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Luis Lopes

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  1. Sem dúvida jr_almeida, que seria mais vantajoso postar alguns de seus trabalhos.
  2. Gupyna. Para além de engenheiro de formação, Luis barragán foi arquitecto Autodidacta. E por alguma razão recebeu o prémio Pritzker em 1980.
  3. "Nunca leio um livro antes de o analisar: a leitura influencia negativamente." Sydney Smith
  4. Josephm. Não importa a quantidade de livros que irás ler, mas a sua qualidade.
  5. Obrigado Michaeloureiro pelo seu comentário. De facto, seria ingénuo aferrar-se ao 3d, porque a sua relação com a produção arquitectónica nunca é óbvia. Estou convencido de que a proliferação da imagem na arquitectura está simplesmente ocultando a leviandade das obras de muitos arquitectos, e a distância remota que separa insuperavelmente o olhar de tais arquitectos sobre as questões verdadeiramente reais das que teria que se ocupar a arquitectura. Ademais, em minha opinião, as escolas de arquitectura estão incitando a produzir “teorias” excessivamente cínicas a respeito da arquitectura. E isso parece-me verdadeiramente perigoso, porque a imagem pode simplesmente resultar num mero gesto de moda. (...)
  6. Marco1. A julgar pelo seu comentário, entendo que não há efectivamente para si aspectos mais importantes do que simplesmente os aspectos formais de um projecto. E, quando fiz referência às portas dos quartos e casas de banho abrirem para a sala, apenas me refiro ao que já comentei: que, para além dos aspectos formais (que não estão claramente resolvidos), o actuar no espaço; a sua experiência social, a dimensão estética, deve acompanhar o acto de projectar. Ao não actuar de tal forma, corre-se o risco de não se estar a fazer arquitectura. (que é o que me parece) Ademais, esta questão é algo que não se precisa mais do que os elementos que estão presentes, no início do post, conforme frisei. Dito isto, só posso concluir, de sua observação, que não entendeu claramente o que indaguei, quando diz mordazmente que o que sublinhei “não invalida o meu 1º comentário despropositado em relação a uma porta de I.S. e de um quarto”. Mas não o censuro por isso. Talvez não consiga de todo interpretar correctamente o que escrevo, ou então não valoriza o que defendo. Quando salienta que “nada tem de muito grave… mas até facilmente resolvida em termos legais se fosse em Portugal apenas fazendo o seu acesso pelo corredor dentro do quarto e recuando a porta do mesmo”, fico deveras sobressaltado e inquieto. Até parece que podemos voltar atrás, como se de um projecto de arquitectura não se tratasse. Quando defendi o que deve ser feito, nem sequer me passava pela mente, tamanho absurdo. Mas, apesar disso, o que refere até vem de encontro ao que salientei, a saber: a respeito da maturidade para o acto de projectar. Esse aspecto essencial do arquitecto, permite-lhe adquirir a serenidade e os conhecimentos necessários ao exercício da sua profissão. E esse é, o papel do arquitecto que defendo, o de verificar, desde o primeiro traço se a solução atende internamente ao programa fornecido, e, que a dimensão estética esteja sempre inerente, certificando-se ao mesmo tempo que tudo funcione bem. Quando frisa, “falou, falou e nada disse que não sejam generalidades inerentes ao acto de "fazer" arquitectura”, entendo inequivocamente que não se trata de um arquitecto, mas um fazedor de arquitectura como muitos por este país. Desculpe, mas simplesmente não resisti a tamanha falta de preparação académica, que é isso que é claramente evidente faltar, a julgar pela sua argumentação.
  7. Argos. Li claramente o seu comentário. E, não disse que não concordava comigo, porque não me referi apenas à escala, mas ao espaço arquitectónico que é, conforme referi, mais do que simples metros quadrados. Concordo inteiramente consigo quando diz que em Portugal “a organização do espaço habitar ainda se rege por normas e preconceitos brutalmente rígidos”. Nada a dizer e nada a fazer, apenas acompanhar o evoluir do movimento arquitectónico. Apesar disso, atentando para as plantas que foram colocadas (que são o suficiente para um ver que algo de essencial está faltando), não é preciso adivinhar qual o país para onde foi projectada. Se bem que concordo consigo quando diz que não vivemos os espaços da mesma forma. Mas, não é só isso que está realmente em causa. E quando refere que “foi projectada para um Pais onde quem tem dinheiro para encomendar um projecto a um arquitecto, e tem geralmente dinheiro para pagar os ditos metros cúbicos que lhe apetecer”, fico entorpecido com o seu modo de pensar.
  8. Argos. Desculpe se fui presunçoso e inelutável ou até mesmo satírico. Mas efectivamente vemos na nossa profissão coisas que não estamos à espera que aconteçam (pelo menos não deveriam acontecer). Quando olho para certos projectos, fico deveras impressionado com a falta de rigor, e quando não verifico o cumprimento das exigências legais mínimas de habitabilidade, fico ainda mais perplexo. Mas o que pretendo chamar a atenção, pretende ir ainda mais longe do que isso, ou até mais perto, sendo que o arquitecto deveria ser capaz de alcançar. Já aqui defendi a necessidade de uma certa maturidade para o acto de projectar. É isso a que me refiro. Esse aspecto essencial do arquitecto permite-lhe adquirir a serenidade e os conhecimentos necessários ao exercício da sua profissão. O que já estou farto de salientar, e que nunca é demais (não me causa incómodo) é que a arquitectura nasce, não apenas de um traço (…) e mesmo essa fase inicial exige por antecipação que o arquitecto se integre nos problemas tão variados do trabalho a executar, no qual depois de tal trabalho árduo os desenhos prosseguem (…) e o arquitecto verifica então se a solução atende internamente ao programa fornecido (…) se tudo funciona bem. Em todo esse processo, os metros cúbicos e quadrados que necessitamos para vivermos são um factor destacado. E isto porque os espaços são o aspecto a ter sempre em atenção, sendo que é a matéria primordial da nossa existência. O factor quantitativo, a ideia de grandeza, medida à escala humana, ou seja, a relação do indivíduo com o quadro no qual ele é, pode ser avaliado segundo alguns factores intimamente relacionado com a percepção que fazemos do espaço entre os quais; a escala, a forma, etc. Mas não o essencial! Quero eu dizer que, para além de tudo isso, o actuar no espaço, quando se projecta, é sublinhado pelo contacto do indivíduo, a sua experiência social, bem como, fundamentalmente, a dimensão estética. De modo que devemos, ao projectar, ter sempre em atenção a referência ao contacto com o espaço, sendo que sem tal preocupação o próprio espaço deixaria de o ser. O arquitecto mexicano Luís Barragan costumava afirmar que “uma casa é um refúgio, uma peça emocional de arquitectura, não uma peça fria de equipamento” e que “qualquer obra de arquitectura que não seja uma expressão de serenidade é um erro”. Entende onde quero chegar? Refiro-me, portanto, a muito mais do que meramente projectar metros quadrados ou cúbicos, mas a criar espaços emocionais, minimizando o seu envolvimento com tendências e modismos superficiais. De modo que era importante explorar as relações entre os espaços que permitam ao utilizador transcender as circunstâncias da vida e conectá-lo às forças vitais inerentes dessa relação. Não estou falando de coisas esotéricas, mas simplesmente de estabelecer relações mais claras e intensas entre os espaços. Porque se o arquitecto não for capaz de chegar a essa dimensão, não é de modo algum digno desse título. E, sendo assim, para que serve a arquitectura? (…)
  9. Não devo estar a ler bem (...) Tenho mesmo de ir ao oftomologista..
  10. f_4. Antes de postar este comentário tive o cuidado de analisar o eu perfil a fim de verificar o seu grau acadêmico ou profissional, o que não foi possível aceder, de modo que desconheço a sua formação (...) No entanto, o que quero dizer é que é preciso limitar o campo de actuação da linguagem da arquitectura, sendo que para isso, é preciso reflectir sobre aquilo que a define por princípio, pelo seu principal meio de expressão. O que me refiro na verdade é a linguagem da arquitectura, portanto, que deve ser sempre sintética, devendo os aspectos formais sempre ser deixados de parte, porque do ponto de vista da linguagem, são considerados não um fim, mas um instrumento, adulterando o espaço e até mesmo a forma arquitectónica. De facto é notória a existência de diversas lacunas nos arquitectos e estudantes de arquitectura (não sei se é o caso). E uma das lacunas mais evidentes situa-se ao nível do domínio artístico, que deviam ser uma área forte na formação do arquitecto.
  11. Será que eu vi as portas dos quartos e casas de banho a abrirem para a sala??????? Ou estou enganado?????
  12. É precisamente isso que acho piada. Porque fazer um 3d com tanta precisão (ao ponto de pormenorizar ate mesmo as macãs), se o objectivo não é vender, mas sim ilucidar melhor o cliente, quanto à organização, neste caso, dos armarios. Acho que deveria acabar este snobismo de uma vez por todas.. Parece que está fora de controle para quem usa esta ferramenta.. enfim uma situação inelutável, me parece (...). Por favor não se deixem levar por neobarroquismos (...) a arquitectura não é isso (...)
  13. f_4, posso saber para que efeito é o 3d?
  14. Tendo gasto o meu precioso tempo escrevendo o comentário anterior, vou agora responder ao josephm. Suponho josephm, que uma vez que estás no 2º ano de arquitectura necessites livros que te ajudem a desenvolver a capacidade reflexiva e crítica construtiva autónoma. De facto, supondo que tenhas uma cadeira teórica, que tem como objectivo ajudar-te a seres capaz de ter a tua própria interpretação crítica e escolha independente através da reflexão sobre o pensamento e discurso de diversos autores, arquitectos ou não, críticos de arquitectura ou de arte, obras ou projectos, reconhecendo neles a génese, o desenvolvimento da componente teórica da Arquitectura assim como a sua crítica. Pretende-se, de igual modo, que este reconhecimento se consolide através da assimilação de conhecimentos que permitam interpretar e interiorizar o discurso crítico, adquirindo referências gramaticais que auxiliem a descodificar linguagens (do discurso escrito ou do desenho), assim como através da necessidade e do apelo a procurar respostas de um ponto de vista pessoal às questões tratadas nos seus projectos. Assim sendo, recomendo-te os seguintes livros: ZUMTHOR, Peter; Atmosferas; Ed. Gustavo Gili; Barcelona; 2006; ZUMTHOR, Peter; Pensar la Arquitectura; Ed. Gustavo Gili; Barcelona; 2004; Le Corbusier; Por uma Arquitectura; Ed. Perspectiva; São Paulo; 1989; CAMPO BAEZA, Alberto; A ideia construida; Ed. Caleidoscópio; 2004; BACHELARD, Gaston; A Poética do Espaço; Antonio Danesi (trd.) Ed. Martins Fontes; São Paulo; 1989; AA.VV.; Textos de Critica de Arquitectura comentados; Departamento de Proyectos ETSAM; 2003; AA.VV.; Teoria da Arquitectura – do Renascimento aos nossos dias; Ed. Tachen; 2003; AALTO, Alvar; La Humanización de la Arquitectura; Xavier Sust (Ed.); Tusquets Editores, S.A.; Barcelona; 1982 AUGÉ, Marc; Não-lugares, introdução a uma antropologia da sobremodernidade; Ed.Bertrand; 1998; BENEVOLO, Leonardo; As origens da Urbanística Moderna; Editorial Presença; Lisboa; 1987; KRUFT, Hanno-Walter; Historia de la teoría de la arquitectura – desde el siglo XIX hasta nuestros días; Pablo Diener Ojeda (trd.); vol.2; Alianza Editorial; Madrid 1990; GIEDION, Sigfrid; Espaço, Tempo e Arquitectura; Alvamar Lamparelli (trd.); Ed. Martins Fontes; São Paulo; 2004; AGUILÓ, Miguel; El Paisaje Construido – una aproximación a la idea de lugar; col. Ciencias, Humanidades e Ingenieria nº56; Colegio de Ingenieros de Caminos, Canales e Puertos; Editorial Castalia, S. A.; Madrid; 1999; FRAMPTON, Kenneth; Historia crítica de la Arquitectura Moderna; Ed. Gustavo Gili; Barcelona; 1997; DIEZ DEL CORRAL, Juan; Manual de crítica de la arquitectura; Ed. Biblioteca Nueva; Madrid; 2005; CONWAY, H. e R. Roenisch; Understanding Architecture; Routledge; 2005; CONRADS, Ulrich; Programmes et Manifestes de l’Architecture du XXème Siecle; Les Editions de la Villette, 1981;
  15. Vou fazer de conta que não li este comentário (...)
  16. De facto, nada mal para o 2º ano..
  17. Desculpem, mas este comentário só pode ser brincadeira!!
  18. isto está mas é a aquecer.. vem aí mais chuvalhada..
  19. Aqui está Zluis, o esclarecimento solicitado: Área Bruta de Construção, corresponde à soma das áreas bruta privativa e dependente; Área Bruta Dependente, corresponde à soma das áreas referentes a varandas ou terraços (desde que não sejam fechados) e a garagens, lugares de estacionamento ou arrecadações, instalações para animais, ou quaisquer superfícies cobertas, que não sejam acessíveis pelo interior da habitação ou, se o forem, que não possam ser utilizadas como uma divisão; Área Bruta Privativa, corresponde à área total relativa à habitação, medida pelo perímetro exterior do edifício, excluindo as varandas abertas e terraços, cuja área deverá incluir no campo 59 - assim, caso não tenha estes elementos, deverá medir as plantas pelos traços exteriores, não podendo simplesmente somar as áreas de cada divisão; Cumprimentos.
  20. Infelizmente é essa a realidade!! (...) ... Façamos a nossa (arquitectos) parte ...
  21. Gostava de saber onde fica este Stand de Automóveis (...) ;)
  22. Concordo plenamente consigo Zemaria. No entanto apenas estava a comentar o artigo, e mais concretamente o seu desagrado pelas criticas aqui expostas. (apesar de não achar que sejam essencialmente destrutivas). Quanto ao projecto até gosto bastante (...) (se bem que que faltam elementos para uma melhor abordagem). Aliás já aqui disse mais do que uma vez que me identifico com o pós-modernismo. E além do mais gosto bastante da maioria dos projectos de Herzog and the Meuron. Este em especial agrada-me imenso (...) Mas quando se fala de Herzog and the Meuron, não se está a falar de "candidatos a arquitectos". Estamos sim a falar de Arquitectos internacionalmente reconhecidos, que deveriam fazer mais arquitectura e menos "arquitectura de imagem". No entanto a minha intenção é tentar fazer passar a mensagem (pelo menos a minha) de que a arquitectura significa resolver construtivamente os problemas (e não só) (...) ou então nunca sairiamos do modernismo, que tem efectivamente uma grande importância na história da arquitectura, mas que tem os seus problemas (...)
  23. Pois é Zemaria, se a casa fosse sua de certeza que a conversa seria outra (...)
  24. Concordo contigo Rita, efectivamente os valores rodam os 1300 e 1500 euros. Ainda hoje mesmo abriu um concurso externo para a Camara Municipal, na localidade onde moro, e o valor para arquitecto ronda os 1500 euros, liquidos (1 ano a contrato termo certo).
  25. www.logismarket.pt
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