditório de Albufeira põe fim ao problema das cadeiras vazias (com vídeo) Futuro auditório de Albufeira Uma cadeira vazia nunca mais será um problema num espectáculo ou num comício político. Pelo menos em Albufeira. Como? Através de uma plataforma onde o lugar se «esconde» ou ganha a função de assento, conforme as necessidades. Como se a inovação já não fosse suficiente e não ampliasse a polivalência do futuro auditório de Albufeira, a isto vão somar-se as linhas arrojadas do edifício, cujas formas exteriores vão criar um jogo de transparências e simular a forma de uma onda. Apesar de as recentes obras na principal entrada de Albufeira terem obrigado a algumas alterações ao projecto inicialmente traçado por Leonel Moura, o artista e criador revelou que o facto «até foi positivo», visto que o afastamento do auditório em relação à estrada «aumentou a sua visibilidade e permitiu um melhor enquadramento paisagístico». Mas porque, mais do que um edifício público, Leonel Moura quer fazer do projecto um marco na arquitectura algarvia, a obra será visível assim que se chegar a Albufeira e será complementar ao arrojado edifício sede da AHETA, também por si idealizado. Aquela que será a primeira estrutura a ser construída no futuro parque do turismo de Albufeira terá, contudo, muitos outros motivos que a tornarão especial, mesmo no interior. Em declarações ao «barlavento», Leonel Moura explicou que a entrada do edifício só por si promete criar um efeito surpresa, a que não será alheio o foyer de «dimensões generosas», onde «caberá sem dificuldade qualquer um dos mil espectadores». Já dentro da sala, a novidade vai estar centrada no jogo de luz e formas, que transformarão as paredes num objecto de arte. «Gosto particularmente que, ao entrar num auditório, o espectáculo comece antes do espectáculo propriamente dito. É esse efeito que quero criar e, por isso, todo o interior da sala será revestido com placas de madeira, atrás das quais estarão incorporados alguns leds que mudam de cor e vão criar um jogo de iluminação», explicou Leonel Moura, durante a apresentação do projecto, na passada semana, em Albufeira. Com uma capacidade de mil lugares, distribuídos entre uma plateia e um balcão, a sala terá condições para acolher qualquer tipo de espectáculo. A esta versatilidade junta-se um palco de grandes dimensões, apoiado por um fosso de orquestra. «Basta escondermos as cadeiras no chão e ficamos com um espaço que permite fazer coisas que não são normalmente possíveis em auditórios, como um baile, um jantar ou um comício», ilustrou o mentor do projecto. De regresso ao exterior, o edifício será acompanhado por uma ampla praça de oito mil metros quadrados, que servirá de estacionamento. A área será, no entanto, polivalente e terá capacidade para acolher outros projectos pensados para a zona, como o Museu do Turismo ou um estacionamento subterrâneo. O novo auditório em números: - 7 milhões de investimento - 1000 lugares sentados - 250 m2 de palco - 8 mil m2 de espaços exteriores - 300 lugares de estacionamento Veja o vídeo e saiba mais sobre o novo Auditório de Albufeira: in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=34658 http-~~-//www.youtube.com/watch?v=8zBr1FMmHwU
  22. Câmara vai lançar concursos de arquitectura para a Praça de Espanha, Largo do Rato e mais cinco zonas da cidade nos próximos meses Terminal de cruzeiros de S. Apolónia avança com concurso e sem hotel e comércio 21.07.2009 - 09h35 Inês Boaventura O vereador Manuel Salgado anunciou ontem que a Câmara de Lisboa se prepara para lançar nos próximos meses sete concursos públicos de arquitectura, alguns dos quais em parceria com outras entidades. Entre eles está o do terminal de cruzeiros entre Santa Apolónia e o Jardim do Tabaco, que, ao contrário do que pretendia a anterior Administração do Porto de Lisboa (APL), não terá as valências de hotel e centro comercial. O concurso do terminal de cruzeiros será provavelmente lançado em Setembro, em parceria com a APL, tal como um outro relativo à praça existente junto à Doca de Santo Amaro, que poderá ser lançado ainda este mês. Cai assim por terra o muito contestado projecto que previa para Santa Apolónia, além de uma gare marítima para cruzeiros, um hotel com dois pisos, uma área de escritórios, zonas comerciais e estacionamento. Também segundo Manuel Salgado, e em parceria com a Frente Tejo, deverão avançar em Setembro os concursos públicos para a área entre o Campo das Cebolas e a Doca da Marinha e para o espaço público da zona monumental de Belém. O vereador do Urbanismo revelou ainda que a autarquia "vai alterar completamente" o espaço público do Largo do Rato, que um estudo do investigador Aymeric Bole-Richard, divulgado pelo PÚBLICO em 2008, conclui ser "um lugar hostil e perigoso para o peão". Manuel Salgado corrobora esta visão e diz que quer que o peão passe a ser "rei" neste local. Em Setembro, numa intenção que o autarca admite que poderá só ir avante no próximo mandato, deverá ser lançado o concurso para o centro de congressos da Praça de Espanha. Por fim, a câmara vai desafiar jovens arquitectos a desenvolverem um projecto para terrenos municipais de Pedroços, que inclua creche, biblioteca e zonas de habitação, mas também um núcleo de "habitação evolutiva, que possa crescer em função das necessidades das famílias". À margem da apresentação de planos e estudos urbanísticos lançados neste mandato, Salgado admitiu que lhe causou "alguma surpresa" o recente anúncio da expansão do Metro a Loures. Isto porque, diz, num relatório preliminar apresentado pela transportadora em Junho esta obra não era "prioritária", ao contrário de outras, como o prolongamento da linha Verde a Carnide. O vereador considera que "a grande aposta" para os próximos anos não deve ser o metro convencional, mas sim uma rede de eléctricos rápidos de superfície, a implementar por exemplo em Alcântara. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1392647 LISBOA Terminal de Cruzeiros sem hotel nem centro comercial 20 | 07 | 2009 18.45H O vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa anunciou para Setembro o lançamento de concurso para o projecto de arquitectura do Terminal de Cruzeiros, que abandonou o hotel e centro comercial previstos pela Administração do Porto de Lisboa. Destak/Lusa | destak@destak.pt "Será só gare marítima, sem hotel nem centro comercial", afirmou Manuel Salgado, a propósito do projecto para a área junto ao Jardim do Tabaco, a desenvolver em conjunto entre a autarquia e a APL. O responsável adiantou ainda que também em Setembro seráo lançados os concursos para os projectos de arquitectura da Praça de Espanha, onde deverá surgir um Centro de Congressos, para o Campo das Cebolas/Doca da Marinha (em conjunto com a autarquia e Sociedade Frente Tejo), para o Largo do Rato (arranjo de espaço público) e para a Praça de Alcântara. "Serão projectos de arquitectura porque pensamos que para ter uma cidade com desenho de qualidade temos de tirar partido dos arquitectos que temos", afirmou Salgado. Também em Setembro deverá ser lançado o concurso para os projectos de arquitectura a desenvolver para alguns terrenos municipais na zona de Pedrouços, que segundo Manuel Salgado abrangerão uma creche, biblioteca e alguma habitação e serão direccionados para jovens arquitectos. Manuel Salgado falava no final da apresentação de alguns planos de pormenor e de urbanização hoje apresentados na Sociedade de Geografia, numa sessão onde foi feito um balanço dos trabalhos de revisão do Plano Director Municipal (PDM). No final também o presidente da autarquia sublinhou a importância de planear a cidade, realçando que neste executivo "mais de 26 planos, projectos e estudos foram concluídos, iniciados ou estão em fase de conclusão". "Foram criadas regras apertadas que têm de ser cumpridas por todos e isto é muito importante para dar estabilidade a quem quer investir", afirmou António Costa, realçando que "Lisboa está cheia de exemplos "do que a instabilidade nos últimos anos tem gerado ao nível do investimento". "O potencial de investimento estava paralisado há anos pela indefinição na decisão", acrescentou. António Costa frisou ainda a "nova visão de mobilidade" deste executivo, dando com o exemplo o reperfilamento da Avenida 24 de Julho previsto no Plano de Pormenor do Aterro da Boavista Nascente, da responsabilidade do arquitecto Carrilho da Graça. "Este reperfilamento vai permitir que quem entre em Lisboa vindo de Algés, em vez de entrar pela 24 de Julho, seja redireccionado pela Avenida de Ceuta e entre numa grande radial", explicou. "A Avenida 24 de Julho deixará de ser uma auto-estrada em meio urbano para ser uma boulevard amiga da população", acrescentou. in http://www.destak.pt/artigos.php?art=36104 Lisboa: terminal de Cruzeiros sem hotel ou centro comercial Lançamento do concurso será em Setembro revela vereador do Urbanismo Por: /PP | 20-07-2009 19: 12 Manuel Salgado, o vereador responsável pela pasta do urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa (CML) revelou, esta segunda-feira, que o concurso para o terminal de cruzeiros em Santa Apolónia será lançado em Setembro. Acrescentou ainda que o projecto abandonou o hotel e centro comercial previstos pela Administração do Porto de Lisboa. «Será só gare marítima, sem hotel nem centro comercial», afirmou Manuel Salgado. Lisboa: Terminal de Cruzeiros «morto e enterrado» Mas os anúncios não se ficaram pelo terminal de cruzeiros. O vereador do urbanismo revelou, ainda, que em Setembro serão também lançados os concursos para os projectos de arquitectura da Praça de Espanha, onde deverá surgir um Centro de Congressos, para o Campo das Cebolas/Doca da Marinha, para o Largo do Rato e para a Praça de Alcântara. Tal como o concurso para os projectos de arquitectura a desenvolver para alguns terrenos municipais na zona de Pedrouços. O vereador fez os anúncios no final da apresentação de alguns planos de pormenor e de urbanização apresentados, esta segunda-feira, na Sociedade de Geografia. No final do encontro António Costa aproveitou para sublinhar a importância de planear a cidade, realçando que neste executivo «mais de 26 planos, projectos e estudos foram concluídos, iniciados ou estão em fase de conclusão». in http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/lisboa-terminal-cruzeiros-porto-de-lisboa-santa-apolonia-cml/1076932-4071.html
  23. Concurso para novo Hospital Gaia-Espinho lançado até final do mandato 23 | 07 | 2009 13.16H O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, revelou hoje em Gaia que o concurso para a construção do novo Centro Hospitalar de Gaia-Espinho poderá ser lançado ainda neste mandato. Destak/Lusa | destak@destak.pt "Estou convicto de que ainda o possamos lançar neste mandato", afirmou Manuel Pizarro, na assinatura do contrato de financiamento do novo Centro de Reabilitação do Norte, que começará a ser construído dentro de quatro meses no antigo Sanatório de Valadares. O governante referiu que a construção do novo Hospital de Gaia-Espinho deverá começar "até ao final de 2010" e terminar em 2013. Manuel Pizarro considerou a cerimónia de hoje "um passo absolutamente decisivo para a construção do Centro de Reabilitação do Norte", num edifício doado ao Estado em 1978 pela Associação do Sanatório Marítimo do Norte, mas que durante décadas não teve a utilização adequada. O vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, salientou que o edifício "foi entregue de uma forma indevida a um sindicato" (dos enfermeiros), pelo que o contrato hoje assinado "é um hino à defesa e à salvaguarda do património". A par dos centros de Alcoitão, Tocha e S. Brás de Alportel, a construção do Centro de Reabilitação do Norte (CRN) está prevista desde 1992, mas a sua localização só ficou definida há cerca de dois anos. O projecto de arquitectura, hoje apresentado, prevê a recuperação e reconversão do edifício da antiga unidade de tratamento da tuberculose, mantendo a traça original, e a construção nas traseiras de novos edifícios de altura reduzida, para não prejudicar o enquadramento paisagístico. A construção do CRN tem um prazo de execução de 24 meses, pelo que deverá estar concluído no final de 2011, num investimento elegível de 34 milhões de euros, co-financiado em 70 por cento pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder). O espaço será dotado de 100 camas, para cerca de 600 internamentos por ano, jardins terapêuticos e espaços de investigação e formação, nomeadamente auditório e biblioteca. Também hoje, Manuel Pizarro assistiu no Porto à assinatura do contrato de financiamento do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), obra com investimento elegível de 41,2 milhões de euros, co-financiado em cerca de 53 por cento pelo Feder. O projecto inclui a construção de raiz, até Fevereiro de 2011, de um edifício junto à Maternidade Júlio Dinis, a remodelação do actual edifício da maternidade, até Fevereiro de 2012, e a construção de um parque de estacionamento, até Julho de 2012. Os pavilhões onde funciona a consulta externa da maternidade serão demolidos e o Hospital Maria Pia será encerrado, sendo o respectivo pessoal transferido para as novas instalações. O CMIN vai funcionar em três localizações próximas: a Maternidade Júlio Dinis, o Hospital de Santo António, responsável pelos diversos serviços de pediatria, e o Centro Integrado de Cirurgia de Ambulatório, em edificação nos terrenos do antigo CICAP/Reitoria. in http://www.destak.pt/artigos.php?art=36452
  24. Galp Energia lança concurso internacional para ponte pedonal sobre a 2ª Circular, em Lisboa publicado 15:52 23 Julho '09 TextoComente este ArtigoLisboa, 23 Jul (Lusa) - A Galp Energia anunciou hoje que vai lançar ainda este mês um concurso internacional de arquitectura para a construção de uma ponte pedonal e ciclável sobre a 2ª Circular, em Lisboa. A Galp Energia é um dos parceiros da Bienal, e irá também disponibilizar 40 bicicletas para que o público pedale para se deslocar aos 11 espaços de Lisboa onde decorrerão os eventos da ExperimentaDesign´09. in http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Galp-Energia-lanca-concurso-internacional-para-ponte-pedonal-sobre-a-2-Circular-em-Lisboa.rtp&article=234245&layout=10&visual=3&tm=4 No âmbito da construção da nova ciclovia de Lisboa que tem o patrocínio da Fundação Galp Energia, a EXD’09 será o pretexto para a realização de um concurso para a apresentação de projectos de arquitectura para a construção de uma ponte que irá atravessar a 2ª Circular. “Pontes para um futuro mais positivo” é, assim, o desafio que será lançado a arquitectos nacionais e internacionais, sendo os projectos expostos ao público durante o evento. Para além da criatividade e engenho demonstrados nas propostas, a avaliação dos projectos incidirá também na capacidade dos arquitectos em incorporarem soluções de eficiência energética, bem como a sustentabilidade dos materiais seleccionados. O projecto vencedor será aquele que reunir de forma mais efectiva todas estas variáveis, sendo posteriormente, viabilizada a sua execução. in http://www.galpenergia.com/galp+energia/portugues/noticias/historico/y2009/m07/fundacao-galp-energia-associa-se-exd09-cria-pontes-para-futuro.htm
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