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Arquitectura.pt


fadadolar

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  1. O texto original do site besthousedesign é das coisas mais mal escritas que já vi. Pontuação errada, palavras erradas, gralhas. E o nosso amigo JVS parece que meteu o texto no Babelfish e traduziu directamente (a frase "Esta estrutura é impressionante contemporâneo para a sua única interior / exterior layout" só é possível se tiver sido feita num tradutor automático, porque isto de português não tem nada). Um pouco mais de atenção não custa...
  2. Não podes ser um pouco mais explícita? O teu curso relaciona urbanismo com o quê?
  3. Sabem onde se pode arranjar a redacção final do diploma?
  4. Para que saibam do que se está a falar ao certo, vou colocar aqui umas imagens tiradas de um e-mail que me enviaram por causa da petição. Era bom que todos os leitores deste forum assinassem a petição: poucas obras de um génio como o Almada Negreiros há neste país e as que temos deviam ser preservadas a todo o custo. Além disso a casa em questão é um dos excelentes exemplos restantes de arquitectura modernista feita em Portugal. Volto a lembrar o link da petição: http://www.petitiononline.com/Alcolena/petition.html Não custa nada assinar...
  5. Possibilidade dos técnicos camarários chumbarem projectos com base em critérios estéticos há, está escrito no RGEU, mas, como com qualquer parecer, tem de ser muito bem justificado (afirmar que "não porque não" não vale) e é um argumento muito complicado de usar porque sai da esfera dos critérios técnicos puros e duros e entra nos terrenos pantanosos do gosto pessoal. Mesmo por isso é que é mais fácil rebater este tipo de pretensões que as que se prendem com questões técnicas. Não conheço o projecto em questão, mas se fosse eu faria o seguinte: passearia pela vizinhança do terreno a tirar fotografias a edifícios que utilizassem o mesmo material ou semelhante e enviaria com uma resposta ao técnico camarário a questionar então quais teriam sido os critérios de aprovação dos demais e de chumbo daquele em particular.
  6. Convém lembrar que, legalmente, um contrato verbal é tão válido quanto um escrito, desde que testemunhas haja do que foi acordado.
  7. Caro galfarro, Continua a insistir num erro muito simples, o da distinção entre arquitectos pobres e arquitectos ricos, digno de uma dicotomia marxista que há muito se provou ser limitada. Vamos ver se consigo expôr o meu ponto de vista melhor: 1. Quando falo do curso de medicina ter cargas horárias brutais, não digo no sentido de se fazerem umas directas de tempos a tempos para se entregarem trabalhos, mas sim no de trabalhar 250 a 300 horas por mês num hospital durante a residência e demorarem mais quatro anos, se não estou em erro, a fazer a especialização. 2. A pergunta que põe é extensível ao sistema social vigente todo, e a resposta é óbvia: sim, uma pessoa com dinheiro tem mais facilidade em abrir um negócio próprio, seja ela arquitecta, engenheira, médica, canalizadora ou o que quer que seja, daí o debate não ser polémico, mas apenas tonto. 3. Também é óbvio que uma pessoa rica tem potencialmente mais facilidade em arranjar trabalhos de arquitectura, já que se move num meio sócio económico mais propenso a possuirem meios para esse tipo de serviços, mas isso também é aplicável a todas as áreas de actividade. 4. Os dois pontos anteriores não invalidam uma coisa, contudo, e aí jaz o absurdo da questão: um arquitecto, por muito dinheiro que tenha, se não tiver qualidade no seu trabalho, poderá acabar cedo a sua carreira, e o dinheiro não é, na maioria dos casos um factor de decisão para subida de patamar dentro de um atelier, a qualidade do trabalho sim. 5. Os dados que o galfarro apresenta não são suficientes para fazer uma generalização como a que faz: ter tirado o curso há cinco anos e observar que os únicos colegas que têm gabinete próprio são os ricos, não é motivo suficiente para afirmar que existe uma divisão de classes em que os ricos têm clientes ricos, os da classe média tem clientes da classe média e os pobres não têm nada e contentam-se em ser técnicos de CAD: por cada Souto de Moura existe um Carrilho da Graça, e se for ver quem são as novas gerações de arquitectos divulgados, ainda menos têm a ver com o seu extracto sócio-económico de origem. 6. Todos os arquitectos, sem excepção, quando iniciam a carreira, são assalariados de outros arquitectos, porque não só o sistema de ensino assim o exige, como a preparação dada durante o curso não ser suficiente para que alguém se lance sozinho logo no início (não conhecem procedimentos administrativos, sistemas construtivos, disposições legais....tudo aquilo que se ganha através da experiência). 7. O galfarro não prevê ainda três hipóteses: 1. que os arquitectos ricos que conhece são efectivamente bons naquilo que fazem, o que lhes permite ter uma carteira de clientes estável, enquanto os restantes não são; 2. Que o sistema de exploração dos arquitectos pelos patrões não depende da classe social de onde provém, mas do carácter moral do patrão, culpado muitas vezes de não só não dar condições financeiras aos seus assalariados para que eles um dia se estabeleçam por vontade própria no seu gabinete, mas também de não expandir os conhecimentos dos trabalhadores, o que lhes limitará as opções futuras de trabalho; 3. Que os arquitectos com menos posses que conhece possam estar felizes e contentes no emprego que têm. 8. Não são ilusões achar que o trabalho por mim feito tem de ser bom, antes de mais nada, já ando neste mundo há demasiado tempo para ter ilusões sobre o papel dos arquitectos, mas é uma postura ética preocupar-me mais em desempenhar bem o meu trabalho do que com quanto ganham os meus vizinhos.
  8. Ora bem, esta questão para mim levanta alguns problemas pertinentes na forma como o nosso colega galfarro vê o mundo da arquitectura e o mundo em geral. Em primeiro lugar, não é verdade que um médico que acabe o curso tenha facilidades em abrir uma clínica própria: aquilo que os alunos de medicina penam durante o curso e a especialização, com cargas de trabalho sobre-humanas, devia ser suficiente para o fazer mudar de ideias. Depois, o universo da medicina não está tão saturado como o da arquitectura porque só existem cursos públicos que dão trabalho automático nos diversos hospitais. Além disso, 90% dos médicos não tem clínica própria e são assalariados ou do estado, ou de hospitais privados ou das clínicas onde trabalham. Não faltam clientes para os médicos? Pois, será porque a saúde é um dos bens mais essenciais à humanidade e as pessoas querem pagar aos médicos para viver melhor? Se a isso juntarmos o facto do trabalho do médico ser, à cabeça mais bem pago do que o do arquitecto... Há ainda outra questão: em todas as profissões, sem excepção, quem tem meios financeiros à partida, tem mais facilidade em estabelecer um negócio próprio, o que torna a pergunta feita ridícula, ou pelo menos generalizável a todas as classes profissionais. As classes sócio-económicas mais altas não têm só mais facilidade em arranjar clientes através de conhecimentos, nem dinheiro para montar os ateliers, têm tendencialmente também um maior nível de educação, garantida pelos meios financeiros das famílias, o que lhes poderá dar alguma -mas não toda- vantagem sobre pessoas com menos meios. Falar da maioria dos arquitectos como "meros assalariados" é, no mínimo, uma expressão de mau gosto, porque reduz o importante trabalho feito por uma multidão de gente a simples subserviência, o que, como o galfarro deve saber, num ambiente de um gabinete de arquitectura, nem sempre acontece. Quanto à permanência de muitos arquitectos durante muitos anos a trabalhar noutros gabinetes antes de montarem o seu próprio, também convém lembrar que a arquitectura é, das áreas de actividade, uma daquelas em que se atinge o topo de carreira mais tarde e onde a curva de aprendizagem é maior e mais lenta, por vicissitudes do próprio ofício. Abrir-se escritório mais cedo, caro galfarro, nada tem a ver com a qualidade dos serviços prestados e dos edifícios projectados, e isso é que é importante, não é quem ganha mais mais depressa. Utilizar expressões como "operários" para definir pessoas com menos meios são infelizes: conheço muitos operários que têm mais capacidade financeira que os não-operários. O debate não é polémico, não é é interessante porque a questão de partida parte de uma análise distorcida do funcionamento da sociedade e das áreas de actividade, mas se o que o está a incomodar não são as condições de acesso à profissão, os ordenados baixos, a maledicência, a sacanagem, a exploração de colegas por colegas e a má imagem que os arquitectos têm junto da população comum, preferindo centrar-se numa dicotomia rico-pobre digna dos mais delirantes sonhos marxistas, quem sou eu para o contrariar.
  9. JVS Este projecto do Nordeste não tem um, mas dois planos: um de pormenor e um de reabilitação do centro urbano (que foi vertido para o Plano de Pormenor) feito por dois ateliers diferentes. Se conseguir arranjar mais informações vejo se crio um thread na área de projectos.
  10. Hoje em dia já não se usam varinhas, só ponteiros laser, daqueles que também dão para passar slides no powerpoint....modernices! A UE proibiu as varinhas de madeira por não as considerar higiénicas. Já agora: selvajaria escreve-se com "j" e não com "g" (como está inserido numa citação não sei se o erro foi do ARK se de quem disse a frase). Admita lá que fez de propósito só para, por uma vez, haver alguém a corrigir um erro ortográfico seu.
  11. JVS, "vanguarda" é um termo militar, também conhecida como "guarda avançada", não nasce com o Movimento Moderno, e era a denominação dada, num campo de batalha, às unidades que avançavam primeiro, seguindo à frente dos restantes batalhões. As vanguardas artísticas sempre existiram, em qualquer época, o facto de serem assim chamadas na altura ou não pouco interessa (as coisas existem independetemente do um termo que as defina, ou não?). A colagem de vanguardista ao Movimento Moderno está relacionada com a inovação filosófica, formal, social e construtiva da corrente, mas as vanguardas existiram para lá do modernismo clássico (vejam, já em plena constestação do modernismo internacional, as experiências dos Archigram, Superstudio, Buckminster Fuller ou os Situacionistas). Para fazer um trabalho sobre arquitectura vanguardista tem de se estabelecer um âmbito temporal, porque as vanguardas só existem em relação a outra coisa que lhes esteja mais atrás.
  12. Se fosse a ti começava por ler algumas coisas sobre a evolução urbana de Lisboa, para perceberes como nasceu aquele bocado de cidade. Procura por Teresa Barata Salgueiro, Nuno Portas ou José Augusto França e vais encontrar várias coisas.
  13. E tenho de gabar a paciência de quem passou duas horas e meia a pintar a Mona Lisa no MSPaint...
  14. Depende muito da complexidade do projecto, do número de horas de trabalho gastas, porque precisando só disso, basta-te fazer o modelo do exterior, com envolvente e de um dos apartamentos. Concordo com o ARK quando diz que por menos de €6/hora não vale a pena, mas à partida cobraria bastante mais do que isso. Digamos que para uma semana de trabalho (40 horas, mas lá está, não conhecendo o projecto, não sei quanto tempo demoraria) cobraria no mínimo €600 euros.
  15. Foi formado um Comissariado encabeçado pela M.J. Nogueira Pinto, do qual fazia parte o arq. Manuel Salgado. Foi um projecto público com consultores privados. Acho que não houve concurso.
  16. O que mais há nas câmaras é projectos ganhos em concurso, aprovados e com projecto de execução feito que não foram para a frente, não por falta de qualidade dos mesmos, mas por outros motivos, políticos, económicos... o facto de não ser construído não atesta da sua qualidade ou falta dela.
  17. JVS Ia jurar que o Plano de Revitalização da Baixa-Chiado era um documento encomendado pela CML E produzido por um corpo consultivo de entidades externas à mesma, sob a coordenação da M. J. Nogueira Pinto, e do qual fazia parte o arq. Manuel Salgado -que à data não era vereador- e não que era da autoria do Risco.
  18. Encontrei esta foto que contradiz a ideia do ARK que neste edifício não há referenciais históricos -simulados ou não, a esta distância não dá para perceber- para poder ser considerado pós-moderno. Ainda lhe digo mais, ARK, se tivesse prestado alguma atenção aos livros que lia na faculdade sobre a arquitectura, em vez de ter tentado ser um Siza, saberia que não é só pela reimaginação dos elementos tipológicos dos movimentos arquitectónicos pré-modernismo que o pós-modernismo se identifica.
  19. Não, a maioria de nós limita-se a tentar dar o melhor que sabe para fazer boa arquitectura. Se os edifícios saem a mal, a responsabilidade é exclusivamente nossa -não da conjuntura, não dos promotores, não dos construtores. Nossa. Quando saiu da faculdade pensava assim, e agora, pensa o quê? Que é mais fácil claudicar perante a má qualidade e aceitar que edifícios que em nada contribuem para a melhoria do ambiente urbano existam só porque "o Mundo é assim mesmo"? Isso só faz de si um mau profissional. Não, discurso de quem se recusa a aceitar o miserabilismo fatalista de uma classe que pouco ou nada faz para dignificar o seu trabalho e o ambiente urbano, que dá mostras de uma ignorância extrema na leitura da cidade e, no caso que aqui foi apresentado, de uma falta de gosto e princípios arquitectónicos básicos tremenda. Quer falar de recuperação de edifícios? Há neste forum projectos bem melhores, alguns de ateliers que não aparecem nas revistas e que conseguem fazer um trabalho sério em condições tão ou mais complicadas que o contexto que apresenta aqui. Parece-me é que o objectivo é mais o de provocar a traulitada e dar ares de superioridade moral do que o de querer discutir arquitectura.
  20. Muitos parabéns ao arquitecto! É sempre importante ver alguém que pertence a esta área ter a sua obra consagrada por um júri que não está no meio. Esperemos que sirva para chamar a atenção para o papel dos arquitectos na sociedade.
  21. Gostava de perceber melhor o interior do edifício e se há um motivo de especial interesse no enquadramento da envolvente com o envidraçado e a janela horizontal ou é apenas para captar luz. Também gostava de saber o que é o revestimento exterior das paredes ao certo e qual o comportamento térmico do edifício.
  22. Se da primeira vez o insulto não pega, tenta-se uma segunda, juntando uns pós de paternalismo. Primeiro afirmou que era um edifício que achava interessante, depois recusou-se a arranjar mais informação e a seguir chamou de arrogantes todos os que disseram estarmos diante de um banal exercício de arquitectura, com opções espaciais e de construção muito duvidosas. Apelidou de "idealismos da mocidade" defender o ambiente construído tem de primar pela excelência e não pela mediocridade usando uma falácia: a de que só com "carte blanche" dos promotores e bolsos muito fundos é que conseguimos desenhar belos edifícios, coisa que neste caso não se teria passado. Sendo o ARK um arquitecto experimentado já devia saber que é precisamente desse equilíbrio de forças entre dono de obra, arquitecto e construtor que nascem a maioria, e algumas delas magníficas obras de arquitectura. De qualquer das formas, não tendo nós informação sobre o processo de projecto, estamos sempre a extrapolar. Tanto pode ter havido dificuldades em transformar esta obra em algo melhor por pressões do promotor, como se pode dado o caso do arquitecto ser limitado nas suas referências formais e funcionais. Não sei eu, nem sabe o ARK. Não obstante, isso não o impediu de não explicar porque é que considerava este edifício interessante, e teria sido construtivo para o debate tê-lo feito. Ainda bem que acha este edifício interessante, e então? Eu também posso achar interessante a preferência por alvenaria de tijolo furado, mas não abriria um thread a dizer isso sem pelo menos explicar porquê. O ARK não o fez porque nunca esteve interessado em que se gerasse uma discussão à volta do edifício. Não é por ser difícil levar um edifício a bom porto que os arquitectos devem desistir, pelo contrário, cabe-nos, enquanto classe profissional, lutar sempre pela excelência do ambiente edificado e pela consciencialização da sociedade para os problemas do mesmo. Como já lhe disse, estou tão interessado quanto o ARK em mostrar projectos de ateliers que não costumam aparecer nas revistas da moda, mas quero pensar que as que conseguir trazer a este fórum terão alguma qualidade que ajude a avançar o debate sobre o papel da arquitectura na sociedade. Tal como o ARK, não acho que se vá lá através do papel que esta Ordem que nos calhou em sorte, já que a divulgação assenta só num grupo restrito de amigos que se auto-promovem, deixando de fora muito e bom arquitecto com obra tão boa ou melhor que a dos que têm direito a parangonas de jornal. Quanto à varinha de condão: estamos em pleno choque tecnológico e foi substituída por uma Braun Minipimer esterilizada para não propagar doenças.
  23. Não é o único, também eu estou de ver sempre os mesmos sete ou oito aparecerem a defender obras indefensáveis, permitidas apenas por um estatuto de estrela perpetuado pela OA e pelo discurso enviesado de auto-proclamados "críticos de arquitectura". Se quiser discutir isso, estou à vontade, e se calhar até lhe ensino algumas coisas. Só que isso não é, de forma alguma, motivo para se elogiar a mediocridade da maioria da arquitectura que se faz neste país, a maioria das vezes por arquitectos. Apresentar um edifício que apenas tenta maximizar os indicadores urbanísticos permitidos, com soluções espaciais e de integração duvidosas não é, como o ARK acha, defender o pobre arquitecto que não tem divulgação. Quer um conselho? Procure no Google por Prémios IHRU e vai ver muita boa obra de habitação desenhada por gente que não faz da auto-celebração na OA um modo vida, que cumpre com o ofício do arquitecto com dignidade e seriedade e, oh espanto dos espantos, consegue ter boas ideias. Contrariamente à ideia que o ARK parece passar, a responsabilidade da qualidade do desenho dos edifícios é sempre, em qualquer momento, dos arquitectos, não dos donos de obra, nem do contrutor, mas de quem desenha. Se o arquitecto não consegue ter um projecto construído de jeito, a responsabilidade é dele. E isto o ARK, com todos os anos e conhecimento que arrogantemente afirma ter, já devia saber. E pronto, quando não se tem mais nada para dizer, parte-se para o insulto. Sabe, ARK, nesta coisa da...como é?...."democracia", só se responde a quem se quer quando se quer e, pelos vistos, mesmo com o nick que tenho, você continua a responder. Não sei de recebe ou não, estava apenas a indicar que seria interessante ter aqui umas plantas do edifício, e já que foi o ARK a mostrá-lo....enfim, parece que o nosso amigo JVS foi mais eficiente na busca de informação e encontrou o site. Aqui jaz um dos cernes da questão: o ARK mostra um edifício no fórum, apenas acompanhado por algumas fotografias, não se dá ao trabalho de encontrar mais informação sobre um exemplo da arquitectura sobre o qual está, pelos vistos interessado, mas não o suficiente para arranjar informação mais detalhada, e assim que alguém defende um ponto de vista contrário ao seu, ataca através do insulto. A isso chamo desonestidade intelectual e falta de capacidade argumentativa. Se acha que não tem nada para defender, então mais valia não ter dito nada. ARK, já estou metido nisto há anos suficientes para não aceitar lições de ninguém sobre a qualidade ou falta dela e ter visto muita coisa má mas, dou de barato, este edifício não é dos piores, mas também não é bom. É banal, desinteressante, com soluções espaciais duvidosas e roçando o mau gosto em termos de acabamentos. De qualquer das formas, o ARK não começou este thread com um exemplo da má arquitectura que se podia estudar; começou com aquilo que achava um bom exemplo. O paradoxo do seu argumento reside nisto: está farto de ver os mesmos autores e as mesmas obras mostradas ad nauseam, mas o edifício que apresenta, não desenhado por esses mesmos de quem diz estar farto, não é um bom exemplo, reforçando a ideia (falsa, de qualquer forma) que a boa arquitectura só existe dentro desse mini-universo do Clube Amigos Disney da Ordem. Há muito boa obra feita por esse país fora por arquitectos desconhecidos, que não aparece nas revistas nem nas entrevistas, este edifício não é um deles. Se quiser abrir um thread sobre má arquitectura, até o posso ajudar e com muita obra de arquitectos conhecidos. Se também quiser abrir um thread sobre a promoção dos amiguinhos da OA, também estou à vontade e até lhe conto histórias de arrepiar.
  24. Ark,Ark, Ark... Que falta de capacidade de encaixe.... Pois, isto é um forum, o que significa que quando põe um edifício aqui, está sujeito às opiniões dos restantes membros do forum, incluindo aquelas que dizem ser este edifício desinteressante. Chama-se a isso "democracia". Ainda bem que já ouviu falar nesses arquitectos todos, mas dou-lhe um conselho: olhe também para as obras. Não só desses, mas de muitos outros, dos que não andam a lamber as botas à OA e que têm obra construída muito boa por esse país fora, que questiona as convenções do habitar e das intervenções em zonas urbanas, porque este exemplo que arranjou não tem nada disso. Não sei se reparou, mas a pequena lista que fiz tinha primeiro a sítio, depois a obra e só no fim o autor, porque me interessam mais os edifícios que os nomes -que estão lá colocados porque ainda acho que a autoria deve ser identificada, para o bem ou para o mal. Lá por não ter azulejos de casa-de-banho na fachada não faz deste edifício melhor do que é -aqueles interiores, a incapacidade de integração da rampa... o facto de haver pior ao lado também não faz deste melhor. Sempre que alguém defende o contrário do ARK neste thread, atira-se ao ar e ataca logo, acusando as pessoas de serem infantis, pueris, académicas e outras coisas. Passo então a explicar outra coisa: nada do que é dito aqui é pessoal, é apenas uma discussão. Está à vontade para ir dizer o que pensa dos edifícios dos outros threads que ninguém fica magoado. A não ser que tenha sido o ARK a desenhar este edifício. Insultar os outros utilizadores só mostra que tem de ser o ARK a crescer... Posto isto, e voltando ao assunto: não há plantas?
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