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Arquitectura.pt


Alex Nogueira

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  1. Hmmm..., que bom, ...cheira-me a sexo! A pequena Viana, cresceu! (Já não era sem tempo, depois de 750 anos...) Entre os dois corpos de temperança "classizante" do novo centro, quebraram-se as correntes e ficou dado o mote: Do lado da luz alva de oriente, ubicou-se uma elegia à poesia (grande Mestre!); Do lado da luz vermelha do ocaso, ...o sexo!!! Para todos e à vista de cada um! É o amor todo: aquele que se sente e aquele que se faz! E sorte de Viana que, no caso, estão os dois na mesma margem do curso da sua água, e bem pertinho para se compensarem um ao outro! Miam, miam, ...como adoro
  2. Com um rácio de 1 arquitecto / 600 habitantes e a piorar à razão de cerca de 1000 novos por ano, penso que esta questão dos honorários é das mais cruciais a curto prazo!!! Pôr cobro, ontem (!!!), a este rácio e à sua evolução galopante, também! (mas isso é outro assunto!!!) O parecer, tem tanto de "já se sabia" como também de revelar quais os pontos fracos da legislação e a jurisprudência europeia no que a este assunto diz respeito. Parece-me uma boa base de trabalho, um bom ponto de partida: A jurisprudência feita a partir do caso Wouters sobre o Artº81 (da concorrência), considera os p
  3. Na decorrência das suas "propostas políticas", das normativas que entretanto entraram em vigor, e dos problemas que se tornaram substâncialmente evidentes (não necessáriamente por esta ordem), a Ordem dos Arquitectos pediu um parecer jurídico sobre a possibilidade de produzir uma "tabela de honorários ou elaborar um estudo sobre os honorários praticados, em média, pelos seus associados". Antes de mais, e porque é de direito, saúda-se esta iniciativa!!! É um problema grave que está por resolver, e todas as iniciativas que vão no sentido de procurar uma solução só podem ser bem vindas!!! O p
  4. Duro na exigência, rigoroso no conhecimento, exemplar no trato, profissional competente e dedicado académico, Pedro Fialho de Sousa, é uma presença e uma referência na memória de todos aqueles que tiveram o previlégio de passar pelas suas lições de Desenho e Geometria Descritiva. Arquitecto, mas sobretudo Professor, desenvolveu uma profícua actividade académica, em que, para além de se entregar a ensinar e a formar muitos dos actuais arquitectos, foi autor de inúmeros textos, comunicações e livros, entre os quais os conhecidos cadernos (tpu's) de Desenho, e o "Vocabulario Técnico e Crítico D
  5. Antes de mais, para responder à tua pergunta, caro colega, posso dizer que o de um engenheiro, não sei, mas sei que o de um arquitecto, é estimado em 1/10 do ordenado mínimo nacional por hora (ou seja, um "jornal" de 80% do ordenado mínimo, de forma avulsa e para efeitos de contrato sugerido pela nossa Ordem. (irá isto contra as normativas? não me parece! Chega? Também não me parece!!!) Quanto ao facto de estar obsoleto ou não, isso é uma questão lateral, na minha perspectiva, e por dois motivos: Por um lado, até agora, a nossa referência era um documento de 1972!!! (Agora é nenhuma!!!)
  6. NORMAS PARA A FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS DOS ENGENHEIROS Art.º 1º - Os trabalhos de engenharia, para efeitos de fixação dos honorários dos engenheiros, são divididos em 3 grupos, correspondentes ao modo como se faz essa fixação. 1.º Grupo - Trabalhos cujos honorários são fixados pela estimativa, oraçmento ou custo de obra. 2.º Grupo - Trabalhos cujos honorários são fixados pela superfície da obra ou trabalho. 3.º Grupo - Trabalhos cujos honorários são fixados pelo tempo gasto em os executar. Art.º 2º - Honorários calculados pela estimativa, orçamento ou custo da obra Neste grupo co
  7. Se bem me lembro, a lista eleita para a Ordem, tinha entre os seus objectivos a "regulação" dos preços dos projectos para todos, para, entre outras coisas, acabar com os "furas" que se vendem em desespero por tuta e meia. É algo que, por muito mal que digamos dos engenheiros, a Ordem deles já fez à muitos anos (deixo no post a seguir a "norma" deles), e que teve como consequência, a consistência do retorno, e, indirectamente (mas muito importante, uma certa "qualificação" do seu lugar e competência profissional. É por isso que é raro depararmo-nos com engenheiros desesperados, ao contrário
  8. Reparem como a maior parte das imagens de promoção deste edifício, apresentam perspectivas com uma abertura que pouco ou nada tem a ver com a percepção visual real no lugar (tanto pré-existente, como uma vez construído). Até a perspectiva mais "honesta" (a primeira do tópico) aligeira o objecto através da irrealidade das sombras. A leitura do impacto real deste objecto naquele lugar, pode ser deduzida por uma abstracção própria da capacidade de qualquer arquitecto (que não se reduza à leitura epidérmica de imagens), mas será adulterada para quem não tiver essa capacidade. As perspectivas fo
  9. Olá a todos. Como arquitecto, tenho interesses evidentes no assunto deste fórum e sofro do "bicho" que é o amor pela minha profissão, mas devo assumir que o impulso inicial que me levou a aderir foi o facto de ver por aqui gente de diversas áreas. Embora a maior parte dos "não-arquitectos", conquanto consegui perceber, sejam de áreas profissionais ou de interesse próximas da arquitectura, é sempre bom vê-la a disseminar-se pela cultura geral deste país. É bom e é necessário. Disse uma vez o Arq. Ming Pei, "a qualidade de um projecto de arquitectura é directamente proporcional à cultura d
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