kwhyl
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concordo,e tu sabes que sim agora, outra história é a burrice com que os portugueses consomem. vão ao mais barato em termos alimentares, de vestuario, de calçado, e obviamente...literatura, museus,arte, filmes, musica(pirateados)...por aí fora coisas que lhe fazem falta fisica e intelectualmente mas isso tudo para comprarem um bom carro em vez dum que ande, uma boa casa, em vez duma simpática á sua medida, uma boa tv em vez duma que dê os canais todos, um bom telemóvel com opções que se usam uma vez....por aí fora escolha, os portugueses não sabem escolher...são burros e copiadores...e tudo o resto, aquilo que falas é reflexo disso, se todos escolhece-mos tendo em conta as necessidades e a carteira, numa relação equilibrada e todos percebecem o que é o essencial e o acessório, o consumismo dava uma grande volta no bom sentido e a qualidade portuguesa que tanto apregoas ia vencer.
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é disso que falo, a evolução da sociedade em termos de culturização e educação, formação que leva a produtividade, qualidade....por aí fora é incompatível se continuarmos a incentivar estes centros de atraso. agora, não pode ser uma politica de força a faze-lo, não se pode obrigar os que estão a sair, também duvido que se incentive a saída compulsiva, o que creio que se deve fazer é não incentivar a permanência, não incentivar o regresso através das politicas dos 300 contos a quem tem um filho porque esse filho não vai evoluir num sítio como esses...
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desculpa, realmente lendo o teu comentário com ironia funciona. falavas de diplomacia e eu não percebi és moderador tira aí estes três últimos comentários porque foi um mal entendido.
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pa, a minha mãe tem uma grande frase para quando a política funciona mal "é politica" não percebo de burocracias, não me interessa que os chefes como em tudo queiram ganhar mais e que lixem os pequenos, isso é a lei da vida e não vai mudar, devia, lutamos para isso mas não muda agora o que sei é que a UE tem de garantir uma espécie de igualdade entre os países membros, ou neste caso, entre os paises membros que como portugal não se conseguem desenvencilhar sozinhos. neste caso, metafora: tu tens uma empresa que produzes leite, pao e azeitonas es muito bom a produzir azeitonas, mas podias ser melhor se não tivesses que perder tempo com o pão e o leite. e há um gajo ao teu lado que faz um pão bestial. o que a EU faz, ou ideologicamente devia fazer, e é com isso que concordo é por-te a produzir as azeitonas e ou outro gajo só o pão. ficas com um óptimo pão e umas óptimas azeitonas que podes trocar. e como a UE é como se fosse um grande país não há problema nenhum em mandar vir o pão de fora, agora, desde que as tuas azeitonas sejam mesmo boas e alguem as queira e não haja outro gajo a fazer azeitonas tão boas depois há as desigualdes, há gajos que sabem melhor vender as azeitonas deles do que as tuas que as vezes são tão boas. aí entram as políticas nacionais, porque a ideia é excelente a meu ver eu também gostava que portugal consegui-se produzir tudo o que necessita, mas não vejo mal nenhum em ires la fora buscar o que não consegues. já agora, lanço um repto, vai passear em tua casa e diz-me quantos produtos nacionais é que tens? porque? não achas que são tão bons como lá fora?são mais baratos os dos outros?
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foi um devaneio teu, conta o que conta, só me apetece comentar-te um dos pontos. "Portugal "descobriu o mundo"... mas realmente o que nós percebemos de politica internacional? Nada... Alias nós ate conquistamos os países africanos e o Brasil, com guerras e mais guerras... O que nós percebemos de politica internacional?" parece-me que nada percebes do que estás a dizer primeiro porque nós pouco conquistámos, guerras e mais guerras??? nós fomos navegadores, mercadores, procurávamos não dominar o mundo, isso nunca quisemos, a nossa ambição baseava-se na troca comercial...troca para isso necessitámos claro, de nos sediar em certos portos comerciais, e aí construímos cidades, fortes,praças...mas nunca quisemos, ao contrário de todos os outros, e por isso somos diferentes, e mais reconhecidos, e quem sabe, visionários da globalização e não do fundamentalismo, quisemos apenas trocar, claro que para isso fizemos escravos e batermos nos gajos, mas os tempos eram outros, e tem de se ler á luz do tempo....se quiseres desenvolvo-te isto depois com o pouco que sei segundo porque nós, como povo,como qualidade inata de um conjunto de homens não temos absolutamente nenhuma característica a esse nível, e se alguma vez tivemos, por varias razoes, fruto dos tempos, perde-mo-las...acho que o pescoço das girafas também já não precisa de crescer mais..
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"O nosso trabalho e tao bom ou melhor que o dos outros, a nossa formacao iden, mas continuamos com um o grande problema de vender o nosso trabalho la fora." pah,é simples,muito simples temos génios, gajos mesmo muito bons neste país, temos porcaria tão má como lá fora, mas o nosso meio termo é muito, muito fraquinho, o meio termo lá fora é muito mais desenvolvido... achas que temos roupa melhor do que os franceses? sapatos melhores que os italianos? vinho melhor que o franceses do sul? (temos o vinho do porto, mas vinho a serio) batatas melhores que as espanholas? mobiliário melhor que o nórdico? ........ não...temos três ou quatro *****s realmente boas, que produzimos e exportamos e temos uma produção normal boazita,mas pior que é média lá fora. assim não vamos lá. temos de ser mais exigentes,mais produtivos, com mais qualidade, temos de ter mais formação, mais empreendedorismo, mais risco, vais vontade, mais ambição não temos (nem a ***** da mão de obra desqualificada a nossa é melhor|pior e mais barata, e ainda bem)
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ponto 1, o que têem a ganhar os EUA em "baixa as taxas" para portugal? que troca é que lhes fazes? ponto 2, base das lages? é americana basicamente, não não vamos de forma alguma defender a Europa ou a nós próprios, primeiro porque não temos poder para ter "armamento" militar e pessoas para lutar, e segundo porque não queremos andar a porrada co mundo e tar na linha da frente do fanatismo terceiro,porque não vamos defender nada, temos apenas uma basezita de abastecimento para os aviões que vêem dos EUA para NOS defender ponto 3. a adesão à União Eurpoeia foi uma coisa fabulosa. sou a favor da globalização, da integração numa política maior que gere países com os mesmos interesses, nas trocas interiores e nas trocas exteriores como grande potências. sozinhos nunca conseguíramos 1.ser competitivos 2.ser evoluídos num mundo ocidental fantático que temos 3.sozinhos, não conseguimos defender os nossos interesses, politicos, economicos e militares, que por acaso são iguais aos deles o orgulhosamente sós, ainda é uma solução para ti? agora, a única coisa que defende é que sim, Europeis, evoluidos, moderados, ambiciosos, globais....e atlanticos, porque dentro de uma forte UE temos umamais valia que não foi ainda explorada, porque claro, qual é o interesse da frança, alemanha ou belgica, em deslocar as relações com os EUA e áfrica para um paizito a beira mar plantado com fama de bom acolhedor e com umas praias bestiais onde se come bem. não sei, não sei se podemos ser europeus e atlânticos ao mesmo tempo, secalhar não podemos, a escolher, escolho ser o pior europeu, mas europeu, e com tudo o que de bom isso trás, do que um independente com ambições de interposto num mundo complicado, se a coisa corre mal, desaparecemos.
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não querendo ofender-te porque respeito-te mas só para espicaçar estás-me a dizer que ao pé do circo devemos construir tentas coloridas? parece-me redutor essa análise. temos de construir sempre a melhor arquitectura que consigamos, pois é nisso que acreditamos, e não consigo conceber a arquitectura como algo que tenha a meta do aparato. a feira popular é necessária, deve ser desenhada com todas aquelas brincadeiras, cores, formas e texturas aparatosas e apelativas, deve mostrar o mundo do sonho e da ilusão, mas a arquitectura que se constrói ao seu lado, deve ser feita com a regras da arquitectura e não com as regras da feira popular...
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jag..adorei o que escreveste considero que ando um pouco de lado nas batalhas entre o tgv e o aeroporto, mas axei uma maneira muito lúcida de pensares as coisas o próximo passo está, sim, em retroceder ideologicamente. quando entramos para a UE saímos do atlântico. e nós somos atlânticos. podemos, tens toda a razão, aliás, devemos, assumir-nos como porta de entrada e saída da Europa para as Américas, para Angola, para o Norte de Africa, turisticamente e economicamente falando. temos todas as características para isso. duas frentes de mar para a economia. temos de aproveitar. não acredito contudo que em turismo consigamos ganhar com o aeroporto e o tvg.só os espanhois se deslocariam de tgv para portugal, os outros países viriam sempre de avião como já veem. mas os espanhois? eu quando vou a espanha (excepto barcelona, cidade) vou de carro. madrid está mais perto e barato de carro do que de avião ou tgv, com as regalias de depois ter o carro para passear. digo isto por experiência própria. claro que podes dizer que não queremos o carro no nosso futuro, sim, mas temo-lo e podemos aproveitar-nos dele não? quanto ao aeroporto internacional, duvido, que fique mais barato vir a portugal de tgv apanhar o avião para nova iorque do que ir a londres de qualquer ponto da europa. ideologicamente estou do teu lado, realisticamente pá, acho que não dá....
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sobre a "nova" estação de campanha...ainda não compreendi o projecto ou os projectos. parece-me, contudo, e passei lá ontem para ter mais certezas no que vou dizer, parece-me um conjunto de coisas diferentes em linguagem, estilo e espaço, que juntas deram um projecto global. isto não é necessariamente mau, acontece que neste caso é. não há unidade, não há critério, não há uma intenção forte unificadora de todos os parâmetros, há primeira vista aquele volume de vidro parece muito necessário, mas depois a torre assume-se como forma gratuita que afasta o olhar ao edifício antigo e ao novo, que em relação poderiam ter o seu interesse e não têem. depois por detrás há uma residência de estudantes, que por si tem o seu interesse, mas que não oferece nenhuma relação com o restante. por ultimo, o tratamento do pavimento está desleixado, foi negligenciado em relação à forma, os avanços e recuos, rebites e concentração de muitos materiais "decorativos" afasta este projecto dos meus critérios de boa arquitectura. perdeu-se aqui uma bela oportunidade de construir algo que pudesse de alguma forma ser o mote para a reestruturação da zona de campanha, velha, sombria, escura, suja, degradada, mal frequentada....com a estação mais importante do porto mesmo ao lado
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eu não conheço o edifício, conheço agora estas duas imagens acontece que segundo a minha maneira de ver a arquitectura, a minha maneira de projectar (se é que já as tenho) não consigo, e agora apenas falando de imagem, não consigo conceber arquitectura assim. é uma forma forte e gratuita, que resulta, acedito, não do sítio, mas da necessidade de se impor, que não me agrada. na imagem 1 vemos um edifício em escada, porque sim ou eventualmente para vencer uma cércia que não podia ser respeitada. na imagem 2 vemos um chapéu meio árabe que encima uma forma redonda que não se assemelha a nada senão á forma gratuita de chamar a atenção para aquilo já vi alguns edifícios deste género em praias do sul de portugal, ja olhei para eles com olhos de ver e não consigo tirar dali alguma lição, é a forma pela forma, não advém de nada, não é consequencia de nada, não ganha nada em termos de espaço e em termos de estética,e em linguagem da minha, é feio comó raio....
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sobre o governo de Sócrates tenho uma ideia simples e que considero correcta adoro todas as ideia que ele tem e que quer por em prática, é tudo utilissimo, correctíssimo,ultra necessário para o país, mas depois quando alguém as põe em prática por ele, porque o primeiro ministro manda e os outros executam, aí tudo corre mal, tudo é mal executado. as reformas são necessárias, mas não assim claro que outros dirão, antes isto que nada, eu digo, porque sou um ideólogo, está bem, mas custa tanto fazer bem como mal... mesmo que haja bons ideólogos e gestores neste país, depois há um grupo de incompetentes abaixo que por mais chicotada que levem nunca vão conseguir fazer as coisas bem... (fala manuela (ferreira leite) pode ser que os abaixo de ti saibam fazer o que tu dizes) anaS, mesmo com tantos almirantes, se algum dia formos atacados não vamos conseguir dar resposta. temos contudo uma excelente força de intervenção, os goe ou mesmo a gnr quando vai para fora defender os fracos e oprimidos, contudo não temos leis que consigam tirar o partido da nossa excelente força (custa-me o termo,mas...)
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proponho o tema ordenamento do território. não me querendo alongar nesta minha primeira exposição, apenas queria deixar uma ideia sintética afim de ser desenvolvida pelos demais, e depois na discussão posso complementa-la. sem questionar, assumo que o nosso país não tem uma agricultura e indústria desenvolvida, actividades, que pelas mais variadas razões se assumem como apoiadas em aldeias, pequenas cidades, povoações rurais. o bom deste país acontece nas cidades, em termos de indústria e serviços de todo o género, e vemos todos os dias na sic, reportagens sobre a desertificação do interior, o abandono das zonas rurais e pequenas vilas e cidades, e a consequente queixa dos habitantes e autarcas desse mesmo problemas, propondo soluções loucas, pois por fé todos gostariam que isto "fosse como era á 10 anos atrás, cheio de gente, vida e crianças a correr pelos caminhos de cabra" por isso lanço um ataque: deixemos morrer o que está quase, acabemos com politicas irrisórias de rejuvenescimento desses locais, e comecemos de uma vez por todas a perceber que o nosso pais é litoral, atlântico e turístico, que as cidades aí se situam e que o interior, por mais lindo que seja, tem de significar apenas umas boas férias, pois nunca conseguirá atender à qualidade de vida que almejamos. ----------estou farto da tristeza dos tristes que não sabem o que é a evolução e o mundo, e que pensam que um buraco no meio de Portugal é um bom sítio para evoluir.
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obviamente, que todas as afirmações, duvidas e medos que façamos são levianas. nós não percebemos obviamente nada de como se gere um pais. ideias temos muitas, soluções exemplares para todos os nossos problemas. aquilo que não sabemos é uma coisa extremamente simples: quanto dinheiro temos (o estado) para resolver todos os problemas. e depois de resolvidos os primeiros, essenciais, quanto nos resta para fazer evoluir o país? nada? e se nada, como pode o estado gerir mais riqueza para investir na evolução do pais. a questão é apenas uma, gestão e opção. há 15 ministérios, logo mais 50 sub.problemas, e pouco dinheiro. está tudo numa questão de escolher o que vamos atacar primeiro, e tentar criar mais dinheiro para atacar o restante. isto é o ponto 1 da discussão. o 2 reflecte a mesquinhez política portuguesa ( e em geral). a solução não está, obviamente em cada facção política ter ideias novas. a solução está em haver um conjunto de ideias moderadas, universais, passíveis de serem coordenadas entre os 2 maiores partidos políticos portugueses, afim de que no governo seguinte este a primeira coisa que faça não ser mudar tudo a seu bel prazer, mas a continuar as principais ideias estruturais do país. só depois deste trabalho feito pode haver esquerda e direita, antes disso apenas há desordem.
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"Nos paises ditos mais desenvolvidos, nao e melhor (talvez a parte da escandinavia)" então ainda bem que estamos ao nível de lá fora, assim sinto-me melhor, inseguro mas europeu.......que raio de raciocínio.
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que coisa abominável, nem me interessa saber em que sítio fica...
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1.saúde (listas de espera, quem não pode ir ao privado fode-se) 2.justiça (mais do que a segurança, a justiça não funciona porque não há prisões suficientes, não há orçamento, logo não há mudanças nas leias, logo...) 3.ordenamento do território (construímos em todo o lado, não apostamos na agricultura, nas energias renováveis...vivemos num país de agricultura de subsistência, nunca demos o salto para a cooperatividade, logo, assim é mais difícil ordenar, e os resorts no meio do Alentejo dão mais dinheiro que as ideias) 4. educação (enquanto não houver uma real relação formação-saídas profissionais vamos ter cada vez mais desempregados, quando as faculdades privadas abrem sem critério, sem ter em conta das reais necessidades do país, só porque o estado ganha com os impostos não vamos a lado nenhum) 5.economia (para quê investir neste país, não temos especialização, ou ao contrário, a mão de obra barata, e ainda bem,está la fora) depois desenvolvo isto
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câmaras de vigilância em espaço público. sou absolutamente a favor do uso destes instrumentos em espaço público. se em mais nada servem, servem como objecto de intimidação,e oferecem uma segurança extra para quem os usa. obviamente, que quando assumo a minha opção, a remeto exclusivamente para os já habituais estabelecimentos públicos e de uso público (do estado, restauração...shoppings) e alarga-lo-ia a praças e jardins, ruas de grande uso, autoestradas (com outras valias, apesar de ser um amante do +120\h), hall´s de habitação colectiva. o problema não está na existência da dita câmara, está certamente no controle que ela pode suscitar. se ela apenas for vista por um elemento sentado a uma secretária que tem por fim o seu regozijo pessoal de voyeur e a possibilidade de alertar as enidades responsáveis em caso de alteração da normalidade, não me preocupa, se esse conseito pode ser alargavel, a bom entendimento da ficção, a um controle estatal dos nossos modos de vida, aí já me preocupa. claro que o carjaking não é alimentado nesta proposta. claro que com assaltos de menos de 1min se torna impossível uma rápida intervenção. agora, a meu ver, mal não faz... 2. a nova lei das armas é necessária mas já vem tarde.. 3. mais policiamento na rua apenas traz um aparente sentimento de segurança 4. a segurança privada toma contornos de censura do domínio público por privados 5.as prisões estão cheias,não há dinheiro para se construírem mais, logo, a justiça não pode funcionar 6.o carjaking foi a maior invenção dos últimos tempos em termos de assalto violento
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ontem percebi, creio que pela tvi, que a melhor maneira de fugir a policia é o ladrão transportar consigo um extintor. obviamente, que sou contra o controle da liberdade de imprensa, mas estas manchetes dos média não são mais do que um ensinamento e empurrão à criminalidade. sou um fan obstinado em livros e filmes do género 1984, admiravel mundo novo, equilibrium....já todos sabemos que as medidas que temos de por em prática dão mau resultado num futuro próximo. como podemos construir um meio termo?
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eu ando distraído. frequento alternadamente os mesmos 7 cafés, onde apenas tomo o meu café e fumo os meus 3 cigarros, leio o jornal, converso e vou dar uma volta ou ver um filme ate vir o sono. não vou a bares,discotecas e afins... mas ontem fui a um dos meus 7 cafés e surpreendi-me. o armazém do chá no porto, um grande café de 2 pisos, com ambientes distintos para públicos diferenciados tinha um segurança a porta que me revistou de cima a baixo e à mala da minha namorada.. fiquei surpreendido e um pouco incomodado, eu que, como de costume, só queria tomar um café de meia hora num sítio agradável com uma música simpática. é esta uma política corrente nos dias de hoje, com a vaga de insegurança que aparentemente vivemos (alimentada pelos média)? (apetecia-me falar de in-segurança, vamos discutir o assunto?)
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xavi eu não tenho qualquer biografia sobre o tema. a única coisa que tenho é a percepção de que os equipamentos industriais, pelo menos em Portugal, são demolidos compulsivamente porque o solo valorizou e a "indústria" da habitação género pato.bravo necessita dos terrenos para desurbanizar o nosso território. em todo o caso, o que te peço, é que como me interessei pelo assunto que tratas na tua prova final, e se isso não for contraditório com o teu trabalho, se não te for prejudicial, que mostres alguns exemplos que tens recolhido de fábricas antigas reestruturadas do conhecimento público só aquela incubadora artística na china que a sic passava 3 vezes ao dia aquando dos jogos olímpicos, ou a hipótese da oliva, sta. maria da feira, ser transformada em museu, uma fábrica linda que me é muito querida... se poderes de alguma forma matar a minha curiosidade, fico muito agradecido
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Boticas - Vila Real | Centro de Artes Nadir Afonso | Louise Braverman
kwhyl replied to R-L's topic in Arquitectura
o projecto do Siza para a fundação Nadir Afonso é para chaves, a cidade do mestre.... -
Nafarros, Sintra | A Casa do Guarda | Manuel Graça Dias
kwhyl replied to Zemaria's topic in Arquitectura
se é mais da tua preferência argos, uso antes a expressão do helric, integrado vai dar ao mesmo, mas como não quero que tenhas dor de estômago, digo-te que esta casa participa num dos requisitos da arquitectura, a integração com a envolvente, de forma a não criar um mamarracho que se veja de todo o lado. neste sentido, tanto dá anula-se na paisagem com integra-se na paisagem, tem o tal sentimento de pertença ao sítio, o que a contrário do que eu pensava destes arquitectos, acontece muito.... -
Milão | Projecto urbanístico para Milão | Alvaro Siza Vieira
kwhyl replied to Peter's topic in Arquitectura
peço desculpa então...trata-lo-ei mais respeitosamente, de acordo com o seu pedido, caso continuemos a ter algum tipo de discussão neste forum, desde que respeite o meu de ser tratado por tu.. atenciosamente, mais uma vez, peço desculpa te-lo confundido com outro qualquer utilizador -
Milão | Projecto urbanístico para Milão | Alvaro Siza Vieira
kwhyl replied to Peter's topic in Arquitectura
"Eu não continuo a afirmar nada. O senhor não me conhece de lado nenhum." ó meu amigo,por isso é que estamos neste forum, se te conhecesse não vinha para aqui discutir contigo, falávamos directamente, e não me trates por senhor. "E hoje tantos arquitectos se queixam que todas as obras serem atribuídas ao "grupinho do Siza". Não sei, talvez seja tudo imaginação." atribuição de obras? o que é isso? privados que escolhem determinados arquitectos que lhes agradam para lhes fazerem o projecto? isto tem outros nomes chama-se escolha pessoal, ainda bem que neste caso não precisa de haver concursos... "No entanto, estou convencido que não basta ser-se fantástico para se construir. São necessários contactos, quer para nos darem garantias, quer para nos angariar projectos. Não é assim?" è, e então?parece-me óptimo, parece-me um mundo extremamente justo, é preciso lutar para conseguir as coisas, e quantas mais pessoas se conhecer melhor...sempre foi assim...
