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Sérgio Barbosa

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Everything posted by Sérgio Barbosa

  1. Morei vários anos no Porto e na realidade constata-se que a questão problemática da passagem entre as duas margens, não se resolve com mais pontes, mas com a restante rede de artérias que não evacuam o trâfego como era suposto. Se num extremo cobrissemos o Rio Douro com uma plataforma, eventualmente mesmo assim iriam haver problemas de transição entre as duas margens que agora já nem existiam.
  2. Morei vários anos no Porto e na realidade constata-se que a questão problemática da passagem entre as duas margens, não se resolve com mais pontes, mas com a restante rede de artérias que não evacuam o trâfego como era suposto. Se num extremo cobrissemos o Rio Douro com uma plataforma, eventualmente mesmo assim iriam haver problemas de transição entre as duas margens que agora já nem existiam.
  3. Realmente é um texto até algo poético, quanto à obra em si, parece-me pretensiosa, assim como o texto. Gostava de perceber o contexto onde esta moradia se insere. Apenas dá para perceber nos renders um objecto isolado. Gostava de saber qual a orientação solar em questão e os desenhos para perceber a organização interna.
  4. Realmente é um texto até algo poético, quanto à obra em si, parece-me pretensiosa, assim como o texto. Gostava de perceber o contexto onde esta moradia se insere. Apenas dá para perceber nos renders um objecto isolado. Gostava de saber qual a orientação solar em questão e os desenhos para perceber a organização interna.
  5. Realmente está bastante interessante a proposta. Trabalhar neste tipo de projectos, onde já existe o conceito da loja pré-definido, e o arquitecto tem de o desenvolver e adequar ao espaço em questão, é a meu ver, mais aliciante do que parece.
  6. Realmente está bastante interessante a proposta. Trabalhar neste tipo de projectos, onde já existe o conceito da loja pré-definido, e o arquitecto tem de o desenvolver e adequar ao espaço em questão, é a meu ver, mais aliciante do que parece.
  7. Não vejo mal nenhum em que se opte por arquitectos com um curriculum consagrado como o de Souto Moura, quando se trata de representar Portugal. Se existe discórdia pelo convite a Souto Moura, que seria se se tratasse de ter de escolher um arquitecto, que independentemente do valor ou não desse arquitecto não tivesse um portfefólio que falasse por si, talvez sinónimo da nova vaga que já referiram. Realmente verifica-se que são sempre os mesmos a representar Portugal e são sempre os mesmos a ficar com os "maiores" projectos, mas a meu ver, isso acontece também porque acima de tudo estamos a falar de um grupo restrito de arquitectos, que de facto têm qualidade.
  8. Não vejo mal nenhum em que se opte por arquitectos com um curriculum consagrado como o de Souto Moura, quando se trata de representar Portugal. Se existe discórdia pelo convite a Souto Moura, que seria se se tratasse de ter de escolher um arquitecto, que independentemente do valor ou não desse arquitecto não tivesse um portfefólio que falasse por si, talvez sinónimo da nova vaga que já referiram. Realmente verifica-se que são sempre os mesmos a representar Portugal e são sempre os mesmos a ficar com os "maiores" projectos, mas a meu ver, isso acontece também porque acima de tudo estamos a falar de um grupo restrito de arquitectos, que de facto têm qualidade.
  9. "From 1993 to 1994 an international architectural competition for the new museum building was launched, wich was won by the finnish architect Pekka Vapaavuori. The construction works of the museum started in 2002 and the Kumu Art Museum opened it's doors to the public in February, 2006." in http://www.ekm.ee Este Museu projectado pelo finlandês Pekka Vapaavuori, o maior das Escandinávia, é sem dúvida uns dos mais interessantes que já tive a oportunidade de conhecer. Implanta-se nos jardins da antiga residência presidencial, também o edifício que anteriormente albergava o espólio do actual museu. As imagens podem ser visualizadas aqui: http://arquitecturafotos.blogspot.com/2008/07/kumu-art-museum-estonia-pekka.html
  10. Também. Mas se perguntarmos ao anónimo cidadão de S. Paulo quem foi o arquitecto autor do projecto do estádio, ele provavelmente vai dizer que foi um arquitecto português, e não faz a mínima ideia de quem é Tomaz Taveira.
  11. Só muito recentemente vi "O tempo dos ciganos" do Emir Kusturica. Exclente filme, onde o universo de Kusturica mais uma vez, sempre presente, desta feita se traduz numa história de amor. Não aprecio muito "love stories", mas nestes casos abro uma excepção. Se tiverem oportunidade apreciem esta obra do mestre Kusturica.
  12. Penso que os verdadeiros horrores da arquitectura nacional passamos por ela todos os dias com um olhar quase anónimo. As que estão na lista, apesar de ser bastante subjectiva a sua selecção, são apenas mais mediáticas ou mais visíveis que as verdadeiras atrocidades.
  13. Penso que se a escolha se devia alargar a 3 arquitectos.
  14. Boa Sr. Arquitecto. Uma vez mais a representar Portugal ao seu melhor nível.
  15. De facto não faltam exemplos de cidades onde realmente o metro funciona e onde os problemas de tráfego não existem nas proporções a que estamos acostumados. O Porto não soube analisar os modelos disponíveis. O metro do Porto na sua globalidade não é eficaz.
  16. Temos tantas sucatas por esse país fora. Podiamos começar por aí. Acho que dificilmente teremos um Boeing 747 na mão. ;)
  17. Dubai é um caso realmente paradigmático de como fazer cidade. Será com certeza um objecto de análise para as próximas gerações de arquitectos. Se repararmos bem, Dubai não tem nada que outros destinos ditos paradisíacos não tenham, encontramos arquitectura do faz de conta, em todos eles. Dubai tem é uma concentração maior desses exemplos por metro quadrado.
  18. Sem dúvida que este é um modelo de mercado magnífico. Eu para além de lá ter passado algum tempo a desenhar, à uns anos, recordo-me que, num projecto de uma cadeira do curso de arquitectura, foi-nos solicitado um tratamento do envidraçado redondo do mercado, numa composição alusiva ao mercado. Foi assim que tomei conhecimento com a obra em questão.
  19. Penso que dado o arquitecto que é, tem tudo para ser uma boa obra de arquitectura e mais um pólo de atracção na cidade de Lisboa. No entanto, continuo sem perceber como é possível, dada a actual situação nacional ao nível da economia, que se pense nestes termos megalónomos. É uma enorme disparidade. O Museu dos Coches não é uma prioridade neste momento.
  20. Mais uma vez a especulação imobiliária a falar mais alto. Não me oponho à sua demolição. Oponho-me à facilidade com que se pega numas centenas de pessoas, que estão fixadas num determinado local e se as transfere para outro na qual elas não tem raízes algumas, como se estivessemos a falar de gado. Existem mecanismos e formas de se aliar o bom urbanismo, às carencias sociais e ao desenvolvimento económico de uma autarquia em face da valorização do seu património. Opta-se sempre pelo mais fácil, pelo lucro mais imediato.
  21. Agrada-me as formas e a volumetria do objecto, no entanto gostava de ver mais informação do ambiente em que o mesmo se insere. Gostava de perceber a sua relação com a sua envolvente.
  22. Agrada-me as formas e a volumetria do objecto, no entanto gostava de ver mais informação do ambiente em que o mesmo se insere. Gostava de perceber a sua relação com a sua envolvente.
  23. Finalmente. Um uso para este imóvel, que não o da ruína. Poré,. um concurso de ideias para a ocupação daquele espaço (não sei se o houve), previamente, a meu ver seria mais salutar. Mais um hotel naquela zona, não sei se será a melhor solução. Não sei até que ponto as características daquele imóvel não se adaptariam melhor a um outro tipo de equipamento, mais útil à cidade.
  24. Nunca me identifiquei nada com a obra do arquitecto Tomás Taveira. Na verdade, não estou à espera que esta obra me altere a opinião, nem sequer que fuja demasiado aos outros estádios que já realizou. No entanto, é realmente de destacar ser o eleito para realizar um projecto desta magnitude, naquele carismático estádio. É também o nome e prestígio da arquitectura portuguesa que estão em jogo.
  25. Na verdade não conheço a maior parte dos nomeados. Na realidade até podem ser de facto umas escolhas acertadas, se se pudessem perceber as regras do jogo.
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