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Arquitectura.pt


josé figueiredo lino

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About josé figueiredo lino

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Meio Profissional

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    gatvar, lda
  1. Também não tem de ser só cinzentismo. A "laranjinha" nas imagens de joaoandiascarvalho já é mais comestível. Sem prejuízo dos créditos do autor, quiçá um sinal premonitório da reaproximação do Major às cores da sua antiga bandeira. Disse: "é uma obra que vai marcar" a sua passagem pelo município. A obra do regime portanto !... Vai-se o ouro, ficam os dedos. Quanto a fotos, é melhor não permitir. Nunca se sabe o que por acidente pode ficar registado. Senão, por este andar, qualquer dia "vai tudo dentro".
  2. Ao "Senhor da Guerra" motivam-no outros voos, de que esta batalha é apenas um trampolim. Veja-se o "desvio" do Carvalho da Silva ao participar no esboço do novo frentismo, protagonizado pelo F. Louçâ e o M. Alegre. Que portas se abrem ao nivel da confederação sindical. Há que fazer curriculum !...
  3. (Lapso meu) Dreamer: Dispôe de alguns elementos (estudo prévio ou anteprojecto) da intervenção do Arq. Agostinho Ricca ? Seria interessante visionar. Obrigado
  4. O JN dava conta (ao que penso dia 28) da aprovação em Conselho de Ministros de um novo regime jurídico da Reserva Agricola Nacional. Não encontro o diploma na página do DR. QUem pode dar informação ?
  5. Obrigado Pedro. Sempre em cima do acontecimento! Numa 1ª análise diria: Finalmente, um instrumento elaborado de forma integrada, abarcando é certo o que de algum modo já se vem exigindo e praticando, mas legislativamente disperso. Algumas clarificações. Menos descricionaridade. Simplex ? Não me "parex". Há que meter rápidamente os trabalhos em curso, com "um olho no burro e outro no cigano" (sem ofensa, dito popular), sendo certo que convém já ir adaptando, ora para não criar expectativas descontextualizadas aos clientes (que afinal terão de vir a prazo a adptar os estabelecimentos), mas sobre
  6. Agostinho Ricca, por exemplo, (octogenário, ao que julgo ainda para durar) de quem guardo inestimáveis recordações profissionais e pessoais. Prof. da Escola do Porto, saneado por razões políticas no tempo da "outra senhora". A sua obra, pelo norte do país, particularmente no Porto, com exemplos notáveis, objecto de uma publicação com o seu nome. Partilhava o mesmo andar com o Mestre Augusto Gomes, ao tempo com atelier na Rua Antero de Quental - Porto (Batalha/Fontaínhas). Apesar de conhecer muitos os seus trabalhos, e me honrar ter colaborado em muitos deles, gostaria que os "bibliógra
  7. Podem vir coisas estranhas, como as referidas por Argos na Flórida, mas a madeira (e temos muita) não tem necessáriamente de cumprir uma função estrutural. Há um imenso campo de aplicações, incluindo na área dos materiais compostos. Cabe às universidades e aos industriais investir em ID, e aos criativos o engenho e a arte da sua aplicação. A tradição e a cultura também se constroem. Seguramente sempre por impulsão de uma minoria.
  8. Tem lógica, como na Gafanha, quem xuta mais alto é que ganha!
  9. Designadamente: DL 13/93 de 15/01 D Reg 63/94 de 02/11
  10. De facto, que não de direito, assim é (a confusão total). Não cabe no poder regulamentar dos municípios subverter a lei, mas tão só regulamentar a sua aplicação, no estrito âmbito dos respectivos diplomas. Verifica-se um débito de formação jurídica da parte de muitos Serviços que redundam em interpretações absurdas da lei. Munícipes sofrem!... Perante este fenómeno, de que a interpreteção da lei das acessibilidades é um caso paradigmático por esse país fora, o que dizem as estruturas jurídicas das associações de classe? Não caberia aquí a prestação de um importante serviço aos respectivos ass
  11. Inauguração da nova Igreja do Candal - V. N. Gaia O "objecto" e a sua inserção. http://www.paroquiacandal.org.pt/niproj.htm
  12. Ora bem !... pelos vistos ninguem se inibiu com o anátema: «Tudo o que gera polémica, mais tarde transforma-se em local de culto, como foi exemplo o Museu Guggenheim, em Bilbau» diz Rogério Brito. O arquitecto reconhece que «esta não é uma proposta adequada aos velhos do Restelo». Convicções é o que é preciso.
  13. Julgo poder constactar que a temática da a/representação de uma peça de arquitectura tem registado evoluções, mantendo contudo o essencial. Subscrevo o conceito de alguma flexibilidade, designadamente no sentido de melhor definir a coisa projectada com vista à sua execução física. Soluções de pé direito duplo ou triplo carecem porventura de várias plantas. Em situações correntes, mais ou menos 10 cm, penso que a representação em planta se pode empíricamente associar à de um corte horizontal efectuado à altura da vista do observador. O princípio da escala humana e da anatomia do ser é para ser
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