joaoneves
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Disponibilizo aqui a brochura, para poupar tempo.
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Sim dá... aproveita a noite para contemplares a obra, e já agora sente o tacto do travertino, aquela rocha fantástica e "barata". :s
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LOL Além da "vida de estudante de arquitectura"... após o curso, em estágio a vida também não é facil, de modo algum. Presumo que seja por vezes revoltante. A esta brochura lançada hoje, poderiam acrescentar no fim "... por isso paguem bem aos arquitectos"
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O CONSTRUTOR SOLNESS de Henrik Ibsen Tradução Pedro Fernandes Encenação Carlos Aladro Cenário e figurinos Cristina Reis Desenho de luz Carlos Aladro, Rui Seabra e Luis Miguel Cintra a partir de um desenho de luz original de Daniel Worm d’Assumpção Som Juan Manuel Artero Distribuição Beatriz Batarda, Duarte Guimarães, Luís Lucas, Luis Miguel Cintra, José Manuel Mendes, Sofia Marques e Teresa Sobral. Teatro do Bairro Alto, Lisboa de 27 de Setembro a 4 de Novembro de 2007 O CONSTRUTOR SOLNESS de IBSEN na CORNUCÓPIA Solness, construtor de casas numa pequena cidade da Europa do Norte, vive atormentado pela culpa e pelo medo de que os jovens lhe queiram tirar o poder que conquistou. Perdeu a alegria. E envelheceu. A sua mulher é a presença viva da morte dos filhos na consequência de um grande incêndio que lhe veio a possibilitar o êxito como construtor. Os seus empregados são as vítimas da sua crise. Um dia acontece o que ele temia: a juventude entra-lhe pela porta dentro. Uma rapariga vinda das montanhas chega a sua casa para lhe recordar um dia de alegria esquecida: o dia, dez anos atrás, em que, desafiando Deus, venceu as vertigens, subiu ao catavento da alta torre que construíra e nesse entusiasmo a beijou, era ela ainda menina. Nesse dia prometeu-lhe que havia de voltar para fazer dela uma princesa e lhe dar um reino. A rapariga, agora mulher feita, vem exigir o cumprimento da promessa e acaba por transformar a sua vida. Liberta-o da culpa, dos deveres familiares, da dependência dos empregados e devolve-lhe a alegria. Solness volta a ter confiança em si próprio, vence as vertigens e volta a subir a uma torre muito alta. Mas o gesto é maior que o homem e o Construtor cai da torre e morre. E Hilde, o anjo ou demónio que o veio visitar, apesar da tragédia, ganha de facto um reino: aprende a esperança de um mundo novo, finalmente liberto dos fantasmas do velho mundo. É com esta intriga que Ibsen constrói uma das suas últimas peças, considerada por muitos como a sua obra-prima. A peça, perfeita na sua arquitectura dramática e na sua aparência de drama realista do fim do século XIX, adquire uma enorme carga simbólica e permite múltiplas interpretações. Solness, ao que parece, baseado em experiências de vida pessoais, pode ser uma projecção do próprio autor e da sua condição de artista. Mas é sobretudo o símbolo de um velho mundo, o poder da burguesia ou até a civilização ocidental em luta com a sua própria decadência. Hilde, a jovem que o visita, tem tanto de rapariga como de deusa. Solness é o Homem e quase adquire a dimensão de um Ícaro ou de um Prometeu. O conto filosófico adquire a dimensão de uma tragédia. Ibsen reconstrói uma mitologia. É com este texto que o Teatro da Cornucópia abre a nova temporada, com estreia marcada para 27 de Setembro no Teatro do Bairro Alto de Lisboa. Nos dois enormes papéis principais estarão Luis Miguel Cintra e Beatriz Batarda que, também 10 anos depois, volta a trabalhar na Companhia em que começou a sua carreira de actriz de teatro. Para dirigir o espectáculo a Cornucópia convidou o jovem encenador espanhol Carlos Aladro que durante vários anos foi membro importante do Teatro de la Abadia de Madrid e com quem Luis Miguel Cintra aí trabalhou na encenação de Comedia sin Título de Garcia Lorca. O cenário e figurinos são de Cristina Reis e o desenho de luz de Daniel Worm d’Assumpção. No elenco estão também alguns dos actores mais frequentes em espectáculos da Companhia: Duarte Guimarães, José Manuel Mendes, Luís Lucas, Teresa Sobral e Sofia Marques. A tradução é de Pedro Fernandes e está publicada no primeiro volume das obras de Henrik Ibsen editado pela Cotovia. O espectáculo estará em cena no Teatro do Bairro Alto de 27 de Setembro até 4 de Novembro, de 3ª a Sábado às 21:00 e Domingos às 16:00.
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Trabalhar com um arquitecto Secção Regional Sul disponibiliza brochura Faz sentido trabalhar com um arquitecto, diz a brochura a ser lançada a 1 de Outubro, Dia Mundial da Arquitectura. A Ordem dos Arquitectos-Secção Regional Sul vai lançar uma brochura de arquitectura no início das comemorações do Dia Mundial (1 de Outubro). Intitulada «Trabalhar com um arquitecto», começa por explicar o que faz um arquitecto e quais as vantagens de os edifícios serem projectados por um. As obras assinadas por arquitectos resultam numa maior qualidade de vida e de trabalho, sustenta o guia. Por isso, se passa em revista as diferenças entre recorrer a um arquitecto e recorrer apenas a um engenheiro ou a um empreiteiro. Essas diferenças são tão pertinentes para quem quer construir um novo edifício como para quem quer reabilitar ou remodelar um imóvel, expandir a empresa ou adaptar uma estrutura. Os vários passos em que se desenvolve um projecto de arquitectura é outra das informações contidas neste livrinho e talvez uma das mais preciosas para os leigos compreenderem a natureza do trabalho arquitectónico. A edição exorta as pessoas a reflectirem sobre os espaços que habitam para os compreender melhor (o que falta ou o que mais agrada aos espaços que mais frequenta?) e a pensar nas perguntas a fazer para planear bem a realização de um projecto (por exemplo, quanto tempo está uma pessoa disposta a disponibilizar para esse projecto; qual é o prazo que existe para o viabilizar, etc.). Um conjunto de perguntas que deve ser feito aos arquitectos também faz parte desta edição, bem como noções sobre os honorários e sobre como seleccionar um arquitecto. «Os arquitectos vêem o projecto no seu todo. Resolvem-no com criatividade e sensibilidade. Fazem do seu investimento um bom investimento. Facilitam-lhe a vida, libertando-o de tarefas que desconhece», diz a brochura. FONTE: OASRS www.oasrs.org
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Concurso AMI lançado segunda-feira O concurso do projecto das futuras instalações da AMI é lançado em Cascais a 1 de Outubro às 16h30. O «Concurso Público para a Elaboração do Projecto das Instalações da futura Sede da Fundação AMI», que tem a assessoria técnica da secção de concursos da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos, é lançado a 1 de Outubro. O lançamento decorre nas instalações da Câmara Municipal de Cascais (16h30), com a presença, entre outros, de António Capucho, presidente da autarquia, e Fernando Nobre, presidente da Assistência Médica Internacional. As novas instalações (sede e creche/infantário) são o resultado do crescimento e diversificação de projectos desenvolvidos pela AMI, que enfrenta dificuldades em termos de espaço físico (desde 1992 que a sua sede se localiza numa rua do bairro de Marvila, em Lisboa). O Concurso é público, de uma só fase. Está sujeito a anonimato e podem concorrer equipas projectistas constituídas quer por profissionais independentes, quer por empresários em nome individual, quer por sociedades, por si ou em associação, devendo a coordenação técnica dos estudos ser obrigatoriamente assumida por um arquitecto. O regulamento do concurso está disponível na Internet na segunda-feira. O júri do concurso, presidido por um representante da Fundação AMI, integra como vogais um arquitecto convidado pela AMI; um arquitecto designado pela Câmara Municipal de Cascais; um arquitecto convidado pelo Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos; e um arquitecto designado pelo Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos. Está prevista a atribuição de prémios pecuniários: 15.000 € (1º Prémio), 10.000 € (2º Prémio), 7.500 € (3º Prémio), 5.000 € (4º Prémio) e 3.750 € (5º Prémio), podendo ainda ser atribuídas menções honrosas de natureza não pecuniária para trabalhos que se distingam pela sua singularidade. 1 Outubro 16h30 Câmara Municipal de Cascais Praça 5 de Outubro Tel. 214 825 000
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Concordo plenamente! Se for para avançar com a ideia, é para fazer algo em condições e garantindo que a "visita" não se fica apenas por umas meras fotografias do exterior do quer que seja. Mas também acho que tem pernas para andar, se criarmos condições para isso. Acho que era interessante criar um debate em que se discutisse as cidades/locais a visitar, em primeira fase. De seguida, criava-se um novo tópico para diversos elementos se disponibilizarem para procurar locais de interesse, possíveis de visitar e apresentar o modo como seria possível. Eu por vezes fico um pouco apreensivo quando me perguntam se já visitei aquele museu ou aquele edifício em lisboa ( onde estudo ), porque simplesmente considero que como estudante de arquitectura é de todo favorável conhecer minimamente um pouco a história de Lisboa e os seus edifícios/espaços arquitectónicamente interessantes. E isso extrapolo para outras cidades. É sempre bom quando se fala de determinada obra, se saber exactamente do que se fala, na medida em que já vivenciamos o local. Experiência pessoal.
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Não deixa de ser um meio de divulgação, e presumo que quem colocou isso nesse site foi um português. Se não é português, mais uma razão para afirmar o interesse dos estrangeiros pela arquitectura portuguesa. :s
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Concordo, as Pousadas de Portugal, apesar dos preços serem bastante elevados, são locais para passar óptimos momentos, reunindo um conforto fantástico entre a apreensão de séculos de história e a cultura intrínseca. Vale a pena experimentar. É uma ideia eficaz! Acho que era interessante encontrar outras soluções para podermos apreender o factor cultural de diversos locais de Portugal, sem despender tanto dinheiro. Desta forma, considero que é possível conciliar uma estadia confortável e uma visita organizada a exemplos do património arquitectónico, sem ser necessário gastar tanto dinheiro. Refiro-me também à visita de não só apenas locais conhecidos, que são de elevado teor de interesse, como de locais mais recontidos que por si só nos podem elucidar do modo como em Portugal também se fez/faz boa arquitectura, sem necessariamente ser um spot turístico. Gostei do exemplo do Cinema Batalha como um dos locais a propor visita num futuro encontro, o qual evidencia traços/espaços arquitectónicos muito curiosos e que, a meu ver, não são locais tão conhecidos. Era nesse termo que me estava a referir. No entanto, a proposta da Ana Gil é perfeitamente viável e também aconselho. No site das Pousadas de Portugal podemos ter uma noção do luxo que determinadas pousadas podem oferecer ao hospede.
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Cada vez mais fazemos parte das referências internacionais de arquitectura. Que continue assim, e que possamos marcar crescentemente a nossa arquitectura e os nossos arquitectos pelo mundo fora. É uma forte aposta que Portugal deve executar, de modo a promover ainda mais o turismo e a cultura portuguesa. Força Portugal! :s
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Estão bastante interessantes!:clap: Devo dizer que desconhecia esse Cinema Batalha. Tem alguns espaços curiosos, principalmente pelo modo como esses espaços tomam partido da luz natural
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Surgiu-me a ideia de que os elementos do fórum podiam organizar visitas às mais variadas obras de diversas cidades, durante 1 dia. Isto é, era interessante marcar um dia específico para uma visita pelas obras mais interessantes e, por vezes, menos visitadas pelo turista comum, da Cidade do Porto e arredores, tendo em conta o número de inscrições dos elementos do fórum. Agendar outro dia para visitar Lisboa, outro Coimbra, por aí fora. Reconheço que boas obras estão espalhadas um pouco por todo o país, mas era curioso organizar "visitas arquitectónicas" aos mais diversos pontos de interesse. Um pouco como o inquérito à Arquitectura do século XX (IAPXX), na medida em que se apresentam obras do século passado, desconhecidas da grande maioria dos curiosos, mas que revelam conter um património arquitectónico interessante. Deste modo, as experiências vividas na visita às mais variadas obras constituiria um conhecimento do que Portugal tem de interessante, dentro deste tema, e serviria para formar uma espécie de "Mapa/Rota das obras arquitectónicas Portuguesas". Gostaria de saber a vossa opinião e se acham que a ideia poderá ser ponderada e transforma-la numa possibilidade concretizável.
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É tudo boa gente com muito juizo! Mas de qualquer forma, um fim de semana para descomprimir faz sempre bem :s
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À partida contem comigo, mas quando se aproximar a data eu confirmo. "bebados..." :s
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Sochi, Russia | Archipelago in Black Sea | Erick van Egeraat
joaoneves replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Referia-me à ideia... quase como uma transposição da ideia de cidade flutuante para outros sitios do mundo, quanto instalações "da moda" -
É necessário portátil para arquitectura enquanto estudante?
joaoneves replied to Roni's topic in Arquitectura
Sinceramente, Roni... se tens um computador em casa, não te apresses em comprar um portátil para o 1º ano, porque não vale a pena. É preferível utilizares o que tiveres este ano, e então para o ano compras um mais barato ou com melhores especificações do que o que comprarias este ano. No 1º ano não irás utilizar o CAD para te auxiliar nos projectos, presumo que o utilizarás unicamente na cadeira de CAD. E essa utilização é predominantemente nos computadores da tua universidade. Experiência própria!:s -
Inauguração dia 13 de Outubro de 2007 (queria ir..mas visto ser dia 13... peregrinos, + o facto de ser uma inauguração de uma igreja... que confusão!!...auch)
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Têm que ser museus em Portugal continental, presumo... senão sugiro a Casa das Mudas - Madeira - Paulo David. Em Portugal - continente - talvez também aposte no museu dos Aires Mateus
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Sochi, Russia | Archipelago in Black Sea | Erick van Egeraat
joaoneves replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Made in Dubai, arrisco -
Arquitectura.pt procura novos membros para a sua equipa
joaoneves replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Após alguma ponderação, decidi candidatar-me! Contem comigo!!:s -
Ajuda - Casas amoviveis, pré-fabricadas e de madeira
joaoneves replied to pirolau's topic in Arquitectura
Já agora, após uma pequena pesquisa, coloco aqui também alguma informação acerca das tais casas amovíveis. The Sustain miniHome: A Modern Green RV We first featured the Sustain miniHome last year. It's a compact green dwelling that fits on the back of a truck. Now there's a video of the home, demonstrating it's space-saving features... -
Ajuda - Casas amoviveis, pré-fabricadas e de madeira
joaoneves replied to pirolau's topic in Arquitectura
IKEA's Affordable Houses: Now Under Construction -
Ajuda - Casas amoviveis, pré-fabricadas e de madeira
joaoneves replied to pirolau's topic in Arquitectura
Bem, acerca deste tópico não estou muito informado, no entanto, quanto às casas pré-fabricadas, sei que o IKEA tem essas casas, as quais são montadas em poucos dias. IKEA BoKlok Flatpack houses spread Swedish gospel by on 02.14.05 Design & Architecture IKEA is taking flatpack construction to a new high – the BoKlok is a flatpack house offering hope to hundreds of thousands of people currently unable to buy a house in the UK. These timber frame, 1 or 2 bedroom homes will be available.. ..for lower income families. Affordable housing is a testing issue for the government as high house prices over a decade forced key workers and local people to the urban margins. Well-tested in Denmark, Norway, Finland and Sweden, where 2,000 BoKloks occupy 45 sites, a new Anglo-Swedish venture aims to offer the flatpack housing at 13 IKEA outlets. Most BoKloks will be offered through the Hyde Group housing association, Paramount Homes and Skanska, IKEA’s partner in Scandinavia. Brits have shown considerable enthusiasm for minimalist Swedish design, with a stampede of 6,000 customers recently at a north London IKEA store. Whether the BoKlok (translating as Live Smart) aesthetic, a hybrid of country-and-western meets summer holiday home, will meet the romantic and practical aspirations of the British public, let alone the planners, remains to be seen. A glance to the post-World War II ‘Cornish Unit’ prefab concrete homes, and others of the same ilk, designed over fifty years ago to meet similar urgent housing needs, still sit awkwardly in the landscape. Whatever happened to ‘local is beautiful’? ::Hyde Housing and ::Ikea Boklok [by © Alastair Fuad-Luke, 2005.]*Be sure to peruse other examples in our prefab category FONTE: http://www.treehugger.com/files/2005/02/ikea_boklok_fla_1.php -
"Qualquer dia" 1 Kg de milho também está ao preço do petróleo. Mas até lá... bem podemos ir utilizando os nossos carros poluentes e desejando a chegada do bio-diesel e da energia eólica privada (discutível).
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fenomenal... que artista! Pessoas como esta deveriam ser levadas muito mais a sério do que na verdade o são. O que estas obras podem transmitir, cabe a cada um interpretar. Mas que transmite uma infinidade de sensações e pensamentos, não creio que hajam dúvidas.
