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Arquitectura.pt


fadadolar

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  1. Que grande confusão que para aqui vai, e que decorre sobretudo de não lerem bem as Leis. Aquilo que as alíneas d) e e) do ponto 1 do artigo 13º da portaria 1379/2009 afirmam é que a direcção de obras de edifícios incumbe a arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência, nas obras até à classe 5 de alvará, com excepção das obras referidas nas alíneas g) e h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, e das obras em edifícios com estruturas complexas ou que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais e a arquitectos com o mínimo de três anos de experiência,
  2. O arquitecto Eduardo Souto Moura venceu a edição 2011 do prémio Pritzker, considerado no meio como o "Nobel da arquitectura". O prémio foi atribuído ao arquitecto natural do Porto pelo seu "rigor e precisão na arquitectura", assim como pela "sensibilidade" na inserção das obras no seu contexto, revela o site "Scalae", apesar de o site oficial do prémio Pritzker ainda não divulgar o vencedor deste ano. O português sucede assim a nomes como Oscar Niemeyer, Frank Gehry ou Rem Koolhaas, que também já foram galardoados com este prémio. fonte: JN
  3. Não, não depende. Não, não estão, porque os estágios foram aprovados na vigência de um quadro legal diferente. Está a misturar coisas. Parece-me que não sabe o que significa o princípio da não-retroactividade das leis. Eu explico: quer dizer que as leis, quando aprovadas só têm efeitos para todos os procedimentos ocorridos após a sua entrada em vigor. Como é um princípio constitucional basilar, quer dizer que NENHUMA lei tem efeitos retroactivos. Também significa que em NENHUMA lei pode estar escrito que tem efeitos para acontecimentos produzidos antes da sua promulgação. Como exemplo:
  4. Nenhuma lei tem efeitos retroactivos, é um princípio constitucional fundamental, ou seja, as pessoas que já se encontrem a estagiar à data da aprovação da resolução manterão as condições de estágio, aquelas que iniciem os estágios após a aprovação desta medida é que terão de ser feitas à luz das novas regras. Como não encontrei a resolução em lado nenhum, não faço ideia de período de adaptação, nem o que isso signifique em termos práticos para novos estágios.
  5. Já coloquei isto na secção de notícias, mas aplica-se aqui também. Os estágios profissionais extracurriculares vão ser obrigatoriamente remunerados com excepção dos que durem três meses ou menos, segundo um decreto-lei hoje aprovado em conselho de ministros. De acordo com a ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, as principais alterações ao regime são a obrigatoriedade de atribuir um subsídio de estágio, no valor mínimo de 419,22 euros em 2011 (Indexante de Apoios Sociais), e de o contrato ter que ser reduzido a escrito. Questionada sobre se o novo regime abrange os es
  6. Os estágios profissionais extracurriculares vão ser obrigatoriamente remunerados com excepção dos que durem três meses ou menos, segundo um decreto-lei hoje aprovado em conselho de ministros. De acordo com a ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, as principais alterações ao regime são a obrigatoriedade de atribuir um subsídio de estágio, no valor mínimo de 419,22 euros em 2011 (Indexante de Apoios Sociais), e de o contrato ter que ser reduzido a escrito. Questionada sobre se o novo regime abrange os estágios dos advogados, Helena André afirmou que os advogados estão a
  7. A Fundação Eugénio de Almeida vai criar um Centro de Arte e Cultura e uma casa-museu no centro histórico de Évora. Os dois projectos serão criados em espaços a recuperar e que são da própria fundação, estimando-se a abertura para o próximo ano. O Paço dos Condes de Basto vai ser a sede da Casa-Museu Eugénio de Almeida, dedicada ao criador da fundação, Vasco Maria Eugénio de Almeida, que ali viveu na década de 1970. Já o núcleo formado pelo Palácio da Inquisição, Casas Pintadas e Fórum Eugénio de Almeida será transformado no referido Centro de Arte e Cultura, cuja abertura, em Março de 2012,
  8. Um centro de arte e cultura e uma casa museu vão nascer no Centro Histórico de Évora, em 2012, fruto de um projeto de requalificação do património da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), num investimento de 5,4 milhões de euros. Trata-se de um projeto de "grande relevo para a cidade", por "acrescentar mais valor ao centro histórico", e para a própria fundação que passa a ter "o seu património requalificado", permitindo "desenvolver novos projetos na área cultural", afirmou o responsável da fundação. Eduardo Pereira da Silva falava hoje à Agência Lusa à margem da apresentação pública da interv
  9. Passando a ironia, o que diz só demonstra uma enorme ignorância sobre a relação entre arquitectos camarários e arquitectos projectistas. Já conheci técnicos camarários extremamente competentes que tudo tentam para resolver os problemas levantados pelos processos que analisam e outros que nem deviam ser autorizados a chegar-se ao pé de um processo. Também já conheci arquitectos projectistas que nem deviam estar inscritos na Ordem, tal é o grau de irresponsabilidade e incúria e que, sim, tentam enganar as Câmaras informando mal processos ou arranjando expedientes manhosos para não se detectarem
  10. Fernando, o estatuto do IGESPAR -tal como o estatuto de qualquer instituição pública- não estabelece nenhum princípio legal de protecçãode património. Apenas lista quais as competências de cada departamento do IGESPAR. Para saber quais as áreas e regras de protecção patrimonial terá de se referir à legislação em vigor, que está listada aqui. Penso que em vigor ainda estarão a Lei 107/2001 e os Decretos-Lei 309/2009 e 139/2009, mas o melhor é informar-se.
  11. Tem a certeza do que está a dizer? Tinha ideia que os pareceres do IGESPAR, que só é entidade consultada em caso do projecto ser em imóvel classificado ou em vias de classificação, ou em zona de protecção -estou em crer que as zonas consideradas património da Humanidade são tuteladas pelo IGESPAR- são vinculativos. Acho estranho qu um PDM contradiga a Lei de Protecção de Património. De qualquer das formas, sem saber que tipo de projecto é, nem os artigos aplicáveis é complicado investigar melhor este assunto.
  12. Neste caso resta haver uma averiguação para descobrir se as falhas foram: a) soluções impostas pelo dono de obra contra a vontade dos projectistas; :) erros de projecto -ou omissões de caderno de encargos; c) erros de construção. Em qualquer um dos casos, não é normal haver portas empenadas a coberturas a ceder quinze dias depois da abertura da escola e espero que sejam responsabilizados quem quer que seja que tenha tido mão nestas situações.
  13. Claro, faz muito mais sentido a Ordem abarbatar-se de uma percentagem (que poderão ser uns milhares de euros) do que cada um pagar as quotas. Um membro com 20 projectos por mês tem direito a mais serviços na Ordem que você? Não, então paga o mesmo. Quanto à situação em Espanha, bem , para já, não existe uma Ordem em Espanha, existem vários colégios, um por cada região autónoma e, pelo menos em Madrid, a inscrição também é feita mediante o pagamento de quotas. Basta ver aqui. Homem, é simples, se assina projectos, paga, se não assina projectos nem tem perspectiva de o fazer nos próximos te
  14. Caro Zedasilva, Há urbanistas com cursos de duração igual ao meu? Há, mas são todos arquitectos e tiveram de queimar as pestanas durante seis anos, mais os possíveis mestrados e doutoramentos que façam. Quanto ao poder da Ordem dos Arquitectos, tendo em conta que demoraram trinta anos a revogar um decreto que, se no início fazia sentido, à medida que o número de arquitectos cresceu se tornou numa cretinice absoluta mantida por força de engenheiros, construtores civis e ATAE's a mexer numa área que não era, de todo, a deles, não devemos estar a falar da mesma ordem. Continua sem me respon
  15. Só para acabar, a Ordem dos Arquitectos exige que o mínimo de formação para inscrição sejam cinco anos (segundo o modelo de Bolonha, 3 de licenciatura mais dois de mestrado, anteriormente a Bolonha seriam os cinco ou seis de licenciatura, dependendo da faculdade), já o decreto 292/95 estabelece que a um técnico urbanista apenas bastava um bacharelato na área do urbanismo. Se concordo com isto? Não, acho que o país deve ter técnicos com qualificações adequadas e três anos de bacharelato não são suficientes para garantir o conhecimento adequado nem a capacidade analítica e propositiva para plane
  16. Zedasilva, 1.Se perguntei foi para saber, até porque o DL 292/95 (e não 295/95, como tinha indicado) menciona uma portaria que regulasse quais eram os cursos reconhecidos para formar técnicos urbanistas, portaria essa que nunca foi publicada. 2. Parece que não está interessado em explicar o que é um técnico urbanista e sim em achincalhar-me. 3. Quando digo que as questões do urbanismo e do planeamento são também do foro dos arquitectos é ir ver o ponto 3 do artigo 42º do decreto-lei 176/98. 4. Não sofro de complexo de superioridade nenhum no que aos arquitectos diz respeito, e, segundo o
  17. Zedasilva, Desconheço por completo o que seja um técnico urbanista. É como um agente técnico de arquitectura e engenharia? Em que consistem os cursos para formar técnicos urbanistas? São os cursos em Planeamento Regional e Urbano? Iria jurar que o Planeamento Regional e Urbano era algo do foro dos arquitectos (conforme consta dos estatutos da OA, que são decreto-lei), dos geógrafos (do ponto de vista analítico), dos engenheiros (do ponto de vista das infra-estruturas), dos juristas ou advogados (do ponto de vista do direito urbanístico e do planeamento) ou dos economistas. Não sei o que são
  18. Caro zedasilva, Tento quanto sei, em Portugal, os urbanistas e planeadores são arquitectos de formação, inscritos na Ordem dos Arquitectos, com plenos direitos profissionais (como se comprova pela criação de um colégio de urbanistas dentro da OA). Não existe uma formação específica para o caso. Há cursos de planeamento urbano e gestão de território nas áreas de engenharia e geografia, mas são cursos que não habilitam, pelos próprios curriculae, uma capacidade de elaborar planos sem ser inseridos numa equipa de projecto. No caso dos engenheiros a aprendizagem incide sobretudo sobre as compone
  19. Pois, isto é uma falha deontológica e profissional tremenda por parte do arquitecto que promoveu essa brincadeira. Mais do que enviar um mail à Ordem, o melhor é falar directamente com o conselho disciplinar da OA. Com arquitectos assim....
  20. Lamento, Vitor, mas o que este patrão fez rompe com as mais básicas regras de ética e deontologia estabelecidas no RD da Ordem, a começar pelo artigo 1º. Isto é caso para queixa no Conselho de Disciplina da Ordem e no tribunal do trabalho.
  21. E deslocares-te à Ordem e fazeres uma queixa expondo o caso a quem de direito?
  22. E por fim, aos arquitectos a arquitectura, aos paisagistas a paisagem, aos engenheiros a engenharia, aos construtores civis a construção. Nada mais. Espero é que o novo decreto tenha bem estabelecidas as competências de cada um e apagasse as borradas da redacção que estava em cima da mesa quando a Helena Roseta foi presidente do Conselho Directivo da OA.
  23. Tenho de concordar com o ARK, a revogação do 73/73, apesar de importante e de clarificar as competências de cada um dos envolvidos nos diversos tipos de projecto, não vai resolver por si nem os problemas da classe, nem os da qualificação do território e das cidades. A proletarização que os arquitectos têm sofrido, mercê da torrente de novos licenciados todos os anos e do aproveitamento vergonhoso por parte dos patrões de mão-de-obra paga ao preço da uva mijona, é algo que só com medidas de fundo no funcionamento quer da Ordem, quer dos gabinetes fará efeito. Agora não estou a ver a OA a estab
  24. Ora bem, vamos por partes: 1. Arquitectura e Urbanismo não são coisas diferentes, são complementares: a arquitectura trata tanto do desenho de edifícios, como do planeamento e desenho de cidades e territórios (em concertação com outras áreas de conhecimento, que vão desde o direito à psicologia). Em Portugal não há uma divisão rígida entre arquitectos e urbanistas e a única classe profissional com habilitações para desenhar o espaço à escala urbana são os arquitectos. Isto não implica que os planos não sejam feitos por equipas multidisciplinares, mas cabe aos arquitectos (pelo menos até à en
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