pauloss
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Posso estar enganado (o que também não é grave) mas acho que o autor é Thiago Braddell. É o mais conceituado autor desse tipo de casas. Peça um orçamento. Thiago Bradell - Arquitectura, Lda.R. Dr. Leão Oliveira 20 - F S.Pedro Sintra São Pedro, SINTRA, LISBOA 2710-490 TEL: 219233670
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Projecto é do ex-treinador adjunto do FCP Podia ser a casa mais inteligente do mundo, mas para já é, pelo menos a do país. Deixa a ficção no passado e junta conforto, segurança e diversão. O projecto foi desenvolvido por mais de 60 empresas, quase todas portuguesas e os americanos já querem aprender connosco. Não é por acaso que se chama «Kasa do Futuro». Fica na Ericeira, a alguns quilómetros de Lisboa e transpira tecnologia, e a Agência Financeira foi conhecê-la. Aquilo que antes era ficção, agora é realidade. «Acima de tudo queríamos que não fosse uma nave espacial, que as pessoas se revissem nela e que tivesse conforto para uma família viver. Esta casa tem um conjunto de soluções inteligentes, ao serviço dos habitantes e de fácil percepção. Não é preciso ter nenhum curso superior nem perceber de computadores», explicou Carlos Azenha, promotor do imóvel e ex-treinador adjunto de Jesualdo Ferreira, do Futebol Clube do Porto (FCP). Certo é que não é uma experiência para todos os bolsos, pois o seu custo está estimado em 4 milhões de euros. Imagine-se a sair do trabalho e apenas com o seu telemóvel programar o que lhe espera em casa, como um banho de jacuzzi ou simplesmente um café. Ao chegar ao local, a vista quase que ofusca a dimensão da casa. A entrada pelo portão da casa é fácil, basta que o carro esteja registado e um reconhecimento facial. À sua frente, tem uma área de seis mil metros quadrados. Depois de estacionar, pode abrir a porta apenas pela sua mão que é identificável. Máquina passa camisas a ferro Conforto e segurança são sem dúvida as palavras de ordem nesta casa. A partir de qualquer divisão pode controlar as outras, ligar a televisão ou entrar na Internet. Vejo o vídeo aqui Na cozinha, pode encontrar um mordomo virtual que lhe diz quais os seus programas preferidos que vão passar nesse dia na televisão, mas também lhe dá as receitas, um género de GPS da culinária. Naquela tarefa que tanto detesta como passar a ferro, tem uma máquina que o faz por si, com apenas o toque de um botão. Já no quarto, dá-se primazia à comodidade. Para os miúdos, tem os jogos e também a higiene aliada à diversão. Na casa-de-banho é contada uma história em dois minutos-o tempo que as crianças devem demorar a lavar os dentes. Projecto português causa impressão internacionalmente Mas não só de tecnologia que se faz esta casa. Está pensada ainda para o bem-estar familiar¿ a qualidade de vida é prezada. Os espaços de lazer também. Este projecto foi um trabalho de mais de 60 empresas, das quais cerca de 2/3 são portuguesas. O resultado já é cobiçado lá fora. De acordo com Carlos Azenha, «até o NY Times» já foi fazer uma reportagem sobre a casa e, além dos EUA, vários países como Rússia, Angola, Espanha e Brasil estão interessados no conceito para exportar. «A mais-valia portuguesa é que muitas destas coisas são novidades lá para fora, como o sistema de automação que os americanos vêm cá buscar, ou a domótica que é mais evoluída», acrescenta o promotor. Para já, o dono desta casa é o ex-treinador adjunto do FCP, que interrompeu a carreira para terminar este projecto, mas o regresso ao futebol já está programado http://www.videos.iol.pt/consola.php?projecto=27&pagina_actual=1&mul_id=13126060&tipo_conteudo=1&tipo=2&referer=1# Fonte: Agência Financeira
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E que tal uma pesquisa no Google? http://www.eb1-fogueteiro-n4.rcts.pt/PAGANTIGAPGAMA/disciplinas/educ-tecnologica/proj-ortogonais/index.html
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http://www.gaiurb.pt/modelos/MOD_TERMOS_L60_TR-03.pdf
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Obrigado Caro Pedro Então na tua opinião é deixar andar até melhores dias? O problema é já ter a EDP a chatear (por ter ainda contador de obras com licença caducada). Tinha ideia que o 555 fazia referência a estes prazos. cumprimentos,
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Alguém me sabe diz como fazer no seguite caso: Projecto de Licenciamento de 2000, construção iniciada em 2003 (fase de estrutura) depois esteve parada recomeçando em 2005. Entretanto foram pedidas 2 prorrugações do prazo (não sendo possivel pedir mais). Na presente data o prédio encontra-se praticamente concluido faltando apenas moveis de cozinha, bem como a emissão dos vários certificados para a licença de habitabilidade. Como os tempos estão dificeis o construtor não pode (€€€) pedir já a licença de habitabilidade. Existe em termos legais algum prazo para pedir a habitabilidade, visto já ter terminado o prazo da licença de construção? Obrigado
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Projectos na Guarda Casas de Sócrates vão ser investigadas pela PJ e Ministério Público Os polémicos projectos assinados por José Sócrates no concelho da Guarda nos anos 80 vão ser investigados pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária. Vários projectos de casas realizados pelo primeiro-ministro levaram entre um a oito dias a ser aprovados pelo executivo Segundo o Correio da Manhã, três vereadores do PSD na Câmara serrana tomaram a iniciativa de denunciar os casos ao MP depois de receberem um relatório feito por cinco funcionários da autarquia que não conseguiram encontrar qualquer tratamento de favor nos projectos assinados por José Sócrates e aprovados pelo executivo camarário, que era, tal como hoje, dominado pelo PS. Mesmo quando os processos tinham pareceres desfavoráveis de várias entidades regionais ou até embargos da autarquia, bastava que tivessem como engenheiro responsável José Sócrates e os projectos eram aprovados em tempo recorde. Entre a entrada do processo até à decisão camarária, os prazos variam entre um e oito dias. O relatório entregue refere que foram comparados os projectos de Sócrates com outros 18 seleccionados aleatoriamente. A conclusão é que, para além dos outros projectos não terem sido seleccionados por uma comissão independente, os prazos médios de aprovação duravam meses. Ao que adianta o CM, a iniciativa dos vereadores do PSD vai ser hoje anunciada em reunião de Câmara. Fonte:Correio da Manhã
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Depois do Incêndio [ame=""]CCTV TVCC burningc-DCF on Flickr - Photo Sharing![/ame] Como diz o tatlin "vão rolar cabeças" e alguém vai ter que pagar!
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Meus caros a discussão está muito interessante mas já vamos longe do 163/2006. Voltando ao tópico e resumindo. Tipologias abaixo do T3, não há necessidade de quarto no piso acessivel. (várias "maneiras" de reduzir a tipologia). A sala não é um compartimento acessivel (em nenhum caso).
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Agradeço os comentários e opiniões. Penso que este tipo de "discussões" são bastante saudáveis e benéficas para a procura de novas soluções. Mas este foi mais um projecto perdido para um colega que por uma comunicação prévia (Levantamento topografico, projecto de arquitectura, projectos de especialidade e direcção técnica) cobra o valor de 3000€. Como é possivel?
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Caro Pedro posso estar enganado mas acho que a sala não tem que ser acessivel. Estranho não? É no ponto 3.3.7: «Os pisos e revestimentos das habitações devem satisfazer o especificado na secção 4.7 e na secção 4.8; se os fogos se organizarem em mais de um nível, pode não ser cumprida esta condição desde que exista pelo menos um percurso que satisfaça o especificado [nessas secções] entre a porta de entrada/saída e os seguintes compartimentos: 1) Um quarto, no caso de habitações com lotação superior a cinco pessoas; 2) Uma cozinha conforme especificado no n.º 3.3.3; 3) Uma instalação sanitária, conforme especificado no n.º 3.3.4.»
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Que tal no R/chão cozinha/copa (que incluia a sala) + I.S. e no andar 2 quartos e a sala? Assim já era só um T2. Como já era esperado em loteamentos mais antigos, onde as áreas são reduzidas torna-se complicado aplicar o 163/06. Com uma implantação de 80m2, como é possivel "meter" só a cozinha, a sala, I.S.( de acordo com 163), acessos verticais e hall de entrada? Ou ficamos com as áreas minimas definidas no RGEU ou não cabe. :s
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Mais uma dúvida (decerto já respondida por alguèm). Quando tenho um lote com 80m2 de implantação, para albergar uma tipologia T3, existe alguma forma de não ser obrigado a colocar o quarto no piso de entrada. Pensei em fazer cozinha, sala comum e I.S. acessivel no R/chão e 3 quartos no andar chamando a um deles escritório, passando assim a ter um T2. Gostava da opinião de alguém "entendido". cumprimentos
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Tenho um cliente que quer instalar um cemitério para animais. Existe alguma legislação para este tipo de equipamento? em termos de PDM estará definido? Estou aberto a ideias e sujestões!!
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Sou de 1970 natural de Lourenço Marques, vivia na Matola e como muita gente vim em 1974, não havendo grandes recordações. Tenta o Google earth (com a ajuda de familiares já descobri a casa em que vivia 25º58´14.54´´S - 32º27´52.70´´L), ou alguns videos do Youtube.
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Exatamente o que penso! Por isso tenho deixado para o Eng., mas tendo que lhe fornecer todas as definições, pormenores etc.
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Para subscrever projectos RCCTE nem era necessário fazer o módulo técnico tipo http://www.isq.pt/formacao/catalogo/detalhe.asp?id_curso=1278? Sempre pensei que fosse necessário outro curso especifico para projectista.
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Conheço o Programa SOLTERM e o Programa STE. Não o que referes. Se calhar estou a fezer confusão.
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Vou iniciar no dia 13 no ISQ Grijó. Espero que corresponda ás espectativas. Estou com dúvidas em adquirir o "programa" (solterm) antes de finalizar a certificação. Que acham?
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Vila Nova de Gaia | Campus Escolar Serra do Pilar | Joaquim Massena
pauloss replied to Dreamer's topic in Arquitectura
"Porque será que cd vez mais se reconhecem traços ou do Alvaro Siza ou do Souto Moura, nas obras dos jovens( e porventura, menos jovens) arquitectos nortenhos?" Podes ter razão em alguns casos, mas no Joaquim Massena não me parece que assim seja! -
Reabilitação do Mercado do Bolhão vai respeitar «integralmente» edifício Hoje às 08:01 A Câmara do Porto assina, esta quinta-feira, um protocolo com o Ministério da Cultura para a reabilitação do Mercado do Bolhão, orçada em 20 milhões de euros. Ouvido pela TSF, o presidente Rui Rio adianta que já conseguiu o dinheiro necessário e que vai manter «integralmente» a traça do edifício. Rui Rio diz que já conseguiu dinheiro necessário para obras no mercado do Bolhão Associação dos Comerciantes do Bolhão, Alcino Sousa, defende que as obras já deviam ter começado Na resposta, Rui Rio adianta que se a autarquia do Porto tivesse avançado mais depressa teria sido irresponsável Arquitecto que elaborou o primeiro projecto para a recuperação do Bolhão, Joaquim Massena, diz estar magoado com a Câmara do Porto Rui Rio afirma que o arquitecto não agiu da melhor forma É assinado, esta manhã, o protocolo que entrega ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico a responsabilidade de fazer o projecto de recuperação do Bolhão. É a nova solução encontrada pela autarquia depois do fim do acordo com a empresa holandesa que foi escolhida inicialmente para recuperar o mercado. Ouvido pela TSF, Rui Rio garante que já conseguiu o dinheiro necessário para financiar uma boa parte da obra e reitera que o edifício actual não sofrerá alterações. «Não há dúvida nenhuma que vamos cumprir aquilo que é nossa prioridade, que é preservar integralmente aquele edifício», salienta. As obras devem começar em 2010. Um calendário que não agrada à Associação de Comerciantes do Bolhão, o presidente Alcino Sousa defende que as obras já deviam ter começado. «Claro que vem tarde e quanto mais depressa fizermos obras no mercado melhor, porque a situação económica de alguns comerciantes está a dar cabo de nós», alertou. Na resposta, Rui Rio admite que o processo até poderia ter avançado mais depressa, mas diz que para que esta situação tivesse avançado a Câmara do Porto teria de ser irresponsável. « Podia ter sido há mais tempo, podia, mas se fosse inconsciente, colocava o dinheiro público à andar para a frente, fazia dívida e amanhã quem viesse fechava a porta. Agora vamos começar esta obra com o dinheiro público, não há outra hipótese, o mais depressa possível em função das leis que regem este país», salienta. O arquitecto que elaborou o primeiro projecto para a recuperação do Bolhão e que nunca passou do papel, confessa que se sente magoado com a câmara. Joaquim Massena continua sem perceber porque razão o seu trabalho não foi aproveitado. «Não basta dizer porquê que o projecto não serve, mas dizer o motivo. É um dever da câmara esclarecer não só uma equipa que cumpriu o seu dever, como a cidade. Estamos a falar de um milhão de euros e por isso deve esclarecer a razão pela qual vai pôr de parte este trabalho», adiantou. O presidente da câmara do Porto não quer fazer grandes comentários sobre estas declarações. Rui Rio diz apenas que o comportamento do arquitecto ao longo de todo o processo nem sempre foi o mais indicado. Depois de concluídas as obras no mercado do Bolhão, a autarquia vai procurar um gestor privado, se não o encontrar Rui Rio garante que a autarquia assumirá a gestão do mercado Fonte:TSF
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No regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios, abreviadamente designado por SCIE http://dre.pt/pdf1sdip/2008/11/22000/0790307922.PDF Antigamente era no 64/90 no art. 32 n.º 4 4 - As escadas devem ter acesso directo à cobertura do edifício, quer pelo seu prolongamento até esse nível, quer por meio de escada auxiliar entre o patamar que serve o último piso habitado e a cobertura, este acesso deve ser condicionado de modo a limitar o risco de utilização indevida, sem, no entanto, criar dificuldades sérias à sua utilização em situações de emergência.
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Torres Vedras | Remodelação Hotel Império | Autor Desconhecido
pauloss replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
