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Na minha metodologia projectual é de dentro para fora e de fora para dentro ao mesmo tempo! E do geral para o particular mas tambem do particular para o geral, simultaneamente! O importante é visualizar claramente o resultado final que se pretende...e sempre em 3d!

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Na minha metodologia projectual é de dentro para fora e de fora para dentro ao mesmo tempo! E do geral para o particular mas tambem do particular para o geral, simultaneamente! O importante é visualizar claramente o resultado final que se pretende...e sempre em 3d!



Voilá!!!
:margarida_beer:
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Apoiado pelo desenho vou pensando em várias escalas, no conceito, na funcionalidade, nos requisitos técnicos e construtivos, na estabilidade, na legislação, na relação com as pessoas, na relação com a envolvente, na relação com factores bioclimáticos, e muito mais... e aos poucos os desenhos tornam-se mais claros e conclusivos. Comigo é tudo muito simultâneo com outros colegas afirmaram. É uma espécie de brainstorming com o lápis na mão.

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Compreendo as vossas respostas. Mas esse processo de imaginação, foi algo que com facilidade já o detinham ou foi um processo que foram adquirindo ao longo do curso e que por sua vez foi melhorando? Como exercitaram esse processo?

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Compreendo as vossas respostas.

Mas esse processo de imaginação, foi algo que com facilidade já o detinham ou foi um processo que foram adquirindo ao longo do curso e que por sua vez foi melhorando?
Como exercitaram esse processo?


É um processo que se vai melhorando com a prática.
  • 4 weeks later...
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Eu pessoalmente avanço com ambas as partes ao mesmo tempo, no entanto dou um pouco mais de atenção ao exterior e o enquadramento urbano, posteriormente é uma questão de puzzle para o interiores.

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Não concordo. É um processo que se vai melhorando com a teoria! Tens aqueles arquitectos pato bravos com "carradas"de prática mas nem por isso esse processo se vai aperfeiçoando..

precisas de bases teóricas fortes para esse processo evoluir. Lê livros e pensa sobre o assunto ao longo dos anos, verás que resulta.

ok, levantando um pouco a ponta do véu:

exterior para o interior - predominio da estética
interior para o exterior - predominio da função
arquitectura é composta (pelo menos) destas duas vertentes
logo
deverás tentar ter as duas abordagens ao memso tempo para não desvirtuar a coisa

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Não concordo. É um processo que se vai melhorando com a teoria! Tens aqueles arquitectos pato bravos com "carradas"de prática mas nem por isso esse processo se vai aperfeiçoando..

precisas de bases teóricas fortes para esse processo evoluir. Lê livros e pensa sobre o assunto ao longo dos anos, verás que resulta.

ok, levantando um pouco a ponta do véu:

exterior para o interior - predominio da estética
interior para o exterior - predominio da função
arquitectura é composta (pelo menos) destas duas vertentes
logo
deverás tentar ter as duas abordagens ao memso tempo para não desvirtuar a coisa


Ponto 1 - Não concordo! Dizes que "é um processo que se vai melhorando com a teoria". Eu pergunto: e melhorar com a teoria não é melhorar com a prática?!

Ponto 2 - "Levantar a ponta do véu? Que véu?

Ponto 3 - Porque é que do exterior para o interior predomina a estética?! Isso é partir do principio de que a estética é de um domínio diferente da função!

Na minha opinião, estética para além de ser do domínio da função, é consequência desta!
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Tirando o primeiro parágrafo, o que escrevi não era direccionado a ti mas a quem iniciou o tópico! Peço desculpa pelo equivoco! Continuando a nossa construtiva discussão, afirmas que a estética para além de ser do domínio da função, é consequência desta. humm.. eu diria mais: a função justifica/legitima a estética. Não necessita de ser consequência desta. Ex: Guggenheim de Bilbao (não sei se está bem escrito mas não interessa agora ir confirmar) a estética advém do desenvolver da função??? A função deveria quanto muito legitimar a função (que na minha opinião nem sequer o faz :margarida_beer: acabando por tudo aquilo não ter nenhum sentido arquitectónico Essa tua afirmação fazia sentido num Funcionalismo (ainda apregoado pelos actuais académicos) que se metamorfoseou entretanto.

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Ex: Guggenheim de Bilbao (não sei se está bem escrito mas não interessa agora ir confirmar) a estética advém do desenvolver da função???


Este edificio que deste como exemplo, é o ideal para demonstrar que a estética é uma consequêcia de uma função bem pré-determinada que o edificio deve cumprir, que é neste caso, ser a 'imagem de marca' de uma cidade. Aquela cidade é imediatamente associada áquele edificio, porque o edificio tem uma aparencia muito especifica, toca a parte emocional das pessoas e por isso fica na memória.
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Tu referes então que a estética desse edifício é uma consequência da função de ser uma imagem de marca da cidade. Queres assim dizer que essa estética é assim porque a função o exige e que não poderia ser de outra maneira? Mas poderíamos ter um edifício feito de papel ou de qq outra coisa q o tornasse especial e seria igualmente consequência dessa função, ou seja: essa estética é mais fruto do acaso do que da função! Seria CONSEQUENTE da função se tivesse de ser EXACTAMENTE assim.

A função para mim apenas legitima a estética.

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Um professor meu dizia: "A inspiração não cai do céu, trabalhem, trabalhem. Se ficarem quietos, sentados, feitos parvos, a espera da inspiração não fazem nada" E outro actor mais conhecido disse: "A forma segue a função"

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O projecto conceptual é feito a riscar sempre com caneta para que nenhuma ideia se perca. É feito como se de uma espiral se tratasse onde o ponto inicial é a pré-existência e termina no parafuso que consegue pôr em prática as nossas decisões. Por isso acho que a minha opinião é que o projecto se faz de fora para dentro. Não de dentro para fora em termos de espaço físico, mas sim em termos de evolução de projecto - ideia geral para a particular.

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Um professor meu dizia: "A inspiração não cai do céu, trabalhem, trabalhem. Se ficarem quietos, sentados, feitos parvos, a espera da inspiração não fazem nada"

E outro actor mais conhecido disse: "A forma segue a função"

Como afirma Souto Moura: " ao projectar é 90% transpiração e 10% inspiração"
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olá. o processo projectual é na minha opinião (modesta), algo pouco discutível o importante é a consciência que se deve ter quando se está em processo; isso permite-nos elaborar soluções coerentes e sustentáveis (sustentáveis para quem gere, para quem utiliza e sobre tudo para a natureza, através de escolha consciente da estrutura, dos materiais, dos sistemas, etc) eu começo por quantificar os espaços (acho que em função da pergunta seria começar por dentro), mas isto não me faz (de maneira alguma) abstrair do contexto, da envolvente e do problema espacial a resolver), a partir daí elaboro o programa (que seria: como as pessoas usam o espaço; as actividades, o valor cultural do projecto para o contexto). e desta maneira começa a surgir o volume( que é na verdade algo existente desde o início, na quantificação). e este processo não é tão linear como descrevo, as vezes se tem que voltar ao inicio refazer tudo, as vezes é um situação amorfa, indefinida em que não se sabe os limites. Mas antes do acima descrito há uma fase de levantamento, análise e crítica que é algo muito geral em que faço ligações entre o particular e o geral, úteis para fazer o "bolo", pois acho serem os ingredientes essenciais para torna-lo saboroso, isto é, útil, funcional e apelativo. (mas acho que a pergunta não se refere a estas fazes)

  • 2 weeks later...
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Ao se pegar numa caneta, e numa base qualquer de registo de uma ideia, ou dissecação da mesma, o acto de desvelar o traço que representa fielmente a realidade existente e o complementar desse registo com a continuação de mesmo gesto, mas que efectivamente representa a tua realidade imaginada, de alguma forma estás a entrar e sair ao mesmo tempo, para poderes construir algo. Se fores a ver, andas-te fora e dentro sem dar conta disso. Mas foi um exercicio necessário á sobrevivencia do teu registo. Por isso estagnar a rapidez de um pensamento com a preocupação se é certo ou errado, é desnecessário quando no desenho consegues dar corpo a uma ideia, que nasce de um conjunto de relações da tua cabeça, no Cad consegues torná-la rigorosa e em maquetes ou 3D consegues materializar os teus anseios com o que rodeia. E no meio deste processo todo já foste actor e espectador do projecto vezes sem conta....sem dar conta. Boas Arquitecturas, Manuel Costa

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