kwhyl
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eu não sou de Lisboa e conheço-a mal, apresento algumas considerações sobre o tema em particular e generalidade do mesmo 1. primeiro é inviável, é um projecto académico-utópico que só poderia ser posto em prática se não vivêssemos em democracia capitalista, mas pronto, vale o que vale e é sempre bom por-nos a pensar (agora sempre meio utópicamente, como o exemplo dado) 2. quando falamos em cidade devemos falar sempre em concentração.a nossa primeira ideia seria criar bases para perceber quanto mais podemos concentrar, quantas mais pessoas podemos tirar de fora para encher o centro. o problema das acessibilidades e das distâncias tempo são os mais issenciais na cidade 3. o transporte público deve ser o meio de transporte valorizado, primeiro o metro, depois o meto de superficie\comboi e só em último o autocarro e taxi 4. o carro não deve ser prejudicado. a política para o automóvel a nível individual deve sempre cair numa aposta pelo incentivo do uso do transporte público, mais barato, cómodo, acessível, rápido...mas o carro existe, e ainda bem, é uma necessidade e um prazer não pode ser banido 5.o carro parado. aceitar que para o bem ou para o mal cada individuo pode ter um carro e tem de o parar na cidade, como tal, a aposta vai para a criação de maior parqueamento automóvel. 6.concentração significa lojas, serviços, supemercados. acabar com a profusão das grandes superficies e arranjar leis e incentivar o comércio de rua. a rua e a praça como espaço público 7.acabar com o zonamento.a cidade é feita de momentos variados e só assim pode ser lida como cidade. acabar com zonas estritamente residenciais encaixa-las com as restantes funções da cidade, de maneira a cidade não se perder com o exagero do comodismo que tem as suas partes negativas(a desenvolver, caso pedido) 8.zonas verdes. acabar com a zona verde privada em detrimento do verde público 9.no entanto, falhada que esta proposta seria é necessário garantir que quem mora na despressão do território pode vir trabalhar comodamente para a urbe, tal como o sentido inverso e criar ligações ferroviária e em autoestrada que tragam o visitante\trabalhador ao centro da cidade e não na sua periferia. .........
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Saragoça, Espanha | Pavilhão de Portugal da Expo2008 | Ricardo Bak Gordon
kwhyl replied to JVS's topic in Arquitectura
a OTA vai continuar a ser ponto de paragem do tgv que vem de espanha? como está isso? -
meus amigos, por isso mesmo referi ao início, pois sabia que me iam cair em cima com tais afirmações, uma vez que muitos de vós estudam em faculdades privadas, e como já deu para ver, pelo menos 50% deste forum, a meu ver tem a visão muitos acertada das coisas, ou pelo menos uma visão. por isso,com afirmações tão polémicas, remeti a meu estilo para com uma grande formalidade e cordialidade nas minhas palavras, o que não é apanágio da minha maneira de escrever. isto é o que acho, obviamente sei também que existe gente com muita qualidade nessas faculdade, gente com dificuldades que persegue o sonho, gente que ficou mais perto de casa(o que de todo o modo não concordo, o que reflecte uma grande aceitação ao comodismo)...mas, e se vos perguntar acredito que todos me responderão que a a maioria do vossos colegas ou ex-colegas de turma são filhos de gente muito rica e filhos de construtores-promotores imobiliários-arquitectos-engenheiros, que seguira o curso que dava mais jeito à família e á carteira futura. já não sei a quem respondo mas sim, estou preocupado com a concorrência, desleal... porque creio que já todos percebemos que a arquitectura é bonita e poética mas insere-se num mundo complicado com desigualdades e lobbys... e é com essa que me preocupo, com essa concorrência desleal que visa a construção e o lucro em detrimento da qualidade,da boa arquitectura. argos, pessoalmente não conheço ninguém que tenha entrado na minha faculdade por cunhas, conheço porém muita gente a trabalhar a borla por cunhas nos tubarões da arquitectura devido ao pai (família) eu não me devia preocupar, sou um privilegiado, tirei uma nota altíssima no secundário, estou quase a concluir o curso, sem grandes dificuldades, aprendi muito e acredito que se me derem as condições necessárias posso vir a fazer boa arquitectura, ou aquilo em que eu acredito que é a boa arquitectura. gostava contudo, de estar num mundo interessado na boa arquitectura, mas não estou...e preocupo-me com a classe, com o estado das coisas, com a dificuldade em projectar bem, em haver bom urbanismo, boa habitação, poucos shoppings, coisas dessas..... quanto as 23 faculdades com vagas a tocar o infinito, digo são demais assim como digo que 120 gajos a sair pela faup por ano é realmente muito, não há ateliers no porto para levar com estes 120 com investimento dos estado.....fico por aqui para não ferir susceptibilidades, pois desde o início não o queria fazer, nem o farei (neste tópico)
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mas JVS, a crise está a acontecer agora, daqui a 6 anos, quando os que hoje entram saírem pode ser que já não esteja tão mal... é uma excelente forma de pensamento não acham? (ai agora é 4, mestrados.....)
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os últimos dois posts devem ser retirados segundo a lei atrás referida. ofendi o lichado e fui ofendido..a mim não me cria espécie,mas pode criar aos demais.. obrigado pela atenção
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acho que no fundo, a nossa luta de jovens ou futuros arquitectos passa por um simples acto que funcionará em reacção de cadeia. não trabalhar a borla. é essencial, mas muitos não o fazem, muitos aceitam estar a trabalhar em prol de uma entidade patronal que por mais que nos digam que nós estão a dar formação ou que estamos a aprender pois nada sabemos...no fundo, contribuímos e muito para o beneficio do patronato. e esta luta não deve só ser feita por quem ainda não tem emprego, mas principalmente por quem o tem, uma vez que esses, com esta reacção em cadeia vão consecutivamente perdendo euros no seu ordenado até à perda maior a do posto de trabalho. infelizmente ninguém se preocupa. infelizmente são os que vêm de univs de vão de escada, como diz o gupyna que se dão em troca de um papel assinado, porque se tiveram dinheiro para estar na privada, têm obviamente dinheiro para estar mais um e outro ano, sob a alçada de "ganhar estaleca" e curriculim a trabalhar para aquecer. sou só eu que me preocupo?
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o que eu acho, se o disser levo na cabeça, mas arrisco não há controle, a ordem não controla, o estado não quer saber, pois precisa dos impostos, os arquitectos com poder estão bem na vida e não têm tempo nem cabeça para se preocupar com os demais... o problema a meu ver, acontece sobertudo pela enormidade de cursos de arquitectura que existem em portugal 23, o ano passado, agora não sei e obviamente pelo alargado número de vagas existentes nos cursos há uma privada a cada esquina, e com reputação 0 que o que faz é formar seres humanos com formação informática suficiente para ser um bom colaborador de canto que passa a limpo o original pronto, está dito e vou apanhar.... tem de se perceber, não só na arquitectura, qual o número de profissionais de determinada área que são necessários daqui a x anos e abrir e fechar vagas no ensino superior mediante as necessidades, de outra forma não faz sentido veja-se o número de professores no desemprego,se nem o estado sabe gerir esta situação, que é sua, quanto mais a situação alheia
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serio concordo mas.. eu adoro revisitar as coisas, obras, cidades, filmes, livros...e não me importo nada de ver o mesmo porque sei que vou ver de outra maneira, já acrescei mais qualquer coisa à minha forma de pensar e sentir que me vai dar outra visão da coisa...
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isso era nos tempos em que eu achava que se entra-se a dar barraca, com uma linguagem ofensiva chamava mais a atenção. agora percebi que no meio deste pessoal todo consegue-se encontrar gajos muito interessantes com opiniões inteligentes sobre as coisas, e que já não sou só eu que me importo com o estado das coisas.... aguardo desenvolvimento (vou ver aonde discutimos)
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obrigas-me a concordar argos...há assuntos neste forum em que estamos sempre de acordo que até chateia, vamos ver se arranjamos aí um tema em que tenhamos de "discutir"? lol agora a sério,segundo esse teu ponto de vista concordo completamente. aliás, sou a favor daquela máxima da redução do número de objectos que necessitamos ao mínimo. contudo, quem não muda de poiso como de camisa, creio que tem todo o interesse em manter uma biblioteca, uma discoteca, uma filmoteca...e tem o dever para com a fidelidade ao objecto. terás, acredito,como todos nós, terás um enorme prazer em ler em papel
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JVS, bom tópico, mas não concordo primeiro porque acho precisamente o contrário um tipo pode morar no centro da cidade, porque aí tem tudo o que necessita para viver e pode ir trabalhar para o campo, assim, e principalmente no caso português, podiamos mais facilmente incentivar a agricultura....lunático, sou.. segundo não gostei da abordagem. chama-lhe nacionalista, mas nem o Lisboeta, nem o Portuense, muito menos o gajo de Barcelona, coruña, bibau...se sentiriam confortáveis com a dependência de Madrid e é principalmente essa dependência a Madrid que me faz uma certa espécie...quanto ao resto, essa história das mega-regiôes, chama-lhe o que quiseres, é o que eu defendo no tópico, ordenamento de território no conversas de arquitectura aqui do forum.... último, a viagem não é uma coisa cómoda por excelência, logo, creio que o futuro passa claro, por uma maior rapidez de viagem, mas sobretudo inter-urbana e não em ligações de urbes. com as cidades cada vez maiores temos de tornar cada vez mais eficazes as viagens dentro, com abandono dos interesses de ligação de 2 cidades, que mais meia hora menos meia hora vai dar ao mesmo...
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(editado,pois estava a responder a uma questão em outro sítio, e enganei-me) gostas do pawson, eu também só que o pawson é fabuloso e tu e eu ainda não somos pelo menos. acredito no entanto que o pawson nunca pôs em lado nenhum a questão do que é o belo. criou um método e uma linguagem que tomou como sua, por ser reflexo do seu modo de pensar e viver....e criou o belo, o belo para ele curiosamente o belo para ele é o meu belo e o teu será o belo de todos os legisladores das câmaras de Portugal? é melhor não tentar implementar a censura, não vá com a má formação existente em Portugal, algém censurar um projecto do pawson. os arquitectos também têm de comer, felizes daqueles que não têm de se vender
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Saragoça, Espanha | Pavilhão de Portugal da Expo2008 | Ricardo Bak Gordon
kwhyl replied to JVS's topic in Arquitectura
ainda bem que continuamos a ter produtos de qualidade em Portugal, é bom sinal, não achas gupyna? há muitos países, e eu andei mesmo lá nos pavilhões que não teem nada para mostrar ou oferecer...claro que devíamos mostrar mais e os novos valores mas isso é ma discussão que só a ponho depois, depois daquilo com que realmente somos respeitados... -
Ai meninos.... que mesquinhice de assunto. muito gosta o português do seu belo individualismo, escondido de toda agente, o orgulhosamente sós continua, agora, na escala individual, porra.... que retrogridade, que mesquinhez, que treta de problema....
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eu não aprendi nada disso, aprendi a ser arquitecto talvez...mas no fundo ainda não aprendi nada....aprendi contudo que devemos desenvolver um método, uma linguagem..devemos fazer projectos que,como dizia o Lacerda "que esteja lá a nossa falha nos dentes no projecto". a mim não me ensinaram o bom e o mau, o belo e o feio, deram-me as bases para eu construir o meu caminho como arquitecto.. e esse meu caminho, será aquele que eu muito bem entender, desde que faça boa arquitectura (para alguém) por tudo isto,adoro a FAUP...saíram tantos gajos de lá com percursos tão diferentes que mesmo que houvesse uma comissão de censura instruída no seu seio seria complicadissimo descobrir o belo, lol ve la se compreendes o mundo do subjectivo e não queres ser o dono da beleza, tá? estas a tornar a discussão numa estupidez porque achas que devias mandar matar os arquitectos que não fazem como gostarias de fazer...por isso aceita e tenta fazer o melhor que sabes, mas que seja mesmo teu...
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"manual do arquitecto descalço" eu fiz um wokshop com o arquitecto van lengen na FAUP, na realidade não apareci lá muito, a verdade é que não me interessa muito o tema. sobre o livro creio que não é o melhor primeiro passo que possas dar. fala de técnica, claro, mas sobretudo de arquitectura ecológica e não creio que alguém que se começa a interessar pela arquitectura o deva fazer na sua vertente ecológica. é preciso alguma bagagem antes de entrar pela ecologia. faço agora umas sugestões. atlas da arquitectura 1 e 2, em espanhol ou brasileiro, creio, é uma excelente iniciação técnica saber ver a arquitectura- bruno zevi, conta-te a evolução da arquitectura do início aos nossos dias uma vertente mais actual e portuguesa, percurso de sérgio fernandez, encontras na biblioteca da faup ou nalgum achado alfarrabistico, eu tenho só fotocópias. esta é a minha escolha para quem começa a interessar-se, mas não tem 18 anos...
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"Pessoalmente não gosto nada de filmes piratiados" eu também não, mas também não gosto sobretudo de uma coisa, ser pobre, como tal, temos muita pena... a verdade é que eu nem a porra de uma net em condições para sacar filmes tenho, mas aparecem caem casa...paciência, também à aí muito gajo a trabalhar em arquitectura a borla, os tipos ligados ao cinema que se adaptem viva os radiohead
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ó rui paulo xiko eu nunca pedi a minguem este tipo de coisas, a papinha feita. das duas uma, ou dou-te uma lista de livros que tens de ler para compreender as coisas, se queres isso indico-te alguns, ou então, já estou como o outro, vai a biblioteca, foi assim que fiz o meu curso,entre conversas, biblioteca, revistas, programas de tv, visitar edifícios o que é que queres afinal?
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JVS o que é o belo, sabes? deves saber contudo o que para ti é belo, quanto muito ou o belo é a aquilo que a maioria acha que é belo? o belo para ti é o meu belo? é uma questão muito complicada.. quem é que define se um edifício é feio ou bonito? um arquitecto da câmara?qual?um tipo qualquer que não consegue fazer projectos e mal sucedido na sua carreira vai ***** qualquer projecto que lhe passe pelas mãos a dizer que não são belos? uma comissão de "censura"? é complicado JVS, não consegues....por isso, tens de pegar em algum lado e pegas nas leis, técnica, a técnica essa sim que é universal e não é compatível com subjectividades
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mas assusta-me Dreamer, no fundo tu e eu pensamos da mesma maneira e estamos aqui e gostamos de estar. o problema é esse, é que a meio da tarde, sem mais nada para fazer apeteceu-me discutir arquitectura e vim para aqui ver se encontrava alguem. logo a noite, é certo, não estarei aqui, pois prezo muito o meu café religioso com a minha namorada e um ou outro amigo variavel... ...uso a wikipedia, mas não deixo de ler, por acaso não faço pagamentos pela web, tenho 4 caixas multibanco a 2 passos da porta...não tenho uma maquina nespresso, vou ao cinema mas vejo muita pirataria e videos do bockbuster em casa... acho que sou razoavel nestes aspectos, pena é que muitos não lutam por isso e assumem o facilitismo como um dado adquirido e .......o wall e é mesmo um filme fascinante de critica a sociedade.......ecologia, poluição, modo de vida, tecnologia....
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somos urbanos argos, Londres é uma metrópole o Porto é só uma grande cidade para Portugal, e uma cidade para a Europa, mas tem aquilo que falas, podia ter mais, considero que o acesso a essas questões não é total, mas estamos no bom caminho a construir, vou-lhe chamar, infra-estruturas culturais adaptadas ao lazer. moro naquilo que chamo, o bairro de Cedofeita. aqui em redor, tenho praticamente tudo o que acho que uma cidade, em proximidade deve ter, escolas, muitas, hospitais, incrivelmente muitos de todo o género, tribunais, escritórios, finanças...depois cafés, tabacarias, lojas, (dos chineses tb), restaurantes, farmácia...a pé posso ir a lojas, mais lojas, cinema (no shopping, infelizmente em portugal) à minha faculdade, galerias e ao museu soares dos reis e palácio de cristal... de metro posso ir ao resto..... eu e o meu amigo que mora comigo por um t2 no 5º andar com vista panorâmica sobre o porto e gaia, incrível não? pagamos 380euros por mês...fantástico (estou apenas a ver se resolvo o sítio onde vou trabalhar, depois acrescento essa parte, que no fundo é a pior, ou não)
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adorei uma coisa que uma vez soube,o pensamento de ordenamento do território do Guterres. o pais em T, t invertido está claro. o litoral densamente povoado, com uma mega cidade norte sul, obviamente não era só uma, com facilidade de acesso interno. e uma linha de combioi (tgv) na vertical cruzada com a horizontal para Madrid com sede na OTA. fantástico com o tempo essa mega cidade ia alastrando, viana do castelo-bragança,porto-braga, aveiro-viseu, coimbra-guarda, lisboa-evora, sines-beja, sagres- algarve e tudo o resto uma bela manta verde agrícola ou natural, era lindo (pronto, fui fundamentalista, pensem nisso)
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zgandulo "Braga, a minha cidade, não tem muito de interior mas não me importava de viver mais ao interior desde que tivesse as condições necessárias que acompanham a actual realidade." quais são essas condições? ar puro, sossego? é só isso que procuras da vida? todos uns meses, há um gajo no site da ordem em monção à procura de arquitectos, vai para lá, coaduna-se com o teu pensamento... o resto é um circulo vicioso,se toda a gente quer viver nas cidades, no litoral, no desenvolvimento, na facilidade de escolha, na facilidade de obtenção do conhecimento\cultura\arte....então que venham, criem o tal país vertical á beira mal sem interrupções que eu acho óptimo e depois que vão passar as ferias ao interior, sem stress,sem poluição....eu fico por cá braga é uma grande CIDADE aproveita-a
