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Sérgio Barbosa

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  1. Na verdade os ângulos que com mais frequências enchem as capas das revistas e dos livros, e que talvez sejam mesmo os mais interessantes, lá in loco verifica-se que é mesmo necessário fazer alguma ginástica para chegar aos locais para se apanhar esses ângulos, não são de todo visíveis no dia a dia do seu eventual proprietário, o que não implica que isso seja uma característica pejorativa, mas é no entanto curioso. Mas no seu conjunto existem inúmeros pormenores dignos de estudo para além dessas imagens mais convencionais, como de resto toda a obra de Wright.
  2. De facto como o asimplemind já tive a oportunidade de as ver exteriormente. Não as achei medonhas nem especialmente virtuosas. Achei interessante pelo seu carácter exprimental, para viver, tenho algumas dúvidas a avaliar pelos espaços que me transmitem as imagens, mas só os vivenciando para poder opinar mais objectivamante.
  3. Interessante, sem ser genial... aliás, no que se refere à arquitectura moderna de cariz religioso dificilmente encontraremos tanta qualidade e qualidade como na Finlândia.
  4. Este é um dos poucos edíficios que escapa naquela área. É de facto interessante sem ser no entanto um marco de virtuosismo. Pelo menos foi a sensação que tive a última vez que lá fui.
  5. Conheço o local, já estava a precisar de uma renovação, assim como o estádio, uma vez que até é uma zona com potencial. Pelo que as imagens transmitem, creio que será um projecto que vai enriquecer a cidade da Figueira.
  6. Pelas imagens parece-me interessante o edifício. Já a localização deixa a desejar, uma vez que o público alvo serão turistas que têm interesse num rápido e eficaz meio de comunicação entre o centro histórico, o hotel e o aeroporto ou estação de combóios. Já estive em alguns hoteis com a mesma filosofia de low cost e o aspecto da localização era fundamental, aqui não me parece que seja o caso.
  7. Bom levando isso ao extremo, pode-se bem passar a vida num quarto, porque o vamos ver e sentir sempre de forma diferente. Bem... já dizia Fernando Pessoa... "nunca vemos 2 vezes o mesmo rio"
  8. Assim, à primeira vista, não posso afirmar que me desagrada, se bem que ajudava ver outros enquadramentos. Já tive a oportunidade de visitar Veneza e creio que um quarto atravessamento do canal não é de todo despropositado. E é de louvar que se comece a construir algo contemporâneo, algo novo no velho, caso contrário a cidade de Veneza será cada vez mais um Museu e não uma cidade que se transforma. É das tais cidades que a meu ver só se visita uma vez na vida, porque quem lá foi à 10 anos viu o mesmo que lá está hoje e daqui a 10 anos provavelmente não se verá nada de muito distinto. A não ser que... esta tendência de mumificar a cidade se altere.
  9. É mais um edifício para juntar à minha lista de edifícios a visitar. Não conheço Leon. :)
  10. O render não me seduziu minimamente. Gostava de ver algumas fotos daquilo, uma vez que parece que já está concluído.
  11. Goste-se ou não do espaço, é sempre refrescante o conceito de aproveitar ao invés de construir, e ao mesmo tempo a mobilidade que um espaço destes permite.
  12. Tenho pena de não estar no país para assistir, no entanto parece-me um evento de vulto a não perder,
  13. Vi recentemente o INLAND EMPIRE do mestre David Lynch. Um filme bem ao estilo do realizador. Devo dizer que assistir a um filme de Lynch é uma experiência no mínimo inquietante. Aconselho apenas a adeptos do realizador, caso contrário as 3 horas de filme vão parecer uma tortura. http://www.imdb.com/title/tt0460829/ An actress's perception of reality becomes increasingly distorted as she finds herself falling for her co-star in a remake of an unfinished Polish production that was supposedly cursed
  14. «Essa questão no Porto só se colocará no dia em que os transportes públicos tiverem um nível de qualidade suficientemente bom. Hoje o nível ainda não permite isso» Limitar o acesso a viaturas no centro da cidade a curto prazo parece-me uma pretensão um tanto ou quanto gratuita ou ingénua. Em que moldes isso irá acontecer? Na minha opinião os transportes públicos ainda estão longe de permitir isso, e depois não sei se será apenas a estratégia de melhorar a rede de transportes públicos. Existem horas em que é mesmo a viatura automóvel que prova que a cidade ainda está vida, pois a pé quase não se vê ninguém. Creio que uma estratégia de dinamização do centro da cidade tem de estar presente numa medida destas.
  15. Culpabilizar é uma coisa, responsabilizar é outra. E as derrapagens financeiras também têm a haver sim com os arquitectos, como parte integrante do processo que são. Não existe uma cultura do rigor e ponto final. Não é de modo algum fácil comparar o nosso país à Finlândia, não é fácil porque sou português e gostava de ver no campo da arquitectura em Portugal o rigor e a seriadade que observo noutros. Muito bem, dei como exemplo, eventualmente 2 opostos, mas não teria de ser a Finlândia o termo de comparação, a maior parte dos países do velho continente seriam um exemplo para nós.
  16. Sem dúvida que sim. Aliás, eu apesar de eu não ser um grande fã dele, acho-o um excelente actor. Talvez esta tenha sido a sua interpretação mais conseguida dos filmes que vi dele.
  17. Eu acho que o arquitecto como qualquer outra profissão deve ser responsabilizado pelo que faz, bem ou mal... não vejo nada de surreal nisso. Por exemplo, na Finlândia numa obra pública a margem de erro no que se trata ao orçamento global de uma obra é de 1%, em Portugal assistimos a obras que derrapam 50%. Como é possível? É possível sim, bem vindos a Portugal. É uma questão de rigor. Lá o arquitecto é responsabilizado caso esta margem não seja cumprida, em Portugal vai-se buscar as comissões da derrapagem.
  18. Finalmente vi o "The Departed", a última pérola do mestre Scorcese, um filme que recomendo vivamente. Um elenco excelente, de salientar a representação de Di Caprio, eu nem sou grande admirador dele mas tem uma grande prestação aqui. Matt Damon também está como de costume e Jack Nicholson de volta aos grandes palcos. http://www.imdb.com/title/tt0407887/ "Cranck" protagonizado pelo Jason Statham, mais conhecido pela sua participação em filmes como "Italian Job", "Snatch" ou "Transporter", creio que tem aqui a sua mais brilhante representação. O filme em si é de acção, muita acção, como já não me recordava de ver, tem no entanto também hilariantes momentos de pura comédia. http://www.imdb.com/title/tt0479884/ Para terminar aconselho "Cashback", que foi para mim, uma agradável surpresa. Com um elenco de todo desconhecido, traz-nos o universo dos caixas de supermercado, contando a história de um estudante de arte, que se vê a fazer o horário nocturno numa dessas superfícies comerciais. http://www.imdb.com/title/tt0460740/
  19. Penso que uma questão fundamental é o porquê de se estar a promover uma intervenção num local, quando faz sete anos que este foi totalmente "requalificado". Não faz sentido nenhum, sendo que o programa é o mesmo e isto caracteriza a falta de rigor que existe em Portugal, mesmo ao nível dos arquitectos, que a meu ver têm de ser mais responsabilizados. Se levo um carro ao mecânico e ele vem com alguma avaria, responsabilizo o mecânico em questão. Se um arquitecto ou uma equipa de arquitectos, fracassa na requalificação de um espaço público, mesmo ao nível mais técnico como é o caso da opção daquele tipo de piso, tem de ser responsabilizado, ainda mais, quando estamos a falar de dinheiros públicos.
  20. "com as mesmas valências do Pavilhão Atlântico, em Lisboa, ainda que com apenas um terço da capacidade." ??? Se tem logo à partida um terço da capacidade, não terá certamente as mesmas valências. De onde surgiu essa brilhante ideia? Uns fulanos juntaram-se à mesa e disseram: Olha, vamos gastar 17 milhões e vamos fazer do Rosa Mota um pavilhão multiusos. Bom, deixando de lado a ironia, não sei até que ponto isso será uma mais valia para a cidade, sendo que esse dinheiro poderia ser usado noutras obras e noutros contextos que carecem de uma revitalização mais premente. Acho sim, que em primeiro lugar deveria haver um concurso de ideias para o local, até porque pavilhões multiusos começam a existir um pouco por todo o lado.
  21. Devo dizer que apenas vi o "Livro de Cabeceira". Achei interessante, mas não é para todo o público. Mas creio que é um realizador a conhecer melhor.
  22. Eu acho que esse é um problema do Porto, apesar de outras cidades terem os mesmos problemas ou piores, mas conheço também muitos modelos de cidades onde o problema trânsito não se questiona desta forma. Claro que existe a variável rio que é de facto uma barreira natural, mas para isso também existe o urbanismo, que tem uma palavra a dizer.
  23. Eu acho que esse é um problema do Porto, apesar de outras cidades terem os mesmos problemas ou piores, mas conheço também muitos modelos de cidades onde o problema trânsito não se questiona desta forma. Claro que existe a variável rio que é de facto uma barreira natural, mas para isso também existe o urbanismo, que tem uma palavra a dizer.
  24. Não tem congestionamento? Não acho normal, num dia normal demorar 1 hora para atravessar uma margem. Isso eu chamo de congestinamento. A VCI então é de loucos, que adianta criar mais uma ponte, neste caso a do Freixo se o trânsito se manteve? Eventualmente não seria o problema de criar mais uma travessia mas de melhorar o resto.
  25. Não tem congestionamento? Não acho normal, num dia normal demorar 1 hora para atravessar uma margem. Isso eu chamo de congestinamento. A VCI então é de loucos, que adianta criar mais uma ponte, neste caso a do Freixo se o trânsito se manteve? Eventualmente não seria o problema de criar mais uma travessia mas de melhorar o resto.
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