se estivermos a avaliar a obra em si estamos perante uma obra engraçada,com promenores de interesse, com uma linguagem diferente, não completamente á parte da linguagem que nos habituamos a gostar,portuguesa, mas ligeiramente diferente, com o preto\branco
gostei de alguns promenores interiores, mas, não me querendo gabar com isso,após conhecer 33 obras do Siza, 22 do Souto Moura, Tavora, Foster, Herzog e Aires Mateus, não consigo ter uma mente aberta para os chamados erros de principiante...
mas a nova arquitectura portuguesa, digo, feita por jovens arquitectos, tem pontos de boa qualidade: ines lobo, paulo david (que já não é jovem mas apareceu agora), pedro mendes,alguns pequenos ateliers do porto...
aos ARX basta perceber que a sua formação foi-lhes conferida por Liebskind e Einsenman, arquitectos totalmente opostos á arquitectura portuguesa.
o que os ARX querem fazer (e além desta obra conheço o Centro Portugues do Sangue, no Porto) é fundir uma cultura de expoente europeu de Eisenman e Libskind com as lacunas construtivas vs olhar pragmático portugues em termos de linguagem e das duas uma:
ou evoluem e conseguem conceber um estilo "fusão" agradável aos olhos do povo, ou
continuaram a fazer obras infantis, mescladas de ideiais e conceitos europeus de ponta com a nossa já estruturada maneira de construir portuguesa
..para já, inserem-se neste segundo ponto, vamos ver como evoluem, era bom que conseguissem a fusão, quer se goste, quer se não goste, quem não sabe fazer bem, tem de se meter por estes caminhos, eles têm vontade e bases, vamos ver se conseguem evoluir...