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Gupyna

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Everything posted by Gupyna

  1. Isto parece os AA (arquitectos anónimos)!!!:rolleyes:
  2. Este aeroporto vai servir os Resorts da costa marítima alentejana! Ninguém está a pensar nos verdadeiros alentejanos como a Margarida! Mas sim nos “bifes” que querem dar umas tacadas nos greens!
  3. Espero que abras um tópico com as tuas obras para assim abrir eu outro com as minhas!

  4. Este forum é sobre o Zumthor ou sobre o nosso umbigo! Se quiseres abre um tópico com as tuas obras e eu outro com as minhas para tu ficares contente, que tal!:devil: Mas só vale obras nossas e não co-autorias londrinas!
  5. Eu acho que a ordem faz phishing, basta ver as quotas!
  6. Nas faculdades não se preparam profissionais, mas sim génios! O problema é que as faculdades deviam preparar os cursos para licenciar arquitectos médios, porque a tentação é que todas as faculdades têm que ter génios, e o resultado é que todos os que se formam se acham génios e os melhores arquitectos do "mundo"??? O que não se ensina é humildade, porque eu por exemplo procuro sempre na minha modesta posição ouvir os outros profissionais ligados à construção, desde o simples pedreiro até ao engenheiro de acústica, sem nunca perder a noção e o papel que o arquitecto tem de coordenar a "tropa", e mais uma vez sublinho isso não se ensina nas nossas faculdades, porque todos temos que ser génios!:rolleyes:
  7. Ambientes minimalistas! ??? será que alguem me pode explicar o porquê da utilização abusiva do conceito minimalista, porque o minimalismo enquanto parte integrante da decoração nunca é confortável. Para perceber o que é o minimalismo de interiores convem investigar primeiro os verdadeiros minimalistas, para quem conhece o arquitecto mais famoso é John Pawson, que se inspirou na arquitectura minimal japonesa e na Minimal Arte dos artistas como Carl Andre, Donald Judd, Robert Smithson e Anne Truitt. Minimalismo - .........................
  8. Reconheço que não deve ser fácil para Zumthor falar sobre si (obras) para uma plateia de 1.600 pessoas , só mesmo o Koolhaas é que sente sempre na maior! Por ser suiço e não latino é natural que o discurso seja enfadonho e pouco cativante, e pelo que me dizem o homem é simpático mas tem as suas manias ( muito rigoroso consigo próprio) e exigente com todos os que trabalham com ele. Como o próprio atelier é muito restricto e com poucos projectos em simultaneo o detalhe é muito "pensado" sendo esta a unica maneira de ter um controlo sobre a arquitectura que se quer construir. Este arquitecto nunca irá ter obras no Dubai, Pequim, ....felizmente para ele!
  9. Só tenho pena que o Vincent Callebaut não esteja vivo em 2100 para ver o seu projecto construido! Ah ah aahXD:palmas:
  10. Mas o que é que este edifício tem de interessante, não entendo alguém me pode explicar!
  11. É tudo muito relativo, hà bons e maus alunos, bons e maus professores, em todas as universidades privadas e públicas (algumas mais parecem privadas)! Mas a grande diferença está nas instalações e nas propinas! Existem alunos que entram nas publicas por mérito e outros que entram pela porta dos fundos, geralmente não sei porquê são familiares de alguns professores e politicos com grande influencia, mas isto é outro debate. Quanto à Lusófona desconheço pelo que eu sei aqui no Porto vai ter pela primeira vez o 5º ano, por isso não se pode fazer juizos de valor sobre os arquitectos formados nesta escola. De qualquer maneira eu como sou liberal pelo menos neste assunto acho que o acesso à universidade deveria ser livre por isso não deveriam existir privadas porque o estado tem obrigação de formar os arquitectos, engenheiros, médicos, ....! Porque somos pobres!
  12. É uma obra que resultou de um concurso público ou foi encomenda directa! Porque as criticas que eu poderei fazer sobre este edificio, e só com estas fotos, pode ser injusta!:)
  13. Que eu saiba as cores não foram inventadas pelos Taveira, ou foram?
  14. Concordo perfeitamente contigo. E quem nao percebe o que disseste desejo-lhe muita sorte na vida pois nunca ira perceber nada de nada sobre as coisas que rodeiam o mundo nem ha-de compreender porque razao ninguem lhe explica nada.
  15. Esta reflexões excelentes e bastantes consistentes de ideiaconcreta e JVS sobre o tema fulcral de este tópico, uns renders magníficos de uma moradia para Angola (sublinho Angola) em que alguns de nós criticamos (convém ler as críticas que dizem mais do que “vocês” afirmam) pela mais variadíssimas razões, isso sim é o que se entende de este tópico, mas como JVS está picado mais uma vez dá o exemplo de moderação! Para acabar a minha intervenção neste tópico, os arquitectos não trabalham no vazio, os seus produtos são respostas a questões que surgem do ambiente, respostas que têm também um efeito retroactivo. Por isso não deveremos perguntar o que é que o ambiente exige ao arquitecto ou, melhor, o que deveria exigir-se e como pode chegar a definir-se uma boa solução. O arquitecto desenvolve-se em situações originadas de uma maneira determinada e que, aclara ou implicitamente, projecta problemas particulares. Estas situações compõem-se, por exemplo, de condições económicas, políticas e sociais, de tradições culturais, de factores físicos como clima e topografia e também, de seres humanos que “vem” o ambiente de maneira muito diferente. As situações não são estáticas, são sempre variáveis; a organização política da sociedade muda, as conjunturas económicas oscilam e o clima quase nunca oferece condições constantes. Estas flutuações estão sujeitas às profecias e ao controlo do homem, e o arquitecto tem que participar no planeamento que assegure estabilidade através das mudanças. Para concluir a arquitectura é um produto humano cuja missão deveria ser ordenar e melhorar as nossas relações com a envolvente (genius locci).
  16. A todos que gostam de ajuizar sobre o mestre recomendo a leitura do livro - Álvaro Siza. Imaginar a evidência – Edições 70. Este livro foi escrito numa linguagem leve e acessível e é um testemunho directo de Siza que em vários encontros e conversas com Guido Giangregorio (um napolitano) resulta numa publicação de textos e esquissos. Sem esquecer ainda o prefácio de Vittorio Gregotti. Uma boa leitura a todos!
  17. Não percebi esta mensagem será que alguem me pode explicar!??? Este debate não era sobre um projecto magnifico para Angola!:)
  18. Temos arquitecta! Assim com este tipo de linguagem não vais ter problemas em falar com os operários das obras! Porque eles não te vão mandar nanar!
  19. Pois está, por isso é que o cazulo que a ordem dos arquitectos se tornou vai continuar desde que estes meninos organizam conferencias, exposições, escolhem os juris dos concursos (em rotatividade) a seu belo prazer, assim como publicar as suas obras na revista JA, e boicotando outros que também têm iniciativa! Eu sei do que estou a falar!! eh ehehheh
  20. pois...seja uma região árida, húmida, montanhosa ou de planície....e a relação com o lugar? cada vez mais, o siza é "chapa 5" e toca a andar.... :\ __________________ margarida escreveu isto noutro tópico, ehe ehe!
  21. De vez em quando espreito estes debates! E escreve-se tal mal que não resisto! Já agora margarida qual é o teu problema, já estou a ver o papel de moderadora foi uma vez mais mal interpretado! A designação correcta é (escreve aquilo que eu quero ler se faz favor!) censuradora! Beijos e abraços para todos, o Gupyna de vez em quando espreita!
  22. Para responder ao que a margarida escreveu! A arquitectura de Siza nunca encaixou nas categorias da crítica simplista e que necessita sempre (?) rótulos para facilitar o seu trabalho objectivo e mais ou menos pragmático . Segundo William Curtis, durante muito tempo a obra de Siza esforçou-se em manter um adequado equilíbrio entre o sítio e a envolvente (meio), mas nunca foi um “regionalista. Apesar de nunca ter estado profundamente comprometido com o sentido do lugar (genius locci), seja no campo ou cidade, superou sempre os tópicos do “contextualismo”. Em Penafiel, ou por exemplo no depósito de água da Universidade de Aveiro e na Faculdade de Arquitectura do Porto (FAUP), a arquitectura encontra em si própria, e não na Arte, a diferença em relação à mera construção. A desnaturalização passou a efectuar-se por exponenciação de características próprias do método arquitectónico: a escala, a função, a relação entre corpos e áreas. No caso do Jardim infantil em Penafiel estas características são pertinentes também no contexto urbano; deste modo, podemos referir-nos à exponenciação de escalas urbanas, de funções urbanas e da relação entre elementos urbanos. O jardim Infantil João de Deus em Penafiel, é o resultado de um processo moroso e tem como base um projecto inicial que foi reformulado por Siza. A escola vocacionada para 120 alunos é organizada num único piso em redor de três pátios internos. A variedade de espaços da escola é unida por um espaço central multiusos com lanternins ascendentes que marcam o edifício na silhueta de Penafiel. Estas áreas estão interligadas por uma piso contínuo de pedra e reforçado pelo soalho de madeira, estabelecendo uma linha horizontal baixa que se prolonga através do edifício. A escola está afastada 12 metros da rua criando um espaço urbano comensurado com a densidade de serviços da área. O desnível de 5 metros entre a cota de soleira da escola e rua é negociado por duas rampas e uma escada que serve para relacionar a escola com o edifício do tribunal vizinho. Este texto é o resultado de uma investigação (académica) sobre o Jardim Infantil feita por mim, sobre vários textos publicados por conceituados teóricos, para assim clarificar alguma imaturidade com que se escreve às vezes nestes debates de arquitectura, principalmente quando se critica a obra de Siza como se fosse um jogo de futebol, ou outra coisa qualquer!
  23. Este projecto do Hotel é claramente como foi mencionado anteriormente uma inversão na obra de Byrne. Parece que colocou os netos a brincar com os legos no atelier! Se alguém conhece as obras de Byrne dos anos 80 e 90 e estas mais recentes, verifica claramente que ele não se senta no estirador! Classifico estes arquitectos de pouco sérios, não existe coerencia no que "escrevem" e fazem! Andam ao sabor dos ventos ("moda"). Pode-se criticar o Siza, mas é um arquitecto sério, existe um percurso profissional claro e que em determinados momentos provoca uma rotura na arquitectura e depois estabiliza, mas a essencia mantem-se, conseguimos sempre identificar uma obra de Siza, seja em Évora ou na Coreia do Sul!
  24. A arquitectura é como a moda, agora o que está a dar é o Zumthor, o Siza já está out! Recomendo aos que gostam de Zumthor a Revista japonesa dedicada ao Peter - a+u de 1998. a+u - Architecture and Urbanism - February 1998 Extra Edition Peter Zumthor isbn4 - 900211 - 50 - 8 c3052
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