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Sérgio Barbosa

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Everything posted by Sérgio Barbosa

  1. Era fixe se Troia conseguisse uma capacidade de atrair turistas perto do que consegue Dubai...
  2. Eu já nem vou ver agora... já sei que ele morre...xiiiii
  3. Por muito relativo que isso possa parecer...acho interessante... não me importava de lá passar férias, se portugal conseguisse criar tamanha fonte de riqueza como o Dubai é , sim acharia muito interessante
  4. Eu vi o Perfume, já tinha adorado o livro e o filme não me decepcionou... agora a próximo será o ilusionista do sempre brilhante edward norton.
  5. Se isso é uma prisão quero ser preso...
  6. Muito interessante sim senhor, gostei sobretudo da sua implantação, do seu enquadramento na envolvente...
  7. Não tens mais nada que ajude a perceber essa casa?
  8. Se fosse não seria mau de todo....
  9. Eis uma amostra de uma obra do não muito conhecido arquitecto David Chipperfield, nomeadamente a sua casa de férias na fantástica vila piscatória de Corrubedo no Norte de Espanha. É uma obra que a meu ver é fascinante, com um bom aproveitamento da panorâmica que a envolve e com uma adaptação muito conseguida com a sua envolvente.
  10. Aproveita e vê o museu do Berlage a a estação de combóios, fica lá perto, e observa a praça no Dam, achei fantástica a vida que aquela praça tem, sempre em movimento.
  11. Nota-se imenso é à noite, quer se esteja a andar de comboio, quer seja de metro, vê-se o interior das habitações, sem qualquer tipo de complexos, nós aqui é que temos a mania da cortina e do muro alto em jeito de castelo, que é para o vizinho do lado não ver... enfim, são questões culturais, mas que a arquitectura pode gradualmente alterar.
  12. Para alguns, é um barco encalhado... não te preocupes que o vais ver lá invariavelmente... para outros é arquitectura... do Renzo Piano, é um museu com uma praça na cobertura. Do Arcam vês bem o Nemo.
  13. Uma coisa que achei interessante no centro de amsterdão é o pórtico que existe em quase todas as habitações que serve para transportar as coisas para o interior das habitações, através de um guindaste, uma vez que as portas não serão muito largas, interessante também que a própria organização da habitação passa em muito por essa premissa. Outro dado que achei interessante de ver, é a questão da noção de privacidade, completamente distinta da nossa, verifica quantas habitações possuem cortinas nos vãos?
  14. Aconselho-te sim Nuno, passa por uns cofee shops, fuma umas ganzas, vai todas as noites ao red district....e se tiveres tempo, dá uma voltinha de barco pelos canais, que ajudam bastante a ter uma perspectiva do que é amsterdão, já agora passa no Nemo e dá a tua opunião. Se ainda sobrar tempo, dá um salto a Roterdão, não fica longe.
  15. Respeito a tua opinião Nuno, no entanto não acho que fosse preciso essa musica ser ouvida para ser validada. Entendes a arquitectura como algo mais fisico, mais palpável, assim como a musica, o que se vê, o que se toca, o que se ouve, eu vejo-a mais como processo em si, do que o resultado final e pálpável.
  16. São opiniões e eu respeito-as... quanto às metodologias vou só dar uma breve sugestão. Porque nos massacram tanto nas faculdades, ensinando-nas a fazer a casa pós moderna, enquanto temos em frente aos nossos olhos milhares de casas abandonadas ou degradadas aguardadando uma recuperação ou reabilitação ou requalificação, seja o que fôr. Provavelmente a nossa geração de arquitectos vai mais trabalhar nessa área, do que propriamente a fazer projectos de raiz. Faz realmente parte dos programas curriculares uma cadeira que realmente aborde estes assuntos de forma séria? Se existe eu desconheço.
  17. Creio que foi Mozart ou Bethovem, que nos seus ultimos anos de vida devido à surdez, não conseguiu naturalmente ouvir, as ultimas composições que criou e nos deixou em formato de pautas. Não era musica aquilo? Ou melhor, ele por não ter conseguido materializar o que idealizou, fez dele um menor musico?
  18. Não acho que tenhas sido muito feliz numa comparação. Uma coisa não tem nada a haver com a outra.
  19. Eu não bato na FAUP, aliás até adorava ter estudado lá, quanto mais não fosse para poder usufruir do edificio na sua totalidade, e para te ser muito sincero, não sinto muito isso de se "bater" na Faup, aliás, eu creio que de uma forma geral os cursos na maioria das escolas está nivelado, não quero com isto dizer que está nivelado por cima... e ainda outra coisa, eu sou daqueles que acredita que um arquitecto só sai com umas bases da faculdade para se tornar arquitecto, cá fora, no dia-a-dia, com a experiência, com os erros, com os anos é que seremos realmente arquitectos. E claro, com muita humildade, muita ambição e muita presdesposição para aprender. Eu andei numa universidade ESAP, que considero uma valente porcaria, em todos os sentidos, exceptaundo alguns professores com quem tive a honra de privar, não satisfeito, mudei para outra. E mudaria de novo se fosse necessário. Creio que não era preciso tanta agressividade no teu comentário anterior.
  20. Não concordo quando dizes que a arquitectura só pode ser assim chamada se for construida. Assim como existem construções que não se podem denominar de arquitectura, existem também inúmeros exercícios teóricos de arquietctura e ínumeros projectos que não chegaram a ser construídos, mas que nem por isso se poderão chamar de arquitectura, acho que começamos a fazer arquitectura no momento em que o cliente nos diz o que pretende e fazemos a primeira visita ao lugar. Arquitectura é tudo isso, todo esse processo mental e emocional que percorremos até ao final da obra. Essa é apenas uma materialização de uma ideia, de um processo, arquitectura é tudo o resto.
  21. Esses numeros que falas a mim parecem-me mais REGRAS, que são um instrumento de trabalho no acto projectual, fazer arquitectura é antes de mais nada um acto de inteligência, no entanto as regras que nós arquitectos necessitamos quase obcessivamente, não têm necessariamente de passar pelos números, uma metáfora como ponto de partida para um projecto parece-me uma regra válida como outra qualquer, um arquitecto que revela bem o que pretendo transmitir é Santiago Calatrava, que sim, nota-se a regra do número, mas támbem e muito a metáfora, através da biónica, sempre presente nas suas obras.
  22. Reamente já está mais que na altura, já que quer queiramos quer não, uma vez que passamos parte do nosso tempo profissional em autoestradas e estações de serviço, de começarem a dotar estes locais cada vez mais mais presentes no nosso quotidiano de alguma dignidade... por que têm de ser eles todos iguais? Eu se fosse o fulano que desenhou a primeira solicitava as devidas indeminizações relativas aos direitos de autor..;)
  23. Upss...claro que é... cedofeita fica bem mais abaixo... podes esquecer o senhor...:clap:
  24. Eu partilho da opinião que o melhor que se pode fazer numa zona degradada ou à espera de reabilitação ou requalificação, ou simplesmente numa zona despovoada ou com tendência a estagnar é dar-lhe usos, e isso também pode ser através de equipamentos tipo museus, o problema é que a dada altura parece que estava na moda fazer museus por tudo e por nada... creio que o uso habitação pode ser igualmente uma forma de revitalizar um lugar, mas creio que deve estar suportada por uma análise sté social do que realmente esse lugar necessita... uma cidade estagnada é uma cidade morta
  25. Isto até podia abrir espaço a um novo tópico, praças, largos ou jardins...enfim espaços públicos... aproveito já para começar, a referida praça da batalha, eu ao contrário do colega detesto o mobiliário urbano lá utilizado, mas gosto da praça da batalha em si, e deva-se salientar que aquilo na realidade nunca foi uma praça, desenhada e pensada para tal, inicialmente encontrava-se na parte exterior à muralha fernandina que limitava o núcleo do Porto, mais tarde com a sua remoção parcial foi ficando um espaço delimitado pelas construções que entretanto se foram fazendo, acabando por resultar na união de dois equipamentos significativos para a cidade, o teatro de são joão e a igreja de Cedofeita. Por isso o seu traçado não é muito bem definido e é algo exíguo, mas a realidade é que por força de muitas circunstâncias, nomedamente os equipamentos de vulto que a suportam, o desenvolvimento desta parte da cidade nomedamente ao nivel de serviços e o encerramento da rua Santa Catarina ao automóvel, tornaram antes de mais nada esta praça num local de muita passagem, que mais tarde deu origem a zonas de estar. Em suma é uma praça com vivência, com as suas características muito próprias, e que acima de tudo funciona.
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