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joaoneves

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Everything posted by joaoneves

  1. Então como ficou "prometido" coloco neste endereço ( http://www.flickr.com/photos/14986342@N04/sets/72157602403867940/ ) as fotografias tiradas ontém, 13 de Outubro, e coloco também um pequeno documento com algumas informações da igreja. Combinação de luz, som e tecnologia É o maior recinto público fechado do País, de forma circular. Com cerca de 130 mil metros cúbicos de volume e altura média de 15 metros, a nova igreja de Fátima tem uma nave central de nove mil lugares sentados, configurada para duas capacidades diferentes: um primeiro espaço para 3175 pessoas, separado por um biombo, que pode ser completamente aberto em caso de necessidade. Treze portas dão acesso ao novo templo: 12 laterais, em bronze, dedicadas aos Apóstolos; e a porta central, de 64 metros quadrados, dedicada a Cristo, com simbologia teológica trinitária. Desenhado pelo arquitecto greco-ortodoxo Alexandros N. Tombazis, o projecto combina harmoniosamente luz, som e tecnologia. De grande simplicidade arquitectónica, mas com alguma complexidade na engenharia civil, é uma obra singular pela sua grandiosidade e, ao mesmo tempo, pela atenção aos pormenores. O interior da igreja é iluminado pelo tecto, através de janelas viradas para Norte (sheds), dando prioridade à luz natural. Será possível mudar a iluminação, em diferentes lugares e com diferentes intensidades, com a ajuda de um sistema computorizado. Simbolicamente, a orientação dos sheds lança o olhar em direcção à Basílica já existente. Além das cerimónias religiosas, há espaços polivalentes que podem ser também utilizados para acolher grandes eventos que decorram em Fátima. Os espaços exteriores estão pavimentados com calçada portuguesa (cerca de 22 mil metros quadrados). João Paulo II vai ter um lugar de destaque, com uma estátua e uma frase do Papa polaco a ficarem perto da entrada principal. As palavras inscritas são de uma oração à Santíssima Trindade, que o próprio fez na Capelinha das Aparições, ao iniciar a sua peregrinação em 1982. A chamada "zona da reconciliação", junto à entrada do lado sul, é um local privilegiado para a confissão sacramental e a reflexão. Uma rampa assegura o acesso alternativo às escadas. O átrio conta com dois espelhos de água, um alusivo ao Baptismo (água a cair) e outro à Criação (água a jorrar). Entre estes dois espelhos há uma ligação de acesso ao espaço de convívio que adoptará o nome de Santo Agostinho, onde ocorrerão encontros de evangelização ou outros eventos congéneres. Curiosamente, o altar da nova igreja fica em linha recta em relação ao altar do Recinto do Santuário de Fátima, local onde é celebrada a Eucaristia. FONTE: Jornal Semanario FOTOS: http://www.flickr.com/photos/14986342@N04/sets/72157602403867940/
  2. Confirmo: Não foi publicado na edição deste mês. Como diz o Vasco, talvez so para o próximo mês?..
  3. Olá Ricardo, uma amiga minha tem uma empresa de moldes e um dia ela falou-me de um composto que eles utilizam que, diz ela, já lá foram arquitectos pedir-lhe para fazerem maquetes tipo molde nesse composto de fibra, por meio de ficheiros em CAD. Posso tentar falar com ela para saber onde é que esse composto se vende, e se é caro ou barato e se o serviço que fazem lá é minimamente económico ou nem por isso. Não posso garantir uma resposta rápida, mas quando souber publico aqui. Se depois achares interessante é só perguntar.
  4. Acho que poderias colocar esta questão no tópico "material para maquetes" de modo a opinarem sobre o próprio material e como o usar. PS: Só para não haver muitos tópicos parecidos. http://www.arquitectura.pt/forum/f98/material-maquetes-8065.html
  5. Antes de o publicar estive a procurar no fórum referências anteriores do mesmo projecto e não encontrei, daí ter colocado um novo tópico. Acho interessante este projecto, especialmente porque faz-me lembrar algumas obras do Sr. Le Corbusier. A Promenade Architectural, os materiais utilizados, o modo como são conjugados e os espaços e o próprio traçado do projecto remetem-me para a Igreja de Notre Dame du Haut e o Bloco de apartamentos de Marseille. A madeira e o betão "suavizado e esbranquiçado" são como "novos materiais" ou materiais contemporâneos dos materiais que Le Corbusier utilizou.
  6. Torre Cube, Puerta de Hierro, Guadalajara (México) El proyecto nace de la voluntad de crear oficinas ventiladas e iluminadas todas ellas con luz natural. Incluso, dado el buen clima de la ciudad de Guadalajara, que el uso del aire acondicionado no sea necesario. Los clientes nos pedían singularidad, ya que la parcela está situada en una zona de alto standing y la competencia en el alquiler de oficinas es alta. El programa estipulaba un número de metros cuadrados fijo pero no definía la altura. Nuestra decisión fue proyectar un edificio de altura que se desarrollara a partir de tres núcleos de hormigón que contienen todas las instalaciones y circulación vertical. Estos núcleos son pilares, única estructura de sujeción de todo el edificio. De ellos salen en voladizo unas grandes jácenas de canto variable según el número de plantas. Los forjados postensados se sujetan a estas jácenas sin ayuda de ningún pilar. Esto nos permite desarrollar un parking muy libre y ofrecer módulos de oficina sin ningún obstáculo. El centro del edificio, es decir, el espacio entre los tres núcleos de circulación vertical, es un espacio abierto que se ilumina lateralmente suprimiendo alternativamente tres plantas de los módulos de oficinas y que, a la vez que se convierten en ventanas del espacio central, permite circular el aire dándonos la posibilidad de suprimir el aire acondicionado. Una piel de celosía de madera con puertas correderas nos hace de brisolei. FICHA TÉCNICA: Local: Puerta de Hierro, Guadalajara (México) Projecto Básico: 2002 Projecto de Execução: 2003 Construcão: 2004-2005 Superfície aprox. solar: 2.520 m2 Superfície aprox. edifício: 7.000 m2 Superfície aprox. parking: 10.000 m2 Promotor: Cube Internacional Construtora: Anteus Arquitectos colaboradores do projecto: Juan Antonio Andreu, Samuel Arriola, Frederic Jordan, Cesar Vergés Colaboradores: Agustín Pérez-Torres, Holger Hennefarth, Caroline Lambrechts Cálculo de Estruturas: Luis Bozzo Fotografias: Lourdes Grobet FONTE: www.noticiasarquitectura.info IMAGENS: www.noticiasarquitectura.info e http://www.luisbozzo.com
  7. Eu até final desta semana dou resposta quanto a amigos que vou provavelmente levar também. No entanto convém definir a data correcta.
  8. Nota: Esta estátua em aço (presumo aço cor-ten), está - para variar.. - a deixar os peregrinos e os próprios habitantes de Fátima intrigados pela expressão da estátua - neste material, com este aspecto. Eu, pessoalmente, acho-a muito interessante pelo facto de que, a expressividade do próprio Cristo que aparece nas "cruzes" comuns, está explicitamente caracterizada no modo como são organizados os diferentes segmentos da estátua e pelo modo como se ligam uns nos outros. É um modo mais ousado, a meu ver, de representar o que denominam de "Jesus Cristo crucificado". Não sei se o enquadramento com o santuário e com a nova igreja está bem resolvido, mas à primeira vista está curioso.
  9. Eu, como cidadão de Portugal e de Fátima, estarei lá na inauguração... mas numa altura do dia em que não estará lá tanta gente (espero), por isso posso tentar arranjar umas fotos para colocar aqui. Quando chegar a altura eu coloco. Por agora vou colocar algumas que tirei este fim-de-semana. PS: Não consegui rodar as 2 ultimas imagens. Peço desculpa por algum incómodo que possa causar :s
  10. coloca-se então a questão de saber ou não filtrar essa informação. Nem todos conseguem, e uns melhor que outros!
  11. Estas calinadas que, a meu ver, são intencionais, são muito inconvenientes e despropositadas, porque a comunicação social é conhecida pela distorção da realidade dos factos. Agora essas distorções podem prejudicar gravemente determinados acontecimentos/entidades. Neste caso específico, obviamente essa "calina" tem 2ª's intenções e, na verdade, pode fomentar determinados comentários menos apropriados num futuro breve. Mas como diz o Pedro, "nós, os portugueses" sabemos sempre transformar as escassas boas notícias em dramas ou críticas nada construtivas... vivemos no país que temos.. so cabe a nós filtrar essas informações.
  12. Eu vou admitir que a mim convinha-me ser no dia 26. Mas, como já tinha dito, na impossibilidade de não poder ser no dia 26, o que faço é que no fim do jantar venho para lx. É uma viagem mais chata mas não me importo. Tenho que me portar bem no jantar:D:icon_drunk:
  13. A minha questão tem um pouco a ver com o que disses-te, Vasco. Não me refiro ao material "melhor para usar em maquetes", mas pretendia neste tópico, que se criasse uma "discussão" dos diferentes materiais existentes, os mais baratos e mais caros, o preço dos mesmos (média), os locais melhores para os comprar, alguns truques e técnicas para cortar determinados materiais e como aplica-los e com que fixador, alguns exemplos da utilização dos mesmos, etc. Era nesta ordem de ideias a que me referia. Desenvolver neste tópico uma ajuda indispensável para o início de um projecto, sobre qualquer material que se pretenda para cada ideia a expressar pela maquete. Não uma fórmula secreta, mas algumas sugestões que possam auxiliar no grande trabalho de maquetista pelo qual todos passamos.
  14. Bem sei que já se tem falado um pouco em diversos tópicos, acerca de determinados materiais para fazer maquetes, mas acho que era deveras interessante criar um tópico que seja específico para uma discussão do melhor material a utilizar, do mais barato, do material indicado para cada tipo de maquete e sua finalidade, para diversos tipos de objectos a introduzir na maquete. Qual a sua finalidade, o seu propósito e o material indicado para o exprimir. Materiais conhecidos: cartão madeira, PVC, cartão prensado, K-line, Cartão Canson, ... Qual o material mais indicado para fazer edifícios numa grande escala, e numa escala mais reduzida? E as curvas de nível?, e compensa comprar "habitantes à escala" no lugar de fazer uns que se integrem melhor na maquete? Venham daí essas opiniões =)
  15. http-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/galerie_pekin/G04_16.jpg http-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/galerie_pekin/G04_18.jpg Algumas fotos da obra FONTE: www.noticiasarquitectura.info
  16. Actualizado :s
  17. Não quero parecer inconveniente, mas este teatro tens uns traços semelhantes ao L'Hemisferic do Calatrava em Valência. Estarei a fazer uma suposição errada? Acredito que seja uma versão melhorada da obra em Valência. De qualquer forma é uma obra notável. Mais uma obra a marcar na minha próxima visita em 2008 à China! (i wish i could)
  18. Teatro Nacional da China, Beijing http-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/galerie_pekin/G04_01.jpghttp-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/galerie_pekin/G04_25.jpghttp-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/galerie_pekin/G04_02.jpg http-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/pekin_003.jpg http-~~-//www.paul-andreu.com/projets_recents/pekin/pekin_001.jpg Start of project: 1999 Completion: 2007 Designed by: Paul Andreu Architect associated with ADPi and BIAD Client: The Grand National Theater Committee Project Management: Felipe Starling Principal Architect: François Tamisier Acoustics: M. Vian ( CSTB ) Area: 149,500 m2 Cost: 364 M¤ The building is composed by an opera, a concert hall and 2 theaters joined under a titanium and glass shell that covers the public space. This cultural complex has been conceived as a “city of theaters”, a transparent island in an artificial lake, surrounded by a new urban park. FONTE: www.noticiasarquitectura.info
  19. Apesar de tudo, estes moinhos eólicos conferem uma certa dinâmica ao complexo, sem referir as verdadeiras razões da sua existência que são, na verdade, de saudar e inspirar futuras construções (não menciono a arquitectura dos edifícios)
  20. Achei curioso esta publicação, porque remete para uma mostra de novos arquitectos chineses, muitos deles impulsionados ou tornados conhecidos pela correria às construções dos Jogos Olímpicos de 2008 e a Expo Mundial de Shangai em 2010. While firms from around the world are delightedly helping China push its design boundaries, the country's own young architects may be the most interesting to watch. On the Edge: Ten Architects from China, edited by Ian Luna with Thomas Tsang, is the first English-language anthology to place them firmly in the spotlight. The learning curve for these young, hip studios has been a steep one. Though the nation can boast a rich aesthetic heritage, Mao's Cultural Revolution put pay to any form of modern exploration in the field. It also left most of the older architectural masterpieces in tatters. Design students in the 1980s and '90s had no creative role models and little contemporary Chinese design to draw from, leaving them with something akin to a blank canvas. A number of searing questions came with it. Should architects continue to draw from the West, from Russia, and from the past, or could a new language of their own be created? What exactly is "Chineseness"? What does modernity mean, and what role should preservation play in the way forward? These issues of identity and ideology are shaping the nation's urban fabric, and some remarkably fresh projects are rising out of the debate. With this anthology, Luna aimed to offer a brief slice of political context, an understanding of the sector's greater challenges, and a good look at how the industry's more formidable minds are choosing to respond. Yung Ho Chang is one of China's most influential modern architects, and the studio he cofounded with Lu Lijia � Atelier Feichang Jianzhu � was the country's first ever private practice. He returned from the United States in the 1990s to pursue work that, as the editors describe, "opposes mega with mini, re-emphasizing a humane and harmonious scale." China was booming at an alarming rate, and Chang aimed to counteract the tendency of developers toward the big, the brash, and the brutal. One project in Beijing's central business district, the Pingod Sales Center, called for the transformation of a heating plant into a modern art space and sales office. Choosing to keeping the old brick shell, Chang and his team inserted a flared steel grille structure into one side of the facade and a series of brightly colored translucent doorways into the other. Inside, skylights light a huge, warehouse-sized room. The changes were playful, yet hip enough for an urban art space. They also carried the studio's signature sensitivity for the past. Chang, who now heads the architecture department at MIT, also wrote the introduction to On The Edge. "Architecture is one of the few disciplines," he notes, "in which returnees (including this author) are plying influential roles along with the home-growns. Translation still needs to be done, since the locally schooled architects are not confined by the definitions in the original languages and are free to interpret and invent." One of these homegrown talents, Xu Tiantian of DnA Beijing, is among the few Chinese female architects to helm a studio. The book showcases her firm's Songzhuang Art Center, built just last year. It serves around 700 artists, experimenting with the idea of a contemporary "painters village" � formerly small, self-run sets of cooperatives outside the jurisdiction of the government. The center was commissioned when the authorities started to recognize the value held internationally by the local art scene. The building offers 27,000 square feet (2,500 square meters) of flexible gallery space within a bold, brick-clad structure that floats on a glass base. For Xu it was important to design something that would remain useful throughout the area's likely growth. "The program has current and future users with different needs and views," she explains. "While the urban context grows and its function program alters... the building develops as well." Xu and her team aspire to architecture that can reflect China's uniqueness, by neither rebuilding traditional symbols nor, as she puts it, "relocating a modern architecture from Berlin to Beijing." Ai Weiwei hoisted his international profile with Beijing National Stadium, well known as the "Bird's Nest," a collaboration with Herzog & de Meuron that is nearing completion. At home and in Asia, however, Ai has long been known as one of the continent's more rebellious geniuses. The book dubs him "a prince among China's reigning enfants terribles." Styling himself as a conceptual artist, Ai's designs tend to rail against the country's sociopolitical mechanisms, often with a satirical, or at least emotionally provocative, edge. He named his studio FAKE Design. Among his projects in the anthology is Nine Boxes, Beijing, a barbed response to the capital's growing set of high-end gated communities. The pages show a clutch of living "boxes" clad in galvanized steel sheeting. Ai is also known for Yiwu Riverbank Park, an almost surreal, geometrically stark landscape of indigenous granite. The park was dedicated to his poet father, who was humiliated at the hands of China's reeducators. Alongside Shenzhen's Urbanus, Shanghai's MADA s.p.a.m., and a clutch of other studios, both emerging and established, Luna chose to include a few Hong Kong firms in his collection. As an architecturally conservative city, Hong Kong unwittingly exports much of its design talent across the border. There designers find greater professional freedom, while going home at night or on weekends to a cosmopolitan financial hub. This does give rise to a few questions, however � namely, whether the territory's architects and their work can be characterized as Chinese. "I think the starting point of our designs are very much Chinese, or to do with Chinese sensibilities," says Rocco Yim, founding principal of Hong Kong's Rocco Design Architects. "But I think our techniques, the use of materials, the spatial manipulation is influenced from difference sources." Yim points to a residential project featured in the book alongside a couple of his firm's more extravagant civic designs. The Jiu Jian Tang Villa in Shanghai combines traditional and modern international elements, fitting the lifestyle of an extended Chinese family but still allowing the family to feel fashionably current. The villa is positioned around two courtyards in an almost conventional composition, balancing privacy with integration. The architecture is unabashedly modernist, however, replete with glass and aluminum, lashings of natural light, and angular water features. On the whole, Luna's anthology takes a clear-cut snapshot of China's contemporary design scene in its ambitious fledgling stage, showcasing projects that would get far too little international attention otherwise. The book should be enjoyed while such a compact view is still possible. As China's architects sprint to keep up with the evolving demands of their countrymen, keeping up with the architects themselves may prove to be just as hard. One imagines that a similar book project in ten years will be less straightforward. De seguida apresento uma obra que me suscitou interesse (que se encontra referida acima) pelo modo como Ai Weiwei (atelier Jake Design) abordou a questão da ligação das zonas antigas e novas do rio Yiwu (em Jinhua). Riverbank Park em Jinhua, Zhejiang Province Outros projectos cuja autoria ou colaboração foi do senhor Ai Weiwei: Beijing National Stadium (colaboração com Herzog & de Meuron) Nine Boxes (autoria própria) PS: Não consegui arranjar informação viável para falar destes dois projectos. Se encontrarem algo interessante, publiquem aqui
  21. Visto as conferências serem no dia 26, e serem do interesse de alguns, era mais favorável que fosse nesse mesmo dia, para quem vem de fora não tenha que passar de 6ª a Domingo no Porto, com trabalhos para entregar ( pelo menos eu ). De qualquer forma se não for de agrado de todos alterar o jantar para dia 26, vou tentar ir na mesma, e mantém-se o dia 27. De qualquer forma Peter, se o dia se alterar comunica aqui no forum :s
  22. Acho que vou apresentar este projecto à direcção da Lusíada de Lisboa, para ver se fazem uma faculdade de arquitectura e artes decente,...como este assim =) Na prática é abrir (ainda mais) os olhos aos senhores que recebem a nossa modia quantia de dinheiro todos os meses!!!
  23. http://portugues.softpicks.net/software/Free-PDF-Compressor_pt-25109.htm http://anydwg.com/dwg2pdf/ Localizei estes sites... verifica se te são úteis. PS: não sei se é infracção referir este tipo de sites aqui, mas é por uma boa causa :s
  24. Normalmente existem programas e actualizações para tudo na internet, na maioria dos casos freewares. De qualquer forma aconselho-te a pesquisar no google ou outro motor de busca, com algumas palavras-chave, compressores de PDF's, ou conversores de PDF's. Posso fazer alguma pesquisa, mas 4 mãos trabalham melhor que 2! :s
  25. Realmente era interessante ir às conferências dia 26. Mas nesse caso seria necessário ter que dormir de 6ª para sábado e de sábado para domingo. Complicado.. jantar dia 26..não? Bem, se não tiver entregas nessa altura, não haverá problema em faltar à aula. Uma pessoa tenta manter-se culturalmente informada e marcar presença em eventos de grande interesse profissional ( e pessoal ) e para isso, é necessário faltar ao dever de aluno. :s
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