Gupyna
Membros-
Posts
536 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
4
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by Gupyna
-
O mundo é ingrato, e os jornalistas não fogem à regra! Dei uma vista de olhos na revista e o artigo é muito básico e serve apenas para os leitores do "fast reading"! Mauu, mauuu, muito mauuu!;)
-
Geralmente "esquecemos que existem as Ordens para impor a ordem". Por isso recomendo sempre uma consulta, é para isso que se pagam as quotas. Neste caso a engenheira já deve estar com as orelhas quentes, porque uma advertencia de uma ordem é uma "mancha negra" no cadastro profissional, e num organismo publico, para quem quer subir na carreira é um ponto negativo na avaliação!:palmas::p
-
Sei que a tua situação não é caso único, infelizmente já denunciei noutro tópico que existem elementos nas direcções da Ordem dos Arquitectos (Norte e Sul) que praticam este tipo de irregularidades, e quem os vê a falar sobre os direitos dos arquitectos dá vontade de rir! Mais grave ainda é quando se tenta "apagar" o nosso trabalho cobardemente, se não estivesses com o caso em tribunal pedia-te para indicares o nome do escritório e denunciar o caso numa reunião ordinária da Ordem! No meu atelier temos dois ex-estagiários que ficaram no escritório após a conclusão do estágio profissional, mas como já os conhecíamos o trabalho por eles realizado foi mais fácil integra-los e vice-versa, sei que não é sempre assim, o que geralmente acontece é que se utiliza a "figura" do estagiário para se poupar nos salários e como há sempre estagiários disponíveis é infinito! Temos no ateliê a prática do recibo verde durante o período de experiencia, (neste momento ninguém está nessa situação) após isso o que nós estabelecemos é variável conforme o volume de trabalhos. Propomos sempre que utilizem o atelier para os seus projectos pessoais em parceria ou "oferecer" ao escritório, o que implica sempre um bónus e ao mesmo tempo responsabiliza-se sobre o projecto em causa com supervisão da “empresa”. Não vou dizer que este modelo é perfeito mas torna mais claro à partida as coisas! Existem contractos individuais de trabalho segundo regras muito precisas, o trabalho fora de horas deve ser sempre justificado por ambas as partes, visto que nesta profissão (às vezes por erro próprio) o factor tempo é ingrato para os projectos, uns levam mais tempo outros menos. Quando se justifique trabalho fora de horas (eu não tenho horário porque sou sócio e às vezes até os fins-de-semana trabalho) existe sempre uma reunião prévia sobre a disponibilidade de cada um sempre que o projecto não tenha orçamento para se pagarem as horas extras. Se existir transparência entre empregado e empregador o ambiente de trabalho melhora e como somos uma profissão que vive também da criatividade está tudo dito! No que toca à autoria ou co-autoria como o ateliê tem um nome abstracto sem qualquer referencia ao sócios é mais fácil incluir os nomes dos colaboradores em cada obra juntamente com os arquitectos principais. Mais desde que colocamos uma copa/cozinha no escritório o ambiente melhorou, existindo rotatividade nas tarefas como fazer café, chá ou se tal se justificar uma"cervejinha" (geralmente quando entregamos um projecto complicado), e quando saímos do ateliê os problemas lá ficam porque todos temos as nossas vidas e procuramos (apesar de algumas vezes ser impossível) não misturar família e amigos com esta profissão às vezes tão maltratada. Por isso de vez em quando espreito para arquitectura.pt e escrevo umas vezes para me divertir outras aprender, outras indignar-me com o que se escreve, faz parte da vida. Tenho muita consideração, ao contrário do que alguns possam pensar, pela nova geração de arquitectos apesar de eu achar que as escolas de arquitectura estão a piorar o seu sistema de ensino. Espero ainda gigi que o teu caso, se conseguires ganhar a acção, um exemplo e se possível divulgá-lo nos órgãos de comunicação social! Um abraço e boa sorte!
-
Então não se entende tanto formalismo na entrada que entra em "rotura" com o edificio existente e o contraste com o conceito dos interiores publicos, que denotam pouco estudo na conjugação de materiais e sinalética muito própria de um equipamento de este tipo! Resumindo deu-se demasiada importancia à imagem exterior que mais parece uma intervenção artística ("instalação de arte") do que o equilibrio do conjunto que mais parece uma colagem!
-
Tóquio, Japão | HP House | Akira Yoneda e Masahiro Ikeda
Gupyna replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Num pais tão evoluido como o japão o Decreto-Lei nº 163/2006 não existe! Esta casa com a legislação actual portuguesa dá vontade de rir (ou de chorar)!:snif_snif: -
Todas os excessos de abuso de autoridade e sem fundamento legal devem ser sempre contestadas se possivel juridicamente. Reforçando ainda a "nossa" posição deve ser ainda denunciado à Ordem respectiva, porque nem sempre são arquitectos que apreciam projectos de arquitectura, por escrito os nomes dos técnicos camarários envolvidos assim como uma cópia do processo em causa, para assim o departamento juridico das Ordens se pronunciarem. Aliado a isto o suporte juridico da Ordem dos Arquitectos deve ser sempre informado nestes casos de abuso de poder!;)
-
E para não falarmos sempre sobre os mesmos, aqui vai, Le Corbusier morreu afogado após um ataque cardiaco quando nadava no Mediterraneo perto da casa de férias "Le Cabanon" na Riviera Francesa. Mas hà quem afirme que foi suicidio! Nunca se vai saber a verdade, mas para alimentar o mito a versão suicidio de nadar em direcção ao sol é mais forte.
-
Aqui no Porto pela boca dos amigos e colegas que se formaram em Lisboa era um nome sempre referenciado quando se falava em Geometria. As minhas sinceras condolencias para toda a famila, amigos, alunos e ex-alunos.;)
-
Pois e ser amigo pessoal da familia Azevedo acho que também conta! Mas tenho ouvido histórias sobre os concursos em que ele entra, uma delas é que tem a fama de "barrar" a porta aos colegas que entregam os trabalhos em cima da hora!
-
Para que serve o alpendre, para colocar uma cadeira de baloiço e ver quem passa na rua? Nunca percebi o fascinio das pessoas comuns (leia-se não arquitectos) por este "espaço"! Recomendo vivamente a consulta com um arquitecto, e espero que dê mais importancia a questões "ambientais" do que estéticas!
-
[Projecto] Casa do Voo dos Pássaros, Açores - Bernardo Rodrigues
Gupyna replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Sempre achei este projecto muito interessante, tanto o conceito como as "formas" e a relação entre os espaços criados entre elas! Mas sou suspeito porque sempre considerei o Bernardo Rodrigues o arquitecto mais inovador da sua geração e que procura fundamentar as suas opções conceptuais. Penso que não estarei a ser injusto mas acho que os críticos e as redações das revistas de arquitectura portuguesa estão mais interessados em divulgar "os lobbys" e os amigos do que quem verdadeiramente merece! Tenho dito, obrigado e parabéns Bernardo!:p -
Sempre achei este projecto muito interessante, tanto o conceito como as "formas" e a relação entre os espaços criados entre elas! Mas sou suspeito porque sempre considerei o Bernardo Rodrigues o arquitecto mais inovador da sua geração e que procura fundamentar as suas opções conceptuais. Penso que não estarei a ser injusto mas acho que os críticos e as redações das revistas de arquitectura portuguesa estão mais interessados em divulgar "os lobbys" e os amigos do que quem verdadeiramente merece! Tenho dito, obrigado e parabéns Bernardo!;)
-
Bem não sei se já repararam todos os projectos mediáticos da cidade do porto em que a camara municipal está envolvida o Arquitecto Pedro Balonas (o arquitecto "laranja") ou ganha os concursos ou é contratado directamente! Começo a achar estranho!
-
Pois qual dos dois é mais bonito ou o feio, e são um casal modelo: Angelina Jolie e Brad Pit, estes dois devem ser a excepção dos estudos?
-
e Delugan Meissl Associates Architectes, Vienna/Austria Elke Delugan-Meissl, Roman Delugan, Martin Josst Employees and Student Trainees: Sebastian Brunke, Jörg Rasmussen, Oana Maria Nituica, Claudiu Barsan-Pipu, Marina Kolloch, Thomas Theilig, Xiaozhen Zhu, Peter Pichler, Jan Saggau Experts: Structural Design: Werkraum Wien, Vienna Design of Open-air Spaces: Rajek Borosch Landschaftsarchitektur, Vienna Concert Theater and Acoustics: Müller BBM Akustik, Munich HVACR: Scholzegruppe, Vienna Explanatory report (abstract) The differentiated but interconnected spatial sequences of public spaces, foyers and theater halls turn the Darat King Abdullah II into a lively, discussion-rich platform for conversations, performances and societal action... Proposed at a prime location in the heart of the Jordanian capital, the complex is planned to house all types of performing arts. Conceived as a place to rehearse, discuss, teach, study and perform, the complex is to become the premier venue for theater, music and dance performances and education. The goal of the design is to conceive an open building that is effective as an inviting and yet powerful symbol in all directions while being permeated by generosity and openness. In this distinctive urban planning situation, the Darat King Abdullah II forms the end point of the GAM strip, spatially envelops it and at the same time appears as a starting point for the further valley with its special qualities. “Bridges” are being erected and diverse public spaces on smaller and larger scales are being constructed for the connection of the urban areas that were previously divided by the traffic. The three main pedestrian movements from the GAM strip flow into the public square in front of the building, which directly adjoins the foyer. The square is arranged six meters above street level and thereby removed from the traffic noise. It is bordered by restaurants and cafes and is highly attractive to visitors. With the direct connection to the bridge to the GAM strip and the newly created terraced and wooded recreation areas, this exterior space functions as a public stage for a communicative togetherness. The space forms an ideal transition to the “House of Music”, and this is increased by the inviting gesture of the exposed canopy. The transparency and the inclusion of the location and environment as a part of the interior conception further underline the uniqueness and specific identity of the building. The differentiated but interconnected spatial sequences of public spaces permit the creation of a site that can just as well offer the quiet and concentration that is desirable for the enjoyment of music.
-
Resultado do concurso de ideias para o Centro Cultural ‘Darat King Abdullah II’na capital da Jordânia. O primeiro prémio é repartido entre a: Zaha Hadid, Patrik Schumacher Employees and Student Trainees: Christos Passas, Tariq Khayyat, Nils Fischer, Dominiki Dadatsi, Marya Araya, Sylvia Georgiadou, Bence Pap, Eleni Paviidou, Daniel Santos, Daniel Widrig, Sevil Yazipi Experts: Structure Engineers: Arup, London/UK MEP Engineers: Ove Arup, London/UK Theatre Consultants: Artec, New York/US Explanatory report (abstract) Inspired by the uniquely beautiful monument of Petra. ...We are applying the principle of fluid erosion and carving to the mass of the building for the performing arts centre. The urban strategy pursues the maximization of open public space on the western edge of the site. The mass of the new building is therefore pushed into the eastern extension of the site to clear the wider western end for sake of creating a big public plaza. This plaza is important to activate the site and the new institutions. It is proposed a generous, diagonal underpass that emerges in the great plaza as a grand connective gesture. The volume is opened up in the northwestern direction to communicate with the public plaza. This large, inviting opening- the multi-level public foyer- is pushed all the way through the building to connect with the south side. The internal voids open up to the roof, animating the fifth façade of the building. The Concert Theater is exposed at the end of the public void. The Small Theater is exposed overhead at the front of the building where the public foyer fuses with the public plaza. The plaza ground outside receives the underpass coming from the GAM strip and thus cerates an amphitheater-like valley. The main access to the building is via the plaza. The interior void is forming an interior square open to public at daytime, serving as a shade gathering area, a plaza for information, ticket vending and exhibitions. From here the theaters are entered via a small buffer foyers. The second entrance on the elevated south side of the building is used as VIP entrance with a drop off point directly at the door. The artists and staff entrance is located at the east side of the building. Here a green lounge and artist’s café is welcoming all those who actively contribute to the creativity of the institution. Along the south side runs a continuous spine with service and supports space. On the western side of this back-spine, above the main entrance, all educational facilities are allocated.
-
Toluca, México | Museu do Chocolate (Nestlé) | Rojkind arquitectos
Gupyna replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
Este tipo de objectos "diamante" já chegaram ao México!??? Bolas é mesmo uma epidemia!;) -
Betão EPS tem na sua constituição o isolamento térmico "incorporado", não sendo totalmente eficaz relativamente a outros sistemas não deixa de ser uma solução a considerar, quer em termos de execução, manutenção, e principalemte custos no entanto quem executar a obra tem de saber o que está a fazer! Tinha me esquecido deste ponto.;)
-
Camada impermeabilizante à base de ligantes hidráulicos - cerezite. Poliestireno Expandido - EPS ("esferovite") O EPS é uma matéria-prima, apresentada sob a forma de pequenos grânulos, cuja constituição é o polimero de estireno, derivado de um produto natural o petróleo - e um agente expansor - o pentano. E = Expanded P = Poly S = Styrene Na primeira fase do processo produtivo é usado o vapor de água para expandir a matéria-prima, cuja densidade original é cerca de 650 Kg/m3. O pentano dilata-se dentro de cada grânulo, fazendo crescer a esfera de EPS. Resultam milhões de esferas de EPS compostas de 2% de matéria sólida e de 98% de ar, com uma densidade que varia entre 12 Kg/m3 e 80 Kg/m3, consoante o produto que pretendemos fabricar. Numa segunda fase do processo, as esferas repousam algumas horas dentro de silos, para posteriormente serem encaminhadas para as máquinas de molde. Aqui, dentro do respectivo molde, as esferas são sujeitas a um segundo choque de vapor, que as faz expandir ainda mais. Dado que o molde é um espaço fechado, não permitindo que as esferas "engordem" livremente, estas comprimem-se e agregam-se. O resultado é a criação das peças de EPSpara a embalagem e para a construção, ou peças técnicas, tal como capacetes, acessórios para a industria automóvel ou tabuleiros de germinação de plantas para a agricultura, entre muitos outros. As aplicações do EPS na construção civil são extraordinariamente variadas, sendo de salientar que o EPS, para além de ser um excelente material de isolamento térmico, pode também ser um sistema construtivo. Betão EPS (além do betão é constituido por bolinhas de "esferovite" com um quimico de aderencia ao cimento) é preparado simplemente juntando agua e cimento ao EPS numa betoneira. A densidade é dada pela dosagem de cimento, e estamos a pensar em 250kg/m3. Antes da secagem total irá ser passada uma betonilha de regularização para depois aplicar a impermeabilização, que, em princípio será um sistema de telas asfalticas. Este caso aplica-se numa cobertura plana. Espero ter ajudado alguma coisa!
-
Mercado Livre! Fim das tabelas de Honorários de Projecto.
Gupyna replied to PCArq's topic in Arquitectura
A este propósito, a Ordem dos Arquitectos não pode deixar de registar o seguinte: a) Este processo é de extraordinária importância para o exercício da profissão de arquitecto em Portugal e, enquanto tal, da qualidade do ambiente construído e do interesse público; A OA foi ouvida muito tardiamente em todo este processo, e só foi ouvida porque instou o Instituto da Construção e do Imobiliário (InCI), em carta enviada a 27 de Maio, acerca do mesmo; c) Apenas no dia 8 de Julho, em reunião com o InCI, foi solicitado à OA a emissão de parecer sobre a nova Portaria; d) Ainda assim, nenhuma das sugestões do parecer da OA, elaborado em tempo muito curto (e enviado ao InCI a 21 de Julho), foi contemplada na redacção final da nova Portaria; e) A OA não tomou conhecimento da redacção final da nova portaria; f) Esta redacção final não toma em consideração, entre outros aspectos, definições existentes noutros diplomas, como é o caso do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, e pode diminuir o trabalho em curso acerca da substituição do Decreto 73/73. Considerando esta situação absolutamente lamentável, que pode pôr em causa o excelente relacionamento que a OA tem mantido com o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a Ordem dos Arquitectos irá procurar agendar uma reunião muito urgente com S.ª Exc.ª o Senhor Ministro do MOPTC, Eng. Mário Lino. O Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos Lisboa, 30 de Julho de 2008 Este comunicado da Ordem revela mais uma vez que a classe dos arquitectos nunca é consultado a tempo, porque não convém ao lobby dos engenheiros que estão muito bem representados no governo,depois do que está a acontecer com o tal decreto 73/73 (que está na gaveta da assembleia á espera da sua revogação!!!) mais uma vez somos "pisados" ! Uma classe que só se preocupa com o seu umbigo dá nisto!;) -
Moscovo | Construções Modernas e Massivas | Varios Autores
Gupyna replied to Zinaida Batrakova's topic in Arquitectura
Bolas como é possivel tanta piroseira junta! -
O edificio não é muito interessante,como eu já referi neste tópico,com as luzinhas "tunning", vai aumentar a sua lista de admiradores!
-
Lisboa | Terminal de Cruzeiros de Sta. Apolónia | Rui Alexandre
Gupyna replied to 3CPO's topic in Arquitectura
"Fiquei com a impressão de ter caído no meio de um debate "manhoso" na assembleia municipal da terra. A tratarmo-nos assim, os detractores da Arquitectura e dos Arquitectos nem precisam fazer nada. Lamentável." ;) -
Lisboa | Terminal de Cruzeiros de Sta. Apolónia | Rui Alexandre
Gupyna replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Já agora quem é o arq. Rui Alexandre? Deve ser importante pelos lados de Lisbon, porque decidiram contratar directamente os seus serviços sem concurso publico, deve ser "filiado" em algum clube! Será que alguem me pode esclarecer sobre a experiencia profissional do Sr Arq. neste tipo de programas?;) -
Lisboa | Terminal de Cruzeiros de Sta. Apolónia | Rui Alexandre
Gupyna replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Bem que tópico mais sensivel! Afinal para que serve o novo terminal de cruzeiros! Será que os cruzeiros low cost vão invadir Lisbon (acho mais apropriada esta designação internacional) ou é mais uma obra "fundamental" para o desenvolvimento do país (leia-se Lisbon novamente)! E o gabinete de arquitectura tem algum sobrinho da administração do porto de Lisbon? E por ultimo só para chatear, porque é que Barcelona é um exemplo? Eu prefiro Miami é mais caliente!;)
