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terça-feira, 6 de Janeiro de 2009 | 10:56 Imprimir Enviar por Email Funchal vai ter nova gare marítima para cruzeiros em 2009 Até final de 2009 a baía do Funchal vai ficar com «uma cara mais bonita» com a conclusão da gare marítima para cruzeiros, um dos principais projectos em construção este ano, declarou a secretária regional do Turismos e Transportes. Em declarações à agência Lusa, Conceição Estudante considerou que este projecto é «extremamente importante para o futuro da região, numa área em franco crescimento a nível mundial». «A crise não vai durar eternamente e o mercado dos cruzeiros irá crescer», disse. A governante argumentou que, tendo em conta que a Madeira se situa numa zona do Atlântico, «uma gare com aquelas características tem tudo para ser atractiva e melhorar imagem que já é favorável pelas opiniões dos turista de cruzeiro, que tem alto poder de compra, consome sem grande desgaste, a sua passagem é rápida, e faz despesa na região». «Interessa-nos desenvolver esse turismo», acrescentou Conceição Estudante, sustentando que, «com a nova gare, a baía do Funchal ficará com uma cara muito bonita». «O projecto de arquitectura é feliz e vamos dar ao porto do Funchal aquilo que achamos que uma baía destas merece», concluiu. Por seu turno, o responsável pela Administração dos Portos da Madeira, Bruno Freitas, afirmou à Lusa que «a nova Gare é uma mais valia para a imagem do Porto do Funchal, enquanto porto de cruzeiros». «Toda aquela zona vai ser transformada. O porto do Funchal vai passar a ter uma infra-estrutura agradável à vista, leve do ponto de vista arquitectónico e simultaneamente mais funcional, na perspectiva da criação de melhores condições de circulação na entrada e saída de passageiros, proporcionando-lhes uma comodidade da qual nunca auferiram», realça. A nova gare que deverá estar concluída no final de 2009 e representa um investimento na ordem dos 12,8 milhões de euros, sendo 63 por cento co-financiada pelo Fundo de Coesão e o restante é suportado pela Administração dos Portos da Madeira. Localizada no molhe sul da Pontinha, a gare conta com uma forma longa e estreita, incluindo uma curva delineando o formato do cais, cerca de 170 metros de comprimento, dois pisos (um térreo e um primeiro andar) e abrange uma área que ronda os três mil metros quadrados. Dispõe de circuitos separados de desembarque e embarque. Nesta última zona, ficarão sobretudo as lojas que são procuradas pelos passageiros que estão prestes a seguir viagem, embora existam algumas no piso térreo que têm acesso pelo exterior. Bruno Freitas adiantou que a aposta é dotar a infra-estrutura portuária de uma «maior dinâmica turística e comercial que promova a imagem da Madeira e assegure o crescimento da Região no segmento de mercado de cruzeiros». Por isso, a Madeira vai continuar a trabalhar em parceria com as ilhas de Canárias para promover o Porto do Funchal e que pretende reactivar a colaboração com outras infra-estruturas nacionais. Num balanço do movimento de 2008, Bruno Freitas considerou que foi «um ano muito bom para a consolidação da marca Portos da Madeira», confiando que continuará a ser «o primeiro porto português». «O Porto do Funchal, agora completamente destinado aos navios de cruzeiro, cresceu», tendo registado no ano que termina 272 escalas, mais dez que em 2007, e a passagem de 407.845 turistas. Em Novembro, foi o melhor mês de 2008 com 54 escalas que se traduziram na vinda de 74.486 passageiros. Este sector contribuiu com um «grande impacto» para as receitas anuais na economia regional, enunciando que em 2007 se situaram nos 40 milhões de euros. Nos últimos anos, o porto do Funchal tem-se afirmado como um equipamento «atractivo e competitivo e determinante para a economia regional», concluiu. in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=366388&page=3
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Ermida de Nossa Senhora da Piedade, in Loulé Olhem para esta maravilha de ampliacao. Uma igreja tipica teve a sorte de ser ampliada nos nossos dias e foi rematada desta maneira... podia ter sido pior. :)
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Mecca, Saudi Arabia | Redevelopment of Mecca | Norman Foster and Zaha Hadid
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
A Ideia do Centro do Mundo. O importante seria conhecer a do Norman Foster. Essa eh que vai ser construida. -
ESPANHA http://www.arqsaez.com/ - JOSE MARÍA SÁEZ VAQUERO
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Casa San Juan: Welcome to South America! images: Jose Maria Saez, Raed Gindeya This beautiful house by Architect Jose Maria Saez is situated in Quito’s Historic Old Town. It has a beautiful private garden and an impressive terrace that links interior and exterior thanks to the newly added hallway. A continuous steel gird defines the architecture’s tendency towards openness to the landscape and unifies the facade. The beams are delicately separated from the adobe (sun-dried mud brick) wall, barely tapping them. The mobile gallery is built to allow a wide range of ways leading towards the garden; it can also regain its original terrace. The hall connects all elements of the house.▪ ShareThis Project: Casa San Juan Architect: Jose Maria Saez Collaborators: David Barragan Location: Quito Historic Downtown Client: Andres Bueno and Ana Maria Armijos Engineering: Herberto Novillo Builder: Jaime Quinga, Luis Pillajo Material Aspect: adobe, oxidized steel, brick, concrete, wood, glass Status: Completion 2005 - 2007 in http://www.dezona.com/newsdetails.php?newsid=4148
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Descobri este projecto por acaso... partilho-a convosco. in http://www.arqsaez.com/paginas/main.htm via http://blueantstudio.blogspot.com/ O site do arquitecto
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Vitor Nina: Tenha calma. Nao se exalte. Certamente os cafes que frequenta sao lugares respeitaveis. Desculpe se o ofendi, nao era essa a minha intencao. jvs
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Vitor Nina: Modere a sua linguagem. O forum nao eh nenhum cafe. Eh um lugar de respeito onde cada um dah a sua opiniao dentro dos limites sem usar palavroes e linguagem desadequada. Tenha um bom dia.
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Ui. Discordo. Sou contra tal ideia.
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Excelente contribuicao.
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Estava a pensar ir ver o Valsa com Bashir... mas nao sei se vou hoje.
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Esta blocoteca serve para Archicad ou soh para Autocad?
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Zorrozaurre, Bilbao | Portugal masterplan | Zaha Hadid
JVS replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Video: Zaha Hadid's Bilbao masterplan Published: 01 December 2008 12:10 Last Updated: 01 December 2008 12:11 Reader Responses A first look at Zaha Hadid Architects' masterplan for Bilbao's run-down former port peninsula of Zorrozaure 06/10/2007 GMT 2 Zorrozaurre Master Plan. Zaha Hadid en Bilbao. arkimia @ 00:55 Esta mañana hemos presentado en el Ayuntamiento de Bilbao el Master Plan que el equipo de arquitect@s de Zaha Hadid ha redactado para la futura isla de Zorrozaurre en Bilbao. La presentación pública del proyecto, promovida por la Comisión Gestora para el desarrollo urbanístico de este ámbito, la han desarrollado dos de l@s colaborador@s del estudio Londinense de Zaha Hadid, Manuela Gatto y Fabian Hecker. Sobre este proyecto, el "Manhattan Txiki" de Bilbao, ya hemos hablado aquí en varias ocasiones. ACTUALIZACIÓN 06.10.2007_11:00: La prensa escrita lo ha recogido hoy así: El Correo, Deia, El Pais y Berria. ACTUALIZACIÓN (2) 10.10.2007_00:50: Hasta la prensa internacional se ha hecho eco de la noticia: The Guardian, ayer. Bilbao está en el mapa arquitectónico de Europa, diez años después. ACTUALIZACIÓN (3) 12.10.2007_22:15: También ha contado la noticia uno de los medios más prestigiosos que trata de arquitectura de todo el mundo, el blog World Arquitectural News (WAN). Por hoy no voy a contar más sobre el proyecto; en la WEB del Ayuntamiento de Bilbao tenéis un resumen bastante completo de las novedades del Master Plan respecto a su versión anterior, tras las alegaciones vecinales, las aportaciones de diversas administraciones y colectivos. A mí, personalmente, cada vez me parece más interesante y atractivo este proyecto. Complicado, innovador, vanguardista, integrador, atrevido. Pero precisamente por todo ello, creo que merece la pena. Aquí os dejo unas cuantas imágenes del proyecto. [ame=" "]YouTube - Zorrozaurre vista general[/ame] [ame=""]YouTube - Zorrozaurre Sur[/ame] in http://arkimia.nireblog.com/post/2007/10/06/zorrozaurre-master-plan-zaha-hadid-en-bilbao -
Portugal deixa morrer património Portugal está a deixar cair os seus monumentos mais emblemáticos. Um terço do Património Mundial precisa de obras urgentes. Avista-se da cidade. Imponente. À medida que nos aproximamos torna-se gigantesco. Não é por acaso que o título de jóia da coroa lhe é atribuído. Mas ao percorrermos os 4800m2 de construção edificada que compõem o Convento de Cristo, em Tomar, a realidade afigura-se monstruosa. A chuva intensa marca-lhe cada fissura, cada mazela. Desde as ruínas do castelo ao hospital militar devoluto, aos claustros seguros por traves frágeis, à Janela Manuelina cujos motivos se escondem atrás dos líquenes... O que fizemos ao nosso património? A pergunta repete-se de Norte a Sul do país. E dá azo a uma outra, mais concreta, mais real e impossível de responder: quanto dinheiro será necessário para recuperar um universo histórico tão vasto? Charola (raríssimo santuário datado da alta Idade Média), um dos "ex-libris" do Convento de Cristo, usufrui já de um programa activo de mecenato. A entrar na terceira fase de intervenção a nível das pinturas murais, viu a Cimpor sensibilizar-se com a degradação do seu deambulatório magnificamente decorado no século XVI. Mas faltam exemplos semelhantes, de Norte a Sul do país. Na Sé de Évora onde o vento e chuva batem contra as janelas em ferro que compõem a cabeceira do edifício, sente-se essa falta de intervenção, assim como se sente e vê a olho nu na Igreja de São Francisco, de arquitectura gótico-manuelina e que integra a famosa Capela dos Ossos. As vigas de madeira que sustentam a nave da igreja, a maior nave central da Península Ibérica, estão a ruir e a abrir brechas por todo o lado. Lixo na Sé de Lisboa, risco na Ribeira Sé de Lisboa: no claustro, já não se reconhecem adornos, arcos ou capitéis Também na Sé de Lisboa, entre as diversas orações que lá se fazem, algumas são em intenção da própria estrutura da igreja - para que não ceda e para que as placas de vidro não caiam em cima de ninguém. Ali só através de passadeiras de metal se consegue atravessar o claustro - imenso buraco aberto há 30 anos, a mostrar ruínas de edificações anteriores (romanas ou islâmicas, não se sabe ao certo). Ali, excrementos de pombo convivem com garrafas de plástico, sacos e lixo avulso, enquanto os turistas deambulam por entre arcos, ogivas, capitéis e inscrições com uma história mais velha do que Portugal. É triste, mas é verdade. Na Ribeira, no Porto, o cenário não é mais animador. O perigo de derrocada não ameaça só visitantes, vive dentro da cabeça de moradores e comerciantes. Em Valença do Minho, as muralhas da fortaleza também podem cair. As de Campo Maior, Serpa e Estremoz, no Alentejo, estão por tratar. Em Santarém, o Tejo treme sem saber quando vai receber as pedras da muralha que espera por verbas para uma solução definitiva, constantemente adiada pelos problemas de engenharia. A Fortaleza da Ínsula, em Caminha, tem a erosão como maior inimiga. A Ermida de São Gião da Nazaré não tem melhor sorte. A mesma do Mosteiro de Pitões das Junias, no Gerês. No Algarve, Cacela-a-Velha já não reconhece as suas muralhas, e Tavira não sabe sequer se a vila romana de Balça terá futuro. Castelo de Monsaraz: a ameaça é um parque de estacionamento Ao abandono está, ainda, a Fonte do Milho, um sítio romano em pleno Douro. Mais acima, em Bragança, a Lorga de Dine, na Gruta de Vinhais, no concelho de Bragança, tem as estalactites serradas. O local foi vandalizado e nem a Direcção Regional de Cultura do Norte sabe disso. Diz que a tutela não é sua e explica que alguém tem a chave da porta que dá acesso ao sítio pré-histórico. O vandalismo toma formas diferentes em Silves, Monsaraz e, mais uma vez, Bragança. O castelo da vila algarvia viu as suas muralhas serem abertas para que uma nova porta se construísse, na vila alentejana, ao lado da fortaleza nasceu uma cratera para estacionar automóveis, e na capital de Trás-os-Montes há uma esplanada de vidro colada à velha Domus Municipalis. E os exemplos multiplicam-se. Ministério promete medidas O Ministério da Cultura, que tutela todo o património imóvel nacional, já avançou com uma primeira proposta: lançar o desafio às grandes empresas de obras públicas para, em forma de mecenato, oferecerem 1% de cada empreitada que lhes seja adjudicada em obras de requalificação. Castelos, igrejas, mosteiros, palácios, sítios arqueológicos, centros históricos... Sé de Évora: as janelas da cabeceira do edifício estão a ruir Há muito por onde escolher e trabalhos de todas as dimensões à espera de serem iniciados. A solução, importada de Espanha (cujo Estado adoptou mesmo uma taxa fixa de 2% a cada empreitada pública), surge como o único caminho. Mas a proposta do Governo não saiu até agora da gaveta e não passa de uma miragem. Felizmente, além do já citado exemplo do mecenato da Cimpor, outros bons exemplos vão florescendo. Em Évora, a Fundação Eugénio d'Almeida toma a dianteira para requalificar o Palácio da Inquisição, o Pátio de S. Miguel, o Palácio da Condessa de Vila Alva. E associa-se à Câmara Municipal e à Direcção Regional de Cultura do Alentejo no projecto Acrópole XXI (10 milhões aprovados pelo QREN) recuperar a Torre do Salvador, a Casa de Burges... Mas Lisboa e toda a região do Vale do Tejo, já não têm direito (por via do seu nível de vida médio) a quaisquer fundos comunitários, o que ainda agrava o problema. É nesta região que o mecenato terá de ser decisivo. O alerta está lançado, mas a resposta cinge-se a dois artigos da Lei do Património (por regulamentar há oito anos), que entrarão em vigor em 2009: as regulamentações da actividade arqueológica e da intervenção em centros históricos com base na criação de Zonas Especiais de Protecção nas envolventes dos edifícios classificados. O Estado sabe que está em dívida, a consciência pesa-lhe e pesa-lhe mais ainda quando pensa na indústria do turismo. Os números do património 3297- imóveis classificados em todo o território português 793- edifícios classificados como Monumentos Nacionais 2085- edifícios estão classificados como imóveis de interesse público 13- classificações de Património Mundial inscritas na lista da UNESCO. Um terço estão em risco 27 milhões de euros para os monumentos da Humanidade Com as campainhas de alarme a soar, as autoridades prometem que 2009 é o ano em que o dinheiro vai começar a chegar. Será mesmo? Para já, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico (IGESPAR) vai contar com 2,8 milhões para iniciar um programa de recuperação dos monumentos portugueses inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO. O plano de requalificação conta com uma comparticipação da UE de 55% e é ainda uma parceria do Ministério da Cultura com o Ministério da Economia através do Turismo de Portugal e com as câmaras municipais. Chama-se Rota do Património Mundial, inclui intervenções em cinco edifícios classificados e demorará cinco anos a executar. O Mosteiro da Batalha, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Mosteiro de Alcobaça e o Convento de Cristo serão os usufrutuários da maior fatia dos ¤25 milhões. As acessibilidades e a envolvente dos edifícios serão o primeiro passo a ter em consideração pelo IGESPAR, que tutela os monumentos património da Humanidade. Mas, a seu tempo, cada um deles será intervencionado. Os diagnósticos já estão feitos e os projectos de intervenção definidos. O Plano de Pormenor para a envolvente do Mosteiro da Batalha vai resolver os problemas de concentração dos edifícios que o rodeiam e reorganizar os arruamentos circundantes. O objectivo é desafogar o mosteiro e desviar ainda a estrada nacional, muito movimentada e poluidora - um dos factores que mais tem contribuído para a degradação da pedra que serve de estrutura ao edifício. Os terrenos a Norte do Mosteiro de Alcobaça vão ser expropriados para que seja criada uma zona com características mais compatíveis com a riqueza do monumento. Mas a grande intervenção em Alcobaça será a recuperação da ala Norte do Mosteiro. O antigo hospício, devoluto há 15 anos, dará lugar a uma unidade hoteleira de prestígio, que não comprometa a dignidade do edifício. Ainda na ala Norte, está em aberto a possibilidade de criar um espaço cultural capaz de albergar o espólio de Vieira Natividade, uma oficina para os barristas de Alcobaça ou um pólo universitário. Em Tomar, as verbas serão aplicadas na requalificação da Mata dos Sete Montes, aproximando significativamente o Convento de Cristo da cidade e da população. Na capital do país, o IGESPAR pensa trabalhar a ala nascente do Mosteiro dos Jerónimos no sentido de a elevar, dando-lhe outra escala urbana. Quanto à Torre de Belém, as obras vão fixar-se na construção, no Forte do Bom Sucesso (mesmo ao lado) de uma zona de acolhimento com direito a bilheteira e instalações sanitárias, ficando o monumento liberto para que se desenvolva no seu interior um centro interpretativo. Apenas com tutela normativa sobre os restantes espaços classificados pela UNESCO, o IGESPAR (representante do Ministério da Cultura na Comissão Nacional da UNESCO) promete não baixar os braços em relação à fiscalização da observação de todos os critérios definidos internacionalmente para que os títulos não sejam objecto de revisão. Sintra, Évora, Porto, Angra do Heroísmo, Vale do Côa, Guimarães, Pico e Madeira também não querem perder as suas características originais e correr o risco de serem excluídos da lista do Património da Humanidade. Recorde-se que a vigilância por parte da UNESCO está cada vez mais apertada e que a tolerância se aproxima do zero. Há dois anos que o centro histórico de Dresden, Alemanha, está suspenso da lista devido à construção de uma ponte na zona.Além das medidas já enunciadas, o IGESPAR pretende ainda aplicar parte da verba proveniente do QREN na valorização e animação dos monumentos, que passarão a contar com uma programação cultural regular e a funcionar em rede. O Programa Informação Turística dará, depois, corpo à Rota do Património Mundial, colocando-a no mapa de um turismo. Portugal Património da Humanidade 1983 Centro Histórico de Angra do Heroísmo, nos Açores 1983 Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, em Lisboa 1983 Mosteiro da Batalha 1983 Convento de Cristo, em Tomar 1988 Centro Histórico de Évora 1989 Mosteiro de Alcobaça 1995 Paisagem Cultural de Sintra 1996 Centro Histórico do Porto 1998 Sítios Arqueológicos no Vale do Rio Côa 1999 Floresta Laurissilva na Madeira 2001 Centro Histórico de Guimarães 2001 Alto Douro Vinhateiro 2004 Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, nos Açores Texto publicado na edição do Expresso de dia 3 de Janeiro de 2009. in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/489824
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Desidério Silva destacou objectivos para 2009 no concelho de Albufeira O presidente da Câmara de Albufeira Desidério Silva e os vereadores social-democratas A mensagem de Ano Novo do presidente da Câmara de Albufeira Desidério Silva serviu para o autarca fazer um balanço das iniciativas e projectos de 2008, mas também para apresentar os objectivos para o novo ano, naquele concelho. Os projectos dos diversos sectores como o desporto, cultura, turismo e educação são as grandes apostas da autarquia, que se traduzem em investimentos de relevo, para 2009. «Todas as intervenções que irão arrancar, no próximo ano, têm de ser programadas com um a dois anos de antecedência», explicou Desidério Silva O projecto arquitectónico do Museu do Barrocal terá um simbolismo diferente das outras obras, pois marcará a primeira obra do arquitecto Siza Vieira na região. «Apenas questões burocráticas não nos permitiram avançar antes. Já falei pessoalmente com o arquitecto Siza Vieira e será ele quem irá executar o projecto, tornando esta a primeira obra, deste conceituado nome da arquitectura nacional, na região do Algarve», revelou o autarca. O projecto ainda se encontra em processo de adjudicação, estando apenas o estudo e a definição museológica já concluídas. Além desta infra-estrutura destacam-se ainda a construção do Grande Auditório de Albufeira, com capacidade para mil lugares, e a primeira fase do Parque do Turismo, inserido no mesmo projecto. O equipamento desportivo de grande relevo para o concelho, que se traduz num investimento de quase cinco milhões de euros a ser construído em dez meses, é o Pavilhão Desportivo. No entanto, há mais infra-estruturas como o Pavilhão dos Olhos D’ Água, o campo sintético de Paderne e a requalificação do Estádio João Campos. A educação continua a ter grande importância nos objectivos de Desidério Silva. Assim, será concluída a ampliação das escolas do primeiro ciclo das Sesmarias e das Fontainhas, bem como a abertura do jardim de infância e escola primária, em Vale Pedras e o início da construção de outra escola com pavilhão na Guia. Enquanto, na área da habitação social, o autarca salientou o início da construção de 38 fogos na freguesia de Ferreiras, 40 em Paderne e 40 em Albufeira, no sector do turismo, a Câmara continuará a promover o concelho nos mercados estrangeiros. No entanto, a área da saúde toma especial destaque nos objectivos, do próximo ano, para a Câmara de Albufeira. «Espero e vou empenhar-me para que, no próximo ano, seja lançada a primeira pedra do novo hospital particular de Albufeira, situado nas Ferreiras. Uma obra que irá dotar o concelho com uma infra-estrutura de saúde fundamental», garantiu Desidério Silva na sua mensagem de ano novo. Para Albufeira, está ainda previsto um parque de estacionamento, junto à rotunda da Avenida dos Descobrimentos, com capacidade para 565 lugares, e outro parque junto ao INATEL, com capacidade para cerca de 530 lugares, no âmbito da Sociedade Polis. O autarca referiu também a criação de novos acessos a Albufeira, um desde a Cocheira até à Avenida dos Descobrimentos, outro na zona do cemitério, desde a escola nova até à estrada de Montechoro. Este acesso seguirá até à zona da cocheira, fazendo a ligação com a Via do Infante. Por outro lado, o Plano de Urbanização de Albufeira permitirá delinear as zonas de construção e as áreas reservadas aos espaços verdes, sendo outra das apostas do executivo camarário. O plano fará a diferença, pois será criada «uma zona de cem hectares de zonas verdes, entre a Marina e Santa Eulália» explicou o presidente da Câmara de Albufeira. O autarca, quando fez o balanço do ano anterior, destacou a optimização das condições financeiras da autarquia. «Nós não pertencemos àquelas Câmaras referenciadas ultimamente na imprensa, que pagam às diversas entidades contratadas, entre 15 e 16 meses». Como destaque, Desidério Silva apontou a requalificação da estada de Montechoro até Fontainhas, entre Malhão e Paderne, os arruamentos de acesso à Escola Francisco Cabrita, a atribuição da Bandeira de Prata da Mobilidade à cidade, pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território devido à eliminação das barreiras arquitectónicas e urbanísticas, bem como o Centro Social de Quinta da Palmeira e a cedência de terrenos a associações de solidariedade social. Por outro lado, há a campanha de valorização do concelho, na área do turismo, a ampliação da Escola do Cerro de Ouro, o lançamento da primeira pedra do Jardim-de-infância e escola do primeiro ciclo de Vale Pedras, a criação do Espaço Multiusos e a modernização dos estabelecimentos com tecnologias adequadas à aprendizagem, como os quadros interactivos. Desidério ainda se comprometeu a continuar a desenvolver, no próximo ano, «soluções adequadas às necessidades de todos os cidadãos. Contrariando o que vinha sendo feito ao longo de muitos anos, a nossa proposta vai ser a de continuar a aproximar as diversas freguesias, recuperando e investindo, promovendo a igualdade». 5 de Janeiro de 2009 | 14:31 barlavento in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=29415
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Museu dos Coches: Silo automóvel foi sugestão para região do Tejo - Arquitecto São Paulo, Brasil, 05 Jan (Lusa) -- A construção de um silo automóvel foi apresentada como sugestão para a falta de estacionamento na região ribeirinha do Tejo, não apenas do Museu dos Coches, disse hoje à agência Lusa o responsável pelo projecto. Paulo Mendes da Rocha afirmou que a construção de um estacionamento subterrâneo na região não é recomendável por questões estruturais, mas que responderá "adequadamente" à reformulação do projecto, que tem a rejeição da Câmara de Lisboa. "Aquela é uma região de importante afluência turística para uma marcha a pé, com vários locais de visitação, como o Convento dos Jerónimos, Ladeira da Ajuda e outros", disse. "Há um interesse em resolver o problema do estacionamento de forma mais ampla, em vez de construir uma garagem em cada edifício", realçou o arquitecto brasileiro. Mendes da Rocha salientou ainda que o terreno local é constituído por "terra frouxa, com um lençol freático superficial", pouco recomendável para construção de subterrâneos, pelo alto custo. "A laje será muito solicitada em termos estruturais. Há soluções de engenharia, mas não vale a pena enfrentar o lençol freático simplesmente para guardar automóveis porque será uma obra caríssima, com grande movimento de terra", disse. A falta de estacionamento na região, possíveis problemas estruturais e o alto custo de uma obra subterrânea levaram o arquitecto a sugerir a construção de um silo automóvel. A Câmara de Lisboa aprovou em Dezembro um parecer favorável ao projecto, mas vai exigir do Governo a reformulação, rejeitando a construção desse silo de 26 metros na frente ribeirinha. O projecto prevê a ligação do silo ao edifício principal do museu, por meio da construção de um passadiço sobre a linha do comboio. "O museu exige grandes vãos, estruturas solicitadas. Uma garagem subterrânea tem um custo muito alto e seria melhor enfrentar a questão e fazer um estacionamento fora", observou Mendes da Rocha. O arquitecto vincou que o silo não é parte integrante do projecto do Museu dos Coches, sendo construções "distintas". "Foi apenas uma solução urbanística e arquitectónica que resolve o problema da região e que dá brilho ao local. Pareceu-me muito integrado", disse. Mendes da Rocha considerou "extraordinário" o convite do Governo para realizar o projecto e que, com a decisão da Câmara de Lisboa, a solução poderá ser a construção de um pequeno subsolo para estacionamento. O Museu dos Coches, que ocupará uma área de 15.177 metros quadrados, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. Nascido em Outubro de 1928, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, na região Sudeste do Brasil, Mendes da Rocha é um dos mais importantes arquitectos e urbanistas brasileiros. Pertencente à geração de arquitectos modernistas, recebeu o Prémio Pritzker, o mais importante da arquitectura mundial, em 2006. É autor de diversos projectos, como o do Museu Brasileiro de Escultura (MUBE) e do Museu da Língua Portuguesa, ambos em São Paulo. ACL/MAN. Lusa/Fim. in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=380851&visual=26&tema=7 -
Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Museu dos Coches: Silo automóvel foi sugestão para região do Tejo - Arquitecto São Paulo, Brasil, 05 Jan (Lusa) -- A construção de um silo automóvel foi apresentada como sugestão para a falta de estacionamento na região ribeirinha do Tejo, não apenas do Museu dos Coches, disse hoje à agência Lusa o responsável pelo projecto. Paulo Mendes da Rocha afirmou que a construção de um estacionamento subterrâneo na região não é recomendável por questões estruturais, mas que responderá "adequadamente" à reformulação do projecto, que tem a rejeição da Câmara de Lisboa. "Aquela é uma região de importante afluência turística para uma marcha a pé, com vários locais de visitação, como o Convento dos Jerónimos, Ladeira da Ajuda e outros", disse. "Há um interesse em resolver o problema do estacionamento de forma mais ampla, em vez de construir uma garagem em cada edifício", realçou o arquitecto brasileiro. Mendes da Rocha salientou ainda que o terreno local é constituído por "terra frouxa, com um lençol freático superficial", pouco recomendável para construção de subterrâneos, pelo alto custo. "A laje será muito solicitada em termos estruturais. Há soluções de engenharia, mas não vale a pena enfrentar o lençol freático simplesmente para guardar automóveis porque será uma obra caríssima, com grande movimento de terra", disse. A falta de estacionamento na região, possíveis problemas estruturais e o alto custo de uma obra subterrânea levaram o arquitecto a sugerir a construção de um silo automóvel. A Câmara de Lisboa aprovou em Dezembro um parecer favorável ao projecto, mas vai exigir do Governo a reformulação, rejeitando a construção desse silo de 26 metros na frente ribeirinha. O projecto prevê a ligação do silo ao edifício principal do museu, por meio da construção de um passadiço sobre a linha do comboio. "O museu exige grandes vãos, estruturas solicitadas. Uma garagem subterrânea tem um custo muito alto e seria melhor enfrentar a questão e fazer um estacionamento fora", observou Mendes da Rocha. O arquitecto vincou que o silo não é parte integrante do projecto do Museu dos Coches, sendo construções "distintas". "Foi apenas uma solução urbanística e arquitectónica que resolve o problema da região e que dá brilho ao local. Pareceu-me muito integrado", disse. Mendes da Rocha considerou "extraordinário" o convite do Governo para realizar o projecto e que, com a decisão da Câmara de Lisboa, a solução poderá ser a construção de um pequeno subsolo para estacionamento. O Museu dos Coches, que ocupará uma área de 15.177 metros quadrados, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. Nascido em Outubro de 1928, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, na região Sudeste do Brasil, Mendes da Rocha é um dos mais importantes arquitectos e urbanistas brasileiros. Pertencente à geração de arquitectos modernistas, recebeu o Prémio Pritzker, o mais importante da arquitectura mundial, em 2006. É autor de diversos projectos, como o do Museu Brasileiro de Escultura (MUBE) e do Museu da Língua Portuguesa, ambos em São Paulo. ACL/MAN. Lusa/Fim. in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=380851&visual=26&tema=7 -
OJE/Lusa O Jardim de Santos, em Lisboa, vai ser renovado e dinamizado no âmbito da bienal ExperimentaDesign Lisboa 2009, tendo para o efeito sido assinado um protocolo com a autarquia, anunciou hoje a entidade promotora da iniciativa. O objectivo é reposicionar aquele recinto público enquanto espaço de lazer e fruição para residentes e visitantes. Situado no Largo de Santos e com uma área de 390 metros quadrados, o jardim é o principal espaço verde público daquela área densamente ocupada. Com a iniciativa, pretende-se criar um espaço cosmopolita, que conjugue zonas verdes, arquitectura e design. O plano de revitalização foi formulado em conjunto pelas duas partes e prevê o redesenho do espaço, associado à concepção de novo mobiliário urbano, equipamentos lúdicos, sinalética e um quiosque para serviço de restauração, com uma componente de divulgação cultural. Serão contempladas soluções na área do design de som e iluminação que potenciem a funcionalidade do espaço. Para o desenvolvimento do projecto, a Experimenta convidou uma equipa de criadores nacionais composta pelo designer Fernando Brízio, o atelier de design Pedrita, o arquitecto paisagista João Gomes da Silva, o músico e designer de som Rui Gato, o designer de luz José Álvaro Correia e o designer gráfico António Gomes. Pretende-se fomentar a utilização do jardim de dia e de noite, diversificar e alargar o número de utilizadores a todas as faixas etárias, assumindo uma maior frequência de jovens no período nocturno, potenciar a mobilidade e circulação nas áreas adjacentes e dinamizar o acesso ao Rio Tejo através da ponte pedonal. Privilegiar a relação entre o jardim e a frente Tejo, a Praça Vitorino Damásio e o eixo Rua das Janelas Verdes/Paços do Concelho, bem como assegurar a sustentabilidade ambiental da intervenção foram outras apostas. O projecto integrará o programa da 5ª edição da ExperimentaDesign em Lisboa, cumprindo um dos seus objectivos:"construir um legado para a cidade e seus habitantes". A ExperimentaDesign Lisboa realiza-se entre 9 de Setembro e 8 de Novembro. in http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=827CB671-D324-4A83-A1C8-D559CF5AC090&contentid=17ACA2E2-B9F8-4A1D-BF4C-9FABC9722300 Lisboa: Jardim de Santos com cara nova para a ExperimentaDesign 07.01.2009 - 17h04 Joana Amaral Cardoso O Jardim de Santos, em Lisboa, vai ser reabilitado por designers, arquitectos e músicos por ocasião da 5ª ExperimentaDesign, a bienal multidisciplinar que regressa a 9 de Setembro à capital. A iniciativa é fruto de um protocolo entre a Experimenta - Associação para a Promoção do Design e Cultura de Projecto e a Câmara Municipal de Lisboa (CML), um acordo “pro bono” “rigorosamente sem qualquer ónus” financeiro adicional “para a CML”, garantiu a presidente da bienal, Guta Moura Guedes. A autarquia é a principal financiadora da ExperimentaDesign até 2013. O protocolo foi assinado a 18 e Dezembro e a primeira apresentação dos contornos práticos do projecto ao executivo camarário tem lugar no dia 27, apesar de o plano ter sido formulado em conjunto pela Experimenta e pela CML. Em causa está uma intervenção no jardim, sustentável a nível ambiental, com o objectivo de “abrir caminho a novas dinâmicas de utilização e vivência do jardim” de 390 m2, criando um espaço verde, de arquitectura e design, mas que não obrigará ao encerramento do mesmo durante os trabalhos. Foram convidados para intervir no jardim o designer Fernando Brízio, o atelier de design Pedrita, o arquitecto paisagista João Gomes da Silva, o músico e designer de som Rui Gato, o designer de luz José Álvaro Correia e o designer gráfico António Gomes. A ideia é criar novo mobiliário urbano, equipamentos lúdicos, nova sinalética e um quiosque de restauração e divulgação cultural, tudo para manter o jardim, que fica junto à zona de bares de Santos muito frequentada por jovens, no activo durante dia e noite. A intervenção no Jardim de Santos tem também como objectivo dinamizar o acesso ao Tejo através da ponte pedonal da zona, bem como favorecer as ligações à zona envolvente, da rua das Janelas Verdes aos Paços do Concelho, passando pela frente Tejo. A organização cultural sem fins lucrativos sublinha ainda que o projecto vai ao encontro de um dos objectivos da bienal: deixar "um legado para a cidade", diz a Experimenta em comunicado. Este é o primeiro projecto conhecido para o regresso da bienal a Lisboa, depois do cancelamento da edição de 2007 por falta de apoio orçamental da autarquia, então liderada por Carmona Rodrigues. A 5ª ExperimentaDesign vai decorrer entre 9 de Setembro e 8 de Novembro em Lisboa, depois de ter tido uma pré-edição de aquecimento em Setembro de 2008 e uma passagem por Amesterdão no mesmo mês. O tema da 5ª bienal é "It’s About Time" e vai contar com um apoio orçamental de variadas fontes. A ExperimentaDesign 2009 conta com um apoio de 250 mil euros da EDP e, graças ao protocolo tripartido que vigora até 2013 com os ministérios da Cultura e da Economia e com a Câmara de Lisboa, tem garantido apoio de 200 mil euros por edição da Cultura. Para as seis edições protocoladas, a Economia entra com 750 mil euros e a CML participa com 1,5 milhões de euros. O orçamento da 5ª edição está ainda a ser trabalhado, disse hoje Guta Moura Guedes ao PÚBLICO, e só será finalizado dentro de um mês, sobretudo devido à espera pela aprovação da nova lei que regulamenta os contratos de trabalho. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355270&idCanal=14
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Luanda | Reconversão da Baia de Luanda | Autor desconhecido
JVS replied to Koolhas's topic in Arquitectura
Luanda precisa destes microcosmos para estrangeiros. Ha cada historia sobre brancos a trabalhar em Angola! Soh vao aqueles que nao tem nada a perder... eh o faroeste.... basicamente. -
Luanda | Reconversão da Baia de Luanda | Autor desconhecido
JVS replied to Koolhas's topic in Arquitectura
IMAGENS http-~~-//i49.photobucket.com/albums/f265/ekuikui/my%20stuff/Miamionthemarginal.jpg NOTICIAS Construction of "Bay Project" Infrastructures to Start in December Quote: Luanda, - The construction of the main social infrastructures of urban reclassification and rearrangement project of Luanda's Marginal Avenue, estimated at USD 2,13 billion, will begin next December, ANGOP learnt on Thursday. According to the co-ordinator of the project, Catarina Sierra, the international tender for the building of the residences, offices, trade centres, hotels, and tourism and leisure sites has been concluded. At the moment, according to her, the environmental cleaning of the bay, in an area of 18,000 square metres, are in its final phase. Approved in September 2007 by the Cabinet Council, the Luanda Bay Project foresees the construction of public and private works along the marginal zone of "4 de Fevereiro" Avenue, with strict measures to reduce the environmental impact. Since the start of the works (November 07), the "Bay Project” already concluded three phases, namely the opening of the channel and the creation of the embankment to expand the "17 de Setembro" square, recovering and cleaning of pumping stations and the waste collection system of the Marginal Avenue, as well as the drainage works and the site's embankment. The part concerning the construction of public works, out of the State's responsibility, is estimated at USD 113.6 million, which is the amount of the funds to be supported by the investor. The supervision of the project is under the responsibility of the National Private Investment Agency (ANIP), National Reserve Bank (BNA), Ministries of Public Works and Urbanisation and Environment and the Provincial Government of Luanda. Angop Infra-estruturas do projecto Baía começam ser erguidas em Dezembro Quote: 18-09-2008 16:37 Luanda Luanda - A construção das principais infra-estruturas sociais do projecto de requalificação e reordenamento urbano da Marginal de Luanda, avaliada em 2,13 biliões de dólares, começa a partir de Dezembro deste ano, soube hoje à Angop. Segundo a coordenadora do projecto, Catarina Sierra, o concurso internacional para a edificação das habitação, escritórios, comércio, hotéis, áreas turísticas e de lazer está concluído. Neste momento, de acordo com ela, os trabalhos de limpeza ambiental da baía, numa área de 18 mil metros quadrados, encontra-se na sua fase final. Aprovado em Setembro de 2007 pelo Conselho de Ministros, o projecto Baía de Luanda visa a construção de obras públicas e privadas ao longo de toda a zona marginal da Avenida 4 de Fevereiro, com medidas rigorosas para reduzir o impacto ambiental. Desde o início da obra (07 de Novembro), o “Projecto Baía” cumpriu já três fases, nomeadamente abertura do canal e constituição do aterro no prolongamento do Largo 17 de Setembro, recuperação e limpeza das estações de bombagem e do sistema de recolha de esgotos da Marginal, bem como os trabalhos de dragagem e aterro do local. A parte referente à construção de obras públicas, sem ónus para o Estado, segundo dados, está orçada em 113,6 milhões de dólares, que é o montante dos fundos próprios a ser aportado pelo investidor. A fiscalização do projecto está a cargo da Agência Nacional para Investimento Privado (ANIP), Banco Nacional de Angola, ministérios das Obras Públicas e do Urbanismo e Ambiente e Governo Provincial de Luanda. Catarina Sierra fez saber que o projecto é considerado inovador porque vai permitir a Marginal ter a sua actividade acrescida e conseguir suprir, na capital, a demanda de espaços imobiliários de alto nível. Financiada mediante empréstimos bancários, a empreitada, segundo a fonte, resume-se na abertura de novos parques de estacionamento com capacidade para mil e 600 viaturas, criação de espaços públicos de lazer, com áreas ajardinadas e arborizadas, bem como a recuperação das fachadas de alguns edifícios da Avenida Marginal e o seu arranjo paisagístico. No tocante às obras privadas, reafirmou estar prevista a construção de duas torres (uma com 37 pisos e outra com 24) para escritórios, comércio e habitação e outros dois edifícios para funções multiuso, como hotel e centro de convenções, numa área de 122 mil e 581 metros quadrados. Prevê-se também a edificação de espaços para habitação, escritórios, comércio e empreendimentos hoteleiros, turísticos e de lazer na Ilha do Cabo, em terreno maioritariamente a ser conquistado à baía, num total de 965 mil e 729 de metros quadrados. AngolaPress Infrastructure Bay start of the project be built in December Quote: 18-09-2008 16:37 Luanda Luanda - The construction of key social infrastructure of the draft urban redevelopment and upgrading of Marginal of Luanda, valued at 2.13 billion dollars, starting from December this year, the Angop learned today. According to the coordinator of the project, Catarina Sierra, the international tender for the construction of housing, offices, shops, hotels, tourist areas and leisure is complete. Today, according to her, the work of environmental cleaning the bay, an area of 18 square meters, is in its final phase. Adopted in September 2007 by the Council of Ministers, the project aims to Bay of Luanda the construction of public works and private throughout the marginal area of Avenida February 4, with stringent measures to reduce the environmental impact. Since the beginning of the work (07 November), the "Bay Project" has already fulfilled three phases, including opening up the channel and establishment of the landfill echoed in Largo September 17, cleaning and rehabilitation of pumping stations and the collection of sewage Marginal, as well as the work of dredging and landfill site. The part concerning the construction of public works, without burden to the state, according to data, is budgeted at $113.6 million dollars, which is the amount of capital to be contributed by the investor. The audit of the project is in charge of the National Agency for Private Investment (ANIP), National Bank of Angola, Ministries of Public Works and Town Planning and Environment and Provincial Government of Luanda. Catarina Sierra made it clear that the project is considered innovative because vai allow the Marginal Tuesday increased its activity and to meet in the capital, demand for real estate, high-level spaces. Financed by bank loans, the contract, according to the source, sums up the opening of new parking facilities with a capacity for 1,600 vehicles, creation of public spaces for leisure, with garden and wooded areas and the rehabilitation of the facades some buildings on the Avenida Marginal arrangement and its landscape. Regarding private works, reaffirmed be provided for the construction of two towers (one with 37 floors and another with 24) for offices, shops and housing and two multipurpose buildings for functions such as hotel and a convention center, in an area of 122,581 square meters. It is also envisaged the construction of spaces for housing, offices, shops and businesses hoteliers, tour and Leisure Island in the Cape, mostly in land to be conquered the bay, a total of 965,729 square meters. AngolaPress via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=648066 -
Mas não havia a obrigação de haver concursos públicos para obras públicas?
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Quanto ganha um PQ?
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nem um nem outro... nao vou ver nenhum deles... gostava de ver o Valsa com Bashir. Hoje fui ver o Rockenrolla... puff... o costume.
