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Sérgio Barbosa

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Everything posted by Sérgio Barbosa

  1. Penso que é sempre um prazer ler o que arquitectos como o Souto Moura têm a dizer sobre a arquitectura. É de referir que, como já foi anteriormente dito que é dos poucos a quem é dado tempo de antena, tem a coragem de chamar as coisas pelos nomes e criticar o que acha que tem que ser criticado. Não é o usual discurso de coitadinho, até porque ele frisa bem que tem trabalho suficiente, lamenta isso o caso dos outros, a maior parte da classe que efectivamente não tem condições de exercer a sua profissão.
  2. Em Portugal o mais importante numa entrevista é o factor cunha...
  3. Sem estar a defender o que quer que seja... pelo menos algo de positivo... respondeu, creio que a maior parte das empresas que patrocinam empregos, seja qual for a posição, nem sequer se dão ao trabalho de responder aos interessados.
  4. É a noite dos Oscares para os arquitectos....:)
  5. Não é muito mas é alguma coisa... Consulte esta página http://projectos-arquitectos.blogspot.com/2008/11/o-projecto-de-arquitectura-orgnica.html Tem umas fotos e um pequeno texto
  6. Lá estarei. De facto já assisti a imensas conferências de Siza e é incrível como ele consegue ser surpreendente.
  7. Não consigo sentir nas imagens o que o texto transmite.
  8. E já agora bem vindo ao fórum DiMota :)
  9. Eu acho mesmo que em certas obras, a legislação toda que envolve o projecto, praticamente decide tudo. O que resta depois ao arquitecto é quase "bricolage", mas arquitecura também é isso. Regras sempre existiram.
  10. A avaliar mais pela última foto, devo dizer que gostaria de lá estar para presenciar, sentir aquela espacialidade.
  11. Bastante conseguido pelo que nos é dado a mostrar. De resto esta dupla tem vindo a desenvolver um trabalho bastante meritório. As reconversões são geralmente processos bastante complexos e disciplinares, onde os resultados nem sempre são famosos. A histórica cidade de Évora terá um edifício exclente para o bom ensino de arquitectura.
  12. Os cemitérios são uma tipologia com uma especificidade muito curiosa. A maior parte verdadeiros abortos a nível urbano. Não é portanto de admirar que isso venha a ser rectificado num futuro próximo. Este exemplo é revelador de forma de resolver o programa do cemitério. Não conheço muito bem as condicionantes que estão associados ao projecto mas pergunto-me se o local, apesar de abraçar uma magnífica paisagem não será um pouco acidentado demais para o uso que lhe está destinado. Para mim o melhor modelo que conheço de um cemitério é sem dúvida alguma o de Estocolmo do arquitecto Asplund. Parece-me em tudo perfeito.
  13. Stelly, aconselho-te a tentar falar com o Dr. António Correia, historiador na Câmara Municipal de Gaia, creio que ele te poderá ajudar, quanto mais não seja na eleição de bibliografia.
  14. "The spread of tuberculosis in Finland between the wars led to the construction of a number of sanatoria throughout the country. One of these was the Varsinais-Suomi tuberculosis sanatorium which had broad-based financial support from 48 municipalities and four towns. Paimio was chosen as the location for the sanatorium and there was a competition for its design, which was resolved at the end of January 1929. The architects on the jury were Jussi Paatela and Väinö Vähäkallio, both of whom were keen supporters of the latest trends in architecture." in http://www.alvaraalto.fi/alvar/buildings/paimio/paimio.html Mais fotos em http://arquitecturafotos.blogspot.com/2008/11/paimio-sanatorium-finland-alvar-aalto.html
  15. Caro Manuel, Tem o seu ponto de vista, eu tenho o meu e felizmente que assim é. A implantação de qualquer que seja o edifício, seja ele no Douro ou não está sempre condicionada, quer pela legislação, quer pelo cadastro, quer pela concepção do arquitecto para o local. "Se algo é Património é para manter. Senão para que precisavamos de património?" Bom essa afirmação a meu ver para além de extremamente redutora é bastante discutível. A meu ver o caríssimo Manuel entende o património como algo que existe parado no tempo, mumificado... concluíndo... um museu. Eu entendo que o Património deve ser preservado precisamente ao contrário, dotando-o de vida, adaptando-o à contemporaneidade, dotando-o de modernidade. Mas são pontos de vista, decerto que o seu é outro e temos os dois razão e nenhum de nós a têm. Continuo com a mesma convicção que tinha. Uma casa que se esconde na paisagem por si só não valoriza em nada a mesma e por outro lado uma casa que impõe na paisagem não tem necessariamente por si só de ferir a paisagem, seja ele o Douro ou o Alentejo ou o Algarve, parimónio ou não património.
  16. "É bom ver que ainda há quem ame mais o Douro do que o umbigo!" Posso estar enganado, mas a leitura que eu faço do primeiro post é muito simples. Isto é a forma de se fazer arquitectura, esta é a forma da qual se devem resolver as implantações no património do Douro. Não vejo lá mencionado que aquela é uma forma de resolver as coisas mas sim a forma. Pode ter havido mil e uma razões para aquela casa ter nascido enterrada no socalco e isso não discuto. Condeno que se proclame aquela solução como a ideal. Não acho mesmo que a seja, ainda mais nos socalcos do Douro.
  17. Uns.....hummm.... devo ser eu. Digo e repito. Não sei bem em que cidade vive, mas se a maior parte do edificado que existe na sua cidade é superior a isto quero ir para lá morar. Deixemos as comparações com o grande génio da arquitectura que é o Siza e vamos ver que na realidade a maior parte da arquitectura, aquela a que me refiro de "industrial", não é projectada por arquitectos da estirpe do Siza. Dentro da banalidade, à banalidades que ferem mais à vista.;)
  18. Para quem estiver interessado... http://arkkitehtuuri.tkk.fi/engl/woodprog/
  19. Apraz referir que apesar de não ter nada contra esta forma de integrar o edifício- escondê-lo no terreno- pode ser válido para certos casos naturalmente, defender que esta é a forma de se projectar para o Douro acho no mínimo ridículo. É lógico que o carácter topográfico muito característico do Douro merece ser preservado, mas neste caso é uma preversão. Os socalcos existem no Douro, por uma questão funcional de produção de vinhas, não como albergue de edifícios. Acho que isto é mais uma forma de contornar um problema em vez de o enfrentar, que é a questão de resolver a implantação.
  20. Gostava de perceber o seu interior e de ver outros ângulos, no entanto pelo que me as imagens me mostram acho interessante as formas, apesar de não surpreendentes... quanto ao revestimento escolhido, não me agrada mesmo, penso que seria mais atractiva uma tonalidade mais contrastante com a envolvente, mas... só estando no local para entender essa relação, falo mais pelas últimas fotos.
  21. Apesar de tudo, creio que sem dúvida se encontra uns furos acima do que industrialmente se produz em Portugal em termos de arquitectura.
  22. Muito Zaha Hadid, gostava de perceber os espaços interiores.
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