lllARKlll
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Há pessoas que não compreendem certas coisas, nem conseguem arrumar Arte e Ciência na mesma categoria do conhecimento. A Teoria da Incerteza de Heinsenberg é tão importante como a Notre-Dame du Haut em Rochamp de Le Corbusier. É tão somente isso.
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Vou ter que começar a ler esta coisa.
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Vou ter que começar a ler esta coisa.
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Deve ser o 60/2007, já que o 177/01 alterava o 555/99.
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Deve ser o 60/2007, já que o 177/01 alterava o 555/99.
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Mas ficou alguma coisa por responder ainda? Não consigo ser mais claro...o 73/73 tem todo o relevo, aliás, é o âmago.
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Mas ficou alguma coisa por responder ainda? Não consigo ser mais claro...o 73/73 tem todo o relevo, aliás, é o âmago.
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Alguém sabe dizer-me, se o mínimo de 0.77m uteis do decreto das acessibilidades, para portas com folha aberta, também se aplica as pequenas cabines com sanita (min 0.8 x 1.3), geralmente estas portas possuem 0.6 +/-. Eu penso que só se aplica em especial à casa de banho adaptada para deficientes, certo?
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Alguém sabe dizer-me, se o mínimo de 0.77m uteis do decreto das acessibilidades, para portas com folha aberta, também se aplica as pequenas cabines com sanita (min 0.8 x 1.3), geralmente estas portas possuem 0.6 +/-. Eu penso que só se aplica em especial à casa de banho adaptada para deficientes, certo?
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Tenho este dilema mesmo agora, num café no qual estou a fazer uma alteração, existe uma Artigo qualquer no decreto 163/2006, depois de enumerados os tipos de espaços ao qual o decreto se aplica, que diz qualquer coisa como o seguinte (+/-): Se a alteração se revelar onorosa, dispendiosa, ou demasiado difícil de fazer dado as condições existentes, é possível o não cumprimento taxativo de alguns pontos do decreto, estando ao critério da entidade licenciadora, a aceitação ou não desta dispensa de cumprimento. Ou seja, depende da câmara.
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Tenho este dilema mesmo agora, num café no qual estou a fazer uma alteração, existe uma Artigo qualquer no decreto 163/2006, depois de enumerados os tipos de espaços ao qual o decreto se aplica, que diz qualquer coisa como o seguinte (+/-): Se a alteração se revelar onorosa, dispendiosa, ou demasiado difícil de fazer dado as condições existentes, é possível o não cumprimento taxativo de alguns pontos do decreto, estando ao critério da entidade licenciadora, a aceitação ou não desta dispensa de cumprimento. Ou seja, depende da câmara.
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Já encontrei Engenheiros que nem sabem o que é uma Bucha de Nylon, fútil é isso, 5 anos de física e matemática.
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Já encontrei Engenheiros que nem sabem o que é uma Bucha de Nylon, fútil é isso, 5 anos de física e matemática.
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Não pá, agora a última, vinda directamente do vulgo é que "isso é fútil" pá.
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Não pá, agora a última, vinda directamente do vulgo é que "isso é fútil" pá.
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Deantologicamente incorrecto é a quota que pago à ordem, para de 6 em 6 meses ter em minha posse um ofício que me habilita a assinar projectos de Arquitectura, tal como vários técnicos sem formação para isso. Deantologicamente incorrecto, era o espartilho às universidades para entrar na Ordem, enquanto assuntos como o 73/73, estão por resolver. Deantologicamente incorrecto, é eliminar listas candidatas, por pura sede de poder. Deantologicamente fútil, é assistir as reuniões no plenário da Ordem, sabendo como qualquer Arquitecto sabe, que aquilo é um poleiro e nunca se resolver nada, anos após anos, solenidades que resultam em nadas. Deantologicamente incorrecto, é pensar que "já desde 73 que é assim", porquê mudar? Deantologicamente incorrecto é ver que está aí o 60/2007 de 4 de setembro e está tudo na mesma porra. Não me falem em Deantologicamente incorrecto, quando alguém abdica do cargo de Bastonário da OA, para chegar a tempo das Autárquicas de Lisboa. Esta ordem é uma vergonha, não há aqui deantologia nenhuma, a não ser uma enorme sede de poder. Deantologicamente incorrecto porquê, se nos fazem o mesmo? Não me falem portanto de dentologicamente incorrecto, quando andamos à mais de 30 anos nisso, não suporto esta hipocrisia. Eis a solução Sr. Arquitectos, vivem em constante suspense, com a muito debatida e nunca resolvida situação do 73/73, a ordem não serve para nada, estão cansados de serem relegados para segundo plano no mundo da construção, os projectos de Arquitectura são feito por não Arquitectos, numa situação que configura injusta concorrência? Por outras palavras, a vossa intervenção é vista como "fútil", "meramente estética". Então, façam aos outros, aquilo que vos fazem, sem dó. Aprendam e assinem projectos de Engenharia. Desculpem a sinceridade e a falta de uns adornos cor de rosa, é a flor do meu espírito, muito gaiato e ainda pouco sofisticado.
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Deantologicamente incorrecto é a quota que pago à ordem, para de 6 em 6 meses ter em minha posse um ofício que me habilita a assinar projectos de Arquitectura, tal como vários técnicos sem formação para isso. Deantologicamente incorrecto, era o espartilho às universidades para entrar na Ordem, enquanto assuntos como o 73/73, estão por resolver. Deantologicamente incorrecto, é eliminar listas candidatas, por pura sede de poder. Deantologicamente fútil, é assistir as reuniões no plenário da Ordem, sabendo como qualquer Arquitecto sabe, que aquilo é um poleiro e nunca se resolver nada, anos após anos, solenidades que resultam em nadas. Deantologicamente incorrecto, é pensar que "já desde 73 que é assim", porquê mudar? Deantologicamente incorrecto é ver que está aí o 60/2007 de 4 de setembro e está tudo na mesma porra. Não me falem em Deantologicamente incorrecto, quando alguém abdica do cargo de Bastonário da OA, para chegar a tempo das Autárquicas de Lisboa. Esta ordem é uma vergonha, não há aqui deantologia nenhuma, a não ser uma enorme sede de poder. Deantologicamente incorrecto porquê, se nos fazem o mesmo? Não me falem portanto de dentologicamente incorrecto, quando andamos à mais de 30 anos nisso, não suporto esta hipocrisia. Eis a solução Sr. Arquitectos, vivem em constante suspense, com a muito debatida e nunca resolvida situação do 73/73, a ordem não serve para nada, estão cansados de serem relegados para segundo plano no mundo da construção, os projectos de Arquitectura são feito por não Arquitectos, numa situação que configura injusta concorrência? Por outras palavras, a vossa intervenção é vista como "fútil", "meramente estética". Então, façam aos outros, aquilo que vos fazem, sem dó. Aprendam e assinem projectos de Engenharia. Desculpem a sinceridade e a falta de uns adornos cor de rosa, é a flor do meu espírito, muito gaiato e ainda pouco sofisticado.
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Já reparei, que a resposta agora variou para uma de palavreiro mor, há que dar e entender que os Eng, com mais ou menos esforço, escreve. O que sempre aqui esteve em causa, não foi a pessoa Eng., foi o plano de curso de Eng. que reitero novamente, é formação para ignorantes, demasiados anos a dar termos sem qualquer aplicação no mundo real, a perder tempos nos Betões Armados não sei quantos...isto tudo, é dito por vocês, sai da vossa boca, desde os alunos, a Eng. que conheço, todos referem a dita maleita. E depois, são só tipos que tiveram 5 anos de matemática e física (pouco varia em relação a isso) e só não podem assinar intervenções em Áreas Históricas e Empreendimentos Turísticos, bem, já agora, assinavam tudo pá, parece que tiveram pena do Arquitecto, e lá deixaram estas duas excepções para a malta até se sentir importante. Ok, mas a malta chega cá fora e pensa, mas se os tipos assinam projectos de Arquitectura sem formação, porque razão não poderei eu assinar projectos de especialidade sem formação? Isto é tão puramente uma irresponsabilidade vista por mim, como um acto de vingança, uma personal vendetta que acho que todos os Arquitectos devem preconizar, se os Engenheiros andam há anos com esta arrogância, porque razão, nos podemos nós, 16000 e tal fazermos o mesmo? Mão na consciência, nem penses, os projectos de estabilidade, fazem-se numa fleuma num CYPE (Ou semelhante qualquer) e ainda valem algum dinheiro, os projectos de Arquitectura, pelo contrário não são simuláveis em Software, é preciso um Arquitecto. Eu até podia perder tempo a dirimir argumentos, mas deixo antes aqui, a obra intelectual, dum conhecido Eng. da Praça Pública, os tais tipos que tem 5 anos de Matemática e Física Engenheiro Sócrates. É um fado e deve pesar na comunidade dos Engenheiros, mas resta dizer que vocês de facto, não pescam nada de Arquitectura. Espero que o teu laborioso texto, muito cordado, cheio de léxico caro, invulgar, de raiz erudita, tenha dado tanto trabalho, quando enfado a mim, enquanto o lia. Eu antes até tinha uma posição moderada "cada macaco no seu galho", Arquitectos/Arquitectura, Engenheiro/Engenharias, agora apenas dou azo, ao uso da perversa lei. O user Rake de Rama, é o resultado, limpo, deste senso comum muito propalado pelos Engenheiros.
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Já reparei, que a resposta agora variou para uma de palavreiro mor, há que dar e entender que os Eng, com mais ou menos esforço, escreve. O que sempre aqui esteve em causa, não foi a pessoa Eng., foi o plano de curso de Eng. que reitero novamente, é formação para ignorantes, demasiados anos a dar termos sem qualquer aplicação no mundo real, a perder tempos nos Betões Armados não sei quantos...isto tudo, é dito por vocês, sai da vossa boca, desde os alunos, a Eng. que conheço, todos referem a dita maleita. E depois, são só tipos que tiveram 5 anos de matemática e física (pouco varia em relação a isso) e só não podem assinar intervenções em Áreas Históricas e Empreendimentos Turísticos, bem, já agora, assinavam tudo pá, parece que tiveram pena do Arquitecto, e lá deixaram estas duas excepções para a malta até se sentir importante. Ok, mas a malta chega cá fora e pensa, mas se os tipos assinam projectos de Arquitectura sem formação, porque razão não poderei eu assinar projectos de especialidade sem formação? Isto é tão puramente uma irresponsabilidade vista por mim, como um acto de vingança, uma personal vendetta que acho que todos os Arquitectos devem preconizar, se os Engenheiros andam há anos com esta arrogância, porque razão, nos podemos nós, 16000 e tal fazermos o mesmo? Mão na consciência, nem penses, os projectos de estabilidade, fazem-se numa fleuma num CYPE (Ou semelhante qualquer) e ainda valem algum dinheiro, os projectos de Arquitectura, pelo contrário não são simuláveis em Software, é preciso um Arquitecto. Eu até podia perder tempo a dirimir argumentos, mas deixo antes aqui, a obra intelectual, dum conhecido Eng. da Praça Pública, os tais tipos que tem 5 anos de Matemática e Física Engenheiro Sócrates. É um fado e deve pesar na comunidade dos Engenheiros, mas resta dizer que vocês de facto, não pescam nada de Arquitectura. Espero que o teu laborioso texto, muito cordado, cheio de léxico caro, invulgar, de raiz erudita, tenha dado tanto trabalho, quando enfado a mim, enquanto o lia. Eu antes até tinha uma posição moderada "cada macaco no seu galho", Arquitectos/Arquitectura, Engenheiro/Engenharias, agora apenas dou azo, ao uso da perversa lei. O user Rake de Rama, é o resultado, limpo, deste senso comum muito propalado pelos Engenheiros.
